Volvo Caminhões anuncia investimentos de R$ 1 bilhão no Brasil

Fábrica da Volvo, em Curitiba (PR): empresa vai usar investimento para desenvolver novos produtos e serviços (Foto:Marcelo Almeida/VOCÊ S/A)
Programa de aporte será aplicado no período de 2020 a 2023
O grupo Volvo, responsável pela produção de caminhões, ônibus e máquinas de construção,  anunciou nesta quarta-feira, 05, um programa de investimentos da ordem de 1 bilhão de reais para o período de 2020 a 2023 no Brasil. O montante será aplicado no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

“Parte dos investimentos será direcionada para desenvolvimento de novos fornecedores da cadeia local”, afirma Wilson Lirmann, presidente do grupo Volvo na América Latina.

A Volvo é líder no segmento de caminhões pesados no país, que representa o maior volume de vendas do mercado brasileiro. Em 2019, a marca emplacou 14,5 mil unidades, alta de 58% em relação ao ano anterior.

“O segmento pesado voltou praticamente aos níveis pré-crise”, destaca Lirmann.

O recorde do mercado de caminhões no Brasil ocorreu em 2011, quando foram emplacadas 170 mil unidades. Em 2019, foram vendidos 101 mil caminhões.

Já as vendas de semipesados alcançaram 2,3 mil caminhões, avanço de 55% sobre 2018.

Segundo Lirmann, o Brasil é o segundo maior mercado de caminhões para o grupo Volvo no mundo.

A montadora tem uma fábrica na região de Curitiba, no Paraná, com 3.600 funcionários. Lá, a produção de caminhões está funcionando em dois turnos. A linha de cabines opera em três turnos.

Já a unidade de máquinas de construção está localizada na cidade de Pederneiras, no interior de São Paulo. A planta industrial tem cerca de 300 funcionários.

“A capacidade instalada da indústria vem sendo ajustada constantemente nos últimos anos”, diz Lirmann.

O executivo acrescenta que, diante da queda da taxa básica de juros (Selic), o mercado de caminhões reduziu consideravelmente a dependência do financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Finame. Há alguns anos, mais de 90% das vendas do setor eram feitas através do crédito do banco de fomento. Hoje, segundo estimativas de mercado, giram em torno de 60%.

“Atualmente, os bancos das montadoras estão financiando mais a compra de caminhões”, ressalta.
Fonte:EXAME /Por Juliana Estigarribia
Publicado em 5 fev 2020, 12h14

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Concurso para o Ministério Público Militar paga salário inicial de R$ 33.689,11

Seleção preenche seis vagas (incluindo uma para o Pará) (Foto:Reprodução MPM)

Inscrições, para quem é formado em direito, vão somente até 19 de fevereiro; tem vaga no Pará

O concurso para o Ministério Público Militar, cujas inscrições começaram no dia 21 de janeiro, entra na reta final, inscrevendo até 19 de fevereiro. A prova objetiva, segundo o edital, será realizada no dia 26 de abril.

A seleção preenche seis vagas (incluindo uma para o Pará) para o cargo de promotor. É necessário possuir formação superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica para se habilitar ao cargo, que tem remuneração inicial é de R$ 33.689,11. A taxa de inscrição é de R$ 250

Serão cinco fases. A primeira terá provas objetivas. Na segunda, quatro provas escritas subjetivas. Na terceira, quatro provas orais. Na quarta, prova prática e na quinta e última, análise de títulos.

Por:Redação Integrada

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Governo espera atrair R$ 52,8 bilhões em investimentos em ferrovias em 2020

Estrada de Ferro Carajás  (Foto:Reprdução)- O governo federal espera atrair R$ 52,8 bilhões de investimentos em ferrovias em 2020. O montante deve vir dos leilões da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e da Ferrogão, no Mato Grosso; e da renovação antecipada de outras quatro concessões de estradas de ferro.

O trecho que será leiloado da Fiol vai de Ilhéus a Caetité. Segundo o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), a Valec, estatal de ferrovias, já construiu, até dezembro de 2018, 76,2% do trecho. Será necessário investir ainda R$ 1,14 bilhão para a conclusão das obras.

A previsão é de que o edital seja publicado no segundo trimestre deste ano. Já o leilão está previsto para o terceiro trimestre e o contrato terá duração de 35 anos. Como será realizado pelo critério de maior outorga, vence quem ofertar o maior valor em cima do lance mínimo, que será de R$ 143 milhões. O trecho será um importante corredor de escoamento de minério do sul da Bahia e de grãos do oeste baiano.

Diferentemente da Fiol, o projeto da Ferrogão ainda precisa sair do papel, função destinada ao vencedor do leilão, que também deve ter o seu edital publicado no segundo trimestre, com o leilão programado para o terceiro trimestre. O prazo do contrato será de 65 anos.

Serão concedidos, também no critério de maior outorga, 1.142 quilômetros entre os municípios de Lucas do Rio Verde (MT), Sinop (MT) e Miritituba (PA). Segundo a PPI, a ferrovia só deverá entrar em operação a partir de 2030. A primeira demanda de carga total deve alcançar 13 milhões de toneladas. A previsão é que esse número aumente para 42 milhões de toneladas até 2050. O objetivo do projeto é dar à região Centro-Oeste, especialmente para Mato Grosso, uma nova saída para a produção agrícola.

Já em relação às renovações de concessão, o governo espera fechar quatro delas de forma antecipada. Elas tem que passar pelo crivo do Tribunal de Contas da União (TCU) e ter uma contrapartida de investimentos.

Segundo o ministério da Infraestrutura, devem ser renovadas as concessões Rumo Malha Paulista (1.989 quilômetros), com assinatura do novo contrato no primeiro trimestre deste ano; Estrada de Ferro Carajás (892 quilômetros), com assinatura do contrato prevista para o 2º trimestre; Estrada de Ferro Vitória-Minas (895 quilômetros), com previsão de assinatura também no 2º trimestre; e MRS Logística (1.686 quilômetros), com a assinatura do contrato devendo acontecer no 4º trimestre.

As informações são da Gazeta do Povo.   Da Redação Noticias  de Mineracao/04 Fevereiro 2020

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Colheita de soja do Brasil atinge 8,1%; chuvas desaceleram ritmo

Colheita de soja em Primavera do Leste (MT) (Foto:Paulo Whitaker / REUTERS)

Pais é o maior exportador global da oleaginosa

A colheita de soja do Brasil na safra 2019/20 atingiu 8,1% da área total no país até esta sexta-feira, ante 18,4% registrados no mesmo período de 2019, quando os trabalhos tiveram um início dos mais precoces, avaliou a consultoria Arc Mercosul em relatório.

Segundo a empresa de análises, o ritmo da colheita de soja do Brasil, maior exportador global da oleaginosa, está ligeiramente abaixo da média histórica para o período, de 9,8%, em meio a chuvas que desaceleraram os trabalhos durante a semana na região central do país.

“Destaque para a desaceleração semanal da colheita no centro do país, consequência das chuvas intensas observadas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais”, disse à Reuters o diretor da Arc, Matheus Pereira.

“Apesar da discrepância com o ritmo em 2019, atualmente estamos avançando com a colheita muito próxima à média dos últimos cinco anos”, completou.

Ele disse ainda que a Arc Mercosul recebeu relatos de que as produtividades iniciais da soja em Mato Grosso e Goiás, grandes produtores nacionais, têm ficado acima das expectativas, sendo boa parte da colheita ainda de variedades de ciclo precoce.

“Números tendem a melhorar conforme avançam (as colheitas) para os talhões com variedades de ciclo tardio”, destacou.

A colheita em Mato Grosso, maior produtor do país, atingiu cerca de 20% da área de soja, segundo a consultoria.

Por:Reuters

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Bolsonaro assina MP que eleva salário mínimo para R$ 1.045

(Foto:Marcello Casal Jr/ Agência Brasil) – Medida provisória será publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (30) a medida provisória (MP) que fixa, a partir de fevereiro deste ano, o salário mínimo em R$ 1.045. A mudança representa um aumento em relação ao reajuste proposto no final do ano, já que o índice oficial de inflação usado como referência para o aumento foi maior do que o esperado.

“O valor do salário mínimo até então vigente era de R$ 1.039,00 e fora calculado levando em conta a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC para o mês de dezembro de 2019. A alteração se mostra necessária para adequar o valor do salário mínimo à efetiva variação do INPC, divulgada em 10 de janeiro de 2020 pelo Banco Central. Assim o valor de R$ 1.045, que passará a vigorar a partir de 1º de fevereiro de 2020, manterá o real poder de compra do salário mínimo para o corrente ano”, informou o Planalto, em nota.

Segundo o governo, a nova MP será publicada na edição desta sexta-feira (31) do Diário Oficial da União (DOU).

Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.

O governo estima que, para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, as despesas elevam-se em R$ 355,5 milhões, principalmente por causa do pagamento de benefícios da Previdência Social, do abono salarial e do seguro-desemprego, todos atrelados ao valor do mínimo.

Por:O Liberal

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Brasil pode criar 1 milhão de vagas em 2020 se PIB crescer por volta de 3%, diz secretário

Agência de emprego em São Paulo (Foto:Paulo Whitaker / REUTERS)

Expectativa do governo é de alta de 2,4% para o Produto Interno Bruto

A criação de empregos no Brasil pode chegar a 1 milhão de postos em 2020 caso a economia avance por volta de 3%, projetou o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo, nesta sexta-feira.

Oficialmente, a expectativa do governo é de alta de 2,4% para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano.

“Se nós estamos falando de 644.079 novos empregos gerados em 2019, é bem provável que encoste em 1 milhão de novos empregos gerados nesse ano, caso a economia cresça em torno de 3%”, afirmou ele, em coletiva de imprensa.

Por:Reuters

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Governo deve editar MP para contratar empregados aposentados do INSS

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Valter Campanato/Agência Brasil)

Objetivo é ajudar a reduzir o estoque de benefícios em atraso

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse nesta sexta-feira (24) que o governo deve editar uma medida provisória (MP) para que os empregados aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) possam ser contratados temporariamente para reforçar o atendimento nas agências e ajudar a reduzir o estoque de pedidos de benefícios em atraso.

Atualmente, o número de pedidos de benefícios previdenciários com mais de 45 dias de atraso está em cerca 1,3 milhão.

“A questão do Tribunal de Contas da União [TCU], que está na mão do ministro Bruno Dantas, está pacificado. A questão agora, o que tem que fazer, uma vez que existe a ideia que sejam convocados os funcionários do INSS que estão aposentados, isso só pode ser por MP ou por projeto de lei, é diferente do caso dos militares que é expedido”, disse ao deixar o gabinete da vice-presidência, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Na semana passada, o governo anunciou que pretende contratar temporariamente cerca de 7 mil militares da reserva para atuar nos postos da previdência. E, ontem (23), foi publicado decreto no Diário Oficial da União que regulamenta a contratação de militares inativos para atividades em órgãos públicos.

Mas a contratação direta dos militares pelo INSS foi questionada pelo TCU, que considerou que o governo poderia estar rompendo o princípio da impessoalidade ao direcionar a contratação, exclusivamente, para o grupo militar. Para Mourão, a contratação de civis também estará garantida com a edição da MP para os empregados aposentados da Previdência.

“Você pode até dizer que está dirigido para um grupo, mas não são todos os militares que são obrigados, está aberto o voluntariado, pode aparecer que ninguém queira, eles não são obrigados. É diferente de uma convocação para defesa nacional onde os militares da reserva são obrigados a comparecer. Os civis, eles serão cobertos por MP ou projeto de lei, é isso que vai ser apresentado. O ideal é que seja MP e que o Congresso vote rapidamente”, explicou Mourão.

De acordo com o Palácio do Planalto, pelo decreto publicado ontem, os militares poderão ser contratados, por meio de um edital específico de chamamento público, ganhando adicional com valor igual a 30% sobre o salário recebido na inatividade. Esse percentual está definido na lei que trata da estrutura da carreira militar, aprovada em 2019 pelo Congresso Nacional.

Força Nacional Ambiental

Na manhã desta sexta-feira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, esteve reunido com Mourão no gabinete da vice-presidência, no Palácio do Planalto, em Brasília. De acordo com o presidente em exercício, eles conversaram sobre a criação da Força Nacional Ambiental.

“Ele já veio trazer algumas ideias e algumas coisas que devemos colocar no decreto [de criação da força]. Está tudo sendo estudado pelo nosso pessoal”, disse.

Segundo Mourão, está sendo estudado como agregar as equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o pessoal dos estados que trabalham na fiscalização ambiental. “Tem que ir aos estados conversar com os governadores, é um processo”, explicou. A expectativa é que a força seja criada ainda este ano.

Na terça-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro determinou a criação do Conselho da Amazônia e da Força Nacional Ambiental, a ser coordenado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

O objetivo do conselho será coordenar as diversas ações em cada ministério voltadas para a proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia. A força deve funcionar à semelhança da Força Nacional de Segurança Pública, mas voltada à proteção do meio ambiente da Amazônia.

Por:Agência Brasil

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Brasil abre 644.079 vagas formais de trabalho em 2019, melhor dado desde 2013

Resultado de dezembro foi de fechamento de 307.311 vagas (Foto:REUTERS/Amanda Perobelli)

Desempenho positivo foi puxado pela criação de vagas no setor de Serviços, com abertura de 382.525 postos

O Brasil abriu 644.079 vagas formais de trabalho em 2019, no melhor resultado em seis anos, segundo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia.

Em 2018, o país havia aberto 529.554 postos de trabalho. O total do ano passado representa a maior abertura de vagas desde 2013, quando 1.117.171 delas foram abertas, na série com ajustes.

O resultado de dezembro, tradicionalmente negativo, foi de fechamento de 307.311 vagas, contra projeção em pesquisa da Reuters de encerramento de 320 mil postos.

No ano, o desempenho positivo foi puxado pela criação de vagas no setor de Serviços, com abertura de 382.525 postos. Aparecem em seguida Comércio (+145.475), Construção Civil (+71.115) e Indústria de Transformação (+18.341).

Em comparação com 2018, houve forte melhoria na abertura de postos na construção civil, com aumento de 53.158 vagas em 2019. Com isso, o saldo positivo do setor ficou quase quatro vezes superior ao observado um ano antes.

Dentre as demais categorias de destaque, houve um salto na abertura de postos no comércio de 42,6% em 2019, ao passo que, no setor de serviços, houve uma diminuição de 4% sobre 2018.

Nos 12 meses do ano, houve fechamento líquido de postos apenas em março (-38.612) e em dezembro.

Apesar da melhoria registrada em 2019 sobre 2018, a situação do mercado de trabalho segue difícil no país.

A taxa de desemprego no Brasil caiu a 11,2% no trimestre encerrado em novembro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dando sequência a uma trajetória de queda, mas ainda num patamar elevado.

Ao mesmo tempo, a população ocupada informal atingiu 38,8 milhões de pessoas, recorde da série histórica, num sinal dos desafios para o mercado de trabalho em 2020.

Por:Reuters

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Pará tem previsão de R$ 119 bilhões em investimentos estrangeiros nos próximos anos

Porto de Vila do Conde, no Pará. (Foto:Reprodução/Dnit)

Segundo a Fiepa, foram mapeados 65 projetos no Estado, sendo que alguns já estão em execução

Os investimentos estrangeiros no Brasil cresceram 25% em 2019, em comparação com 2018, já que o país passou de US$ 60 bilhões para U$ 75 bilhões investidos, de acordo com relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad).

Para a Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), o resultado é consequência das reformas realizadas pelo governo federal, como a da Previdência, que, segundo a entidade, “estão contribuindo para que o investidor volte a ter confiança no Brasil”.

“Isso é bom também para o estado do Pará, que tem um grande potencial de investimentos”, afirma o presidente da Fiepa, José Conrado Santos. De acordo com ele, o estudo técnico Pará Investimentos mapeou 65 projetos com a previsão total de investimentos da ordem de R$ 119 bilhões nos próximos anos. “Destes, há alguns a serem executados e outros já em plena implantação”, completa o presidente.

Entre os segmentos com maior potencial de receber atenção do mercado internacional, Conrado destaca os setores de infraestrutura e logística, que continuaram, segundo ele, “a chamar atenção pelo volume das previsões de investimentos”. “Os exemplos identificados no ano passado foram a Ferrovia Paraense, os Terminais Múltiplos, a drenagem do Canal do Quiriri e o Porto Brasil Norte, estes últimos, em Vila do Conde, em Barcarena”, afirma.

A mineração é também citada como um motor para a expansão dos investimentos, tendo como destaque a região de Carajás, “com atenção maior para a sinalização dos investimentos anunciados pela Vale e do protocolo de intenção para a operação de uma laminadora de aço, em Marabá, em projeto da Chinesa CCCC e apoio da mineradora”, informa o presidente da Fiepa.

“Essas previsões de investimentos fazem parte do movimento do nosso governo estadual em aproveitar melhor as condições geográficas diferenciadas do Estado e reforçar o movimento para que o Pará seja uma nova alternativa como corredor logístico, desafogando os portos da região sudeste do país e escoando com mais rapidez a produção da região Centro-Oeste do Brasil”, enfatiza José Conrado, ao analisar as ações realizadas no último ano pelo Governo do Pará.

O Brasil ficou em segundo lugar no quesito de investimentos no ano passado, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que recebeu US$ 251 bilhões no período; da China, com US$ 140 bilhões, de Cingapura, com US$ 110 bilhões. Os US$ 75 bilhões que chegaram ao Brasil equivalem a mais da metade dos US$ 119 bilhões que a América do Sul recebeu no ano passado.

O documento da Unctad afirma que parte da alta dos investimentos externos no Brasil ocorreu por causa do programa de privatizações, que se concentrou na venda de subsidiárias de estatais e de participações acionárias do governo em empresas privadas.

Por:Abílio Dantas

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Aposentado do INSS pode integrar força-tarefa

(Foto:Divulgação/INSS) – Governo propôs a contratação de servidores aposentados do INSS para tentar acabar com uma fila de 1,3 milhão de pedidos de benefícios

Para seguir recomendação feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o governo propôs a contratação de servidores aposentados do INSS para tentar acabar com uma fila de 1,3 milhão de pedidos de benefícios em atraso. A proposta foi apresentada ao TCU pelo secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

Nessa quinta-feira, 23, o jornal O Estado de São Paulo revelou que o TCU deve barrar a contratação exclusiva de militares da reserva – frustrando os planos iniciais do governo. Para os ministros do TCU, a força-tarefa precisa também incluir civis para não configurar uma “reserva de mercado”.

O impasse em torno da contratação de militares provocou atrito depois que o presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, elevou o tom ao ameaçar a convocação de militares da reserva para reforçar a análise de benefícios do INSS. Mais tarde, diante da reação negativa, o presidente interino recuou e informou que os militares não serão “convocados” ao trabalho no INSS, como tinha dito mais cedo.

O ministro do TCU, Bruno Dantas, avalia a nova proposta apresentada pelo governo. Ele é o relator do pedido de liminar do Ministério Público junto à Corte de Contas que pede a suspensão da contratação dos militares.

O próprio presidente Jair Bolsonaro ampliou a polêmica ao dizer que decidiu pelo convite aos militares da reserva porque seria uma opção que exigiria menos burocracia e, na visão dele, envolveria menos direitos trabalhistas. “Por que militar da reserva? Porque a legislação garante. Se você contratar civis, para mandar embora é… entra na Justiça, direito trabalhista. Complica o negócio. Militar é fácil. Eu contrato hoje e demito amanhã sem problema nenhum. Problema zero. Essa é a facilidade. E o pessoal está clamando por aposentadoria. Não é privilegiar o militar. Até porque não é convocação, é um convite. É a facilidade que nós temos nesse tipo de mão de obra”, justificou o presidente.

Decreto.

Pela manhã, antes de embarcar para a Índia, Bolsonaro afirmou que deixou um decreto pronto para ser publicado, mas ele depende do aval do TCU. Caso o Tribunal não aprove o texto, uma outra versão será assinada por Mourão. Segundo o presidente em exercício, se não houver consenso, o decreto só será publicado depois da volta de Bolsonaro da Índia.

O jornal O Estado de São Paulo apurou que, no caso da contratação de ex-servidores do INSS, não haverá uma revisão da aposentadoria desses antigos funcionários. O governo trabalha com a opção de realizar nesses casos uma contratação temporária

Além disso, o recrutamento de servidores aposentados do INSS passou a ser visto como uma garantia de que a força de trabalho é qualificada para o serviço, na medida em que não haverá tempo hábil para o treinamento de novos trabalhadores. Com essa exigência, o governo restringiria o número de funcionários públicos aposentados que podem ser contratados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Estadão Conteúdo

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