Empresas paraenses podem exportar alimentos e bebidas para o Canadá

(Foto:Oswaldo Forte / O Liberal) – O Canadá é uma das 15 nações que mais importam produtos do mundo

Pequenas e médias empresas paraenses poderão exportar produtos do segmento de alimentos e bebidas, em especial frutas, pescados e castanhas, para o Canadá. A Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) está mapeando a possibilidade de abrir novas frentes comerciais com o país, que está entre as 15 nações que mais importam produtos do mundo, apresentando um perfil interessante para o empreendedor nacional que deseja fazer negócio no exterior.

Dados do Euromonitor International mostraram que a categoria de alimentos e bebidas no Canadá representavam US$ 52,7 bilhões no varejo em 2017 e devem chegar a US$ 61,8 bi até 2021. Atualmente, o Pará exporta sementes e frutos oleaginosos, frutas, pescados e castanhas para outros países, com uma troca que chegou a movimentar US$ 10 milhões no Estado no ano passado.

Na avaliação do economista Nélio Bordalo, o Canadá é um mercado muito interessante para os produtos do Pará. “O açaí liofilizado já está na cesta de compras do canadense. O Estado possui um potencial incrível de fornecimento de produtos com o nome forte da Amazônia, o que abre mercados interessantes para produtores locais”, pontuou.

O diretor de relações institucionais da CCBC, Paulo de Castro Reis, os canadenses são consumidores conscientes, com alto poder aquisitivo. “Eles costumam a pagar mais por produtos típicos e que tenham uma história agregada, seja na criação ou na produção, dando preferência aos itens ecologicamente corretos. Como as pequenas e médias empresas são detentoras desse tipo de produção e estão cada vez mais engajadas neste sentido, temos um diferencial perante os outros mercados”, comentou.

Para a CCBC, o cenário é favorável para os negócios e ainda cria chances de crescimento para empresas brasileiras, já que o Pará já exporta produtos deste segmento para outros países. O diretor acredita que abrir uma frente comercial com o Canadá é uma grande oportunidade, além de ser estratégico para os negócios, porque o país funciona como uma porta de entrada para quem deseja ter comércio com a Europa ou Estados Unidos, por ter um mercado maduro.

Segundo o economista Nélio Bordalo, o impacto positivo na economia do Estado será relevante a partir de uma constância no fornecimento de produtos da região com apelo nativo e sustentável. “O Canadá é um país fundamentalmente de imigrantes. Por isso, é extremamente aberto para novos produtos e sabores. Além de multicultural, o consumidor canadense tem um grande Produto Interno Bruto (PIB) e elevados níveis de formação educacional, o que o torna mais consciente, mais exigente e disposto a pagar mais por produtos de melhor qualidade”, explicou.

Entre os dias 14 a 21 de abril, a Câmara vai embarcar com empreendedores brasileiros para ao outro país com a intenção de intensificar as negociações bilaterais envolvendo o segmento de alimentos e bebidas.

Por:Elisa Vaz

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Bancos distribuem R$ 52 bilhões em dividendos a seus acionistas

Volume foi quase 26% maior que o de 2018 (Agência Brasil / Foto:Divulgação)

Os grandes bancos, com exceção do Itaú Unibanco, ampliaram o volume de dividendos distribuídos a seus acionistas em 2019: foram mais de R$ 52 bilhões, volume quase 26% maior que o de 2018. Para este ano, porém, o valor pode ser menor.

Isso porque o maior apetite dos bancos para emprestar em meio à retomada da economia brasileira, principalmente para pessoas físicas e pequenas e médias empresas, deve levar o setor a fechar um pouco a mão quando olhar para os resultados futuros.

O Itaú Unibanco já seguiu esse caminho. O banco distribuiu 66,2% do lucro líquido recorrente de 2019, ante 89,2% no ano anterior. A diminuição na proporção de dividendos se refletiu diretamente no bolso dos acionistas da Itaúsa, holding que controla o banco.

A porcentagem do lucro líquido distribuído, chamado de payout, passou de 94%, em 2018, para 68% no ano passado – menor nível desde 2016. Com a redução, os dividendos foram um dos temas abordados na teleconferência feita com investidores e analistas na semana passada.

O presidente da Itaúsa, Alfredo Setubal, explicou que essa queda não antecipa um novo investimento da holding, mas tem relação com o Itaú Unibanco, que representa praticamente 90% do portfólio de investimentos. O banco resolveu, segundo ele, dividir um menor volume de recursos com seus acionistas uma vez que espera ter um maior uso de capital ao longo deste ano, ou seja, vai emprestar mais.

Desde 2017, o Itaú revisou sua política, colocando no lugar de um teto uma série de critérios para o cálculo dos dividendos. O crescimento do crédito, sob a ótica do risco, é um deles.

Para tranquilizar os investidores, Setubal recorreu à elevada rentabilidade do Itaú, que é líder entre seus pares. “A capacidade de o banco gerar retornos dentro da sua política de crédito é melhor para seus acionistas do que simplesmente distribuir dividendos e usar taxas de retorno inferiores às que o banco aplica”, explicou o presidente da Itaúsa, desde 2015 no comando da holding após anos no dia a dia como executivo do banco.

‘Superdividendo’

Na contramão, o rival Bradesco aumentou a distribuição de dividendos no ano passado. O payout bruto do banco foi de 73,9%, ante 40,3% em 2018. O salto ocorreu por causa de um “superdividendo” de R$ 8 bilhões. O banco creditou a bolada às perspectivas frustradas com a economia brasileira no ano passado

Como o crescimento não veio, o Bradesco achou melhor dividir o dinheiro com seus acionistas. Até mesmo porque muito capital pressiona o retorno, principalmente no seu caso, que tenta retomar o posto de segundo banco mais rentável do Brasil, hoje nas mãos do Santander. “Não é uma obsessão, mas é o nosso objetivo lá na frente”, disse o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, em recente entrevista ao Estadão/Broadcast.

Somado ao crédito, os bancos terão o que o presidente do Itaú, Candido Bracher, resumiu como “ventos contrários” nos resultados de 2020. As instituições financeiras serão afetadas pelo efeito das novas regras do cheque especial, cujos juros foram limitados em 8% ao mês, pelo aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), que passou de 15% para 20% na reforma da Previdência, e pela Selic média inferior à do ano passado.

Para o diretor de renda variável de uma gestora, apesar das pressões negativas que os bancos enfrentam neste ano as instituições têm capacidade de compensar tais efeitos e, consequentemente, manter gordos níveis de dividendos. “Os bancos podem conseguir gerar capital suficiente, eventualmente, para pagar mais dividendos e ainda originar mais crédito”, avalia ele, na condição de anonimato, que também vê o crédito como fator determinante para a distribuição de dividendos referentes ao ano de 2020.

É o caso do Santander Brasil. O espanhol prometeu manter elevado nível de payout ao mesmo tempo que tem capital em excesso para continuar crescendo como nos últimos anos. “Como fizemos no ano passado, dependendo da evolução e de como usamos o capital, ajustaremos, considerando o ganho final”, disse o vice-presidente executivo do Santander Brasil, Angel Santodomingo, em recente conversa com o mercado.

Embora o banco tenha distribuído em torno de 70% do seu lucro nos últimos anos, o executivo preferiu ser conservador. Manteve, ao menos por ora, a referência de 50% de payout para 2020

Teto para distribuição

O Banco do Brasil aprovou, no início do ano passado, a revisão da política específica de remuneração aos acionistas. Assim, passou a fixar, ao contrário do concorrente Itaú, um teto para a distribuição do lucro líquido. Para 2020, o banco manteve o intervalo de payout esperado entre 30% e 40%, o mesmo estabelecido no ano passado.

Para 2021, a situação fica mais crítica com o risco de os dividendos, hoje isentos, passarem a ser tributados na reforma tributária. Como qualquer mudança no Imposto de Renda responde ao princípio da anualidade, um eventual pedágio para os acionistas, mesmo que aprovado este ano, começaria a valer somente no exercício seguinte.

Por ora, apenas os juros sobre capital próprio (JCP), também considerados para efeito de distribuição de dividendos, são tributados, uma vez que são recolhidos na fonte e entram na conta fiscal dos bancos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Estadão Conteúdo

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Governo reduz para R$8,4 bi limite para contratação de crédito por Estados e municípios em 2020

(Tesouro Nacional /Foto:Divulgação) – O governo fixou em 8,4 bilhões de reais o limite para contratação de crédito por Estados e municípios em 2020, ao mesmo tempo em que divulgou que irá sugerir ao Congresso que a meta de superávit primário de 9 bilhões de reais dos entes regionais este ano seja zerada.

Em 2019, esse limite de crédito havia sido definido em 24,5 bilhões de reais, dos quais 15,1 bilhões de reais foram efetivamente utilizados, segundo o Tesouro Nacional. O teto para este ano foi decidido pelo Conselho Monetário Nacional nesta quinta-feira.

Na prática, o governo federal buscará impor disciplina fiscal aos Estados e municípios controlando a quantidade de empréstimos que eles poderão tomar, diante da percepção de baixa ingerência em relação à política de gastos adotadas pelos entes.

O limite para 2020 compreende 4,5 bilhões de reais em empréstimos com garantia da União e outros 3,9 bilhões de reais em operações sem garantia, sendo 3,5 bilhões de reais para Estados e municípios e 400 milhões de reais para empresas públicas da própria União.

Em coletiva de imprensa, o secretário adjunto do Tesouro, Otavio Ladeira, destacou que, com o leilão de petróleo da cessão onerosa, Estados e municípios receberam 11,7 bilhões de reais no apagar das luzes do ano passado.

Estes recursos não foram gastos em 2019 e potencialmente serão em 2020. Com isso, a projeção de resultado primário para os entes “se altera naturalmente com a existência desses recursos disponíveis em conta para gastar”, frisou.

Em paralelo, o governo vai encaminhar um projeto de lei ao Congresso para que o resultado primário de Estados e municípios deixe de ter uma meta fixada em lei. No texto, o Executivo também deixará claro que a União não tem que compensar resultados dos entes regionais.

Com isso, o governo irá sugerir que Estados e municípios tenham projeção de resultado primário zero em 2020, ante meta de superávit de 9 bilhões de reais já aprovada para o exercício.

“Os elementos por trás dessa mudança são para trazer mais, digamos assim, realismo fiscal para a projeção de Estados e municípios à luz de conjunto de variáveis que aconteceram”, afirmou o secretário adjunto do Tesouro.

Caso a mudança seja aprovada, a meta de déficit do setor público consolidado para 2020 subirá a 127,9 bilhões de reais, ante 118,9 bilhões de reais atualmente.

Segundo Ladeira, caso os parlamentares aprovem a mudança da meta para Estados e municípios, o espaço das contratações de operações de crédito poderá ser posteriormente ampliado, caso o CMN assim decida.

Por:Reuters

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Inflação do carnaval atinge 4,29%, segundo FGV

Combustíveis registraram maior alta nos preços (Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil)

A inflação dos produtos e serviços mais consumidos no carnaval ficou em 4,29% entre fevereiro de 2019 e janeiro deste ano, um pouco acima da inflação do período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), cuja variação foi 4,13%. Isoladamente, os preços dos produtos subiram 6,55% em 12 meses e os serviços, 2,10%.

O economista André Braz, coordenador do IPC da FGV, salientou hoje (19), em entrevista à Agência Brasil, que não foram todos os produtos e serviços que subiram muito. Os destaques foram concentrados na parte dos combustíveis: etanol subiu 12,17% e a gasolina aumentou 7,32%. Embora esses sejam os combustíveis que mais abastecem a frota de veículos no país, André Braz lembrou que também o diesel e o Gás Natural Veicular (GNV) tiveram forte expansão no período pesquisado, da ordem de 9,44% e 11,35%, respectivamente.

André Braz salientou que os serviços mais demandados nessa época do ano, como refeições fora de casa e bebidas, não avançaram muito acima da inflação. Os primeiros itens evoluíram 3,64% e bebidas (cerveja e chope) tiveram aumento de 4,33%. Já as passagens aéreas compradas com antecedência caíram 7,56%.

Para quem optar por usar ônibus interurbanos, o aumento observado foi 1,58%, muito abaixo da inflação média. “De modo geral, tirando essa parte dos combustíveis, a gente não viu nenhuma pressão inflacionária”.

O economista acentuou que, apesar de a média ter mostrado uma pequena inflação mais alta do que o índice médio, isso não é um efeito que se vê de forma generalizada na cesta de produtos e serviços selecionados. “A gente vê altas mais fortes em combustíveis e, pelo peso que eles têm, acabam puxando o índice médio para cima”.

Hotelaria, com avanço de 3,9%, também não mostrou ser um desafio para o bolso dos consumidores nesse período de festa carnavalesca.

Por outro lado, a pesquisa do Ibre-FGV identificou aumentos de 4,97% e 6,54% em medicamentos para fígado, analgésicos e antitérmicos, respectivamente, que costumam ter maior procura nessa época do ano. André Braz lembrou que esses medicamentos têm preços regulados e apresentam limite para renovação de preços. No caso, os reajustes foram praticados no final de março do ano passado e passaram a vigorar em abril.

Recomendações aos foliões – De acordo com o economista do Ibre-FGV, fazer as principais refeições em casa, como almoço e jantar, é uma boa estratégia para poupar dinheiro no carnaval. “Dá para economizar bastante. Ainda que a inflação em torno de refeição fora de casa não tenha sido muito grande, é uma coisa que pesa”. Em relação à bebida alcoólica, a recomendação é que o folião leve duas latinhas consigo e complemente o consumo durante os desfiles dos blocos. “Faz parte da brincadeira fazer um lanche rápido na rua”.

Dividir sempre as despesas com os amigos, seja em relação à alimentação em casa, seja na hotelaria ou hospedagem, seja na gasolina do carro, não pesa para ninguém. “É uma forma também de passar um carnaval sem gastar muito do orçamento”. Destacou ainda que a máxima “beba com moderação” deve prevalecer para que todos aproveitem melhor os dias de folia.

Por:Agência Brasil

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Receita antecipa restituição do imposto de renda

Receita estima que cerca de 32 milhões de declarações serão feitas neste ano. Primeiro lote de restituição começa dia 29 de maio (Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

Sem a correção da tabela do tributo, continuam valendo os mesmos valores dos anos anteriores

O fim da dedução da contribuição patronal sobre empregados domésticos é a principal novidade para as declarações de Imposto de Renda deste ano. A Receita também decidiu antecipar as datas de restituição. Sem a correção da tabela do tributo, continuam valendo os mesmos valores dos anos anteriores.

Os programas para o preenchimento das declarações já estarão disponíveis para os contribuintes a partir desta quinta-feira, 20. No entanto, a Receita Federal só começará a receber as declarações às 8h (horário de Brasília) do dia 2 de março e o prazo vai até as 23h59 do dia 30 de abril.

O contribuinte que perder o prazo estipulado pela Receita estará sujeito a multa de 1% sobre o valor total do imposto devido. A cobrança mínima pelo atraso foi fixada em R$ 165,74 e poderá atingir o valor máximo de até 20% do valor do imposto devido. A multa mínima por atraso será aplicada inclusive no caso das declarações de contribuintes que não tenham de pagar o imposto.

O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, disse que o Fisco espera receber 32 milhões de declarações neste ano. Ele lembrou que os contribuintes com renda anual a partir de R$ 200 mil terão de informar o número do recibo da declaração do ano passado.

O subsecretário-geral da Receita, Decio Rui Pialarissi, afirmou que neste ano todos os contribuintes que já têm certificado digital encontrarão as declarações pré-preenchidas, bastando apenas a validação das informações por parte do declarante

Restituição.

O saldo do imposto devido pelo contribuinte poderá ser pago em até oito cotas mensais. As parcelas não podem ser inferiores a R$ 50. O imposto com valor inferior a R$ 100 deverá ser pago em cota única. O prazo para a seleção de débito automático da primeira cota foi ampliado para 10 de abril. A Receita antecipou os lotes de restituição do imposto a partir deste ano. Até 2019, o primeiro lote era pago no fim de junho e o último apenas em dezembro. Agora, as restituições começarão a ser pagas em 29 de maio, com os seguintes lotes em 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.

Quem declara.

A declaração do IR 2019 é obrigatória para pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. Também devem declarar os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 40 mil.

No caso dos trabalhadores rurais, a declaração é obrigatória para quem teve receita superior a R$ 142.798,50 em 2019. Também deve declarar quem é proprietário de bens com valores superiores a R$ 300 mil, e ainda as pessoas físicas que obtiveram ganhos de capital na alienação de bens, realizaram operações em Bolsas de Valores, ou passaram a ser residentes no Brasil no ano passado.

Os contribuintes com poucas despesas poderão optar pela versão simplificada da declaração, que deduz automaticamente 20% sobre os valores dos rendimentos tributáveis – até um máximo de R$ 16 754,34.

Como já havia sido anunciado no ano passado, a dedução da contribuição patronal sobre empregados domésticos deixa de existir a partir de agora. No ano passado, esse desconto era de R$ 1.200,32. A partir deste ano, a Receita exigirá informações mais detalhadas sobre a posse de imóveis, veículos, aeronaves e embarcações. Dados sobre contas correntes e aplicações financeiras também deverão constar nas declarações.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

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Caixa Econômica Federal tem lucro de R$4,9 bi no quarto trimestre

Índice de inadimplência da Caixa no período ficou em 2,17%, redução de 0,21 ponto ante o terceiro trimestre (Foto:José Cruz/Agência Brasil)

Resultado operacional cresceu 120,6%, para 2,4 bilhões de reais entre outubro e dezembro do ano passado

A Caixa Econômica Federal teve lucro líquido contábil de 4,9 bilhões de reais no quarto trimestre de 2019, revertendo o prejuízo de 1,1 bilhão sofrido um ano antes, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feria (19) pelo banco estatal. Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda de 39%.

O resultado operacional cresceu 120,6%, para 2,4 bilhões de reais entre outubro e dezembro do ano passado.

A carteira de crédito ampliada da Caixa fechou o ano com saldo de 693,7 bilhões de reais, de 694,5 bilhões em dezembro de 2018 e 683,2 bilhões no final do terceiro trimestre.

O resultado bruto da intermediação financeira atingiu 10,7 bilhões de reais, um acréscimo de 34% ano a ano. A margem financeira totalizou 12,3 bilhões de reais, segundo a Caixa, em virtude do crescimento de 17,8% no resultado das aplicação em títulos e valores mobiliários (TVM) e redução das despesas de captação em 12,4%.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 2%, para 6,8 bilhões de reais.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROE) ficou em 17,5% nos últimos três meses do ano passado, um acréscimo de 3,5 pontos percentuais no trimestre, “impactado pela estabilidade no saldo do patrimônio líquido médio e a evolução de 20,6% no resultado recorrente acumulado entre os períodos comparados”.

O índice de inadimplência no período ficou em 2,17%, redução de 0,21 ponto ante o terceiro trimestre.

Por:Reuters

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Programa Brasil Mais terá R$ 1 bi e buscará otimizar 200 mil empresas

O “Programa Brasil Mais”, anunciado nesta terça-feira (18) pelo governo federal, receberá investimento de cerca de R$ 1 bilhão, afirmou o porta-voz da presidência da República, Otávio Rêgo Barros. – (Foto:Reprodução)

Tendo como meta o aumento da eficiência das empresas, o programa foi dividido em quatro linhas: uma focada em otimização, envolvendo 200 mil empresas; outra, voltada à transformação digital, com 50 mil empresas; o ramo da chamada Economia 4.0 afetará seis mil empresas, e uma última, de “conduta ou sensibilização”, que envolve dois milhões de pessoas.

As informações foram repassadas pelo porta-voz após a cerimônia de lançamento do “Brasil Mais” ter sido cancelada.

Segundo Rêgo Barros, o programa irá integrar os serviços do Senai e Sebrae e disponibilizar uma plataforma única para iniciativas e para “difusão de informações e oportunidades para o aperfeiçoamento contínuo, o aumento da produtividade e a transformação digital das empresas brasileiras, com foco especial nas de micro, pequeno e médio porte”.

O porta-voz afirmou também que o “Brasil Mais” será o 2º maior programa de produtividade do mundo e o maior em transformação digital da América Latina.

Nota divulgada mais cedo pelo Ministério da Economia informou a meta do programa é aumentar a eficiência das empresas e oferecer soluções de baixo custo para melhoria de gestão e práticas produtivas de até 200 mil micro, pequenas e médias firmas até 2022.

Por:Amanda Pupo – AE

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Petrobras notifica sindicatos da decisão do TST e pede que funcionários retornem

Empresa garante que a produção diária e os estoques de combustíveis garantem a oferta ao mercado e evitam o desabastecimento – (Foto:Reprodução)

A Petrobras afirmou ter notificado as entidades sindicais da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que definiu como abusiva e ilegal a greve dos petroleiros iniciada no primeiro dia deste mês. Em nota divulgada à imprensa, acrescentou que “aguarda que todos os empregados retornem às suas atribuições imediatamente”.

A empresa também reiterou que a paralisação não interferiu na sua produção, mantida por “equipes de contingência e de empregados que não aderiram ao movimento”. E acrescentou que a produção diária e os estoques de combustíveis garantem a oferta ao mercado e evitam o desabastecimento.

As equipes de contingência são formadas por funcionários da Petrobras, temporários e de empresas contratadas. Eles cumprem carga horária diferenciada, com pelo menos 12 horas diárias de descanso, segundo a empresa.

“A Petrobras informa regularmente à ANP o volume de combustíveis produzidos em suas refinarias, assim como a produção de petróleo, não sendo observada queda dos estoques, o que evidencia a normalidade das operações”, complementa a direção da Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa.

Logo após o TST liberar sua decisão, no início da noite, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que lidera a paralisação, informou ainda não ter sido notificada.

Por:Agência Estado

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Caixa inicia hoje pagamento do PIS para nascidos em março e abril

Recebem o abono mais de 3,6 milhões de trabalhadores (Foto:Divulgação)

A Caixa inicia nesta quinta-feira (13) o pagamento do Abono Salarial do Programa de Integração Social (PIS) calendário 2019/2020, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Os beneficiários com conta individual na instituição, cadastro atualizado e movimentação, o crédito foi feito na terça-feira (11).

Segundo a Caixa, receberão o abono mais de 3,6 milhões de trabalhadores, totalizando R$ 2,7 bilhões em recursos injetados na economia. Os valores variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018.

O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho deste ano.

O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento ao Cidadão, no telefone 0800 726 0207.

O banco disponibilizará cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o final do calendário.

Quem tem direito

Pode receber o benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano base 2018.

Por: Agência Brasil

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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Agricultores de Tucumã receberão R$ 400 mil de crédito rural para fortalecer plantio do cacau

(Foto:Cristino Martins / Arquivo O Liberal) – O produto é exportado para a Bahia, onde se transforma em chocolate

Oito famílias assentadas da reforma agrária de Tucumã, na região Araguaia, devem receber, em março, R$ 400 mil para implantar Sistemas Agroflorestais (Safs) com valorização socioeconômica e ambiental do cacau, carro-chefe da agricultura familiar do município. O produto é exportado para a Bahia, onde se transforma em chocolate.

O crédito rural se deve a projetos elaborados pelo escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e liberação do Banco da Amazônia (Basa), a partir da linha Floresta do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os projetos individuais representam R$ 50 mil cada e indicam o consorciamento do cacau com banana, para sombreamento provisório e aproveitamento da safra, e com madeira (ipê e andiroba), para sombreamento definitivo e exploração racional. As propriedades constam de três hectares em média.

O Pronaf Floresta, uma linha com direcionamento para sustentabilidade e ecologia, tem sido acionado mais quantitativamente em Tucumã desde o ano passado, quando Emater, Basa, Prefeitura e outras instituições parceiras (tanto do serviço público, quanto da iniciativa privada – além de organizações não-governamentais, ongs) elaboraram um RIS (Relatório de Informações Sociais) para padronizar e desburocratizar o acesso.

Os recursos de R$ 400 mil serão colocados como reposição dos custos de Safs, que já estão sendo implantados em pelo menos seis vicinais diferentes da rodovia PA-279, consideradas áreas de assentamento federal: P.A Tucumã.

De acordo com o chefe do escritório local da Emater em Tucumã, o técnico em agropecuária Ronnie Peterson Santos, a expectativa é que a diversificação das atividades promova tanto a segurança alimentar, como geração de renda: “E não é só isso. Algumas áreas são degradadas e os Safs vêm como instrumento de recuperação. O resultado é positivo em todas as frentes”, completa.

Por:Agência Pará

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