Aneel suspende corte de energia por inadimplência por 90 dias devido ao coronavírus

Linha de distribuição de energia em Itu (SP) (Foto:Nacho Doce / REUTERS)

Governo discute ainda benefícios adicionais aos consumidores de baixa renda

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira um pacote de medidas especiais em resposta à pandemia de coronavírus, incluindo a suspensão por 90 dias de cortes do serviço de eletricidade por inadimplência para consumidores residenciais e serviços essenciais.

As medidas, aprovadas em reunião extraordinária de diretoria do regulador realizada por meio de videoconferência, incluem também a flexibilização pelo mesmo prazo de algumas obrigações das distribuidoras de energia, como de atendimento presencial a clientes e entrega de faturas a domicílio.

O diretor-geral da agência, André Pepitone, disse que ainda haverá uma avaliação à parte, em discussão junto ao governo, de medidas adicionais em benefício de consumidores de baixa renda.

“Nos foi demandado que se avaliasse a possibilidade de haver um suporte maior ao (consumidor de) baixa renda, e isso vai ser tratado nos canais de governo, com o Ministério de Minas e Energia e da Economia, com coordenação da Casa Civil”, afirmou.

Por:Reuters

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Governo corta Bolsa Família de 158 mil famílias em meio à crise do coronavírus

Cartão do benefício do Bolsa-Família. (Foto: Governo do Piauí) – Levantamento de março mostra que programa sofreu cortes majoritários no Nordeste mesmo com crise do coronavírus
A epidemia de coronavírus, que já chegou fortemente ao Brasil, não impediu que o Ministério da Cidadania tirasse famílias carentes do programa Bolsa Família. E não foram poucas: 158 mil benefícios foram cortados no mês de março, revelou o portal UOL, e mais de 61% estavam na região com mais famílias vulneráveis do País, o Nordeste.

De acordo com o detalhamento do pagamento divulgado pelo próprio Ministério, o benefício médio concedido aos inscritos no mês de março foi de R$ 191,86 – menos do que o “voucher” que o Ministério da Economia anunciou para auxiliar trabalhadores informais em tempos de coronavírus, que chegará, caso aprovado, aos R$ 200 mensais.

Na divulgação, também foi anunciado que “mais de 330 mil famílias foram emancipadas do programa por apresentarem melhora de condições financeiras”, mas a pasta não detalha sobre os cortes mais acentuados no Nordeste. A região, segundo o balanço do pagamento, ainda é a que tem mais municípios atendidos.

Não é a primeira vez, porém, que as contas do Bolsa Família no governo Bolsonaro demonstram que o programa está sob perigo. Um levantamento inédito feito pela CartaCapital mostrou, em janeiro, que 3,6 milhões de famílias pobres ou miseráveis estavam fora da cobertura do programa, um número ocultado até então pelo governo.

Pouco tempo depois, o então ministro da Cidadania, Osmar Terra, foi demitido e substituído por Onyx Lorenzoni, que saiu da Casa Civil. Lorenzoni, em fevereiro, anunciou que 185 mil famílias seriam incluídas no programa já em março, número confirmado pelo Ministério este mês – o que explica o saldo final do número de pessoas cortadas.

Em relação ao coronavírus, o programa está incluso na injeção de R$ 147,3 bilhões que o governo pretende implementar além dos “vouchers”. Segundo divulgado, cerca de 1,2 milhão de famílias seriam beneficiadas. Resta aguardar a liberação dos recursos nos próximos meses.

Programa chave no combate à miséria no Brasil, o Bolsa Família atende às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais.

Giovanna Galvani;UOL

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Arroba bovina recua com frigoríficos fora dos negócios por coronavírus

(Foto:Sidney Oliveira / Arquivo Agência Pará) – As cotações da arroba bovina recuaram nesta terça-feira em importantes praças do país, pressionadas pela menor demanda por carne e a ausência de frigoríficos nas negociações, em meio às consequências da pandemia de coronavírus que resultaram em paralisações em algumas unidades.

O Indicador do Boi Gordo Cepea/B3 caiu 2,59% na variação diária, para 199,40 reais por arroba. No comparativo mensal, a baixa foi de 1,16%, segundo o indicador, uma média de praças do Estado de São Paulo.

Alguns frigoríficos estão suspendendo abates de bovinos como medida preventiva contra a transmissão do coronavírus e também por problemas logísticos decorrentes de estratégias de controle do vírus adotadas na China e que afetam as exportações.

A Minerva Foods anunciou nesta terça-feira que operações de abate serão suspensas em quatro unidades. Já a JBS disse na véspera que vem monitorando os reflexos do coronavírus no mercado e admitiu que “avalia a implantação de férias coletivas exclusivamente em algumas das suas unidades de processamento de bovinos no Brasil”.

Segundo analistas ouvidos pela Reuters, a ausência de players importantes no mercado, ainda que temporária, deve pressionar a arroba em algumas das principais praças pecuárias, como Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul.

No mercado interno, a redução da alimentação fora de casa, atendendo à orientação do governo de que a circulação nas ruas ocorra somente quando necessário, também prejudica a demanda por proteína e contribui para o viés negativo de preços em toda a cadeia.

Por:Reuters

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Petrobras reduz preços da gasolina em 9,5% e do diesel em 6,5%

Diesel cairá 0,125 real por litro, enquanto o preço da gasolina será 0,16 real por litro mais barato (Foto:Reprodução)

A Petrobras informou nesta quinta-feira, 12, que reduziu o preço da gasolina em 9,5%, ou R$ 0,1600 o litro, e do diesel em 6,5%, em R$ 0,1250 o litro em todas as praças. A queda vem em resposta à drástica redução do preço do petróleo no mercado internacional.

Desde o início do ano a commodity vem caindo de preço por causa do coronavírus, que ameaça o crescimento da economia global, e mudou de patamar nos últimos dias por uma queda de braços entre a Rússia e a Arábia Saudita pelo volume de petróleo disponível no mercado.

Nesta quinta, o barril do petróleo operava por volta dos US$ 33, depois de ter aberto o mês de março em torno dos US$ 50.

Por:Agência Estado

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Municípios brasileiros têm mais de R$ 29 bilhões para receber da União de restos a pagar

(Foto:Reprodução) – Presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, afirma que a falta desses repasses acarreta em atrasos de obras.

Os municípios brasileiros têm, pelo menos, R$ 29 bilhões para receber da União, em 2020, referentes ao valor do chamado Restos a Pagar (RAPs), que são despesas empenhadas, mas não pagas até 31 de dezembro de cada ano. É o que estima levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

A quantia é referente a valores não processados, ou seja, que sequer chegaram a ser liquidados. O processo de execução da despesa do Orçamento Geral da União (OGU) passa por três fases: o empenho, a liquidação e, por fim, o pagamento. Segundo a publicação da CNM, o total de Restos a Pagar inscritos no OGU, em 2020, é de R$ 181,5 bilhões.

Em nota, o presidente da CNM, Glademir Aroldi, afirma que a falta desses repasses aos municípios geram prejuízos aos governos locais. Segundo ele, “muitas obras estão paradas, os municípios são processados pelas empresas por falta de pagamento e a população não recebe o serviço como deveria”.

O estudo revela, ainda, que os estados de São Paulo, Minas Gerais e do Rio de Janeiro são os que têm mais valores pendentes de pagamento, correspondendo a 23,3% do total. Além disso, mais de 90% dos restos pendentes destinados a municípios se concentram em seis ministérios. Apenas os ministérios da Educação, da Saúde e o da Integração Nacional respondem por mais de R$ 23,6 bilhões, ou seja, 79% do total.

Por Agência do Rádio

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Receita já recebeu 2,46 milhões de declarações

(Foto:Oswaldo Forte / O Liberal) – Prazo vai até o dia 30 de abril. O órgão tem recebido, em média, 34 mil declarações por hora.

A Receita Federal recebeu, até as 11h de ontem, mais de 2,46 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020, ano-base 2019. O prazo começou no último dia 2 e termina em 30 de abril.

Do total de documentos entregues até agora, 724 mil são de São Paulo (29,4%), seguido do Rio de Janeiro, com 225 mil (9,1%), e de Minas Gerais, 206 mil (8,3%). Depois, aparecem o Rio Grande do Sul, com 139 mil declarações (5,68%), e Paraná, 122 mil (4,96%).

A Receita tem recebido, em média, 34 mil declarações por hora. No primeiro dia de entrega, entre 8h e 9h, houve o maior pico até momento. Foram 89 mil documentos apresentados em 60 minutos.

Projeção do órgão indica que 32 milhões de pessoas devem declarar este ano, volume 5% maior em relação aos 30,67 milhões de declarantes do ano passado. Deve declarar o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2019.

O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, recomenda atenção ao contribuinte na hora de preencher o documento. Pequenos erros, diz ele, podem levar a declaração para a malha fina. “Com isso, o contribuinte perde o lugar na fila de restituição porque será obrigado a retificar as informações”, alerta.

O sistema de recepção de declarações da Receita funciona 20 horas por dia. Fica indisponível somente na madrugada, entre 1h e 5h. No site do órgão, há um conjunto de informações completas sobre como preencher corretamente o documento, além das regras sobre o que pode ser utilizado como deduções.

Joaquim Adir adverte que o contribuinte só deve utilizar como dedução aquilo que puder comprovar documentalmente, caso seja chamado para explicar divergências nas informações prestadas ao órgão.

A partir deste ano, a Receita antecipará a liberação das restituições. O primeiro lote sairá em 29 de maio. Serão cinco lotes ao todo e não sete como em anos anteriores.

O supervisor também orienta que o contribuinte acompanhe o processamento da declaração por meio do serviço e-CAC, disponível no site da Receita. “Possibilita ao contribuinte acompanhar a análise da sua declaração e, havendo divergências, fazer as correções”, explica.

Por:Agência Brasil

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Ibovespa à vista sobe com expectativas de estímulos; Petrobras PN avança 12%

Pregão anterior foi marcado por circuit breaker, conforme decisões da Arábia Saudita derrubaram os preços do petróleo (Foto:REUTERS/Amanda Perobelli)

Alta vem após o Ibovespa ter fechado com queda de 12,17% na segunda-feira (9), no pior dia na bolsa em mais de duas décadas

A bolsa paulista começava esta terça-feira (10) com o Ibovespa em alta, acompanhando a recuperação de mercados acionários no exterior, em meio a expectativas de ações coordenadas de governos e bancos centrais de todo o mundo para ajudar as economias em meio ao surto do novo coronavírus.

Às 10:27, o Ibovespa subia 4,54 %, a 89.977,28 pontos. O volume financeiro era de quase 2 bilhões de reais.

A alta vem após o Ibovespa ter fechado com queda de 12,17% na segunda-feira, no pior dia na bolsa em mais de duas décadas, marcado por circuit breaker, conforme decisões da Arábia Saudita derrubaram os preços do petróleo e adicionaram preocupações a um mercado já fragilizado pelo surto do coronavírus.

Ainda na segunda-feira, o presidente norte-americano Donald Trump disse que tomará importantes medidas para proteger a economia dos EUA contra impactos da disseminação do coronavírus. O governo do Japão planeja gastar mais de 4 bilhões de dólares em um segundo pacote de ações para lidar com o vírus.

“A perspectiva de maiores gastos do governo está ajudando investidores a ignorar a ampliação nas medidas de contenção que reduzirão a atividade econômica”, destacou o analista Jasper Lawler, chefe de pesquisa no London Capital Group, destacando entre as medidas as restrições de deslocamento na Itália.

A possibilidade de estímulos econômicos e sinais da Rússia de que conversas com a Opep seguem possíveis ainda apoiavam a melhora do petróleo no exterior, com o Brent em alta de mais 7,9%, após registrar a maior queda em quase 30 anos na véspera.

Tal cenário endossava a recuperação dos papéis da Petrobras, após terem registrado a maior queda da sua história na véspera. A preferenciais tinham alta de 12,15% e as ações ordinárias subiam 16,7%.

“Após uma ‘segunda-feira negra’, os ativos de risco estão abrindo em forte alta essa manhã. A possibilidade de uma atuação dos ‘policymakers’ para lidar com a crise, aliada a preços e ‘valuations’ mais atrativos está sustentando o mercado”, afirmou o estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos, mais cedo em sua conta no Twitter.

“Eu vinha com uma visão e um viés muito mais cauteloso e negativo nas últimas semanas. Neste momento, ainda vejo um cenário extremamente frágil e incerto. Ainda espero volatilidade, mas acredito que parte relevante desta incerteza tenha sido precificada nos ativos de risco.”

Por:Reuters

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Receita libera consulta a lote residual de restituição do IR

(Agência Brasil / Foto:Divulgação) –  Estão incluídos exercícios de 2008 a 2019

A partir das 9h desta segunda-feira (9), estará disponível para consulta o lote multiexercício de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), contemplando restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2019.

O crédito bancário para 72.546 contribuintes será feito no dia 16 de março, totalizando R$ 240 milhões. Desse total, R$ 104,186 milhões são para contribuintes com prioridade no recebimento: 1.848 idosos acima de 80 anos, 11.528 entre 60 e 79 anos, 1.621 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 5.667 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IR e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Por:Agência Brasil

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Após 7 anos em queda, diferença salarial de homens e mulheres aumenta

(Foto:Tânia Rêgo / Agência Brasil) – Dados foram compilados por uma plataforma de bolsas no ensino superior

Natália*, 40 anos e Felipe*, 42 anos, são professores, têm formação semelhante e exercem funções semelhantes, mas ao longo de 20 anos de carreira, Natália sempre ganhou menos que o marido. O caso mais marcante foi há dois anos, quando ela fez uma entrevista de emprego para uma escola particular, em São Carlos (SP), e recebeu a proposta salarial de R$ 800 por mês para lecionar seis aulas de 40 minutos cada, por manhã. “Na semana seguinte, a escola conversou com o meu marido e ofereceu R$ 1,7 mil pelo mesmo trabalho”, diz Natália.

O caso de Natália e Felipe não é isolado. Historicamente, no Brasil, homens ganham mais que mulheres. Após sete anos de quedas consecutivas, em 2019, houve um aumento da diferença dos salários de mulheres e homens de 9,2% em relação a 2018.

Em 2011, homens com ensino superior ganhavam, em média, R$ 3.058, enquanto as mulheres com o mesmo nível de formação ganhavam, em média, R$ 1.865, o que representa uma diferença de salário de 63,98%.

Em 2012, essa diferença começou a cair, passando para 61,78%. Em 2018, chegou a ser 44,7%, com homens ganhando, em média, R$ 3.752 e, mulheres, R$ 2.593. Em 2019, a diferença aumentou e passou a ser de 47,24%, com homens ganhando em média R$ 3.946 e, mulheres, R$ 2.680.

Os dados foram compilados para a Agência Brasil pela Quero Bolsa, plataforma de bolsas e vagas para o ensino superior, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“Muitas vezes não é só o currículo que conta, a capacidade, o profissionalismo, mas o simples fato de ser mulher. Se é mulher, você não é contratada porque vai dar problema, como já ouvi muitas vezes”, diz Natália. Ela conta que certa vez, uma escola de Jaú (SP) pediu que ela se comprometesse a não engravidar para não comprometer o ano letivo enquanto lecionasse na instituição. Ela recusou a vaga.

Previsão constitucional

A jornalista Clara*, 52 anos, passou por situação semelhante. Enquanto trabalhou na redação de um jornal em São Paulo, ganhou menos que um colega na mesma posição. “Recebi explicações superficiais sobre a diferença de salário. Mesmo mostrando que fazia a mesma coisa, com o mesmo volume de trabalho, a explicação foi de que cada salário era calculado de um jeito”, diz.

Clara, que tem 30 anos de profissão, ressalta que a equiparação salarial está prevista na Lei 1.723/1952, que assegura que sendo idêntica a função, “a todo trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade”.

“Algumas empresas cumprem, outras acham que como a mulher engravida, tem licença maternidade, o custo dela como funcionária é maior. Logo, ela tem que ganhar menos, ou seja, pagar pela licença maternidade. Mas paga muito, muito mais. Não tem fiscalização e, com a crise, infelizmente esse cenário piorou”, diz a jornalista.

Carreiras

Segundo o pesquisador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) Daniel Duque, exista uma desvalorização de profissões que são majoritariamente ocupadas por mulheres. “Mais mulheres são formadas em profissões como licenciatura, pedagogia, enfermagem, odontologia, em relação a homens. E, mais homens são formados em cursos como engenharia. Parte desse diferencial de homens e mulheres é atribuído a essas diferentes escolhas de cursos” diz, e acrescenta, “Provavelmente, o maior fator foi uma maior desigualdade de retorno entre essas profissões”.

Os dados do Caged mostram que, no ano passado, entre as dez carreiras de ensino superior com maior geração de postos de trabalho, as mulheres recebem, em média, salários menores em sete delas. A maior desvantagem foi encontrada no cargo de analista de negócios, com homens ganhando R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303, o equivalente a 80,67% do salário deles.

Segundo Duque, ao pagar menos às mulheres, o Brasil perde economicamente. “Quando se nega a mulheres oportunidades equivalentes às dos homens no mercado, a gente abre mão de cérebros. Estamos deixando de incorporar no mercado de trabalho no Brasil mulheres que seriam extremamente talentosas”, diz. “Estamos perdendo força produtiva por desigualdade entre gêneros e isso vai impactar a produtividade agregada brasileira e nosso desenvolvimento”.

Mulheres estudam mais

Para o diretor de Inteligência Educacional da plataforma Quero Bolsa, Pedro Balerine, o aumento do número de pessoas com ensino superior fez com que as diferenças salariais entre as profissões e entre os gêneros ficasse mais evidente no ano passado.

“A oferta de ensino superior aumentou bastante de 2012 para cá. As pessoas [que se formaram] estão entrando no mercado de trabalho. Infelizmente, o Brasil ainda está aquém em igualdade salarial entre homens e mulheres”, diz Balerine.

Essa discrepância, segundo o diretor, é injusta: “As mulheres estudam mais, fazem mais pós-graduação, mais mestrado, mais doutorado, não faz o menor sentido ter essa discrepância. Ela é injustiça”.

Os dados copilados pela Quero Bolsa mostram que, apesar da maioria das carreiras pagarem salários menores às mulheres, elas são 57% do total de estudantes no ensino superior. São também maioria na iniciação científica, representando 59,71% do total dos pesquisadores. Na pós-graduação, 54% do total de estudantes são mulheres.

Veja as médias salariais de homens e mulheres nas dez carreiras com maior geração de postos de trabalho:

Analista de negócios: homens ganham R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303

Analista de desenvolvimento de sistemas: homens ganham R$ 5.779 e mulheres, R$ 5.166

Analista de pesquisa de mercado: homens ganham R$ 4.191 e mulheres, R$ 3.624

Biomédicina: homens ganham R$ 2.761 e mulheres, R$ 2.505

Enfermagem: homens ganham R$ 3.417 e mulheres, R$ 3.288

Preparador físico: homens ganham R$ 1.426 e mulheres, R$ 1.326

Nutricionista: homens ganham R$ 2.781 e mulheres, R$ 2.714

Farmacêutico: homens ganham R$ 3.209 e mulheres, R$ 3.221

Fisioterapeuta geral: homens ganham R$ 2.400 e mulheres, R$ 2.422

Avaliador físico: homens ganham R$ 2.107 e mulheres, R$ 2.303

Os nomes foram mudados a pedidos das entrevistadas.

Por:Agência Brasil

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Saneamento paraense deve ter recursos do Banco Mundial

Governo do Pará se reúne com equipe da instituição para analisar as propostas (Foto:Bruno Cecim / Agência Pará)

Nesta quinta-feira (5), o governador do Estado, Helder Barbalho, e secretários de diversas pastas encontraram com representantes do Banco Mundial, no Palácio do Governo, em Belém. O banco internacional pretende realizar parcerias com o Pará, sendo que o saneamento é o foco no momento. Na ocasião, foram apresentadas algumas linhas de financiamento que o banco possui e que podem interessar ao Estado, sobretudo no caso de projetos de desenvolvimento econômico e social.

O Estado pretende, em maio deste ano, levar um documento com as principais propostas de obtenção de financiamento para o encontro com a Comissão de Financiamentos Externos (COFIEX), órgão colegiado do Ministério da Economia. Além de focar no saneamento básico, o governo também aponta o interesse de alocar recursos no Programa “Amazônia Agora” e continuar investindo na melhoria de rodovias.

Conforme aponta o governador Helder Barbalho, a parceria com o banco deve impulsionar os projetos da Companhia de Saneamento do Pará.  “Precisamos renovar a estrutura de investimentos da Companhia (Cosanpa), que no momento, são absolutamente obsoletas. Por outro lado, ampliar o abastecimento que desde 1993 nunca expandiu, e por isso hoje enfrentamos problemas sérios”.

Um dos projetos do Banco Mundial é melhorar a gestão em áreas como educação e saúde. Para a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, esta linha de financiamento é compatível com as perspectivas da atual gestão. “Precisamos fazer investimentos na implantação de sistemas de tecnologia da informação para detectar as florestas a partir do monitoramento de radares. Ao mesmo tempo, precisamos criar mecanismos e realizar estudos para fortalecer a legalidade do manejo florestal”, complementou o secretário de meio ambiente, Mauro O’de Almeida.

A próxima fase é apresentar, no COFIEX, uma Carta-Consulta, elaborada entre a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e a Secretaria de Planejamento e Administração (Seplad).

“Nessa reunião a saúde financeira do nosso Estado foi muito elogiada pelo Banco e nós apresentamos nossas necessidades. A partir de agora é traçar um perfil do Estado nessas áreas que priorizamos, e sermos mais específicos ainda, definir onde é que precisamos de financiamento dentro da área de saneamento, e assim por diante. Mas a questão do saneamento nos dá mais possibilidades de conseguir o aval do governo federal e obter o financiamento do Banco Mundial”, disse René Silva, titular da Sefa.

Por:Evandro Flexa

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