Preço de gás a distribuidoras cai 36% em maio ante dezembro, diz Petrobras

Estatal explica que queda decorre principalmente das mudanças negociadas para novos contratos de venda (Foto:Marcello Casal / Agência Brasil)

A Petrobras informou que os preços de venda do gás, que incluem as parcelas de molécula e transporte, para as distribuidoras nos novos contratos iniciados em janeiro tiveram uma redução média de 36% em US$/MMBtu em maio, na comparação com dezembro de 2019, considerando a cotação do dólar na data do último reajuste do contrato, que foi 30 de abril passado.

Em nota ao mercado, a Petrobras explica que essa queda decorre principalmente das mudanças negociadas com as distribuidoras para os novos contratos de venda, onde o preço da molécula de gás está atrelado à variação do preço do petróleo no mercado internacional e é revisado a cada três meses. “Consequentemente, a queda do preço de petróleo nos últimos meses possibilitou a redução do gás”, destaca.

Ainda a companhia diz que se medidos em R$/m³, os preços nos novos contratos em 2020 acumulam uma redução média de 15%, apesar da depreciação do real.

Por fim, a estatal esclarece que o preço da molécula de gás e o custo do transporte não são os únicos fatores determinantes do preço do gás natural ao consumidor final, pois há as margens das distribuidoras e a incorporação dos tributos federais e estaduais. Também a nota informa que o processo de aprovação das tarifas é realizado por cada agência reguladora estadual, conforme legislação e regulação específicas.

E completa afirmando estar comprometida com o processo de abertura do mercado de gás natural e que tem atuado para acelerar as etapas deste processo, “na busca pelo desenvolvimento de um mercado aberto, competitivo e sustentável”.

Por:Agência Estado

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Idosos reféns de empréstimos consignados aguardam batalha jurídica em meio à pandemia

(Foto:Reprodução)  -Em meio à pandemia da Covid-19, os idosos, um dos grupos mais vulneráveis à doença, aguardam o fim de uma importante batalha judicial: querem saber se terão um respiro no pagamento de empréstimos consignados, em um momento de crise econômica.

Em 20 de abril, a cobrança das parcelas desse tipo de crédito foi suspensa por um período de quatro meses por decisão do juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília, para “garantir que os idosos, atingidos em maior número por consequências fatais do SARS-CoV-2, possam arcar com o custeio do tratamento médico necessário”

Entretanto, o Banco Central, um dos réus do processo, recorreu dizendo que a suspensão tiraria a liquidez das instituições financeiras “justamente nesse período de grave crise econômica causada pela pandemia”. A decisão de primeira instância foi derrubada no último dia 28 pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), e no dia 30 o advogado Marcelo Mello Casado, autor da ação popular, entrou com recurso para tentar reverter a medida.

As parcelas dos empréstimos consignados são cobradas diretamente das aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Por lei, o valor das parcelas não pode ultrapassar 30% do benefício, com uma margem adicional de 5% para despesas com cartão de crédito consignado. Como o desconto é feito em folha, os consignados são considerados de baixo risco para os bancos, por isso os juros são menores em relação a outras modalidades de crédito. Em março, havia 34,2 milhões de contratos ativos desse tipo de empréstimo em todo o país.

A enfermeira aposentada Eloa Maria Pimenta da Silva, de 80 anos, integra essa estatística. Moradora da zona leste de São Paulo, ela contraiu seu primeiro empréstimo consignado há 27 anos para ajudar a filha a estudar na Alemanha. Depois disso, foi emendando um empréstimo no outro, por exemplo, para conseguir pagar a reforma da casa. “Os juros eram baixos e era uma coisa certa porque já vinha descontado no holerite, não era de risco”, contou à Agência Pública.

Embora tenha de lidar com as insistentes ligações dos bancos oferecendo ainda mais empréstimos – várias vezes por dia –, ela decidiu parar há cinco anos. “Recebo muitas ligações, nossa. Até pelo celular. Não sei como eles têm meu número. Antigamente, começavam a ligar por volta das 10 horas, hoje em dia começam às 8 e vão até as 22 horas.”

Assim, todo mês ela vê parte significativa da sua renda ir embora em parcelas antigas. Eloa, que é solteira e mora sozinha, diz não aproveitar plenamente a velhice por conta do dinheiro que deixa de entrar. Ela acaba tendo de se organizar muito bem para poder fazer as coisas de que gosta. “Gosto de museu, cinema, teatro, parques, viagens e hotéis. Mas essas coisas são planejadas como se eu tivesse 19 anos”, relata.
Superendividados

Desde janeiro de 2017, a Ouvidoria do INSS recebeu quase 130 mil reclamações sobre empréstimos consignados feitos sem autorização. Já a plataforma consumidor.gov.br, que em agosto de 2019 se tornou referência para registro dessas ocorrências, contabiliza, desde então, outras 9,1 mil queixas sobre crédito consignado a beneficiários do INSS.

Segundo especialistas ouvidos pela Pública, a oferta abusiva desse tipo de crédito leva ao fenômeno do superendividamento. Segundo o Banco Central, as dívidas de aposentados e pensionistas do INSS no crédito consignado bateram recorde em 2019: ao todo, somaram R$ 138,7 bilhões, o que representa 11% de aumento em relação a 2018.

“Superendividado é aquela pessoa que é totalmente incapaz de cumprir com as suas necessidades básicas, suas despesas atuais e futuras com sua capacidade financeira de momento”, explica o defensor Thiago Basílio, do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública do Rio de Janeiro. Ou seja: é aquele que “está de boa-fé, mas não consegue pagar suas dívidas”.

O problema é tão grande que em 2005 o órgão foi o primeiro a instituir uma Comissão de Superendividamento, que serviu de inspiração para outros defensorias de outros estados. Um estudo sobre o perfil dos assistidos pela Comissão – publicado em 2018 com informações coletadas de 2012 a 2017 – revela que a maioria das pessoas que recorreu ao serviço (64,13%) tinha mais de 55 anos, sendo que 18,48% estavam na faixa de 55 a 59 anos, e 29,35%, na faixa dos 70.

A modalidade de crédito mais utilizada pelos consumidores superendividados foi, de longe, o consignado (41,8%), seguido pelo cartão de crédito (18,4%) e pelo empréstimo pessoal (6%).

Segundo Basílio, o crédito consignado é o “maior produtor de superendividamento”. “Primeiro: se a pessoa pega o consignado porque já não tinha condições de cumprir com suas despesas tendo 100% da renda, imagina com 70%. Segundo porque as prestações são longas, se estendem pelo tempo, então a pessoa convive com a renda reduzida e vai se enrolando cada vez mais.”

Para o defensor, além do assédio praticado pelos bancos, falta informação. “É isso que temos visto acontecer com os idosos: o banco se aproveitando de sua hipervulnerabilidade para oferecer um produto viciado ou mesmo um produto com falha no dever de informação. Ao contrário de dar informação em dobro, dão a informação de menos, exatamente para que o idoso acabe fazendo a contratação sem conhecer o produto”, critica Basílio.

O defensor Fabio Brasil, que também atua na Comissão de Superendividamento, lembra que os idosos hoje são, muitas vezes, o esteio econômico da família. “Por ter uma fonte de renda certa, eles têm acesso a crédito, tanto consignado quanto pessoal”, destaca. “Muitas vezes, o idoso, para se inserir na família e se sentir importante e valorizado, busca remunerar de alguma forma os entes familiares.”

Assim, quando finalmente podem desfrutar da aposentadoria, os idosos acabam abrindo mão dos próprios planos para ajudar filhos e netos, explica Sérgio Serapião, líder do movimento Lab60+, que atua na área de longevidade. “Imagina uma pessoa de 70 anos que está em sua plena capacidade e sofrendo invisibilidade social? Qualquer que seja a possibilidade de se sentir útil, ela vai agarrar. Quando chega a oferta do crédito consignado, acaba sendo essa falsa salvação.”

Bancos investigados por atuação abusiva

Os empréstimos consignados estão na mira do Ministério da Justiça desde o ano passado, segundo documentos aos quais a Pública teve acesso. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, está investigando dez grandes bancos para apurar a “exploração da hipervulnerabilidade do idoso”, “possíveis abusos” e “violação de dados pessoais” na concessão de crédito consignado a aposentados.

As investigações, instituídas em julho do ano passado, têm como base dados da Ouvidoria do INSS sobre reclamações relacionadas a operações de empréstimo de 2017 a junho de 2019. Os alvos são as dez instituições sobre as quais houve mais queixas desse tipo, entre as quais o Banco Pan é o campeão, seguido por Itaú Consignado, Cetelem e BMG.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), da Senacon, traz extensos relatórios de reclamações e ações judiciais em que as instituições aparecem como réus. Uma delas foi movida no Juizado Especial Cível de Colinas do Tocantins (TO) contra o Itaú Consignado por uma idosa analfabeta, que recebeu empréstimo de R$ 2.333,09. Segundo a senhora, o seu benefício sofria descontos de empréstimos consignados, mas ela não se recordava de ter contratado. E nunca tinha recebido uma cópia do contrato. A juíza condenou o Itaú a restituir em dobro o valor das parcelas pagas pela vítima com juros de 1% ao mês e correção monetária “uma vez que a má-fé da instituição financeira restou caracterizada pela falta de comprovação de contrato escrito e pela abusividade ao estabelecer contato com a parte autora”.

O DPDC tem estudado medidas para corrigir práticas abusivas dos bancos por meio dos cartões de crédito consignados. No último dia 27, o órgão publicou nota técnica recomendando à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e à Associação Brasileira de Bancos (ABBC) que incluam o produto em seu sistema de autorregulação que trata do crédito consignado, em vigor desde 2 de janeiro.

A nota técnica do DPDC conclui que, da forma como é comercializado, o cartão de crédito consignado tem sofrido um “desvirtuamento” de sua real finalidade, que é a compra de serviços e bens. “A ideia original era oferecer um cartão de crédito a um público que, de outra forma, não teria acesso a esse produto. O pagamento via consignação favoreceria isso. Na prática, entretanto, o que se verificou foi o uso do produto como um mecanismo de concessão de nova linha de empréstimos, mediante saques, e não como cartão de crédito de fato”, explica Juliana Domingues, diretora do DPDC.

“A nota técnica reconhece que há simulação e práticas abusivas que devem dar margem a sanções administrativas. É o que eu espero agora da Senacon”, declara Luiz Fernando Miranda, coordenador do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública de São Paulo. Domingues afirma que “sem nenhuma dúvida essa é uma de suas finalidades” do levantamento.
Regulamentação avança, mas falta lei

No fim de 2018, o INSS mudou as regras do crédito consignado na tentativa de tornar mais rígido o controle de suas operações. Desautorizou os bancos a oferecer empréstimos ou cartões de crédito consignado por pelo menos seis meses a idosos que acabaram de se aposentar; e proibiu que aposentados busquem empréstimos num período de três meses a partir da data de concessão da aposentadoria.

Em janeiro deste ano, entrou em vigor a autorregulação criada pela Febraban e ABBC. Ela estabelece que as instituições devem enviar aos seus clientes, de forma clara, informações mínimas sobre os empréstimos, como valor total, quantidade e preço de cada parcela, canais de atendimento e data e número do contrato. Traz também a possibilidade de que o cliente desista do empréstimo em até sete dias úteis a partir do recebimento do dinheiro e devolva o valor. Criaram a plataforma online “Não me Perturbe”, na qual clientes podem bloquear ligações de oferta de crédito consignado.

“Foi o próprio sistema dos bancos, percebendo que algumas práticas estavam abusivas, que tentou se autorregular, até para dizer que tem alguma regulamentação, porque, se não tivesse, viria de outro lugar”, salienta Renata Reis, coordenadora de atendimento da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP).

No entanto, questões cruciais foram deixadas de fora, de acordo com especialistas ouvidos pela Pública. Além da regulamentação do cartão de crédito consignado, eles citam a possibilidade de contratação do consignado por telefone.

Quem trabalha com o tema considera que só mesmo uma lei para consolidar esses esforços. A menina dos olhos é o Projeto de Lei (PL) 3.515, de 2015, pronto para votação em comissão especial da Câmara dos Deputados. A proposta proíbe o assédio ao consumidor para que tome crédito por telefone, e-mail ou qualquer outra forma, principalmente se ele for idoso, analfabeto, doente ou em estado de vulnerabilidade agravada.

A economista Ione Amorim, coordenadora do Programa de Serviços Financeiros do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que é urgente a aprovação do PL. “É uma lei que visa disciplinar a oferta de crédito, prevenir o superendividamento e criar mecanismos de tratamento para as pessoas que já carregam esse histórico, que muitas vezes foi por contratar crédito por pressão.”

Enquanto isso, em meio à pandemia, os aposentados contam apenas com as medidas já anunciadas pelo INSS: uma instrução normativa publicada pelo INSS em março reduziu a taxa dos empréstimos consignados de 2,08% para 1,8% ao mês e aumentou o prazo de pagamento de 72 para 84 meses. O governo prometeu também ampliar o percentual da renda de aposentados que pode ser comprometida por empréstimos consignados; a medida está em estudo. Ou seja: mais prazo e a possibilidade de tomar ainda mais dinheiro emprestado.

“Adotou-se medidas oportunistas para conceder mais crédito”, critica Ione. De acordo com ela, muitos idosos são, “diante dos impactos da crise, a única fonte de renda estável de muitas famílias”, por isso deveria ter partido das próprias instituições financeiras uma atitude de “acolhimento desses consumidores”. “Cadê a responsabilidade social dos bancos? E não é a responsabilidade de fazer doação de recursos para saúde – isso está ao alcance de todas as grandes empresas que têm margem de lucro. Estamos falando de medidas efetivas dentro do próprio setor”, argumenta.
Será que idosos vão ficar livres de pagamentos na pandemia?

Dar um respiro aos idosos no pagamento de empréstimos consignados durante a pandemia é um dos objetivos da ação popular ajuizada em 14 de abril pelo advogado Marcio Mello Casado, de São Paulo. Ela tem como alvo, também, o presidente do Banco Central, Roberto de Oliveira Campos Neto, e a União.

Casado contou à Pública que decidiu apresentar a ação popular porque o Banco Central, ao tomar medidas para aumentar a liquidez do mercado durante a crise, não determinou expressamente como os bancos deveriam agir para fazer esse dinheiro chegar a quem mais precisa. “Na hora em que esse dinheiro entra no mercado financeiro, a gente não vê os bancos dando essa contrapartida esperada pelo Banco Central”, afirma.

“Minha intenção não é ditar política econômica – nem tenho capacidade para isso, cabe aos técnicos do Banco Central. A minha intenção é que ele escreva em seus normativos sua real intenção, porque, se deixar isso ao arbítrio dos bancos, a gente está vendo que eles não cumprem”, argumenta o advogado, que aguarda o julgamento do recurso.

Luiz Legñani, secretário-geral da Conferência Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (COBAP), diz que os aposentados aprovam a suspensão da cobrança e que muitos deles têm entrado em contato para confirmar se a medida já está valendo. “Um valor de 30% benefício é descontado [com os empréstimos], então facilitaria porque, durante quatro meses, os aposentados teriam um dinheiro a mais para comer melhor e comprar medicamentos”, defende. “A aposentadoria já é pouca e os gastos são muitos, principalmente com saúde, porque os idosos sofrem mais com doenças e gastam muito com isso.”

Legñani lembra ainda que a responsabilidade dos aposentados não é apenas sobre si. “Não é só o casal de idosos que vive em casa, a maioria ajuda filhos e netos, principalmente agora que está havendo perdas de emprego”, destaca.

Por Anna Beatriz Anjos / Agência Pública

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Poupança tem captação mensal recorde de R$30,459 bi em abril

Depósitos superaram saques em R$ 24,615 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (Foto:Bruno Domingos / REUTERS)

A caderneta de poupança registrou entrada líquida de 30,459 bilhões de reais em abril, recorde histórico para qualquer mês na série histórica do Banco Central iniciada em 1995, em mais um mês forte para a tradicional alternativa de investimento em meio à volatilidade nos mercados com a crise do coronavírus.

Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira, os depósitos superaram os saques em 24,615 bilhões de reais no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), ao passado que na poupança rural houve entrada de 5,844 bilhões de reais em abril.

Nos quatro primeiros meses deste ano, houve aporte líquido de 26,700 bilhões de reais na poupança, contra retirada de 16,278 bilhões de reais em igual período do ano passado.

Por:Reuters

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Mães menores de idade e pais solteiros receberão auxílio emergencial

A proposta aguarda sanção do presidente para entrar em vigor (Foto:Divulgação)

As mães menores de idade e os pais chefes de família monoparentais devem entrar para o grupo de brasileiros aptos a receber o auxílio emergencial de R$ 600. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse à Comissão Mista do Congresso Nacional, destinada a acompanhar as medidas de enfrentamento da covid-19, que a pasta emitiu um parecer favorável ao Palácio do Planalto nesse sentido.

A expectativa, segundo Onyx, é de que o presidente Jair Bolsonaro sancione “o mais rápido possível” a proposta aprovada pelo Congresso, sem vetos, que concede o benefício a esses dois grupos.

Onyx esclareceu aos parlamentares que apesar estar “no horizonte” da pasta, não há ainda nenhuma definição sobre a possibilidade de prorrogação do auxilio emergencial, previsto para acabar em junho.

Filas

O ministro da Cidadania foi bastante cobrado por deputados e senadores as longas filas nas agências da Caixa em todo país, formada por pessoas em busca do auxílio emergencial. Segundo Onyx, as filas nas mais de 4 mil agências do banco são “residuais”, já que na quarta (7) foi concluído o pagamento dos R$ 50,5 bilhões da primeira parcela aos beneficiários aptos a receber o crédito.

“Raríssimos lugares no Brasil estão com filas. Eles [Caixa] estão melhorando o serviço na parceira com os municípios. Na segunda parcela a esteira de trabalho já é mais fácil, a metodologia é melhor, as pessoas estão mais tranquilas. Acho que teremos um período de mais tranquilidade, se Deus quiser”, disse.

Onyx revelou uma pareceria com os Correios, que está prestes a ser anunciada, na qual funcionários da empresa vão ajudar pessoas a fazer ou tirar dúvidas no cadastramento para receber o benefício, o que ele acredita que também desafogará as agências bancárias.

O ministro lembrou que a Caixa tem um acordo operacional com 50 bancos e que a instituição é apenas distribuidora do recurso. De acordo com a regra para recebimento do auxílio, quem não tem conta na Caixa, mas tem em outro banco, o dinheiro vai para a conta da pessoa informada no seu cadastramento. “Quando ela não tem conta em lugar nenhum, como é o caso dos invisíveis, ela faz uma conta digital da Caixa e, por meio dela, pode mandar o dinheiro para qualquer banco em qualquer cidade do Brasil”, disse.

Invisíveis

Onyz Lorenzoni lembrou que quando foram feitas as primeiras projeções de quantos brasileiros poderiam receber o auxílio, com base em estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Fundação Getulio Vargas (FGV), era em torno de seis a oito milhões de invisíveis no Brasil. “Nós encontramos mais de 21 milhões de invisíveis. É muito maior do que a gente imaginava, e essa foi também uma das razões para que a gente buscasse a suplementação orçamentária que o governo fez na semana passada, para que a gente pudesse completar a primeira parcela”, explicou.

Ainda segundo o ministro, com os invisíveis, o Brasil terá próximo a 25 milhões de pessoas com contas digitais. “Hoje a gente tem a conta dessa pessoa, a sua composição familiar, a sua residência, o seu CPF. Quer dizer, são pessoas para as quais, passado esse episódio da pandemia, nós vamos desenvolver aqui, e vamos fazer isso junto com o Parlamento brasileiro, programas de estímulo ao empreendedorismo, de aperfeiçoamento, de acesso ao microcrédito; [vamos] poder chegar perto dessas pessoas para que elas possam se desenvolver”, disse.

Fonte:Agência Brasil

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Gasolina vai subir 12% nas refinarias, informa Petrobras

O preço do óleo diesel permanecerá o mesmo (Foto:Fernando Frazão / Agência Brasil)

O valor do litro da gasolina vai subir, em média, 12% nas refinarias a partir desta quinta-feira (7). O preço do óleo diesel permanecerá o mesmo. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (6) pela Petrobras.

De acordo com a estatal, no acumulado do ano o preço da gasolina caiu cerca de 46,6%. Com este último aumento, o preço médio do litro da gasolina para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,02, o que representa o menor preço praticado desde setembro de 2005.

Já o preço médio do diesel para as distribuidoras é de R$ 1,30 por litro, valor desde o dia 27 de abril. Segundo a companhia, esse é o menor preço praticado desde o dia 15 de julho de 2012. No acumulado do ano, a redução do preço do diesel é de 44,1%.

Segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 26 de abril e 2 de maio, o preço médio da gasolina comum no país foi R$ 3,929. O do diesel S-500 foi R$ 3,203, o do etanol, R$ 2,667, e o gás de cozinha, R$ 69,79, para o botijão de 13 kg.

Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explicou a estatal.

A companhia ressalta que a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”

Fonte:Agência Brasil

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Bancos poderão conceder empréstimo com garantia do FGTS

Caixa terá 30 dias para definir as regras para operações – (Foto:Fernando Frazão / Agência Brasil)

Os trabalhadores que optaram pela modalidade saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão acesso a uma nova linha de crédito. O Conselho Curador do FGTS referendou nesta terça (5) resolução, publicada no dia 27 de abril no Diário Oficial, que regulamenta o crédito.

O empréstimo terá como garantia a parcela anual do saque-aniversário. Pela resolução do Conselho Curador do FGTS, a Caixa tem 30 dias, a partir da data da publicação da resolução, para definir os procedimentos operacionais para viabilizar a operação e os bancos têm mais 30 dias para oferecer o empréstimo.

O saque-aniversário é uma modalidade que permite a retirada de parte do saldo de qualquer conta ativa ou inativa do fundo a cada ano, no mês de aniversário, em troca de não receber parte do que tem direito em caso de demissão sem justa causa. O pagamento é feito conforme cronograma por mês de nascimento.

Segundo o Ministério da Economia, o saque-aniversário deve criar um mercado de até R$ 100 bilhões em recebíveis de crédito nos próximos quatro anos. Os recebíveis representam os recursos de que os bancos podem se apropriar em caso de inadimplência.

A garantia de receber parte do saldo do FGTS em caso de inadimplência reduz os riscos para os bancos, que podem cobrar taxas mais baixas.

A lei que criou o saque-aniversário no ano passado já previa o uso dinheiro a ser sacado a cada ano como garantia em operações de crédito. Mas ainda precisava de regulamentação.
Extrato do FGTS

O Conselho Curador também aprovou hoje resolução que dispensa a Caixa de enviar o extrato do FGTS em papel, devido ao documento está disponível em site, aplicativo e mensagens pelo celular. Caso o trabalhador queira manter o recebimento do extrato pelos Correios terá que fazer uma solicitação à Caixa.
Saneamento

O conselho também aprovou resolução que autoriza a Caixa a suspender o recebimento de parcelas de financiamento de projetos de saneamento básico com recursos do FGTS, por seis meses, até outubro de 2020. A suspensão será feita a pedido das empresas de saneamento que tomaram o empréstimo. As parcelas com pagamento suspenso serão diluídas ao longo do tempo restante do financiamento. A medida tem o objetivo de reduzir os efeitos econômicos da pandemia de covid-19 nesse setor.

Por:Agência Brasil

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Banco da Amazônia lança linha de crédito com R$ 2 bilhões para empreendimentos urbanos

No Pará, serão disponibilizados R$ 545,89 milhões para a linha (Foto:Reprodução)

O Banco da Amazônia (Basa) criou uma linha de crédito com o objetivo de apoiar os empreendimentos urbanos afetados pela emergência de saúde pública relacionada à pandemia do coronavírus, de acordo com a instituição financeira.

O Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) Emergencial- COVID 19 deve promover a recuperação e a preservação das atividades econômicas nos setores produtivos, industrial, comercial e de serviços, em municípios com estado de calamidade pública decretada na área de atuação do FNO, que compreende a região amazônica. No Pará, serão disponibilizados R$ 545,89 milhões para a linha. Ao todo, serão R$ 2 bilhões.

O gerente de Políticas e Planejamento de Crédito e Cadastro do Basa, Misael Moreno, afirma que os recursos cumprem um objetivo estratégico do banco. “Com essa linha, queremos contribuir para a manutenção do emprego e renda na região e estimular a produtividade dos empreendimentos urbanos impactados pela pandemia”, destaca.

Destinada ao setor não rural, a linha foi criada a partir da Resolução 4.798, do Banco Central, editada em 6 de abril passado. O FNO Emergencial se destina a pessoas jurídicas de qualquer porte, pessoas físicas que desempenhem as suas atividades produtivas de maneira informal e que estejam enquadradas no Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO).

Podem ser contempladas também cooperativas e os microempreendedores individuais (MEI) que precisam de capital para investimento ou capital de giro para despesas de custeio, manutenção e formação de estoques, incluindo despesas de salários e contribuições e despesas diversas com risco de não serem honradas em decorrência da redução ou paralisação da atividade produtiva, trazidas pela pandemia.

Para atender a demanda pelo FNO Emergencial, o Basa está destinando R$ 2 bilhões para essa linha de financiamento, sendo R$ 106,51 milhões para o Acre, R$ 583,48 milhões para o Amazonas, R$ 109,29 milhões para o Amapá, R$ 545,89 milhões para o Pará, R$ 220,67 milhões para Rondônia, R$ 171,32 milhões para Roraima e R$ 262,86 milhões para o Tocantins.

Para quem precisa investir, o limite de crédito é de até R$ 200 mil. Já para capital de giro, o financiamento é de até R$100 mil. Para o MEI, o valor para financiamento é de até R$ 20 mil e, para capital de giro, de até R$ 5 mil. As microempresas podem financiar até R$ 40 mil.

O prazo de financiamento para investimento é de até 12 anos, incluída a carência que se estende até 31 de dezembro de 2020, ou seja, o tomador só começa a pagar a partir de janeiro de 2021. Para capital de giro, o prazo é de até 24 meses, também com carência até o último dia deste ano e início de pagamento para janeiro do ano que vem.

Fonte:Redação Integrada

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Em 45 dias, mais de 15 mil recorrem ao seguro-desemprego no Pará

O número se refere ao mês de março e à primeira quinzena de abril. Ministério da Economia estima que mais quatro mil desempregados do Estado estão na fila pelo benefício –  (Foto:Arquivo/Agência Brasil)

O Pará já possui 15.496 pessoas que já perderam o trabalho e precisaram recorrer ao seguro-desemprego durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O número se refere ao mês de março e à primeira quinzena de abril, de acordo com o balanço divulgado na última semana pelo Ministério da Economia. Em todo o País, já são 804.538 requerimentos neste período e conforme avaliação da área econômica do governo federal esse número ainda deve ser maior, já que muitos desempregados ainda não pediram o seguro-desemprego por conta das medidas de isolamento social. A fila de espera pode chegar a  200 mil, sendo quatro mil deles apenas no Estado do Pará.

No ranking nacional, o Pará é o 12º em número absoluto de demitidos durante a crise do Covid-19. No topo, estão os Estados mais populosos do País, como São Paulo (242.753 demissões), Minas Gerais (96.318) e Rio de Janeiro (62.389). Considerando, apenas, o total da região Norte, as demissões paraenses respondem por 40% dos 38.729 pedidos de seguro-desemprego durante a pandemia. Na sequência aparecem o Amazonas (8.976), Rondônia (6.112), Tocantins (3.893), Acre (1.641), Amapá (1.326) e Roraima (1.285). Ainda segundo o balanço, a maior parte dos que pediram o seguro-desemprego nas últimas semanas é do sexo masculino (59,45%), tem entre 30 e 39 anos (33,95%), tem ensino médio completo (58,65%) e trabalha no setor de serviços (39%) ou comércio (29%).

Pelos dados do Ministério da Economia, o governo recebeu 10.864 mil pedidos do seguro-desemprego do Pará em março deste ano e mais 4.632 na primeira quinzena de abril. O total chega, então, a cerca de 15,5 mil nesse período de pandemia. Apesar da crise excepcional, o montante ainda é 20% inferior ao total anotado nos mesmos 45 dias do ano passado: 19.525 requerimentos. Essa diferença é que leva o governo estimar que mais quatro mil trabalhadores paraenses também perderam o emprego e ainda não solicitaram o seguro-desemprego já que as agências de trabalho de todo o país estão fechadas por conta do risco de contágio de Covid-19.

Se confirmada, essa defasagem pode levar para mais de vinte mil pessoas o total de novos desempregados no Estado registrados durante a pandemia do novo coronavírus. Em todo o Brasil, a diferença chega a 200 mil pessoas, o que leva a estimar que um mês e meio de pandemia colocou mais de um milhão de trabalhadores na rua. O secretário de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Bruno Dalcolmo explica que essas estimativas também são feitas com base nos números históricos do benefício.

É que 65% dos que perdem o emprego costumam solicitar o auxílio depois que o governo é informado do desligamento. Hoje, porém, esse número está menor em aproximadamente 20%. Além disso, o governo percebeu que os pedidos presenciais de seguro-desemprego corresponderam a apenas 13,2% dos pedidos registrados no Pará em abril. Em março, quando as agências ainda estavam abertas, contudo, essa participação foi de 64,3%. Ainda para efeito de comparação, na primeira quinzena de abril do ano passado, 92% dos requerimentos de seguro-desemprego no Pará foram presenciais. Em todo o País, os pedidos nas agências caíram de 59,6% em março último para 8,7% neste mês de abril.

O governo garante, por sua vez, que está trabalhando para atender esses brasileiros que também podem receber o seguro-desemprego. Para isso, a Secretaria de Trabalho está em conversas com as agências de trabalho estaduais e municipais para viabilizar a retomada gradual do atendimento presencial do seguro-desemprego, mas também está aprimorando e divulgando as formas virtuais de solicitação do benefício. Conforme a pasta, é possível pedir o seguro-desemprego de casa através do aplicativo da Carteira Digital de Trabalho e por meio da central telefônica 158, que, por sinal, vai ter sua equipe dobrada a partir de maio.
Comparação

Apesar desses números, o governo acredita que, mesmo se o número de pedidos de seguro-desemprego chegar a 20 mil no Pará e 1 milhão em todo o território nacional em março e abril, o aumento do desemprego não será tão explosivo quanto se imaginava no início da pandemia do novo coronavírus. Os técnicos do Ministério da Economia alegam que o total de pedidos registrados em março e abril deste ano ainda é menor que o número de pedidos recebidos no mesmo período do ano passado.

No entanto, quando analisados os resultados regionais anteriores e durante a crise pandêmica já se observa um aumento expressivo nos pedidos de seguro-desemprego. Fevereiro, por exemplo, fechou com 10.377 requerimentos no Pará, quantidade 5% inferior ao de março. Na segunda quinzena de março, foram anotados 4.419 pedidos no Estado, e, nos quinze dias posteriores, mais 4.632. O relatório traz mais dados nacionais que mostram essa evolução de forma ainda mais intensa. Em janeiro, foram 528.425 pedidos e, em fevereiro, caiu para 444.358. Entre fevereiro e março, portanto, houve uma alta de 11% no total de trabalhadores que pediram o seguro-desemprego.

Ainda assim, o governo calcula que, mesmo depois de concluída essa “fila de espera” de cerca de 200 mil trabalhadores, o aumento do desemprego não será tão grande. A estimativa é de que essa fila seja zerada nos próximos dias. E que, por isso, o total de seguros-desempregos solicitados entre março e abril supere em “apenas” 150 mil o total de pedidos recebidos no mesmo período do ano passado. “Havia uma preocupação com a explosão do seguro-desemprego, mas não verificamos isso. Verificamos que o número de pedidos ainda é razoavelmente estável. Há um ligeiro aumento, mas não é nenhuma explosão”, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, que classificou esse balanço, portanto, como uma “notícia boa”, que mostra que as políticas desenhadas pelo governo durante a pandemia do novo coronavírus estão surtindo efeito.

Por:Thiago Vilarins, da Sucursal

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Publicado edital para contratar aposentados e militares na Previdência

Inscrições podem ser feitas de 4 a 10 de maio no site do INSS (Foto:Valter Campanato / Agência Brasil)

O Diário Oficial da União publica, na edição desta quinta-feira (30), o edital de chamamento público para a contratação temporária de servidores civis federais aposentados e militares inativos para trabalharem na área previdenciária, no atendimento ao público e na análise de pedido de benefícios.

As inscrições começam na segunda-feira (4) e vão até o dia 10, por meio do formulário eletrônico que estará disponível no site do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A contratação de militares inativos e servidores aposentados foi a forma encontrada pelo governo para reforçar o atendimento nas agências da Previdência e reduzir o estoque de pedidos de benefícios em atraso no INSS. O número de pedidos com mais de 45 dias de atraso passa de 1,3 milhão.

Em janeiro deste ano, o governo regulamentou a contratação de militares inativos para atividades em órgãos públicos federais, pagando o adicional de 30% sobre o salário recebido na inatividade. O percentual está definido na Lei 13.954/2019, que trata da estrutura da carreira militar, aprovada em 2019 pelo Congresso Nacional.

Já a contratação de servidores civis federais aposentados foi definida com a edição da Medida Provisória 922/2020, no início de março. O texto tem força de lei, mas ainda depende de aprovação do Congresso Nacional.

Seleção

As 8.230 vagas do edital foram divididas em oito grupos, com indicação de atividades gerais e específicas e do perfil do profissional que poderá se candidatar. Cada servidor ou militar poderá concorrer em apenas um grupo.

As atividades consideradas específicas são exclusivamente para os aposentados das carreiras do seguro social e de perito médico federal, perito médico previdenciário e supervisor médico-pericial. Os militares inativos das Forças Armadas poderão se inscrever para as atividades classificadas como gerais, observados o posto ou graduação máximos indicados.

De acordo com o INSS, os aposentados da carreira do seguro social precisam ter se aposentado nos últimos cinco anos e ter experiência na análise de benefício. Do total de vagas destinadas a cada um dos oito grupos, 5% serão destinadas preferencialmente a pessoas com deficiência.

A lista de inscritos e o resultado preliminar devem ser divulgados no dia 18 de maio. O resultado final está previsto para 26 de maio. O contrato vai até 31 de dezembro de 2021 e poderá ser prorrogado uma única vez, pelo período restante até atingir dois anos de serviço. Os servidores e militares estarão sujeitos a metas de desempenho.

Os servidores civis receberão valores de R$ 57,50 por processo concluído, R$ 61,72 por perícia realizada ou valores fixos de R$ 2,1 mil a R$ 4,2 mil por mês. Já os militares terão direito a 30% sobre o salário recebido na inatividade.

As dúvidas sobre o edital podem ser enviadas para o e-mail chamamento.inss@inss.gov.br com o assunto: Processo Seletivo simplificado – Aposentados e Militares Inativos.

Fonte:Agência Brasil

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Receita já recebeu 12,4 milhões de declarações do Imposto de Renda 2020

Prazo para entrega foi adiado para o dia 30 de junho (Foto:Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Se o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda ainda fosse a quinta-feira, 30, mais de 19 milhões de brasileiros teriam de correr para entregar seus dados para a Receita Federal. O número, no entanto, não causa alarde, já que o prazo foi adiado para o dia 30 de junho.

Segundo dados divulgados pela Receita, até esta quarta-feira, 29, 12.466.117 brasileiros entregaram a declaração, cujo prazo se iniciou no dia 2 de março.

Ao todo, 32 milhões de contribuintes devem informar seus dados para o Fisco este ano. Ou seja, 19.533.833 ainda devem acessar o programa do IRPF 2020 nos próximos dois meses.

O Ministério da Economia optou por mudar a entrega da declaração para o dia 30 de junho, um acréscimo de 60 dias no prazo total, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Com isso, alguns pontos da declaração foram alterados: por exemplo, não será preciso informar o número do recibo de entrega da última declaração de ajuste anual.

A medida, segundo a Receita, visa “evitar aglomerações de contribuintes no atendimento da RFB, bem como em empresas ou instituições financeiras”.

O calendário de restituição foi mantido. Os cinco lotes de pagamento, que começam em 29 de maio e terminam no dia 30 setembro, vão priorizar idosos, portadores de deficiência física ou mental e aqueles cuja maior fonte de renda é o magistério – assim como foi feito nos anos anteriores. Na sequência, serão pagos os demais contribuintes.

Ou seja, ainda vale a regra antiga: quem entrega e transmite o imposto com antecedência, consegue entrar nas primeiras levas do pagamento. Nesse caso, para a formação de cada lote, serão consideradas as declarações transmitidas e processadas até a data de emissão do respectivo lote, que ocorre cerca de 15 dias antes da data do pagamento das restituições. A informação pode ser consultada no site da Receita.

Até o momento, a Receita não registrou nenhum tipo de problema ou instabilidade no programa do Imposto de Renda 2020.

Fonte:Agência Estado

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