Caixa lança linha de crédito para antecipar saque aniversário do FGTS

Anúncio foi feito virtualmente pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães (Foto:Amanda Perobelli / Reuters)

Expectativa da Caixa é de que 1 milhão de clientes acessem os recursos de forma antecipada

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira, 23, o lançamento de uma linha de crédito para antecipação de até três parcelas do saque aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

A taxa de juros da linha será de 0,99% ao mês – equivalente a 12,55% ao ano – e a antecipação poderá ser solicitada a partir da próxima segunda-feira, dia 27. O valor mínimo total para antecipação será de R$ 2 mil.

O anúncio foi feito virtualmente pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Segundo ele, a nova linha representará um reforço no orçamento das famílias neste momento de crise, provocada pela pandemia do novo coronavírus.

A expectativa da Caixa é de que 1 milhão de clientes acessem os recursos de forma antecipada, o que representa a injeção de R$ 5 bilhões na economia, via crédito.

Lançado pelo governo Jair Bolsonaro antes mesmo da pandemia do novo coronavírus, o saque aniversário permite a retirada de parte do saldo da conta do FGTS anualmente, sempre no mês de aniversário.

De acordo com a Caixa, existem atualmente 61 milhões de trabalhadores vinculados ao FGTS, com R$ 390 bilhões depositados em contas. Do total, 6,1 milhões de trabalhadores aderiram ao saque aniversário, sendo que 3,9 milhões são clientes da Caixa.

São estes os trabalhadores que poderão, a partir da próxima segunda-feira, solicitar à Caixa a antecipação de até três parcelas do benefício. “A expectativa é de que 1 milhão de clientes antecipem o saque aniversário”, afirmou Guimarães. “A Caixa é o primeiro banco que lança este produto.”

O presidente da Caixa afirmou ainda que a antecipação deverá ser solicitada pelos clientes por meio do aplicativo do banco. No processo, o cliente irá indicar quantas parcelas serão antecipadas e de quais anos.

Por:Agência Estado

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Pedidos de seguro-desemprego caem 4,3% na 1ª quinzena de julho

Até o dia 15, o governo federal recebeu 288.845 pedidos de seguro-desemprego, um valor 1,9% menor do que no mesmo período do ano passado e 4,3% menor que a quinzena anterior (Foto:Fernando Danasci/Folhapress)

Apesar de ainda crescerem no acumulado do ano, os pedidos de seguro-desemprego desaceleraram na primeira quinzena de junho. Até o dia 15, o governo federal recebeu 288.845 pedidos de seguro-desemprego, um valor 1,9% menor do que no mesmo período do ano passado e 4,3% menor que a quinzena anterior.

Em 2020, as solicitações do benefício subiram 13,4% em relação ao mesmo período de 2019 e somam 4,239 milhões. Com a necessidade de isolamento social imposta pela pandemia, 54,1% dos requerimentos foram feitos pela internet neste ano.

Em junho, os três Estados com maior número de pedidos foram São Paulo (90.881), Minas Gerais (31.740) e Rio de Janeiro (24.280).

O pico de pedidos de seguro desemprego neste ano foi registrado na primeira quinzena de maio, quando foram feitas 504.313 solicitações.

O seguro desemprego é pago ao trabalhador com carteira assinada demitido sem justa causa. O trabalhador tem até 120 dias após a demissão para pedir o benefício, que pode ser solicitado via internet por meio do portal de serviços do governo e pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

É necessário cumprir algumas regras, como ter recebido salários em pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses na primeira solicitação e não estar recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social.

Por:Agência Estado

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beneficiários do Bolsa Família com NIS final 4 nesta quinta

(Foto:Reprodução) – Para os demais trabalhadores, quarta parcela começou a ser paga na quarta-feira (22).

A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta quinta-feira (23) a quarta parcela do Auxílio Emergencial para 1,9 milhão beneficiários do Bolsa Família qualificados no programa, cujo número do NIS termina em 4. Os pagamentos para esse grupo são feitos da mesma forma que o Bolsa.

Veja o calendário:
bolso

Bolsa Família, Parcela 4 — Foto: Economia G1

Demais trabalhadores

Para os demais beneficiários do Auxílio Emergencial, a quarta parcela começou a ser paga na quarta-feira (22). A data é para aqueles que estão no Cadastro Único, e para os inscritos por meio do aplicativo e do site que receberam a primeira parcela até 30 de abril.

Os demais aprovados também recebem a partir de 22 de julho: aprovados no segundo lote recebem a terceira parcela; aprovados no terceiro e quarto lotes recebem a segunda; e novos aprovados vão receber o primeiro pagamento.

O calendário de pagamentos segue o mês do aniversário do beneficiário. Neste ciclo de pagamentos, apenas os nascidos em janeiro já tiveram os recursos creditados. Para os nascidos em fevereiro, o depósito será feito na sexta-feira (24), e o calendário segue até 26 de agosto. Veja o calendário completo.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Por G1

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Governo prepara medidas estruturais para conter tarifa de energia, diz ministro

Ministérios arquitetaram empréstimo de R$ 15 bilhões junto a um grupo de bancos para conter reajustes (Foto:Reuters)

O governo tem preparado medidas que visam evitar significativos aumentos nas tarifas de energia em alguns Estados do Norte e Nordeste neste ano, bem como impactos tarifários previstos para todos consumidores nos anos seguintes, disseram representantes do Ministério de Minas e Energia nesta quarta-feira.

Os esforços, que podem resultar em pacote de iniciativas a ser apresentado até agosto, vêm após a pasta e o ministério da Economia terem arquitetado um empréstimo de 15 bilhões de reais junto a um grupo de bancos liderado pelo BNDES para conter reajustes da energia neste ano, em meio aos impactos do coronavírus.

Apesar dessa operação que envolveu os financiamentos, que também apoiaram o caixa de distribuidoras de energia, ainda há expectativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de elevação da ordem de dois dígitos nas contas de luz principalmente de empresas que antes pertenciam à estatal Eletrobras e foram privatizadas em 2018.

A revisão das tarifas dessas distribuidoras, que atuam Estados como Amazonas, Alagoas, Roraima, Rondônia e Acre, estava prevista nos contratos assinados à época das desestatizações, mas agora há preocupação no governo quanto ao impacto dos aumentos em momento de crise econômica disparada pelo coronavírus.

O ministro Bento Albuquerque disse a jornalistas em coletiva de imprensa online nesta quarta-feira que as medidas serão “estruturantes” e estão relacionadas ao custo da energia, mas não forneceu detalhes.

“Estamos trabalhando junto não só aos órgãos vinculados ao ministério, mas também com o Congresso Nacional, para que a gente aproveite o consenso que já há em relação a essas medidas e que algumas delas possam ser implementadas de forma imediata”, afirmou.

“Não gostaria de adiantá-las, porque ainda estão sendo construídas, consensuadas, com o Congresso Nacional… mas pretendemos implementá-las a curto prazo, diria que isso em agosto”, acrescentou.

Ele afirmou que o principal objetivo é “que os consumidores não tenham impactos nas tarifas” que poderiam levar a um aumento na inadimplência junto às distribuidoras e prejudicar a própria recuperação da atividade econômica em meio à pandemia.

A secretária-executiva do ministério, Marisete Pereira, disse que a pasta da Economia também está envolvida nas conversas.

“Estamos, sim, trabalhando com os órgãos de governo para buscar medidas que ainda continuem minimizando os impactos tarifários de 2020 e em diante. Medidas essas estruturais, que serão perenes”, afirmou.

Ela projetou que o pacote de iniciativas poderia ser apresentado ainda no final deste mês ou em agosto.

Durante a discussão sobre os financiamentos de 15 bilhões viabilizados para as distribuidoras de energia devido à pandemia, alguns diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) defenderam que o empréstimo pudesse ser ampliado para aliviar os reajustes de distribuidoras no Norte e Nordeste neste ano, mas a ideia não prosperou.

As concessionárias que pertenciam à Eletrobras, compradas pelos grupos Energisa, Equatorial e Oliveira Energia nos leilões de privatização, podem ter aumentos projeções tarifários de até 15% no segundo semestre, segundo projeções do regulador.

O ministério de Minas e Energia calcula que as tarifas de energia em geral poderiam subir em média 12% neste ano sem o empréstimo às elétricas, que será quitado em cinco anos.

Com a operação, os reajustes em 2020 devem ficar em sua maior parte na faixa entre 3% e 4%, com custos sendo diluídos para os próximos anos.

Por:Reuters

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Cerca de 3 milhões tiveram auxílio emergencial bloqueado

Cerca de 3 milhões de pessoas tiveram o auxílio emergencial suspenso por suspeita de fraude. De acordo com a Caixa Econômica, quem teve a conta digital -pela qual recebe o benefício- bloqueada, deverá ir até a agência para comprovar a identidade.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou, em evento virtual promovido pelo InfoMoney nesta terça-feira (21), que grande parte das contas identificadas foram abertas por hackers.

“Centenas de milhares de contas foram suspensas, temos as provas da grande maioria que foi utilizada por hackers, mas pessoas honestas foram penalizadas, já que, para salvar e defender o dinheiro público, fizemos uma medida mais forte”, disse.

A Caixa não divulgou o número de contas bloqueadas, mas Guimarães afirmou que o bloqueio foi inferior 5% dos 65,2 milhões (o equivalente a 3,26 milhões).

Ele garantiu que aquele que for à agência e comprovar sua identidade terá a conta liberada rapidamente.

“Tivemos filas nos primeiros dias e decidimos acelerar o pagamento digital. Nesse primeiro momento, não tivemos um aplicativo tão defendido quanto duas semanas depois, então tivemos janela de 10 dias em maio quando os hackers conseguiram sim um ou dois movimentos que foram identificados e suspensos”, alegou.

O presidente da Caixa ressaltou que todas as contas bloqueadas são por suspeita de fraude. “Pedimos desculpas, mas é a única maneira de evitar que as contas que foram criadas erradamente continuem recebendo.”

A Polícia Federal investiga as irregularidades. “Não posso falar agora, mas teremos novidades em breve, os responsáveis já foram identificados e serão penalizados”, contou o presidente da Caixa.

A Caixa esclareceu, em nota, que o aplicativo da instituição tem múltiplos mecanismos integrados de segurança, “mantendo-se inviolável e seguro”.”O baixo percentual de fraudes observado deve-se à engenharia social, em que são utilizadas informações, documentos e acessos dos próprios clientes. Assim, recomenda-se utilizar apenas os aplicativos oficiais da Caixa e jamais compartilhar informações pessoais”, orientou.

O banco alegou que a área de segurança do banco monitora continuamente as contas e acessos e, em caso de suspeita, realiza o bloqueio preventivo da conta para proteger os clientes.

A recomendação é que os usuários que receberem a mensagem “Procure uma agência da Caixa com seu documento de identidade para regularizar seu cadastro”, devem seguir essa orientação para a regularização do acesso.

Por Folhapress

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No Pará, empresariado e juristas aguardam reforma tributária

Uma das ideias é a unificação de tributos federais (Foto:Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Considerado um dos temas prioritários no Congresso nesse segundo semestre, a Reforma Tributária tem gerado expectativa no setor empresarial. Além da proposta do governo federal, que prevê a criação do Imposto de Valor Agregado (IVA), com a unificação de tributos federais, dois projetos já vinham sendo discutidos na comissão especial da reforma tributária, formada por deputados e senadores.

Um deles (PEC 45/2019) prevê a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um só, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), e a outra (PEC 110/2019) trata da substituição de nove impostos por um e cria um imposto seletivo.

Para o advogado tributarista Napoleão Nicolau da Costa, existe a necessidade de uma reforma tributária ampla e justa no país, com uma rediscussão geral de todos os tributos buscando a simplificação, a desoneração do consumo e a justiça fiscal com a observância do princípio da capacidade contributiva. “Não podendo ser deixado de lado, também, uma discussão com relação ao tamanho do Estado que deve ser suportado pela carga tributária. O Brasil precisa de competitividade e segurança jurídica para desenvolver a sua economia e gerar riquezas, especialmente neste momento de crise, sendo indispensável uma reforma tributária ampla para colocar o país em condições de igualdade com os seus pares nos mercados internacionais”, pontuou.

Quanto ao imposto sobre o valor agregado, que vem sendo anunciado como proposta, Napoleão explica que ele é utilizado com sucesso em muitos países, sendo importante do ponto de vista da simplificação e transparência da tributação para o cidadão. “Na forma como é hoje, o cidadão, e até mesmo os especialistas, tem dificuldade para identificar a carga tributária total de um produto, o que prejudica a cidadania fiscal”, avalia.

Segundo ele, espera-se que as mudanças possam gerar avanços, como redução do contencioso, da diversidade de legislações e alíquotas, obrigações tributárias acessórias, a eliminação da guerra fiscal entre estados, além do fim do regime de substituição tributária, dentre outros problemas enfrentados atualmente. “Espera-se que se alcance mais segurança jurídica, simplicidade e facilidade de identificar a tributação para o contribuinte”.

O sistema tributário brasileiro é considerado muito complexo por investidores internacionais. Nessa etapa, a intenção do governo é unificar os dois tributos federais sobre o consumo, PIS e Cofins, criando o IVA federal. Porém, outras propostas devem ser apresentadas nas próximas etapas, prevendo mudanças no Imposto Sobre Produtos Industriais (IPI) e no Imposto de Renda; o retorno da taxação sobre a distribuição de lucros e dividendos e criação de um tributo sobre o comércio e os pagamentos em meio eletrônico, similar à extinta CPMF para desonerar a folha de pagamentos.

O advogado tributarista Napoleão Nicolau explica que existem diversas preocupações envolvendo possíveis mudanças no sistema tributário. Ele cita o exemplo das empresas prestadoras de serviço que, na forma apresentada, teriam aumento relevante na sua tributação, pois grande parte do seu custo é com mão de obra. “Os serviços, em si, acabariam mais caros para a população. Questiona-se ainda como ficaria a situação do Simples Nacional, seria mantido o regime diferenciado de tributação para as pequenas empresas?”, questiona.

Outra dúvida que também gera preocupação é em relação ao período de transição que será adotado e a forma como será feito, com a concomitância ou não dos dois sistemas por um período. “Questiona-se, ainda, o foco da tributação no consumo, com alíquotas únicas elevadas para bens e serviços de forma a manter a arrecadação em níveis atuais, violando os princípios da capacidade contributiva. Deveríamos discutir a tributação sobre renda e bens juntamente com a tributação do consumo”.

Presidente do Conselho de Jovens Empresários (Conjove), da Associação Comercial do Pará, João Marcelo Santos diz que alguns pontos que vêm sendo propostos são interessantes, como a unificação da tributação sobre bens e serviços em um imposto só, o IVA, como já é feito na maioria dos países. No Brasil, há quatro tipo de tributos para bens e serviços, dois federais, PIS e Cofins, o ICMS, que é estadual, e um municipal, o ISS. “É uma excelente ideia (unificação dos tributos), mas vai depender muito de qual alíquota que eles vão usar para mudar esse tipo de tributo e isso a gente não sabe. Outra ideia é em relação aos impostos na folha de pagamento. O empresário é muito taxado por gerar emprego. O cenário urge por uma reforma tributária, mas a gente precisa ainda estudar mais essas propostas e ver qual o melhor caminho”, enfatiza.

Para ele, é preciso garantir melhores condições para o empresário empreender.  “Porque o empresário forte vai estar gerando emprego, girando a economia, dando mais condições de venda e consumo para a população e consequentemente o estado vai conseguir arrecadar”.

João Marcelo Santos observa que o brasileiro precisa trabalhar 153 dias, ao longo do ano, só para pagar impostos. “Quer dizer que cinco meses do ano a gente trabalha só pra pagar tributo e o pior de tudo, a gente não vê o retorno disso pra população. O Conjove trabalha muito no feirão do imposto essa conscientização da população. A gente não tem escolas públicas de qualidade, atendimento de saúde de qualidade, precisa de um plano de saúde, uma escola particular, equipamento de segurança na nossa casa, enfim, de várias coisas para ter uma vida de qualidade”, observa. “Vejo com bons olhos a redução dos impostos da folha de pagamento, a junção dos impostos, mas tudo vai depender da alíquota. Fora isso, focar mais em dar condições do empresário empreender porque aí, consequentemente, a arrecadação do Estado vai aumentar”, completou.

Por:Keila Ferreira

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Polícia monta força-tarefa para investigar fraude no auxílio emergencial

Caso confirmado, fraudadores podem responder por estelionato qualificado

A Polícia Federal criou força-tarefa para investigar casos suspeitos de fraude no auxílio emergencial de R$ 600. Inicialmente, a força-tarefa investiga servidores públicos e políticos de 44 municípios do interior de São Paulo. Mas, em breve, a operação deve se ampliar para mais estados.

Para a investigação, a ideia é fazer o cruzamento de dados do auxílio emergencial de R$ 600 com informações públicas. As prefeituras dos locais investigados devem apresentar relatórios com informações de seus servidores públicos, como CPF.

Os relatórios devem conter informações de servidores tanto ativos quanto aposentados, além de quem ocupa cargos de confiança, agentes políticos, funcionários temporários e cônjuges e filhos maiores de idade que são dependentes.

No caso de confirmação dos indícios de fraude, se os valores não forem devolvidos, essas pessoas terão que prestar esclarecimentos. Esses suspeitos podem responder por crime de estelionato qualificado.

No fim do mês passado, o Estadão publicou matéria sobre uma série de fraudes que ocorreram no auxílio emergencial de R$ 600. Essas fraudes significam prejuízo de mais de R$ 60 milhões. Falhas de segurança no aplicativo Caixa Tem, por exemplo, permitem que criminosos acessem as contas e utilizem o dinheiro. Esse valor seria capaz de pagar o auxílio emergencial de R$ 600 para mais 100 mil cidadãos.

De acordo com a Controladoria-Geral da União, há mais de 160 mil possíveis fraudes no programa. Entre quem fraudou há, por exemplo, proprietários de veículos de mais de R$ 60 mil, donos de embarcações e brasileiros que fizeram doações de mais de R$ 10 mil nas últimas eleições.

Por Natália Marinho Em 20/07/2020 às 15:14

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Covid-19 – Corte de energia elétrica,água e internet continuam proibidos no Pará

Cortes de serviços essenciais, como água e energia, continuam proibidos no Pará
O prazo encerraria no dia 15, mas foi prolongado por mais quinze dias

O corte de serviços essenciais, tais como fornecimento de energia elétrica, de água e o acesso à internet de planos residenciais, continua proibido pelo governo do Pará, conforme determinação no Decreto Estadual 800/2020, publicado com alterações em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE), nesta quarta-feira (15). O prazo encerraria no dia 15, mas foi prolongado por mais duas semanas, até o dia 31 de julho.

A medida faz parte do programa ‘Retoma Pará’, do governo estadual, que prevê a retomada segura e responsável de atividades não essenciais, de acordo com o sistema de bandeiramento das regiões. O decreto estadual traz o indicativo do Estado sobre o cenário epidemiológico de todas as oito regiões paraenses de regulação, levando em consideração estudos técnicos e científicos, além das taxas de contágio da doença e de ocupação de leitos destinados a pacientes em tratamento de covid-19.

Publicado por Jornal Folha do Progresso com informações da Agência Pará
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Gás fica quase 2% mais caro no primeiro semestre-no Pará é o sétimo mais caro do país

Em junho, o gás de cozinha estava sendo comercializado pelo valor médio de R$ 77,13 no Pará, variando entre R$ 65 e R$ 110(Foto:Reprodução) 

O botijão do gás de cozinha de 13 kg comercializado no Pará é o sétimo mais caro do país, na comparação com os outros Estados, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), que aponta alta de 1,84% no valor do produto vendido em território paraense, no primeiro semestre desse ano (janeiro a junho). Os dados se baseiam em informações da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

De acordo com o Dieese-PA, em junho deste ano, o gás de cozinha estava sendo comercializado pelo valor médio de R$ 77,13, no Pará, com preços variando entre R$ 65 e R$ 110, em todo o Estado. O reajuste em comparação a maio foi de 0,44%. Naquele mês, ele custava, em média R$ 76,79, no Estado. Em dezembro, o valor médio era de R$ 75,73. Na capital, Belém, o botijão custava, em média, no último mês, R$ 71,23 com os preços oscilando entre R$ 70 e R$ 82,00. O levantamento mostra uma pequena queda na comparação com maio, quando o preço médio era de R$ 71,32. Em dezembro, era R$ 69,65. Entre as cidades paraenses, o produto estava mais caro em Redenção, no último mês, sendo comercializado ao valor médio de R$ 91,00. Logo atrás vem Xinguara, onde o preço médio era de R$ 89,20. Em Altamira, o botijão do gás de cozinha custava, em média, R$ 87,87. Em Parauapebas e Itaituba, o preço médio era de R$ 87,93 e R$ 87,08, respectivamente.

O empresário Laureno Norat é dono de quatro revendedoras e afirma que o valor do botijão de gás tem sofrido constantes aumentos. Nesta quinta-feira (16), o Governo do Estado aumentou em mais dez centavos o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF). Em junho, a Petrobrás já havia aumentado o valor do produto vendido nas refinarias em 16,3%, alegando o realinhamento de preços, de acordo com Norat. “Nós temos que repassar (aos consumidores), senão a gente quebra. Nós não estamos nem ganhando, porque a gente está repassando ao consumidor menos do que deveria. Esses dez centavos, por exemplo, nós que arcamos”.Por causa de fatores como esse, o botijão de gás de 13 kg, que as revendedoras do empresário comercializavam, e maio, a R$ 72, na portaria, e R$ 75, para entrega, atualmente, está sendo vendido a R$ 75, na portaria, e R$ 80 para entrega.“Nós estamos numa pandemia dessa, o Governo Federal não está dando ajuda pra gente. Quero ver quando os revendedores de gás vão quebrar, porque a tendência é essa. Na minha opinião, o gás é o produto mais essencial que o brasileiro tem hoje”, enfatizou, avaliando que a queda nas suas revendedoras chega a 70%. “Depois dessas altas, nós tivemos queda, até porque eu acredito que não tenha dinheiro no mercado para comprar gás. As pessoas estão passando por dificuldade financeira. Eu acho que a situação vai piorar mais ainda”, declarou.

Por: Keila Ferreira/O Liberal
17.07.20 7h15
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Caixa começa a pagar hoje abono salarial para nascidos em julho

Mais de R$ 573 milhões serão pagos a 741 mil trabalhadores (Foto:Fábio Costa / O Liberal)

A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta quinta-feira (16) o abono salarial 2020/2021 para os trabalhadores nascidos no mês de julho que ainda não receberam o valor em conta. Têm direito de receber 741.586 trabalhadores, e o valor total pago será de de R$ 573,3 milhões.

Os valores para cada trabalhador variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com o número de meses trabalhados durante o ano-base 2019. O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021. Em todo o calendário, serão disponibilizados R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões trabalhadores.

Os valores podem ser sacados com o cartão do cidadão e a senha nas agências, em terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui. Conforme o banco, neste calendário, já foram contempladas pessoas nascidos entre julho e dezembro que são titulares de contas individuais na Caixa. Esses trabalhadores receberam o crédito automático no dia 30 de junho.

A antecipação do início do calendário, que nos anos anteriores ocorreu no fim de julho, foi adotada para diminuir os efeitos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus. O crédito antecipado do abono salarial foi feito para quase 6 milhões de trabalhadores, no total de R$ 4,6 bilhões.

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

Recebem o abono salarial trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e recebem o benefício no Banco do Brasil.

Por:Agência Brasil

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