Preço do feijão no Pará sofre reajuste de mais de 50% no primeiro semestre de 2020, aponta Dieese

Preço do feijão no Pará sofre reajuste de mais de 50% no primeiro semestre de 2020, aponta Dieese — Foto: globo reporter

Segundo o levantamento, de janeiro a julho deste ano, o produto ficou, em média R$ 2,50 mais caro.

O preço do feijão comercializado no Pará aumentou 53% nos primeiros seis meses de 2020, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo o levantamento, de janeiro a julho deste ano, o produto ficou, em média R$ 2,50 mais caro. Com o reajuste, o feijão consumido pelos paraenses é o quinto mais caro do país.

De acordo com o levantamento do Dieese, o preço médio do feijão comercializado em supermercados de Belém foi de R$ 8,40. Esse valor é mais de 50% maior do que o preço do produto comercializado em janeiro de 2020, que alcançou R$ 5,49.

Ainda segundo o estudo, o feijão vem apresentando reajustes consecutivos há mais de um ano. Comparando o preço do feijão comercializado neste mês (R8,40) com o vendido no mesmo período de 2019 (R$ 4,50), o Dieese constatou uma alta de quase R$ 4 no valor final do produto. Em 12 meses, isso representa um reajuste de 86% no preço final.

Quinto mais caro do Brasil

De acordo com o Balanço Nacional da Cesta Básica, efetuado pelo DIEESE, o feijão comercializado no Pará foi o quinto mais caro do Brasil. O Ranking Nacional da trajetória mostra também que o produto registrou altas em todas as regiões do país. Quem lidera a lista do feijão mais caro são os estados do Mato Grosso do Sul, Paraíba e Recife.

Por G1 PA — Belém

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Bolsonaro veta preferência a mãe solteira para receber auxílio

Veto do presidente Bolsonaro pode ser derrubado pelo Legislativo (Foto:Thiago Gomes / O Liberal)

Presidente alega não haver estimativa de impacto orçamentário e financeiro

O projeto de lei, de autoria de parlamentares do PSOL, que dava preferência a mães solteiras para receber o auxílio de R$ 1.200 foi vetado integralmente pelo presidente Jair Bolsonaro. O projeto estendia a pais solteiros a possibilidade de recebimento de duas parcelas do auxílio emergencial de R$ 600.

O texto previa que, quando pai e mãe não formassem uma única família, e os dois pedissem auxílio com duplicidade na indicação dos dependentes, o cadastro feito pela mãe seria o beneficiado.

A justificativa do governo para o veto, publicada no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (29), afirma que “em que pese a boa intenção do legislador em estender o auxílio emergencial para as famílias monoparentais, cujo pai é o provedor”, a proposta não apresenta estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

Além disso, o Executivo alega que não haveria como, no processamento de dados que geram a folha de pagamento do auxílio emergencial, saber quem possui efetivamente a guarda da criança.

O veto pode ser derrubado pelo Legislativo em uma sessão que ainda precisa ser convocada pelo presidente do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A ajuda aprovada, em março, destinou-se somente a mães solteiras. Em abril, esse auxílio foi ampliado para pais chefes de família. Esse dispositivo foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro após tentativas de fraudes, quando pais tentaram incluir o CPF dos filhos nos seus cadastros, mesmo sem ter a guarda ou sem que fossem responsáveis principais pela criação.

Na época do primeiro veto, o presidente argumentou que a proposta, “ao ampliar o valor do benefício para as famílias monoparentais masculinas, ofende o interesse público por não se prever mecanismos de proteção às mães-solo, que se constituem a grande maioria das famílias monoparentais, em face de pleitos indevidos, e atualmente recorrentes, realizados por ex-parceiros que se autodeclaram provedores de família monoparental de forma fraudulenta, cadastram o CPF do filho, e impedem, por consequência, a mulher desamparada de ter acesso ao benefício”.

Por:Redação Integrada com informações da Folha

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Em sete meses, empreendedores da Amazônia receberam do BASA mais de R$ 1,32 bilhão em capital de giro

(Foto:Reprodução) – Com a pandemia do COVID-19, muitos empreendimentos foram obrigados a ficar fechados por longos períodos. Sem vendas em quantidade suficiente, muitas empresas se encontraram sem dinheiro para pagar despesas como condomínio, aluguel e salários de empregados.

Nesta hora, muitos empreendedores sentiram a necessidade de adquirir capital de giro para honrar essas cobranças. Somente de janeiro até a primeira metade de julho de 2020, o Banco da Amazônia (BASA) liberou, por meio das suas linhas de capital de giro, R$ 1,32 bilhão para pessoas físicas (PF) e jurídicas (PJ) nos nove estados da Amazônia Legal.

De acordo com a área de Controle de Operações do BASA, as contratações têm o montante de R$ 1,36 bilhão para PF e PJ de todos os portes, com o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e recursos próprios da instituição financeira.

Dos estados amazônicos, o que mais se destacou, dentre as empresas, foi o Pará com 1941 contratos realizados, totalizando R$ 537,94 milhões. Em segundo lugar, encontra-se o estado de Rondônia, com 930 contratos efetivados, somando R$ 202,50 milhões contratados.

Um dos beneficiados foi o empresário Nelson Mendes, que possui uma empresa em Belém-PA de produção audiovisual e cinematográfica. Ele adquiriu uma das linhas de capital de giro do BASA, para arcar um futuro próximo menos danoso, com chance de investir em alguma possibilidade de faturamento futuro. “A linha de crédito chegou no momento certo, foi e está sendo importante para a vida da empresa”, comentou Nelson.

O empresário afirma que o segmento de audiovisual é uma atividade muito dependente da atuação presencial e, com as medidas de isolamento social, a empresa dele quase parou por completo. “Não estávamos preparados para uma interrupção tão brusca. Da noite para o dia, vimos parar quase toda possibilidade de faturamento a curtíssimo, a curto e até a médio prazo”, revelou. Segundo Nelson, algumas medidas, além do capital adquirido, estão contribuindo para a empresa superar este momento como folha de pagamento enxuta, adoção do modelo de contratação por serviço prestado e redimensionamento dos gastos gerais, “embora com investimento na atualização de equipamentos e suportes, para fazer frente ao constante avanço no segmento ao qual pertencemos”, finalizou.

De acordo com o superintendente regional do BASA no Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, o recurso do capital de giro é importante para dar fôlego às empresas, principalmente, neste momento da pandemia no qual muitas ficaram com as atividades suspensas ou reduzidas. “Os recursos garantiram a compra de insumos, pagamento de funcionários, fornecedores e de outras despesas. Mesmo com a redução do atendimento presencial, mas através das nossas plataformas digitais, aplicativos, site institucional, conseguimos atender com o capital de giro, independentemente do porte”. Segundo Edmar, praticamente todos os setores – comércio, indústria e serviços, tiveram atendimento do capital de giro para que pudesse ser um oxigênio muito importante agora no processo de retomada da economia regional.

Linhas disponíveis para capital de giro

Os micro e pequenos empresários podem acessar as linhas de crédito para capital de giro, que é uma modalidade de crédito com pagamentos mensais com parcelas pré-fixadas ou pós-fixadas, que podem ter até 60 meses para pagamento, conforme a linha ou o porte do cliente.

Durante a pandemia do COVID-19, o BASA criou uma linha especial de empréstimo para capital de giro, com prazo de até 48 meses e carência de quatro meses. As taxas cobradas são a partir de 0,45% ao mês.

Mais informações, podem ser obtidas pelo whatsapp (91) 4008-3785 e site www.bancoamazonia.com.br.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Fonte:Ascom/ Banco da Amazônia

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Auxílio Emergencial: Caixa paga 4ª parcela a 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família com NIS final 7 nesta terça

(Bolsa Família, Parcela 4 — Foto: Economia G1) – Para os demais trabalhadores, quarta parcela começou a ser paga na última quarta-feira (22).

A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta terça-feira (27) a quarta parcela do Auxílio Emergencial para 1,9 milhão beneficiários do Bolsa Família qualificados no programa, cujo número do NIS termina em 7. Os pagamentos para esse grupo são feitos da mesma forma que o Bolsa.

Veja o calendário:
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Demais trabalhadores

Para os demais beneficiários do Auxílio Emergencial, a quarta parcela começou a ser paga na última quarta-feira (22). A data é para aqueles que estão no Cadastro Único, e para os inscritos por meio do aplicativo e do site que receberam a primeira parcela até 30 de abril.

Os demais aprovados também receberam a partir de 22 de julho: aprovados no segundo lote receberam a terceira parcela; aprovados no terceiro e quarto lotes receberam a segunda; e novos aprovados receberam o primeiro pagamento.

O calendário de pagamentos deste ciclo segue o mês do aniversário do beneficiário, e o calendário segue até 26 de agosto. Veja o calendário completo.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Por G1

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Governo disponibiliza 109 imóveis para venda via internet

(Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil) – Bens estão avaliados em cerca de R$ 100 milhões

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) disponibiliza, a partir de hoje (27), alguns dos imóveis que, por meio de concorrência pública, serão vendidos via internet. Fazem parte dessa primeira lista 109 dos 907 imóveis que estão na “esteira de vendas” do governo federal.

Segundo o governo, os 109 imóveis desta primeira leva, localizados em sete estados, estão avaliados em cerca de R$ 100 milhões.

De acordo com o secretário de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Fernando Bispo, a expectativa de arrecadação com os 907 imóveis – prédios, lojas, terrenos, salas e apartamentos vagos ou sem uso – é de R$ 1,7 bilhão, caso sejam colocados à venda.

Na avaliação da SPU, imóveis que não estão sendo utilizados na prestação de serviços públicos acabam gerando custos para a administração. “Muitos desses imóveis federais são alvo de invasões, depredações e alguns ainda têm risco iminente de colapso, colocando em risco a vida de pessoas. Esses bens, quando adquiridos por particulares, trazem uma excelente oportunidade de desenvolvimento das economias dos municípios”, argumentou, em nota, o secretário.

Um dos leilões mais aguardados nesse novo formato é o do edifício A Noite, no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1929, o prédio, de 22 andares e 102 metros de altura, tem projeto do arquiteto francês Joseph Gire, também criador do Hotel Copacabana Palace, e do brasileiro Elisário Bahiana. Foi o primeiro arranha-céu da América Latina e primeiro mirante do Rio de Janeiro, e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2013.

Edifício A Noite

O valor estimado da venda do edifício A Noite é de R$ 90 milhões. O edifício também abrigou a pioneira Rádio Nacional desde a sua criação, em 1936, e foi ocupado durante décadas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

De acordo com a nova lei que flexibiliza a venda de bens públicos, o valor dos imóveis poderá ser reduzido em até 25% do valor inicial de oferta se houver necessidade de um segundo leilão. No caso de um imóvel ter sido ofertado duas vezes em leilões poderá ser vendido diretamente, com intermediação de corretores de imóveis, mantendo-se o desconto.

A participação no leilão é feita pelo Portal de Imóveis da União. Na página, os bens podem ser filtrados por valor ou pela localização por estado ou município. Há, ainda, a avaliação, identificação do respectivo edital e mapa com localização.

Para participar da concorrência pública, o interessado deverá fazer o credenciamento prévio no portal Gov.br, criando login com nome e senha. Depois disso, basta apresentar a proposta, que deve ser igual ou superior ao preço de avaliação do imóvel. A partir de então, o interessado se torna um licitante e passa a receber informações de como proceder durante concorrência virtual. Para ser habilitado, deverá ser feita uma caução correspondente a 5% do valor de avaliação da propriedade.

No caso de pessoa jurídica, serão desclassificadas aquelas que não tenham certidão Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União; estejam com CNPJ inaptos, suspensos, nulos ou baixados; e possuam sanção que impeça a participação em licitações ou a contratação com o Poder Público.

Por:Agência Brasil

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Caixa credita saque emergencial do FGTS para nascidos em maio

Dinheiro só poderá ser sacado a partir de 19 de setembro – (Foto:Reprodução)

Os trabalhadores nascidos em maio começam a receber hoje (27) o crédito do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045. O pagamento será feito por meio da conta poupança digital da Caixa Econômica Federal.

Instituído pela Medida Provisória 946, o saque emergencial do FGTS pretende ajudar os trabalhadores afetados pela pandemia do novo coronavírus. Ao todo, o governo pretende injetar R$ 37,8 bilhões na economia, beneficiando cerca de 60 milhões de trabalhadores.

O valor do saque é de até R$ 1.045, considerando a soma dos valores de todas contas ativas ou inativas com saldo no FGTS. Cada trabalhador tem direito a receber até um salário mínimo (R$ 1.045) de todas as contas ativas e inativas do fundo.

Nesta fase, o dinheiro poderá ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem. A ferramenta permite o pagamento de boletos (água, luz, telefone), compras com cartão de débito virtual em sites e compras com código QR (versão avançada de código de barras) em maquininhas de cartão de lojas parceiras, com débito instantâneo do saldo da poupança digital.

Liberação para saque

O dinheiro só será liberado para saque ou transferência para outra conta bancária a partir de 19 de setembro, para os trabalhadores nascidos em maio. O calendário de crédito na conta poupança digital e de saques foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador.

Até agora, a Caixa creditou o saque emergencial do FGTS para os trabalhadores nascidos de janeiro a abril. Os beneficiários nascidos em janeiro tiveram o dinheiro liberado para saque no último sábado (25).

O pagamento está sendo realizado conforme calendário a seguir:

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Divulgação Agência Brasil

Orientações

A Caixa orienta os trabalhadores a verificar o valor do saque e a data do crédito nos canais de atendimento eletrônico do banco: aplicativo FGTS, site fgts.caixa.gov.br e telefone 111 (opção 2). Caso o trabalhador tenha direito ao saque emergencial, mas não teve a conta poupança digital aberta automaticamente, deverá acessar o aplicativo FGTS para complementar os dados e receber o dinheiro.

O banco alerta que não envia mensagens com pedido de senhas, dados ou informações pessoais. Também não envia links nem pede confirmação de dispositivo ou acesso à conta por e-mail, SMS ou whatsApp.

Cancelamento do crédito automático

O trabalhador poderá indicar que não deseja receber o saque emergencial do FGTS até 10 dias antes do início do seu calendário de crédito na conta poupança social digital, para que sua conta do FGTS não seja debitada.

Caso o crédito dos valores tenha sido feito na poupança social digital do trabalhador e essa conta não seja movimentada até 30 de novembro de 2020, os valores corrigidos serão retornados à conta do FGTS.

Por:Agência Brasil

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Caixa paga nesta sexta, 24, auxílio emergencial a 5,4 milhões de beneficiários

Esse é o primeiro ciclo de pagamentos que envolve outras parcelas (Foto:Divulgação)

pagamentos vão para beneficiários do Bolsa Família e aos que fazem aniversário em fevereiro

A Caixa Econômica Federal libera nesta sexta-feira (24) o pagamento do auxílio emergencial para 5,4 milhões de beneficiários. A parcela de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil (mães solteiras) será paga a 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família com NIS (Número de Identificação Social) final 5. Também recebem nesta sexta-feira, pela poupança social da Caixa, 3,5 milhões de beneficiários nascidos em fevereiro.

O auxílio emergencial foi criado pelo governo federal para tentar reduzir os efeitos negativos na economia causados pelo novo coronavírus (covid-19). O benefício é destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos, desempregados e famílias integrantes do programa Bolsa Família.

O pagamento para os integrantes do Bolsa Família segue o calendário habitual do programa. Já para os demais, o crédito na poupança social da Caixa e a liberação para saques e transferências foram organizados por ciclos, de acordo com o mês de nascimento do beneficiário.

Bolsa Família

O pagamento da quarta parcela para beneficiários do Bolsa Família começou na última segunda-feira (20). Ao todo, 19,2 milhões de brasileiros cadastrados no programa vão receber o pagamento até 31 de julho.

A liberação dos recursos segue o calendário habitual do Bolsa Família para todos os integrantes do programa, conforme o último número do NIS de cada beneficiário.

Na segunda-feira (20), foi a vez dos beneficiários com NIS final 1. Na terça-feira, receberam os de NIS final 2 e assim por diante, exceto final de semana, até o NIS final 0 no dia 31 deste mês.

Poupança social

A primeira parcela será paga para aqueles que fizeram o cadastro entre os dias 17 de junho e 2 de junho. Para os nascidos em janeiro, o crédito na conta foi liberado no último dia 22.

Hoje é a vez dos nascidos em fevereiro. Quem nasceu em março, recebe no dia 29 de julho; em abril, 31 de julho; em maio, 5 de agosto; em junho, 7 de agosto; em julho, 12 de agosto; em agosto, 14 de agosto; em setembro, 17 de agosto; em outubro, 19 de agosto; em novembro, 21 de agosto; e em dezembro, 26 de agosto. O saque em dinheiro será entre os dias 25 de julho e 17 de setembro.

Esse é o primeiro ciclo de pagamentos que envolve outras parcelas. Também recebem hoje os beneficiários nascidos em fevereiro que tenham recebido a primeira parcela em abril de 2020. Nesse caso, será feito o crédito da quarta parcela.

Os beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em maio de 2020 receberão o crédito da terceira parcela em poupança social digital seguindo o mesmo cronograma.

Esse cronograma também é válido para os beneficiários que receberam a primeira parcela em junho de 2020 ou até 4 de julho de 2020. Nesse caso, será feito o crédito da segunda parcela.

Agência Brasil

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Financiamento emergencial do Banco da Amazônia ajuda produtores locais na pandemia

(Foto:Wagner Santana/Arquivo) –  Com o cenário de uma pandemia no mundo inteiro e que traz incertezas para os produtores locais, o Banco da Amazônia criou em abril deste ano o FNO Emergencial, que já financiou R$ 172,02 milhões na Região Norte.

Criado para dar sustentação aos negócios regionais nesta época de pandemia e crise, em que diversos estabelecimentos tiveram que suspender as atividades, o recurso tem o diferencial para evitar uma crise nos negócios.

“Temos um longo relacionamento com o Banco da Amazônia, sempre solícito e parceiro em momentos chaves de nosso negócio, como reformas, suporte para capital de giro e mais”, afirma Eduardo Yamamoto, que desde 2006 é franqueado de uma loja nacional de roupas em um shopping de Belém. “Com o fechamento das lojas em 20 de março, a gente teve um grande problema de fluxo de caixa. Estávamos nos preparando para o 2° trimestre de 2020, momento de reaquecimento da economia. Contratamos mais pessoas, compramos mais produtos, e fomos pegos no contrapé com o fechamento das lojas”.

Os recursos do FNO Emergencial foram destinados principalmente às empresas de pequeno porte, que representam 79,31% das operações. Ou seja, do volume total investido, mais de R$ 133,80 milhões foram para negócios com faturamento de até R$ 4,8 milhões, incluindo, ainda, pessoas físicas que desempenham atividades produtivas de maneira informal, enquadradas no Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), cooperativas e microempreendedores individuais (MEI). O FNO Emergencial já efetivou o total de 2.194 operações. Dessas, 1.611 foram para o fomento de atividades do comércio (73,43%), com R$ 127,85 milhões investidos no setor.

A maior parte dos recursos serviu ao financiamento de capital de giro, demonstrando, com isso, que os empreendedores tomaram o crédito para resolver problemas emergenciais à manutenção do próprio negócio.

“Com o fechamento das lojas, a gente se viu com aluguel, condomínio, pagamento de fornecedores, folha, prestadores de serviço… Todas as despesas que a gente tem, independente do funcionamento ou não da loja. Alguns conseguimos a suspensão, mas a maioria tivemos que arcar sem o cancelamento”, continua Eduardo. “Pandemia veio nos forçar a buscar inovação. Vimos a necessidade do mercado on-line, atendimento via WhatsApp, redes sociais. Um projeto que estava engatinhando e teve que correr, pois era a única geração de renda e vendas para a empresa.

“Esse empréstimo emergencial, além de sanar um problema de fluxo de caixa, serviu como base para a gente dar esse próximo passo na venda on-line. Hoje, inclusive, aumentamos nosso quadro, com um motoboy próprio, e contratamos uma terceirizada para divulgar esse canal digital da marca. A verba não apenas sanou um problema de passivo, como nos permitiu dar um passo adiante”, explica Yamamoto.

Empreendedores do Pará, Rondônia e Tocantins foram os que mais contrataram o FNO Emergencial. Nesses três estados foram feitas 683, 463 e 380 operações, mobilizando um total de R$ 54,1 milhões, 35,7 milhões e R$ 28,4 milhões, respectivamente. No Amazonas, houve 304 financiamentos, no total de R$ 24,90 milhões. No Acre, foram 257 operações, com um volume total de R$ 21,39 milhões. E em no Amapá e Roraima, foram feitas 54 e 53 operações, com volumes totais de R$ 4 milhões e 3,3 milhões.

“Como somos franqueados de uma marca nacional, ao nos comunicarmos com outros franqueados, vimos o privilégio que é ter o Banco da Amazônia, que é um parceiro em desenvolvimento regional, do pequeno empresário. Em outros Estados não existem bancos de desenvolvimento tão próximos, ágeis e solícitos ao qual o pequeno empresário regional precisa”, completa Eduardo.

LIMITE DE CRÉDITO, PRAZOS E CARÊNCIA

O Banco da Amazônia destinou R$ 2 bilhões para financiamentos por meio do FNO Emergencial. Para quem precisa investir, o limite de crédito é de até R$200 mil. Já para capital de giro, o financiamento é de até R$100 mil. Para o MEI, o valor para financiamento é de até R$ 20 mil e, para capital de giro, de até R$ 5 mil. As microempresas podem financiar até R$ 40 mil.

O prazo de financiamento para investimento é de até 12 anos, incluída a carência que se estende até 31 de dezembro de 2020, ou seja, o tomador só começa a pagar a partir de janeiro de 2021. Para capital de giro, o prazo é de até 24 meses, também com carência até o último dia deste ano e início de pagamento para janeiro do ano vindouro. Os encargos financeiros ofertados pelo Basa são muito competitivos, sendo a taxa efetiva de juros de 2,5% ao ano. Quanto às garantias, essas serão pedidas conforme a avaliação do crédito a ser concedido. Para acessar os recursos, basta acessar o site.

Por: Diário Online

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Receita libera hoje consulta ao 3º lote de restituição do IRPF

O crédito bancário para 3.985.007 contribuintes será realizado na próxima sexta-feira (Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil)

A Receita Federal abre nesta sexta-feira (24), às 9 horas, a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2020. O crédito bancário para 3.985.007 contribuintes será realizado na próxima sexta-feira (31) totalizando R$ 5,7 bilhões.

Desse total, R$ 2.056.423.308,19 são para contribuintes que têm prioridade legal de recebimento: 88.420 contribuintes idosos acima de 80 anos, 646.111 contribuintes entre 60 e 79 anos, 47.170 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 346.793 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Foram contemplados ainda 2.856.513 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 28 de março.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet. Na consulta à página da Receita, no Portal e-CAC, é possível acessar o serviço Meu Imposto de Renda e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no Portal e-CAC, no serviço Meu Imposto de Renda.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em nome do contribuinte, em qualquer banco.

Por:Agênicia Brasil

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Reajuste de 5% no preço do botijão de gás vale a partir desta quinta

Pesquisa do Dieese mostrou que houve alta de 0,44% em junho e de 1,84% no semestre (Foto:Ivan Duarte/O Liberal)

Entraram em vigor, nesta quinta-feira (23), os novos preços do botijão de gás de cozinha, válidos em todo o país, após anúncio do reajuste de 5% nas refinarias feito na quarta (22) pela Petrobras.

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o gás teve uma alta de 0,44% no preço médio verificado em junho no Pará, em comparação com o mês de maio. Já no acumulado do primeiro semestre deste ano, entre janeiro e junho, o produto apresentou reajuste médio de 1,84%.

A pesquisa mostrou que o botijão de gás de cozinha de 13 quilos foi vendido a cerca de R$ 77,13 no Pará no mês passado, com os preços variando entre R$ 65 e R$ 110, dependendo do local. No mês de maio, o produto foi comercializado a, aproximadamente, R$ 76,79 no Estado, sendo que o menor preço era de R$ 65  e o maior de R$ 108. Com isso, o Pará ficou em sexto lugar na lista dos Estados do Norte que vendem o gás mais caro, e o sétimo mais caro do país.

Segundo as análises do Dieese, a tendência para o mês de julho, com o novo reajuste da Petrobras, é de alta no preço do botijão de gás. Em termos de impacto, até o mês passado, quem ganhava até um salário mínimo (atualmente R$ 1.045) e gastava cerca de R$ 77,13 no consumo de um botijão por mês, tinha impacto de 7,38% no ganho salarial, número que deve ser maior neste mês, de acordo com o órgão.

Por:Redação Integrada

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