MEC pode ter R$ 4,2 bi a menos em 2021; federais perderiam R$ 1 bi

As instituições de ensino veem situação “insustentável” e a impossibilidade de cumprir suas atividades no ano que vem – (Foto:Reprodução/MEC)

O Ministério da Educação (MEC) poderá ter redução de 18,2% no orçamento para despesas discricionárias (não obrigatórias) no ano que vem. O porcentual representa aproximadamente R$ 4,2 bilhões a menos para a pasta. O corte afetará as universidades federais, que devem perder R$ 1 bilhão. As instituições de ensino veem situação “insustentável” e a impossibilidade de cumprir suas atividades no ano que vem. A previsão de queda no orçamento ocorre em um momento em que as instituições de ensino superior estão fechadas para conter a disseminação do novo coronavírus e enfrentam dificuldades para manter as aulas a distância e alunos de baixa renda.

Para as universidades federais, o porcentual de queda no orçamento deverá ser o mesmo do MEC, de 18,2%. As verbas discricionárias são aquelas usadas, por exemplo, para o pagamento de terceirizados, contas de água e luz e para manter os programas de assistência estudantil.

Com o corte, a previsão da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) é de R$ 185 milhões a menos para o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que oferece assistência à moradia estudantil, alimentação e transporte. O orçamento do PNAES é de R$ 1 bilhão.

Os valores para a pasta no ano que vem constam de documento do Ministério da Economia. Um projeto de lei orçamentária anual ainda deverá ser encaminhado ao Congresso Nacional – e dirigentes das universidades federais já se articulam para reverter as previsões.

Para o presidente da Andifes, Edward Madureira Brasil, causa apreensão a proposta de redução. “(Os cortes) podem levar à interrupção de serviços essenciais para as universidades”, diz o reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG). “Recebemos essa notícia com muito desapontamento e preocupação.”

Nos últimos três anos, segundo a Andifes, não há reajuste no valor repassado às universidades e algumas já tinham dificuldades em arcar com todas as despesas. Agora, o retorno às aulas presenciais deve demandar uma série de adequações nos câmpus e a aquisição de equipamentos para aulas híbridas, uma vez que se entende que mesmo no ano que vem não será possível a volta integral.

As instituições já fazem levantamentos. A UFRJ, por exemplo, prevê que os gastos para a retomada, apenas para a limpeza, podem ser de 30% a 50% maiores. Reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, Paulo Afonso Burmann diz que “o setor que mais vai sofrer é a assistência estudantil”, que se tornará ainda mais necessária.

Nos últimos anos, vem aumentando o número de estudantes de baixa renda nas universidades federais, o que traz desafios às ações de permanência estudantil. O porcentual de estudantes pertencentes a famílias com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo saltou de 44,3% em 1996 para 66,2% em 2014, e alcançou o índice de 70,2% em 2018.

Por meio de nota, o MEC diz que deverá haver esforço na otimização dos recursos. “Em razão da crise econômica em consequência da pandemia do novo coronavírus, a Administração Pública terá de lidar com uma redução no orçamento para 2021, o que exigirá um esforço adicional na otimização dos recursos públicos e na priorização das despesas.”

A pasta também informa que liberou recursos adicionais para as universidades voltados a projetos de redução de despesas. Segundo a pasta, esses recursos totalizaram aproximadamente R$ 450 milhões.

Por:Agência Estado

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Petrobras eleva preços do diesel em 2% e da gasolina em 4%

Reajuste ocorre após os preços médios registrarem a 11ª semana de alta seguida nos postos brasileiros (Foto:REUTERS / Diego Vara)

A Petrobras aumentará os preços do diesel em 2% e os da gasolina em 4% a partir de quinta-feira em suas refinarias, informou a assessoria de imprensa da empresa após ser consultada nesta quarta-feira.

A elevação do diesel é o sexto movimento consecutivo de alta no valor do combustível mais consumido do Brasil, que tem avançado desde o final de maio, de acordo com dados compilados pela Reuters.

Já o novo reajuste da gasolina ocorre após uma redução de 4% realizada no final de julho, que havia sido antecedida por nove altas seguidas.

Com o movimento anunciado nesta quarta-feira, o preço médio do diesel nas refinarias da Petrobras deverá atingir 1,7336 real por litro, maior nível desde meados de março, quando o consumo de combustíveis passou a ser fortemente impactado pelas medidas de isolamento social relacionadas à pandemia de coronavírus.

Já o preço médio da gasolina, segundo os números da Reuters, deve chegar a 1,7213 real por litro.

No acumulado do ano, o valor do diesel ainda apura queda de 26%, enquanto o da gasolina tem baixa de cerca de 10%.

O reajuste acontece em momento em que as distribuidoras de combustíveis visualizam uma melhora no consumo, diante das flexibilizações das medidas de quarentena.

A Raízen Combustíveis, braço do grupo Cosan, estimou nesta semana que o setor deve recuperar o desempenho no segundo semestre, ficando em linha com os níveis verificados antes da crise causada pela pandemia.

Na terça-feira, ao divulgar seu balanço do segundo trimestre, a BR Distribuidora afirmou que “continua a observar uma gradual recuperação dos volumes vendidos, o que tem acompanhado a contínua retomada da circulação de pessoas”.

Ainda no fronte da demanda, pesquisas da associação NTC&Logística indicam que, ao final de julho, a demanda por transportes rodoviários de cargas no Brasil registrava desempenho superior ao visto em meados de março, também impulsionada pela flexibilização do isolamento.

Os preços médios da gasolina e diesel também têm avançado nos postos brasileiros, com 11 semana seguidas de alta, segundo dados da reguladora ANP na última sexta-feira.

A Petrobras defende que os preços dos combustíveis também acompanham a paridade de importação, que –entre outros fatores– é influenciado pelas cotações do petróleo no mercado internacional e do dólar.

O petróleo Brent tem sido negociado próximo à marca de 45 dólares por barril, distante das mínimas de cerca de 16 dólares vistas em abril. Já o dólar opera ao redor dos 5,45 reais, após máximas de cerca de 6 reais neste ano.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos, no entanto, não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.

Por:Reuters

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Caixa credita hoje auxílio emergencial para nascidos em julho

Os novos beneficiários recebem os créditos conforme o calendário do Ciclo 1 de acordo com o mês de nascimento (Foto:© Shutterstock)

A Caixa credita hoje (12) auxílio emergencial para quase 4 milhões de beneficiários nascidos em julho. São 3,9 milhões de pessoas nascidas em julho que já tinham a programação de receber nesta data.

Os demais, 98 mil, são os beneficiários nascidos em julho que tiveram o pedido liberado no início deste mês. Eles tiveram o cadastro reavaliado pela Dataprev após o pedido ter sido negado inicialmente ou o pagamento ter sido suspenso.

Os novos beneficiários recebem os créditos conforme o calendário do Ciclo 1 de acordo com o mês de nascimento.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19.

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo aplicativo é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

O crédito para os beneficiários nascidos em maio faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 13 de agosto.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.

22 de julho

(quarta-feira)

24 de julho

(sexta-feira)

29 de julho

(quarta-feira)

31 de julho

(sexta-feira)

5 de agosto

(quarta-feira)

7 de agosto

(sexta-feira)

Nascidos em janeiro

Nascidos em fevereiro

Nascidos em março

Nascidos em abril

Nascidos em maio

Nascidos em junho

12 de agosto

(quarta-feira)

14 de agosto

(sexta-feira)

17 de agosto

(segunda-feira)

19 de agosto

(quarta-feira)

21 de agosto

(sexta-feira)

26 de agosto

(quarta-feira)

Nascidos em julho

Nascidos em agosto

Nascidos em setembro

Nascidos em outubro

Nascidos em novembro

Nascidos em dezembro

25 de julho

(sábado)

1º de agosto

(sábado)

8 de agosto

(sábado)

13 de agosto

(quinta-feira)

22 de agosto

(sábado)

Nascidos em janeiro

Nascidos em fevereiro e março

Nascidos em abril

Nascidos em maio

Nascidos em junho

27 de agosto

(quinta-feira)

1º de setembro

(terça-feira)

5 de setembro

(sábado)

12 de setembro

(sábado)

17 de setembro

(quinta-feira)

Nascidos em julho

Nascidos em agosto

Nascidos em setembro

Nascidos em outubro e novembro

Nascidos em dezembro

Por: notícias Ao Minuto Brasil

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Governo envia Projeto de Lei para correção de salários dos servidores ativos e inativos

O anúncio foi feito nesta terça-feira, 11, pelo governador Helder Barbalho  (Foto:Bruno Cecim / Agência Pará)

O Governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) um Projeto de Lei que busca equiparar o salário base ao salário mínimo, contemplando os servidores civis ativos e inativos do Estado. Serão beneficiados 20.619 servidores civis ativos e cerca de 10.482 servidores da educação, além de 10.394 civis inativos e pensionistas.

Para o governador Helder Barbalho, “o funcionalismo público do Pará merece ter esse reconhecimento pelo trabalho que executa com total solicitude e competência. Além do mais, essa é uma dívida histórica que o governo tem com os servidores”. Com a correção, mais de 36 mil colaboradores terão esse direito assegurado, com o retroativo a janeiro de 2020.

A secretária de estado de Planejamento e Administração (Seplad), Hana Ghassan, destacou que, mesmo diante da crise causada pela pandemia, e seus impactos nas contas públicas, o governo considerou a importância da medida para a recomposição do vencimento básico do servidor, adequando-o ao valor do salário mínimo.

Por:Redação integrada (Com informações da Agência Pará)

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Trump ameaça retaliar Brasil por causa do etanol

Etanol americano é produzido do milho, cuja produção já é mais barata que o brasileiro, feito da cana-de-açúcar (Foto:Paulo Whitaker / Reuters)

Presidente norte-americano afirma que não está havendo reciprocidade

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na segunda-feira, 10, que pode impor tarifas a produtos brasileiros – sem especificar quais – se o governo de Jair Bolsonaro não reduzir as tarifas impostas pelo Brasil ao etanol importado dos EUA.

“No que diz respeito ao Brasil, se eles impõem tarifas, nós temos de ter uma equalização de tarifas. Vamos apresentar algo sobre tarifas e justiça, porque muitos países têm nos cobrado tarifas e nós não cobramos deles. É chamado reciprocidade. Você pode esperar algo sobre isso muito em breve”, disse Trump.

Ele foi questionado pela reportagem da emissora GloboNews se havia pedido ao embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, para fazer a articulação com o governo brasileiro para reduzir as tarifas impostas ao etanol.

O norte-americano disse que “não discutiu muito” o tema, mas “provavelmente em algum momento” fará isso. “Não queremos as pessoas impondo tarifa a nós, embora eu tenha uma relação muito boa com o presidente Bolsonaro. Ele está indo bem, ele se recuperou da covid-19, o que é ótimo, eu envio minhas saudações ”

Atualmente, há isenção para importação de até 750 milhões de litros de etanol dos EUA por ano, mas a partir daí a tarifa é de 20%. A cota já foi flexibilizada, mas a Embaixada dos EUA no Brasil tem feito apelos ao governo para derrubar as tarifas.

Chapman tem sido pressionado por parlamentares democratas americanos a respeito do tema, já que a mudança na cota do etanol pode ser explorada politicamente por Trump com os agricultores americanos do Meio-Oeste, base do eleitorado republicano.

Em uma manifestação após críticas de deputados democratas, o embaixador informou que em nenhum momento solicitou a autoridades brasileiras que tomassem medidas em apoio a Trump.

“Como diplomata de carreira, tive o prazer de servir ao governo dos EUA sob as administrações de ambos os partidos políticos”, afirmou o embaixador.

O etanol americano é produzido do milho, cuja produção já é mais barata que o brasileiro, feito da cana-de-açúcar, e ainda recebe subsídios. A pandemia reduziu a demanda e, consequentemente, os preços de gasolina e etanol.

O Brasil importou 810,92 milhões litros de etanol dos EUA neste ano. Os números vêm caindo desde 2017, quando as importações atingiram a marca de 1,8 bilhão.

A produção média de etanol nos EUA atingiu a marca de 931 mil barris por dia no início de julho. No ano passado, houve queda de 14% nas exportações de etanol ante 2018, a primeira desde 2015. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Agência Estado

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Federação de artesãos do Pará aponta que categoria deve perder R$ 8 milhões com mudanças no Círio 2020

Pesquisa do Dieese apontou que réplicas de cera trazidas por promesseiros nas procissões do Círio de Nazaré e Trasladação, em Belém,sofreram reajuste de até 45,45% neste ano. — Foto: Igor Mota/Amazônia Hoje

Pelo menos 8 mil artesãos serão afetados pelo cancelamento das procissões do Círio 2020. Segundo o Dieese, mais de 60 mil trabalhadores autônomos sofrerão os impactos da crise.

Um levantamento feito pela Federação das Associações e Cooperativas de Artesãos do Pará (Facapa) apontou que pelo menos 8 mil artesãos devem ser afetados pelas mudanças no formato do Círio 2020.

De acordo com o estudo, a categoria deve deixar de arrecadar cerca de R$ 8 milhões em vendas de produtos religiosos durante a quadra nazarena. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mais de 60 mil trabalhadores autônomos sofrerão os impactos causados pelo cancelamento das procissões.

Por conta da pandemia de Covid-19, a edição 228 do Círio de Nazaré, uma das maiores procissões religiosas do Brasil, não terá peregrinações com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré. A programação em novo formato consiste em missas fechadas para o público, transmitidas pela internet, e um passeio de helicóptero com a imagem de Nossa Senhora por hospitais de Belém.

De acordo com o Dieese, os impactos econômicos serão mais sentidos pela ausência de turistas durante o período. Um levantamento feito pelo departamento aponta que o Pará recebeu mais de 80 mil turistas de outros estados do Brasil durante o Círio 2019. Esses visitantes injetaram mais de R$ 120 milhões durante o mês de outubro.
Artesãos sofrem impacto financeiro com mudanças no Círio 2020

Artesãos sofrem impacto financeiro com mudanças no Círio 2020

“Estamos falando de mais de 60 mil pessoas, com uma infinidade de atividades, que vão desde a venda de fitas até o comércio de alimentos. Temos um complexo de pessoas que sobreviviam, ou tinham um acréscimo substancial de renda, devido as atividades desse período”, explica o técnico do Dieese Everson Costa.

Uma das atividades afetadas é a do artesanato. De acordo com a Facapa, pelo menos 30 mil artesãos vivem na região metropolitana de Belém. Cerca de 8 mil deles já sofrem os impactos do cancelamento das procissões do Círio.

“Nesse período do ano passado, eu já teria cerca de 60% das peças prontas para o Círio. Agora a gente produz, mas só por encomenda. A gente não tem mais aquela leva de peças pintadas, que sabíamos que o turista vinha comprar”, explicou a artesã Luziclara Brito, que vende peças religiosas durante o Círio.

Crise chega ao interior

cirio
A expectativa do evento é receber 30 mil visitantes e gerar R$ 300 mil em volume de negócios. — Foto: Ingrid Bico/G1

De acordo com a cooperativa de artesãos de Abaetetuba, no nordeste do Pará, muitos ateliês que trabalhavam na confecção de brinquedos de miriti para o Círio tiveram que parar as atividades devido a baixa procura. Segundo o presidente da cooperativa da região, muitos artesãos já mudaram de atividade devido a falta de retorno financeiro.

“Muitos profissionais da região voltaram para antigas atividades. Eles voltaram a ser feirantes, pedreiros, mototaxistas. Cerca de 25% dos artesãos aqui da região dependiam exclusivamente do artesanato para sobreviver”, conta o artesão Augusto Costa.

Por G1 PA — Belém

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Bradesco cria ‘ranking ambiental’ de empresas

Desafio é conseguir que proibição temporária de queimadas na floresta seja cumprida (Foto:Tamara Saré / Agência Pará)

Com R$ 520 bilhões sob gestão, a administradora de recursos do Bradesco tem 260 companhias dentro de seus fundos de investimentos

Segunda maior gestora de recursos privada do País, a Bradesco Asset Management (Bram) vai criar um ranking para identificar as empresas de seu portfólio que mais investem de acordo com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). Com R$ 520 bilhões sob gestão, a administradora de recursos do Bradesco tem 260 companhias dentro de seus fundos de investimentos.

“Da mesma forma que o investidor avalia o balanço da empresa e a qualidade de gestão, a gente tem de analisar se as empresas estão cumprindo com os três pilares ESG”, diz Renato Ejnisman, diretor executivo do banco Bradesco, responsável pela gestora, pelo private banking e pela área internacional da instituição financeira.

Ao longo deste semestre, a gestora está se estruturando para fazer a classificação das empresas, que receberão notas de zero a 100. “Desde 2007, fazíamos análise das empresas dentro desses critérios. Também somos signatários desde 2010 dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da ONU. Mas, a partir de agora, (o processo) será feito de maneira mais sistemática. O ranking será público”, disse o executivo.

A classificação vai ajudar a definir decisões de investimento. “Quem tem uma classificação melhor, tende a ter mais recurso. Mas o que gente quer é que as empresas saibam como o banco quer que elas sejam”, diz Ejnisman. Pela classificação atual da atual da gestora, as cinco empresas mais bem posicionadas para investir são Natura, Renner, B3, Bradesco e Itaú.

Entre as 260 empresas do portfólio da Bradesco Asset Management estão companhias de capital aberto e empresas que fazem emissão de dívidas. O Bradesco, por meio do braço de participações, o Bradespar, é investidor de grandes grupos, como a mineradora Vale.

“Hoje, os investidores, os acionistas do Bradesco e o mercado exigem muito mais do que desempenho financeiro de uma empresa”, afirma o executivo. Mas, ao contrário de alguns investidores e gestoras de recursos, a administradora de recursos do Bradesco não terá filtro negativo para empresas mal posicionadas no ranking. “Nossa postura é ser parceira da companhia para ela melhorar.”

Há quem adote postura mais dura. A gestora de recursos brasileira Fama, por exemplo, não investe em empresas como a Vale e Petrobrás. Na semana passada, a JBS foi excluída pelo fundo finlandês Nordea. A mineradora Vale não faz mais parte do portfólio do fundo soberano Norges Bank, da Noruega.

Com o Brasil sob o holofote por causa da alta das queimadas e do desmatamento, gestoras e bancos brasileiros estão estruturando fundos verdes. O Santander lançou recentemente um fundo ESG. XP Investimentos e o BTG Pactual também estão reforçando apostas para ampliar sua fatia na gestão de recursos dentro dos critérios ESG.

Como parte dessa nova postura, a Bram vai relançar dois fundos de investimentos. O primeiro, focado em renda fixa, era dedicado a grandes fundos institucionais. Agora será aberto a investidores de varejo, com aporte a partir de R$ 1 mil. O outro é de renda variável. “A gente terá mais liberdade para escolher as empresas que considera ter as melhores atuações.”

Por:Agência Estado

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Novos pagamentos do auxílio emergencial começam nesta quarta

Em julho, no Pará, foram injetados mais de R$ 1 bilhão na economia com o pagamento do benefício para pelo menos 935 mil pessoas (Foto:Marcello Casal JrAgência Brasil)

A partir desta quarta-feira (12), o governo federal passará a fazer novos pagamentos do auxílio emergencial aos trabalhadores informais, pessoas inscritas nos programas assistenciais e aos microempreendedores individuais (MEIs). Para se ter uma ideia do impacto econômico do recurso no Estado, em julho, no Pará, foram injetados mais de R$ 1 bilhão na economia com o pagamento deste benefício para pelo menos 935 mil pessoas.

Para este mês, o Ministério da Cidadania ainda não gerou a folha de pagamento com os dados atualizados. No entanto, estes valores, desde maio, estão sofrendo poucas alterações de um mês para outro.

O auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200 para mães solo, segue seu calendário esta semana com mais três pagamentos da primeira, segunda, terceira e quarta parcelas. O benefício, que é pago pela Caixa Econômica Federal (CEF) foi criado para mitigar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus no Brasil. Na quarta (12), serão feitas transferências aos beneficiários nascidos em julho. Eles terão o valor disponibilizado no Caixa Tem. Através deste aplicativo é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos, como por exemplo, água, luz, telefone.

Os nascidos no mês de maio que já tiveram o valor transferido para sua conta poupança digital na última semana, poderão, a partir desta quinta-feira (13), realizar o saque do dinheiro ou transferi-lo para contas de outros bancos, o que é feito automaticamente. Já na sexta-feira (dia 14), os nascidos em agosto também terão o auxílio depositado, mas só poderão sacar os recursos em 1º de setembro.

Segundo a Caixa, vale ressaltar que os pagamentos deste novo calendário envolvem as quatro primeiras parcelas do auxílio emergencial. De acordo com o cronograma divulgado pelo banco, quem recebeu a primeira parcela em abril receberá a quarta parcela; quem recebeu a primeira parcela em maio receberá a terceira; quem recebeu a primeira parcela em junho receberá a segunda; e quem ainda não recebeu a primeira parcela também receberá.

Contas bloqueadas

Também nesta semana, a Caixa dará continuidade à liberação de contas poupanças sociais digitais que foram bloqueadas por suspeitas de fraudes. Desta segunda até sexta-feira (dia 14), serão atendidos os nascidos em agosto, setembro e outubro. Basta que levem um documento de identidade a uma agência do banco. Os nascidos em novembro e dezembro somente deverão procurar a instituição financeira de 17 a 21 de agosto.Os que tiveram as contas suspensas apenas por inconsistências cadastrais podem resolver a pendência diretamente no aplicativo Caixa Tem.

– Confira abaixo o calendário de transferências e saques aos inscritos no CadÚnico e trabalhadores autônomos ou informais que se cadastraram para receber o auxílio emergencial pelo site ou aplicativo da Caixa.

Ciclo 1

Quem recebeu a primeira parcela em abril receberá a quarta parcela

Quem recebeu a primeira parcela em maio receberá a terceira parcela

Quem recebeu a primeira parcela em junho receberá a segunda parcela

Quem ainda não recebeu a primeira parcela receber.

Depósito do dinheiro

12 de agosto – nascidos em julho

14 de agosto – nascidos em agosto

17 de agosto – nascidos em setembro

19 de agosto – nascidos em outubro

21 de agosto – nascidos em novembro

26 de agosto – nascidos em dezembro

Liberação de saque e retirada

13 de agosto – nascidos em maio

22 de agosto – nascidos em junho

27 de agosto – nascidos em julho

1º de setembro – nascidos em agosto

5 de setembro – nascidos em setembro

12 de setembro – nascidos em outubro e novembro

17 de setembro – nascidos em dezembro

Ciclo 2

Quem recebeu o crédito da primeira parcela em abril de 2020 receberá a quinta parcela; a quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 receberá a quarta parcela; a quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 receberá a terceira parcela; a quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 receberá a segunda parcela.

Depósito do dinheiro

28 de agosto – nascidos em janeiro

2 de setembro – nascidos em fevereiro

4 de setembro – nascidos em março

9 de setembro – nascidos em abril

11 de setembro – nascidos em maio

16 de setembro – nascidos em junho

18 de setembro – nascidos em julho

23 de setembro – nascidos em agosto

25 de setembro – nascidos em setembro

28 de setembro – nascidos em outubro e novembro

30 de setembro – nascidos em dezembro

Liberação de saque e transferência

19 de setembro – nascidos em janeiro

22 de setembro – nascidos em fevereiro

29 de setembro – nascidos em março

1º de outubro – nascidos em abril

Por:Roberta Paraense

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Auxílio emergencial manteve economia ativa em municípios mais pobres

Verba traz impactos positivos para regiões Norte e Nordeste (Foto:Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Um estudo realizado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) mostrou que o auxílio emergencial de R$ 600 foi responsável por manter a economia ativa durante a pandemia em municípios de menor renda e Produto Interno Bruto (PIB) e alta vulnerabilidade.

Segundo um dos autores do estudo, as regiões Norte e Nordeste tiveram maior impacto com o recebimento do auxílio.

“Se for olhar o impacto sobre o PIB ou sobre a massa de rendimentos das famílias, tem vários municípios de estados do Norte e do Nordeste que se beneficiam bastante, como o Pará e o Maranhão. No estudo, a gente apresenta uma relação desses estados, onde tem [lugar] que o impacto sobre o PIB do estado chega a ser mais de 8% e, em nível de município, tem alguns que chega a ter impacto de 27%”, explicou o professor de economia da UFPE, Ecio Costa.

Ainda de acordo com o estudo, apesar de o estado de São Paulo ser o maior recebedor de recursos, em termos absolutos, quando comparado com o tamanho da sua economia e o impacto sobre o PIB, sua posição é de 25º. O estado mais beneficiado é o Maranhão, com algo em torno de 5% do seu PIB. “Os municípios das regiões Sul e Sudeste são os menos impactados relativamente analisando, ou seja, como percentual do PIB”, apontou Costa.

Para o pesquisador, o que mais chamou a atenção na pesquisa foi a eficácia e o foco da política. “A política vai diretamente na família dos municípios mais pobres das regiões mais pobres do Brasil e traz um impacto significativo para esses municípios, justamente pela forma como está sendo conduzida: não há intermediários, é uma transferência de recursos direta para essas pessoas que mais precisam, quer sejam cadastrados no Bolsa Família, Cadastro Único e também os informais. Então, traz realmente um impacto significativo tanto nas famílias mais pobres, como nos municípios que mais necessitam”, analisou.

Com relação à utilização do dinheiro, o professor diz que a verba tem sido utilizada de forma bem pulverizada. “Em geral, as famílias gastam com alimentação, vestuário, pagamento de contas, compra de itens para a casa, de forma que teremos isso bem pulverizado. São milhões de pessoas recebendo esses recursos distribuídos ao longo do país como um todo, fazendo com que tenham a liberdade para gastar como bem entender”, finalizou.

Por:Agência Brasil

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Consumo de energia cai 0,6% em julho no Brasil, mostra relatório

CCEE disse que as quedas são muito menos expressivas que as verificadas nos meses de maior isolamento (Foto:Consumo de energia cai 0,6% em julho no Brasil, mostra relatório)

Consumo de energia cai 0,6% em julho no Brasil, mostra relatório O consumo de eletricidade no sistema interligado do Brasil em julho teve queda de 0,6% ante mesmo mês do ano passado, ainda sob impactos de medidas de isolamento social adotadas para conter a disseminação do coronavírus, disse a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nesta segunda-feira (10).

“As quedas, no entanto, são muito menos expressivas do que as verificadas nos meses de maior isolamento. Para se ter uma ideia, em abril, a retração chegou a cerca de 13%”, destacou em nota a CCEE.

Os clientes supridos por distribuidoras de energia, principalmente residenciais, no mercado regulado, tiveram redução de 1,8% no consumo em julho, segundo os dados.

No mercado livre de eletricidade, onde empresas e indústrias com maior demanda negociam contratos diretamente com geradores e comercializadoras de energia, o consumo cresceu 1,8%, influenciado principalmente pela maior migração de empresas para esse mercado, disse a CCEE.

Se desconsiderado esse impacto das migrações, no entanto, o consumo no mercado livre também teria apresentado retração na comparação anual, de 2,7%.

Ainda segundo a CCEE, a geração de energia no Brasil registrou crescimento de 0,3% em julho, no primeiro aumento na comparação anual desde novembro do ano passado.

“Embora a alta ainda seja modesta, pode ser considerada como parte dos sinais de um início de retomada da economia”, disse a CCEE.

Por:Reuters

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