Sancionada lei que cria linha de crédito para profissionais liberais na pandemia

Governo destacou que os vetos se referem a dispositivos que já constam de projetos de lei sancionados (Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)

Texto tem origem em projeto de autoria na Câmara e poderá beneficiar advogados, dentistas e corretores

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, lei que cria linha de crédito especial para profissionais liberais que atuam como pessoa física para aliviar as dificuldades financeiras desse público durante a pandemia do novo coronavírus

A linha de crédito foi criada dentro do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), com juros de 5% ao ano mais a taxa Selic e 36 meses para o pagamento, incluindo nesse prazo até oito meses de carência com juros capitalizados.

A lei, publicada no Diário Oficial da União (DOU), tem origem em projeto de autoria na Câmara e poderá beneficiar advogados, dentistas, corretores. Profissionais liberais que tenham participação societária em pessoa jurídica ou que possuam vínculo empregatício de qualquer natureza, no entanto, não estão incluídos no programa.

Segundo as regras, os profissionais, tanto de nível técnico quanto de nível superior, poderão pedir empréstimo em valor de até 50% do rendimento anual apresentado na Declaração de Ajuste Anual de 2019, no limite de R$ 100 mil por pessoa.

O texto sancionado mantém algumas das alterações feitas pelos parlamentares na Lei do Pronampe, mas vetou outras, como a criação dos conselhos de participação em Fundos Garantidores de Risco de Crédito para Microempresas e para Pequenas e Médias Empresas e em Operações de Crédito Educativo e as regras para leilão de créditos não recebidos pelos bancos e honrados pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Na razão dos vetos, o governo alegou que os dispositivos geram insegurança jurídica ao disciplinarem matéria da Lei do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac). Em nota, destacou que os vetos se referem essencialmente a dispositivos que já constam de projetos de lei sancionados, configurando conflito ou repetição de normas.

Por:Agência Estado

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Instituto do Governo Bolsonaro deixou de investir R$ 3 milhões no Pará

MPF cobra recurso da venda de madeira que deveria ter sido investido em Resex localizada em Prainha | Foto:Divulgação Semas/PA

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal em Santarém que promova a execução de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) descumpriu, deixando de investir R$ 3,1 milhões arrecadados com a venda de madeira apreendida dentro da Reserva Extrativista Renascer, no município de Prainha, oeste do Pará.

Com a execução por descumprimento do ajuste de conduta, a União pode ser condenada a realizar as atividades de infraestrutura que estavam previstas no acordo.

A madeira extraída ilegalmente da área da Resex somava 23 mil toras e o recurso foi inicialmente destinado ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) para o programa Fome Zero. O MPF ajuizou ação civil pública por entender que o recurso arrecadado com a venda da madeira deveria ser revertido em favor das comunidades que vivem na Renascer e o ministério aceitou fazer um acordo a respeito.

TAC foi assinado em janeiro de 2013 entre o MDS, o ICMBio e a Associação das Comunidades da Resex Renascer e previa o repasse das verbas ao instituto para investimentos que melhorassem a proteção ambiental da área.

De lá para cá, no entanto, o plano de trabalho não foi cumprido pelo ICMBio. “Transcorreram-se aproximadamente sete anos sem êxito na reversão dos recursos de forma integral para os comunitários e para a própria gestão da Resex Renascer”, narra o MPF no pedido de execução do TAC. Como ele foi homologado pela Justiça Federal, pode ser decretada a execução do acordo, o que significa que a União será condenada a fazer o pagamento do valor de R$ 3,1 milhões correspondente ao valor da madeira vendida.

A União terá então que repassar os recursos ao ICMBio, por sua vez também condenado em obrigação de fazer, para efetivar as atividades previstas, que incluem construção de infraestrutura e sinalização no território da reserva.

OBRIGAÇÕES

Entre as obrigações previstas, o ICMBio deveria ter custeado, no prazo de cinco anos a contar da assinatura do acordo, a implantação de projetos elaborados pelas comunidades para “promover o uso sustentável dos recursos naturais e na comercialização de produtos advindos desse uso, baseada em princípios de comércio justo, de agregação de valor à produção, de capacitação dos moradores tradicionais, de pesquisas científicas, de estruturação física aos processos produtivos, e de gestão comunitária autônoma”.

Em vez disso, o instituto devolveu os recursos alegando incapacidade de implementar os projetos.

Fonte:Ag. Pará

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Botijão: preço do gás de cozinha volta a subir no Pará

(Foto:Igor Mota / O Liberal) Em julho, produto aumentou cerca de 0,60%, em relação a junho. Nos sete primeiros meses de 2020, acumulado foi de 2,47%

Mais uma vez, o preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos volta a subir no Pará. Em julho, o produto aumentou cerca de 0,60%, em relação a junho. Apesar da porcentagem tímida, o gás tem pesado no bolso do paraense que, ao longo dos sete primeiros meses de 2020, paga o acumulado de reajuste de 2,47%. O município com gás mais caro do Estado é Redenção, na região do Carajás, com o valor médio de R$ 91,80. Já em Belém, o preço, no mês passado, teve o pequeno recuou de 0,16%.

Os dados foram divulgados na quinta-feira (20), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), entidade que faz o acompanhamento periódico dos preços. O balanço apresentado também foi baseado nas informações da ANP – Agência Nacional do Petróleo.

No mês passado, o preço médio do botijão de gás de cozinha comercializado no Pará foi de R$ 77,60, com a variação entre R$ 67,00 e R$ 110. Já no mês de junho, o produto foi vendido ao custo médio de R$ 77,13, com valores variando entre R$ 65 e R$ 110. Ainda segundo o Dieese/PA, com a nova alta verificada no mês passado, o Pará fica na sexta colocação entre os estados da Região Norte com o produto mais caro, sendo o sétimo de todo o País.

Mato Grosso, por exemplo, foi a unidade da Federação com o preço mais elevado, ao custo de R$ 96,16, na média. Ele é seguido do Acre, com o preço médio de R$ 84,37; Roraima com o valor de R$ 84,33; Rondônia que pratica venda ao preço médio de R$ 82,36; o Amapá com a média de R$ 81,98 e Tocantins, com a unidade de 13 quilos saindo a R$ 81,22, na média.

Municípios

Em Belém, no mês passado, o preço médio do botijão de gás apresentou um pequeno recuo de 0,19%, comparado ao mês anterior. O produto foi comercializado na capital paraense por R$ 71,09, na variação de R$ 68 e R$ 82. Em junho, o produto foi encontrado ao custo de R$ 71,23, variando entre R$ 70 a R$ 82.

O Dieese ainda aponta que, no mês passado, Redenção foi o município com a média de preços mais alta verificada, custando R$ 91,80; seguido de Parauapebas (R$ 90,00); Altamira com o preço médio de R$ 89,54; Xinguara (R$ 88) e Itaituba, com a média de R$ 87,4.

Consumo

O preço elevado do gás de cozinha pouco sofria aumento na capital até ano passado. Mas, foi na quarentena, em função da pandemia da covi-19, que a dona de casa Thayana Neves, de 39 anos, percebeu o quanto ele pesa no bolso.

“Já paguei R$90 em um botijão de gás, isso é um absurdo. O valor, aos finais de semana e feriados, aumenta devido à taxa de entrega ou mesmo a disponibilidade. Apenas alguns depósitos trabalham fora do horário comercial. Como passei a ficar mais em casa, a comida aumentou e, em menos de um mês, o gás teve de ser trocado”, diz.

Thayna mora com quatro pessoas, sendo duas crianças. “Na quarentena, a gente faz muito bolo, pizza, pão, e o consumo é maior. Mas é preciso fazer cortes, porque o gás entra na despesa mensal, com 15%”, avaliou.

Por:Roberta Paraense

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MP vai prorrogar auxílio emergencial até dezembro, mas não deve ser R$ 600

(Foto:Reprodução) – O governo federal avalia editar uma medida provisória para prorrogar novamente o auxílio emergencial.

A ideia é estender o benefício até dezembro, mas com um valor inferior aos atuais R$ 600.

A proposta pode ser apresentada na próxima semana, visto que a quinta (e até agora a última) parcela do auxílio já começou a ser paga. Lideranças partidárias, porém, defendem mais uma parcela de R$ 600 e duas de R$ 300.

A possibilidade ganhou força nos últimos dias porque o benefício tem sido o principal vetor por trás do processo de retomada econômica e também da melhora da avaliação do presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o governo ainda não finalizou o projeto do Renda Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família e amparar os brasileiros de baixa renda hoje contemplados com o auxílio emergencial.

Porém, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem afirmando que “não tem dinheiro para ficar em R$ 600”. Segundo os cálculos da equipe econômica, cada mês de auxílio emergencial custa R$ 51,5 bilhões.

A ideia do governo é, portanto, baixar o valor do benefício para cerca de R$ 300. Um valor intermediário entre os R$ 600 que são pagos atualmente e os R$ 190 do Bolsa Família, bem como acima dos R$ 200 que eram defendidos por Paulo Guedes no início da pandemia. É um valor que, segundo a equipe econômica, deve garantir uma transição segura do auxílio emergencial para o Renda Brasil, que deve pagar cerca de R$ 250 aos brasileiros de baixa renda.

Para fazer essa redução, contudo, o governo precisa de autorização do Congresso. É que a lei que instituiu o auxílio emergencial só permite a prorrogação do auxílio por meio de decreto se o benefício for mantido em R$ 600, como aconteceu na primeira renovação, em junho.

O governo, portanto, deve apelar para uma medida provisória, já que as MPs têm vigência imediata e estão tramitando de forma acelerada no Congresso na pandemia. E a expectativa é que o assunto seja tratado com celeridade, já que a quinta parcela do auxílio começou a ser paga ontem.

Limites
Nos bastidores, Guedes não tem mostrado resistência à prorrogação, desde que o benefício se limite a este ano e não fique em R$ 600. Ele entende que o benefício tem sido importante para a economia e para a popularidade de Bolsonaro. Também acha que é melhor gastar nesse programa, que já se mostrou vantajoso, do que liberar recursos para obras públicas, que vêm sendo defendidas por ministros como Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), demonstrou preocupação com a implantação do Renda Brasil sem que se resolva a questão do teto de gastos. Segundo ele, o orçamento do programa virá de outros que terão de ser cancelados, e o governo precisa acelerar a articulação para decidir, com o parlamento, o que poderá ser suspenso.

“O parlamento tem responsabilidade. A gente sabe que a manutenção dos R$ 600 é muito difícil. A criação das condições para ter uma renda básica maior, atingindo pessoas acima do Bolsa Família, vai ter um custo extra dentro do teto de gastos. A coisa mais importante, no curto prazo, é a regulamentação dos gatilhos do teto”, disse Maia, durante coletiva de imprensa.

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), disse que a questão do auxílio emergencial é uma das principais preocupações do ministro Paulo Guedes. Na visão do parlamentar, uma prorrogação com valor reduzido poderia ser a solução.

“O governo sabe que não pode fazer uma interrupção abrupta do auxílio, pois ainda, estamos com a economia impactada pela pandemia. Obviamente existem sugestões, propostas que vão surgir, mas não há ainda uma posição de governo. É natural que aconteça a prorrogação; talvez uma prorrogação com redução pode ser uma solução, mas isso está ainda análise pelo governo”, disse o líder ao Correio.

Fonte: Correio Braziliense

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Greve nacional dos Correios teve 70% de adesão, afirmam federações

Carteiros, carregadores e motoristas, além do administrativo da estatal cruzaram os braços desde terça (Foto:EBC / Agência Brasil)

Federações de funcionários dos Correios estimaram que 70% do contingente operacional (entre carteiros, carregadores e motoristas) e administrativo da estatal cruzaram os braços na terça-feira, 18, no primeiro dia de uma greve nacional, o que equivaleria a 74 mil trabalhadores em todo o País. As agências continuaram abertas, mas sendo operadas por um contingente de 30% dos empregados – como determina a lei nesses casos. O número de adesão é contestado pelos Correios, segundo o qual 83% do efetivo total não teria interrompido seu trabalho.

“A empresa já colocou em prática seu plano de continuidade de negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas”, disse em nota a companhia. O movimento não afeta o funcionamento das agências franqueadas, já que seus funcionários seguem outro regime de trabalho.

Os funcionários acusam os Correios de descumprir o acordo coletivo que teria vigência até 2021. Entre os benefícios revogados estão pagamento de 30% de adicional de risco, vale-alimentação, licença-maternidade de 180 dias, auxílio-creche, indenização por morte e auxílio para filhos com necessidades especiais.

Também afirmam que tiveram de acionar a Justiça para garantir equipamentos de proteção individual, para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, além de álcool em gel, testagem e afastamento de integrantes de grupos de risco e dos que coabitam com crianças em idade escolar.

“A categoria está trabalhando desde o início da pandemia. A empresa só forneceu uma máscara para cada trabalhador. O trabalhador está tirando dinheiro do bolso para pagar seu EPI (equipamento de proteção individual)”, disse o diretor de comunicação da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect), Douglas Melo. “Nós seguramos essa greve até onde era possível, mas não tinha mais condições.”

Os Correios dizem que o objetivo das negociações é se proteger da crise financeira ocasionada pela pandemia. “A diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção em pauta é da ordem de R$ 600 milhões anuais.”

Empresas que dependem dos Correios para entregas de mercadorias adaptaram seus sistemas para manter as entregas em dia e acreditam que a greve não terá grandes impactos para os negócios.

O Mercado Livre, por exemplo, orienta os compradores a optarem por ofertas sinalizadas como “Entregando Normalmente”. A companhia disse que trabalha com mais de 70 parceiros logísticos no Brasil, o que permitiria continuar operando e realizando entregas dentro dos prazos em situações adversas. “A greve afetará somente os produtos que têm entregas feitas via Correios, com possíveis alterações de prazos, que estão sendo informadas aos vendedores e compradores.”

Segundo o Procon, o consumidor que contratar serviços dos Correios, como a entrega de encomendas e documentos, tem direito a ressarcimento ou abatimento do valor pago, caso o serviço não seja realizado. No caso de produtos adquiridos de empresas que fazem a entrega pelos Correios, essas empresas são responsáveis por encontrar outra forma para que os produtos sejam entregues ao consumidor no prazo contratado.

Por:Agência Estado

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Caixa paga auxílio emergencial para 5,9 milhões de beneficiários

Também recebem hoje 1,9 milhão de participantes do Bolsa Família (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

A Caixa credita nesta quarta (19) auxílio emergencial para cerca de 5,9 milhões de beneficiários. São 3,9 milhões de pessoas nascidas em outubro que já tinham a programação de receber nesta data. Mais 96 mil são novos beneficiários ou pessoas que tiveram o cadastro reavaliado pelo governo. Há ainda o pagamento para 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19. Até o dia 18 de agosto, a Caixa pagou R$ 161 bilhões para 66,4 milhões de beneficiários. Foram R$ 73,1 bilhões a 36,7 milhões de trabalhadores informais, que se cadastraram pelo aplicativo ou pelo site do auxílio emergencial.

Os 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família receberam R$ 62,2 bilhões, e 10,5 milhões de inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) receberam R$ 25,7 bilhões.

Crédito na poupança social

A Caixa tem disponibilizado o auxílio para aqueles que estão no CadÚnico ou se cadastraram pelo site ou aplicativo em uma poupança digital. Essa poupança é acessível pelo aplicativo Caixa Tem, por meio do qual é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

Ciclo 1

O crédito para os beneficiários nascidos em outubro faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 12 de setembro.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.

Novos elegíveis

O calendário de pagamento para os beneficiários que tiveram o pedido de auxílio emergencial reavaliado ou são novos elegíveis foi publicado no Diário Oficial da União no dia 3 deste mês. Segundo a Caixa, nesse calendário, aprovado pelo governo, foram incluídos 805 mil novos beneficiários que e recebem a parcela 1. Além dessas pessoas, 345 mil tiveram o cadastro reavaliado e receberão as parcelas 3 e 4 do auxílio.

Hoje será feito o depósito na poupança social para 96 mil beneficiários nascidos em outubro. Os saques e as transferências poderão ser feitos no dia 12 de setembro.

Bolsa Família

A Caixa Econômica Federal iniciou na terça (18) o pagamento da quinta e última parcela do auxílio emergencial para beneficiários do programa Bolsa Família.

O pagamento para esse público é feito conforme o calendário usual do programa Bolsa Família. Os primeiros a receber foram os beneficiários com NIS final 1. Hoje (19), é a vez daqueles com NIS final 2, nesta quinta-feira (20), NIS final 3, e assim por diante, com exceção do final de semana quando não há pagamentos, até o dia 31 de agosto, quando será liberado o saque para os beneficiários com NIS final 0. Serão 1,9 milhão de beneficiários por dia.

Por:Agência Brasil

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Bolsonaro sanciona medida que concede R$ 16 bi a estados e municípios

Presidente vetou um dos dispositivos da MP (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (18) a Medida Provisória (MP) 938, que destina R$ 16 bilhões para reforçar o repasse da União aos fundos de Participação dos Estados e dos Municípios (FPE e FPM), em razão de perdas na arrecadação em função da pandemia de covid-19.

O cálculo dessa compensação foi feito pela diferença entre a arrecadação dos impostos de Renda (IR) e sobre Produtos Industrializados (IPI) nos períodos de março a novembro de 2019 e de 2020. Pela Constituição, a União deve repassar mensalmente aos estados 21,5% do valor arrecadado com esses impostos aos estados (FPE) e 24,5% aos municípios (FPM). A necessidade da compensação federal vem da queda na arrecadação desses dois impostos que, consequentemente, acabou reduzindo os repasses dos fundos.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que o projeto aprovado amplia o prazo da compensação para os meses de julho a novembro, com o limite mensal para repasses de até aproximadamente R$ 2 bilhões a partir do mês de julho deste ano.

A pasta também informou que o presidente vetou um dos dispositivos da MP, que impedia o retorno dos saldos sobressalentes do apoio financeiro aos estados e municípios para os cofres da União, “por extrapolar o objeto da medida”, que visou apenas compensação de perdas com arrecadação dos entes. “Tal medida estava em descompasso com o atual contexto de restrição fiscal, ao permitir um incremento no valor dos repasses aos fundos de participação em montantes superiores aos valores de 2019”, diz a nota.

Por:Agência Brasil

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Caixa paga nesta terça-feira, 18, abono salarial para nascidos em agosto

Abono salarial ficará disponível para saque até 30 de junho de 2021 (Foto:Arquivo/Agência Brasil)

BB libera pagamento para servidores com final de inscrição 1 no Pasep

A Caixa paga nesta terça-feira (18) abono salarial para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em agosto. Já o Banco do Brasil libera o pagamento para servidores públicos com final de inscrição 1 no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Esse calendário é válido para quem não tem conta na Caixa ou no Banco do Brasil.

O crédito na conta da Caixa, no caso de trabalhadores de empresas privadas, e na conta do Banco do Brasil, para servidores públicos, ocorreu no fim de junho.

Para os trabalhadores da iniciativa privada, vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), é considerado o mês de nascimento no calendário de pagamentos. Já para os funcionários públicos, vale o dígito final do número de inscrição do Pasep.

Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro recebem o abono salarial do PIS ainda este ano. Os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2021.

Os servidores públicos com o final de inscrição do Pasep entre 0 e 4 também recebem este ano. Já as inscrições com final entre 5 e 9, em 2021. O fechamento do calendário de pagamento do exercício 2020/2021 será no dia 30 de junho de 2021.

PIS

A Caixa libera hoje (18) o pagamento do abono salarial calendário 2020/2021 para os trabalhadores nascidos em agosto que ainda não receberam por meio de crédito em conta. Os valores podem ser sacados com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos Correspondentes Caixa Aqui, bem como nas agências.

Segundo o banco, mais de 736 mil trabalhadores nascidos em agosto têm direito ao saque do benefício, totalizando cerca de R$ 568 milhões em recursos disponibilizados.

O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021. Em todo o calendário, a Caixa disponibilizará R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões de trabalhadores.

Os trabalhadores com conta na Caixa, nascidos de julho a dezembro, receberam o crédito do abono salarial referente ao calendário 2020/2021 em 30 de junho deste ano.

Para os demais trabalhadores, sem conta na Caixa, o pagamento é escalonado conforme o mês de nascimento. Para nascidos em julho, o pagamento foi liberado no dia 16 de julho; nascidos em agosto, 18 de agosto; nascidos em setembro, 15 de setembro; nascidos em outubro; 14 de outubro; nascidos em novembro; 17 de novembro; nascidos em dezembro, 15 de dezembro; nascidos em janeiro e fevereiro, 19 de janeiro de 2021; nascidos em março e abril, 11 de fevereiro de 2021; e nascidos em maio e junho, 17 de março de 2021.

Quem tem direito

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou eSocial, conforme a categoria da empresa. Recebem o abono salarial na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil.

Pasep

Os trabalhadores com final de inscrição Pasep de 0 a 4, correntistas do BB, receberam o abono salarial no dia 30 de junho, no montante de R$ 580 milhões.

Quem não tem conta no banco recebe conforme o seguinte calendário: inscrição final 0, pagamento em 16 de julho; final 1, 18 de agosto; final 2, 15 de setembro; final 3, 14 de outubro; final 4, 17 de novembro; final 5, 19 de janeiro de 2021; finais 6 e 7, 11 de fevereiro; e finais 8 e 9, 17 de março.

Atendimento

O abono salarial ficará disponível para saque até 30 de junho de 2021. O valor do abono salarial varia de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base 2019. O trabalhador da iniciativa privada pode consultar o valor do benefício no aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800 726 0207.

No caso do BB, o atendimento é feito pela Central de Atendimento, nos seguintes telefones: 4004-0001 ou 0800 729 0001. Ou por meio do Alô Trabalhador – Telefone 158. O trabalhador também pode fazer consulta no site do banco.

Por:Agência Brasil

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Pará entra para time dos 10 maiores produtores de soja do país

(Foto:Reprodução) – Estado deixou para trás Bahia, Maranhão e Santa Catarina, que sempre tiveram produção mais robusta. Paragominas responde por 1 em cada 4 dólares embarcados em negócios ao exterior.

Pela primeira vez, desde que começou “sojar” comercialmente na década de 1990, o Pará entrou para o pelotão dos dez produtores e exportadores de soja mais dinâmicos do país. De janeiro a julho deste ano, o estado exportou 656,01 milhões de dólares com essa commodity, que é uma das três mais valiosas do Brasil lá fora. O crescimento foi de 62% ante o mesmo período do ano passado.

As informações foram levantadas com exclusividade pelo Blog do Zé Dudu, que analisou dados pormenorizados da exportação sojícola nos primeiros sete meses deste ano e observou que o Pará deixou para trás Bahia (619,95 milhões de dólares), Maranhão (582,46 milhões) e Santa Catarina (569,99 milhões), que até ano passado venciam a corrida. Até Tocantins, maior produtor da Região Norte, está ameaçado. De janeiro a julho, o vizinho estado exportou 705 milhões de dólares em soja.

Considerada o grão do século, a soja se esparrama pelo Pará notadamente nos municípios de Paragominas e Santana do Araguaia, sudeste do estado. Só de Paragominas saiu um quarto de toda a soja paraense exportada. Foram 172,46 milhões de dólares, mais que os 154,51 milhões processados por Barreiras, na Bahia, município famoso pela produção dessa commodity versátil, cuja leguminosa é aproveitada na produção de leite, molho, farinha, óleo e sustenta o mercado de ração animal.

Em 2019, melhor ano até então da soja no Pará, o estado foi apenas o 12º maior exportador. Agora, é 9º. Por incrível que pareça, a pandemia melhorou os negócios envolvendo a soja porque, entre outros fatores, a China comprou o grão além do normal. Especialistas analisam que o país asiático se prepara para estocar soja diante de uma eventual segunda fase da guerra comercial com os Estados Unidos, um dos líderes mundiais na produção do produto.

O Blog apurou que a China é, de fato, a maior compradora da soja paraense. Nos primeiros sete meses de 2020, ela consumiu 242,41 milhões de dólares (37% das exportações). A Rússia (91,05 milhões), a Holanda (89,27 milhões) e a Espanha (67,77 milhões) vêm na sequência. O estado tem 23 clientes interessados na commodity paraense que mais cresce em valor e mercado.

Por:zedudu.com.b

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Caixa credita auxílio emergencial para 4,1 milhões nascidos em agosto

Crédito para os beneficiários nascidos em agosto faz parte do Ciclo 1 (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

Saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente

A Caixa credita nesta sexta-feira (14) auxílio emergencial para 4,096 milhões de beneficiários. São 4 milhões de pessoas nascidas em agosto que já tinham a programação de receber nesta data. Os demais, 96 mil, são os beneficiários nascidos em agosto que tiveram o pedido liberado no início deste mês. Eles tiveram o cadastro reavaliado pelo governo.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19.

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo programa é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

Ciclo 1
O crédito para os beneficiários nascidos em agosto faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 1º de setembro para os beneficiários que receberam o crédito na poupança social hoje.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.

Bolsa Família
Na próxima terça-feira (18), tem início o saque do auxílio emergencial para público beneficiário do Bolsa Família com NIS final 1. O pagamento para esse público é feito conforme o calendário usual do programa Bolsa Família. Os primeiros a receber são os beneficiários com NIS final 1. Na quarta-feira, será a vez daqueles com NIS final 2 e assim por diante, com exceção do final de semana quando não há pagamentos, até o dia 31 de agosto, quando será liberado pagamento para os beneficiários com NIS final 0. Serão 1,9 milhão de beneficiários por dia.

Por:Agência Brasil

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