Caixa paga hoje auxílio emergencial para nascidos em abril

Agência da Batista Campos (Foto:Fábio Costa / O Liberal)

Segundo ciclo de pagamentos prossegue até o dia 27 de outubro

A Caixa Econômica Federal segue hoje (9) com o segundo ciclo de pagamentos das parcelas do auxílio emergencial. Os créditos começaram pelos beneficiários nascidos em janeiro, no dia 28 de agosto, e o pagamento será liberado para cerca de 3,9 milhões nascidos em abril. Essa etapa de pagamentos vai até 27 de outubro.

Neste ciclo, mais três grupos foram incluídos: trabalhadores que fizeram o cadastro nas agências dos Correios entre 2 de junho e 8 de julho; trabalhadores que fizeram a contestação pelo site da Caixa ou App Caixa Auxílio Emergencial de 3 de julho a 16 de agosto e foram considerados elegíveis; beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas que tiveram o benefício reavaliado em agosto. No caso das reavaliações, o benefício foi liberado novamente para 148 mil pessoas.

Os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e fazer compras na internet e nas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período de acordo com o mês de nascimento. Para os beneficiários nascidos em abril, os saques e transferências serão liberados no dia 1º de outubro.

Aqueles que tiveram os pagamentos retidos vão receber todas as parcelas a que têm direito de uma só vez, dentro do ciclo 2. Já os trabalhadores que optaram por realizar o cadastro nos Correios e aqueles que contestaram vão receber a primeira parcela dentro do segundo ciclo. As parcelas P2 e P3 serão pagas no ciclo 3 e as parcelas P4 e P5, no ciclo 4.

Por:Agência Brasil

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Governo fará preço do arroz baixar e produto não faltará, garante ministra

“O arroz não vai faltar; agora ele tá alto, mas nós vamos fazer ele baixar. Se Deus quiser vamos ter uma supersafra ano que vem” (Foto:Fábio Costa/Arquivo O Liberal)

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, garantiu que o governo fará o preço do arroz baixar e que o produto não vai faltar nas prateleiras dos supermercados. Nesta terça-feira, 8, a ministra respondeu pergunta sobre o assunto feita pela youtuber Esther Castilho, de 10 anos de idade.

A menina questionou a cúpula de ministros antes de uma reunião do grupo.

“O arroz não vai faltar; agora ele tá alto, mas nós vamos fazer ele baixar. Se Deus quiser vamos ter uma supersafra ano que vem”, garantiu Tereza Cristina.

Produtos da cesta básica registraram aumento de preços recentemente. Como o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e o jornal O Estado de S. Paulo mostraram, um dos motivos é o crescimento nas exportações, além do alto valor do dólar em relação ao real.

Na conversa, o presidente da República, Jair Bolsonaro, também incentivou a youtuber mirim a fazer uma pergunta para André Brandão, presidente do Banco do Brasil (BB), sobre “os empréstimos para quem planta arroz”.

“Está saindo muito dinheiro”, disse Brandão, sem entrar em detalhes.

Por:Agência Estado

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Mães receberão menos parcelas do auxílio emergencial

Prejudicados por demora no cadastro serão prejudicados, como as adolescentes com filho  – (Foto:Reprodução)

Apesar de o governo federal ter prorrogado o auxílio emergencial por mais quatro parcelas – reduzidas para R$ 300 –, parte dos beneficiários não receberá todas as cotas, pois o governo confirmou que pagará o benefício em nove parcelas até dezembro deste ano. Assim, quem começou a receber a renda emergencial tardiamente por algum motivo, ao fim terá menos dinheiro dos que os que receberam desde o início.

Essa desvantagem se aplica às mães adolescentes, que somente em um segundo momento passaram a ter direito ao benefício e receberam a primeira parcela em junho. As mães menores de idade então terão direito a apenas duas novas (no lugar de quatro) parcelas do benefício.

Já o trabalhador que recebe a quinta parcela de R$ 600 em dezembro, por exemplo, não terá direito às outras quatro, reduzidas a R$ 300.

A informação foi confirmada pelo Metrópoles junto no Ministério da Cidadania, e consta da medida provisória (MP) que autorizou a prorrogação do auxílio, publicada na quinta-feira (3/9).

“O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas”, diz o texto.

Fonte:Redação Integrada com informações do Metrópoles

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Caixa paga hoje auxílio emergencial para nascidos em março

Agência de São Brás (Foto:Fábio Costa / O Liberal)

Hoje, 4,1 milhões de beneficiários, nascidos em março, recebem crédito

A Caixa Econômica Federal segue com o Ciclo 2 de pagamentos das parcelas do auxílio emergencial. Hoje (4) é a vez de 4,1 milhões de beneficiários, nascidos em março, receberem o crédito na poupança social.

Os créditos começaram  no dia 28 de agosto pelos beneficiários nascidos em janeiro. Depois, no dia 2 deste mês, o crédito foi liberado para quem nasceu  em fevereiro. O segundo ciclo de pagamentos vai até 27 de outubro.

Neste ciclo, mais três públicos foram incluídos: trabalhadores que fizeram o cadastro nas agências dos Correios entre 2 de junho e 8 de julho; trabalhadores que fizeram a contestação pelo site da Caixa ou aplicativo Caixa Auxílio Emergencial de 3 de julho a 16 de agosto e foram considerados elegíveis; beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas que tiveram o benefício reavaliado em agosto. No caso das reavaliações, o benefício foi liberado novamente para 148 mil pessoas.

Os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e fazer compras na internet e nas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie.

Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período de acordo com o mês de nascimento. Para os nascidos em março, os saques e transferências serão liberados no dia 29 de setembro.

Aqueles que tiveram os pagamentos retidos vão receber todas as parcelas a que têm direito de uma só vez, dentro do Ciclo 2. Já os trabalhadores que optaram por realizar o cadastro nos Correios e aqueles que contestaram vão receber a primeira parcela dentro do Ciclo 2. As parcelas P2 e P3 serão pagas no Ciclo 3 e as parcelas P4 e P5, no Ciclo 4.

Por:Agência Brasil

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Bolsonaro: Brasil não pode continuar se endividando; R$300 é muito para quem paga

Presidente afirmou que a dívida já chega a quase R$ 1 trilhão (Foto:Marcos Corrêa / PR)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (3) que o novo valor de R$ 300 proposto pelo governo para o auxílio emergencial é pouco para a população, mas muito para as contas públicas. Em visita a Eldorado (SP), cidade onde cresceu e passou a juventude, o presidente destacou que o Brasil não pode continuar se endividando e que a dívida já chega a quase R$ 1 trilhão.

“Eu sei que é pouco R$ 300, mas para quem paga, que é o Brasil, é muito. Não podemos continuar nos endividando quase R$ 50 bilhões por mês”, declarou. O presidente mencionou que o auxílio beneficiou cerca de 38 milhões de brasileiros afetados pelos efeitos econômicos da pandemia da covid-19.

O chefe do Planalto também voltou a repetir que sempre alertou para a necessidade de tratar o vírus e o desemprego. “Até porque a própria OMS Organização Mundial da Saúde, que para mim não tem qualquer credibilidade, agora diz que não podemos dissociar vida da economia e também devemos aprender a conviver com o vírus, mesmo após a vacina que está por vir”, disse.

Bolsonaro também voltou a criticar as estratégias de isolamento adotadas no combate ao novo coronavírus. “Os efeitos colaterais da forma como foi tratada essa questão serão muito mais graves do que a doença”, disse. Ele fez ainda um apelo para que governadores e prefeitos “com a devida responsabilidade abram em definitivo o comércio”.

Bolsonaro repetiu ainda que o uso da hidroxicloroquina tem sido a única alternativa para tratar a doença. O medicamento não tem eficácia comprovada contra o vírus, mas na opinião do presidente “já se comprova pelo menos de forma observacional” que a medicação funciona.

Questão ambiental

Acompanharam o presidente na visita, entre outras autoridades, os ministros da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Quando comentou a presença do chefe da pasta do meio ambiente, Bolsonaro afirmou que a “questão ambiental é usada para uma guerra irregular”.

Na semana passada, Salles protagonizou embate com ala militar do governo e chegou a anunciar que paralisaria todas as atividades de combate ao desmatamento na Amazônia e no Pantanal. O anúncio foi feito por meio de nota após bloqueios de verbas feito pelo Ministério da Economia a pedido de ministros militares. A decisão foi revertida em poucas horas e Salles ganhou, como mostrou o Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o apoio dos filhos do presidente.

Nesta quinta-feira, Salles e Mendonça acompanham a agenda de compromissos de Bolsonaro por municípios da região do Vale do Ribeira. O mandatário ficará em Eldorado (SP), cidade onde sua mãe mora, até amanhã. A última vez que esteve no município foi em junho do ano passado. Mais cedo, o presidente também passou pelas cidades de Tapiraí e Pariquera-Açu.

Por:Agência Estado

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Boa notícia! Petrobras anuncia redução no preço da gasolina e do óleo diesel

Preço alto nos postos da capital gera desconfiança nos motoristas sobre queda do preço nas bombas. |Foto: Wagner Santana/Diário do Pará

A Petrobras anunciou, na manhã de ontem (02), uma redução nos preços dos combustíveis na refinaria, sendo uma diminuição de 3% para a gasolina e de 6% no óleo diesel. A medida entra em vigor a partir de hoje (03).

De acordo com um balanço realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará), com base em dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em julho deste ano a gasolina comercializada em postos de combustíveis no Pará foi a terceira mais cara entre os estados da Região Norte e a nona de todo o país.

No período entre o dia 16 a 22 de agosto deste ano, o litro do produto foi vendido no Pará a um preço médio de R$ 4,37, com o menor preço a R$ 3,98 e o maior a R$ 4,90. Entre os municípios paraenses, Altamira foi o que comercializou a gasolina mais cara. Lá, o litro do produto estava custando, em média, R$ 4,83. Depois vem Parauapebas, onde o litro da gasolina custou R$ 4,78. Já Redenção apresentou o preço médio de R$ 4,73. Em Alenquer custou R$ 4,71 e em Conceição do Araguaia estava sendo comercializada a R$ 4,64.

Para o consumidor, os atuais valores cobrados pelo litro do produto estão “pesando” no bolso e comprometendo boa parte do orçamento doméstico mensal. Somente no deslocamento rotineiro que a professora Márcia Quaresma, 39 anos, faz todos os dias no trajeto casa/trabalho, ela gasta, em média, R$ 350 mensalmente para abastecer o veículo com gasolina. Ela mora no bairro do Marco e trabalha no município de Marituba.

“Toda semana a gente percebe uma variação no preço (da gasolina) de 4 a 5 centavos. Já vi durante esse período até variação de 7 centavos. Tem de pesquisar, porque esses centavos no final do mês se tornam um valor bem elevado. Está muito cara, espero que reduza agora e faça diferença”, disse a consumidora.

Para o vendedor João Moraes, 52, o valor cobrado pelo litro da gasolina deveria ser pelo menos R$ 3,50 para não impactar tanto a renda mensal dos consumidores. “Os preços são diferentes nos postos e não sabemos qual o melhor posto para abastecer. A gente vem no que é mais barato. Quando vou para a estrada acabo gastando R$ 400 (por mês). Mas aqui dentro é um pouco menos. Só vou para o trabalho e volto para casa. Temos que correr atrás para bancar o combustível”, afirmou.

Já o motorista de aplicativo Nilsomar Freitas, 53, acredita que essa redução não terá um grande impacto no valor final do produto. Ele mora no bairro do Tenoné e percorre diariamente toda a cidade fazendo corridas pelo aplicativo. “Acredito que vai ser bem pouquinha essa redução e se chegar no preço final, porque geralmente só vai para a refinaria e os atravessadores. Mas a esperança é a última que morre. Por dia gasto de R$ 60 a 70, isso porque não estamos usando ar devido à pandemia”, informou.

Por:Pryscila Soares/Diário do Pará

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Dez municípios do Pará terão aumento dos repasses do FPM

No Pará, todos os dez que deverão alterar o coeficiente terão aumento de recursos (Foto:Reprodução)

Dos 5.568 municípios brasileiros, 143 deverão ter mudanças nos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em razão da nova estimativa para 2020. Só no Estado do Pará, dez municípios terão alteração. A conta da mudança nos coeficientes, com base nas informações do Tribunal de Contas da União (TCU), é da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Desses 143 municípios, 17 terão redução em seus coeficientes e 126 terão os seus coeficientes aumentados. No Pará, todos os dez que deverão alterar o coeficiente terão aumento: Altamira (de 3,20 para 3,40), Cachoeira do Arari (de 1,20 para 1,40), Canaã dos Carajás (de1,60 para 1,80), Chaves (de 1,20 para 1,40), Cumaru do Norte (de 0,80 para 1,00), Rurópolis (de 2,00 para 2,20), Salvaterra (de 1,20 para 1,40), Santa Cruz do Arari (de 0,60 para 0,80), Santa Isabel do Pará (de 2,40 para 2,60) e São Félix do Xingu (de 3,40 para 3,60).

Ainda quanto aos coeficientes de repasse do FPM, definidos pelo número de habitantes, São Paulo é o Estado mais impactado, já que 17 municípios devem ter seu coeficiente alterado. Na sequencia Bahia e Minas Gerais apresentaram alteração de coeficientes em 16 e 13 municípios, respectivamente. Apesar das alterações, ou “perdas e ganhos”, a CNM lembra de importante conquista municipalista: a Lei 165/2019, que determina o uso dos coeficientes do exercício de 2018 para o rateio do FPM até que os dados para seu cálculo sejam atualizados, o que deve ocorrer no censo demográfico previsto para 2021. A regra vale para os Entes que teriam redução no número e, que, portanto, mantêm o mesmo coeficiente para 2019 a 2021.

Segundo a estimativa do IBGE, 1.569 municípios brasileiros (15 deles no Pará), ou mais de 28% das cidades do País, tiveram redução de população. Desses, 17 teriam o coeficiente rebaixado, se não fosse a Lei 165/2019. Por outro lado, 126 Entes tiveram acréscimo populacional. Outro alerta da Confederação é relativo ao prazo de contestação da estimativa populacional. Os gestores municipais podem encaminhar ao IBGE suas contestações, referentes às estimativas, até o dia 16 de setembro de 2020. O material deve ser formalmente documentado e direcionado ao órgão.

Destacam-se ainda 268 municípios próximos das mudanças do FPM, na faixa de até 500 habitantes. Essas cidades podem entrar com recurso, também junto ao IBGE, para tentar aumentar sua população e seus coeficientes para o próximo ano. Nove têm uma diferença de até 20 habitantes: Balneário Piçarras/SC (1), Capela/AL (2), Carmo do Rio Verde/GO (3), Mata Roma/MA (4), Tapirámutá/BA (7), São João/PR (8), Piquete/SP (10), Igrejinha/RS (17) e Choró/CE (20).

Com incremento de até 500 moradores no Pará e que não terão alteração de coeficiente aparecem Bragança (135), Itaituba (486), Mãe do Rio (330), Nova Ipixuna (127), Tucuruí (321) e Ulianópolis (368).
Raio X populacional

De acordo com a estimativa divulgada pelo órgão, a população paraense passou de 8.602.865 para 8.690.745habitantes, um aumento de 1,02%. Comparado com o ano anterior, 129 dos 144 municípios paraenses apresentaram crescimento populacional, sendo os principais destaques os da região Sudeste. O maior aumento do Estado foi registrado em São Félix do Xingu, que teve um incremento de 3.657 habitantes (+2,84%), passando de 128.481 em 2019 para 132.138 este ano. Também no Sudeste paraense destacam os acréscimos populacionais de Canãa dos Carajás (+2,74% ou mais 1.018), Ulianópolis (+2,62% ou mais 1.551), Parauapebas (+2,54% ou mais 5.303), Santana do Araguaia (+2,20% ou mais 1.602) e Cumaru do Norte (+2,13 ou mais 288).

No geral, Belém é responsável por 17,25% da população do Estado. São 1.499.641habitantes, depois de um incremento de apenas 6.896 moradores (0,46%) em relação ao total do ano passado. Ananindeua surge como o segundo mais populoso do Estado, com 535.547 residentes (6,16% do total) e aumento de 0,93% do número do ano passado. Completam o ranking de municípios mais populosos do Estado: Santarém, com população de 306.480 pessoas (+0,62%); Marabá, com 283.542 (+1,50%); Parauapebas, com 213.576 (+2,54%); Castanhal, com 203.251 (+1,22%); Abaetetuba, com 159.080 (+0,87%); Cametá, com 139.364 (+1,06%); Marituba, com 133.685 (+1,64%) e São Félix do Xingu, com 132.138 (+2,84%).

Já Bannach, com 3.262 pessoas (-0,73%), e Pau D’Arco, com 5.410 (-1,33%), são os que possuem menos habitantes no Estado. Além desses dois municípios, outros 13 reduziram as suas populações nos últimos 12 meses: Faro (-1,72%), Senador José Porfírio (-1,52%), Brasil Novo (-0,68%), São Geraldo do Araguaia (-0,57%), Curionópolis (-0,46%), Brejo Grande do Araguaia (-0,16%), Almeirim (-0,09%), Palestina do Pará (-0,09%), Uruará (-0,09%), Prainha (-0,06%), Santa Luzia do Pará (-0,02%) e Piçarra (-0,02%).

Por:Thiago Vilarins (Da Sucursal Brasília)

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Bolsonaro determinou que programa Renda Brasil seja estudado por mais tempo, diz Guedes

Guedes disse ter pontuado a Bolsonaro que a ideia com a focalização do abono era consolidar todos os programas (Foto:REUTERS/Adriano Machado)

O Renda Brasil, que está sendo gestado para reunir programas sociais numa só iniciativa, será estudado por mais tempo e deverá mirar o andar de cima para reforçar o andar de baixo, afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes, mencionando orientação dada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em audiência pública no Congresso nesta terça-feira, Guedes afirmou que a extensão do auxílio emergencial dará mais tempo para que o Renda Brasil seja analisado.

“O presidente falou: melhor estudar isso um pouco mais, eu estou sentindo que eu estou pegando dinheiro do abono salarial, que é de faixa de um a dois salários mínimos, e transferindo isso para os mais pobres ainda”, afirmou ele.

Guedes disse ter pontuado a Bolsonaro que a ideia com a focalização do abono era consolidar todos os programas.

“Mas nós vamos pegar também dinheiro do andar de cima, vamos pegar do andar do lado”, completou. “Então deixa um pouco para frente, trabalhem isso um pouco mais e a gente conversa de novo ali na frente –foi a opção do presidente.”

O ministro sinalizou que a discussão para o Renda Brasil será agora atrelada à realização da reforma tributária, com a qual haverá impulso no lado das receitas, e aprovação do Pacto Federativo, para abertura de espaço para novas despesas sem que a regra do teto de gastos seja desrespeitada.

O governo, contudo, ainda não enviou ao Congresso sua proposta de reforma tributária que mexe na tributação da renda, apesar de já ter indicado que deseja, por exemplo, rever deduções do Imposto de Renda, o que teoricamente aumentará a arrecadação.

Já as ideias de desvinculação de despesas obrigatórias estão presentes em Propostas de Emenda à Constituição (PECs) enviadas ao Congresso no fim do ano passado, no âmbito do Pacto Federativo, mas que ainda não caminharam de maneira efetiva.

Nesta terça-feira, Guedes disse que o senador Marcio Bittar (MDB-AC) está consolidando duas PECs que tratam do Pacto Federativo numa só e que isso será crucial para a manutenção da regra do teto de gastos.

“Se quiser fazer um Renda Brasil hoje, com teto de gastos e sem a reforma tributária, ele é um pouco menos robusto. Agora se você faz a reforma tributária, tem mais recurso, você fez o programa que chamamos de três Ds –que é desobrigar, desonerar e desindexar–, se você realmente fez o Pacto Federativo e devolveu o orçamento para classe política, você já pode trabalhar o Renda Brasil um pouco mais robusto”, afirmou.

Originalmente, o governo queria lançar um Renda Brasil que representasse uma continuidade da nova fase do auxílio emergencial, que durará até o fim deste ano, mas a um menor valor.

Nesta manhã, Bolsonaro anunciou que após cinco meses de concessão a informais e vulneráveis de um benefício de 600 reais –a um custo de 254 bilhões de reais–, o auxílio emergencial será estendido por mais quatro meses, até dezembro, mas com valor de 300 reais.

De acordo com Guedes, o impacto nessa frente será de “quase 90 bilhões de reais”. A medida é possível neste ano porque a emenda constitucional do Orçamento de Guerra permite que despesas associadas à pandemia de coronavírus sejam executadas sem que precisem cumprir a regra do teto de gastos.

Para 2021, contudo, o desafio para aumentar despesas será grande, uma vez que as limitações colocadas pelo teto serão impostas novamente.

No Bolsa Família, o valor médio do benefício é de cerca de 190 reais. Após colher os dividendos políticos do auxílio emergencial durante a crise do coronavírus, Bolsonaro já deixou claro que pretende aumentar o valor dado pelo governo no novo programa de transferência de renda que está sendo estruturado.

Sem o abono salarial, que representava a espinha dorsal do Bolsa Família repaginado, a tarefa ganha complexidade. Na semana passada, Bolsonaro frisou que a proposta do Ministério da Economia para o Renda Brasil estava suspensa e que ele não podia “tirar de pobres para dar para paupérrimos”.

Guedes expôs aos parlamentares que a intenção é aumentar a base do Bolsa Família em cerca de 6 milhões de desassistidos.

“Para fazer isso precisamos de mais fôlego fiscal”, reconheceu.

Nesta terça-feira, Guedes também defendeu a regra do teto de gastos como a única âncora fiscal que sobrou num país que tem todas as despesas obrigatórias indexadas e vinculadas. Na visão do ministro, quando uma emenda constitucional promover essa desvinculação –o que o governo propôs na PEC do Pacto Federativo– o teto dentro de alguns anos se tornará supérfluo, com os políticos retomando o controle sobre o orçamento.

No momento, com a dívida se aproximando de 100% do PIB, o país não tem condições de discutir mudanças na regra fiscal, afirmou.

“Criação do teto de gastos foi justamente um grito desesperado. Como os gastos cresciam sem parar, alguém chegou um dia e falou bota um teto. Só que um teto sem paredes cai, as paredes são as reformas para sustentar aquele teto, é o nosso esforço”, destacou.

Guedes afirmou que o agravante é que, além da compressão pelo teto, o governo também vive um aumento do piso, já que as despesas obrigatórias crescem por determinações constitucionais.

“Ou vai quebrar o teto em algum momento ou nós vamos travar esse piso. A PEC do Pacto Federativo é essa trava no piso”, disse.

REFORMA ADMINISTRATIVA NA QUINTA

Guedes também reiterou, durante sua participação, a intenção do governo de encaminhar a reforma administrativa na quinta-feira ao Congresso.

O anúncio veio no dia de divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, que desabou 9,7% sobre os três meses anteriores.

O ministro avaliou que a queda é um “som distante” que reflete os efeitos da crise, sublinhando o Brasil já deu início a uma recuperação em V.

Segundo Guedes, o tombo de quase 10% veio em linha com o esperado, mas não indica o desempenho que o país terá no ano de 2020. O ministro afirmou que “todas as estimativas” apontam para uma queda de 4% a 5% no ano. Oficialmente, a perspectiva do governo é de retração de 4,7% do PIB este ano.

Por:Reuters

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Nova nota de R$ 200 entra em circulação na quarta-feira

(Foto:Marcello Casal/Agencia Brasil ) – O Banco Central lançará oficialmente, na próxima quarta-feira (2), a nova nota de R$ 200. A cédula entrará em circulação no mesmo dia.

Ainda não foram divulgadas imagens da nota, que trará como personagem o lobo-guará. Serão produzidas 450 milhões de unidades até o fim do ano, o equivalente a R$ 90 bilhões.

Segundo o BC, o lançamento da nova tem o objetivo de atender maior demanda por papel-moeda com o pagamento do auxílio emergencial. Além disso, com a pandemia do novo coronavírus, aumentou o entesouramento (o dinheiro fica parado na mão das pessoas).

O Banco Central gastará R$ 113,8 milhões a mais do que o previsto no orçamento anual para a produção das novas notas e para a impressão de mais 170 milhões de cédulas de R$ 100.

No último dia 20, os partidos Rede, PSB e Podemos ingressaram com uma ADPF (Ação por Descumprimento de Preceito Fundamental) no STF pedindo a suspensão da entrada em circulação da nova nota, anunciada pelo BC.

A ação dos partidos é baseada em manifesto público contra a criação da nova cédula, lançada no início do mês passado por dez organizações anticorrupção, dentre elas, Instituto Não Aceito Corrupção, Transparência Partidária, Transparência Brasil e Instituto Ethos.

A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia estabeleceu um prazo de 48 horas para que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, prestasse esclarecimentos sobre a criação da nova cédula de R$ 200.

Em manifestação, enviada na última quinta-feira (27), a autoridade monetária disse que acarretaria um “sério prejuízo” a suspensão da circulação da nova nota.

O BC afirmou que a mais grave consequência da suspensão da nova cédula seria a de colocar “em risco o atendimento das necessidades de numerário para garantir o funcionamento adequado da economia e do sistema financeiro nacional, ante a falta de alternativas viáveis”.

Fonte: FOLHAPRESS

Por:Risonaldo Melo Geral 0

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Quarta recarga do vale-alimentação escolar da rede estadual de ensino é disponibilizada nesta terça-feira, 1º

O vale, no valor de R$80, deve ser utilizado exclusivamente na compra de alimentos de alunos em até 90 dias. – (vale-alimentação — Foto: Agência Pará)

A partir desta terça-feira (1º), será disponibilizada a quarta recarga dos cartões de vale-alimentação escolar da rede estadual de ensino. A recarga estará disponível para uso imediato.

Ao todo, mais de 575 mil alunos matriculados na rede pública de estadual de ensino tem acesso ao auxílio. O vale-alimentação é concedido a alunos durante o período de suspensão de aulas, devido a pandemia do coronavírus.

O vale, no valor de R$80, deve ser utilizado exclusivamente na compra de alimentos de alunos em até 90 dias.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a empresa MeuVale é a responsável pelo gerenciamento de recargas e dúvidas sobre o uso do vale poderão ser esclarecidas através do aplicativo e dos números informados no verso do cartão.

Por:G1 PA — Belém

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