Governo já desembolsou R$ 197 bilhões em auxílio emergencial

Quase metade do valor foi para beneficiários do Norte e Nordeste –  (Foto:Reprodução Facebook)

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse nesta quinta-feira (17) que já foram transferidos R$ 197 bilhões em auxílio emergencial para 67,2 milhões de beneficiários do programa em todo o Brasil. Segundo ele, cerca de 45% dessas pessoas vivem nas regiões Norte e Nordeste do país.

“Desses R$ 197 bilhões, R$ 68 bilhões foram para o Nordeste e R$ 21 bilhões para a Região Norte”, destacou, durante live semanal do presidente Jair Bolsonaro transmitida pelas redes sociais. Guimarães também lembrou que as primeiras cinco parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, foram pagas a 45 milhões de pessoas e que integrantes do Bolsa Família já começaram a receber a sexta parcela, num valor menor, de R$ 300, que corresponde ao auxílio residual.

Decreto do presidente publicado esta semana no Diário Oficial da União detalha as regras para a concessão do auxílio residual. As parcelas serão pagas apenas a quem já têm o auxílio emergencial, ou seja, trabalhadores que não são beneficiários do programa não poderão solicitar o auxílio residual.

Instituído em abril para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou a ser pago com parcelas mensais de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família) a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas. A partir de hoje, o auxílio residual passa a ser pago em até quatro parcelas mensais.

Por:Agência Brasil

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Governo do PA antecipa pagamento do 13º salário dos servidores públicos para os dias 6 e 7 de outubro

Governo do PA antecipa pagamento do 13º salário dos servidores públicos para os dias 6 e 7 de outubro — Foto: Mauricio Vieira/Secom de SC

Com a medida, o governo planeja injetar mais de R$ 340 milhões na economia do estado.

O Governo do Pará anunciou nesta quinta-feira (17) que vai antecipar o pagamento da primeira parcelo do 13º salário dos servidores estaduais. De acordo com Secretaria de Planejamento e Administração (Seplad), o pagamento será realizado entre os dias 6 e 7 de outubro. Com a medida, o governo planeja injetar mais de R$ 340 milhões na economia do estado.

“Ao todo, 100 mil servidores ativos serão beneficiados. Isso vai ajudar na geração de renda, emprego e desenvolvimento econômico do estado”, explica o governador do Pará, Helder Barbalho.

O governo informou que a antecipação do pagamento faz parte das políticas de equilíbrio fiscal adotadas pelo estado. Segundo o governo, durante a pandemia o estado arrecadou mais ICMS e realizou maior investimento em recursos próprios.

Por G1 PA — Belém

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Extensão do auxílio emergencial será pago a menos trabalhadores

Segundo o governo, 67,2 milhões de pessoas recebem a ajuda destinada a desempregados, trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família a enfrentarem os efeitos da pandemia do novo coronavírus –  (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

O Ministério da Cidadania confirmou na quarta-feira, 16, que quem começou a receber o auxílio emergencial depois de abril terá direito a menos parcelas da extensão da ajuda, de R$ 300 – e pode até ficar sem nenhuma.

Segundo o governo, até o momento, 67,2 milhões de pessoas recebem a ajuda destinada a desempregados, trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família a enfrentarem os efeitos da pandemia do novo coronavírus. A extensão do benefício, que passou a ser chamado de auxílio emergencial residual, foi oficializado em medida provisória publicada no início deste mês. O texto aponta que o benefício será pago até o fim de dezembro, independentemente do número de parcelas.

Segundo o Ministério da Cidadania, serão pagas até quatro parcelas de R$ 300 até o fim do ano. Mas apenas os trabalhadores que receberam em abril a primeira parcela do benefício original, de R$ 600, terão direito a todas as quatro parcelas – que seriam pagas em setembro, outubro, novembro e dezembro.

Com isso, os aprovados no sétimo lote (aqueles inscritos nas agências dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho, e trabalhadores que tenham feito a contestação entre 3 de julho e 16 de agosto) devem ficar sem nenhuma parcela de R$ 300.

Além do menor número de parcelas para parte dos beneficiários, o auxílio emergencial residual também vai atingir menos trabalhadores.

Por:Agencia Estado

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Serasa oferece renegociação de dívidas para inadimplentes

26,7% das famílias brasileiras tinham contas em atraso em agosto (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

Ação pode beneficiar cerca de 20 milhões de consumidores

A Serasa lança a partir de hoje (16) uma ação para facilitar o pagamento de dívidas, com desconto de até 50% nos valores devidos. Segundo a consultoria, a ação tem potencial para que até 20 milhões de consumidores deixem de ter o nome negativado.

A iniciativa possibilita a renegociação de dívidas especialmente com lojas, bancos e empresas de telefonia e internet.

Para consultar as possibilidades de negociação, o consumidor deve acessar a plataforma da Serasa Limpa Nome. Lá é possível consultar se há dívidas pendentes a partir do número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). É possível também fazer a negociação por aplicativo de celular.

Inadimplência

Segundo balanço divulgado no início do mês pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 26,7% das famílias brasileiras tinham contas em atraso em agosto e 67,5% estavam endividadas.

Por:Agência Brasil

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INSS pode bloquear mais de 41 mil benefícios no Pará

Instituto está notificando segurados. Veja o que é preciso para seguir recebendo os recursos (Foto:Marcelo Carmargo / Agência Brasil)

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a notificar, nesta semana, 1,7 milhão de segurados que tiveram o benefício revisado e precisam apresentar novos documentos para que não sejam bloqueados em todo o Brasil.

Apenas no Pará, 41.076 pessoas devem receber a carta notificatória. A revisão é amparada pelo art. 69, da Lei 8.212/91, e atende a todas as espécies de benefício. A recomendação da autarquia é que os beneficiários fiquem atentos e que, após o recebimento da informação, o prazo para o envio da documentação solicitada é de 60 dias, preferencialmente, pelo aplicativo ou site, Meu INSS.

Para fazer o envio da documentação, o beneficiário precisa ter login e senha do Meu INSS (site ou aplicativo). Após acessar o sistema, terá de solicitar o serviço ‘Atualização de Dados de Benefício’, anexando cópia digitalizada dos seguintes documentos do titular do benefício, do procurador ou representante legal, se houver: CPF, RG, certidão de nascimento ou casamento, título de eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, objetivando demonstrar a regularidade da manutenção do benefício.

Caso o segurado não consiga fazer o envio da documentação pelo Meu INSS, deve agendar o cumprimento destas exigências em uma agência do INSS mais próxima à sua residência. Para efetuar o agendamento, basta ligar para o telefone 135 do INSS, e escolher a opção ‘Entrega de Documentos por Convocação’. Ressaltamos que o INSS não receberá o cumprimento de exigências sem agendamento prévio.

Suspensão

Vale destacar que o segurado notificado que não apresentar a documentação pelo Meu INSS ou não realizar o agendamento para entrega dos documentos no prazo de 60 dias, poderá ter o benefício suspenso. E, após 30 dias da suspensão, se o beneficiário não fizer os procedimentos anteriormente citados, terá o benefício bloqueado nos termos dos §§ 4º a 6º do art. 69 da Lei nº 8.212, de 1991.

Correios

O INSS firmou parceria com os Correios para disponibilizar um alerta com a informação de que a Previdência enviou a carta à pessoa no aplicativo dos Correios, serviço chamado de ‘Entrega Digital’. A solução amplia o acesso dos segurados às cartas e notificações oficiais enviadas pela autarquia.

O segurado também já consegue visualizar essa correspondência de forma fácil, rápida e segura, pelo aparelho celular, no aplicativo dos Correios. As cartas em formato digital estarão disponíveis na seção ‘Minhas Mensagens’ do aplicativo. Esta alternativa multicanal permite aos destinatários terem acesso às correspondências, mesmo diante de situações que impossibilitam a entrega da carta física, como endereço desatualizado.

Para o presidente do INSS, Leonardo Rolim, a parceria com os Correios possibilitará uma comunicação efetiva com o beneficiário, especialmente com a disponibilização da carta em meio digital. “Desta forma, o INSS espera receber com mais celeridade as documentações exigidas na carta de exigência, o que possibilitará uma resposta mais rápida ao cidadão e, consequentemente, a diminuição de possíveis fraudes e pagamentos indevidos”, disse.

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, destaca que a empresa está comprometida em levar à sociedade as inovações digitais que se fazem necessárias para a evolução dos serviços públicos. “Especialmente em meio a esse momento de pandemia, o Entrega Digital vem simplificar a vida do cidadão, oferecendo a inovação que os novos tempos exigem”, informou em nota.

Como acessar

Após baixar o aplicativo Correios no smartphone, é necessário fazer um breve cadastro. Para isso, basta digitar o CPF, incluir mais algumas informações pessoais e criar uma senha. A tela principal traz vários serviços como “Rastreamento de Objetos” e “Busca Agência”. Em “Minhas Mensagens”, o usuário acessa a sua própria caixa de correspondência digital, na qual poderá verificar se foi notificado pelo INSS para entrega de documentação.

Esta funcionalidade está disponível no aplicativo Correios em dispositivos Android e, em breve, também em sistema IOS.

Exigências

A exigência é um protocolo do INSS que significa que não foi possível concluir a análise do requerimento por falta de algum documento ou informação. Dessa forma, o segurado que tiver alguma pendência deve enviar a documentação o mais rápido possível, para que o INSS possa concluir a análise do requerimento.

Também é chamada de exigência a documentação solicitada ao segurado, pelo INSS, após a revisão administrativa. Desta forma, quem recebeu a carta através dos Correios também poderá optar pelo Meu INSS.

Por:Roberta Paraense

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Auxílio emergencial vai até dezembro e muitos ficarão sem parcelas; entenda!

Paulo Guedes e Jair Bolsonaro em anúncio da ampliação do auxílio emergencial: Apenas beneficiários do Ciclo 1 receberão todas as parcelas | Foto:Reprodução/TV Brasil

A maior parte dos beneficiários do  auxílio emergencial  não receberá todas as  nove parcelas do governo – cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300. Apenas o grupo que faz parte do Ciclo 1, os primeiros a se inscrever no auxílio, vão receber todas as parcelas. A informação foi confirmada pelo Ministério da Cidadania em nota ao IG .

“Serão pagas até quatro parcelas do novo valor. Contudo, o benefício acaba em dezembro deste ano, ou seja, quem começou a receber o auxílio emergencial em abril, terá direito às quatro parcelas. Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito a apenas uma parcela do novo benefício, que será paga no mês de dezembro ”, disse o Ministério da Cidadania, na nota.

O auxílio será pago até o dia 31 de dezembro, data de corte do benefício. Apenas parte dos beneficiários (quem pertence ao Ciclo 1), terá todas as parcelas. Outra parte (quem pertence aos Ciclos 2, 3 e 4), não receberá todas as parcelas do auxílio emergencial.

Benefício residual

O Ministério respondeu também com um trecho da Medida Provisória 1.000/20, da prorrogação de R$ 300 do auxílio: “O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas.”

Nos últimos meses, por coletivas de imprensa, o presidente da Caixa Econômica Federal instruía o público a fazer a inscrição no auxílio até o dia 2 de julho, data em que as inscrições se encerraram.

Promessa descumprida

Pedro Guimarães dizia que todos os beneficiários receberiam todas as parcelas, independentemente da data de entrada no programa. Mas a promessa foi descumprida pelo governo com a Medida Provisória da prorrogação de R$ 300.

Na redes sociais, os beneficiários do auxílio emergencial demonstraram revolta sobre a desigualdade no recebimento da renda do governo. Isso porque quem começou a receber o auxílio logo no início do programa terá, ao todo, um amparo financeiro maior pelo governo federal do que o resto dos beneficiários.

facebook
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Foto:Reprodução Facebook Beneficiários reclamam que apenas o primeiro público do auxílio

Descubra de qual Ciclo do auxílio emergencial você faz parte e quantas parcelas você receberá:

Ciclo 1: beneficiário que recebeu a primeira parcela em abril e, ao todo, receberá todas as nove parcelas até dezembro (cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300);Ciclo 2: quem recebeu a primeira parcela em maio e, ao todo, receberá oito parcelas (cinco de R$ 600 e três de R$ 300);Ciclo 3: quem recebeu a primeira parcela em junho e, ao todo, receberá sete parcelas (cinco de R$ 600 e duas de R$ 300);Ciclo 4: quem recebeu a primeira parcela em julho e, ao todo, receberá seis parcelas (cinco de R$ 600 e uma de R$ 300).

Com informações de IG

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O aumento dos preços do arroz e feijão.

Em época de pandemia, muitos são os fatores que impactam o cotidiano das pessoas. Saúde, emprego, transporte, educação, economia, entre outros.
Mas, a lista não para por aí. Agora é vez dos alimentos mexerem com a cabeça e com o bolso das famílias brasileiras. Nos últimos dias, abastecer a mesa com itens da cesta básica tem sido tarefa cada vez mais difícil. Os preços dos alimentos como arroz, leite, óleo de soja e farinha de trigo estão em subida constante, atingindo alta de + 0,78%, somente em agosto de 2020, ultrapassando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que avançou 0,7% de janeiro a agosto deste ano.

Mas, a que se deve o aumento dos preços dos alimentos durante o período de pandemia? Que estratégias adotar para não perder o controle das contas com alimentação? Como driblar os altos preços sem prejudicar o orçamento familiar?

Para esclarecer estas e demais perguntas, colocamos a disposição o docente de Administração da UNAMA, Júnior Almeida.
Com Informações Lana Caroline Marques Mota
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Produção de arroz no Pará só atende 30% da demanda local

Cultivo do grão irrigado no Estado começou há cerca de quatro anos no Marajó e ainda não é feito em larga escala (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

Conhecido por ser o produto mais barato da alimentação básica, o arroz tem sofrido altas significativas após a pandemia, e comprar o produto de outros estados parece não ajudar o bolso do paraense. No entanto, o Pará só tem capacidade de atender, aproximadamente, 30% da demanda local pelo grão com a produção estadual, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa). Isso porque a produção do arroz irrigado no Estado começou há cerca de quatro anos e ainda não é feita em larga escala. Em 2016, foram 16 mil hectares plantados, e agora já são 40 mil, o que representa um crescimento de 150% em quatro anos. São necessários 190 mil hectares plantados para suprir a demanda do consumo interno no Pará.

Conforme explica o diretor da Faepa e zootecnista Guilherme Minssen, como todos os produtos, o arroz tem safras, e sempre foi o mais barato da cesta básica alimentar. “O arroz que comemos no Pará sempre veio do Rio Grande do Sul, e atravessa 5 mil quilômetros, então tinha frete. Algum tempo atrás a Faepa estimulou produtores de arroz a trabalharem na região do Marajó. Essa safra já foi plantada e deve ser colhida rapidamente”, diz.

A partir dessa produção, segundo Minssen, já haveria uma grande queda nos preços do arroz vendido localmente. Mas, para que o produto consumido no Estado seja totalmente produzido localmente é preciso incentivo do governo local. “Ainda temos um longo caminho até chegarmos em uma produção 100% paraense, e precisamos de incentivo. Não apenas isenções, mas precisamos, principalmente, que o Estado trabalhe na logística, com insumos e transporte”, ressalta o diretor da Faepa, que ainda diz que, para o abastecimento local, é preciso contratar especialistas e comprar máquinas e equipamentos.

Uma das vantagens da produção no Marajó, para o zootecnista, é que a região tem áreas excepcionais para o plantio do arroz. Enquanto o Rio Grande do Sul é capaz de produzir uma safra, no Marajó é possível ter três safras no mesmo espaço. O período de seca dura seis meses e o de chuva mais seis. Como o produto é irrigado, a água é bombardeada e o ambiente se torna favorável ao bioma. Minssen garante que o cultivo fortalece a fauna e a flora, e que outra vantagem seria aumentar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na região, que é o menor do Estado, por meio da geração de emprego e renda.

Além da falta de pessoal e de recursos para aumentar a produção, outro gargalo é a baixa lucratividade ao produtor, e por isso poucos se interessam pela área. “Temos outras regiões produzindo, como Santarém, mas a remuneração ao agricultor é baixa, bem menor que a soja e o milho. O arroz dá pouco retorno, então se estimula muito menos”, explicou Guilherme.

Outra dificuldade é a competição com o mercado externo. De acordo com o diretor da Faepa, o arroz vendido pela Ásia é muito barato e a produção se dá em larga escala.

Produtores buscam investimentos

Em Cachoeira do Arari, cidade na região do Marajó que é considerada a ‘capital paraense do grão’, um dos produtores diz que falta investimento para que a produção cresça. Paulo Quartiero, que também é diretor da Faepa, já trabalha com a plantação há 10 anos e diz que é uma lavoura muito cara, técnica e exigente. “Trabalhamos todo esse tempo com muita dificuldade porque o preço do arroz estava muito baixo, praticamente pagamos para trabalhar, e houve uma melhoria que dá uma lucratividade maior, mas tivemos que construir toda a infraestrutura produtiva, isso envolve canais, estradas, é muito caro”, comentou.

Carestia

Com a alta significativa no preço do arroz, quem sofre é o consumidor. Estudos divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostraram que o quilo do produto era vendido a uma média de R$ 2,62 em agosto de 2019, e no mês passado custou cerca de R$ 3,36. Isso representa um aumento de 28,24% no período.

Um dos fatores que explicam esse crescimento, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), é o preço do dólar, já que a valorização da moeda americana afeta diretamente as commodities, que são os produtos vendidos internacionalmente. Só nos últimos seis meses, o dólar subiu 40%, e esse número acaba sendo repassado para o mercado interno.

No entanto, ainda segundo o diretor da Faepa, o aceno do governo federal às importações do arroz vindo do Uruguai pode chegar em uma boa hora, porque vai conseguir abastecer alguns Estados e diminuir os preços.

Por:Elisa Vaz

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Alimentos que poderiam substituir o arroz também estão mais caros

Arroz (Foto:Cláudio Pinheiro / O Liberal)

Macarrão, por exemplo, teve alta variando entre 2% e 5% ao longo deste ano

Um dos principais alimentos da mesa dos brasileiros, o arroz teve alta de preço de 26,32%, de janeiro a agosto deste ano, nos supermercados de Belém.

A disparada no valor do produto – muito acima da inflação do período, acumulada em 1,16% – é uma das mais sentidas entre os aumentos observados nos itens da cesta básica. Com os alimentos mais caros, o consumidor tem sido estimulado a substituir produtos, mas até as outras opções disponíveis sofreram reajuste no preço, acima da inflação.

O macarrão, por exemplo, que poderia substituir o arroz, como sugeriu o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Sanzovo Neto, teve uma variação de 2% a 5% ao longo deste ano, dependendo do tipo (com ou sem ovos), da marca e do local de compra, conforme análise prévia feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ao jornal O Liberal. O pacote de 500 gramas de macarrão com ovos varia de R$ 3,32 a R$ 4,42, enquanto o sem ovos custa entre R$ 2,62 e R$ 3,12.

“Na economia, você vai para produtos substitutos. Aqui no Pará, por exemplo, se a carne está cara, substitui pelo peixe. Acho que ao mesmo tempo que tem que haver algum entendimento sobre a causa dessa alta, como inflação, a China está comprando mais, entressafra do produto, uma série de fatores, ao mesmo tempo que se busca o entendimento com setor produtivo e empresarial, mas a população tem que comer e ela não vai esperar um mês, dois meses, três meses. Ela vai comer amanhã, vai comer hoje. Então, nesse exato momento, teve que buscar substituto. O macarrão seria uma alternativa, mas ele também não está barato”, observa o supervisor técnico do Dieese-PA, Roberto Sena. “O macarrão leva trigo e o dólar está alto, então, de alguma maneira, o pãozinho, toda a cadeia que o trigo ajuda e o macarrão estão no meio, ficou mais cara ao longo do ano. Pode estar mais barato que arroz, mas também está caro”, completou.

No caso do arroz, conforme pesquisa divulgada pelo Dieese nesta quinta-feira (10), o quilo do produto custava, em média, R$ 3,36 nos supermercados da capital paraense, no mês de agosto – aumento de 0,30% em comparação ao mês anterior; de 28,24% em um ano, enquanto a inflação acumulada do período foi de 2,94%, e de 26,32% nos últimos oito meses (janeiro a agosto), contra uma inflação de 1,16% para o período.

A trajetória de preço desse e de outros produtos confirma a alta expressiva na cesta básica. Outro item que tem pesado bastante no bolso dos consumidores, por exemplo, é o óleo de cozinha, que somente este ano (de janeiro a agosto), ficou 20,51% mais caro em Belém. Nos últimos 12 meses, o reajuste do produto chegou a 44%. No mês passado, por exemplo, ele custava R$ 5,17 na prateleira, enquanto no mesmo período de 2019 estava R$ 3,59, ainda conforme os levantamentos feitos pelo Dieese.

De maneira geral, a cesta básica do paraense ficou 6,61% mais cara, custando R$ 441,51, em média, e comprometendo quase metade (45,68%) do salário mínimo, que está R$ 1.045,00.

“E o aumento está acontecendo em um período em que a renda caiu, mais da metade das famílias do Pará estão endividadas e quando há o anúncio de um corte pela metade no valor do auxílio emergencial. E aí, você vai fazer o quê? Estão falando do arroz, mas subiu feijão, carne, óleo de soja, subiu a cesta básica como um todo”, ressalta Roberto Sena.

Ao longo deste ano, o quilo do feijão ficou 21,31% mais caro e fechou agosto custando, em média, R$ 6,66, apesar da queda em comparação a julho de 6,46%. O preço médio do quilo da carne teve queda de 2,13% no acumulado de janeiro a agosto, mas já registrou aumento de 2,87% em agosto, na comparação com julho. O leite chegou a ficar 25,40% mais caro em Belém, este ano.

“Os aumentos não ocorreram em todos os produtos. Mas os que mais sentiram o efeito foram o arroz, óleo de soja, leite, feijão e carne. Com a carne, você tem a opção de fazer a substituição: quem usava o filé, por exemplo, deixa de usar, quem usava carne de primeira, usa de segunda. Tem opção de substituir pelo frango, pelo peixe, tem alternativas. O arroz, por mais que seja substituído pelo macarrão, faz parte do dia a dia do prato do brasileiro, que normalmente é o tradicional feijão com arroz”, observa o presidente da Associação Paraense de Supermercados (Aspas), Jorge Portugal.

O governo chegou a anunciar algumas ações, como a redução de 12% para zero da alíquota da importação do arroz, mas o empresário entende que são medidas paliativas. “Sabemos que não vai ter efeito imediato, isso demora para importar. Um dos fatores que mais contribuiu para esse aumento foi o câmbio, o dólar no patamar elevado, onde os produtores nacionais exportaram mais. Tem mercados, como o asiático, que estocaram alimentos. Ainda teve outro fator, que foi a ajuda na economia, o auxílio emergencial, que era necessário, foi fundamental para o aumento do consumo, e tem também a consequência disso, porque desde o plano real, não existe mais essa questão de tabelamento, é a lei da oferta e procura. Logicamente, quanto menos tem pra ofertar, o preço se eleva”, ressalta Portugal.

O presidente da Aspas ressalta, porém, que os supermercadistas são a ponta da cadeia. “É preciso deixar claro que nós (os supermercadistas) somos a ponta do iceberg. Não é o supermercado que aumenta, nós temos notas fiscais comprovando, dos fornecedores. Isso já vem lá, desde o produtor, a indústria, até chegar na gente. Tanto prova que tem produtos como a cebola que estiveram com o preço lá em cima e depois caiu”, ressalta.

Sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro, que chegou a pedir aos supermercados lucro próximo de zero nos produtos essenciais, Portugal avalia que é uma tentativa de responsabilizar um setor que não provocou esse problema. “Por que o governo não zera impostos? Como vamos zerar (lucro) pagando impostos, pagando funcionários, contas de energia?”, questionou.

Para o presidente da Aspas, com a redução no valor do auxílio emergencial, a tendência é que o consumo caia também, mas dificilmente o arroz terá redução de preço de maneira imediata. “Mesmo com a desoneração da taxa de importação, a colheita, a nova safra, deve ocorrer só no início do ano, então é quando deve normalizar. Se o dólar cair, aí com certeza a exportação vai diminuir e vão ser ofertados mais produtos para o mercado interno”, avalia. “Inclusive, nossa orientação para os associados é não estocar produtos desse tipo, esses produtos que eu citei, nesse período, é para comprar o mínimo, para poder girar e não fazer aquela compra de estoque, como são acostumados a fazer”, pede.

O aumento no valor de alguns dos principais itens da cesta básica tem impactado no orçamento das famílias paraenses. “Feijão, arroz, charque, quase tudo aumentou. A gente vai comprando como pode, aos poucos, porque está tudo caro mesmo”, declarou o ambulante Édio Almeida Lobato, de 50 anos, que gasta entre 600 e 700 reais por mês com alimentação, quase a metade da sua renda.

“Eu gastava 700 e pulou para 800 reais. Eu creio que pra mim o mais caro foi arroz, carne, os alimentos de maneira geral”, disse o autônomo Adelson Pinheiro, de 39 anos. “A quantidade do que eu levo está diminuindo muito”, afirma.

Por:Keila Ferreira

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Bolsonaro diz que supermercados estão empenhados em reduzir preços da cesta básica

O Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar a alíquota do Imposto de Importação para o arroz – (Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (09), à noite, a apoiadores que conversou com representantes de supermercados que disseram estar empenhados em reduzir os preços dos produtos da cesta básica.

“A boa notícia hoje: conversei com duas autoridades dos supermercados, tá? Na ponta da linha, o preço chega pra eles, e eles estão se empenhando para reduzir o preço da cesta básica, que dado o auxílio emergencial houve um pequeno aumento no consumo”, disse.

“Houve mais exportação por causa do dólar também, sabemos disso aí. Os rizicultores, os plantadores de arroz, estavam com prejuízo há mais de dez anos, mas está sendo normalizado isso aí”, completou ele, em fala transmitida pelas redes sociais.

Bolsonaro voltou a garantir que não haverá “de jeito nenhum” interferência do governo no mercado e repetiu que não existe canetaço para resolver problemas da economia.

Em seus comentários no Palácio da Alvorada, o presidente disse que, apesar de suas advertências anteriores, perdoa os que falavam para as pessoas ficarem em casa, deixando a economia em segundo plano.

“Quando lá atrás me criticavam, eu falava o quê? Vírus e emprego. O pessoal falou: fique em casa e a economia vem depois. Apesar disso, eu perdoo quem falava isso aí”, disse, sob aplausos.

“Até muitos políticos sabiam que eu tava certo, mas por vergonha… muitos políticos queriam estar na crista da onda, cuidando da vida, o malvadão era eu. Agora eu perdoo, tá certo? A gente estava no caminho certo e estamos nos empenhando para que a economia pegar”, reforçou.

Nesta quarta-feira, o Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar a alíquota do Imposto de Importação para o arroz em casca e beneficiado até o fim deste ano.

Por:Reuters

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