Guedes nega prorrogação de auxílio emergencial e estado de calamidade para 2021

Ministro da Economia, Paulo Guedes –  (Foto:Reprodução)

‘E no fim de dezembro acabou tudo isso, ponto’, afirmou o ministro

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou nesta quarta-feira a prorrogação do auxílio emergencial ou do estado de calamidade para além de dezembro deste ano.

Guedes disse, em entrevista a alguns jornalistas, que não há decisão de prorrogar ou articulação nesse sentido.

“Tem um plano de auxílio emergencial que vai até o fim de dezembro. Tem um estado de calamidade pública que vai até o fim de dezembro. E no fim de dezembro acabou tudo isso, ponto”, afirmou o ministro.

“Não tem prorrogação, hoje a informação que existe é o seguinte: não tem prorrogação. O ministro da economia está descredenciando qualquer informação a respeito de prorrogar isso ou aquilo”, acrescentou.

Logo após a declaração de Guedes, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), publicou o link da matéria da Reuters sobre a fala de Guedes e afirmou: “A posição da presidência da Câmara é a mesma.”

A manifestação do ministro da Economia veio em meio a notícias de que, sem definição para o Renda Cidadã a partir de 2021 –novo programa de transferência de renda que virá no lugar do Bolsa Família– o governo estaria se debruçando sobre a extensão de medidas adotadas neste ano em caráter extraordinário, em função dos impactos na economia da pandemia de Covid-19.

O auxílio emergencial foi a iniciativa de maior vulto do governo na crise. Com valor de 600 reais de abril a agosto e de 300 reais pelo restante do ano, terá um custo total de 321,8 bilhões de reais em 2020, beneficiando mais de 60 milhões de pessoas por mês.

Membros do governo têm ressaltado que o Renda Cidadã é necessário para promover uma espécie de aterrissagem ao programa, já que milhões de brasileiros seguirão desempregados no ano que vem.

Mas para vitaminar seu orçamento e manter ao mesmo tempo o respeito ao teto de gastos, o governo necessariamente tem que cortar despesas, sendo que o presidente Jair Bolsonaro vetou ideias levantadas pela equipe econômica até aqui, como a canalização ao novo programa de recursos do abono salarial e do seguro-defeso.

Como o projeto orçamentário do próximo ano foi enviado ao Congresso sem margem de sobra em relação ao teto de gastos, para o teto seguir de pé novas despesas só podem ser feitas se outras forem cortadas. Não basta, portanto, que o governo identifique fontes de receita, é preciso também atacar a questão pelo lado dos gastos.

Para o ano que vem, o governo considerou em seu projeto orçamentário um aumento de 5,373 bilhões de reais para o Bolsa Família na comparação com o Orçamento de 2020, a um total de 34,858 bilhões de reais. Cerca de 15,2 milhões de famílias devem ser elegíveis ao recebimento do benefício, contra 13,2 milhões em 2020.

Bolsonaro vem insistindo, no entanto, no desejo de ampliar o universo de beneficiários em cerca de mais 8 milhões, na esteira dos danos à economia deixados pela crise de coronavírus e também atento aos dividendos políticos que o auxílio emergencial lhe rendeu.

Por:Reuters

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Tribunal livra Guedes de investigação por suposta fraude com dinheiro dos fundos de pensão

A defesa do ministro afirmou que ele é alvo de um inquérito ilegal e sem provas e que está sofrendo coação ilegal.-
(Foto:© null)

O TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) determinou nesta terça-feira (6) o trancamento de investigações contra o ministro da Economia, Paulo Guedes, conduzidas pela força-tarefa da Operação Greenfield, do MPF (Ministério Público Federal) em Brasília.

Duas apurações foram abertas contra Guedes por suspeita de envolvimento em fraudes nos aportes feitos por fundos de pensão ligados a estatais em dois FIP´s (fundos de investimentos) criados pela BR Educacional Gestora de Ativos, empresa ligada ao ministro.

Sob supervisão da Justiça de primeira instância, a Greenfiled investigava supostos crimes de gestão fraudulenta e de gestão temerária. As investigações foram revelados pelo jornal Folha de S.Paulo em 2018.

As operações suspeitas foram realizadas entre 2009 e 2013, período em que os FIPs ligados a Guedes receberam cerca de R$ 1 bilhão de fundos como Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil), Postalis (Correios) e Funcef (Caixa Econômica).

O julgamento do TRF-1 havia sido iniciado no dia 22 do mês passado, mas um pedido de vista interrompeu a análise, retomada nesta terça pela 3ª Turma do tribunal, composta por três juízes federais. A tese da defesa foi acatada por unanimidade. Cabe recurso.

Em nota, os advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, que defendem o ministro, afirmaram que foi “uma vitória da sociedade e do direito de defesa”.

“A decisão do TRF reconhece os elementos técnicos que sempre pautaram a defesa de Paulo Guedes no processo: os fundos foram lucrativos e todos os atos foram íntegros, dentro das regras de mercado e do mais alto padrão ético. Aliás, nos mesmos termos já reconhecidos pela CVM.”

Entre os argumentos, os advogados afirmaram que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) concluiu não haver irregularidades na gestão dos fundos sobre responsabilidade, entre outras pessoas, do hoje titular da pasta da Economia.

“Não há tipicidade para gestão fraudulenta e nem gestão temerária, quem diz isso é a CVM, e isso consta dos documentos que constam no processo”, afirmou o juiz federal Ney Bello, relator da matéria.

Contra o recurso de Guedes, o MPF afirmou à Justiça que ele tenta “colocar para debaixo do tapete” um dano “multimilionário” ao tentar trancar investigações sobre seus negócios com recursos provenientes de fundos de pensão de estatais.

Em documento enviado ao TRF-1, a força-tarefa da Greenfield sustentou que projetos tocados por uma gestora de ativos de Guedes entre 2009 e 2013 deram, em valores atualizados pela inflação, prejuízo de R$ 360 milhões aos investidores.

Não fosse a suposta condução indevida desses negócios, segundo os investigadores, as entidades de previdência poderiam ter obtido lucros maiores.

No documento enviado ao TRF-1, o MPF sustenta que a CVM “não examinou, sequer de forma superficial”, o mérito dos casos, apenas negou-se a abrir procedimento para apurar os fatos. “Não é possível afirmar que a CVM tenha absolvido o impetrante.”

Os procuradores também destacaram que as duas investigações não examinam todas as aplicações realizadas pelos FIPs, mas pontualmente os investimentos na HSM Brasil e na Enesa.

Eles afirmaram que, em 2010, o FIP Brasil Governança Corporativa investiu R$ 112 milhões em ações da Enesa, vendidas em 2018 pelo valor simbólico de R$ 100 mil. Atualizada pela inflação, a perda seria de R$ 287 milhões.

Os investigadores afirmaram que o FIP Brasil Governança Corporativa tem gerado prejuízos e que quase todo o investimento na Enesa Participações foi perdido.

No caso da HSM Brasil, sustenta a Greenfield, a perda em valores de hoje é de R$ 72 milhões.

“O prejuízo com as negociações de ações da HSM do Brasil afetou diretamente o valor da cota do FIP BR Educacional, embora o conjunto de investimentos do FIP (ao contrário do FIP Brasil Governança Corporativa) tenha apresentado resultado positivo para os cotistas”, afirmam os procuradores.

A defesa do ministro afirmou que ele é alvo de um inquérito ilegal e sem provas e que está sofrendo coação ilegal. “Os procuradores da República praticam atos de investigação nos indigitados PIC’s [procedimentos investigatórios criminais], mesmo já afastada a mais remota possibilidade de infração penal, insistindo na tramitação dos feitos”, disse a defesa.

Por Folhapress

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Governo do Estado paga metade do 13º salário dos servidores nesta terça (6)

Os bons resultados na arrecadação possibilitaram o pagamento ao funcionalismo (Foto:| Bruno Cecim / Ag.Pará)

O Governo do Pará paga, nesta terça-feira (6), a metade do 13º salário dos servidores estaduais. A medida só foi possível por conta do trabalho efetivo da atual gestão, que alcançou o equilíbrio nas contas públicas do Estado e obteve bons resultados na arrecadação.

O equilíbrio fiscal em 2019, por meio do alinhamento de diretrizes e planejamento estratégico para 2020, além da readequação na administração pública, influenciou para que o governo mantivesse o pagamento dos salários em dia e realizasse a antecipação de 50% do benefício, referente ao 13º salário.

A deliberação vai injetar R$ 340 milhões na economia paraense, o que colabora diretamente para o seu aquecimento, especialmente no setor do comércio e beneficiará cerca de 100.214 servidores públicos no estado do Pará.

Confira o calendário de pagamento:

Terça-feira (6) – Pensões especiais / Seplad, Auditoria-Geral, Casa Civil, Casa Militar, Defensoria Pública, Gabinete da Vice-Governadoria, Procuradoria-Geral, Sedap, Sectet, Seplad, Sefa, Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom, Setur, NGTM, NEPMV, NGPR e NAC, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Seap, Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, Hospital Ophir Loyola, Fundação Hemopa, Fundação Santa Casa, Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, Detran, Emater, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Imetropara, Iasep, Igeprev, IOE, Iterpa, Jucepa, Prodepa, Uepa, Ideflor-Bio, CPH e Fundação Parapaz.

Por:Agência Pará

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Jovens são os mais afetados na segunda recessão em 5 anos

Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2020, esses grupos perderam 34,2% e 26% da renda – (Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)

Os brasileiros de 15 a 19 anos são os que tiveram o maior recuo na renda entre 2015 e 2019, com queda de 24%. Entre os de 20 a 24 anos, a perda foi de 11%.

Agora, os jovens estão novamente entre os mais atingidos pela recessão e o desemprego provocados pela covid19. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2020, esses grupos perderam 34,2% e 26% da renda, respectivamente, de acordo com o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social). No segundo trimestre deste ano, enquanto a taxa geral de desemprego no País era de 13,3%, entre a população de 18 a 24 anos ela alcançou 29,7%.

O desemprego é historicamente mais alto entre os jovens, mas a distância entre a média do País e a registrada entre eles aumentou na crise de 2015/2016 e nunca mais voltou ao nível anterior. Estudos mostram que o mercado de trabalho precário no início de carreira pode comprometer salário desses profissionais por toda sua trajetória, fenômeno chamado de “efeito cicatriz”.

Edna Carolina Esteves Telmo tem 23 anos, é formada em Letras e teve um único emprego na vida até hoje, que durou cinco meses. Ela começou a procurar um primeiro trabalho pouco antes da recessão de 2015 e 2016, quando ainda estava na faculdade, para ajudar as tias a pagar as contas da casa. Tentou vagas de recepcionista e atendente, mas ninguém a contratou no meio da crise.

Após três anos de procura, no fim de 2018, conseguiu uma vaga em uma empresa de telemarketing, mas cinco meses depois foi demitida. “Estava tendo corte de pessoal e quem tinha avaliação da média para baixo foi mandado embora. Minha nota estava na média”, conta.

Desde o ano passado, ela voltou a buscar emprego, mas, com a pandemia do coronavírus, as perspectivas se tornaram piores. “Tenho tentado umas 20 vagas por mês, em qualquer área. Antes chamavam para entrevistas, parece que consideravam currículo sem experiência. Agora, não chamam nem respondem email”, diz ela, que ajudou a pagar as contas da casa nos últimos meses com o auxílio emergencial. As tias, uma professora do ensino público e uma atendente em uma loja de cartuchos para impressora, sustentam a família.

Edna faz parte da geração que mais sofreu os efeitos das últimas crises: jovens cuja renda despencou entre 2015 e 2017, que não tinham conseguido se recuperar ainda desse impacto e que estão, novamente, entre os mais atingidos pela nova recessão.

Levantamento do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social) aponta que pessoas de 15 a 19 anos foram as que tiveram o maior recuo na renda entre 2015 e 2019, com uma queda de 24%, seguidas por aquelas que tinham entre 20 e 24 anos, cujos rendimentos diminuíram 11%. Agora, entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, esses grupos perderam 34,2% e 26% da renda, respectivamente.

A queda acentuada do rendimento dos jovens é explicada pelo fato de eles serem os mais atingidos pelo desemprego. No segundo trimestre deste ano, enquanto a taxa de desemprego no País estava em 13,3%, entre a população de 18 a 24 anos ela era mais que o dobro e alcançou 29,7%.

O desemprego é historicamente mais alto entre os jovens. A questão é que essa distância entre a média do País e a registrada entre eles aumentou na recessão de 2015 e 2016, nunca mais voltou ao patamar anterior e, na pandemia, disparou.

Antes de 2015, a diferença da taxa de desemprego entre a população brasileira em geral e os jovens era de 8,3 pontos porcentuais. Em 2017, chegou a 14,2 pontos e, com a recuperação – ainda que lenta – da economia em 2018 e 2019, passou a diminuir. A crise do coronavírus, porém, fez essa diferença alcançar 16,4 pontos porcentuais entre abril e junho de 2020. O problema é ainda maior quando se considera o chamado efeito cicatriz, isto é, um efeito de longo prazo na carreira dos jovens que entram no mercado de trabalho em meio a uma recessão (leia mais na B3).

Concorrência. A alta taxa de desemprego entre os mais jovens é explicada pelo fato de que, em meio a uma crise, pessoas com alguma bagagem profissional acabam topando trabalhar por salários inferiores, passando a ocupar vagas que, inicialmente, seriam destinadas aqueles que acabam de concluir os estudos.

O economista Lucas Assis, da consultoria Tendências, lembra que, globalmente, os jovens já têm uma dificuldade maior para se inserir no mercado devido a um problema de “assimetria informacional”, isto é, faltam informações para os empregadores sobre a produtividade de quem está no início da vida laboral.

“No Brasil, isso é mais grave por causa da baixa escolaridade. Jovens tendem a ter menos anos de estudo e concorrem com pessoas desempregadas de maior qualificação”, acrescenta Assis.

Melhorar a conexão entre escolas e o mercado de trabalho é uma das medidas que podem reduzir o desemprego de quem está começando a vida profissional, segundo o economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social. “O País está muito atrasado nisso, mas a reforma que vem sendo feita no ensino médio, com trajetórias (que permitem a escolha de disciplinas pelo aluno), vai na direção correta.”

Programas como o Formare, da Fundação Iochpe, estão entre os que estreitam essa conexão. O Formare oferece formação profissional a jovens em situação de vulnerabilidade por meio de parcerias com empresas. De seus alunos, uma média de 83% conseguem se inserir no mercado, mas a demanda é muito maior do que a capacidade da fundação. Desde o ano passado, são cerca de 80 candidatos por vaga; antes, eram de 30 a 40.

“Uma coisa que poderia ajudar bastante seria uma lei de incentivo fiscal para a educação, como temos para o esporte e para a cultura. Existe essa necessidade porque os colégios não estão preparados para apoiar o jovem na transição entre a saída das escolas e a entrada no mercado de trabalho”, diz o presidente da Fundação Iochpe, Cláudio Anjos. O incentivo fiscal permitiria que mais empresas destinassem recursos a projetos de formação profissional.

No curto prazo, porém, programas de transferência de renda, como o Bolsa Família ou o auxílio emergencial, estão entre as poucas saídas para amenizar a crise entre os jovens, de acordo com o economista Naercio Menezes Filho, professor do Insper. Para ele, no entanto, a única forma de realmente resolver o problema do desemprego entre os jovens é com crescimento econômico. “O País tem de crescer, ter produtividade. Esse é o melhor caminho. Quanto antes crescer, começa a gerar emprego de novo.”

Presidente do Fórum da Juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Marcus Barão destaca que medidas que apoiam o empreendedorismo e incluam qualificação, acesso a crédito e desburocratização podem ajudar os jovens. Programas como o Jovem Aprendiz, acrescenta Barão, que constroem um caminho para o primeiro emprego, também são positivos. “Percebemos que jovens que participam desse programa se sentem mais estáveis e lidam melhor emocionalmente com a pandemia.”

Iniciativas que permitam empregadores contratarem jovens pagando menos tributos também são bem vistas por Barão desde que não reduzam direitos já adquiridos. No caso do contrato Verde Amarelo – criado pelo governo de Jair Bolsonaro, mas cuja Medida Provisória perdeu validade -, Barão aponta problemas por se sobrepor à Lei do Estágio.

“Qualificar o jovem é o mais importante”, diz Barão. “Se não fizermos isso, corremos o risco de milhões de pessoas deixarem de participar da economia, produzindo e consumindo. Com qualificação, além da possibilidade de os jovens se realizarem como cidadãos, serão capazes de oferecer algo para as gerações seguintes.”

Além de a situação atual para os jovens já ser ruim, o futuro também não é nada promissor. Estimativas da consultoria Tendências apontam para um crescimento fraco do Produto Interno Bruto (PIB) na próxima década, com uma média de 2,4% ao ano até 2029. O mercado de trabalho deverá responder de modo gradual a isso, com a taxa de desemprego em dois dígitos pelo menos até 2029, quando deverá cair a 10,3% – hoje está em 13,8%.

“O desemprego vai ficar mais alto no ano que vem, prevemos 15,7%, com pessoas que hoje estão fora do mercado começando a procurar ocupação. Para o mercado dos jovens, não vislumbramos um cenário otimista”, diz o economista Lucas Assis, da Tendências.

Se o cenário previsto por Assis se concretizar, os jovens brasileiros terão enfrentado, até o fim da próxima década, 15 anos de crise laboral, o que poderá marcar toda a trajetória profissional deles. Estudos apontam que as condições iniciais do mercado de trabalho podem interferir no salário e no emprego dos jovens durante toda sua vida, o que os especialistas chamam de “efeito cicatriz”. Assim, quanto maior o desemprego no começo da carreira, menor o rendimento futuro.

“O jovem, quando sai da escola, precisa experimentar várias ocupações para saber qual combina melhor com suas habilidades. Se entra no mercado de trabalho numa recessão, ele não tem essa possibilidade de experimentar ou fica desmotivado, perdendo conhecimento”, diz o economista Naercio Menezes Filho, professor do Insper.

Bruna Gabrielle Esteves, de 19 anos, faz parte do grupo de jovens que não têm conseguido se inserir no mercado e que podem sofrer impactos negativos durante toda a vida profissional. Bruna começou a estudar enfermagem no ano passado e tenta uma vaga desde os 17 anos.

“Procuro nas redes sociais. Também me cadastrei em quase todos os sites de emprego. Mas são poucas as vagas e, quando tem, a concorrência é muito grande e dão preferência para quem tem experiência. Fico na esperança de que, quando termine a faculdade, tenha emprego.”

Violência. Menezes Filho afirma ainda que estudos feitos na Inglaterra mostram que recessões no início da carreira profissional também aumentam a probabilidade de os jovens entrarem para o crime, além de reduzirem a produtividade do país. “Ou ele pode começar no crime ou ir trabalhar como entregador de aplicativo, que é o que tem hoje. Ele não vai alcançar a produtividade que teria nem a satisfação pessoal. Vai se acomodar em um nível mais baixo, com salário inferior. O país todo perde.”

O economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social, lembra que a crise dos anos 1980 no Brasil foi um dos fatores que levou a taxa de criminalidade no País a patamares mais altos nos 15 anos seguintes. Segundo ele, o “efeito diploma” também pode perder sua eficácia.

“Logo que alguém consegue um título, o ganho de renda costuma ser maior. Se se perde essa janela de oportunidade por causa da pandemia, é possível que não haja uma recuperação depois”, diz Neri.

Apesar do quadro desanimador, há um fator que pode ajudar o jovem. A quarentena imposta pelo coronavírus tem acelerado a transformação digital das empresas e os jovens têm mais facilidade para lidar com essa nova economia.

“Mesmo tendo sido os mais afetados, eles dispõe de instrumentos para tentar se inserir nas novas tendências”, acrescenta o diretor do FGV Social.

Driblar completamente a crise é impossível, afirma Lucas Oggiam, diretor da empresa de recrutamento Page Personnel. Há, porém, como minimizar os impactos dela. Abrir-se para vagas que não são as ideais, empreender e buscar qualificação são opções para quem está atrás de emprego. Oggiam afirma também que os jovens têm de fazer currículos simples, além de evitar assuntos polêmicos nas redes sociais.

Não tem como não sofrer de alguma forma, mas tem como diminuir os impactos. Estamos vivendo um momento em que ainda há vagas, mas nem sempre é a que a pessoa quer. Então, é preciso flexibilização. Talvez a posição dos sonhos não esteja disponível e o jovem vai ter de ganhar experiência ou seguir caminhos alternativos. Outra coisa importante é: se a oportunidade ideal não está disponível e você só quer seguir aquilo, aproveite agora para estudar. O Brasil tem carência de profissionais qualificados. Se você está terminando a faculdade, pode fazer uma pós-graduação e se dedicar de forma mais intensa. Uma terceira dica é empreender. Vai ser um desafio grande, mas você vai aprender muito.

Acho que ser mais flexível em relação às vagas e empreender se aplicam para esses. Também é um momento para eles estudarem. Nos últimos 12 meses, cursos gratuitos online têm aumentado muito.

Na crise, a maioria das empresas não está disposta a contratar alguém para treinar e desenvolver profissionalmente. Elas precisam contratar gente para apagar incêndio. O mercado de trabalho é bastante injusto nesse sentido e é mais difícil, sim, para quem está afastado há mais tempo. Para esses profissionais, investir na construção de uma rede de contatos é crucial. Ser indicado ajuda muito esses profissionais. Quando você indica alguém é porque conhece os valores intangíveis da pessoa. E esse profissional talvez precise ser mais avaliado por isso do que pelo conhecimento técnico.

O currículo deve ser o mais simples e objetivo possível. Tem de ser fácil de olhar e de se buscar a informação. Se não tem experiência, é melhor colocar apenas a formação e ponto. O jovem também tem de cuidar nas redes sociais. A foto no LinkedIn deve ser profissional, com fundo e roupa neutros. Quanto menos posicionamento no LinkedIn sobre assuntos polêmicos, como religião e política, melhor. Hoje, os recrutadores olham menos nas redes sociais pessoais, mas alguns ainda olham. Então, se você puder se abster de assuntos polêmicos no Facebook também é melhor.

As informações são do jornal

Por:Agência Estado

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Caixa abrirá 770 agências neste sábado para saque do auxílio emergencial e FGTS

Caixa Econômica (Foto:José Cruz / Agência Brasil)

A Caixa abrirá 770 agências neste sábado (dia 3), das 8h às 12h, para atendimento a 9 milhões de beneficiários do auxílio emergencial e do saque emergencial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os beneficiários nascidos em maio – 4 milhões de pessoas – poderão sacar o auxílio emergencial em dinheiro.

Já os trabalhadores nascidos em junho – 5 milhões de pessoas – poderão retirar em espécie os valores referentes ao saque emergencial do FGTS. Ao todo foram creditados R$ 5,8 bilhões para estes públicos.

Em todo o estado do Rio serão 76 agências abertas para atendimento. A relação de agências que estarão abertas pode ser conferida no site do banco: www.caixa.gov.br/agenciasabado.

Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o funcionamento das agências serão atendidas. Não é preciso chegar antes do horário de abertura.

Auxílio Emergencial

Os trabalhadores nascidos em maio — que se inscreveram para receber o auxílio emergencial no aplicativo, no site ou pelos Correios — podem sacar ou transferir, a partir de sábado (3 dia), mais uma parcela do benefício que foi depositado em suas contas poupanças sociais digitais no dia 11 de setembro. Até agora, a movimentação dos recursos somente podia ser feita pelo app Caixa Tem. Esses pagamentos ainda fazem parte do ciclo 2.

Ao todo, no sábado, terão sido pagos R$ 218,3 bilhões do auxílio emergencial para 67,7 milhões de brasileiros, num total de 324,5 milhões de pagamentos.

Os ciclos de crédito em conta e saques em espécie seguem até dezembro para o pagamento das cinco parcelas definidas pelo Governo Federal para o público do CadÚnico e para quem se cadastrou pelo App Caixa | auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Saque Emergencial do FGTS

No total, 60 milhões de trabalhadores já têm acesso ao valor global de até R$ 37,8 bilhões do Saque Emergencial do FGTS. E, a partir deste sábado, os trabalhadores nascidos em junho que tiveram o crédito do Saque Emergencial do FGTS e que não movimentaram a conta Poupança Social Digital ou que tenham saldo remanescente já poderão sacar o benefício em dinheiro. Também será possível transferir os valores, via aplicativo Caixa Tem, para outra conta, da Caixa ou de outras instituições financeiras.

Por:Extra Online

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15 milhões não vão receber todas as parcelas do auxílio de R$300. Saiba se você pode

Presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, explicou as condições para esse novo auxílio. | Tomaz Silva/Agência Brasil

MP que estendeu benefício determina que valor só seja pago após a quinta parcela dos R$600

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta terça-feira (29) que cerca de 15,4 milhões de brasileiros não vão receber todas as parcelas do auxílio emergencial de R$ 300.

A justificativa é que a Medida Provisória (MP) que estendeu o benefício determina que esse valor só será pago após a quinta parcela dos R$ 600, além de limitar os pagamentos a este ano de 2020.

“Quem recebeu em abril a primeira parcela e já recebeu as cinco parcelas do auxílio são esses que começam a receber agora o auxílio extensão e vão receber as quatro parcelas do auxílio extensão. Quem recebeu a partir de maio só irá terminar de receber no próximo ciclo, então receberá três parcelas do auxílio extensão. E assim sucessivamente”, explicou.

‘Se nada faço, sou omisso; se faço, estou pensando em 2022’, diz Bolsonaro ao atacar imprensa
Governo divulga calendário de novas parcelas do auxílio de R$ 300
Auxílio Emergencial: Caixa libera saques nesta terça (29); confira calendário!

Dessa forma, quem foi aprovado em junho tem acesso a duas parcelas de R$ 300. Se aprovado em julho, só terá acesso a uma. E, se aprovado só agora, não deverá receber esse benefício, já que terá pagamentos de R$ 600 até dezembro.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto, não haverá interrupção no pagamento do auxílio ao longo deste ano da pandemia e que os pagamentos não vão entrar em 2021, pois o auxílio visa atender a população no período de calamidade pública, que vai até 31 de dezembro.

“Quando você recebe a quinta parcela do auxílio, no mês subsequente entra recebendo o auxílio de R$ 300 e vai passar a receber os R$ 300, que se estendeu até 31 de dezembro”, afirma.

Com informações da Marina Barbosa/Correio Braziliense

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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Gasolina foi reajustada em 5% e o diesel automotivo em 3%, diz Petrobras

Diesel marítimo subiu 3,1% –  (Foto:Akira Onuma / O Liberal)

A Petrobras reajustou o preço do litro da gasolina vendida em suas refinarias em 5% e o do óleo diesel automotivo (S10 e S500) em 3%. Já o diesel marítimo subiu 3,1%, informou a empresa por meio de sua assessoria de imprensa. Os novos preços passam a valer nesta quarta-feira, dia 30.

Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o porcentual de reajuste representará um acréscimo de R$ 0,0831 no litro da gasolina e de R$ 0,0489 no litro do diesel.

Por:Agência Estado

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Parcelas de R$ 300 do auxílio emergencial a quem não é do Bolsa Família começam a ser pagas

(Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil ) – A Caixa Econômica Federal começará a pagar nesta quarta-feira (30) a segunda etapa do auxílio emergencial — no valor de R$ 300 — para quem não é beneficiário do Bolsa Família.

O calendário completo, que vai até dezembro, foi publicado no fim da noite desta segunda-feira (dia 28) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Nesta segunda etapa do auxílio estão previstas quatro parcelas mensais no valor de R$ 300, até dezembro. Mas nem todos os que receberam os R$ 600 terão direito a todas as parcelas extras.

Segundo estimativas do Ministério da Cidadania, cerca de seis milhões de beneficiários deverão ficar de fora por causa da fixação de critérios mais rígidos de aferição de renda na medida provisória que prorrogou o benefício, que foi criado para compensar o impacto financeiro da pandemia do novo coronavírus. Até agora, 67 milhões de pessoas já foram beneficiadas.

Crédito em conta e depois saque

Como ocorreu nos calendários anteriores, primeiro será efetuado o crédito em conta digital. Só depois os valores serão liberados para saques e transferências para outras contas. A partir do crédito na conta digital, os beneficiários poderão movimentar os recursos para pagar contas de concessionárias e boletos via aplicativo Caixa Tem.

Pelo calendário da nova etapa divulgado nesta segunda-feira (28), receberão nesta quarta-feira (30) os beneficiários nascidos em janeiro que receberam a primeira parcela do auxílio em abril. Quem recebeu a primeira em maio começa a receber em 30 de outubro.

Quem recebeu a primeira parcela em junho começa a receber em 22 de novembro, e quem começou a receber em julho terá acesso aos novos depósitos a partir de 13 de dezembro.

Os beneficiários que tenham feito contestação e se tornaram elegíveis entre 20 de julho e 25 de agosto também começam a receber nesta quarta-feira.,

Os beneficiários do Bolsa Família seguem outro cronograma, com liberação automática dos saques. A Caixa começou a efetuar a nova etapa do auxílio emergencial para esse grupo no dia 17 de setembro, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS).

Pagamentos desta terça-feira

Nesta terça-feira (29), a Caixa vai pagar o auxílio emergencial — primeira parcela extra no valor de R$ 300 — a 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com NIS de final 9. Além disso, o banco vai liberar o saque para 4,1 milhões de trabalhadores nascidos em março, que se inscreveram pelo site caixa.gov.br, pelo aplicativo Caixa /Auxílio |Emergencial ou pelos Correios. Neste caso, o valor ainda é de R$ 600 (referente a cotas antigas regulares).

O pagamento aos trabalhadores cadastrados — informais, autônomos, microempreendedores individuais (MEIs), desempregados sem direito a seguro-desemprego e inscritos no CadÚnico sem Bolsa Família — corresponde ao ciclo 2.

Por:Extra online

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Auxílio Emergencial: Caixa libera saques nesta terça (29); confira calendário!

(Foto:Reprodução) – Os saques podem ser feitos em agências da Caixa ou agências lotéricas de todo o Brasil

A Caixa Econômica Federal libera, nesta terça-feira (29), o saque do auxílio emergencial aos nascidos em março, como parte do calendário de pagamentos do Ciclo 2.

Se o beneficiário tem direito ao provento e não utilizou todo o valor, terá à disposição a opção de utilizá-lo para pagamentos de boletos.

Os saques podem ser feitos em agências da Caixa ou agências lotéricas de todo o Brasil.

Benefício disponível aos nascidos em outubro e novembro

Foi iniciado, nesta segunda-feira (28), o pagamento do auxílio emergencial no valor de R$ 600 aos nascidos em outubro e novembro, como parte do ciclo 2 do calendário de pagamentos da Caixa.

Os valores podem ser somente movimentados pelo Aplicativo CAIXA Tem para pagamento de boletos, compras na internet ou usado em maquininhas. Quem deseja sacar o valor é necessário aguardar a liberação que será feita, respectivamente, nos dias 20 e 22 de outubro.

Confira abaixo o calendário com as datas dos pagamentos e a respectiva disponibilidade para saque:

cicloCalendário de pagamentos da Caixa – Ciclo 2 Reprodução/Cai

Por: DOL

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Parcela do auxílio emergencial é liberada nesta sexta-feira (25)

Caixa também realiza pagamento de outros benefícios; confira (Foto:Igor Mota / O Liberal)

Longas filas têm se formado em frente às agências bancárias para o saque do auxílio emergencial (Foto:Igor Mota / O Liberal)

Nesta sexta-feira (25), a Caixa Econômica Federal paga a primeira parcela extra do auxílio emergencial, no valor de R$ 300, para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com Número de Identificação Social (NIS) de final 7.

Também hoje, o banco deposita uma nova parcela — ainda de R$ 600 — para trabalhadores nascidos em setembro. São informais, autônomos, desempregados sem direito a seguro-desemprego, microempreendedores individuais (MEIs) e pessoas que até estavam inscritas no CaÚnico, mas não recebem o Bolsa Família. Esses cidadãos se inscreveram por site, aplicativo ou pelos Correios.

Bolsa Família

No caso do Bolsa Família, já será permitido o saque em dinheiro, com o cartão original do programa social. A retirada poderá ser feita numa agência da Caixa, numa casa lotérica ou num correspondente Caixa Aqui.

Segundo a instituição financeira, neste mês, serão pagos R$ 4,3 bilhões de auxílio emergencial para mais de 16,3 milhões de pessoas inscritas no programa (ou 12,6 milhões de famílias).

Demais trabalhadores

Para os demais trabalhadores nascidos em setembro, o dinheiro depositado agora somente poderá ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, para o pagamento de contas e compras. O saque e a transferência bancária só estarão autorizados a partir de 15 de outubro.

Neste grupo, há beneficiários à espera de diferentes parcelas de R$ 600. Tudo depende do mês em que receberam o primeiro pagamento.

Existem também pessoas que tiveram o benefício negado e contestaram a decisão do governo, tendo, enfim, a concessão. Elas, portanto, demoraram a receber o primeiro auxílio. Outros passaram por reavaliações e tiveram seus pagamentos suspensos. Estes, depois, foram restabelecidos.

Esses trabalhadores ainda não começaram a receber as parcelas extras de R$ 300. O novo calendário, segundo o Ministério da Cidadania, deverá ser divulgado até segunda-feira (dia 28).

Pagamentos do programa social
Quem está inscrito no programa social receberá o pagamento conforme o cronograma abaixo:

17 de setembro – NIS de final 1

18 de setembro – NIS de final 2

21 de setembro – NIS de final 3

22 de setembro – NIS de final 4

23 de setembro – NIS de final 5

24 de setembro – NIS de final 6

25 de setembro – NIS de final 7

28 de setembro – NIS de final 8

29 de setembro – NIS de final 9

30 de setembro – NIS de final 0

Calendário para inscritos no site, no aplicativo ou nos Correios
CICLO 2

– Quem recebeu o crédito da primeira parcela em abril de 2020 – terá a quinta parcela

– Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – terá a quarta parcela

– Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – terá a terceira parcela

– Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – terá a segunda parcela

– Quem se inscreveu pelos Correios ou teve o benefício negado e apresentou contestação – receberá a primeira parcela

– Liberação para quem teve o auxílio reavaliado em julho ou agosto e liberado para a continuidade do pagamento

Depósito do dinheiro

28 de agosto – nascidos em janeiro

2 de setembro – nascidos em fevereiro

4 de setembro – nascidos em março

9 de setembro – nascidos em abril

11 de setembro – nascidos em maio

16 de setembro – nascidos em junho

18 de setembro – nascidos em julho

23 de setembro – nascidos em agosto

25 de setembro – nascidos em setembro

28 de setembro – nascidos em outubro e novembro

30 de setembro – nascidos em dezembro

Liberação de saque e transferência

19 de setembro – nascidos em janeiro

22 de setembro – nascidos em fevereiro

29 de setembro – nascidos em março

1º de outubro – nascidos em abril

3 de outubro – nascidos em maio

6 de outubro – nascidos em junho

8 de outubro – nascidos em julho

13 de outubro – nascidos em agosto

15 de outubro – nascidos em setembro

20 de outubro – nascidos em outubro

22 de outubro – nascidos em novembro

27 de outubro – nascidos em dezembro

Fonte:Extra Online
25.09.20 8h07
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