Polícia Federal faz ação contra fraudes no auxílio emergencial

(Foto:Divulgação © null)

A Polícia Federal realiza hoje (9) uma operação contra fraudes no recebimento do auxílio emergencial pago durante a pandemia. Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão e dez de busca e apreensão em três estados: Bahia, Tocantins e São Paulo.

Um dos mandados de prisão foi cumprido na capital paulista, assim como três das buscas. Segundo a polícia, o grupo causou prejuízos de R$ 350 mil só no estado de São Paulo.

A ação é resultado de uma articulação entre a Polícia Federal, o Ministério Público Federal o Ministério da Cidadania , a Caixa Econômica Federal, a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

A iniciativa chamada de Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial busca sistematizar a investigação de fraudes na concessão do benefício.

Com informações da Agência Brasil

por: Notícias Ao Minuto

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Caixa paga auxílio emergencial para 3,2 milhões de beneficiários

De acordo com a Caixa, a segunda parcela extra será para os beneficiários que receberam a primeira parcela do auxílio emergencial em maio  –  (Foto:© Shutterstock)

A Caixa paga hoje (4) R$ 1,3 bilhão de auxílio emergencial para 3,2 milhões de brasileiros nascidos em fevereiro do Ciclo 4. Desse total, 600 mil receberão R$ 392 milhões referentes às parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,6 milhões, serão contemplados com a segunda parcela do auxílio emergencial residual, em um montante de R$ 864,6 milhões.

A partir desta data, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas dos estabelecimentos comerciais.

O benefício criado em abril pelo Governo Federal foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000. O Auxílio Emergencial Extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

De acordo com a Caixa, a segunda parcela extra será para os beneficiários que receberam a primeira parcela do auxílio emergencial em maio.

Os saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta-feira serão liberados a partir do dia 7 de novembro.

Por Agência Brasil

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Fase restrita de pagamentos pelo Pix começa hoje

Segundo BC, etapa permitirá correção de eventuais problemas –  (Foto:Marcelo Casal Jr.)

A partir de hoje (3), um grupo limitado de clientes poderá pagar e receber recursos pelo Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC). A ferramenta entra em fase restrita de funcionamento, para ajustes e correções de eventuais problemas, enquanto o BC faz a migração do serviço do ambiente de testes para o ambiente real.

O Pix funcionará em horários determinados para um grupo de 1% a 5% dos clientes de cada instituição financeira aprovada para operar a ferramenta. Os clientes autorizados a participar da fase restrita já foram comunicados pela instituição correspondente.

O novo sistema entrará em operação para todos os clientes no próximo dia 16. Na fase restrita, o Pix funcionará das 9h às 22h, de segunda a quarta-feira. Às quintas, o serviço reabrirá às 9h e só terminará de funcionar às 22h das sextas-feiras, para permitir o teste durante a madrugada.

A partir da próxima segunda (9), as instituições financeiras poderão elevar gradualmente o número de clientes aptos a participar do Pix, até que o sistema entre plenamente em operação, no próximo dia 16, com a possibilidade de fazer pagamentos e recebimentos 24 horas por dia por toda a população.

Registros – Desde 5 de outubro, os clientes podem registrar as chaves digitais de endereçamento. Segundo o balanço mais recente do BC, até a última quinta-feira (29) mais de 50 milhões de chaves tinham sido cadastradas. Como cada pessoa pode ter mais de uma chave, o número exato de pessoas registradas é desconhecido.

As chaves funcionarão como um código simplificado que associará a conta bancária ao número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), e-mail, número do celular ou uma chave aleatória de 32 dígitos. Em vez de informar o número da agência e da conta, o cliente apenas informa a chave para fazer a transação.

Uma pessoa física pode criar até cinco chaves por conta corrente. Para empresas, o limite aumenta para 20.

Instantaneidade – Por meio do Pix, o cliente pode pagar e receber dinheiro em até dez segundos, mesmo entre bancos diferentes. Diferentemente da Transferência Eletrônica Disponível (TED) ou do Documento de Ordem de Crédito (DOC), que têm restrições de horário, o Pix funciona 24 horas por dia. Por questões de segurança, cada instituição financeira definirá um valor máximo a ser movimentado, mas o BC estuda criar modalidades para a venda e compra de imóveis e de veículos que permitam a movimentação instantânea de grandes quantias.

Para as pessoas físicas e para os microempreendedores, as transações serão gratuitas, exceto nos casos de recebimento de dinheiro pela venda de bens e de serviços. As pessoas jurídicas arcarão com custos. As tarifas dependerão de cada instituição financeira, mas o BC estima que será R$ 0,01 a cada dez transações.

O Pix servirá não apenas para transferências instantâneas de dinheiro, como poderá ser usado para o pagamento de boletos, de contas de luz, de impostos e para compras no comércio. Com a ferramenta, será possível o cliente sacar dinheiro no comércio, ao transferir o valor desejado para o Pix de um estabelecimento e retirar as cédulas no caixa.

Ampliação – Na última quinta-feira (29), o BC ampliou as funcionalidades do sistema. Com o Pix Cobrança, os comerciantes poderão emitir um QR Code (versão avançada do código de barras fotografada por smartphones) para que o consumidor faça o pagamento imediato por um produto ou serviço. Além disso, será permitido fazer cobranças em datas futuras, com atualizações de juros, multas ou descontos, como ocorre com os boletos.

O BC também obrigou as instituições financeiras que oferecerem o Pix aos usuários recebedores a usar interface de programação padronizada pelo órgão. A medida foi tomada para evitar que um empresário não consiga migrar a conta para outra instituição por causa dos custos de adaptação a um novo sistema de programação.

Por:Agência Brasil

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INSS inicia pagamento de diferenças do auxílio-doença

O pagamento será feito porque alguns segurados têm direito a um benefício maior. | Foto:Agência Brasil/Arquivo

O pagamento será feito porque alguns segurados têm direito a um benefício maior.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que iniciou o pagamento de diferenças nas antecipações do benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, que foram pagos até 2 de julho de 2020. O pagamento será feito porque alguns segurados têm direito a um benefício maior.

Segundo o INSS, quem tiver direito ao pagamento da diferença receberá uma carta do órgão com todas as informações do recálculo. Quem tiver interesse também poderá checar se tem direito à diferença pelo site e aplicativo Meu INSS, além do telefone 135. Segundo o órgão, 497 mil segurados estão aptos a receber os valores. Em geral, devem ser contemplados pessoas que tiveram duração média do benefício de 32 dias e renda média de R$ 1.481,99.

Por: Agência Brasil

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Bancários da Caixa explicam como contestar auxílio de R$ 300 negado pelo governo

Prazos vão até 2 e 9 de novembro. Contestação só pode feita pela internet | (Foto:Mauro Ângelo/Diário do Pará)

Terminam nos próximos dias os prazos para beneficiários do auxílio emergencial contestarem o bloqueio no pagamento de parcelas extras da ajuda financeira.

A próxima segunda-feira (2) é o último dia de contestação para aqueles que chegaram a receber alguma parcela residual de R$ 300 mas pararam de receber o benefício em função da revisão mensal dos critérios.

Já os trabalhadores informais que receberam as cinco parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 (ou R$ 1,2 mil, no caso de mães provedoras) e sofreram o bloqueio no pagamento do recurso extra podem contestar a decisão do governo a partir de amanhã (31) e até o próximo dia 9.

“Não é necessário se dirigir a nenhuma agência da Caixa, lotérica ou posto de atendimento do Cadastro Único para pedir a contestação”, observa o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto. “As solicitações são feitas exclusivamente pelo site da Dataprev, sendo necessário informar CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento”, explica.

Os pedidos serão acatados desde que o beneficiário cumpra todos os requisitos para o recebimento do auxílio residual (R$ 300).

Após a reanálise dos dados, caso a solicitação seja aprovada, o auxílio extra será concedido no mês subsequente ao pedido de contestação.

Segundo o Ministério da Cidadania, o procedimento ainda não vale para beneficiários do Bolsa Família, que terão de aguardar a divulgação dos critérios para fazer a contestação.

De acordo com o governo, cerca de 5,7 milhões de pessoas que foram aprovadas para o auxílio de R$ 600 não vão receber o benefício residual de R$ 300.

Quem foi incluído como dependente na declaração do IRPF 2019 — na condição de cônjuge, companheiro, filho ou enteado menor de 21 anos ou de 24 anos que esteja estudando — ficou de fora da lista de elegíveis para o auxílio extra, por exemplo.

DESENCONTRO DE DATAS

O presidente da Fenae alerta que os prazos de contestação vão terminar antes que milhares de beneficiários saibam se vão ou não receber as parcelas residuais de R$ 300.

Isto porque somente após o recebimento da quinta e última parcela de R$ 600 é que o trabalhador poderá saber se a concessão do benefício extra foi ou não negada para, então, poder pedir a eventual contestação.

É o caso das pessoas que receberam a primeira parcela dos R$ 600 em junho, por exemplo.

Para esse grupo, a Caixa finalizará o depósito da quinta parcela só no próximo dia 20, quando se encerra o chamado “Ciclo 4”.

A situação foi confirmada à imprensa pela direção da Caixa e a Dataprev, responsáveis pelo pagamento e a análise do auxílio, respectivamente.

“Mais uma vez, o governo comete falhas de planejamento e pode prejudicar milhares de brasileiros”, afirma o presidente da Fenae, ao lembrar de outras desorganizações no pagamento do auxílio emergencial. “Como a demora na divulgação de calendários de pagamentos e saques”, pontua Sergio Takemoto.

Com informações de divulgação

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Aumenta procura por planos de saúde no Pará

Enquanto no Brasil planos de saúde perderam clientes, no Pará houve alta  – (Foto:Agência Brasil)

A chegada da pandemia do novo coronavírus (covid-19) fez com que mais paraenses buscassem os serviços dos planos de saúde para ter acesso a unidades hospitalares privadas.

A tendência no cenário local é oposta ao que tem ocorrido com o Brasil. Segundo o balanço divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em agosto, o número de beneficiários no Estado chegou 780.851 pessoas. São 16.967 novos planos de saúde médico-hospitalares no Estado desde abril (+2,2%) quando iniciou os atendimentos decorrentes do Covid-19 – cerca de 4,2 mil novos clientes por dia.

Naquele mês, o Estado contabilizava 763.884 beneficiários. Em maio, a cobertura dos planos de saúde alcançou 766.195 pessoas (+0,33%) e em junho chegou a 768.987 (+0,36%). Já em julho, os planos particulares deram o maior salto no período (0,60%) totalizando 773.616 usuários. Entre julho e agosto, por sua vez, foi anotado um incremento de 7.235 novos planos, o que equivale a um aumento de 0,93% nesta passagem mensal.

O número total de agosto é o maior no Estado, desde dezembro de 2017, quando havia 801.748 beneficiários de planos de saúde. Em agosto de 2019, o Estado possuía 768.596 usuários que optaram pela modalidade de saúde privada – uma diferença de 12.255 planos ou 1,6% a menos. Nacionalmente, os convênios deixaram de contar com pelo menos 103 mil clientes, apenas nos meses de abril e agosto (-0,22%). Caiu de 47.014.694 beneficiários no início da pandemia para 46.911.423 no último levantamento da ANS. Entre agosto de 2019 e o mesmo período deste ano foram reduzidos 55.973 planos privados, o que representa uma queda de 0,12% da cobertura total.

Uma das explicações para o resultado negativo no País vem da perda de renda e emprego, registrada no bojo da pandemia. Já no Estado do Pará  esse crescimento de adesões coincide com o período mais incidente de casos, quando o estado liderava junto com o Amazonas e alguns Estados do Nordeste o ranking de identificações e mortes pelo covid-19. Na avaliação da ANS, os moradores destes Estados, em condições de pagar pelo serviço privado, optaram automaticamente por um atendimento diferenciado na rede particular.

Embora o número seja pouco expressivo, ele representa que cerca de 17 mil paraenses decidiram abrir mão da gratuidade do Sistema Único de Saúde (SUS) nesse período para terem acesso à rede particular, mesmo que, para isso, comprometam as despesas domésticas. No geral, quinze Unidades da Federação, incluindo o Pará, registraram aumento na adesão de cidadãos à iniciativa privada na comparação anual, sendo as maiores altas relativas as do Piauí (+3,26%), Paraíba (+2,45%) e do Distrito Federal (+2,44%). Por outro lado, as maiores quedas foram anotadas no Amapá (-7,06%) e Santa Catarina (-2,72%).

O superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), José Cechin, disse que “alguns números podem ser alterados pela agência [ANS] em função das revisões por parte das operadoras, mas o leve saldo positivo no mês de agosto pode indicar que o mercado começa a se estabilizar após o forte impacto da crise sanitária”. Segundo Cechin, no início da pandemia, em fevereiro e março, ocorreram mais adesões do que cancelamentos de planos médico-hospitalares. Já a partir de abril, o setor passou a registrar baixas sucessivas de beneficiários, como consequência do alto índice de demissões, perda do poder aquisitivo da população, fechamento de empresas e interrupção de atividades.

Segundo Cechin, o comportamento do setor vai depender dos rumos que a covid-19 poderá tomar no Brasil, do comportamento das pessoas e das ações dos poderes público e privado. Ele esclareceu que o comportamento do mercado de planos de saúde médico-hospitalares está atrelado ao saldo de empregos formais no país, uma vez que a maioria dos planos são coletivos empresariais, ou seja, oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores. “O desemprego e a redução da renda das famílias leva os beneficiários a não poder manter planos individuais e familiares ou mesmo coletivos por adesão”, disse.

Planos odontológicos

A ANS também aponta no Pará um crescimento nos planos exclusivamente durante a pandemia. Entre abril e agosto passou de 434.501 planos para 444.619 em agosto – um incremento de 10.118 adesões (+2,32%). Entre julho e agosto últimos houve um incremento de 7.603 clientes (+1,74%) e de 22.858 em relação a agosto de 2019 (+5,42%). Novamente o desempenho segue na contramão do resultado nacional.

Em todo o País, foram identificados 25.816.001 planos em agosto ante 25.681.893 de abril último – uma redução de 134.108 clientes (-0,52%). Já na análise mensal, houve 446.106 adesões (+1,75%). Entre agosto de 2019 e agosto de 2020 houve um aumento ainda mais expressivo, de 1.021.583 de planos (+4,12%).

Por:Thiago Vilarins

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INSS tem nova idade mínima de aposentadoria em 2020; Veja qual é

Os cálculos para solicitação de aposentadoria já estão considerando as novas exigências de transição apresentadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Os beneficiários que não fizeram seu pedido antes da publicação da reforma da Previdência, que ocorreu em novembro de 2019, enfrentarão regras mais rígidas em 2020.

Em vigor até o final deste ano, as novas regras do INSS pedem mais seis meses de contribuição aos solicitantes em todas as transições, que são três no total.

Confira como ficam os cálculos para quem completar as exigências em 2020:
Aposentadoria com idade mínima progressiva

Para a regra da idade progressiva, serão exigidos 61 anos e seis meses de idade para os homens e 56 anos e seis meses para as mulheres. No quesito tempo de contribuição, o mínimo é de 35 anos para homens e de 30 anos para mulheres. Conforme resumo abaixo:

Na regra por pontos é considerada a soma da idade do solicitante com seu tempo de contribuição. Neste ano, a exigência nesta transição também passou a ser mais rígida, funcionando da seguinte forma:

Aposentadoria por idade

A reforma não alterou os critérios de acesso à aposentadoria por esta regra para os homens. Para eles, a exigência continua sendo de 65 anos de idade e 15 anos de contribuição.

Para as mulheres, entretanto, as novas regras exigem 65 anos de idade e 15 anos de contribuição para solicitar o benefício. Na antiga aposentadoria, a idade necessária era de 60 anos. Sendo assim, fica desta forma:

Por:Edital Concursos Brasil/Foto:Reprodução

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Importações de soja brasileira pela China disparam 51% em setembro

Campo de soja –  (Foto:Ueslei Marcelino/Reuters)

As importações de soja do Brasil pela China aumentaram 51,4% em setembro em relação ao ano anterior, mostraram dados no domingo, à medida que as cargas compradas anteriormente passaram pela alfândega.

A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 7,25 milhões de toneladas da oleaginosa do Brasil em setembro, ante 4,79 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, segundo a Administração Geral da Alfândega.

Os esmagadores chineses encomendaram grandes volumes de grãos brasileiros anteriormente, com margens elevadas pela forte demanda para ração, enquanto o plantel suíno chinês se recupera do impacto de um surto de peste suína africana.

No total, a China trouxe 9,8 milhões de toneladas de soja de todas as origens no mês de setembro, um aumento de 19% em relação ao ano anterior.

A China importou 1,17 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos em setembro, queda de 32,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando chegaram os carregamentos feitos durante uma trégua na disputa comercial EUA-China.

Espera-se que as importações gerais diminuam nos próximos meses, disseram analistas e traders, à medida que os embarques do Brasil se reduzem, com os brasileiros na entressafra.

Os estoques de soja na China caíram para 7 milhões de toneladas na semana de 18 de outubro, após atingirem um pico próximo a 8 milhões de toneladas no início de setembro.

Os estoques de farelo de soja da China estavam em 937,9 mil toneladas, abaixo do recorde de 1,27 milhão de toneladas alcançado no início de setembro.

Por:Reuters

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Preço do arroz continua em alta, aponta Dieese

Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta — Foto: Reprodução/TV Diário

Nos últimos 12 meses o reajuste acumulado no preço do produto alcançou 62,45%.

O preço do arroz continua em alta é o que aponta pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A trajetória de preços do quilo do arroz consumido pelos paraenses e comercializado em supermercados da Capital subiu nos últimos 12 meses e teve um reajuste de 62,45% contra uma inflação de 3,89%.

Segundo a pesquisa, em setembro de 2019 o preço do produto custou em média R$ 2,53 e encerrou em dezembro custando em média R$ 2,66. No inicio deste 2020 o preço do quilo do arroz foi comercializado em média a R$ 2,70, seguiu com preços em alta chegando no mês de agosto sendo comercializado em média a R$ 3,36 e em setembro com novo aumento comercializado em média a R$ 4,11. Com isso o preço do quilo do arroz apresentou uma alta de 22,32% no mês de setembro.

Ainda segundo o Dieese, no balanço dos primeiros nove meses de 2020 a alta acumulada no preço do produto alcançou cerca de 54,51% contra uma inflação de 2,04% e nos últimos 12 meses o reajuste acumulado no preço do produto alcançou 62,45% contra uma inflação de 3,89% para o mesmo período.

Por G1 PA — Belém

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Mais de R$ 14 milhões serão injetados no Pará com lote residual

Segundo a Receita Federal, 6.869 paraenses terão direito ao crédito bancário a partir do dia 30  (Foto:Agência Brasil)

Desde a sexta (23), contribuintes podem fazer consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) de outubro. No Pará, 6.869 pessoas irão receber um total de R$ 14,7 milhões a partir do dia 30, por meio de crédito bancário, segundo a Receita Federal. Os contribuintes atendidos pela Delegacia da Receita Federal em Belém e unidades jurisdicionadas somam 4.384 pessoas, que terão direito a R$ 10,8 milhões. Em Marabá, serão R$ 2,6 mi para 1.605 contribuintes, e mais R$ 1,2 mi para 880 pessoas em Santarém.

Já na 2ª Região Fiscal, que inclui os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima, 15.394 contribuintes terão direito a créditos no valor de R$ 30,4 milhões. Em todo o país, serão pagos R$ 560 milhões para 273.545 contribuintes – R$ 211,7 milhões aos contribuintes que têm prioridade legal, sendo 5.110 idosos acima de 80 anos, 38.301 entre 60 e 79 anos, 4.636 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 21.244 pessoas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Foram contemplados ainda 204.254 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 5 de outubro deste ano.

O contribuinte que quiser saber se teve a declaração liberada neste lote deve acessar o site da Receita Federal. Lá, é possível entrar no serviço “Meu Imposto de Renda” e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Se houver, o contribuinte pode avaliar os erros e fazer a autorregularização, com entrega de uma declaração retificadora. Há também aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IR e situação cadastral no CPF.

Caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. O contribuinte também pode fazer o agendamento no portal BB. A restituição ficará disponível no banco durante um ano.

Por:Elisa Vaz

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