Caixa faz hoje novo pagamento do auxílio emergencial

A Caixa faz hoje (22) uma nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial. Serão contempladas 3,4 milhões de pessoas que recebem o benefício. Os selecionados são beneficiários nascidos em janeiro do ciclo 5.

No total, serão repassados R$ 1,1 bilhão. Dentro deste valor ainda há parcelas remanescentes do auxílio emergencial, que serão pagas a 157,5 mil pessoas.

O restante – cerca de 3,2 milhões de pessoas – terão valores depositados em suas contas poupança digitais relativos à modalidade de expansão do benefício, aprovada em novas parcelas nestes meses em função da continuidade da pandemia.

Quem for contemplado com os recursos poderá movimentá-los por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite transações pela Internet, compras em comércio eletrônico e pagamentos em casas lotéricas.

Redação Só Notícias

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Adepará convoca produtores de soja para realizarem cadastro da safra 2020/2021

Adepará convoca os produtores de soja da região sul e sudoeste do Pará a realizarem o cadastro anual da safra, até 15 de fevereiro/2021
(Foto:Divulgação Ascom / Adepará)

A ficha de cadastro está disponível no site da Agência (www.adepara.pa.gov.bvr). O prazo para comunicação do plantio se encerra em 15 de fevereiro de 2021
A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) convoca os produtores de soja da região sul e sudoeste do Estado para realizarem o cadastro anual da safra. O prazo para a comunicação do plantio se encerra no dia 15 de fevereiro de 2021 e pode ser feito no escritório da Adepará do município.

O objetivo é localizar e conhecer de maneira mais rápida e eficaz as áreas de plantio, principalmente, para o planejamento das ações de defesa vegetal. “A partir desse cadastro é que nós podemos fazer o planejamento das ações de defesa, inspeções fitossanitárias e fiscalizações do vazio sanitário”, explica a responsável técnica pelo Programa Fitossanitário da Cultura da Soja, Maria Alice Thomaz.

Vazio sanitário é período de três meses no qual é proibido cultivar a soja para combater a ferrugem asiática, uma das doenças de maior importância da cultura.

O Programa Fitossanitário faz parte da Gerência de Pragas de Importância Econômica da Adepará, sendo responsável por realizar o levantamento de ocorrência de pragas que afetam culturas de maior importância econômica para o Estado, além de desenvolver estratégias de prevenção e controle.

Os municípios que devem realizar o cadastro são: Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia Pau-D’Arco, Redenção, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia), Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Tucumã, Água Azul do Norte, Rio Maria, Sapucaia, Xinguara, Brejo Grande do Araguaia, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Parauapebas, Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Trairão, além dos distritos de Cachoeira da Serra e Castelo de Sonhos.

Safra

Na safra 2019/2020, a Adepará atuou nos 42 municípios e 2 distritos que possuem plantio do grão. No Pará, o cultivo da soja ocupa uma área de 476.517,96 hectares divididos em 1.219 propriedades.

Todas as propriedades ou áreas produtoras de soja (inclusive plantios destinados à pesquisa), no Pará, devem, obrigatoriamente, ser cadastradas de acordo com a Portaria nº 911, de 27 de março de 2017. Os produtores que não se regularizarem estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei Estadual Nº 7.392/2010.

No site da Adepará está disponível a ficha de cadastro que deve ser preenchida pelo produtor e entregue no escritório da Agência de Defesa Agropecuária.

Por Aycha Nunes (ADEPARÁ)

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Governo inicia pagamento do ‘Renda Pará’ na próxima sexta-feira (20)

(Foto: Divulgaçâo Bruno Cecim / Ag. ParáFoto: Bruno Cecim / Ag. Pará)

Até 30 de dezembro, cerca de um milhão de famílias serão beneficiadas com o valor
O Governo do Pará inicia, na próxima sexta-feira (20), o pagamento dos benefícios do Programa Estadual Extraordinário de Renda, o “Renda Pará”, que dará aos beneficiários paraenses do “Bolsa Família”, um incremento de renda no valor de R$ 100 (pagos em cota única). A logística de pagamento ficou a cargo do Banco do Estado do Pará (Banpará), com administração da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e ocorrerá de acordo com o mês de nascimento de cada um. Até 30 de dezembro, cerca de um milhão de famílias serão beneficiadas com a quantia

Para receber o benefício, o cidadão deverá entrar no site do banco   a partir da próxima quinta-feira (19), para conferir o calendário de pagamento. Quem mora em municípios onde não há agência bancária, deverá se dirigir a qualquer agência do banco público e receber o pagamento por meio de um recibo nominal. Hoje, o Banpará está presente em 113 dos 144 municípios paraenses, totalizando 128 agências no Estado inteiro.

“Esse pagamento vai garantir um Natal mais feliz para cerca de um milhão de famílias paraenses. O governador Helder Barbalho, sensibilizado pela crise da pandemia, não podia ter outra atitude senão ajudar essas pessoas. O Banpará criou uma logística grande para garantir o benefício em 128 agências dos 113 municípios do interior do Estado, já que nos próximos dias pretendemos entregar as agências de Bannach, Ruropólis e Ulianópolis”, destaca Braselino Assunção, presidente do Banpará.

RENDA

Foto: Bruno Cecim / Ag. ParáFoto: Bruno Cecim / Ag. Pará

Para o beneficiário conferir o calendário de pagamento, basta entrar no site do Banpará.Sobre o programa – O “Renda Pará” foi sancionado no final de outubro, pelo governador do Estado, Helder Barbalho. O programa foi criado por meio do Projeto de Lei 266/2020, aprovado também em outubro pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), com investimento de R$ 100 milhões do Tesouro Estadual.

Por Bruno Magno (CPH)

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Salário mínimo do brasileiro deve subir para R$ 1.088 em 2021

(Foto: reprodução)

A revisão da projeção de inflação anunciada nesta terça-feira pelo governo deve fazer com que o salário mínimo em 2021 seja de R$ 1.088, valor R$ 21 superior ao anteriormente previsto no Orçamento.

Em agosto, o Ministério da Economia divulgou uma previsão orçamentária na qual previa que o piso nacional fosse reajustado em 2,09%, equivalente à projeção para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) naquela ocasião. Assim, o salário mínimo subiria dos atuais R$ 1.045 para R$ 1.067 no ano que vem.

Com a alta nos preços dos alimentos, essa previsão para o INPC aumentou. O Boletim Macrofiscal divulgado pela pasta nesta terça estima que o indicador fechará o ano em 4,1%. Com isso, o piso subiria para R$ 1.087,84 — arredondado para cima, R$ 1.088.

Sem política de salário mínimo

O novo cálculo deve ser contemplado pelas leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do Orçamento Anual (LOA), que ainda não foram votadas no Congresso.

Apesar de um aumento em relação à previsão anterior, o trabalhador ainda não terá alta real do salário mínimo em 2021, já que apenas a inflação será reposta pelo reajuste.

Guedes: Governo deve zerar tarifa de importação de alimentos e materiais de construção se preço subir demais

Isso ocorre porque o Brasil deixou de ter uma política de valorização do salário mínimo. Esse mecanismo vigorou no país entre 2011 e 2018 e previa que o piso nacional fosse reajustado pela inflação, acrescido da variação do Produto Interno Bruto (PIB) registrada dois anos antes.

Desde 2019, no entanto, o governo tem buscado manter o reajuste do salário mínimo indexado apenas pela inflação, como prevê a Constituição. A medida é uma forma de evitar o crescimento de gastos públicos.

Impacto fiscal de R$ 7,4 bi

A alta acima do previsto no Orçamento deve significar um gasto extra para o governo, já que o valor serve de base para benefícios previdenciários e assistenciais.

Segundo cálculos da equipe econômica, a cada R$ 1 de aumento do mínimo, há um crescimento da despesa pública de R$ 355 milhões.

Um salário R$ 21 maior que o inicialmente planejado, portanto, representaria um custo extra de R$ 7,4 bilhões para os cofres públicos.

A nova projeção será um desafio adicional para o governo cumprir o teto de gastos no ano que vem.

A regra constitucional impede que as despesas públicas cresçam mais que a inflação medida até junho do ano anterior. Nesse ano, esse índice foi de 2,13%, bem menor que a nova projeção.

Como o Orçamento foi elaborado no limite do teto, a expectativa é que o governo necessariamente corte alguma despesa para não desrespeitar a regra.

Por: O Globo

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Pará encaminha Metas Fiscais ao Tesouro Nacional

(Foto: Reprodução)

O Governador Helder Barbalho assinou em outubro, a 20ª revisão do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado do Pará – PAF com metas fiscais para o triênio 2020/2022. Além das metas e compromissos fiscais, contam neles todas as operações de crédito em andamento e a serem contratadas pelo Governo do Estado com o aval da união e, se forem externas, com aprovação do Senado Federal.

O cumprimento das metas e compromissos atestam, junto à União e ao mercado financeiro, a saúde fiscal do Estado e mostram que o Pará pode contrair empréstimos para novos investimentos, daí a grande responsabilidade do Governo em manter o equilíbrio fiscal e cumprir as metas acordadas”, informa o secretário da Fazenda do Pará, René Sousa Júnior.

São seis as metas do PAF: Relação Dívida Consolidada e Receita Corrente Líquida (RCL); Resultado Primário (diferença entre as receitas e as despesas não financeiras); Despesa com Funcionalismo Público e RCL; Receitas de Arrecadação Própria; Gestão Pública e Disponibilidade de caixa.

O descumprimento das duas primeiras metas implicam em penalidade para o Estado, com o acréscimo no desembolso do Serviço da Dívida. Se uma das duas primeiras é descumprida, a penalidade se estende para as demais metas, com mais 0,25% por cada uma.

Superávit

No exercício de 2018, o Pará apresentou déficit primário de R$ 1,55 bilhão, quando a meta acordada no Programa de Ajuste Fiscal era que o Estado registrasse superávit de R$ 4,0 milhões. Em 2019, o Estado conseguiu reverter a situação fiscal, registrando superávit primário de RS 986 milhões, expressivamente superior ao valor acordado na 19° revisão do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal, que previa alcançar superávit nas contas públicas estaduais de R$ 61 milhões.

“Este resultado foi possível pelos esforços feitos pela administração fazendária para o crescimento das receitas e a busca pela racionalização e melhoria dos gastos públicos, saindo da situação de déficit primário para resultado primário positivo”, explica o secretário adjunto do Tesouro, Lourival Barbalho Junior.

O principal ítem de despesas que contribuiu para o reequilíbrio fiscal do Estado em 2019 foram os gastos com investimentos, que alcançaram o montante de RS 1,265 bilhão, superior em 10,77% em relação ao volume projetado no Programa de Ajuste Fiscal (PAF) para o ano passado.

Em 2019 levou o Estado despendeu R$ 22,558 bilhões, 7% superior em relação ao exercício 2018 e inferior em 0,18%, quando comparado ao projetado no Programa de Ajuste Fiscal de 2019. Os gastos de pessoal, principal ítem dos gastos públicos, registraram crescimento de 5,65% em relação a 2018 e inferior em 2,88% em relação ao projetado no Programa para 2019.

“Mesmo diante do quadro econômico brasileiro próximo da recessão, agravado pelos efeitos da Covid-19 e que refletem na situação fiscal do setor público, o Pará deverá cumprir, em 2020, todas a metas e compromissos exigidos no Programa, o que dará um certo conforto financeiro para enfrentar os desafios econômicos e fiscais para o exercício de 2021. Não haverá mais o auxílio emergencial do Governo Federal para trabalhadores informais e as dívidas de pessoas físicas e jurídicas junto ao setor bancário serão cobradas e executadas o que, certamente, afetará negativamente o nível de renda da sociedade, com reflexos negativos na arrecadação tributária do Estado”, avalia o secretário adjunto do Tesouro do Pará.

Metas

O monitoramento fiscal feito pela Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, aponta que, em 2020, o Pará não terá dificuldade no cumprimento das metas e compromissos fiscais acordados. Isso pode ser atestado pelas três principais metas fiscais: dívida pública, resultado primário e gastos com pessoal.

No caso da dívida, a meta acordada no Programa é consumir 23,51% da receita corrente líquida, e as informações até outubro apontam para um comprometimento próximo de 20%, continuando, assim, o Pará como o Estado brasileiro menos endividado.

No resultado primário, a meta acordada no programa, para 2020, é de R$ 51 milhões e os dados preliminares até outubro apontam para um superávit primário acima de R$ 1 bilhão.

No caso de pessoal, a meta é 57% da receita corrente líquida e até outubro, mesmo com o adiantamento de 50% do 13% dos salários do pessoal ativos e inativos, esse indicador aponta para um percentual de 43% da receita.

O PAF faz parte do contrato de confissão, assunção, consolidação e refinanciamento de dívidas, firmado com a União no âmbito da Lei n° 9.496/97 e suas alterações e da Resolução do Senado Federal n° 112/98 e é monitorado e avaliado anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional – STN / Ministério da Economia.

Agência Pará

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Exportação de carne de frango do Brasil recua em outubro, diz ABPA

Criação de frango em Lapa (PR) (Foto:Rodolfo Buhrer / Reuters)

As exportações de carne de frango do Brasil recuaram 9,4% em outubro ante mesmo mês do ano passado, totalizando 319,7 mil toneladas, em resultado afetado pela ausência de vendas para México e Filipinas, informou nesta quarta-feira a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Segundo levantamento da entidade, as receitas com as vendas da proteína no mês passado alcançaram 446,8 milhões de dólares, queda de 21,2% na comparação anual dos valores na moeda norte-americana.

A ABPA citou a Arábia Saudita como “principal destaque” entre compradores em outubro, com 44,9 mil toneladas, avanço de 22% em relação ao mesmo mês de 2019, e também destacou números positivos nos embarques para União Europeia (+29%) e África do Sul (+5%).

“A retomada gradativa dos embarques para a Arábia Saudita e o incremento dos volumes enviados para a Europa indicam maior capilaridade nos embarques do setor”, disse em nota o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“Apesar dos impactos sentidos pela falta do México e Filipinas nas vendas deste mês em relação a outubro de 2019, as exportações internacionais seguem, de forma geral, em patamares equivalentes ao verificado em 2019”, acrescentou.

No acumulado de 2020 até outubro, as exportações brasileiras de carne de frango somam 3,498 milhões de toneladas, praticamente em linha com igual período do ano passado, enquanto as receitas atingem 5,066 bilhões de dólares, com queda de 13%.

Considerando o resultado dos dez primeiros meses do ano, a China segue como principal cliente, com compras de 564 mil toneladas de carne de frango no período, alta de 24% na comparação ano a ano, acrescentou a ABPA.

Por:Reuters

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Servidores estaduais receberão última parcela do 13º salário em novembro

Pagamentos foram adiantados este ano (Foto:Bruno Cecim / Agência Pará)

Valores virão junto com os salários de novembro

O Governo do Pará também vai adiantar o pagamento da segunda parcela do 13º salário de servidores ativos e inativos. Com a primeira parcela paga no início de outubro, no período da Festividade do Círio de Nazaré, a segunda já estará na conta nos dias 26, 27 e 30 de novembro, junto com os salários do mês de novembro.

O pagamento antecipado da segunda parcela do 13º vai injetar mais de R$ 1 bilhão na economia paraense, principalmente no setor do comércio, e beneficiará 104.440 servidores ativos e pensionistas especiais – Seplad, e 48 mil servidores inativos e pensionistas.

Veja o calendário de pagamento do 13º salário:

Dia 26 (quinta-feira) – Auditoria-Geral, Casa Civil, Casa Militar, Defensoria Pública, Gabinete da Vice-Governadoria, Procuradoria-Geral, Sedap, Sectet, Seplad, Sefa, Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom, Setur, NGTM, NEPMV, NGPR e NAC, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Seap, Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, Hospital Ophir Loyola, Fundação Hemopa, Fundação Santa Casa, Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, Detran, Emater, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Imetropara, Iasep, Igeprev, IOE, Iterpa, Jucepa, Prodepa, Uepa, Ideflor-Bio, CPH e Fundação Parapaz.

Dia 27 (sexta-feira) – Seduc (capital e interior).

Dia 30 (segunda-feira) – Inativos militares e pensionistas civis; militares e inativos civis e pensões especiais/Seplad.

Confira o calendário de pagamento dos salários de novembro:

Dia 25 (quarta-feira) – Inativos militares e pensionistas civis; militares e inativos civis e pensões especiais/Seplad.

Dia 26 (quinta-feira) – Auditoria-Geral, Casa Civil, Casa Militar, Defensoria Pública, Gabinete da Vice-Governadoria, Procuradoria-Geral, Sedap, Sectet, Seplad, Sefa, Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom, Setur, NGTM, NEPMV, NGPR e NAC, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Seap, Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, Hospital Ophir Loyola, Fundação Hemopa, Fundação Santa Casa, Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, Detran, Emater, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Imetropara, Iasep, Igeprev, IOE, Iterpa, Jucepa, Prodepa, Uepa, Ideflor-Bio, CPH e Fundação Parapaz.

Dia 27 (sexta-feira) – Seduc (capital e interior).

Por:Redação Integrada

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Feirão Limpa Nome oferece quitação de dívida por apenas R$ 50

Renegociação pode ser feita sem sair de casa, até o dia 30 de novembro –  (Foto:Reprodução)

Para ajudar os consumidores com dívidas em aberto, o Serasa realiza a 26ª edição do Feirão Limpa Nome, que deve quitar R$ 10 milhões em dívidas por apenas R$ 50, com o objetivo de ajudar brasileiros a regularizarem sua situação financeira, limpar o nome e voltar a ter acesso a crédito. Além disso, serão ofertados descontos de até 99%, com mais de 50 empresas parceiras dos mais diversos segmentos.

Belém está entre as dez capitais com os maiores índices de inadimplência, segundo levantamento realizado pelo Serasa, com 595.807 pessoas inadimplentes. Ocupando o nono lugar na lista, a capital paraense só ganha da cidade de Curitiba (567.433). Na comparação com o ano passado, no entanto, a posição é melhor: Belém estava em oitavo (656.177), na frente apenas de Curitiba (582.271) e Recife (649.790).

A edição deste ano deve beneficiar até 64 milhões de consumidores de todo o país, que poderão renegociar suas dívidas sem sair de casa, até o dia 30 de novembro, por meio dos canais digitais: site do Serasa Limpa Nome, Aplicativo da Serasa, Whatsapp (11-99575-2096) ou pelo 0800 591 1222. Também há a possibilidade de fazer a renegociação nas mais de 7 mil agências dos Correios em todo o Brasil, novidade trazida por esta edição. Outra inovação este ano é o Serasa Turbo, que permite aumentar o Serasa Score na hora, além de mostrar quanto pontos o consumidor irá aumentar antes de pagar a dívida.

Por fora do Limpa Nome, o Serasa também faz outras campanhas, entre março e setembro, com diversos parceiros para propor melhores condições na renegociação de dívidas e ajudar a população. Um exemplo foi a campanha de dívidas de até R$ 1.000 por apenas R$ 100. Só em agosto, quase três milhões de dívidas foram quitadas por meio dos canais digitais da empresa.

Confira algumas das instituições que participam do Feirão Limpa Nome 2020:

Itaú, Banco do Brasil, Claro, Nextel, Santander, Vivo, Renner, Riachuelo, Avon, Bradesco, Porto Seguro, Oi, Sky, Credsystem, Banco BMG, Casas Bahia, Ponto Frio, Unopar, Conect Car, Porto Seguro, Crefisa, Havan, Energisa, Nosso Lar, Novo Mundo.

Por:Elisa Vaz

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Mourão diz que Brasil tem nos Estados Unidos um rival em relação ao agronegócio

O vice-presidente afirmou que a maioria dos produtores rurais brasileiros ‘já se movimentou há algum tempo em termos noção da cadeia de sustentabilidade’ (Foto:Reuters)

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira, 9, que o Brasil tem nos Estados Unidos um rival em relação às atividades do agronegócio. Em entrevista à Rádio BandNews FM nesta tarde, Mourão comentou que o País precisa disputar mercado com os norte-americanos, mas ressaltou que o Brasil é atualmente “o grande produtor de alimentos do mundo”.

“Os Estados Unidos são rivais nossos em termos de produção nessa área (agronegócio), então temos que disputar esse mercado com eles. A maior fatia do mercado está em países asiáticos e africanos que têm necessidade muito grande de manter sua segurança alimentar e o Brasil é o grande produtor de alimentos do mundo hoje, alimentando em torno de um bilhão de pessoas”, disse.

O vice-presidente afirmou que a maioria dos produtores rurais brasileiros “já se movimentou há algum tempo em termos noção da cadeia de sustentabilidade”. Ele observou que o setor é um dos carros-chefes da economia do País e tem a preocupação com a preservação ambiental. Mourão disse ainda que o governo de Jair Bolsonaro apoia e “tem uma ligação muito forte com o agronegócio”.

“O agronegócio é o setor mais comprometido com a preservação ambiental. Posso dizer tranquilamente que 95% dos nossos produtores rurais têm essa visão (de preservação). Tira 5% que ainda não entenderam para onde o mundo está se orientando e têm uma visão antiquada do uso da terra”, declarou.

Documentos do Conselho Nacional da Amazônia Legal (CNAL) obtidos pelo Estadão também registram a preocupação com um interesse do país asiático pelos recursos naturais estratégicos, especialmente a água. O órgão comandado por Hamilton Mourão destaca que as potencialidades brasileiras já estão na mira de potências como Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos.

“A entrada da China no seleto grupo de grandes potências econômicas hegemônicas do mundo, contextualiza uma nova realidade global, na qual regiões ricas em recursos naturais estratégicos passam a ser o alvo das políticas externas do Governo chinês”, ressalta uma apresentação feita na última terça-feira, 3, aos integrantes do Conselho.

Por:Agência Estado

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Estimativa do Focus para câmbio 2020 segue em R$ 5,45 e em R$ 5,20 para 2021

(Foto:Divulgação © Shutterstock)- O relatório é da Focus

O Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 9, pelo Banco Central (BC), trouxe manutenção nos cenário para a moeda norte-americana em 2020 e 2021.

A mediana das expectativas para o câmbio no fim do ano continuou em R$ 5,45, ante R$ 5,30 de um mês atrás. Para 2021, a projeção dos economistas do mercado financeiro para o câmbio permaneceu em R$ 5,20 ante R$ 5,10 de quatro pesquisas atrás.

por Estadao Conteudo

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