Investimento em vacina é mais barato que prorrogar auxílio, diz presidente do BC

Campos Neto destacou o aumento dos casos de covid-19 no Brasil e acrescentou que a dúvida é qual o impacto que isso terá no primeiro trimestre de 2021.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que os investimentos em vacinas contra covid-19 são mais baratos do que a prorrogação de auxílios governamentais para lidar com os efeitos econômicos do distanciamento social. “Há uma disputa por vacinas. Quem terá a vacina primeiro e como a logística será feita muda todos os dias. Estamos concentrados nas vacinas e o mercado também”, afirmou, em participação no evento GZERO LatAm Forum 2020, organizado pela B3 e pela Eurasia Group.

O governo Jair Bolsonaro prepara uma medida provisória para abrir crédito de R$ 20 bilhões para compra de vacinas contra a covid-19. A verba deve ser usada para compra de vacina e seus insumos, além da logística e a comunicação da campanha de imunização. A edição da MP foi revelada pela Coluna do Estadão.

Como o jornal O Estado de S. Paulo mostrou, avessa a propostas de prorrogação do auxílio emergencial, que trariam custo extra aos cofres públicos em 2021, a equipe econômica tem um plano de contingência para o caso de os índices de adesão ao distanciamento social voltarem a subir como reação ao repique da covid-19.

Segundo apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), entre os instrumentos, está a antecipação do 13.º para aposentados e pensionistas do INSS e do pagamento do abono salarial (uma espécie de 14.º salário a trabalhadores que ganham até dois mínimos), “se for necessário”.

Campos Neto destacou que nas últimas duas semanas houve um aumento de casos de covid-19 no Brasil e acrescentou que a dúvida é qual o impacto que isso terá no primeiro trimestre de 2021. “Com o aumento de casos e com novas restrições de mobilidade, deve haver algum impacto na economia no começo de 2021”, completou.

Ainda assim, o presidente do BC voltou a dizer que o País começou com previsão de maior retração em 2020, e agora deve fechar o ano com uma queda de 4% ou 4,2% no PIB. “O Brasil fez um programa econômico grande na pandemia. Fizemos mais pelos indivíduos e menos para as empresas na crise”, disse.

 

 

Foto: Reprodução
Por: Agência Estado

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Fachin suspende isenção de imposto para importação de revólveres e pistolas

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu uma liminar hoje suspendendo os efeitos da resolução do governo federal que zerou a taxa de importação de revólveres e pistolas. A medida, anunciada pelo Ministério da Economia no último dia 9, entraria em vigor a partir de 1º de janeiro de 2021.

Foto: Diomício Gomes/O Popular/Folhapress
Foto: Diomício Gomes/O Popular/Folhapress

A decisão de Fachin é mais uma derrota no STF para Jair Bolsonaro (sem partido), que foi eleito com promessas de flexibilizar e facilitar a compra e a posse de armas. No dia em que a isenção foi editada, o presidente publicou uma foto em que aparece segurando uma arma, comemorando a medida.

Procurado pelo UOL, o Ministério da Economia disse que não vai se manifestar sobre a decisão de Fachin.

- A CAMEX editou resolução zerando a Alíquota do Imposto de Importação de Armas (revólveres e pistolas). - A medida entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2021. Foto: Redes Sociais
– A CAMEX editou resolução zerando a Alíquota do Imposto de Importação de Armas (revólveres e pistolas).
– A medida entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2021.
Foto: Reprodução/Facebook

O pedido de suspensão foi feito pelo PSB. O partido afirmou que, ao zerar a alíquota, o governo facilita o acesso da população a armas de fogo, “contradizendo não apenas as tendências mundiais de mitigação de conflitos de natureza armada, senão também as próprias políticas públicas nacionais”, como o Estatuto do Desarmamento (lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003).

de covid-19. O governo aumentou o endividamento público durante a pandemia para bancar medidas como o auxílio emergencial.

Violação do ‘direito à vida’
Na decisão, Fachin afirmou que a redução da alíquota contradiz “o direito à vida e o direito à segurança, viola o ordenamento constitucional brasileiro”. O ministro também disse entender que a medida impacta “gravemente” a indústria nacional, reduzindo sua competitividade frente aos produtos importados.

“É inegável que, ao permitir a redução do custo de importação de pistolas e revólveres, o incentivo fiscal contribui para a composição dos preços das armas importadas e, por conseguinte, perda automática de competitividade da indústria nacional; o que afronta o mercado interno, considerado patrimônio nacional, (…) e causa não razoável mitigação dos direitos à vida e à segurança pública”, argumentou.

Fachin afirmou que não há, no Brasil, um direito irrestrito ao acesso às armas, ainda que sob a justificativa de legítima defesa. Esse direito, caso concedido, “somente alcança hipóteses excepcionais”, limitadas pela obrigação do Estado de proteger a vida dos cidadãos, explicou. “Diante deste arcabouço normativo, a Resolução GECEX nº 126/2020 se apresenta, em juízo de delibação, como contrária à Constituição. (…) O risco de um aumento dramático da circulação de armas de fogo, motivado pela indução causada por fatores de ordem econômica, parece-me suficiente para que a projeção do decurso da ação justifique o deferimento da medida liminar”, concluiu.

Histórico apoio às armas

Desde que tomou posse, em janeiro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro tomou medidas para flexibilizar o acesso a armas e munições pela população, uma das principais bandeiras de sua campanha. O primeiro decreto veio duas semanas depois de sua posse, em 15 de janeiro de 2019. Na ocasião, o presidente facilitou o acesso a armas a agentes públicos ligados à área de segurança, moradores de áreas rurais, moradores de áreas urbanas em estados com mais de dez homicídios por 100 mil habitantes —na prática, todos—, donos de estabelecimentos comerciais e colecionadores, atiradores e caçadores.

Em trecho de vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, tornado público pelo STF em maio, Bolsonaro disse que está armando os cidadãos porque não quer uma ditadura no Brasil. Ele afirmou, ainda, que a população, quando armada, “jamais será escravizada”.

 

 

Foto: Reprodução/Internet
Por: UOL, em São Paulo

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Senado aprova destaque e retira térmicas inflexíveis da nova lei do gás

Algumas alterações foram feitas e o projeto voltará para a Câmara  – (Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)

O Senado retirou as termoelétricas inflexíveis do projeto da nova lei do gás, rejeitando um artigo incluído pelo parecer do senador Eduardo Braga (MDB-AM). Ainda assim, algumas alterações foram feitas e o projeto voltará para a Câmara.

O Cidadania apresentou um destaque para retirar o artigo das térmicas inflexíveis do projeto, rejeitado por 38 votos a 33. O argumento da líder do partido, Eliziane Gama (MA), é que a prioridade pelas termoelétricas prejudicaria a produção de energia solar e eólica.

“Estamos aqui desestimulando a produção de energia limpa.”O relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), afirmou que a inclusão das térmicas inflexíveis não concorria com a reserva de energia eólica e solar. De acordo com ele, as usinas incluídas serviriam como âncoras de demanda e viabilizariam o transporte de gás natural para regiões que ainda não dispõem deste energético.

“Se houvesse uma térmica inflexível a gás no Amapá, nós não teríamos tido o sofrimento que tivemos no Estado (apagão)”, afirmou o senador.Ainda de acordo com Braga, as termoelétricas inflexíveis a gás natural poderiam substituir as usinas térmicas abastecidas a óleo diesel, considerado um combustível mais “sujo”. O governo se posicionou contra a inclusão das usinas inflexíveis.

O custo de geração de energia ao consumidor final pode aumentar, argumentou o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

O artigo rejeitado previa que os próximos leilões de compra de energia termelétrica a gás natural, promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), deveriam, prioritariamente, substituir a geração termelétrica existente, abastecida com diesel ou óleo combustível e favorecer abastecimento da região amazônica.

Além disso, a energia produzida por essas usinas poderia ser rateada entre todos os usuários finais de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional.Outras alterações do relator, porém, ainda ficaram no projeto e por isso a proposta voltará à Câmara.

O texto aprovado no Senado estabelece que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vai elaborar anualmente o Planejamento da Expansão de Malha de Gasodutos de Transporte, priorizando os dutos para atendimento das térmicas inflexíveis locacionais, mas sem o dispositivo dos leilões.

Outra alteração aprovada garante os direitos e as autorizações dadas às transportadoras dos gasodutos em implantação ou processo de licenciamento ambiental em 5 de março de 2009. O projeto aprovado pelos deputados preservava apenas as classificações desses gasodutos.

O Broadcast apurou que a emenda privilegia a seleção e a construção de gasodutos que já obtiveram licenciamento ambiental De 11 estruturas licenciadas, seis são de empresas que pertencem ou estão ligadas ao empresário Carlos Suarez – como a Termogás e a CS Energia.

Os novos gasodutos já licenciados somam 6,7 mil quilômetros, dos quais 5,2 mil km, ou 77%, estão relacionados a Suarez de alguma forma.

O relator retirou também um dispositivo aprovado na Câmara que trata do acondicionamento de gás natural para transporte e comercialização ao consumidor final. O artigo estabelecia que a regulamentação da atividade ficaria a cargo da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Para ele, uma futura regulamentação com base nesse item poderia violar a competência dos Estados na distribuição de gás canalizado.Ao rever o projeto, os deputados poderão rejeitar as mudanças do Senado e recuperar a proposta aprovada anteriormente.

Por:Agência Estado

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Polícia Federal faz operação contra fraudes no auxílio emergencial

Ação abrange 14 Estados. Há 42 mandados de busca e apreensão.  – (Foto:Divulgação Polícia Federal)

A Polícia Federal (PF) faz nesta quinta-feira (10) uma ação contra fraudes no recebimento do Auxílio Emergencial pago pelo governo federal.

A operação Segunda Parcela está cumprindo 42 mandados de busca e apreensão e 13 de sequestro de bens em 14 estados.

A justiça determinou o bloqueio de R$ 650 mil em diversas contas que receberam indevidamente o auxílio, criado para ajudar financeiramente milhões de famílias de baixa renda afetadas pela pandemia do novo coronavírus.Segundo a PF, a ação é parte de uma estratégia coordenada contra as fraudes entre a própria PF, Ministério Público Federal (MPF), Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério da Cidadania.Nessa estratégia, as tentativas de cadastramento irregulares são detectadas pela Polícia Federal, que busca identificar a atuação de organizações criminosas que fraudam o benefício.

Ainda segundo a PF, a estratégia coordenada já detectou, bloqueou e cancelou o cadastramento de mais de 3,82 milhões de pedidos irregulares, evitando um prejuízo de R$ 2,3 bilhões aos cofres públicos.

Por:Agência Brasil

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Com alta do dólar, preço dos ovos e carne de frango vai subir no Pará

O custo da na produção de ovos subiu cerca de 50% nos últimos quatro meses.

Nem o ovo de galinha escapou da alta do dólar. O preço subiu porque os componentes da ração das aves ficando a cada dia mais cara no Pará. Em meio ao desequilíbrio econômico devido a pandemia do novo coronavírus, a situação está ficando cada vez pior para os produtores regionais.

O milho é o insumo-chave no processo de cria e engorda de suínos e aves, por isso tem grande impacto no custo de produção e tem efeito direto no desempenho desses segmentos no mercado interno e externo, uma vez que o Brasil está entre os maiores produtores e exportadores mundo.

Na granja Santa Joana, em Santa Isabel, o custo da na produção de ovos subiu cerca de 50% nos últimos quatro meses. O preço do milho e do farelo de soja, base da ração das aves, mais que triplicou. O milho é o principal ingrediente energético utilizado na ração desses animais.

“O saco de milho de 60kg que era comprado a R$28, agora está custando R$80. Já o saco da Soja que era vendido a R$1.400 agora está R$2.400”, disse o administrador da granja, Álvaro kagawa, em entrevista ao DOL.

De acordo com Kagawa, uma caixa com 360 avos é vendida por R$130, mas com o atual preço da ração, o valor será reajustado em R$150. Ainda segundo o administrador, a carne do frango também sofrerá com a alta nos preços. Ainda segundo o administrador, até as embalagens de papelão que acondiciona os ovos para a venda sofreu reajuste. E o consumidor já sentiu no bolso os constantes aumentos nos preços.

“Os clientes já estão reclamando das constantes altas nos preços e muitos já não querem comprar porque os lucros não acompanham o preço final da revenda”, disse Kagawa.

Kagawa também informou que esse aumento se deve porque a China comprou todas as safras de milho e soja do Pará e agora os produtores da região estão sendo prejudicados com a falta da matéria prima.

E para diminuir os prejuízos por falta de matéria prima, a saída da granja está sendo reduzir a produção e o descarte das aves. Segundo o administrador, a granja já descartou cerca de 30% de suas aves.

Algumas reuniões já foram realizadas com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) para tentar encontrar uma solução, mas até o momento a ordem é esperar para que o dólar sofra queda para que esse esse senário econômico possa se estabilizar.

 

 

Foto: Reprodução
Fonte: Diário Online

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Caixa começa a pagar hoje abono do PIS em poupança digital

(Foto:Reprodução) –  Os trabalhadores com carteira assinada sem conta na Caixa Econômica Federal poderão receber o abono salarial 2020/2021 sem a necessidade de ir a uma agência. A partir de hoje (8), o banco depositará o benefício do Programa de Integração Social (PIS) na conta poupança social digital.

As contas foram abertas de forma gratuita pela Caixa, sem a necessidade de apresentação de documentos. O pagamento pela poupança digital foi autorizado pela Lei 14.075/2020, sancionada no fim de outubro, que autoriza permanentemente o pagamento de diversos benefícios sociais e trabalhistas por meio eletrônico.

O trabalhador poderá movimentar o dinheiro por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de boletos bancários, de contas domésticas e compras em lojas parceiras. O aplicativo também permite até três transferências gratuitas por mês para qualquer conta bancária.

Quem não tiver conta poderá gerar um token (chave eletrônica) no Caixa Tem para saques em terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências.

Calendário
Nesta semana, só receberão o abono salarial os trabalhadores nascidos de julho a novembro. O pagamento para os demais meses de nascimento será escalonado até março do próximo ano. O calendário de benefícios será executado da seguinte forma:

Mês de nascimento Data do pagamento
Julho, agosto, setembro, outubro e novembro 8 de dezembro
Dezembro 15 de dezembro
Janeiro e fevereiro 19 de janeiro
Março e abril 11 de fevereiro
Maio e junho 17 de março
A Caixa esclarece que nada muda para correntistas do banco. Nesse caso, o abono do PIS será depositado normalmente na conta do trabalhador na instituição financeira. Cerca de 2 milhões de trabalhadores que não sacaram o abono salarial 2019/2020 (ano-base 2018) poderão retirar o benefício até 30 de junho de 2021.

Quem tem direito
Com valor entre R$ 88 e R$ 1.045, conforme a quantidade de meses trabalhados com carteira assinada no ano-base 2019, o abono salarial 2020/2021 será pago a cerca de 20,5 milhões de trabalhadores, que receberão R$ 15,8 bilhões. Têm direito ao benefício os empregados formais que:

Receberam até dois salários mínimos, na média, em 2019;
Cadastrados no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
Com pelo menos 30 dias trabalhados em 2019
Informado corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais/e-Social)
Recebem o abono salarial pela Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. As pessoas que trabalham no setor público estão inscritas no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e recebem o benefício pelo Banco do Brasil.

Por: RG 15 / O Impacto com Agência Brasil

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‘Renda Pará’ beneficia mais de 295 mil famílias no enfrentamento da pandemia

Os beneficiários podem fazer o saque em uma das 128 agências em todo o território paraense (Foto:Alex Ribeiro)

“Esse dinheiro vai me ajudar muito neste momento.

Desde o início do programa, o Governo do Pará já pagou o montante equivalente a R$ 29,5 milhões

Tenho dois filhos pequenos e vou poder comprar as coisas para eles, pois já não tenho nada em casa e estou sem trabalho fixo”, disse, entusiasmada, Priscila Barbosa, moradora do bairro Área Verde, localizado em Santarém, região Oeste do Pará.

Devido a situações como essa, desencadeadas pela pandemia, é que foi planejado o investimento por meio do Programa Estadual Extraordinário de Renda, o “Renda Pará”, do Governo do Estado, com o objetivo de minimizar os impactos sofridos por quem está em situação de vulnerabilidade.

A medida prioriza o bem estar da população paraense, e só foi possível devido ao equilíbrio das contas públicas alcançado pelo governo, que determinou medidas de reestruturação e ajuste fiscal, como a contenção de gastos e despesas.

O “Renda Pará” representa um acréscimo no valor de R$ 100,00, que é pago em cota única, por meio do Banco do Estado do Pará (Banpará), e liberado de acordo com o mês de nascimento de cada beneficiário. Até o dia 30 de dezembro de 2020, cerca de um milhão de famílias paraenses receberão o benefício.

“A ação planejada é um investimento para ajudar as pessoas com dificuldade, neste momento delicado que estamos vivendo, de pandemia. Cerca de 295.539 famílias já receberam o benefício por meio do Banpará.

Desde o início do programa, já pagamos o montante equivalente a R$ 29.553.900,00, e continuaremos trabalhando para dar o suporte necessário às famílias do nosso Estado, em busca de mais melhorias e qualidade de vida”, ressaltou o governador Helder Barbalho.

Para obter o benefício, o favorecido deve estar com o seu CPF e inscrição no Programa Bolsa Família regular, e então consultar no site do Banpará www.banpara.b.br, e da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) www.seaster.pa.gov.br, o calendário de pagamento, que segue conforme a data de aniversário do beneficiário.Quem for atendido pelo Bolsa Família, já está automaticamente apto para receber o “Renda Pará”, sem a necessidade de um cadastro.

Aqueles que residem em municípios sem agências bancárias, deverão se dirigir a qualquer agência do Banpará, para receber o pagamento por meio de um recibo nominal. Atualmente, dos 144 municípios do estado, o Banpará está presente em 113, totalizando 128 agências em todo o território paraense.

Trabalhamos por resultados e com a boa arrecadação que obtivemos, em meio a uma pandemia, essa foi a forma que encontramos para ajudar os que mais foram afetados, além de reafirmar o nosso compromisso com a população, que merece ter mais qualidade de vida”, disse Hana Ghassan, titular da Secretaria de Estado de Planejamento e Administração.SegurançaO Banpará cumpre todos os protocolos de segurança sanitária para evitar a disseminação do novo Coronavírus dentro das agências, e limita o número de pessoas no interior das unidades, garantindo assim a segurança dos usuários e funcionários.

Além disso, o banco oferece álcool em gel, tendas e cadeiras fora das agências, para abrigar os clientes e manter as medidas preventivas.

As agências do Banpará seguem todos os protocolos de segurança sanitária no combate ao coronavírus (Ricardo Amanajás)InformaçõesO Banpará também esclarece as dúvidas dos beneficiários através das redes sociais e pela Central de Atendimento, nos contatos 3004-4444 – Belém e demais municípios da Região Metropolitana, Marabá e Santarém (fixo e celular), e 0800-285-8080 para demais localidades (fixo)

Por:Alex Ribeiro

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Petrobras aumenta em 5% valor de gás de cozinha a partir desta quinta

Com o reajuste, botijão de 13 kg passa a acumular no ano alta média de 21,9%.
Preço do botijão de gás sobe mais uma vez

A Petrobras informou que elevará em 5% o preço médio do GLP, também conhecido como gás de cozinha, a partir desta quinta-feira (3). Os reajustes são aplicados às distribuidoras.

Com isso, o preço médio da Petrobras às revendedoras será equivalente a R$ 33,89 por botijão de 13 kg.

Com o reajuste, o produto passa a acumular no ano alta média de 21,9%, ou R$ 6,08 por botijão.

“Os preços de GLP praticados pela Petrobras seguem a dinâmica de commodities em economias abertas, tendo como referência o preço de paridade de importação, formado pelo valor do produto no mercado internacional, mais os custos que importadores teriam, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos internos de transporte para cada ponto de fornecimento. Esta metodologia de precificação acompanha os movimentos do mercado internacional, para cima e para baixo”, informou a Petrobras.

A estatal destacou também que, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), 43% do preço ao consumidor final correspondem atualmente à parcela da Petrobras e os demais 57% traduzem as parcelas adicionadas ao longo da cadeia até clientes finais como tributos e margens brutas de distribuição e revenda.

Segundo pesquisa da ANP, na última semana de novembro o preço médio do botijão praticado no país era de R$ 73,22. Os preços, no entanto, são livres, e variam nos postos de venda aos consumidores.

“Ao longo do ano, refletindo as reduções e as variações do mercado internacional, a Petrobras reduziu os preços de venda do GLP às companhias distribuidoras, chegando a uma variação acumulada de -21,4% em maio (-5,96 R$/ botijão de 13 kg). Da mesma forma, os preços acompanharam a recuperação do mercado internacional, também sendo influenciados pelo câmbio”, acrescentou.

Por G1
03/12/2020 07h36

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Fim das filas: veja como usar o PIX para sacar o auxílio emergencial

O processo poder ser feito em qualquer horário e data, inclusive aos finais de semana e feriados.

Você recebe o auxílio emergencial? Sabia que, a partir de agora, você não precisa mais esperar dois ou três dias para compensar um boleto em outro banco ou ainda pagar taxas para fazer TEDs. Com o PIX, sistema de pagamentos instantâneos, o usuário pode utilizar o aplicativo Caixa Tem. As informações são do portal Edital Concursos Brasil.

Desta forma, você pode transferir o auxílio emergencial, de forma gratuita, para qualquer banco ou instituição. O dinheiro cai na conta em poucos segundos, além do processo poder ser feito em qualquer horário e data, inclusive aos finais de semana e feriados.

Como usar o PIX no Caixa Tem?

O primeiro passo é cadastrar uma chave Pix no aplicativo da Caixa. O processo é bem simples e basta escolher o tipo de chave (CPF ou CNPJ), e-mail, número de celular, ou número aleatório e selecionar a opção “Cadastrar chaves selecionadas“. Em seguida, será necessário digitar a senha do Caixa Tem e clicar em “Avançar“.

Vale ainda destacar que também é preciso cadastrar suas Chaves Pix na conta que vai receber a transferência. Isso pode ser feito pelo aplicativo do seu banco ou instituição de pagamento.

Com uma Chave Pix já cadastrada é só acessar o app Caixa Tem; clicar em “Pix – Pagamentos instantâneos”; selecionar a opção “Pagar”; escolher pagar ou transferir via Chave Pix, selecionar o o tipo de Chave Pix que você tem cadastrada na sua outra conta; e, por fim, colar ou digitar a Chave Pix que vai receber a transferência.

 
Foto: Reprodução
Fonte: Diário Online

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Cerco sobre pecuária está apertando no que se refere a desmatamento, diz Marcos Jank

Jank lembrou que o assunto restrito aos produtores se expandiu e está em pauta no mercado internacional e já ganhou espaço na indústria.

O professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global (Insper), Marcos Jank, disse que “o cerco sobre a pecuária está apertando quando falamos de desmatamento”. Durante evento promovido pela Scot Consultoria, ele afirmou que o democrata Joe Biden, eleito novo presidente dos Estados Unidos, segundo a imprensa americana, deve se aliar à União Europeia e aumentar a pressão sobre o Brasil na pauta ambiental.

Ele ressaltou que a questão do desmatamento ilegal do Bioma Amazônia já era uma pauta do setor, mas ficava restrita aos produtores. Jank lembrou, contudo, que o assunto se expandiu e está em pauta no mercado internacional e já ganhou espaço na indústria. “Os frigoríficos estão entrando nessa questão de controle do desmatamento nas suas cadeias produtivas”, acrescentou.

Conforme Jank, “o setor da pecuária brasileiro precisa mudar o disco e assumir a ótica de “vamos resolver nossos problemas e mostrar para o mundo”, comentou. Para ele, o caminho é a implementação do Código Florestal e a redução das irregularidades de fiscalização. “Podemos integrar mais a agricultura com a pecuária e aproveitar as áreas de pasto que já estão degradadas”, concluiu.

 
Foto: João/ Canal Rural
Por: Estadão Conteúdo

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