Novo auxílio emergencial só viria com calamidade pública, diz Guedes

Ministro reuniu-se com presidente do Senado na noite desta quinta  – (Foto:Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Uma eventual nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele reuniu-se ontem (4) à noite com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9 milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.

Para chegar à estimativa de 32 milhões de pessoas, Guedes explicou que uma nova versão do auxílio emergencial não abrangeria os inscritos no Bolsa Família e se concentraria apenas na população não atendida por nenhum programa social. O ministro ressaltou que a recriação do auxílio deverá ter previsões de recursos no orçamento, com o remanejamento de outras despesas e com a ativação do estado de calamidade.“É possível. Nós temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de um novo marco fiscal.

Se o Congresso aciona o estado de calamidade, temos condição de reagir rapidamente. Mas é muito importante que seja dentro de um quadro de recuperação das finanças. Estamos preparados para fazer as coisas dentro das proporções”, declarou Guedes.

Ao lado de Guedes na saída da reunião, Pacheco disse que foi ao Ministério da Economia expressar “formalmente” à equipe econômica a preocupação dos parlamentares com o fim do auxílio emergencial. “A pandemia continua, e agora eu vim ao ministro da Economia externar o que é uma preocupação do Congresso Nacional”, disse.

Ao comentar que a retomada do auxílio emergencial é importante, Pacheco disse ter se antecipado à reunião do colégio de líderes, ao discutir a questão com Guedes. O senador, no entanto, ressaltou que a recriação do benefício deve ser discutida observando as regras fiscais. “Obviamente com cautela, com prudência, com observância de critérios, para evitar que as coisas piorem”, afirmou.

ReformasSobre o cronograma de votação das reformas econômicas, o presidente do Senado reiterou que pretende concluir a reforma tributária em 2021, aproveitando as propostas em tramitação no Congresso, sem impor um novo texto.

O Ministério da Economia poderá contribuir com sugestões na comissão especial.Além da reforma tributária, Pacheco listou, como prioridades, as propostas de emenda à Constituição (PECs) do pacto federativo, emergencial e da desvinculação dos fundos públicos.

A cláusula de calamidade, que permitiria a recriação do auxílio emergencia, seria incluída na primeira PEC, do pacto federativo, sendo acionada pelo Congresso e discutida no Conselho Fiscal da República que seria criado pela proposta.Marcado para o fim da tarde dessa quinta-feira, o encontro entre Pacheco e Guedes ocorreu no fim da noite. Por causa da sessão no Senado, que se estendeu além do horário previsto, o encontro atrasou três horas.

Por:Agência Brasil

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/encceja-maioria-vai-fazer-prova-para-o-ensino-medio/

 




Agropecuária é o terceiro setor que mais gerou empregos em 2020, aponta CNA

Foram 61,6 mil vagas no ano passado. Segundo especialistas, alta nas exportações e incentivos do governo foram essenciais para o resultado – (crédito: ED ALVES/CB/D.A Press) 

A agropecuária foi o terceiro setor que mais gerou vagas no Brasil em 2020, de acordo com um levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O setor abriu 61.637 novas vagas de janeiro a dezembro do ano passado — o melhor resultado desde 2011 — e ficou atrás apenas dos setores de construção, com 112.174 vagas; e indústria geral, com 95.588.

A soja liderou as atividades que mais criaram postos com carteira assinada em 2020, com abertura de 13.396 vagas. Em seguida, está a criação de bovinos — em sua maioria, para produção de carne —, com aumento de 11.598 postos. Em terceiro lugar está o café, com mais 6.284 vagas; em quarto, a produção de aves, com 5.993. As atividades de apoio à agricultura também tiveram aumento, com mais 4.805 vagas.

Entre os dez primeiros aparecem, ainda, o cultivo de cereais (3.873); cultivo de frutas de lavoura permanente, exceto laranja e uva (3.633); cultivo de laranja (3.175); cultivo de plantas de lavoura temporária (3.030); e criação de suínos (2.444).

A única atividade que registrou redução do número de postos de trabalho formal foi a de apoio à produção florestal, com 1.292 vagas a menos. Essa categoria diz respeito a serviços de veterinária, agrônomos que prestam consultoria e empresas de assistência.

Paulo Camuri, assessor técnico do Núcleo Econômico da CNA, vê como positivo o resultado, considerando a crise econômica que afetou o mundo por causa da pandemia do novo coronavírus. Para ele, o fato de a agricultura ter sido considerada pelo governo como atividade essencial logo no início de 2020 foi importante para que o setor minimizasse os impactos da crise.

“A dinâmica que justifica essa criação de vagas está muito relacionada ao que ocorreu com as exportações em 2020, que tiveram resultado expressivo. Uma vez que a China, nosso principal parceiro comercial, entrou primeiro e saiu primeiro da pandemia, já em março, as exportações passaram a evoluir com variação positiva.

No último trimestre, a economia global já tinha mais fôlego. O Brasil continuou exportando para os outros países, que retomaram suas posições mais próximas”, afirma.

Ele comenta que a tendência é de que o primeiro trimestre do ano seja mais aquecido do que o período do fim de 2020. “A leitura é que o mercado formal de emprego conseguiu fechar no positivo ano passado, o que já surpreendeu muitos analistas, mas foi um saldo muito menor que os últimos anos.

O resultado de dezembro foi particularmente ruim na economia, já refletindo o fim do auxílio emergencial em janeiro. Esse impacto foi menor no agro. Apesar disso, não estamos comemorando, porque a volatilidade do dólar traz complicações para o produtor rural, que tem maiores custos de produção”, pontua Camuri.

Já Felipe Queiroz, economista pesquisador da Unicamp, destaca que o movimento de migração para o campo tem sido o grande responsável pela criação de empregos.

“O país vem enfrentando uma desindustrialização, se tornando mais rural. Até a década de 1980 era o contrário. Depois, por causa de políticas neoliberais adotadas pelos governos a partir da década de 1990, isso começou a mudar, com fechamento de fábricas. Mas o incentivo ao agronegócio pôde ser visto já nos anos 2000, com o ciclo de valorização de commodities no mercado internacional. Isso se deu muito pelo crescimento da China, antes da crise de 2008”, conta.

Ele também considera importante destacar o empenho do governo federal em agradar aos setores rurais — o que tem, na sua opinião, fortalecido a exploração de terras, gerando uma demanda por mão de obra, em um contexto de fechamento de fábricas e serviços nas cidades. “O agro foi o grande setor priorizado pelo governo federal.

Isso pôde ser visto com aumento do desmatamento e grilagem de terras entre os anos de 2019 e 2020. Se você tem uma extensão tão grande para ser explorada, inegavelmente vai ter uma demanda de mão de obra”, afirma Queiroz.

A geração de emprego, explica, não significa necessariamente que o setor está em desenvolvimento, apenas que tem explorado mais áreas para a produção agropecuária. “Se você só tem mais áreas a serem exploradas, você consequentemente emprega mais. E com o câmbio no patamar que estava, motivado pela busca de ativos de menor risco, tudo isso contribuiu com incentivo muito maior do agronegócio. Foi um ano de festa para o setor”.

Ele destaca, ainda, que a demanda de produtos alimentos é inelástica. Mesmo com a crise, a procura por alimentos continua. “Pessoas continuam comendo. E com câmbio onde está, há um incentivo a esses setores. O único elemento que pode prejudicar o agro seria o governo não adotar um auxílio à população mais carente. A demanda interna vai diminuir”, completa.

*Estagiário sob supervisão de Fernando Jordão

Por:Israel Medeiros*

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/representantes-brasileiros-sao-selecionados-por-instituto-para-participar-de-debate-internacional/

 

 




Novo presidente do Senado defende nova rodada de auxílio emergencial na pandemia

(Foto:Reprodução) – Eleito na segunda-feira presidente do Senado com 57 dos 78 votos, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, é defensor de uma nova rodada do auxílio emergencial durante a pandemia de Covid.

Em discurso na sessão em que foi eleito, Pacheco disse que é preciso tentar conciliar o teto de gastos públicos com a área da assistência social, mantendo o diálogo com a equipe econômica para buscar soluções.

— A despeito do compromisso da responsabilidade fiscal e do teto de gastos públicos de índole constitucional, temos uma obrigação de reconhecer um estado de necessidade no Brasil que faz com que milhares de vulneráveis precisem do atendimento do Estado de modo que nos primeiros instantes, caso vossas excelências me outorguem o mandato de presidente, nós vamos inaugurar um diálogo pleno, efetivo e de resultados, porque isso é para ontem, para que se possa conciliar o teto de gastos públicos com assistência social — declarou.

O senador derrotou Simone Tebet (MDB-MS), que teve 21 votos. Advogado, Pacheco está no primeiro mandato como senador. Antes, atuou como deputado federal por quatro anos. Para romper a fama de novato, a articulação costurada com governistas e oposicionistas por seu antecessor, Davi Alcolumbre (DEM-AP), foi fundamental.

A estratégia de campanha de Pacheco foi se antecipar aos adversários. Saiu na frente ao conquistar o apoio de partidos expressivos, como PSD e PT, antes mesmo dos emedebistas decidirem quem seria o seu representante na eleição.

Em discurso feito antes da votação, Pacheco afirmou que terá uma gestão independente em relação aos outros Poderes e que não cederá a “pressão externa”. Segundo ele, “governabilidade não significa ser subserviente ao governo”. Pacheco assumiu um compromisso pela defesa intransigente do Estado Democrático de Direito e disse que a sua gestão, formada com alianças de diferentes correntes ideológicas, pode ser uma oportunidade de “pacificação”:

— Vamos fazer disso uma grande oportunidade de pacificação das nossas relações políticas e institucionais, porque é isso que a sociedade brasileira espera de nós.

Fonte: Extra

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/inep-disponibiliza-na-internet-provas-do-enem-digital/

 

 




Brasil: Maior – e melhor – produtor de soja do mundo

Brasil produziu 125 milhões de toneladas do grão na última safra, de forma sustentável com a preservação de 66% de sua mata nativa; entenda como chegamos até aqui.

O Brasil é o maior produtor e exportador no mundo de uma das principais commodities (produtos que funcionam como matéria prima) mundiais – a soja.

Dela derivam-se grãos para alimentação humana, o farelo como ingrediente importantíssimo para nutrição animal e o óleo na produção de bens de consumo para cozinha, medicamentos e biodiesel.

O sistema brasileiro de cultivo de soja depende de tecnologias ambientalmente amigáveis, como fixação biológica de nitrogênio, plantio direto e manejo integrado de pragas, que aumenta sua sustentabilidade e reduz as emissões de gases de efeito estufa.

O desenvolvimento de tecnologias próprias permite ao Brasil ser líder mundial na produção de soja sem pressionar as áreas de florestas, mesmo considerando os cenários de aumento de demanda do grão nos próximos anos.

Dominante no Brasil para produção de grãos, o sistema de plantio direto ocupa quase 70% da área cultivada com estas culturas e mais de 90% da área da soja. É um sistema diferenciado de manejo do solo, que visa diminuir o impacto da agricultura e das máquinas agrícolas, o que facilita a possibilidade de termos no Brasil até três safras durante o ano.

E por falar em safra, na de 2019/20 o Brasil produziu cerca de 125 milhões de toneladas de soja, com a ocupação de aproximadamente 37 milhões de hectares de área plantada, conforme demonstra o estudo da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apresentado em setembro de 2020.

O estudo traz ainda que a produtividade do plantio do grão no país é de 3.379 kg/ha. Mesmo sendo a principal cultura agrícola do país, a soja é plantada em apenas 4% do território brasileiro.

Cabe observar que, segundo a Embrapa, o uso do solo no Brasil é distribuído da seguinte forma: 66% de vegetação nativa (florestas e áreas de preservação permanentes) – 554 milhões de hectares; 23% de pastagens – 198 milhões de hectares; 8% na agricultura, em produção de grãos – 60 milhões de hectares; 4% na urbanização e outros usos – 38 milhões de hectares.

Dos 8% destinados à produção de grãos, a soja ocupa 3,5%, o equivalente a 33 milhões de hectares. Como fonte de comparação, hoje, a Europa tem apenas 0,3% das florestas originais do mundo, enquanto o Brasil tem 28,3%, conforme dados do World Resources Institute, de 2019.

Como exemplo, em 2016, a França, a Espanha e a Alemanha cultivaram juntos 13% a mais de área do que o Brasil, de acordo com informações do Banco Mundial, apresentadas em 2019. No entanto, a soma da área total dos três países representa apenas 16,7% da área territorial brasileira, o que significa que a pressão da agricultura sobre o meio ambiente é muito maior nesses países do que no Brasil.

Estudo apresentado pela Conab traz que 70% da produção de soja no Brasil se dá nas regiões Centro-Oeste e Sul, sendo o maior produtor da oleaginosa o estado do Mato Grosso, com mais de 35 milhões de toneladas por safra. Ao pensar em biomas, a soja ocupa 9,8% do bioma Cerrado e 0,7% do bioma Amazônia, conforme dados da própria Conab e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Soja no Bioma Amazônia

Atualmente, apenas 10% de toda soja brasileira é produzida no bioma Amazônico, sem contar que toda a produção está dissociada de qualquer processo de desmatamento desde 2008, com a criação da Moratória da Soja – iniciativa com objetivo de assegurar que a soja produzida e comercializada no bioma Amazônia não está associada à diminuição de vegetação florestal. Basicamente, a Moratória incentiva o plantio em áreas abertas anteriores a 2008, o que evita o uso de floresta para soja, conciliando o desenvolvimento agrícola com a preservação ambiental.

Dados apresentados pelos pesquisadores Amélio Dall’Agnol e Décio Gazzoni, da Embrapa Soja, comparam o desmatamento da área usada para o cultivo do grão e demonstram que, embora a área de soja tenha aumentado de 2005 a 2018 na região amazônica, o desmatamento foi reduzido e o coeficiente de correlação entre as duas séries é negativo.

Já há algumas décadas, a produção agrícola brasileira é baseada em formas, que não o desmatamento, para promover sua expansão. Como exemplos, cabe citar o uso de pastagens degradadas, a conversão de áreas de pastagens boas para uso agrícola, a intensificação agrícola, com o uso de dois, às vezes três, ciclos de cultivo por ano na mesma área (safra e safrinha), o que implica reduzir a área necessária para a mesma produção agrícola e o incremento contínuo do rendimento de soja apoiado por sistemas de produção melhorados, baseados em tecnologia para compensar parcialmente a necessidade de área adicional.

Dados da Aprosoja Brasil estimam que em relação a cadeia produtiva da soja no país haja mais de 243 mil produtores, e um mercado de 1,4 milhões de empregos. Os números apontam ainda, que atualmente 70% da produção de grãos, óleo e farelo de soja são exportados.

Dados de setembro de 2020, do Ministério da Agricultura (MAPA), mostram que o complexo da soja foi responsável pela maior fatia das exportações feitas no país, com 43,5% do total, com a geração de US$ 30,28 bilhões de receita.

Soja brasileira

Sem dúvidas, o índice de proteína encontrado na soja é um dos fatores principais para torná-la tão importante para a alimentação mundial.

Mais uma razão para explicar o grande interesse mundial na commodity brasileira. A Embrapa Soja promoveu um estudo para analisar o teor médio de proteína encontrado no grão produzido no Brasil.

A pesquisa apresentou 37% de taxa proteica na soja nacional. Se compararmos com o segundo maior produtor do grão no mundo, os EUA, veremos que até neste quesito a soja brasileira se destaca, uma vez que a oleaginosa norte americana apresenta 34,7% de proteína em sua composição.

O Brasil é um grande produtor e exportador mundial de soja e de muitos outros alimentos. O país é um dos maiores responsáveis pelo abastecimento alimentar no planeta de forma sustentável, com cumprimento e observância a regras sanitárias e ambientais tidas como as mais rígidas do mundo e apresenta um padrão de qualidade contínuo, sem aumentar a área de plantio.

Fonte:Compre Rural/Foto:Reprodução

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/inep-disponibiliza-na-internet-provas-do-enem-digital/

 

 




Setor da construção civil do Pará gera cerca de 10 mil postos de trabalho mesmo durante pandemia

Setor da construção civil não para durante a pandemia de Covid-19 — Foto: Reprodução/TV TEM

O balanço é do Dieese Pará e corresponde ao período de janeiro a novembro de 2020.

O setor da construção civil gerou quase 10 mil postos de trabalho formal no Pará em 2020, segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA). O balanço corresponde ao período de janeiro a novembro do ano passado.

De acordo com o estudo, no período analisado, o setor de construção teve 54.590 admissões contra 44.772 desligamentos, com geração de 9.918 postos de trabalhos no Pará. O estado foi o que teve o melhor resultado na geração dos empregos formais no setor na região Norte, seguido de Tocantins, com saldo positivo de 3.413 postos de trabalho e Roraima, com 1.343 empregos.

Segundo o levantamento do Dieese, o saldo é positivo mesmo com queda na criação de vagas nesse setor, no mês de novembro de 2020. Em todo o estado, foram feitas 4.081 admissões contra 5.524 desligamentos, gerando um saldo negativo de 1.443 postos de trabalho, em novembro.

Em toda região Norte, houve um saldo positivo de 15.678 postos de trabalho, com 96.959 admissões contra 81.281 desligamentos. O balanço foi realizado com base em informações oficiais do Ministério da Economia, segundo o novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Por G1 PA — Belém

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-2020-impedido-de-fazer-prova-no-primeiro-dia-precisa-comparecer-no-segundo-ou-sera-eliminado/

 

 




Projeto em trâmite prorroga até abril pagamento do auxílio emergencial

O Projeto de Lei 5650/20 prorroga o pagamento do auxílio emergencial como medida de enfrentamento à pandemia de Covid-19, com valor de R$ 600, até abril deste ano.  – (Foto:Reprodução) 

O auxílio foi criado pela Lei 13.982/20 para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social durante a emergência de saúde pública provocada pela doença. O projeto tramita na Câmara dos Deputados.

Pago desde abril de 2020, sendo as cinco primeiras parcelas de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300, o auxílio emergencial acabou extinto em 31 de dezembro do ano passado, juntamente com o fim da vigência do decreto 6/20, que reconheceu a situação de emergência de saúde no País.

Autor do projeto, o deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ) avalia que as vantagens sociais e econômicas trazidas pelo auxílio emergencial devem ser mantidas. “Ainda que de forma temporária, o benefício contribuiu para reduzir o índice de pobreza da população e para manter a atividade econômica”, diz Brazão.

“Caso o auxílio não tivesse sido oferecido desde abril de 2020, o índice de pobreza teria saltado para 36% durante a pandemia. Além da queda de renda da população, o fim do benefício vai afetar a arrecadação de estados e municípios e os pequenos comércios locais”, acrescentou.

STF

Uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 30 de dezembro de 2020, garantiu a prorrogação das medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia, mas não prorrogou o decreto que reconheceu o estado de calamidade pública nem o pagamento do auxílio-emergencial.

Na prática, com o fim do estado de calamidade, o governo volta a ficar submetido às imposições da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), sendo obrigado a cumprir metas de execução do orçamento e limites de endividamento e de gastos com pessoal, o que reduz sensivelmente os recursos disponíveis para financiar políticas de assistência social e ações emergenciais na saúde e no setor produtivo.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/segundo-inep-gabarito-do-enem-sera-divulgado-em-ate-tres-dias-uteis-apos-a-realizacao-da-ultima-prova/

 

 




Setor econômico do Pará tenta evitar novo lockdown

Setor de restaurantes é um dos mais afetados por medidas restritivas  – (Foto:Maria Orlova / Pexels)

Medida foi decretada na região do Baixo Amazonas, mas em Belém PMB não vê ainda motivo

Ao estabelecer a bandeira vermelha como medida preventiva para a região do Baixo Amazonas, na última sexta-feira (15), o Governo do Pará acendeu novamente a preocupação nos setores econômicos de que o regime lockdown (bloqueio de emergência) seja instalado de novo em boa parte do território estadual.

A preocupação com a segurança sanitária da população e a manutenção de empresas e empregos voltam a ser objeto de reflexão, após a alta dos números do Amazonas e o colapso do sistema de saúde.

A Prefeitura de Belém, em nota ao Grupo Liberal, afirma que não há previsão de lockdown para a capital, pois “as curvas da covid-19 não indicam uma nova onda”, o que, para a administração municipal, torna desnecessário o recrudescimento de restrições em setores econômicos.

“Porém, a Prefeitura de Belém ressalta a importância de seguir os protocolos de prevenção com o uso adequado da máscara, álcool em gel e manter distanciamento social”, completa a nota.

No último domingo (17), a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Belém era de 50%, enquanto a de leitos clínicos, 40%.Restaurantes

O setor de bares e restaurantes afirma estar ciente, no entanto, da possível necessidade de um novo lockdown. É o que declara Fernando Soares, assessor jurídico do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares. De acordo com ele, é esperado que as aglomerações realizadas na virada do ano provoquem um aumento de contágios também em Belém.

“Qualquer tipo de medida que venha a cercear as pessoas de sair de casa e obrigar o fechamento de estabelecimentos, vai agravar em muito a economia. Não houve nenhuma renovação dos programas governamentais. Então, as empresas recepcionaram os seus trabalhadores desde o dia 1 de janeiro, mas não tem renda para pagar os salários. Estamos observando como esse cenário vai se comportar daqui para o final do mês.

A tendência é que haja uma série de desempregos, de demissões. Ainda é muito prematuro fazer alguma previsão sobre os efeitos econômicos da vacina, porque as primeiras pessoas que serão vacinadas não fazem parte do nosso público”, analisa.Mudança de comportamentoProprietário de um restaurante em Mosqueiro, Walter Cercal, mais conhecido como “Lambreta”, reflete que a população e os órgão fiscalizadores precisam modificar seus comportamentos para evitar que o lockdown seja necessário. Para ele, a segunda onda de contaminação da covid-19, em Belém, parece inevitável.

“Agora mesmo, estou próximo de uma praça, perto de onde trabalho, e vejo muitas famílias, com crianças, que estão sem máscara e sem nenhuma proteção.

Muitos clientes chegam ao meu restaurante e se recusam a usar a máscara. É inacreditável!”, enfatiza.Walter defende que é necessário redobrar os esforços após os acontecimentos no Estado do Amazonas. “Os agentes de segurança deveriam ser mais incisivos na fiscalização. Precisamos evitar o lockdown e não esperar que ele seja uma necessidade. Eu fiquei mais de cinco meses fechado, foi uma situação muito difícil.

Não poderíamos suportar algo assim de novo. Eu não poderia manter meus funcionários”, declara.Caixa reservaJá Raphael Castanheira, dono de uma casa de shows localizada no bairro da Cidade Velha, afirma que algum tempo de lockdown não faria um “estrago” tão grande nas contas da casa, já que desde que pôde voltar a abrir tem feito um caixa reserva pensando nas adversidades do contexto atual.

Por outro lado, ele acredita que uma nova parada obrigatória da economia afetaria os trabalhadores que atuam ao redor da casa de show ou como funcionário de empresas terceirizadas.

“As pessoas que trabalham como autônomas, vendendo churrasquinhos, na frente dos shows, essas com certeza seriam bastante afetadas. E também os profissionais, exceto os nossos funcionários, que são terceirizados, como os seguranças, as pessoas que trabalham com o som, que alugam o som.

Todo uma cadeia seria prejudicada”, destaca.Risco máximoA bandeira vermelha, atribuída à Região do Baixo Amazonas, representa o estado de risco máximo de contaminação pelo novo coronavírus, com o agravante de baixa capacidade de resposta do sistema de saúde.A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) informa que as regiões de Tapajós, Xingu e Araguaia se encontram na cor laranja, que significa taxa de transmissão média do novo coronavírus.

“Já as regiões de Carajás, Marajó ocidental e Nordeste se encontram na cor amarela, que representa rico intermediário de contaminação, e por fim a Região Metropolitana de Belém, Marajó oriental e Baixo Tocantins estão na cor verde, com baixo risco de transmissão e alta resposta no sistema de saúde”, diz a Secretaria, em nota.A Sespa informa, ainda, que o Governo do Estado avalia continuamente o perfil epidemiológico de cada região, bem como a ocupação dos leitos e, caso necessário, poderá regredir no bandeiramento de qualquer região.

Por:Abílio Dantas

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/sobe-para-51-o-numero-de-instituicoes-portuguesas-que-aceitam-a-nota-do-enem/

 

 




Seduc segue distribuindo vale-alimentação a 576 mil alunos da rede pública estadual

Vale-alimentação exigiu troca do cartão de benefício que atende famílias na pandemia (Foto:Agência Pará)

Cronograma de distribuição iniciou no dia 11 janeiro. Novo cartão dá acesso ao benefício. Veja o calendário

A Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) inicia nesta quarta-feira (20) a distribuição da sétima recarga do vale-alimentação escolar aos alunos da rede estadual da região do Carajás. Ao todo, 12 municípios terão acesso ao benefício.

O vale-alimentação da região do Carajás será destinado a famílias de alunos matriculados em Bom Jesus do Tocantins; Brejo Grande do Araguaia; Canaã dos Carajás; Curionópolis; Eldorado dos Carajás; Marabá; Palestina do Pará; Parauapebas; Piçarra; São Domingos do Araguaia; São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia.O governo do Pará começou a redistribuir o vale na segunda-feira (18). O vale-alimentação escolar é distribuído para as regiões de integração sob a responsabilidade da empresa MaxxCard. A empresa assumiu a tarefa após o fim da primeira licitação, teve o seu contrato espirado. “Com a entrada desta nova administradora, que abrange 96 municípios e atende a 250 mil alunos da rede estadual, foi necessária a troca de cartão para que os estudantes continuassem a receber o auxílio oferecido pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Estado de Educação (Seduc)”, lembra a Seduc.

Os estudantes, pais ou responsáveis que ainda não realizaram a troca de cartão devem se dirigir até a escola onde estão matriculados. É preciso levar um documento original com foto. A nova licitação deve assegurar a distribuição do vale-alimentação para os 576 mil alunos da rede pública estadual.

O cronograma de distribuição iniciou no dia 11 e segue até dia 26 de janeiro.No dia 18 de janeiro, foram atendidos alunos de Água Azul do Norte, Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia, Ourilândia do Norte, Pau D’Arco, Redenção, Rio Maria , Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, São Felix do Xingu, Sapucaia, Tucumã e Xinguara. Nesta terça (19), o benefício chegou à região do Baixo Amazonas: Alenquer, Almerim, Belterra, Curuá, Faro, Juruti, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná, Prainha, Santarém e Terra Santa foram atendidos.Veja o cronograma restante da distribuição do vale-alimentação escolar:- Dia 20/01: Região Carajás: Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Marabá, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia.- Dia 21/01: Região Guamá: Castanhal, Colares, Curuçá, Igarapé-Açu, Inhangapi, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Santo Antônio do Tauá, Santa Maria do Pará, Santa Izabel do Pará, São Caetano de Odivelas, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará, São João da Ponta, São Miguel do Guamá, Terra Alta e Vigia.- Dia 22/01: Região Lago de Tucuruí: Breu Branco, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento e Tucuruí.- Dia 25/01: Região Marajó: Afuá, Anajás, Bagre, Breves, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Gurupá, Melgaço, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, Salvaterra, Santa, Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Soure.- Dia 26/01: Região Rio Caeté: Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Cachoeira do Piriá, Capanema, Nova Timboteua, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru, Salinópolis, Santa Luzia do Pará, Santarém Novo, São João de Pirabas, Tracuateua e Viseu.Serviço:
Veja aqui a lista com as datas das recargas, por região e os estabelecimentos credenciados a receber o auxílio.

Por:Redação integrada de O LIberal

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/sobe-para-51-o-numero-de-instituicoes-portuguesas-que-aceitam-a-nota-do-enem/

 

 




Caixa paga abono salarial para nascidos em janeiro e fevereiro

Pagamento será feito a cerca de 3,4 milhões de trabalhadores  – (Foto:Reprodução)

Cerca de 3,4 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro começam a receber, nesta terça-feira (19), R$ 2,75 bilhões referentes ao abono salarial do calendário 2020/2021 – ano-base 2019. A Caixa Econômica Federal depositará o dinheiro na conta corrente informada ou na conta poupança digital, usada para pagar o auxílio emergencial, para quem não é cliente do banco.

As poupanças digitais podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem. Disponível para telefones celulares, o aplicativo permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), boletos bancários, compras com cartão de débito virtual pela internet e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros.

Para os funcionários públicos ou trabalhadores de empresas estatais, vale o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir de amanhã, fica disponível o crédito para inscritos com final 5. O Pasep é pago pelo Banco do Brasil.

Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro receberam o abono salarial do PIS em 2020. Os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2021.

Os servidores públicos com final de inscrição do Pasep entre 0 e 4 também receberam em 2020. Já as inscrições com final entre 5 e 9 ficaram para 2021. O fechamento do calendário de pagamento do exercício 2020/2021 ocorre em 30 de junho.

Quem tem direito

Tem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou e-Social, conforme categoria da empresa.

Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. Em todo o calendário 2020/2021, a Caixa deve disponibilizar R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões trabalhadores.

As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil (BB). Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência (TED) para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras, nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências.

Para o exercício atual, o BB identificou abono salarial para 2,7 milhões trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões. Desse montante, aproximadamente 1,2 milhão são correntistas ou poupadores do BB, e aqueles com final de inscrição de 0 a 4 receberam seus créditos em conta antecipadamente no dia 30 de junho, no total de R$ 580 milhões, segundo a instituição financeira.

Abono salarial anterior
Os trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior (2019/2020), finalizado em 29 de maio deste ano, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho de 2021. O saque pode ser feito nos canais de atendimento com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.

A consulta sobre o direito ao benefício, bem como ao valor à disposição, pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800-726-0207) e no site http://www.caixa.gov.br/abonosalarial/.

No caso do Pasep, os recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício, de acordo com resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Os abonos não sacados são transferidos automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador.

Edição: Graça Adjuto

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/confira-as-dicas-de-especialista-para-se-dar-bem-na-prova-de-redacao-do-enem/

 

 




Começa nesta segunda o pagamento do calendário 2021 do Bolsa Família, após fim do Auxílio Emergencial

Bolsa Família — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Recebem os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) de final 1; benefício é pago a mais de 14 milhões de famílias inscritas.

Começa nesta segunda-feira (18) o pagamento do Bolsa Família para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) de final 1. Em janeiro, o pagamento vai até o dia 29.

O Bolsa Família é pago a mais de 14 milhões de famílias inscritas.

Para saber em que dia o benefício ficará disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no cartão de cada titular.

Para cada final do NIS há uma data correspondente por mês. Se o NIS do titular termina com o número 1, em janeiro, por exemplo, os pagamentos iniciam-se no dia 18.

Os depósitos ocorrem sempre nos 10 últimos dias úteis de cada mês.

Confira o calendário de pagamento para todos os meses do ano na tabela abaixo:

calendarioCalendário do Bolsa Família 2021 — Foto: Divulgação

As parcelas mensais ficam disponíveis para saque durante 90 dias após a data indicada no calendário. Os beneficiários podem conferir no extrato de pagamento a “Mensagem Bolsa Família”, com o valor do benefício.

A Caixa Econômica Federal, operadora do programa, já iniciou a identificação com cartazes dos locais em que o benefício poderá ser sacado, como agências, lotéricas e correspondentes bancários (comércios com a marca Caixa Aqui).

Os Centros de Referência de Assistência Social (CRASs) e os outros centros de atendimento do Bolsa Família podem entrar em contato com a agência de relacionamento no município para obter os cartazes de divulgação também.

Fim do Auxílio Emergencial
De acordo com o Ministério da Cidadania, 95% das famílias do Bolsa Família migraram para o Auxílio Emergencial no ano passado, pelo fato de o valor ser mais vantajoso para os beneficiários. De acordo com dados de novembro de 2020, 12,4 milhões de famílias, do total de 14,2 milhões cadastradas no Bolsa, estavam recebendo o Auxílio.

Os beneficiários do Bolsa Família receberam a última parcela do Auxílio Emergencial em 23 de dezembro. A partir de janeiro, esse público volta a receber o Bolsa.

Essas famílias receberam no ano passado cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil e quatro de R$ 300 ou R$ 600. O valor médio pago pelo Bolsa Família gira em torno de R$ 190. Ou seja, milhares de beneficiários receberam por nove meses em 2020 valores acima do que pagaria o Bolsa Família.

Mais de 14 milhões de famílias vivem na extrema pobreza, maior número desde 2014
Como funciona o benefício
O Bolsa Família é um auxílio para as famílias de baixa renda. São beneficiárias as famílias consideradas:

extremamente pobres: com renda mensal de até R$ 89 por pessoa;
pobres: com renda mensal de até R$ 178 por pessoa, mas que incluam gestantes ou crianças e adolescentes de até 18 anos.
O benefício parte de R$ 89 mensais e pode ter parcelas adicionais de:

R$ 41 para crianças, adolescentes e gestantes;
R$ 48 para adolescentes de 16 ou de 17 anos.
O valor total do pagamento não pode ultrapassar R$ 372 por família.

Migração para poupança social digital
A Caixa começou em dezembro a migração dos beneficiários que ainda sacam o Bolsa Família exclusivamente com o Cartão Cidadão para a poupança social digital.

Os beneficiários com NIS de finais 9 e 0 começaram a receber o Bolsa Família pela conta poupança social digital em dezembro. Em janeiro, o pagamento pela plataforma passará a ser feito para os inscritos com NIS de finais 6, 7 e 8.

Usada no pagamento do Auxílio Emergencial, a poupança social permite o pagamento de boletos e de contas domésticas (como água, luz e gás), além de realização de compras com cartão de débito virtual pela internet e com código QR (versão avançada do código de barras) em lojas físicas com maquininhas de estabelecimentos parceiros. A poupança digital permite ainda até três transferências gratuitas por mês para qualquer conta bancária.

Em fevereiro, a Caixa abrirá contas poupança digitais para os beneficiários de NIS com finais 3, 4 e 5. Em março, será a vez dos inscritos com NIS de finais 1 e 2 e os Grupos Populacionais Tradicionais Específicos (GPTE), categoria que inclui indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais, comunidades tradicionais, agricultores familiares, assentados, acampados e pessoas em situação de rua.

Por G1

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/confira-as-dicas-de-especialista-para-se-dar-bem-na-prova-de-redacao-do-enem/