Bolsonaro anuncia MP com R$ 450 milhões para regiões em calamidade pública

A MP 1030 foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e já entrou em vigor (Foto:Reprodução/Agência Estado)

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira, 22, uma medida provisória abrindo crédito extraordinário de R$ 450 milhões para atender governos de Estados e prefeituras que decretarem calamidade pública por causa das chuvas.

A MP 1030 foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e já entrou em vigor.

Ao lado do senador Márcio Bittar (MDB-AC) e do ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, Bolsonaro afirmou que parte dos recursos vai para o Acre e municípios atingidos por chuvas e pelo transbordamento de rios. No Estado do Norte, pelo menos 150 mil pessoas foram afetadas pelos fortes temporais.

Além do mau tempo, a região sofre, ao mesmo tempo, com o avanço da dengue, da covid-19 e uma crise migratória na fronteira.”Lembrado pelo senador Bittar, do Acre, dos problemas que o Estado atravessa, como não tínhamos ainda aprovado o Orçamento (de 2021), estamos carentes de recursos para atender o Estado nessa questão de calamidade pública”, disse Bolsonaro, em vídeo publicado pelo ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, em sua conta no Twitter.

O crédito extraordinário de R$ 450 milhões foi liberado em favor do Ministério do Desenvolvimento Regional. O presidente também afirmou que fará viagem ao Acre, na próxima quarta-feira, 24. Há previsão de que Bolsonaro sobrevoe áreas nas quais ocorreram alagamentos por causa de rios que transbordaram.
Bittar é relator do Orçamento de 2021 no Congresso e, também, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) conhecida como PEC Emergencial. Uma minuta do parecer do senador para a proposição que contempla uma nova rodada do auxílio emergencial a informais e desempregados foi recebida com críticas por colegas por prever a revogação do piso constitucional de gastos em saúde e educação.

Por:Agência Estado

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Caminhoneiros reclamam da alta dos preços e cobram promessa de Bolsonaro

O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, divulgou nota nesta quinta-feira (18) para reclamar do anúncio feito pela Petrobras de mais um aumento do preços dos combustíveis.

Chorão cobra ainda que o presidente Jair Bolsonaro cumpra a promessa de reduzir impostos para a categoria.

“Onde está a palavra do Governo Federal que na pessoa do Presidente da República sinalizou a diminuição dos impostos federais dos combustíveis e vamos para o quarto aumento consecutivo em menos de trinta dias se mantendo inerte e nada fez de concreto até o presente momento”, afirmou.

Na live da semana passada, Bolsonaro reforçou a promessa de que reduzira impostos para os caminhoneiros e agradeceu que a categoria não tinha aderido ao movimento grevista.

Chorão, que foi uma das figuras de destaque durante a greve de 2018 e não aderiu à paralisação convocada no último dia 1º de fevereiro, disse ainda que os caminhoneiros foram surpreendidos com mais um aumento dos combustíveis, mas que a alta nos preços afeta toda a sociedade brasileira.

“Neste momento, não podemos olhar somente para o aumento do diesel, mas de todos os combustíveis, pois não é somente a classe dos caminhoneiros autônomos que está sendo afetada, mas também todos os Brasileiros que além do combustível mais caro, por consequência terão aumento em outros produtos que dependem deles em sua cadeia produtiva”, diz.

Promessa renovada

Minutos depois da divulgação da nota, mais uma vez na sua live semanal, o presidente criticou a Petrobras pela alta no preço dos combustíveis e disse que vai zerar o imposto federal do diesel por dois meses.

Fonte:UOL Por:https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo

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Impostos federais sobre gás e diesel serão zerados, diz Bolsonaro

Produto atualmente oscila em torno de R$ 90,00 (Foto| Agência Brasil)
Anúncio da medida foi feito ontem durante uma live em que participaram integrantes da equipe econômica

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (18), durante sua live semanal nas redes sociais, que o governo decidiu zerar os impostos federais que incidem sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) – o gás de cozinha – e o óleo diesel. A suspensão sobre o gás será definitiva. Já a interrupção na cobrança federal sobre o diesel terá duração de dois meses. As medidas foram decididas em uma reunião do presidente com a equipe econômica, ocorrida durante a tarde, e passam a valer no próximo mês.

“A partir de 1º de março agora, não haverá mais qualquer tributo federal no gás de cozinha, ad eternum. Então, não haverá qualquer tributo federal no gás de cozinha, que está, em média, hoje em dia, R$ 90, na ponta da linha, para o consumidor lá. E o preço na origem está um pouco abaixo de R$ 40. Então, se está R$ 90, os R$ 50 aí é ICMS, imposto estadual, e é também para pagar ali a distribuição e a margem de lucro para quem vende na ponta da linha”, disse o presidente.

No caso do diesel, Bolsonaro explicou que o corte no imposto será temporário até que o governo encontre uma forma de eliminar a cobrança de forma definitiva. O presidente também criticou reajustes recentes no preço dos combustíveis por parte da Petrobras e chegou a indicar que haverá mudanças na estatal em breve.

“Por que por dois meses? Porque, nesses dois meses, vamos estudar uma maneira definitiva de buscar zerar esse imposto no diesel. Até pra ajudar a contrabalancear esse aumento, no meu entender, excessivo, da Petrobras. Mas eu não posso interferir nem iria interferir na Petrobras. Se bem que alguma coisa vai acontecer na Petrobras nos próximos dias. Você tem que mudar alguma coisa.”

Atualmente, o único imposto federal incidente sobre o GLP e o diesel é o PIS/Cofins, que é de R$ 2,18 por botijão e cerca de 35 centavos por litro do diesel, segundo informações da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A Cide, outro imposto federal cobrado sobre combustíveis, já está zerada tanto para o diesel quanto para o GLP.

Autor: Agência Brasil-sexta-feira, 19/02/2021,

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Bolsonaro envia ao Congresso projeto que altera ICMS sobre combustíveis

Aumentos de preço constantes na bomba causam insatisfação entre os caminhoneiros.| Foto: Reprodução)
O Palácio do Planalto enviou nesta sexta-feira (12), ao Congresso, um projeto prometido pelo presidente Jair Bolsonaro que altera a cobrança do ICMS sobre combustíveis, um tributo estadual. O objetivo é tentar reduzir o preço do diesel na bomba, motivo de insatisfação dos caminhoneiros. A proposta do governo estabelece uma alíquota única do ICMS para todos os estados. Essa alíquota pode variar entre os combustíveis e será definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Hoje, cada estado define sua alíquota, que varia de 17% a 32%.

O texto também determina que o imposto será cobrado sobre um valor fixo por litro do combustível. Esse modelo já é adotado para os impostos federais. Mas no imposto estadual a alíquota é aplicada sobre um porcentual do preço. Ou seja, o ICMS será cobrado por litro, assim como é o PIS/Cofins, um tributo federal, e não mais por preço.

Por:Gazeta do Povo

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Auxílio Emergencial: governo libera pagamento para mais 22 mil pessoas

Auxílio emergencial de R$ 600 reais para trabalhadores informais — Foto: CAIO ROCHA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Recursos estarão disponíveis nesta quarta-feira (10 ) tanto para transferências e pagamentos quanto para saques, segundo Ministério da Cidadania.

Após reavaliações e contestações, 22.233 pessoas irão receber nesta quarta-feira (10) um total de R$ 20,95 milhões referentes a parcelas do Auxílio Emergencial, segundo novo calendário de pagamento publicado no Diário Oficial da União.

Os beneficiários receberão de uma só vez todas as parcelas a que têm direito. Segundo o Ministério da Cidadania, os recursos estarão disponíveis nesta quarta-feira tanto para transferências e pagamentos quanto para saques.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

12 mil pessoas receberão as parcelas de 1 a 5: beneficiários que tiveram o pagamento reavaliado após reavaliações de cadastros e atualizações de dados governamentais;

9,4 mil pessoas receberão as parcelas de 6 a 9: beneficiários que ainda não haviam recebido a extensão e passaram por reavaliação;
371 pessoas receberão parcelas de 7 a 9: beneficiários que tiveram o pagamento da extensão do auxílio reavaliado;
561 pessoas receberão parcelas de 6 a 9: beneficiários que fizeram o procedimento de contestação.
O Auxílio Emergencial foi liberado para mais de 68 milhões de trabalhadores, o que representa 32,2% da população e cerca de 40% das residências, totalizando cerca de R$ 294 bilhões em pagamentos.
Governo discute volta do benefício

Pago durante o ano passado a trabalhadores informais afetados pela pandemia, o auxílio emergencial foi suspenso em dezembro. Entretanto, com a manutenção dos efeitos da pandemia sobre a economia e lentidão da vacinação contra a Covid-19 no país, o governo já discute a retomada do benefício.

Na segunda-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro disse estar “negociando” o tema com ministros, e o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, afirmou ver “expectativa positiva” de um anúncio ainda nesta semana.

Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou, na semana passada, que o auxílio emergencial pode voltar a ser pago para cerca de 32 milhões de pessoas, metade dos beneficiários de 2020.

Por G1

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Governo planeja retomar auxílio emergencial após o carnaval

A ideia é que a expansão do benefício fique fora do teto de gastos. |Foto: Divulgação

A nova rodada seria de três parcelas de R$ 200, mas para metade dos trabalhadores que foram atendidos no ano passado.

Aprorrogação do auxílio emergencial deve ser anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro após o carnaval. A nova rodada deve começar a vigorar apenas em março.
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Segundo o plano que está em estudo, a expectativa é que sejam três parcelas de R$ 200, mas para metade dos trabalhadores que foram atendidos no ano passado.

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A ideia é que o custo com a extensão do benefício fique fora do teto de gastos, regra fiscal que impede que as despesas públicas cresçam mais que a inflação do ano anterior. No entanto, a equipe econômica ainda defende que qualquer medida seja compensada por ações de ajuste fiscal.

Com informações do O Globo

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Caixa paga abono salarial para nascidos de março a junho

Quem não tem conta na Caixa pode sacar a partir do dia 11  – (Foto:Akira Onuma / O Liberal)

A Caixa Econômica Federal paga hoje (9) o abono salarial 2020/2021 – ano-base 2019 – para os trabalhadores nascidos no período de março a junho.

Mais de 7,5 milhões de trabalhadores terão direito ao saque do benefício nessa etapa do calendário, totalizando mais de R$ 5,9 bilhões em recursos disponibilizados.

O dinheiro será depositado na conta corrente informada pelo trabalhador. Para quem não é cliente do banco, foi aberta uma conta poupança digital, gratuitamente, a mesma usada para pagar o auxílio emergencial.

As poupanças digitais podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), boletos bancários, compras com cartão de débito virtual pela internet e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros.

Nos casos em que o valor do abono não possa ser creditado em conta existente ou na poupança digital, o trabalhador poderá realizar o saque com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos Correspondentes Caixa Aqui, bem como nas agências.

Nesse caso, os recursos estarão disponíveis na quinta-feira (11).O saque pode ser realizado até 30 de junho. Em todo o calendário de pagamentos do exercício 2020/2021 do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS), a Caixa disponibilizará R$ 17 bilhões para 22,2 milhões de trabalhadores.

AntecipaçãoNa semana passada, o governo federal antecipou o pagamento do abono para os nascidos em maio e junho, que receberiam os valores somente a partir do dia 17 de março. Com a antecipação do calendário, esses beneficiários receberão com os nascidos em março e abril.

A antecipação também vale para os funcionários públicos ou trabalhadores de empresas estatais e, nesse caso, o calendário é de acordo com o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

A partir de 11 de fevereiro, o crédito ficará disponível para saque para inscritos com final 6 e 7, como no calendário original, e para aqueles com final 8 e 9, que serão antecipados.

O Pasep é pago pelo Banco do Brasil e quem é correntista da instituição também já recebe os recursos nesta terça-feira (9).Quem tem direitoTem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou e-Social, conforme categoria da empresa. Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas.

As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil. Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras, nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências.

Para o exercício atual, o banco identificou abono salarial para 2,7 milhões de trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões.Abono 2019/2020Os trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior, de 2019/2020 – ano-base 2018, finalizado em 29 de maio do ano passado, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho deste ano e o saque pode ser feito nos canais de atendimento com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.

A consulta sobre o direito ao benefício, bem como ao valor à disposição, pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800-726-0207) e no site www.caixa.gov.br/abonosalarial.No caso do Pasep, os recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício, de acordo com decisão do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).

Os abonos não sacados são transferidos automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador.

Fonte:Agência Brasil

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Gasolina, diesel e gás de cozinha estão mais caros a partir desta terça (9)

Reajustes, que passam de 8%, como no caso da gasolina, foram anunciados pela Petrobrás, após encontro com o presidente Bolsonaro  –  (Foto:Thiago Gomes / O Liberal)

A Petrobras anunciou novos reajustes nos preços dos principais combustíveis vendidos nas refinarias da estatal.

A partir desta terça-feira (9), o valor da gasolina sofrerá aumento de 8,1%, o diesel subirá 6,2% e o gás de cozinha ficará 5,1% mais caro. O reajuste é o primeiro a ser feito depois de uma reunião entre o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, e o presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a Petrobras, o litro da gasolina vendido nas refinarias aumentará R$ 0,17, o que levará o valor médio para R$ 2,25. No caso do diesel, o reajuste será de R$ 0,13, ficando em R$ 2,24 o litro. O preço do gás de cozinha também ficará mais caro, com aumento de R$ 0,14, passando a R$ 2,77 o quilo.

A gasolina foi o combustível que mais sofreu reajustes desde o começo do ano. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-PA), em janeiro, o primeiro aumento foi de 7,6%; no mesmo mês, o valor foi reajustado em 5%.

Nos postos de combustíveis de Belém, o preço do litro da gasolina foi comercializado na semana passada em média a R$ 4,82, com o menor preço sendo R$ 4,67 e o maior a R$ 4,99.

Quanto ao diesel, a refinaria havia anunciado em janeiro o primeiro aumento de preço, de 4,4%. O levantamento do Dieese-PA aponta que na capital paraense o combustível foi vendido na semana passada em média a R$ 4,12, com o menor preço a R$ 3,76 e o maior a R$ 4,39.

Já o botijão de gás de cozinha de 13kg autorizado pela Petrobras teve o primeiro reajuste de preço também no mês passado, um aumento de 6%. Nos postos de revenda da Grande Belém, o produto foi repassado ao consumidor em média a R$ 84,24, variando entre R$ 79,99 e R$ 90. Em algumas regiões do Pará, o gás de cozinha é comercializado a preços superiores a R$ 100 por botijão.

Política de preços O anúncio de reajuste ocorreu após a divulgação de dois comunicados sobre a política de preço da companhia, ambos feitos neste final de semana.

Na sexta-feira, a empresa informou que a janela para verificação do alinhamento dos preços domésticos ao mercado internacional passou de trimestral para anual desde junho do ano passado.

No domingo, a estatal divulgou outro comunicado em que reafirma que a política de preços não foi alterada.

“A manutenção da periodicidade de aferição da aderência entre o preço realizado e o preço internacional, adotada desde junho de 2020 e confirmada em janeiro de 2021, foi comunicada equivocadamente pela imprensa como alteração da política comercial da companhia”, informou a companhia.

Na segunda-feira, ao anunciar o novo aumento de preços, a empresa informou que os valores praticados “têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor dos produtos no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”.

Por:Laís Santana

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Preço do frango acumula alta de 38,22% nos últimos 12 meses

Segundo o Dieese Pará, o do tipo congelado alcançou quase 33% de aumento  – (Foto:Igor Mota/O Liberal)

Os alimentos tiveram forte alta de preços no ano passado e começam 2021 com o mesmo comportamento em Belém. É o caso do frango resfriado, segundo aponta levantamento divulgado na sexta-feira, 5, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará), que acompanha a trajetória de duas marcas.

O Dieese pesquisa semanalmente o preço do quilo do frango resfriado e congelado comercializado nas maiores redes de supermercados da capital.Uma das marcas pesquisadas, em 2019, tinha o quilo comercializado em média a R$ 7,43. E, em dezembro de 2020, já custava R$ 9,69.

Tendência de alta que continuou em janeiro de 2021, com preço médio do quilo a R$ 10,27.

Apenas em janeiro deste ano, o reajuste foi de quase 6%, em relação ao mês anterior. Mas chama a atenção mesmo o índice acumulado nos últimos 12 meses, de 38,22%, contra uma inflação estimada em torno de 5%.

Outra marca pesquisada pelo Dieese também teve altas expressivas nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2019, o aquilo do produto era comercializado em média a R$ 7,22, um pouco mais barato que a outra marca. E também encerrou 2020 com aumento considerável, vendido em média a R$ 9,32.

Em janeiro de 2021, passou a ser comercializado em média a R$ 9,63. Esse valor representa alta de 3,33% em relação ao mês anterior. Mas a alta acumulada dessa marca de frango nos últimos 12 meses chega a 33,38%.CongeladoNo caso do frango congelado, as pesquisas do Dieese também registram elevação consistente de preços nos últimos 12 meses.

Uma das marcas, em janeiro de 2019, vendeu o quilo em média a R$ 6,67.

Em dezembro de 2020, custava R$ 8,11. Em janeiro de 2021, era comercializado em média a R$ 8,85. Isso representa alta de 9,12% em janeiro em relação ao mês anterior.

A alta acumulada nos últimos 12 meses alcançou quase 33%.O frango congelado da segunda marca levantada, que é mais barata, também teve altas expressivas nos últimos 12 meses.

Em janeiro de 2019, o quilo do produto era comercializado em média a R$ 6,69. Mas encerrou o ano de 2020 a R$ 8,02. Em janeiro de 2021, era vendido em média a R$ 8,89. Isso representa alta de 10,85% em janeiro de 2021 em relação ao mês anterior.

E a alta acumulada também ultrapassou os 30%, chegando a 32,88%. Lembrando que a inflação estimada no período ficou em torno de 5%.

Por:Redação Integrada

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Pará foi destaque na geração de emprego no setor do agronegócio em 2020

(Foto:Wenderson Araujo / Trilux) – Levantamento divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostra saldo de 32.789 postos de trabalho

O Pará teve destaque na geração de emprego no setor do agronegócio em 2020, com saldo de 32.789 postos de trabalho, de acordo com levantamento divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Contando com todos os setores econômicos, o Estado teve o terceiro maior saldo líquido na abertura de novas vagas entre as unidades da federação, distribuídas em comércio (31,5%), serviços (29%), indústria (17,3%), construção (16,3%) e agricultura (5,8%).

A nível nacional, a CNA aponta que o agronegócio teve, em 2020, o melhor resultado na geração de empregos no setor desde 2011, apesar da pandemia e dos resultados abaixo do esperado na criação de novos postos de trabalho. Os dados mostram que o setor abriu 61.637 mil vagas de trabalho de janeiro a dezembro do ano passado.

A região Norte, no entanto, aparece em última posição na abertura de novas vagas de emprego no setor agropecuário, com um saldo líquido de 2.594 postos, equivalente a 4,2% do total do Brasil (61.637).Segundo a economista e assessora técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Eliana Zacca, é preciso destacar que, dentre os estados da região Norte, o Pará, Rondônia e Tocantins são as unidades em que o setor agropecuário tem maior expressão econômica.

“No contexto regional, o Pará assume a liderança, com 1.908 novas vagas (73,5% das oportunidades da região), seguido do Tocantins (542) e de Rondônia (328). Os demais estados tiveram número pouco expressivo ou registraram saldo negativo”, afirma.

A especialista ainda explica que a performance “pouco satisfatória” do setor agropecuário da região Norte é compatível com o peso que o setor possui no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, apesar de sua representatividade em algumas das unidades federadas da região.

Ela considera, também, que ao custo de produção do Brasil soma-se o custo amazônico, já que o Norte “padece de sérias deficiências estruturais de transporte, que elevam sobremaneira o custo de produção, a par de fortes restrições ambientais”.
Durante a pandemia do novo coronavírus, no entanto, Eliana diz que o agro foi o setor econômico menos afetado, por ser considerado uma atividade essencial, dada a sua importância para o abastecimento e segurança alimentar da população.

Em segundo lugar, outro motivo que colaborou para o bom desempenho do setor em 2020 foi a valorização do dólar, que alavancou as exportações, as quais atingiram um recorde de US$ 100,8 bilhões no país, favorecendo a demanda de mão de obra. A economista enfatiza que os segmentos que mais se destacaram na abertura de novas vagas foram aqueles que lideram a pauta de exportação do agro, como o complexo da soja e das carnes e, em menor escala, o café, mas que é uma cultura intensiva de mão de obra.

Pelo lado negativo, a maior dificuldade enfrentada pelo agronegócio no ano passado, tanto no Pará quanto no Brasil, segundo a assessora técnica, foi a adequação de protocolos de trabalho em curto período de tempo; problemas no transporte de produtos e de insumos necessários ao plantio e trato das lavouras, em virtude de fechamento de fronteiras municipais; problemas na exportação, por conta das novas regras impostas pelos países importadores; e dificuldades para obter financiamento. “Observou-se uma postura mais restritiva dos bancos na aprovação de novos financiamentos, principalmente os privados, devido à piora da saúde financeira das empresas, elevando a taxa de risco”, declara Eliana.

Os primeiros sinais da recuperação econômica começaram a ser observados a partir de julho, com o arrefecimento da crise sanitária, mas que voltou a se intensificar de novembro em diante. A economista explica que o reaquecimento do mercado local está muito condicionado à diminuição gradual da crise sanitária, com a expectativa positiva de vacinação massiva da população.

Agora, o fim da vigência do auxílio emergencial concedido pelo governo federal à população mais vulnerável deve repercutir na redução da demanda interna e consumo das famílias, já que foi instrumento importante para manter um certo nível de aquecimento da economia, diz ela.

Mesmo assim, a especialista acredita que o agronegócio paraense deve manter uma trajetória de crescimento em 2021, puxado sobretudo pelos segmentos da soja e da pecuária, favorecidos pelos preços em alta, influenciados pela elevação da demanda externa e a taxa de câmbio favorável. Em contrapartida, os preços de produtos alimentares no mercado interno deverão sofrer elevação, pressionados pelo aumento do custo de produção e pela demanda externa. De um modo geral, a recuperação dos níveis de atividade econômica deverá ocorrer de forma lenta, condicionando, também, a redução das taxas de desemprego, que se encontram em patamares elevados.

Por:Elisa Vaz

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