Pará tem o maior número de mulheres chefes de domicílio

Muitas mulheres são submetidas à chamada dupla jornada (Foto:Anna Shvets / Pexels)

Estado lidera em números absolutos no Norte, já em percentual populacional, Tocantins está à frente

Levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará), nesta quinta-feira, 4, mostra que, no Estado do Pará, houve um crescimento de 6,65% nos lares chefiados por mulheres. De um total de aproximadamente 2,5 milhões de domicílios, cerca de 1,1 milhão (45,30%) tinha mulheres como chefes, muitas delas executando a chamada dupla jornada. O estudo serve para reflexões às vésperas do Dia Internacional da

Mulher, no dia 8 de março.

As análises de dados feitas pelo Dieese/PA têm como base a Pnad Continua Anual do IBGE de 2019, a mais recente, e informações do Ministério da Economia. Em toda a região Norte, dos cerca de 5,4 milhões de domicílios, quase três milhões (43,51%) eram chefiados por mulheres.Em números absolutos, dos sete Estados que compõe a região Norte, o Pará é o que apresenta o maior número de mulheres chefes de domicilio (1.109.203 mulheres). Em distribuição percentual, o Tocantins detém o maior percentual (49,32%).

O estudo mostra que o número de domicílios chefiados por mulheres, tanto na região Norte, como no Pará, apresentou crescimento, na comparação com os dados de 2018.
Em 2018, o total de mulheres que eram chefes de domicílios no Norte era de 2.266.177. Já em 2019, passou a ser de 2.450.640, um crescimento de 8,14%.No caso do Pará, em 2018, o total de mulheres chefes de domicílios era de 1.040.039. Em 2019, passou para 1.109.203, apresentando crescimento de 6,65%.

Fonte:Redação Integrada

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Bolsa Família será turbinado após as quatros parcelas do auxílio

(Foto:Reprodução) – Depois do fracasso em lançar o Renda Brasil como substituto do Bolsa Família, o presidente Jair Bolsonaro admite, agora, que o seu governo deve turbinar o programa, consagrado durante as gestões presidenciais do PT.

De acordo com o chefe do Executivo, ao término da nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial, uma proposta de remodelagem do Bolsa será apresentada.

Antes de deixar o Ministério da Cidadania, que controla os benefícios sociais disponibilizados pelo governo, Onyx Lorenzoni, agora ministro da Secretaria-Geral da Presidência, havia apresentado detalhes sobre como funcionará a nova versão, como o valor médio a ser repassado às famílias beneficiárias, em torno de R$ 200.

Além disso, o novo programa contará com a funcionalidade de microcrédito digital produtivo, que deve ser destinado a micro e pequenos empreendedores, formais ou informais. “A gente acresce o microcrédito produtivo, que vai permitir, por exemplo, que uma pessoa possa buscar até R$ 1 mil, comprar uma máquina, repor o seu estoque, para retomar sua atividade econômica”, afirmou, em recente entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan.

Segundo Lorenzoni, o governo não deve alterar o nome do programa. “Vai ser o Bolsa Família mesmo, não tem porque mudar, é o programa que as pessoas estão acostumadas”, justificou. Ele também informou que os recursos para bancar as mudanças virão do orçamento previsto para o Ministério da Cidadania em 2021, que é de R$ 104,28 bilhões.

Fonte: Correio Braziliense

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Começa hoje prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda

A partir das 8h de hoje (1º), o contribuinte já pode começar a prestar contas com o Leão. Nesta segunda-feira começa o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2021 (ano-base 2020).

O programa para computador está disponível na página da Receita Federal na internet desde a última quinta-feira (25).

O prazo de entrega vai até as 23h59min de 30 de abril. Neste ano, o Fisco espera receber 32.619.749 declarações. No ano passado, foram enviadas 31.980.146 declarações.

Pelas estimativas da Receita Federal, 60% das declarações terão restituição de imposto, 21% não terão imposto a pagar nem a restituir e 19% terão imposto a pagar.

Assim como no ano passado, serão pagos cinco lotes de restituição. Os reembolsos serão distribuídos nas seguintes datas: 31 de maio (primeiro lote), 30 de junho (segundo lote), 30 de julho (terceiro lote), 31 de agosto (quarto lote) e 30 de setembro (quinto lote).

Novidades
As regras para a entrega da declaração do Imposto de Renda foram divulgadas na semana passada pela Receita. Entre as principais novidades, está a obrigatoriedade de declarar o auxílio emergencial para quem recebeu mais de R$ 22.847,76 em outros rendimentos tributáveis e a criação de três campos na ficha “Bens e direitos” para o contribuinte informar criptomoedas e outros ativos eletrônicos.

O prazo para as empresas, os bancos e demais instituições financeiras e os planos de saúde fornecerem os comprovantes de rendimentos acabou na última sexta-feira (26). O contribuinte também deve juntar recibos, no caso de aluguéis, de pensões, de prestações de serviços, e notas fiscais, usadas para comprovar deduções.

Por: Com Informa Agência Brasil

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Preço do litro do açaí sobe 24% apenas em janeiro

No acumulado dos últimos 12 meses, o produto teve reajuste de 31%  –  (Foto:Agência Pará / Arquivo)

A entressafra do açaí continua elevando o preço do produto e pressionando a inflação, conforme pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese Pará), divulgada na sexta-feira, 26.

O produto teve alta de 24% em janeiro e de 31% nos últimos 12 meses. A pesquisa levou em conta a venda do produto em feiras livres, supermercados da capital e em outros pontos de vendas.

O litro do açaí do tipo médio, que é o mais consumido em Belém, custava em média R$ 17 em janeiro de 2020. Em dezembro, já era encontrado a R$ 17,96. Em janeiro de 2021, o preço deu um salto para R$ 22,32, significando um reajuste de 24,24% em relação ao mês anterior.A escalada dos preços fica mais forte quando se leva em conta os últimos 12 meses: a alta acumulada chegou a 31%, contra uma inflação de 5,53% calculada para o mesmo período.Técnicos do Dieese observam que o preço do açaí varia muito de um local de venda para outro, com diferenças entre pontos de vendas, feiras e supermercados.

Na última semana de janeiro, o litro do açaí do médio foi encontrado, nas feiras livres, com o menor preço a R$ 12 e o maior, a R$ 20. Nos supermercados, o preço médio do produto era de R$ 25.Ainda de acordo com o levantamento do Dieese/PA, o açaí do tipo grosso também teve forte alta. Em janeiro de 2020, o litro do produto custava, em média, na Grande Belém, R$ 25,32. Em dezembro, já era vendido a R$ 27,43.

Em janeiro, nova alta: R$ 32,40 por litro.Dessa forma, o litro de açaí do tipo grosso apresentou, em janeiro de 2021, alta de 18,09% em relação ao mês anterior. Já nos últimos 12 meses, o reajuste acumulado chegou a quase 28%.Segundo o levantamento, o litro do açaí do tipo grosso foi vendido, na última semana de janeiro de 2021, nas feiras livres, em média a R$ 25. Nos supermercados, o preço médio era de R$ 36. Segundo o Dieese, a tendência é de haja novas altas nos preços do produto.

Por:Redação Integrada

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Aneel mantém tarifa de bandeira amarela para março

Agência explica que reservatórios estão com volume baixo volume  – (Foto:| Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (26) que a bandeira tarifária permanecerá amarela no mês de março. Dessa forma, o consumidor pagará R$1,343 para cada 100kWh utilizados.
Em nota, a agência explicou que os reservatórios das hidrelétricas estão com volume reduzido, embora tenham ocorrido chuvas recentes nas bacias do Sistema Interligado Nacional (SIN). O valor extra das bandeiras é usado para custear o acionamento das usinas termelétricas, que custam mais para gerar energia.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

A agência recomenda que, diante da cobrança da tarifa amarela, os consumidores façam uso consciente dos aparelhos elétricos e evitem o desperdício de energia.

Por:Agência Brasil

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Presidente diz que auxílio emergencial, com parcelas de R$ 250, deve voltar em março

(Foto:Reprodução) – O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25), durante sua live semanal nas redes sociais, que o valor do novo auxílio emergencial a ser proposto pelo governo será de R$ 250. O benefício, segundo ele, deve começar a ser pago ainda em março, por um período total de quatro meses.

” A princípio, o que deve ser feito? A partir de março, por quatro meses, R$ 250 de auxílio emergencial. Então é isso que está sendo disponibilizado, está sendo conversado ainda, em especial, com os presidentes da Câmara [Arthur Lira (PP-AL)] e do Senado [Rodrigo Pacheco (DEM-MG)]. Porque a gente tem que ter certeza de que o que nós acertarmos, vai ser em conjunto”.

A expectativa, segundo o presidente, é que os quatros meses complementares de auxílio possam fazer a “economia pegar de vez”. “Nossa capacidade de endividamento está, acredito, no limite. Mais quatro meses pra ver se a economia pega de vez, pega pra valer”, afirmou.

O novo auxílio emergencial deve substituir o auxílio pago ao longo do ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais.

Inicialmente, o auxílio emergencial, em 2020, contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso de mães chefes de família), por mês, para cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas.

Em setembro do ano passado, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão, de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o pagamento de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa.

A renovação do benefício ainda precisa ser proposta pelo governo ao Congresso Nacional e, em seguida, aprovada pelos parlamentares.

Bares e restaurantes
Durante a live, Bolsonaro também anunciou que o governo deve lançar em breve um programa de adiamento, refinanciamento e parcelamento de impostos e contribuições tributárias (Refis) para o setor de bares e restaurantes.

“Está na iminência de publicar o Refis do pessoal aí dos bares e restaurantes, que estão numa situação bastante complicada”, afirmou o presidente.

Com mais de 1 milhão de estabelecimentos em todo o país, que empregam cerca de 6 milhões de pessoas, o setor de bares e restaurantes diz que houve queda de 70% nas vendas ao longo do ano passado.

Com informações Agência Brasil

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IR 2021: empregadores têm até esta sexta para entregar comprovante de rendimentos

IR 2021 — Foto: Editoria de Arte/G1

Quem estiver obrigado a declarar precisa fazer isso entre 1º de março e 30 de abril.

Termina nesta sexta-feira (26) o prazo para que os empregadores entreguem aos seus funcionários o comprovante de rendimentos do ano passado, documento necessário para a declaração do Imposto de Renda de 2021, referente ao ano-base 2020.

Quem estiver obrigado a declarar precisa fazer isso entre 1º de março e 30 de abril.

SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021
O comprovante deverá trazer as informações sobre o total dos rendimentos obtidos pelo trabalhador em 2020 e o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) no período.

Bancos e corretoras de valores também têm até esta sexta para disponibilizar aos clientes os informes de rendimento, com dados sobre aplicações financeiras, que deverão ser declarados pelos contribuintes. Esses dados podem ser entregues impressos ou disponibilizados eletronicamente.

A expectativa da Receita Federal é de que 32,6 milhões de declarações sejam enviadas no prazo. O volume é cerca de 2% maior do que o de 2020, quando o órgão recebeu 31,9 milhões de declarações, mesmo com o prazo prorrogado em 2 meses por causa da pandemia da Covid-19.

A multa para quem deixar de entregar a declaração no prazo terá valor mínimo de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto devido.
Os contribuintes já podem acessar o programa gerador do Imposto de Renda 2021. Clique aqui para baixar o programa.

Quem precisa declarar em 2021?

Devem declarar o Imposto de Renda em 2021:

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado.
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2020, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
quem teve, em 2020, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2020, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2020;
quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda;
quem recebeu o auxílio emergencial em 2020 e, além disso, teve rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76.
Calendário de restituições
As restituições começam a ser pagas em maio, de acordo com o cronograma abaixo:

1º lote: 31 de maio
2º lote: 30 de junho
3º lote: 30 de julho
4º lote: 31 de agosto
5º lote: 30 de setembro

Por G1

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Novo auxílio emergencial pode injetar R$ 3 bilhões na economia do Pará

O valor de cada parcela ainda não foi definido, mas há a expectativa de que seja fixado em R$ 250 por quatro meses, de março a junho  – (Foto:Reprodução)

Está prevista para esta quinta-feira (25) a votação da proposta de retomada do pagamento do auxílio emergencial apresentada pelo Governo Federal ao Senado, em Brasília.

A equipe econômica trabalha para que uma nova rodada do benefício não ultrapasse R$ 40 bilhões ao todo. De acordo com dados da Caixa, mais de R$ 8 bilhões foram injetados na economia paraense durante os pagamentos no ano passado. Caso o novo plano seja aprovado, estima-se que mais de R$ 3 bilhões possam ser somados a economia do Estado por mês, durante a vigência do benefício.

O valor para cada parcela ainda não foi definido, mas há a expectativa de que seja fixado em R$ 250 por quatro meses, de março a junho. Caso a proposta seja aprovada e entre em vigor, parte do pagamento do auxílio será feito com recursos já destinados ao orçamento do programa Bolsa Família.

Dessa forma, um beneficiário ganharia R$ 190 (ticket médio) com recursos do Orçamento e o complemento de R$ 60 seria bancado via crédito extraordinário.

A amarração política da liberação do benefício está atrelada a outros textos que o Governo pretende passar dentro do Congresso, desde a reforma administrativa até alguns pontos de não atrelamento orçamentário e redução do número de servidores.

Na análise de Everson Costa, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no Pará, os cortes podem afetar boa parte dos beneficiários.“Para essa versão do novo auxílio emergencial, a expectativa é que o valor, além de ser menor, também possa atingir um grupo bem menor de pessoas. As restrições apontadas seriam para grupos de extrema pobreza e vulnerabilidade, ou nas condições que o Governo ainda está delineando”, aponta.

Segundo o Governo, o novo benefício deve atender, no máximo, 40 milhões de pessoas. No Pará, mais de 13,5 milhões de famílias receberam o auxílio emergencial em 2020.

Dessa vez, o pagamento deve ser feito a todos os beneficiários do Bolsa Família e para um grupo de trabalhadores informais.Para garantir que o benefício seja pago aos mais necessitados, o Governo está fazendo a unificação das bases de dados do Serpro, da Dataprev, da Caixa e da Receita Federal, para identificar quem são as pessoas que realmente precisam do dinheiro, o que pode reduzir pela metade o número de atendidos.

Costa também ressalta que no estado do Pará, no mínimo, 1 milhão de pessoas compõe o público a ser atingido pela medida. “Considerando que são pessoas que estão no mercado de trabalho dando seu jeito para viver ou trabalhando por conta própria, esses trabalhadores, no geral, não tem carga horária, não tem direitos, vivem com rendimentos abaixo do salário mínimo, ou seja, tem uma situação extremamente dificultosa”, avalia.

Por:Laís Santana

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Contas de luz devem ter neste ano maior aumento médio desde 2018, aponta Aneel

Agência estima alta de 13%, que com devolução de impostos pode cair a 8%, índice que ainda seria o maior em três anos. No sábado (20), Bolsonaro falou em ‘meter o dedo’ na energia. –  (Foto:Reprodução)

O aumento médio nas contas de luz em 2021 deve ser o maior desde 2018, de acordo com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone.

Atualmente, informou ele, a estimativa da agência é que o aumento médio fique em 13% em 2021. Esse percentual cairia para 8% com a devolução aos consumidores de uma parte dos R$ 50 bilhões em impostos cobrados a mais nas contas de luz nos últimos anos (leia mais abaixo).

Mesmo assim, o aumento de 8% continuaria sendo o maior desde 2018, quando a alta média das tarifas foi de 15%.

O G1 procurou o Ministério de Minas e Energia, mas não obteve resposta. O Ministério da Economia informou que não comentaria o assunto.

No sábado (20), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai “meter o dedo na energia elétrica”. Segundo ele, isso é “outro problema” do país. Ele deu a declaração um dia depois de anunciar a troca do presidente da Petrobras, em meio a pressões geradas por seguidos aumentos no preço dos combustíveis.

Reajuste nas contas de luz
média Brasil, em %
2018
2019
2020
2021 (previsão)
0
2,5
5
7,5
10
12,5
15
17,5
Fonte: Aneel
Esse forte reajuste nas contas de luz viria num momento em que o país ainda sofre com os reflexos da pandemia da Covid-19 na economia. Por isso, segundo informou Pepitone em entrevista ao G1, já estão sendo feitos estudos de medidas adicionais para aliviar a pressão sobre as tarifas de energia.

“[O aumento médio de 8%] ainda é alto. Então a gente tem que encontrar medidas adicionais também para trabalhar esses 8%”, disse Pepitone. “Estamos avaliando neste momento quais seriam essas opções, mas estamos buscando medidas neste sentido”, completou.

Ele disse que a contratação de um novo empréstimo bancário, solução encontrada para aliviar dificuldades no setor elétrico em 2014 e em 2020, não foi “cogitada”. Para o diretor-geral da Aneel, o ideal “é buscar recursos no próprio setor para abater essas tarifas.”

O que provoca o aumento?

Vários fatores estão contribuindo para o forte aumento das contas de luz em 2021, de acordo com a Aneel. Eles vão do maior uso de termelétricas até o câmbio.

A disparada do dólar desde o ano passado, motivada principalmente pela pandemia, encarece a energia da hidrelétrica de Itaipu, maior usina do país e responsável por atender a cerca de 10% de toda a demanda nacional.

A energia da usina é cotada em dólar e o seu encarecimento prejudica especificamente os consumidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste – a legislação estabelece que são as distribuidoras dessas três regiões as responsáveis por comprar a energia da usina.

Segundo Pepitone, a energia de Itaipu, sozinha, vai “puxar para cima” o reajuste das tarifas em 3,3% neste primeiro semestre.

Outro fator contribuindo para inflacionar as contas de luz neste ano é o uso mais intenso de usinas termelétricas, que geram energia mais cara. O governo aciona mais termelétricas quando é preciso poupar água das hidrelétricas devido à falta de chuvas.

De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste chegaram ao final de janeiro com o menor nível de armazenamento para o mês desde 2015. Por isso, o país tem usado mais termelétricas nos últimos meses.

O aumento também é reflexo de:

Alta dos custos com transmissão de energia: os consumidores terão que pagar R$ 2,2 bilhões a mais para remunerar transmissoras que entraram em operação nos últimos meses;
Avanço do IGPM: o índice de inflação, conhecido por corrigir os contratos de aluguel, também é usado para correção de parte (18) dos contratos com distribuidoras de energia e teve alta de 23,14% em 2020;
Pagamento de indenização a transmissoras: serão pagos R$ 3,3 bilhões neste ano a empresas com direito a serem ressarcidas por investimentos feitos no passado;
Déficit das Bandeiras Tarifárias: o sistema, que aplica uma cobrança extra nas contas de luz para cobrir custos com aumento do preço da energia, foi suspenso por seis meses em 2020 e arrecadou menos que o necessário. A diferença, de R$ 3,1 bilhões, será cobrada nas tarifas neste ano.

“Agora em 2021 nós temos um cenário de pressão tarifária”, disse Pepitone. Para “remediar” essa situação, ele defende o “engajamento de diversos atores” para que a Aneel possa devolver neste ano uma parte dos R$ 50 bilhões em impostos cobrados a mais dos consumidores.

Essa devolução se tornou possível depois de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a inclusão do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), um imposto estadual, na base de cálculo do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que são tributos federais.

A inclusão do ICMS na conta inflava o valor do PIS/Pasep e da Cofins a ser pago pelos consumidores nas contas de luz. Ao considerar isso ilegal, o STF determinou que o governo devolva o valor cobrado a mais.

No ano passado, a Aneel já conseguiu usar essa devolução para reduzir o reajuste nas tarifas da Cemig, distribuidora que atua em Minas Gerais, por exemplo.

A agência fez um cálculo e estimou em R$ 50 bilhões o valor que foi cobrado a mais nas contas de luz e, neste mês de fevereiro, abriu uma consulta pública para discutir a sua proposta que é de devolver o montante aos consumidores em 5 anos.

Pepitone diz que já iniciou conversas com o Ministério da Economia para conseguir fazer essa devolução já a partir de 2021, o que ajudaria a aliviar o aumento nas contas de luz. A devolução, porém, vai reduzir a arrecadação do governo.

“A gente já tá querendo começar a usar esses créditos já de imediato em todos os processos tarifários que vamos julgar”, disse o diretor-geral da Aneel.

Por Fábio Amato, G1 — Brasília

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Justiça do Trabalho mantém liminar que proíbe Ford de demitir

Montadora também está impedida de se desfazer de bens e maquinários  – (Foto:| Reprodução/Ford)

A Justiça do Trabalho confirmou hoje (22) a liminar que proibiu a montadora Ford de demissão coletiva dos trabalhadores da fábrica de Taubaté (SP). A empresa também continua impedida de se desfazer de bens e maquinários até a conclusão das negociações coletivas.
A decisão foi motivada por um recurso da empresa, apresentado após a decisão proferida no dia 5 de fevereiro, que também impediu a dispensa em massa dos empregados. A liminar foi assinada nesta manhã pela desembargadora Maria da Graça Bonança Barbosa, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas.

Na mesma decisão, a desembargadora deferiu parcialmente pedido da montadora para desobrigar a empresa de fornecer em 30 dias um cronograma de negociação coletiva e para garantir que não há mais necessidade da participação do Ministério Público do Trabalho (MPT) nas negociações entre a Ford e o sindicato da categoria.

A Ford anunciou em janeiro o fechamento de todas as suas fábricas no Brasil, após mais de 100 anos montando veículos no país. Em nota à época do anúncio, a empresa citou, entre outros fatores, os impactos provocados pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), que “amplia a persistente capacidade ociosa da indústria e a redução das vendas, resultando em anos de perdas significativas”.

Por:Agência Brasil

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