Parceria da Caixa fornecerá crédito e educação financeira a pequeno produtor

(Foto:Reprodução) – Pelos próximos dois anos, os produtores rurais assentados em todo o país terão acesso a crédito rural e educação financeira.

A Caixa Econômica Federal e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) assinaram ontem (22) protocolo para promover o desenvolvimento sustentável dos assentamentos e das propriedades rurais regularizadas.

A iniciativa abrange os pequenos produtores assentados pelo Programa Nacional de Reforma Agrária e os ocupantes de terras federais elegíveis para a regularização na Amazônia.

Segundo o protocolo, a Caixa oferecerá crédito rural consignado. Caberá ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) fornecer cursos de educação financeira. A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) fornecerá apoio técnico especializado ao empreendimento rural.

O acordo prevê a criação de uma incubadora de cooperativas, com a oferta de linhas de crédito específicas para investimento em estruturas compartilhadas pelos assentados. O protocolo tem validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação mediante aditivo.

Por:RG 15 / O Impacto com Agência Brasil

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Aprovado projeto de auxílio à pequenos empreendedores atingidos pela pandemia no Pará

O Estado terá mais um programa para enfrentamento das consequências da pandemia do Covid-19 na economia. Será o “Incentiva + Pará”, que contemplará microempreendedores individuais (MEIs) e pessoas jurídicas, de todo o Estado, que foram atingidas pelos efeitos das medidas necessárias de restrições.

Os recursos do novo projeto podem chegar a até R$ 50 milhões.

O projeto do Poder Executivo foi aprovado na segunda-feira (22), em reunião conjunta das Comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO) e de Constituição e Justiça (CCJ). A reunião foi semipresencial em observação ao lockdown estabelecido pelo Governo do Estado à Região Metropolitana de Belém (RMB). A reunião foi coordenada pelos presidentes da CCJ e da CFFO, respectivamente, deputados Ozório Juvenil (MDB) e Igor Normando (Podemos).

Através do programa, o governo concederá para MEIs e pessoas jurídicas uma subvenção no valor de até R$ 2.000,00. Farão parte do programa estabelecimentos como: bares, lanchonetes, restaurantes, academias, arenas desportivas e demais correlatas.

O presidente da CFFO, deputado Igor Normando destacou que cerca de 30 mil empreendedores de do Estado serão contemplados pelo “Incentiva + Pará”. Fazendo um comparativo, ele enfatizou que em São Paulo, que tem uma população estimada em 40 milhões de pessoas, o governo estadual instituiu um programa de R$ 100 milhões. No Pará, que tem 8 milhões de pessoas, o programa será de R$ 50 milhões. Ele ressaltou que os valores serão bem distribuídos pelo Estado, conforme o público alvo do programa em cada região.

O deputado Carlos Bordalo do (PT) destacou que o “Incentiva + Pará” faz parte de um conjunto de medidas de apoio financeiro estadual, que foi considerado o maior programa dessa natureza no Brasil, sendo um exemplo aos demais estados e a para a própria União.

O deputado Toni Cunha (PTB) disse não acreditar na justa distribuição de recursos entre as regiões. O deputado Eliel Faustino (DEM), líder da oposição na Alepa, disse que acredita na distribuição justa dos recursos e propôs que o Governo do Estado implemente medidas, como a suspensão de pagamento de taxas para outros tipos de empresas, como as da área do entretenimento.

A líder do Governo Cilene Couto (PSDB) reforçou também a questão da distribuição justa dos recursos e enfatizou que o “Estado tem retaguarda financeira para realizar o programa” e atender o público alvo da Região Metropolitana de Belém e das 12 regiões de integração do Estado. Ela explicou que o programa será coordenado e fiscalizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme). O pagamento será feito pelo Banpará. Cilene, ressaltou que a sociedade poderá acompanhar a execução do programa, por meio de um link específico que será criado pela Sedeme e no site do Banpará, além do Portal da Transparência.

Entre os critérios para receber a subvenção estão a condição de CNPJ ativo e registro na Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa). O projeto também prevê que na tentativa de fraude ou outra infração haverá multa no valor da subvenção, além da devolução do valor e processos administrativos e criminais.

Para efetivar o programa, o governo poderá abrir uma linha de crédito no valor de até R$ 50 milhões. Em sua mensagem o governador Hélder Barbalho (MDB) explica que o objetivo do programa é “a mitigação dos efeitos econômicos decorrente do Covid-19, que ainda persistem na economia do Estado do Pará, principalmente em razão da necessidade de adoção de novas medidas restritivas, com o objetivo de evitar o agravamento de uma segunda onda de infecções pelo coronavírus, que impactam diretamente na economia local”.

O governador também garantiu que existem recursos suficientes para fazer frente ao programa sem comprometer a gestão responsável e austera de recursos do Tesouro Estadual.
Hélder também destacou que tão “necessário quanto proteger e salvar vidas de cidadãos é garantir a renda às pessoas que não podem realizar suas atividades por conta das restrições”, estando tais atividades temporariamente impossibilitadas de funcionar na forma presencial.

Para instituir o “Incentiva + Pará” foi necessário alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias 2021 (LDO), a Lei 9.105 de 21 de julho de 2020, que dispõe sobre as diretrizes para elaboração e a execução da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021. “A finalidade da alteração foi apenas para permitir a criação e a execução do programa pelo Governo do Estado”, explicou o relator da matéria, deputado Gustavo Sefer (PSD).
Os projetos foram aprovados por unanimidade pelas comissões e devem seguir à pauta da sessão semipresencial da Alepa, desta terça-feira (23).

Por:RG 15 / O Impacto com informações da ALEPA

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Como motorista de aplicativo deve declarar o IR?

Os que tiveram renda acima de R$ 1.903,98 deve fazer obrigatoriamente | Foto:Reprodução
No caso destes trabalhadores, devem declarar o Imposto de Renda aqueles que obtiverem uma renda mensal acima de R$ 1.903,98. São tributáveis apenas 60% do valor obtido em corridas

Os motoristas autônomos que trabalham com plataformas (aplicativos) de transportes de passageiros devem declarar o Imposto de Renda. O período para acertar as contas com a Receita Federal começou no último dia 1 e seguirá até 30 de abril.

No caso desta categoria especificamente, devem declarar o Imposto de Renda aqueles que obtiverem uma renda mensal acima de R$ 1.903,98. Outra particularidade é que são tributáveis apenas 60% do valor obtido em corridas, ou seja, se o motorista fizer uma viagem no valor de R$ 100, por exemplo, ele irá declarar somente R$ 60.

A contadora Marcia Campelo esclarece que não há dificuldades no processo de declaração do Imposto de Renda, mas o que existe são dúvidas sobre quem deve fazer – principalmente quando se trata de autônomos.

“Todas as categorias de trabalhadores, inclusive os autônomos, que se enquadram nas regras de declaração devem fazê-la”, disse. “No caso dos motoristas por aplicativo, as empresas para as quais prestam serviços podem e devem emitir para eles uma declaração de rendimentos (uma espécie de Cédula C) e com isso eles podem declarar o Imposto de Renda”.

Ela chama a atenção para os motoristas por aplicativos que têm na função um complemento da renda. “Se eles tiverem outras fontes de rendimentos (outros trabalhos/empregos), devem calcular se estão enquadrados nas regras”, reforça Marcia.

“Volto a lembrar que no caso dos motoristas autônomos, é tributável somente 60% do rendimento deles, se a renda deles mensal for de R$ 3 mil, por exemplo, eles deverão tributar somente R$ 1.800 e este valor os deixa abaixo do valor mínimo para declaração que é de R$ 1.903,98”.

Os 40% não tributáveis levam em consideração alguns custos mantidos pelos motoristas, entre eles a manutenção do veículo. Os motoristas que forem declarar o Imposto de Renda podem baixar o programa que já está disponível no site da Receita Federal ou baixar o carnê-leão de 2020, também na página da Receita (www.receita.economia.gov.br).

Por:Denilson D’Almeida

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Setores da economia dizem que Lei do Gás reduz custos e preço final

Proposta que estabelece novo marco legal do setor aguarda sanção  – (Foto:Reprodução)

O projeto da nova Lei do Gás, que aguarda sanção do presidente Jair Bolsonaro, estabelece novo marco legal do setor no Brasil – entre outros pontos, a mudança do regime de concessão para o de autorização do transporte de gás natural pela iniciativa privada. O texto permite também o acesso de novos agentes a gasodutos de escoamento, instalações de tratamento ou processamento de gás natural e a terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Defensores do projeto, aprovado na semana passada na Câmara dos Deputados, argumentam que a proposta vai aumentar a participação de empresas privadas no mercado de gás natural no Brasil, reduzindo os custos de produção e o preço final às empresas consumidoras do insumo. Também dizem que o gás natural poderá ajudar a reduzir o preço da energia elétrica, uma vez que parte das usinas térmicas usa o combustível para gerar eletricidade.

Para a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace), o projeto traz segurança jurídica para o setor e perspectivas de abertura do mercado, auxiliando na retomada da economia. “Conseguimos consenso entre mais de 70 setores industriais dos mais diversos segmentos, representados pelo movimento “Gás para sair da crise”, incluindo os agentes da própria cadeia produtiva do gás, como produtores reunidos no IBP [Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás], os transportadores, da ATGás [Associação de Empresas de Transporte de Gás Natural por Gasoduto] e a CNI [Confederação Nacional da Indústria]”, disse o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa.Na avaliação da Abrace, a expectativa é a mudança no mercado de gás, com potencial de gerar R$ 60 bilhões de investimentos por ano.

“Todos precisamos de uma mudança no rumo do mercado, que vai abrir grandes oportunidades para explorarmos o gás do pré-sal e abrir caminhos para novos competidores com o GNL, o gás em terra. E todo tipo de insumo que poderá abrir um caminho de reindustrialização para o país”, afirmou Pedrosa.A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acredita que a mudança no mercado de gás natural é “uma das grandes apostas do setor produtivo para apoiar a retomada do crescimento econômico, com geração de emprego e renda”.

De acordo com a instituição, há possibilidade de a indústria brasileira se tornar uma grande consumidora de gás natural e “triplicar a demanda em uma década”, em um cenário de queda dos preços do produto pela metade. Atualmente, o preço do gás natural é calculado a partir de referências do petróleo de Brent (internacional) e reajustado conforme os padrões internacionais. O transporte e a distribuição variam ainda conforme o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).“Diante desse cenário, os investimentos no país podem chegar a R$ 150 bilhões por ano em 2030, com importantes setores industriais substituindo insumos mais poluentes pelo gás, por ser o combustível fóssil de menor emissão de gases poluentes”, disse a CNI.Petroleiros

Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), contrária ao projeto, a mudança retira a centralidade da Petrobras do setor com o objetivo de favorecer a privatização da empresa. Segundo a FUP, o objetivo é “escantear” a empresa e favorecer a atuação de importadores e de companhias privadas. A federação avalia ainda que o novo marco não vai favorecer a interiorização do mercado, conforme indica o governo.“O novo marco regulatório tira a Petrobras do centro dessa articulação, na esperança de que o investimento privado construirá a infraestrutura para utilizar a eventual oferta disponível de gás, interiorizando o seu consumo. O setor privado não costuma ter esse comportamento desbravador dos investimentos”, disse o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), vinculado à FUP.Atualmente, a Petrobras participa com 100% da importação e do processamento e cerca de 80% da produção (gás de petróleo).

Segundo o Ineep, o projeto aumenta a diferenciação entre as atividades de transporte e as outras atividades dessa indústria de rede, “vedando explicitamente a integração vertical das empresas que atuam no setor”.“A Petrobras é o principal produtor, transportador, investidor e articulador do sistema. Sua simples retirada não necessariamente atrairá atores privados para ocupar os diversos papeis nessa indústria que só na sua maturidade tende a descompactar seus segmentos.

O objetivo principal dessas mudanças é alterar a posição da Petrobras, que é a principal produtora e com contratos de transporte que se aproximam da capacidade física da rede de gasodutos”, disse o Ineep.A federação argumenta ainda que a mudança não vai causar impacto no preço do gás de cozinha, já que o mercado de gás natural é destinado ao abastecimento de indústrias e termelétricas.

“Os preços do gás natural liquefeito (GNL) dispararam na Ásia-Pacífico no final de 2020 e os defensores da Nova Lei do Gás no Brasil insistem em olhar apenas para o Henry Hub, que precifica as operações com a molécula nos EUA e somente lá. Para o GNL no Brasil, muito mais relevante é o JKM que precifica a região da Ásia, referência para o deslocamento dos navios de GNL para o Atlântico Sul, afirmou o instituto.Governo

Em matéria publicada no site do Ministério de Minas e Energia, o ministro Bento Albuquerque disse que a nova lei favorecerá a formação de um mercado de gás natural aberto, dinâmico e competitivo. Promoverá ainda a concorrência entre fornecedores e a consequente redução no preço final do gás para o consumidor. Outro ponto destacado por ele são os investimentos esperados, além dos milhares de novos postos de trabalho que poderão ser gerados nos próximos dez anos. “Precisamos retomar nossa economia neste período de pandemia. Investimentos e geração de empregos são instrumentos imprescindíveis à retomada”, disse o ministro

Por:Agência Brasil

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Cesta básica do paraense sofre alta de 21%, aponta Dieese

(Foto:Reprodução) – A cesta básica do paraense está mais cara, segundo um levantamento divulgado ontem, 20, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo o estudo, realizado entre fevereiro e meados de março, a alimentação básica no Pará alcançou quase 22% contra uma inflação de 6,22%.

Os itens tiveram altas de preços acumuladas em percentuais bem superiores à média de alta da cesta básica, com destaque para o óleo de cozinha, com alta acumulada no período de 101,15%, seguido do arroz (77,00%); feijão (43,41%); carne bovina (36,13%) e leite (29,27%).

Outros produtos da cesta básica também tiveram reajustes acumulados em percentuais superiores à inflação, calculada para o mesmo período, como é o caso do açúcar, com alta de 15,15%, seguido da farinha de mandioca (15,08%); manteiga (14,41%); café (14,36%) e da banana (13,61%). Aqui a inflação alcançou 5,06%.

Segundo o Dieese, as altas nos preços de bens e serviços, principalmente nos produtos básicos, não terminaram no mês passado, a tendência ainda é de novos aumentos nestes meses que virão. O departamento ressalta a importância do advento de novas parcelas do auxílio emergencial e o aumento da vacinação para todos, devido à alta nos valores da alimentação do paraense.

Fonte: Roma News

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Nascidos em maio podem atualizar dados no Caixa Tem

(Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil) – Procedimento pode ser feito totalmente pelo celular

Às vésperas de retomar o pagamento do auxílio emergencial, a Caixa Econômica Federal convida os usuários do aplicativo Caixa Tem a atualizar os dados cadastrais no aplicativo. Clientes nascidos em maio podem fazer o procedimento a partir de hoje (22).

A atualização é feita inteiramente pelo celular, bastando o usuário seguir as instruções do aplicativo, usado para movimentar as contas poupança digitais. Segundo a Caixa, o procedimento pretende trazer mais segurança para o recebimento de benefícios e prevenir fraudes.Ao entrar no aplicativo, o usuário deve acessar a conversa “Atualize seu cadastro”.

Em seguida, é necessário enviar uma foto (selfie) e os documentos pessoais (identidade, CPF e comprovante de endereço).O calendário de atualização seguirá um cronograma escalonado, conforme o mês de nascimento dos clientes. O cronograma começou no último dia 14 para os nascidos em janeiro e encerrará em 31 de março, para os nascidos em dezembro.
Confira o cronograma completo abaixo:

No ano passado, a Caixa abriu mais de 105 milhões de contas poupança digitais, das quais 35 milhões para brasileiros que nunca tiveram contas em banco. Além do auxílio emergencial, o Caixa Tem foi usado para o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm).

Uma lei sancionada no fim de outubro autorizou a ampliação do uso das contas poupança digitais para o pagamento de outros benefícios sociais e previdenciários. Desde dezembro, os beneficiários do Bolsa Família e do abono salarial passaram a receber por essa modalidade.

Por:Agência Brasil

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Queda de 5,28% no preço da gasolina já está em vigor

(Foto:Reprodução) – Autorização da redução foi feita na última sexta-feira (19)
A Petrobras autorizou na última sexta-feira (19), pela primeira vez no ano, uma redução no preço da gasolina. Neste sábado (20), o recuo do preço já entrou em vigor e o valor deve ficar 5,28% menor nas refinarias.

Vale lembrar que, apesar da redução, uma análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA) aponta um reajuste acumulado de 46,19% a mais no preço da gasolina entre os meses de janeiro e março de 2021. Confira a lista dos reajustes já ocorridos no ano:

– 18 de janeiro de 2021: 7,60%
– 26 de janeiro de 2021: 5%
– 08 de fevereiro de 2021: 8,10%
– 18 de fevereiro de 2021: 10,20%
– 01 de março de 2021: 4,80%
– 08 de março de 2021: 9,20%
– 19 de março de 2021: -5,28%

Redação Integrada
20.03.21 14h25
O Liberal=

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Secretários estaduais pedem suspensão de cortes de energia de comércios à Aneel

O pedido inclui os segmentos de comércio e serviços, deixando de fora os consumidores residenciais – (Foto:© Pixabay)

Secretários estaduais pediram para que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adote medidas emergenciais para impedir o corte no fornecimento de energia elétrica por conta da pandemia da covid-19. O pedido inclui os segmentos de comércio e serviços, deixando de fora os consumidores residenciais.
O documento foi encaminhado à agência pelo Fórum Nacional dos Secretários de Estado de Minas e Energia e assinado por 27 secretários de governos estaduais. O pleito por medidas emergenciais e provisórias também inclui a suspensão de negativação por débitos, a permissão para repactuação de acordos e a renegociação de dívidas sem aplicação de juros.

O presidente do Fórum e secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Marcos Penido, já havia informado na quarta-feira, 17, que fez a solicitação ao presidente da agência reguladora, André Pepitone. Ele disse ter recebido sinalização de que o assunto seria tratado em reunião da agência reguladora nos próximos dias.

Conforme apurou o Broadcast Político, a agência já está ciente da demanda. A área técnica do órgão está analisando o tema, mas ainda não há um parecer nem definição de um diretor para relatar a matéria.

Como a reportagem mostrou mais cedo, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), deve adotar medidas para evitar que consumidores inadimplentes atendidos pela Cemig tenham a luz cortada. Em 2020, o governo estadual já havia flexibilizado o pagamento de faturas de água e luz. A distribuidora atende mais de 8,6 milhões de consumidores do Estado, em 774 municípios.

No ano passado, a Aneel suspendeu temporariamente os cortes de fornecimento de energia por falta de pagamento para todos os consumidores. A princípio, a medida teria vigência de 90 dias, mas a agência cedeu e prorrogou o prazo por solicitação dos secretários estaduais de energia. A proibição da interrupção do serviço teve validade de 24 de março a 31 de julho.

A medida teve impacto nas distribuidoras, já que o corte do serviço por falta de pagamento é o principal instrumento para conter a inadimplência. O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, afirmou que deve se reunir com a agência para discutir os procedimentos por conta do período da pandemia que o País vive.

POR ESTADAO CONTEUDO

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André Brandão renuncia ao cargo de presidente do Banco do Brasil

André Brandão, presidente do Banco do Brasil, fala durante a 38ª Reunião do Conselho de Governo, em Brasília, em outubro de 2020 — Foto: Alan Santos/PR

Brandão assumiu o banco em setembro de 2020, por indicação do Ministério da Economia. Em janeiro de 2021, instituição anunciou fechamento de agências e programa de demissão voluntária, o que desagradou o presidente Jair Bolsonaro.

O presidente do Banco do Brasil, André Brandão, pediu renúncia do cargo. A informação foi divulgada por meio de fato relevante publicado pelo banco nesta quinta-feira (18).

No comunicado, assinado pelo vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Carlos José da Costa, o banco afirma que a renúncia foi apresentada ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Conselho de Administração do Banco, Hélio Lima. O texto informa também que Brandão ficará no cargo até 1º de abril.

“O Banco do Brasil (BB) comunica que o Sr. André Guilherme Brandão entregou, nesta data, ao Exmo. Sr. Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, ao Exmo. Ministro da Economia, Paulo Roberto Nunes Guedes, e ao Ilmo. Presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil, Hélio Lima Magalhães pedido de renúncia ao cargo de presidente do BB, com efeitos a partir de 01 de abril de 2021”, afirmou o banco no fato relevante.

Brandão assumiu o Banco do Brasil em agosto de 2020. Ele foi indicado pelo Ministério da Economia e sempre contou com a simpatia de Guedes.

De acordo com o blog da Andreia Sadi, Bolsonaro demonstrou, em janeiro de 2021, não estar satisfeito com Brandão. O presidente da República não gostou de anúncio do Banco do Brasil de fechar agências pelo país e abrir dois Programas de Demissão Voluntária. Desde então, a saída de Brandão do banco passou a ser vista como uma possibilidade concreta.

Perfil

Brandão ingressou no Grupo HSBC no final de 1999, na área de renda fixa, vendas e câmbio. Em 2001, assumiu o cargo de diretor de tesouraria, e posteriormente, foi promovido a diretor-executivo de tesouraria.

Ele também atuou como diretor da área de mercado do banco para toda a América Latina, antes de chegar à presidência, em 2012.

Brandão tem mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro. Além do HSBC, já trabalhou também no Citibank, entre São Paulo e Nova York.

Fato relevante

Veja a íntegra do fato relevante divulgado pelo Banco do Brasil:

FATO RELEVANTE

Em conformidade com o § 4º do art. 157 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e com a Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, o Banco do Brasil (BB) comunica que o Sr. André Guilherme Brandão entregou, nesta data, ao Exmo. Sr. Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, ao Exmo. Ministro da Economia, Paulo Roberto Nunes Guedes, e ao Ilmo. Presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil, Hélio Lima Magalhães pedido de renúncia ao cargo de presidente do BB, com efeitos a partir de 01 de abril de 2021.

2. Sendo aceita a renúncia pelo Presidente da República, a indicação do novo presidente do BB deverá acontecer na forma do artigo 24, inciso I do Estatuto Social do BB.

3. Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.

Brasília (DF), 18 de março de 2021.

Carlos José da Costa André

Vice-Presidente Gestão Financeira e Relações com Investidores

Por G1 — Brasília

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Beneficiários do Bolsa Família começam a receber auxílio a partir de 16 de abril

Desta vez, o auxílio emergencial deverá beneficiar 40 milhões de pessoas, incluindo os 14 milhões do Bolsa Família. | Jefferson Rudy/Agência Senado

O novo pagamento, no entanto, terá um pente-fino do governo federal.

Os beneficiários do Bolsa Família vão começar a receber a primeira parcela do novo auxílio emergencial a partir de 16 de abril.

Com quatro parcelas e valor médio de R$ 250, a nova rodada do auxílio emergencial foi liberada após a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) Emergencial no Congresso Nacional.

De acordo com o Ministério da Cidadania, os outros beneficiários cadastrados pelo CadÚnico (Cadastro Único) ou pelo aplicativo da Caixa terão o calendário de pagamento definidos por Medida Provisória, editada pelo governo federal. A expectativa é que o texto seja publicado nesta quinta-feira (18). A nova rodada do benefício começa em abril para todos os grupos, afirma a pasta.

Pente-fino

O novo pagamento, no entanto, terá um pente-fino do governo federal que contará com 11 bases de dados, como Caged, INSS, MEI, CNIS e Imposto de Renda, para restringir o benefício para quem realmente precisa.

Desta vez, o auxílio emergencial deverá beneficiar 40 milhões de pessoas, incluindo os 14 milhões do Bolsa Família.

Confira o calendário da primeira parcela do auxílio para o Bolsa Família:

NIS final 1 – 16 de abril

NIS final 2 – 19 de abril

NIS final 3 – 20 de abril

NIS final 4 – 22 de abril

NIS final 5 – 23 de abril

NIS final 6 – 26 de abril

NIS final 7 – 27 de abril

NIS final 8 – 28 de abril

NIS final 9 – 29 de abril

NIS final 0 – 30 de abril

Com informações do portal R7

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