Cientistas afirmam que a Terra pode estar se ‘partindo ao meio’

Foto: Reprodução | Esse fenômeno aumenta o risco de terremotos e tsunamis em regiões costeiras, embora os cientistas ressaltem que as chances ainda são relativamente baixas.

Uma equipe de cientistas da Turquia e do Canadá emitiu um alerta alarmante sobre a fragmentação da crosta terrestre no fundo do Oceano Pacífico. Os pesquisadores afirmam que os movimentos irregulares das placas tectônicas estão resultando em fissuras e rachaduras significativas, evidenciando um processo que ameaça a integridade do fundo marinho.

As placas tectônicas, blocos rochosos semirrígidos que formam a crosta terrestre, estão demonstrando ser menos rígidas do que se pensava. Após uma análise, os cientistas identificaram sinais claros de deformações nos quatro grandes platôs submarinos: Ontong Java, Shatsky, Hess e Manihiki. Essas deformações estão ocorrendo antes mesmo das placas chegarem às zonas de subducção, áreas onde uma placa tectônica mergulha sob outra.

Esse fenômeno aumenta o risco de terremotos e tsunamis em regiões costeiras, embora os cientistas ressaltem que as chances ainda são relativamente baixas. No entanto, as consequências de um evento dessa magnitude poderiam ser devastadoras, afetando milhões de pessoas que vivem em áreas próximas ao litoral. As mudanças climáticas e as atividades humanas estão sendo apontadas como potenciais agravantes desse processo. O aquecimento global está resultando na elevação dos níveis dos oceanos e na alteração das correntes marítimas, fatores que podem influenciar as dinâmicas das placas tectônicas. Além disso, a exploração submarina, incluindo atividades de mineração e perfuração, pode estar contribuindo para o aumento das tensões geológicas.

Diante desse cenário preocupante, os cientistas enfatizam a importância de medidas drásticas para mitigar os impactos das mudanças tectônicas. A proteção do meio ambiente e a implementação de políticas eficazes para reduzir as emissões de gases de efeito estufa são cruciais. Além disso, é vital investir em tecnologias avançadas de monitoramento sísmico e em sistemas de alerta precoce para minimizar os riscos para as populações costeiras.

As autoridades e a comunidade científica continuam a monitorar de perto a situação, realizando estudos aprofundados para compreender melhor os mecanismos por trás dessas deformações e desenvolver estratégias eficazes para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças no fundo do mar.

Fonte: Varelanet e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/02/2025/10:51:16

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Camundongos fazem manobras associadas a primeiros socorros, sugerem estudos

Foto: ilustrativa/Stock | Isso é o que dois estudos independentes publicados no último dia 21 na revista científica Science, uma das mais importantes do mundo, dizem. Segundo os pesquisadores, áreas específicas cerebrais dos roedores apresentaram maior atividade durante o comportamento de reanimação

Camundongos percebem quando um parceiro de gaiola está em perigo e são capazes de fazer uma série de manobras associadas a primeiros socorros para tentar socorrer o outro.

Isso é o que dois estudos independentes publicados no último dia 21 na revista científica Science, uma das mais importantes do mundo, dizem. Segundo os pesquisadores, áreas específicas cerebrais dos roedores apresentaram maior atividade durante o comportamento de reanimação.

A ativação dessas áreas não foi verificada nem quando os dois animais estavam ativos, nem quando o outro parceiro estava dormindo, sugerindo que foram ativadas após a verificação de inconsciência do parceiro.

Um camundongo socorrista morde a boca e a língua de um parceiro inconsciente, puxando a língua para fora da boca e ampliando as vias aéreas do animal, comportamento classificado como uma reanimação Sun et al./Science/Universidade do Sul da Califórnia A imagem mostra dois ratos em um ambiente controlado. As descobertas renderam, ainda, uma publicação de perspectiva na mesma edição do periódico, seção destinada a comentários de autores não envolvidos no estudo original. A nota foi assinada por William Sheeran e Zoe Donaldson, do departamento de Biologia Celular, Molecular e do Desenvolvimento e do departamento de Psicologia e Neurociência, respectivamente, da Universidade de Colorado em Boulder, Estados Unidos.

No primeiro artigo, liderado por Huizhong Tao e Li Zhang, do Instituto Zilkha de Neurogenética e do departamento de Fisiologia e Neurociência, ambos da Universidade do Sul da Califórnia, os cientistas dispuseram dois camundongos companheiros de gaiola já familiarizados e anestesiaram um deles. Eles filmaram a reação do parceiro e verificaram uma sequência de ações, incluindo aproximação do animal pelo outro, farejamento, limpeza dos pelos (“grooming”) e mordidas na região oral, incluindo “puxar a língua” do parceiro inconsciente –interpretado como forma de desobstrução das vias orais para ajudar o outro a retomar a consciência.

Como o anestésico aplicado era de curta duração, assim que o animal inconsciente recobrou a atenção o “socorrista” deixou de prestar ajuda e se afastou do parceiro.

Os cientistas então colocaram detectores elétricos para avaliar a atividade cerebral dos roedores durante a reanimação, além de medirem os níveis de hormônios e neurotransmissores liberados por diferentes neurônios, e verificaram maior atividade no núcleo paraventricular hipotalâmico com a liberação de ocitocina, hormônio frequente associado à empatia e ao cuidado nos mamíferos.

Segundo os pesquisadores, esse experimento pode revelar mecanismos dos circuitos cerebrais relacionados à empatia em grupos antes desconhecidos, como nos roedores. “Em nossos experimentos, o camundongo fazia mais do que se aproximar do parceiro, apresentando várias ações que ajudam a despertar o animal receptor. Interpretamos esses comportamentos como semelhantes à reanimação”, explica Tao.

O mesmo padrão foi detectado, por exemplo, quando os camundongos são apresentados a um animal que acabou de morrer, sugerindo que é a falta de resposta do parceiro que desencadeia a ação.

“É desafiador determinar a verdadeira intenção dos animais por trás de comportamentos. Por meio das consequências [recuperação e afastamento], sabemos que o receptor é ajudado a se recuperar do estado anestesiado [inconsciente], mas não excluímos a possibilidade de que o animal seja impulsionado por instintos quando reconhece o estado inconsciente do parceiro, sem uma verdadeira intenção de reanimá-lo”, afirmam os autores.

De acordo com Tao, o comportamento de reanimação foi mais associado a fêmeas, indicando que há uma diferença no nível de ocitocina liberado, especialmente quando os animais não têm familiaridade entre si. “Nossos resultados sugerem que, em humanos, as mulheres podem exibir níveis mais altos de comportamento empático em comparação a homens quando veem um desconhecido com sinais de perigo, mas isso ainda precisa ser estudado sistematicamente.”

Já no outro artigo publicado na mesma edição da Science, liderado por Emily Wu e Weizhe Hong, da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), os pesquisadores descobriram um papel da amígdala medial na regulação da resposta de primeiros socorros.

No experimento, também foram dispostos ratos em gaiolas de diferentes idades e sexos, sendo que um foi sedado com dexmedetomidina, sedativo comumente usado em pacientes em unidades de terapia intensiva que necessitam de ventilação mecânica. Eles verificaram uma aproximação maior e comportamento de “grooming” nos animais direcionado com maior frequência à região da cabeça, indicando uma intenção de reanimar o parceiro.

O comportamento de cuidado era suprimido quando genes ligados à liberação de um neurotransmissor (ácido gama-aminobutírico) na amígdala medial eram silenciados. O ácido tinha sua secreção aumentada quando a área era estimulada, sugerindo que a amígdala medial pode fazer parte do circuito neural que regula a diferenciação entre os dois estados, de aproximação e de não prestar ajuda.

“Essas descobertas lançam luz sobre os mecanismos neurais subjacentes a comportamentos tipicamente sociais em relação a indivíduos inconscientes, ampliando nossa compreensão da capacidade dos animais de detectar e reagir a diferentes condições adversas de outros”, escrevem os autores.

No caso da pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia, Tao e colegas afirmam que pretendem examinar se tais comportamentos estão presentes em outras espécies animais e investigar mais a fundo quais regiões do cérebro, incluindo aquelas que têm receptores de ocitocina, estão envolvidas na mediação desses comportamentos.

Fonte: Notícias ao Minuto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/02/2025/08:02:29

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Orgulho Paraense: Três Jovens Inspiradoras Brilham no Dia Internacional da Menina e Mulher na Ciência

No Dia Internacional da Menina e Mulher na Ciência, três jovens paraenses estão provando que, apesar das desigualdades regionais e de gênero, o talento e a determinação podem romper barreiras. Geovana Sampaio, Maria Clara Vasconcelos e Isabella Fernanda se destacam como exemplos de superação e protagonismo, conquistando espaços de relevância nacional e internacional. Essas meninas, com suas trajetórias inspiradoras, estão honrando o Pará e mostrando o poder da educação ao lado da ciência como ferramentas para transformar a realidade. 

O Dia Internacional da Menina e Mulher na Ciência, no dia 11 de fevereiro, é uma data essencial para refletirmos sobre as desigualdades de gênero que ainda persistem, especialmente na ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática (STEAM). Apesar dos avanços, muitas mulheres e meninas ainda enfrentam obstáculos em suas trajetórias acadêmicas e profissionais, especialmente em regiões como o Norte do Brasil, onde a falta de acesso a oportunidades é uma realidade constante. No entanto, três jovens paraenses estão mudando essa narrativa. Geovana Sampaio, Maria Clara Vasconcelos e Isabella Fernanda não só conquistaram grandes feitos, mas também foram fontes de inspiração para outras jovens brasileiras. Elas são exemplos vivos de que, com dedicação, perseverança e apoio, é possível transformar desafios em conquistas.

Geovana Sampaio

Crédito: Gui Sampaio (@guisampaiofotografia)
Crédito: Gui Sampaio (@guisampaiofotografia)

Geovana Sampaio é uma jovem de 22 anos, apaixonada por política, comunicação e empreendedorismo, que encontrou nas simulações da ONU uma forma de expandir seus horizontes e atuar em prol de mudanças sociais. Desde os 13 anos, ela aprendia sobre soft-skills a partir da leitura de livros, mas foi somente aos 19 anos que pôde desenvolver essas habilidades de forma prática a partir do acesso a programas como as simulações da ONU, uma experiência que mudou sua vida. Com 21 simulações participadas, incluindo uma internacional organizada pela Universidade de Cambridge, Geovana se destacou em diversas iniciativas, como a co-fundação do Transform Education, ao lado do Instituto PanamMUN, e a conquista de prêmios como a medalha de cristal na Olimpíada Nacional de História Aberta para Todos ao lado do concurso cultural Embaixadora Por Um Dia da Embaixada Britânica, o qual foi finalista. Ela também foi a primeira paraense a ganhar o prêmio nacional “Mude o Mundo como uma Menina” e é conhecida por suas ações sociais, a mais recente, a I Edição da PanamMUN, organizada no Plenário da OAB-PA, com parceria da Escola Superior de Advocacia, da Comissão OAB-PA na COP 30 juntamente do instituto nacional Olympus MUN. Atualmente, a estudante também pesquisa  sobre o uso das simulações como uma forma de metodologia ativa no ensino de história como forma de não só legitimar essa prática acadêmica que vem crescendo no Brasil, mas também de democratizar o conhecimento ao seu funcionamento. Além disso, Geovana compartilha seu conhecimento nas redes sociais (@gegesampaiog), onde busca inspirar outras meninas a acreditarem em seu potencial e a conciliarem seus estudos com um estilo de vida saudável.

Maria Clara Vasconcelos

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Maria Clara Vasconcelos, com apenas 16 anos, é um exemplo de como a busca incessante por oportunidades internacionais pode transformar a vida de uma jovem. Sua paixão por ciência e sua curiosidade pela dinâmica global começaram aos 15 anos, quando se iniciou nas Simulações da ONU inspirada pelo professor de geografia Reginey que a apresentou o perfil de Geovana Sampaio. Ela foi aprovada em programas de prestígio, como o programa de verão da Universidade de Oxford e o Medicine Summer Program da Universidade de Georgetown, ambas são oportunidades internacionais únicas que mudaram sua perspectiva sobre a educação. Para Maria Clara, as dificuldades enfrentadas por jovens nortistas em busca de oportunidades acadêmicas são uma realidade gritante. Ela ressalta a falta de recursos e de apoio à educação científica na região, que dificulta o desenvolvimento do potencial de muitos jovens. Maria Clara compartilha sua jornada de superação em seu Instagram (@claraavassconcelos_), onde incentiva outros estudantes a se organizarem melhor, desenvolverem suas habilidades e acreditarem em seus sonhos.

Isabella Fernanda

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Isabella Fernanda, com apenas 13 anos, já conquistou impressionantes 107 premiações em Olimpíadas Científicas, sendo reconhecida por seu desempenho em áreas como matemática, física, química e astronomia. A paixão por essas áreas começou quando Isabella tinha apenas 8 anos e se inscreveu em sua primeira Olimpíada Científica. Desde então, ela tem quebrado recordes, incluindo o título de “Astronauta Análoga mais jovem do Brasil” e o recorde de maior número de premiações em Olimpíadas Científicas. Sua determinação e disciplina a levaram a se destacar, mesmo em uma região como o Pará, onde as oportunidades são mais limitadas. Ela acredita que a falta de acesso a programas de incentivo à educação científica é um obstáculo real para muitos jovens do Norte. Isabella usa suas redes sociais (@isabella.fernandagomes) para inspirar outras meninas a se envolverem com as áreas STEAM e transformar suas vidas por meio da educação. “A educação muda vidas e é através dela que vamos conseguir realizar nossos sonhos e transformar o mundo”, afirma. Sua mensagem de perseverança e superação é um exemplo para todos os jovens que buscam alcançar seus objetivos.

As trajetórias de Geovana Sampaio, Maria Clara Vasconcelos e Isabella Fernanda são testemunhos de superação e determinação, refletindo que, com coragem e resiliência, é possível vencer as barreiras criadas pela falta de acesso a oportunidades e alcançar grandes feitos. Mais do que suas conquistas individuais, essas jovens paraenses se tornaram símbolos de inspiração para outras meninas, não apenas no Pará, mas em todo o Brasil. Ao compartilhar suas jornadas e experiências nas redes sociais, elas abrem portas para um universo de possibilidades, demonstrando que o caminho para a ciência, o empreendedorismo e a liderança está ao alcance de todas que acreditam em seu potencial.

Maria Clara, por exemplo, encontrou na Geovana Sampaio uma fonte de inspiração e suporte. Em suas palavras, ela expressa a importância dessa rede feminina de apoio que não só fortalece, mas também motiva: “A Geovana foi uma das primeiras pessoas que me mostrou que eu poderia ir além e que a minha voz e minhas ideias realmente importam. Ela me inspirou a acreditar no meu potencial e me mostrou o que é possível conquistar com dedicação e coragem. A rede feminina de apoio é fundamental, pois, quando mulheres se ajudam, elas criam um ambiente onde todas podem crescer juntas. A minha jornada não seria a mesma sem essas mulheres que me apoiaram, é por isso que em meu perfil do Instagram divulgo sobre oportunidades extracurriculares, pois quero apoiar outras meninas, assim como um dia me apoiaram”.

É exatamente essa rede de apoio e a troca de experiências que as jovens paraenses defendem, incentivando meninas a se arriscarem, acreditarem em seus sonhos e procurarem o apoio necessário para superarem as barreiras impostas. Acreditar no potencial das jovens e ajudá-las a enxergar suas possibilidades é um passo fundamental para a construção de uma sociedade mais igualitária e transformadora.

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2025/08:23:50

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Ciência: congelamento do câncer de mama tem 100% de eficácia

Técnica consiste injetar nitrogênio a 140 graus negativos, congelando e destruindo o tumor | Foto: Divulgação / HSP/HU Unifesp

O procedimento é minimamente invasivo, sendo uma alternativa à cirurgia para remoção do tumor.

Um estudo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) sobre crioablação, técnica de congelamento de células cancerígenas, mostrou 100% de eficácia em pacientes com câncer de mama em estágio inicial da doença. Este é o primeiro protocolo de pesquisa na América Latina que utiliza a técnica para o tratamento de tumor mamário.

O procedimento é minimamente invasivo, sendo uma alternativa à cirurgia para remoção do tumor. Ele consiste na inserção de uma agulha fina na região afetada, por onde é aplicado nitrogênio líquido a uma temperatura de aproximadamente -140ºC. Essa aplicação forma uma esfera de gelo que destrói as células tumorais.

O procedimento é realizado em ambiente ambulatorial, com anestesia local, e permite que as pacientes retornem para casa no mesmo dia, sem necessidade de internação ou repouso prolongado.

“Nosso objetivo com a crioablação é eliminar o tumor de maneira eficaz e menos invasiva. Essa é a grande vantagem do método: você não precisa internar, não precisa tomar anestesia geral e fazer grandes cortes. Você pensa em uma paciente idosa, com muitas comorbidades, isso é uma tremenda vantagem”, afirma Afonso Nazário, professor da Unifesp e um dos coordenadores da pesquisa.

Na primeira etapa do estudo, participaram 60 pessoas com tumores de até 2,5 cm e que tinham indicação para cirurgia. O estudo demonstrou que nas 48 pacientes com tumores de até 2 cm, a crioablação eliminou completamente o câncer. Nos outros 12 casos de tumores entre 2 e 2,5 cm, 8% dos participantes ainda apresentaram pequenos focos residuais da doença após o procedimento.

Em todos os casos, foi realizada uma cirurgia conservadora da mama após a crioablação, que consistiu na remoção do quadrante afetado e dos linfonodos axilares. A retirada de gânglios linfáticos, ou linfonodos, é o padrão no tratamento do tumor mamário, para verificar se as células cancerígenas migraram para o sistema linfático.

Contudo, segundo Nazário, a meta final da pesquisa é dispensar a necessidade de qualquer intervenção cirúrgica em futuros tratamentos com crioablação, porque o corpo gradualmente reabsorve as células destruídas pelo processo de congelamento.

Última fase

Os pesquisadores agora se preparam para a última fase da pesquisa, que será realizada entre março de 2025 e 2027. No total, 700 pacientes serão divididas em dois grupos: metade receberá o tratamento com crioablação, enquanto as demais passarão pela cirurgia tradicional.

Nesta etapa, a inclusão será restrita a mulheres acima de 60 anos com tumores de até 2 cm, faixa que apresentou os melhores resultados na fase inicial do estudo.

“Essa escolha segue evidências de que, nesse grupo, a retirada dos linfonodos axilares não é necessária em câncer inicial. Nosso foco agora é comprovar que a crioablação é tão eficaz quanto a cirurgia em longo prazo”, afirma Nazário.

A técnica já é utilizada em países como Estados Unidos, Japão, Israel e Itália, mas ainda não está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).

Fonte: Lais Menezes/Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/01/2025/13:12:36

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Alinhamento de planetas: veja quando ocorre o fenômeno e como acompanhar

(Foto: Reprodução) – Embora o desfile planetário seja fascinante, o alinhamento que veremos neste início de 2025 é apenas aparente, ou seja, visual.

Entenda o que é o desfile planetário e por que o evento deste ano é especial

Nos primeiros meses de 2025, o céu noturno promete um espetáculo único, com alinhamentos planetários previstos. Um deles já está acontecendo, e o próximo será em fevereiro, quando sete planetas poderão ser vistos simultaneamente.

Embora o termo mais popular seja “alinhamento planetário”, trata-se, na realidade, de um “desfile planetário”. Isso significa que é apenas um efeito visual causado pela disposição dos planetas em relação à Terra.

O evento mais esperado ocorrerá em 28 de fevereiro, quando Mercúrio se juntará a Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno (que já estão visíveis em janeiro, embora Urano e Netuno com ajuda de telescópio).

Este tipo de visibilidade conjunta só deve acontecer novamente em 2492, segundo a revista National Geographic.

O que é um desfile planetário?

Diferente de um alinhamento perfeito no espaço, o desfile planetário ocorre quando vários planetas ficam visíveis no céu ao mesmo tempo, próximos da linha imaginária chamada eclíptica.

Esse fenômeno cria a impressão de que estão alinhados, embora não estejam, de fato, alinhados, pois seguem órbitas distintas ao redor do Sol.

Ainda em janeiro, uma “prévia” pode ser observada, com seis planetas visíveis no céu. O ponto alto, no entanto, será em fevereiro, quando sete planetas — Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno poderão ser observados a olho nu. Já Urano e Netuno vão exigir telescópios.

Alinhamentos

Embora o desfile planetário seja fascinante, os “alinhamentos” que veremos neste início de 2025 são apenas aparentes, ou seja, visuais. Os planetas, na verdade, permanecem a distâncias enormes uns dos outros.

Um alinhamento real no espaço, em que os planetas formam uma linha reta, é extremamente raro e acontece uma vez a cada 13 trilhões de anos.

Para uma melhor observação, durante o auge do evento, o ideal é procurar locais com céu limpo e sem poluição luminosa. Também é recomendável se equipar de binóculos ou telescópio para não perder o fenômeno.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/01/2025/09:23:29

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Alinhamento raro de 7 planetas acontecerá em 2025; saiba como assistir

Foto: Reprodução | Sete planetas do Sistema Solar estarão visíveis ao mesmo tempo. Embora alguns alinhamentos sejam comuns, reunir tantos planetas é mais raro.

O céu noturno será palco de um fenômeno astronômico incomum em 2025. Na noite de 28 de fevereiro, sete planetas do Sistema Solar — Saturno, Mercúrio, Netuno, Vênus, Urano, Júpiter e Marte — estarão visíveis ao mesmo tempo. O evento, conhecido como grande alinhamento planetário, é uma oportunidade rara de observação.

Antes do grande alinhamento, em 21 de janeiro de 2025, seis planetas — Marte, Júpiter, Urano, Netuno, Vênus e Saturno — poderão ser vistos simultaneamente. A única exceção será Mercúrio.

Embora alguns alinhamentos sejam comuns, reunir tantos planetas é mais raro. Um alinhamento de cinco ou seis planetas já é considerado significativo, enquanto o de sete astros é pouco frequente.

Por que os planetas se alinham?

Os planetas do Sistema Solar orbitam o Sol em um plano chamado eclíptica. Apesar de suas órbitas serem ligeiramente inclinadas, elas estão próximas o suficiente para que, de tempos em tempos, pareçam se alinhar quando vistos da Terra. O efeito é resultado do movimento natural dos planetas ao longo de suas órbitas.

Embora os alinhamentos não sejam as filas perfeitas que aparecem em diagramas, os planetas parecem se organizar ao longo de uma linha imaginária no céu, que acontece porque todos os planetas orbitam em um mesmo plano, como sulcos em um disco.

Às vezes, eles se encontram no mesmo lado do Sol enquanto completam suas órbitas, permitindo que sejam vistos simultaneamente no céu. Esse é o fenômeno que ocorrerá nas noites de 21 de janeiro e 28 de fevereiro de 2025.

Como observar

A observação dependerá de fatores como localização geográfica, horário e condições climáticas. Instrumentos como binóculos ou telescópios podem ser necessários para visualizar os planetas com maior nitidez. Além disso, ferramentas interativas ajudam a planejar a experiência:

Hora e Data: fornece horários de nascer e pôr dos planetas, além de suas localizações no céu.

Stellarium: exibe as posições celestes de forma acessível.

Sky Tonight: aplicativo que usa GPS para mostrar a posição dos objetos no céu em tempo real.

Escolher locais com baixa poluição luminosa e céu limpo será essencial para aproveitar o evento. O alinhamento planetário é uma chance de observar os movimentos celestes e compreender melhor o funcionamento do Sistema Solar.

Fonte: Portal Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/01/2025/13:32:18

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Cleópatra? Nova descoberta no Egito intriga arqueólogos e divide opiniões

Foto: Getty Images | Uma nota oficial do Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito divulgou a descoberta no Templo Taposiris Magna. O órgão dá detalhes da ação dos arqueólogos.

Uma pequena escultura feminina foi encontrada em Taposiris Magna, cidade do Egito, e os arqueólogos envolvidos acreditam que pode ser uma referência a Cleópatra VII.

Uma nota oficial do Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito divulgou a descoberta no Templo Taposiris Magna. O órgão dá detalhes da ação dos arqueólogos.

A missão arqueológica egípcia-dominicana, liderada pela Dra. Kathleen Martinez em colaboração com a Universidad Nacional Pedro Henríquez Ureña (UNPHU), descobriu depósitos de fundação sob a parede sul do recinto no Templo Taposiris Magna, a oeste de Alexandria. Esses depósitos incluem uma coleção notável de artefatos e itens cerimoniais, oferecendo novos insights sobre a história desta região durante a era ptolomaica tardia

Entre os itens encontrados está um mini busto – a peça cabe facilmente na palma da mão. A pesquisadora Kathleen Martinez sugere que ele seja uma representação da última governante da dinastia ptolomaica, a Cleópatra VII.

A Cleópatra em questão governou o Egito entre 51 a.C. e 30 a.C., e ficou conhecida por ser poliglota e ter pulso firme. Além disso, é marcada na história por ter se relacionado com duas importantes figuras do Império Romano: Júlio César e Marco Antônio.

Além do pequeno busto, foram encontradas 337 moedas, muitas delas com a imagem da rainha Cleópatra VII estampada. Outros artefatos compõem a lista de “achados”: um conjunto de cerâmica meteorológica, candeeiros de óleo, potes de calcário para alimentos e preservação cosmética, estátuas de bronze, um amuleto de duas peças gravado com a frase: “A justiça de Ra ressuscitou”, assim como um anel de bronze dedicado à deusa Hathor.

DISCORDÂNCIA

Apesar da proposição de Martinez, Zahi Hawass, arqueólogo e egiptólogo egípcio tem opinião diferente. O profissional, que já atuou como ministro egípcio de antiguidades, acredita que a mini escultura não é da época de Cleópatra.

“Olhei para o busto cuidadosamente. Não é Cleópatra de forma alguma; é romana”, disse Zahi Hawass, arqueólogo ao portal Live Science.

Sem estar envolvido no projeto, o pesquisador afirmou que, durante a Dinastia Ptolomaica, os faraós eram representados com estilos de arte egípcios e não romanos como demonstra a peça encontrada recentemente. O período romano no Egito começou após a morte de Cleópatra, por volta de 30 a.C.

Fonte:  Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/12/2024/13:00:11

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Mulher recebe rim de porco nos EUA e é a única paciente viva no mundo com órgão de animal

Dr. Jayme Locke, Towana Looney e Dr. Robert Montgomery — Foto: Mateo Salsedo

Towana Looney estava há oito anos esperando por um transplante, sem sucesso.

Uma paciente norte-americana com insuficiência renal está livre da diálise depois de receber o transplante de um rim de porco. Towana Looney estava na fila de espera há oito anos, passou pela cirurgia no último mês e já está em casa. Atualmente, ela é a única pessoa no mundo vivendo com um órgão de porco.

Towana doou um rim para a mãe, que teve insuficiência renal, em 1999. Anos depois, durante a gravidez, ela teve uma complicação por pressão alta e acabou desenvolvendo a doença. Em dezembro de 2016, ela começou o tratamento com hemodiálise e, um ano depois, entrou na lista de transplantes, mas nunca encontrou um doador compatível.

Com oito anos de espera sem um rim compatível, ela recebeu autorização para realizar um xenotransplante – um rim de porco geneticamente modificado.

Sinto como se tivesse recebido outra chance na vida . Mal posso esperar para poder viajar novamente e passar mais tempo de qualidade com minha família e netos.
— Towana Looney, 53, paciente que recebeu um rim de porco.

O transplante foi realizado em um programa de expansão de pesquisas com rins de porco, autorizado pelo Food and Drug Administration (FDA), que permitiu o procedimento fora de ensaios clínicos. A cirurgia só pode ser feita em pacientes com alto risco de vida e sem outras opções.

O procedimento foi liderado pelo NYU Langone Transplant Institute. O rim que ela recebeu começou a produzir urina antes mesmo de ela acordar da cirurgia, e exames de sangue mostram que está eliminando creatinina, um produto residual, de forma adequada. Towana teve alta do hospital no dia 6 de dezembro.

Em um vídeo divulgado pelo hospital, ela contou que já sente sua vida voltar ao normal, com coisas que antes não conseguia fazer, como recuperar o apetite e conseguir comer refeições inteiras.

“Eu costumava fazer uma tarefa, sentar para descansar, e depois fazer outra tarefa. Agora eu sou multitarefas”, disse Towana em entrevista.

A paciente é a única viva com o rim de porco. Outros quatro pacientes receberam o órgão nos últimos anos, mas eles não resistiram. Os pacientes estavam muito doentes e morreram meses depois.

Um dos casos foi um homem que em março deste ano passou por um xenotransplante liderado por um médico brasileiro. A opção era a única para o paciente que tinha uma saúde debilitada depois de anos de tratamento. Ele morreu dois meses depois.

Segundo os médicos, ela vai ser acompanhada por um mês com visitas diárias ao hospital e a previsão é que tenha alta definitiva em três meses.

Towana representa o ápice do progresso que fizemos no xenotransplante desde que realizamos a primeira cirurgia em 2021. Ela serve como um farol de esperança para aqueles que lutam contra a insuficiência renal.
— Robert Montgomery, MD, DPhil , que liderou o procedimento

O que é xenotransplante

A cirurgia de Looney é a mais recente de uma série de procedimentos semelhantes conhecidos como xenotransplante, que é a prática de transplante de órgãos entre espécies. O órgão é de um porco, mas geneticamente modificado para ser melhor aceito no corpo humano.

Neste caso, o rim tinha dez modificações genéticas que incluem a remoção de três antígenos imunogênicos, que podiam reforçar a resposta imunológica humana e causar a recusa. Além de um um receptor de hormônio de crescimento suíno, para evitar que ele ficasse desproporcional ao corpo humano.

Ainda foram adicionados seis transgenes humanos, para ajudar que ficasse mais parecido com o órgão humano e reduzir a probabilidade de rejeição.

O rim foi transplantado para o abdômen inferior de Looney após uma cirurgia de sete horas.

Médico brasileiro lidera primeiro transplante de rim suíno geneticamente modificado — Foto: Arte/g1

Médico brasileiro lidera primeiro transplante de rim suíno geneticamente modificado — Foto: Arte/g1

Fonte: Por Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/12/2024/12:32:03

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Céu de dezembro contará com duas chuvas de meteoros; saiba mais

Imagem: Reprodução/Clima ao Vivo | Veja principais fenômenos do mês, segundo guia de efemérides astronômicas do Observatório do Valongo, da UFRJ

Para encerrar o ano, o mês de dezembro contará com duas chuvas de meteoros, além de diversas conjunções celestes no céu noturno. No dia 6, a chuva de meteoros Pupidas-Velidas atinge máxima atividade e poderá ser observada do Brasil inteiro – a depender das condições meteorológicas – a partir das 21h, na direção sudeste do céu noturno.

Já a chuva de meteoros Gemínidas atinge seu pico em 14 de dezembro, ficando visível durante a madrugada na direção nordeste do céu noturno. Além disso, também estarão visíveis ao longo do mês diversas conjunções celestes, que ocorrem quando dois ou mais corpos celestes aparecem bem próximos no céu — uma ilusão de ótica, já que eles seguem separados por milhares de quilômetros no espaço.

Geralmente as conjunções são observáveis a olho nu, e costumam render belas fotos astronômicas. Veja abaixo os principais fenômenos astronômicos do mês de dezembro, de acordo com o guia de efemérides astronômicas do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

  • 4/12: Conjunção entre a Lua e Vênus no começo da noite, direção oeste, na constelação de Sagitário;
  • 6/12: Máxima atividade da chuva de meteoros Pupidas-Velidas, que poderá ser observada a partir de 21h, direção sudeste;
  • 7/12: Júpiter em oposição com o Sol. O planeta poderá ser visto durante toda a noite na constelação de Touro;
  • 8/12: Conjunção entre a Lua e Saturno no começo da noite, direção noroeste, na constelação de Aquário. Além disso, Marte passa ao lado do aglomerado do Presépio (M 44) na constelação de Câncer, no começo da madrugada, direção nordeste;
  • 14/12: Conjunção entre a Lua e Júpiter no começo da noite, direção leste, na constelação de Touro. Também haverá máxima atividade da chuva de meteoros Gemínidas, que poderá ser observada durante a madrugada, na direção nordeste;
  • 18/12: Conjunção entre a Lua e Marte, durante a madrugada, direção nordeste, na constelação de Câncer;
  • 21/12: Solstício de Verão no hemisfério Sul (começo do verão) às 06h20;
  • 29/12: Conjunção entre a Lua e Mercúrio antes do amanhecer, direção leste, na constelação de Ofiúco.

O guia de efemérides astronômicas é produzido desde 2016 pelo Observatório do Valongo, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e traz os principais fenômenos que podem ser vistos no céu noturno a cada ano.

Com o objetivo de resgatar o interesse pela contemplação celeste, o material lista mês a mês quais corpos celestes estarão visíveis e qual a melhor forma de procurá-los. Além de trazer explicações simples sobre astronomia.

O guia completo, com mapas do céu, pode ser baixado gratuitamente aqui. Confira aqui aplicativos de astronomia para ajudar a localizar e acompanhar os fenômenos astronômicos no céu noturno.

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/12/2024/13:38:49

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Tratamento reverte cegueira em pessoas com danos graves nos olhos; entenda

Foto: Freepik.com | Os resultados foram divulgados na revista científica The Lancet no início de novembro.

Pela primeira vez, cientistas conseguiram fazer com que pacientes com danos severos na córnea – parte transparente do olho que cobre a pupila – tivessem a visão restaurada graças a um transplante de células-tronco. O procedimento foi realizado em quatro pessoas, das quais três apresentaram melhora significativa e duradoura, enquanto o paciente com o quadro mais grave teve uma leve reversão após um ano. Os resultados foram divulgados na revista científica The Lancet no início de novembro.

Mas como esse tratamento é realizado?

Os pacientes tratados conviviam com deficiência de células-tronco limbares (LSCD, na sigla em inglês). Quando há falta dessas células, a córnea começa a ser coberta por tecido de cicatrização, perdendo a transparência e levando à cegueira. As razões para o quadro são traumas no olho, infecções como herpes ocular, doenças autoimunes ou problemas genéticos

Os tratamentos para essa condição geralmente incluem o transplante de células da córnea obtidas a partir de um olho saudável do próprio paciente. Já quando os dois olhos estão comprometidos, pode-se recorrer a transplantes de córnea de doadores falecidos.

O problema é que, no primeiro caso, os resultados podem ser incertos e é preciso fazer biópsia do tecido do olho saudável, o que é invasivo. No segundo, como explica o oftalmologista Flávio MacCord, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), há o risco de rejeição pelo sistema imunológico do paciente.

Os cientistas, então, usaram uma fonte alternativa de células para o transplante: as células-tronco pluripotentes induzidas. A técnica baseia-se nas pesquisas de Shinya Yamanaka e John Gurdon, ganhadores do Nobel de 2012, que mostraram ser possível induzir células maduras de adultos para um estado semelhante ao das células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo.Técnica ‘revolucionária’Os cientistas usaram células do sangue de um doador saudável, reprogramaram-nas para um estado embrionário e as transformaram em uma camada fina e transparente de células do revestimento da córnea, que foi transplantada nos pacientes.

Além disso, durante a cirurgia, o tecido cicatricial que recobria a córnea danificada foi removido, deixando a superfície pronta para o transplante. “Em seguida, uma camada de células epiteliais (que revestem a superfície) da córnea, cultivadas em laboratório a partir de células-tronco, foi posicionada sobre a área e fixada com costuras finas. Para proteger o enxerto e auxiliar na cicatrização, uma lente de contato terapêutica foi colocada sobre a córnea”, detalha MacCord.

O estudo incluiu dois homens e duas mulheres, com idades entre 39 e 72 anos. Dois anos depois dos transplantes, nenhum teve efeitos colaterais graves, e os enxertos não formaram tumores nem foram rejeitados.

“O diferencial desse tratamento é que ele evita a necessidade de doadores compatíveis de acordo, então reduz o risco de rejeição imunológica”, explica MacCord.

Segundo o médico, a expectativa é que esse avanço possibilite novos tratamentos para casos complexos, reduza a dependência de doadores e revolucione o manejo da deficiência de células-tronco do limbo.

Fonte: O Liberal  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2024/17:11:30

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