Prefeita que viralizou dançando de biquíni atinge 1 milhão de seguidores

Foto: Reprodução | Patrícia Alencar ganhou em torno de 300 mil novos seguidores desde a publicação do vídeo, saltando de 700 mil para 1 milhão. Seu perfil pessoal supera em 16x a conta oficial da prefeitura de Marituba.

A prefeita de Marituba, no Pará, que viralizou nas redes sociais após publicar um vídeo dançando forró de biquíni, atingiu neste sábado (7) 1 milhão de seguidores no Instagram.

Patrícia Alencar (MDB) tinha no início desta semana pouco mais de 700 mil seguidores. De quarta-feira (4) até este sábado (7), o perfil pessoal da prefeita ganhou cerca de 300 mil novos usuários.

Como comparação, a conta oficial da Prefeitura de Marituba, localizada na Região Metropolitana de Belém, possui aproximadamente 60 mil seguidores no Instagram.

Patrícia Alencar está no segundo mandato como prefeita de Marituba. Ela foi eleita pela primeira vez nas eleições municipais de 2020 e reeleita em 2024, com 71,36% dos votos.

Entenda a polêmica

Segundo Patrícia Alencar, há 15 dias, havia postado o conteúdo em um perfil privado com cerca de 185 seguidores. Depois disso, alguém gravou a tela e compartilhou sem autorização.

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Com o vazamento, ela resolveu postar o vídeo no perfil oficial dela, onde é acompanhada por milhares de pessoas. O vídeo dividiu opiniões e ela rebateu críticas.

Patrícia disse que “infelizmente o corpo de uma mulher incomoda mais do que a corrupção, a ineficiência ou o descaso na política”. “Quando um homem se diverte ou relaxa, é visto como autêntico. Mas, quando se trata de uma mulher, ela é julgada, como se isso anulasse sua competência”, afirmou.

Patrícia tem 37 anos e nasceu na cidade de Bodocó, no sertão de Pernambuco. Mãe de três filhos, ela se mudou para Marituba há cerca de 16 anos. Começou a trabalhar vendendo baldes e bacias na feira central da cidade.

Ela contou ter começado a cursar Medicina, mas se consolidou no empreendedorismo e, depois, entrou para a política.

Prefeita de Marituba, Patrícia Alencar (MDB) posta vídeo dançando forró e rebate críticas. — Foto: Reprodução / Instagram
Prefeita de Marituba, Patrícia Alencar (MDB) posta vídeo dançando forró e rebate críticas. — Foto: Reprodução / Instagram

Críticos do vídeo publicado por Patrícia afirmam que a gravação compromete a imagem institucional do cargo e que, mesmo sendo um momento pessoal, o conteúdo não condiz com o comportamento esperado de uma autoridade pública — especialmente em tempos de forte exposição nas redes sociais.

“Não se trata de moralismo, mas de responsabilidade com a imagem pública. O cargo exige postura, mesmo fora do gabinete”, escreveu um internauta. Outros destacaram que, em uma cidade com desafios sociais relevantes, o episódio pode desviar o foco das pautas prioritárias da gestão.

Apoiadores de Patrícia, porém, destacaram o direito à vida pessoal da gestora e a autenticidade com que ela se comunica nas redes. Para eles, o vídeo revela uma figura política acessível, próxima da realidade da maioria das mulheres brasileiras.

A repercussão segue nas redes — entre memes, críticas e defesas — e levanta discussões sobre o papel da mulher na política, os limites da exposição e o que se espera de uma liderança pública em tempos de internet e vigilância constante.

A prefeita se manifestou por meio de seu perfil oficial e reagiu às críticas. Em tom de desabafo, Patrícia afirmou que está sendo julgada por padrões machistas e defendeu que mulheres podem ocupar múltiplos papéis: “Mulher pode ser trabalhadora, mãe e ‘bonitinha’”, escreveu.

Veja o vídeo:

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/06/2025/07:45:24

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Advogada é condenada a 34 anos de prisão por envolvimento com o PCC no Pará

Foto: Ilustrativa | Segundo as investigações, a advogada atuava como um braço jurídico da facção no estado, usando o codinome “Justiceira” para manter contato direto com integrantes do grupo criminoso entre 2019 e 2023.

Uma advogada identificada como P. A. de M. foi condenada a 34 anos de prisão em regime fechado por envolvimento direto com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do país. A sentença, proferida na última sexta-feira (6) pela Vara de Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), é definitiva.

Segundo as investigações, a advogada atuava como um braço jurídico da facção no estado, usando o codinome “Justiceira” para manter contato direto com integrantes do grupo criminoso entre 2019 e 2023. Ela fazia parte da chamada “Sintonia dos Gravatas”, núcleo jurídico do PCC responsável por garantir suporte estratégico, comunicação e segurança aos membros da organização.

De acordo com o Ministério Público do Pará (MPPA), P. A. de M. recebeu mais de R$ 104 mil da facção ao longo dos quatro anos em que colaborou com o grupo. O dinheiro, segundo a Justiça, não tinha relação com atividades legais de advocacia, mas era pagamento direto pelos serviços prestados à organização.

Na decisão, o juiz destacou que a ré “exorbitou a função de advogada de defesa”, atuando não em favor de um cliente específico, mas da estrutura do crime organizado. A sentença ressalta que ela sabia exatamente o que estava fazendo — e que sua atuação permitia o funcionamento de uma rede criminosa com ramificações em todo o país.

Durante a operação, foram apreendidos materiais que reforçam a ligação da advogada com o PCC: uma agenda com bilhetes manuscritos com conteúdo considerado criminoso, planilhas de controle de pagamentos, extratos bancários e mensagens trocadas com outros integrantes da facção. Nessas conversas, ela recebia orientações diretas e repassava informações estratégicas sobre ações do grupo.

A advogada foi condenada por organização criminosa, associação para o tráfico e receptação, com base nos artigos 2º (parágrafos 2º e 3º) da Lei nº 12.850/2013, artigo 35 da Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006) e artigo 180 do Código Penal. As penas foram aplicadas de forma cumulativa, como prevê o artigo 69 do Código Penal.

Com a sentença, o Judiciário paraense reforça o alerta sobre o uso da estrutura jurídica por facções criminosas para se manterem organizadas e operantes, inclusive com a cooptação de profissionais do Direito.

Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/06/2025/19:56:29

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Mulher procurada pela Interpol por tráfico internacional é presa pela PF no aeroporto de Belém

Uma mulher foragida por tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi presa pela Polícia Federal — Foto: Ascom/PF

Suspeita integrava organização criminosa que enviava drogas à Europa e estava foragida da Justiça brasileira

Uma mulher foragida por tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi presa pela Polícia Federal, na tarde desta quarta-feira (5), no Aeroporto Internacional de Belém, no Pará. Contra ela havia um alerta de difusão vermelha da Interpol, mecanismo usado para localização e prisão de procurados em até 196 países.

Segundo a PF, a mulher foi abordada ao desembarcar em Belém, em conexão de um voo com origem em Guarulhos (SP) e destino final em Macapá (AP). Durante a abordagem, os agentes encontraram com ela cerca de R$ 5 mil e dez euros em espécie.

As investigações apontam que a suspeita fazia parte de uma organização criminosa estruturada especializada em recrutar e preparar pessoas para atuarem como “mulas” — termo usado para quem transporta drogas dentro do corpo em voos internacionais. Ela teria viajado anteriormente à França utilizando esse método e permaneceu foragida desde então.

A prisão foi realizada com base em uma ordem judicial de prisão preventiva expedida pela 11ª Vara Federal de Fortaleza (CE), como parte de um esforço conjunto de cooperação policial internacional.

A mulher foi levada para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Pará, onde permanece à disposição da Justiça.

 

Fonte: g1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/06/2025/07:30:03

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Prefeita de cidade no PA aparece dançando de biquíni na internet e rebate críticas: ‘Julgada como se isso anulasse a competência’

Prefeita de Marituba, Patrícia Alencar (MDB) posta vídeo dançando forró e rebate críticas. — Foto: Reprodução / Instagram

Prefeita de Marituba Patrícia Alencar (MDB) dança forró em momento de lazer; internautas divergem sobre exposição de figuras públicas nas redes sociais.

Um vídeo que mostra a prefeita de Marituba, Patrícia Alencar (MDB), dançando forró de biquíni em um quarto da casa dela repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões entre moradores da cidade. A gravação foi publicada originalmente em um perfil privado no Instagram, mas viralizou ao ser compartilhada por aplicativos de mensagens.

Ela disse que “infelizmente, na sociedade em que vivemos, o corpo de uma mulher incomoda mais do que a corrupção, a ineficiência ou o descaso na política”.

“Quando um homem se diverte ou relaxa, é visto como autêntico. Mas, quando se trata de uma mulher, ela é julgada como se isso anulasse sua competência”, afirmou.

Polêmica

Embora o conteúdo não tenha sido divulgado por canais institucionais, a repercussão foi imediata e dividiu opiniões sobre limites entre vida pessoal, liberdade individual e o decoro esperado de autoridades eleitas.

Críticos do vídeo publicado por Patrícia afirmam que a gravação compromete a imagem institucional do cargo e que, mesmo sendo um momento pessoal, o conteúdo não condiz com o comportamento esperado de uma autoridade pública — especialmente em tempos de exposição constante nas redes sociais.

“Não se trata de moralismo, mas de responsabilidade com a imagem pública. O cargo exige postura, mesmo fora do gabinete”, comentou um internauta. Outros destacaram que, em uma cidade com desafios sociais relevantes, o episódio poderia desviar o foco das pautas prioritárias da gestão.

A repercussão segue nas redes — entre memes, críticas e defesas — e levanta discussões sobre o papel da mulher na política, os limites da exposição e o que se espera de uma liderança pública em tempos de internet e vigilância constante.

Defesas e debate sobre machismo

Natural de Bodocó, no sertão de Pernambuco, Patrícia Alencar foi reeleita prefeita de Marituba em 2020, com mais de 70% dos votos válidos. Mãe de três filhos, ela trocou a medicina pelo empreendedorismo e, desde que entrou na vida pública, tem usado ativamente as redes sociais para divulgar ações da gestão e dialogar com a população.

A prefeita se manifestou por meio de seu perfil oficial e reagiu às críticas. Em tom de desabafo, Patrícia afirmou que está sendo julgada por padrões machistas e ressaltou que mulheres podem ocupar múltiplos papéis: “Mulher pode ser trabalhadora, mãe e ‘bonitinha’”, escreveu.

A reação gerou apoio de parte da população, que destacou o direito à vida pessoal da gestora e a autenticidade com que ela se comunica nas redes. Para apoiadores, o vídeo revela uma figura política acessível, próxima da realidade da maioria das mulheres brasileiras.

Fonte:/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/06/2025/07:30:03

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Belém não é essa cidade maravilhosa”, diz Ratinho ao criticar os investimentos na capital para a COP30

O apresentador disse ainda que Belém “não tem infraestrutura” para receber o evento e que enfrenta problemas básicos como “esgoto a céu

Durante participação em um podcast, o apresentador Ratinho fez duras críticas à escolha do governo federal para que Belém sedie da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), evento climático da ONU previsto para acontecer na capital paraense, em novembro deste ano.

“Qual a necessidade?”, questionou o apresentador sobre os investimentos necessários à realização do evento, citando que esses recursos poderiam ser destinados a outras demandas públicas e necessidades da população. “Você vai gastar R$ 5,6 bilhões para fazer uma COP 30 num lugar onde falta comida”, disse Ratinho, mencionando ainda experiências passadas, com a construção de estádios para Copa do Mundo no Brasil em 2014.

O apresentador disse ainda que Belém “não tem infraestrutura” para receber o evento e que enfrenta problemas básicos como “esgoto a céu aberto a quatro quadras do centro”.

Polêmicas da Copa do Mundo de 2014

Durante a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), diversas obras de infraestrutura foram realizadas, incluindo a construção e reforma de estádios em várias cidades, como o Mané Garrincha (Brasília-DF), Arena Amazônia (Manaus-AM), Arena Pantanal (Cuiabá-MT) e Arena das Dunas (Natal-RN). Muitos desses estádios foram erguidos em locais com pouca tradição no futebol de alto nível, o que gerou críticas sobre a real necessidade dos investimentos – que ultrapassaram R$ 8 bilhões apenas em arenas.

À época, protestos tomaram as ruas do país, com manifestantes questionando a prioridade dada ao megaevento diante de carências em áreas como saúde, transporte e educação. Embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha afirmado em 2023 que não houve comprovação de corrupção nas obras, os gastos com a Copa seguem sendo alvo de debate até hoje, sendo frequentemente citados como exemplo de uso controverso de recursos públicos.

Fonte: O Liberal /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2025/15:43:44

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Governador Helder Barbalho anuncia sanção de lei de responsabilidade ambiental no Pará

Helder Barbalho, governador do Pará. — Foto: Divulgação

Sanção da Lei de Responsabilidade Ambiental do Pará foi anunciada durante entrevista à GloboNews. Governo quer melhorar o planejamento e a destinação de recursos a ações e serviços ambientais.

O governador Helder Barbalho (MDB) informou que deve sancionar nesta quinta-feira (5) um projeto de lei que estabelece normas para a responsabilidade ambiental no Pará. O anúncio foi feito durante entrevista ao Jornal das Dez da GloboNews.

Segundo Helder Barbalho, a lei tem como objetivo aprimorar o planejamento dos recursos aplicados em ações e serviços de meio ambiente e sustentabilidade e vincular, de forma direta, os recursos de taxas cobradas pelo Estado para a legislação ambiental.

“As ações ambientais são, afinal, de longo prazo, e nós precisamos que isso seja garantido. Trata-se de uma experiência totalmente inovadora. O Pará passa a ser o primeiro estado a ter uma Lei de Responsabilidade Ambiental, que protege e fortalece a gestão ambiental”, afirmou o governador.

A Lei Complementar nº 4/2025, chamada de Lei de Responsabilidade Ambiental do Pará, foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado (Alepa) nesta última terça-feira (3), estabelecendo percentuais para ações relacionadas à qualidade da fiscalização ambiental.

“Nessa linha de fortalecimento institucional, nessa linha de deixar um legado permanente pra gestão ambiental do Estado, nós criamos essa lei, criando uma vinculação de receitas, um piso mínimo de investimentos na gestão ambiental do estado”, explicou Helder.

Entre os principais objetivos da Lei de Responsabilidade Ambiental do Pará estão:

  • reduzir a emissão de gases de efeito estufa e o desmatamento;
  • elaborar um modelo de governança pautado em objetivos de financiamento e resultados com foco no meio ambiente;
  • promover investimentos em transição energética e energia limpa, reflorestamento e despoluição;
  • incentivar a criação de planos, programas e ações voltadas aos serviços públicos de meio ambiente e sustentabilidade que atendam aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Helder Barbalho afirmou ainda que após a sanção da Lei Complementar nº 4/2025, os atuais recursos de R$ 100 milhões, usados para fiscalização e custeio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), saltarão para R$ 1 bilhão, permitindo avançar na legislação ambiental no Pará.

A lei define também que as ações e os serviços públicos de meio ambiente e sustentabilidade são aqueles desenvolvidos para criar políticas voltadas à defesa do meio ambiente.

As ações de meio ambiente e sustentabilidade serão gerenciadas anualmente pelo Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema).

O financiamento do fundo será composto por 30% das transferências de compensação financeira pelo uso de recursos naturais, 50% da taxa de fiscalização pelas atividades de exploração de recursos hídricos e 10% da taxa de fiscalização sobre a exploração de recursos minerários.

Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2025/14:24:37

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Réu é julgado pelo ‘Massacre de Altamira’ no Pará, segunda maior tragédia carcerária brasileira

Confronto entre facções criminosas resultou na morte de 62 detentos no massacre ocorrido no Centro de Recuperação Regional de Altamira (CRRA). — Foto: Bruno Cecim / Agencia Para

Acusado de liderar facção criminosa, Dhonleno Nunes Amaral responde por homicídios ocorridos no massacre, que deixou 62 detentos mortos em 2019.

A Justiça do Pará começa, nesta quinta-feira (5), a julgar Dhonlleno Nunes Amaral, acusado de liderar facção criminosa envolvida na chacina que ficou conhecida como “Massacre do presídio de Altamira” . O episódio é considerado a segunda maior tragédia carcerária do país, depois de Carandiru, e deixou 62 detentos mortos no Centro de Recuperação Regional de Altamira, no sudoeste do Pará, em julho de 2019.

No julgamento realizado no Fórum Criminal de Belém, no bairro da Cidade Velha, estão previstas oitivas de 23 testemunhas, o que deve durar dois dias, segundo o Tribunal do Pará (TJPA). Todos os depoimentos serão realizados por videoconferência.

A sessão ocorre no Tribunal do Júri após o processo ser transferido de Altamira para Belém por decisão da Justiça. A defesa do réu alegou que a grande repercussão do caso na cidade poderia comprometer a imparcialidade do júri. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Pará.

Ao todo, 23 testemunhas devem ser ouvidas durante o julgamento — 10 de acusação e 13 de defesa. Todas prestarão depoimento por videoconferência, por questões de segurança e logística. Nesta etapa, oito testemunhas foram convocadas.

Dhonleno é o segundo acusado a ser julgado pelo caso. Em setembro de 2024, Luziel Barbosa, foi condenado por homicídio triplamente qualificado a mais de 396 anos de prisão em regime fechado. Ao todo cinco pessoas respondem pelos crimes – (veja no vídeo abaixo).

Segunda maior tragédia do sistema prisional brasileiro

O massacre em Altamira ocorreu no dia 29 de julho de 2019 e foi marcado por extrema violência. Segundo as investigações, detentos ligados à facções rivais iniciaram os ataques dentro do pavilhão.

O caso terminou com 62 mortes – 58 mortos dentro do presídio, a maioria por asfixia, 16 decapitados; mais outros 4 durante transferência.

A unidade penitenciária foi desativada, após o episódio. Os detentos que estavam custodiados foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Vitória do Xingu.

O massacre de Altamira é considerado uma das maiores tragédias do sistema prisional brasileiro, ficando atrás apenas do massacre do Carandiru, ocorrido em São Paulo em 1992, que deixou 111 mortos.

Fonte: Por g1 Pará /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2025/13:57:44

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Belém entre os 20 destinos mais buscados no Brasil para o Corpus Christi

Foto: Reprodução | A pesquisa foi feita com base nas buscas por pacotes nacionais e internacionais realizadas nos canais de venda da companhia, como site e aplicativo.

A Decolar, empresa de viagens líder na América Latina, divulgou um levantamento sobre os destinos mais buscados por seus clientes para o feriado prolongado de Corpus Christi, que este ano ocorre entre os dias 19 e 22 de junho. A pesquisa foi feita com base nas buscas por pacotes nacionais e internacionais realizadas nos canais de venda da companhia, como site e aplicativo.

Segundo Daniela Araujo, diretora de Produtos em Destino da Decolar, os brasileiros têm aproveitado os feriados prolongados de 2025 para viajar, tanto dentro quanto fora do país. Ela destaca que os pacotes de viagem são uma alternativa vantajosa para quem busca economia, podendo gerar até 35% de desconto em comparação à compra dos produtos separadamente.

Destinos Nacionais Mais Procurados

Entre os destinos nacionais mais procurados, São Paulo lidera o ranking, seguido por Maceió, Recife e Porto Seguro. A Bahia, inclusive, aparece com três destinos na lista: Porto Seguro, Salvador e Ilhéus. Belém também figura entre os 20 lugares mais buscados no Brasil para o feriado.

Destaque para Destinos Internacionais

No cenário internacional, os Estados Unidos são destaque, com destinos como Orlando, Miami, Las Vegas e Nova York. A Argentina também se sobressai com Buenos Aires, Ushuaia e Mendoza entre os mais desejados. Outros países procurados incluem Chile, Uruguai, República Dominicana, Colômbia, Peru, Reino Unido, Espanha e França.

O levantamento reforça a tendência de crescimento do turismo durante feriados prolongados e aponta uma variedade de perfis de viajantes, desde aqueles que buscam praias nacionais até os que apostam em experiências culturais internacionais.

🌎 Destinos Mais Buscados – Corpus Christi 2025

📆 Período: 19 a 22 de junho
📊 Fonte: Levantamento Decolar (site e app)

Ranking Destinos Nacionais Destinos Internacionais
São Paulo (SP) Santiago (Chile)
Maceió (AL) Buenos Aires (Argentina)
Recife (PE) Orlando (EUA)
Porto Seguro (BA) Ushuaia (Argentina)
Porto Alegre (RS) Montevidéu (Uruguai)
Foz do Iguaçu (PR) Punta Cana (Rep. Dominicana)
Natal (RN) Miami (EUA)
Navegantes (SC) Mendoza (Argentina)
Fortaleza (CE) Las Vegas (EUA)
10º Rio de Janeiro (RJ) Roma (Itália)
11º Curitiba (PR) San Andrés (Colômbia)
12º Salvador (BA) Cusco (Peru)
13º João Pessoa (PB) Nova York (EUA)
14º Florianópolis (SC) Cartagena (Colômbia)
15º Aracaju (SE) Londres (Reino Unido)
16º Ilhéus (BA) Barcelona (Espanha)
17º São Luís (MA) Panamá (Panamá)
18º Goiânia (GO) Paris (França)
19º Belém (PA) Assunção (Paraguai)
20º Vitória (ES) Aruba (Caribe – Países Baixos)

Fonte: Diário do Pará/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/06/2025/21:16:00

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Apreensões no Pará somam quase R$ 870 mil em mercadorias irregulares

Apreensões no Pará — Foto: Sefa/Ascom

Entre os itens retidos estão 50 mil unidades de aguardente, 54 toneladas de bolas de moinho e um equipamento industrial. As apreensões aconteceram no domingo (1º), em diferentes regiões do estado.

Três apreensões de grande porte realizadas no último domingo (1º) resultaram na retenção de cargas avaliadas em quase R$ 870 mil no Pará. Entre os produtos estão bebidas alcoólicas, insumos industriais e um equipamento de alto valor, todos transportados com irregularidades fiscais.

A maior apreensão ocorreu na região sudeste do estado, onde um caminhão que seguia de Vitória de Santo Antão (PE) para Belém foi interceptado transportando 50 mil unidades de aguardente, entre latas e garrafas. A carga estava distribuída em 4.200 caixas e foi avaliada em R$ 309.058,07.

Durante a fiscalização, foi constatado que o responsável pela carga não havia recolhido o ICMS antecipado, como determina a legislação estadual. O imposto e a multa somaram R$ 170.344,56, valor que foi registrado em um Termo de Apreensão e Depósito (TAD).

Também no domingo, 54 toneladas de bolas de moinho foram retidas em Conceição do Araguaia, na PA-447. O material, avaliado em R$ 306.669,68, havia saído de Salvador (BA) e tinha como destino final uma mineradora em Tucumã, no sudeste do Pará.

Segundo informações da fiscalização, a operação estava irregular porque o produto importado era destinado ao consumo interno e não poderia ser enquadrado no regime de Drawback, que prevê isenção tributária apenas para mercadorias que serão exportadas após processamento. Com isso, foi lavrado um TAD no valor de R$ 115.095,86.

A terceira apreensão do dia foi registrada no município de Cachoeira do Piriá, no nordeste paraense, na divisa com o Maranhão. Um equipamento industrial avaliado em R$ 250 mil foi retido por apresentar pendências documentais e tributárias.

As cargas permanecerão retidas até a regularização fiscal por parte dos responsáveis.

Fonte: g1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/06/2025/13:18:31

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Mudança nas datas do Enem em 3 cidades do Pará preocupa candidatos e professores sobre impacto na nota

O projeto ‘Enem para Todos’ é uma iniciativa de um curso preparatório para vestibular do município, que disponibiliza aulas online, aulões presenciais e simulados tri de forma gratuita — Foto: Pexels

Belém, Ananindeua e Marituba terão a aplicação das provas em datas diferentes devido à realização da Conferência Mundial das Mudanças Climáticas, a COP 30.

A aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em datas distintas do restante do país, em Belém, Ananindeua e Marituba, tem gerado apreensão entre estudantes e professores. Os exames estão marcados para os dias 30 de novembro e 7 de dezembro, enquanto o restante do Brasil fará as provas nos dias 9 e 16 de novembro. A mudança ocorre por causa da realização da COP 30 na capital paraense.

A principal preocupação envolve o método de correção das provas, conhecido como Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Devido à mudança de datas, alguns estudantes preocupados com a TRI já optaram por se inscrever para realizar o Enem em outras cidades, buscando evitar possíveis prejuízos na nota.

 É o caso de Cauã Teixeira, que tenta uma vaga em medicina pela segunda vez e decidiu não arriscar. “Posso acabar não entrando e perdendo a minha vaga justamente pelo local da minha prova”, afirma.

Para o estudante Antônio Coelho, que fará o exame em Belém pela terceira vez, a proximidade da família foi um fator importante para o bom desempenho, por isso optou, mesmo preocupado, por fazer a prova na data diferente na capital paraense.

“É um momento nervoso e ficar longe da família pesa muito. Acho que em Belém vou estar mais confortável e ambientado”, diz.

O que é a TRI e como ela funciona?

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a TRI avalia não apenas o número de acertos, mas também a coerência nas respostas dos candidatos.

O sistema funciona da seguinte forma:

  • são atribuídas pontuações diferentes para questões fáceis, médias e difíceis;
  • o estudante que acerta mais itens fáceis e médios tende a ter uma nota maior;
  • já se o candidato acerta questões difíceis, mas erra as mais fáceis, o algoritmo pode interpretar que houve chute, o que pode reduzir a nota final.

O que o método tem a ver com a mudança das datas no Pará?

 Para o professor de matemática Victor Brow, há o risco de que os estudantes dessas três cidades sejam prejudicados caso a prova reaplicada apresente um nível de dificuldade diferente da prova regular.

Ele cita como exemplo o Enem de 2016, quando cerca de 200 mil candidatos fizeram uma reaplicação. Na época, a prova considerada mais fácil resultou em notas mais baixas, exigindo mais acertos para alcançar a mesma pontuação dos candidatos da prova regular, segundo ele.

O que diz o INEP?

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, garante que as provas aplicadas em datas diferentes terão o mesmo grau de dificuldade e que nenhum candidato será prejudicado.

O Inep reforça que todas as versões do exame são elaboradas para manter o mesmo nível de dificuldade, independentemente da data de aplicação, e que o sistema de correção busca garantir a equidade entre os participantes.

Fonte: g1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/06/2025/13:14:46

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