Empresa de taxi aéreo divulga lista de passageiros a bordo do avião que caiu no AM
No entanto, Segurança Pública do Amazonas afirmou que só poderá confirmar os nomes das vítimas, após perícia nos corpos.
Avião de pequeno porte cai no interior do Amazonas
O avião que caiu em Barcelos, no interior do Amazonas, deixou 14 pessoas mortas. Dentre elas, 12 eram passageiros e dois eram tripulantes. O g1 teve acesso a lista de passageiros da empresa ManausAerotáxi. Veja os nomes abaixo.
Entretanto, a Segurança Pública do Amazonas afirmou que só poderá confirmar os nomes das vítimas após o Instituto Médico Legal (IML) realizar perícia nos corpos.
Os corpos foram levados para um ginásio da cidade. Um avião da FAB seguirá para Barcelos para investigar as causas do acidente.
Lista de passageiros da empresa
*Euri Paulo dos Santos
*Fábio Campos Assis
*Fábio Ribeiro
*Gilcresio Salvador Medeiros
*Guilherme Boaventura Rabelo
*Hamilton Alves Reis
*Heudes Freitas
*Luiz Carlos Cavalcante Garcia
*Marcos de Castro Zica
* Renato Souza Assis
*Roland Montenegro Costa
*Witter Ferreira de Faria
O governador do Amazonas, Wilson Lima, disse que todos os passageiros eram turistas brasileiros que praticavam pesca esportiva. Eles iriam pescar no Rio Negro.
A cidade de Barcelos é conhecida pelo ecoturismo e é um dos principais destinos para pesca esportiva no Brasil. Atualmente, a cidade está em alta temporada da atividade, que acontece entre os meses de setembro e fevereiro.
Ainda não se sabe quais foram as causas do acidente. O mau tempo da região pode ter contribuído isso.
O avião
O avião é um Embraer EMB-110 “Bandeirante” , com capacidade de até 18 passageiros, da empresa ManausAerotáxi. Ele decolou de Manaus com destino a Barcelos. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a situação da aeronave era “regular”.
O avião que caiu é de uso tanto civil quanto militar. Foram fabricadas, ao todo, 498 aeronaves desse modelo ao longo de 18 anos, entre 1973 e 1991.
Destas, 253 aeronaves ficaram no Brasil e 245 aeronaves foram vendidas para outros países. Aproximadamente 320 aviões estão em operação atualmente.
Fonte: G1AM/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2023/07:20:00
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Exploração de petróleo na Amazônia não é nova e pode desenvolver região, diz presidente da Petrobras
Desde 2009, o local conta com um conjunto de gasodutos que possibilitam o escoamento da produção, tendo 663 quilômetros de extensão e capacidade para transportar até 5,5 metros cúbicos por dia de gás natural (Arquivo / O Liberal)
Polo do Urucu, no Amazonas, por exemplo, produziu R$ 5,6 milhões em royalties em agosto com a atividade
A exploração de petróleo na Amazônia não é uma novidade e gera grande volume de recursos para a região amazônica. Um exemplo disso é o que acontece em Coari, cidade localizada no Amazonas, coração da floresta. Desde 1986, o recurso natural é extraído do Polo de Urucu, considerado a maior reserva provada terrestre de petróleo e gás natural do Brasil. Em agosto deste ano, segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), o município produziu R$ 5,6 milhões em royalties, ultrapassando a capital do estado, Manaus, que somou R$ 21,1 mil.
A produção no Polo de Urucu abastece o Norte e parte do Nordeste. No início das operações, a escoação da produção levava uma semana para chegar em Coari. Balsas de pequeno porte eram utilizadas. De lá, o material seguia para a refinaria Isaac Sabbá, em Manaus, por meio de embarcações maiores. Desde 2009, o local conta com um conjunto de gasodutos que possibilitam o escoamento da produção, tendo 663 quilômetros de extensão e capacidade para transportar até 5,5 metros cúbicos por dia de gás natural. O número de trabalhadores envolvidos nas operações gerais do local ultrapassa os 1,2 mil.
O Polo é uma clareira cercada por floresta e costuma ser citado como exemplo de que a atividade petrolífera na Amazônia pode ser sustentável. Entretanto, estudos recentes, como da Organização Não Governamental (ONG) 350.org, apontam riscos de impactos da exploração em áreas mais próximas a Manaus em 47 comunidades indígenas e 22 unidades de conservação estabelecidas no entorno. Desmatamento, aumento de mazelas sociais, pressão sobre os serviços públicos de saúde, possibilidades de contaminação e instabilidade elevada pelos conflitos já presentes do agronegócios são as dificuldades apontadas.
Margem Equatorial
Os debates envolvendo a exploração de petróleo na Margem Equatorial seguem sem uma definição. Em meados de agosto deste ano, o Senado Federal realizou uma audiência pública para tratar sobre o assunto e cobrar explicações de autoridades relacionadas à área. Na ocasião, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, citou o Polo de Urucu como um exemplo do que pode dar certo na região para justificar a atividade. “Isso já existe. Escoa petróleo pelo Rio Amazonas todos os dias chegando à refinaria de Manaus”, declarou. Ele também afirmou que a Margem tem menos potencial de causar danos à natureza.
Outra audiência foi solicitada, desta vez, pelo senador Lucas Barreto (PSD/AP). O objetivo também é discutir a exploração de petróleo. Ao Grupo Liberal, o parlamentar defendeu a atividade e destacou que os benefícios são importantes para a população. “A gente imagina que uma parte seria 1% do faturamento bruto da Petrobrás para serem investidos em ciência, tecnologia e formação tecnológica. Então, nós iríamos desonerar até o governo federal. Importante dizer que nós queremos prospectar o que tem nesse poço, que [já] está sendo explorado pela Guiana Francesa”.
Licença pode ser conseguida na justiça, afirma senadora
A licença para que a exploração de petróleo na Margem Equatorial seja uma realidade pode ser conseguida por meio de ação judicial, afirmou o senador. “Nós já temos um parecer da AGU [Advocacia Geral da União]. Em 60 dias, no Ministério do Meio Ambiente, nós teremos a discussão para pactuação de como vai se fazer essa licença. Na verdade, é uma audiência de conciliação, se não, a Petrobras vai ter que entrar e judicializar, porque já tem parecer da AGU, como fizeram em Belo Monte, que conseguiu a licença na justiça”, frisou Lucas Barreto.
Senador do Pará defende criação de lei para a Margem Equatorial
Para enfrentar os embates envolvendo a Margem Equatorial, um fundo de garantia, por meio de uma lei, deveria ser colocado em prática. A proposição é do senador Beto Faro (PT/PA), que pontua, ainda, que a exploração de petróleo na área deve gerar “recursos para gerar oportunidades de vida digna para a população regional e para financiar a transição ecológica da economia brasileira”. “A exemplo do Fundo Social criado pela Lei do Pré-sal, a exploração desses recursos deve ocorrer com as garantias de uma Lei da Margem Equatorial, prevendo Fundo com recursos substanciais para o financiamento do desenvolvimento sustentável da Amazônia”, finaliza.
Em nota ao Grupo Liberal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) disse que vai analisar a proposta feita pela Petrobras e discutir tecnicamente as alterações apresentadas no pedido.
Fonte: O Literal / Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2023/08:27:02
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Projeto de asfaltamento da PA-370, a Transuruará, avança em mais de 70 quilômetros
(Foto: Reprodução/Setran) – O governo do estado já garantiu a construção e pavimentação de mais de 70 quilômetros da PA-370, a rodovia Transuruará, que interliga as regiões de integração do Baixo Amazonas ao Xingu, e ainda dá acesso a vários outros municípios da Transamazônica.
As obras também avançaram na implementação de 33 quilômetros de sinalização de trânsito horizontal e vertical para garantir a trafegabilidade de quem utiliza a rodovia, que possui mais de 200 quilômetros de extensão e interliga o município de Santarém (Baixo Amazonas) a Uruará (Xingu).
O projeto total prevê que sejam construídos e pavimentados 145,5 km da PA-370, e que duas pontes de médio porte sejam edificadas. Os serviços também estão avançados nessas estruturas elevadas que facilitam o fluxo de pessoas e veículos.
Adler Silveira, secretário de Estado de Transportes (Setran) órgão responsável pela obra, detalha que o trabalho de pavimentação ajuda a reescrever a história da população que vive naquela região.
“Eles saem de uma rotina de insegurança, de trafegar em uma estrada de terra para uma rodovia totalmente asfaltada, sinalizada, garantindo ainda que a produção daquela região – maior produtora de cacau do Brasil – tenha uma logística facilitada, assegurando que o produto seja transportado com mais agilidade e também com segurança”, pontua.
Entre os serviços executados na rodovia PA-370/Transuruará estão a implantação de rede de drenagem de águas pluviais, sub-base, base, implantação de acostamento, terraplanagem e asfaltamento. Em seguida será feita a totalidade da sinalização horizontal e vertical de trânsito. As duas pontes que estão sendo construídas estão localizadas sobre o rio Curuá-Una (com 60 metros), em Santarém, e a outra sobre o rio Tutuí (com 50 metros), em Uruará.
Fonte:Agência Pará/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/09/2023/15:17:45
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Fogo destrói mais de 40 hectares de floresta no Parque Cristalino
Fogo destrói mais de 40 hectares no Parque Cristalino II em MT — Foto: ICV
Fogo destrói mais de 40 hectares de floresta no Parque Cristalino II em MT;
Chamas avançam em três frentes na vegetação. A área é prioritária na conservação da Amazônia.
Fogo destrói mais de 40 hectares no Parque Cristalino II em MT
Um incêndio destruiu mais de 40 hectares de floresta do Parque Estadual Cristalino II, entre Alta Floresta e Novo Mundo, a 800 e 791 km de Cuiabá, respectivamente. (Veja vídeo acima).
Pesquisadores do Instituto Centro de Vida (ICV) informaram que dados de satélite mostram três frentes de fogo dentro da área que foi desmatada e queimada no ano passado. As chamas ainda não foram controladas.
O parque
Com 66 mil hectares, o Parque Estadual Cristalino II está localizado entre o Rio Teles Pires e a divisa com o Pará, no qual abrange os municípios de Novo Mundo e Alta Floresta. Além do fogo na região, o parque também estava no centro de uma disputa jurídica e política.
A Justiça havia decretado a extinção da unidade, mas o Ministério Público recorreu da decisão e alegou que não havia sido intimado e, assim, houve violação do Código de Processo Civil e da Constituição Federal.
Localizado em zona de vegetação, que transita entre savana e floresta amazônica, possui nascentes de águas puras e grande variedade de espécies da flora e da fauna de grande porte. Por essa razão, o local é considerado uma área prioritária na conservação da Amazônia.
Fonte: G1MT/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/09/2023/10:16:14
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Rio Amazonas -Marinheiro morre e outro fica gravemente ferido após serem atingidos por cabo de aço
Pedro Figueira Lima, 68 anos não resistiu aos ferimentos e morreu no local. — Foto: Divulgação
Acidente aconteceu em um empurrador quando os cabos de aço se romperam.
Um marinheiro morreu e outro ficou gravemente ferido após serem atingidos por cabo de aço. O caso aconteceu na tarde desta quinta-feira (8) nas proximidades da comunidade Aninduba, em Santarém, oeste do Pará.
Uma embarcação que transportava passageiros passou minutos após o acidente e prestou socorro às vítimas.
Segundo o enfermeiro e coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Joziel Colares, a equipe médica ainda prestou os primeiros atendimentos a vítima identificada como Pedro Figueira Lima, 68 anos, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A segunda vítima e não teve o nome divulgado, mas foi encaminhada na ambulancha do Samu até Santarém e depois seguiu para o Pronto Socorro Municipal. O estado de saúde da vítima é considerado grave, segundo o Samu.
Informações preliminares dão conta de que as vítimas trabalhavam em um empurrador de balsa, quando um dos cabos de sustentação se rompeu e atingiu os dois homens.
O corpo de Pedro foi removido pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves
Fonte: G1 Santarém/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/09/2023/6:49:08
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A retomada da fiscalização atinge em cheio a extração ilegal de ouro na Amazônia, mas a situação ainda causa preocupação em autoridades e Comunidades Tradicionais.
Os números acumulados das operações empreendidas por equipes da Polícia Federal, IBAMA e outros órgãos do governo federal contra o garimpo ilegal e outros crimes ambientais neste ano impressionam – ainda mais pelo contraste com o pouquíssimo que vinha sendo feito até o ano passado.
O Globo trouxe alguns desses dados: nos primeiros oito meses de 2023, um total de 1.595 máquinas foram apreendidas, com outras 402 destruídas. No total, 1.997 equipamentos foram retirados de operação dos criminosos, o que equivale a pelo menos oito por dia até o final de agosto.
“Nunca se teve notícia de tanto garimpo ilegal na Amazônia como hoje, é verdade, mas também nunca se viu ações de combate a esses crimes como acontece hoje”, observou Jair Schmitt, diretor de proteção ambiental do IBAMA. “Há outra postura no IBAMA e órgãos de apoio, com mais enfrentamento, o que é resultado direto do apoio institucional que passamos a ter”.
Ao mesmo tempo, o recrudescimento do combate ao garimpo também vem despertando uma resposta mais audaciosa dos criminosos. Mesmo na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, onde a presença governamental reduziu significativamente a atuação dos garimpeiros invasores, ainda persistem bolsões da atividade criminosa. A resistência dos criminosos também está mais agressiva, com diversos episódios de ataques contra forças de segurança e agentes governamentais.
O Valor destacou o exemplo recente da Operação Xapiru-Tapajós, iniciada pelo IBAMA em agosto para desarticular áreas de garimpo ilegal em Unidades de Conservação e Terras Indígenas nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso. A ação destruiu quase 200 equipamentos, entre escavadeiras hidráulicas, dragas e motores, além de caminhonetes, carretas, caminhões e barcos. No entanto, um garimpeiro foi morto em uma troca de tiros com agentes no último dia 25, o que motivou protestos de moradores da região contra o IBAMA.
Fonte:ClimaInfo./ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/09/2023/6:49:08
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Com dados preliminares, alertas de desmatamento na Amazônia caem 71% em agosto
Os alertas são feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²). — Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
A menos de 1 semana para fechar o índice do período, taxa de desmate para o mês já é a 2ª menor da série histórica do Inpe: 474 km². Novo sistema de medições começou em 2015.
Faltando 6 dias para o fechamento dos dados, o acumulado de alertas de desmatamento durante agosto de 2023 na Amazônia Legal está em 474 km², a segunda menor marca até então para o período na série histórica do Deter, que começou em 2015.
📉 Quando comparado com o mesmo período do ano passado, o índice também representa uma queda de 71%. Os números são do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe).
🌱 A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro, e engloba a área de 8 estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Maranhão.
Os alertas são feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter).
Ele produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²) – tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal (por exploração de madeira, mineração, queimadas e outras).
Por isso, os números podem ter alteração até a finalização da análise dos dados pelo Inpe, que costuma rever a influência de fatores como a cobertura de nuvens na medição das taxas.
Mesmo assim, até o momento, com os 474 km² (uma área aproximadamente do tamanho da cidade de Porto Alegre), a taxa deste ano só ficou acima da marca de 2017, quando o índice chegou a 278 km². (Veja gráfico acima, que considera o ano civil, já que as medições do Inpe começaram em agosto de 2015.)
No ranking dos estados, mais uma vez, o Mato Grosso lidera o índice do mês, com 159 km² derrubados. Em seguida, estão o Pará (152 km²), Amazonas (71 km²) e Rondônia (40 km²).
Fonte:Roberto Peixoto, g1/ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/09/2023/16:35:11
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No Dia da Amazônia, organizações alertam sobre preservação do bioma
(Foto: Geral) – Região sofre com desmatamento, garimpo ilegal e grilagem de terras
Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia sofre com diversas ações praticadas pelo ser humano, como o desmatamento, o garimpo ilegal, a grilagem de terras. Nesta terça-feira (5), Dia da Amazônia, organizações lembram a urgência de preservação desse bioma, principal floresta tropical do mundo.
Com extensão aproximada de 421 milhões de hectares, a Amazônia representa um terço das florestas tropicais do mundo. A região é responsável por vários processos climáticos, a exemplo da evaporação e transpiração da floresta, que ajudam a manter o equilíbrio do clima e a manutenção dos estoques de água doce. Além disso, abriga mais da metade da biodiversidade do planeta.
Dados do Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade (Salve), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), mostram que 224 espécies da fauna na Amazônia estão sofrendo algum tipo de ameaça e pelo menos uma já foi considerada extinta. São 139 espécies categorizadas como “vulnerável”; 48 “em perigo”; e 38 “criticamente em perigo”.
Entre os animais em risco estão o peixe-boi-da-amazônia, tamanduá-bandeira, a onça-pintada, ararajuba e a anta, classificados como “vulneráveis”. Já espécies de peixe, como Acari, estão “criticamente em perigo”.
Para o coordenador-geral das Organizações Indígenas da Amazônia, (Coiab), Toya Manchineri, o Dia da Amazônia é de luta e reflexão. Coordenando mais de 70 organizações indígenas, Toya afirmou que, neste ano, ainda não há muito a comemorar por causa do avanço do desmatamento, do garimpo ilegal e das ameaças aos povos indígenas e tradicionais no governo Jair Bolsonaro.
floresta Amazônica
Floresta amazônica – Marcelo Camargo/Agência Brasil
“É um dia especial de luta e que não tem nada para comemorar, principalmente se pegarmos os dados produzidos pela agência de pesquisa, que são do governo passado. Aí há uma destruição em massa da floresta, do bioma e uma onda crescente de assassinatos e perseguição aos povos indígenas, quilombolas e extrativistas”, disse a liderança indígena à Agência Brasil. “O dia 5 é para fazermos uma reflexão sobre como podemos parar com esses assassinatos e a perseguição aos povos que vivem na floresta. Então, é um momento de reflexão e não de comemoração”, ressaltou.
Avaliação similar é feita pela assessora de política e direito socioambiental do Instituto Socioambiental (ISA) Adriana Ramos. Ela destaca que, apesar dos dados recentes apontarem queda expressiva do desmatamento nos sete primeiros meses do ano, ainda há muito a ser feito. Dados do governo federal mostram uma redução no desmatamento de 42% do bioma amazônico nesse período. Em julho, a queda foi de 66%, em agosto a expectativa é que tenha permanecido em patamar similar.
“Digamos que não temos tanto o que comemorar porque há uma série de desafios que precisamos enfrentar e que continuam muito distantes. A Amazônia tem grande parcela do Brasil e o país precisa dar a ela a relevância que tem”, disse a ambientalista à Agência Brasil.
Adriana também citou o aumento do crime organizado na região e a necessidade de políticas voltadas para as populações locais.
“É preciso reconhecer que a violência e o crime organizado cresceram muito na região. Ainda tem gente vivendo nas cidades da Amazônia, demandando atenção e a criação de oportunidades de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, há muitas ameaças aos territórios tradicionais, às terras indígena, às unidades de conservação que precisam ser enfrentadas para que essas áreas, que simbolizam o que de mais rico a Amazônia tem em termos de biodiversidade e de enfrentamento à crise climática, sejam mais valorizadas”, afirmou.
Outro alerta é sobre o avanço de grandes projetos de infraestrutura na região, como a pavimentação da BR-319, construída pelos governos militares nos anos 70, e a estrada do Pacífico. Para a assessora de política e direito socioambiental do ISA, esses projetos têm impacto imenso no processo de desmatamento da região, uma vez que podem gerar aumento da circulação de grileiros e madeireiros ilegais na região, além de não trazer benefícios concretos para os moradores.
Uma das principais preocupações é que com a continuidade de projetos como esses, aliados ao desmatamento, ao garimpo ilegal, à grilagem de terras para fazer pasto, a Amazônia possa atingir o ponto de não retorno. O termo é usado por especialistas para se referir ao momento em que a floresta perde sua capacidade de se autorregenerar, em função do desmatamento, da degradação e do aquecimento global, tendendo, então, ao processo de desertificação.
“São projetos que terão impacto imenso e que não estão em uma estratégia de desenvolvimento da região. É preciso que a gente pense projetos econômicos de valorização da área, dos serviços ambientais gerados a partir do uso sustentável da floresta e que vão fortalecer aquilo que a Amazônia tem para oferecer de melhor neste momento, que são as condições de enfrentamento à emergência climática. Isso a gente só vai conseguir manter se evitar o chamado ponto de não retorno, o que significa paralisar o desmatamento e a perda de biodiversidade.
O coordenador da Coiab destaca que esses projetos não são pensados em conjunto com as populações que habitam a região. Toya Manchineri cita a monocultura como uma das atividades de grande impacto no desmatamento e nos conflitos agrários na Amazônia.
“Os projetos econômicos levam muitas complicações para os povos indígenas. Primeiro que eles não são pensados em conjunto com os povos que vivem na Amazônia. Eles vêm muito com um olhar externo de desenvolvimento, que muitas vezes não reflete a realidade local. Aí temos a questão do garimpo que é bastante ruim, ele destrói a floresta, destrói a organização social e deixa doença nos territórios indígenas. Então, são projetos de garimpo e de monocultura que acabam com a floresta”, afirmou.
Toya também criticou a possibilidade de aprovação da tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, em especial na Amazônia, e disse que se a medida for aprovada, haverá intensificação das ameaças aos povos e a perda de direitos.
“O marco temporal é nocivo para os indígenas, ao impor limites para a demarcação dos territórios. Se ele for aprovado, muitos dos nossos territórios serão revisados, muitos dos nossos parentes, que não estão com seu território demarcado, vão perder e, muito provavelmente, sofrer uma pressão muito grande de invasores. Muitas mortes vão ocorrer”, denunciou.
Para o ISA, a aprovação do marco temporal pelo Supremo Tribunal Federal mostra interpretação distorcida da Constituição Federal, que pode contribuir com a “indústria da grilagem de terra”. Adriana lembrou que os povos indígenas e tradicionais são os que mantiveram a floresta de pé.
“A gente tem floresta por causa do modo tradicional de vida dessas populações, portanto esses povos têm importância central e as suas práticas de manejo e de agricultura são responsáveis pela manutenção da floresta em pé. É impossível imaginar um futuro com floresta em pé na Amazônia sem que os povos originários e tradicionais tenham protagonismo nesse processo”, disse.
Festival
Como forma de chamar a atenção para a defesa da Amazônia, cinco cidades brasileiras, iniciando por Santarém (PA), abrigarão festivais culturais e artísticos. O primeiro foi realizado no último sábado (2). Esta será a segunda edição do Festivais Dia da Amazônia. Mais de 13 organizações e um número superior a 50 artistas estão envolvidos diretamente na mobilização nacional do evento, ao longo deste mês de setembro. O festival também terá protestos contra a tese do marco temporal.
A tradição foi iniciada no ano passado para comemorar a data, instituída por lei em 2007, abrangendo festivais e atividades diversas que se estenderão por todo o país até o próximo dia 30. Entre essas ações estão oficinas, peças de teatro, atividades esportivas e educativas, plantio de árvores, exposições e exibição de filmes. Todas têm foco na temática da proteção e valorização da Amazônia.
Uma das ações este ano é a mobilização para coletar 1,5 milhão de assinaturas de cidadãos brasileiros que têm título de eleitor válido, para protocolar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip) que requer a destinação de 57 milhões de hectares de terras públicas não destinadas, ou seja, áreas da União que ainda não têm uma finalidade específica e são alvo de desmatamento acelerado e grilagem.
Floresta amazônica vista de cima.
Floresta amazônica vista de cima. – Divulgação TV Brasil
A proposta é que essas terras possam ser demarcadas como unidades de conservação (UCs), terras indígenas, territórios quilombolas ou destinadas às comunidades tradicionais – povos que verdadeiramente conservam a Amazônia.
Floresta amazônica vista de cima. – Divulgação TV Brasil
A proposta é que essas terras possam ser demarcadas como unidades de conservação (UCs), terras indígenas, territórios quilombolas ou destinadas às comunidades tradicionais – povos que verdadeiramente conservam a Amazônia.
Fonte: Luciano Nascimento/ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/09/2023/16:21:11
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Governo do Pará criará nova unidade de conservação integral no Dia da Amazônia
Unidade de conservação será criada no Pará — Foto: Reprodução
Área terá 126 mil hectares na região oeste do estado
O governo do Pará criará, nesta terça-feira, Dia da Amazônia, uma nova unidade de conservação de proteção integral no estado.
A Estação Ecológica Mamuru irá abranger parte dos municípios de Aveiro e Juruti, na região oeste paraense, com aproximadamente 126 mil hectares de áreas protegidas, como terras indígenas e parques nacionais.
Com a decisão, segundo o governo paraense adiantou com exclusividade ao blog, a região passará a ter ações de fiscalização, monitoramento e manejo para garantir a preservação de recursos naturais.
O Ideflor-Bio, que é o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do estado, realizou estudos prévios para garantir que o projeto seja viável.
Fonte:.globo.com/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/09/2023/17:00:48
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PF queima 302 balsas de garimpo no Rio Madeira, no Amazonas
(Fotos:PF) -Uma operação de 12 dias da Polícia Federal encerrada no sábado (2) destruiu 302 balsas usadas pelo garimpo ilegal no Rio Madeira, no estado do Amazonas.
Com apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), os policiais federais percorreram 1,5 mil quilômetros do Rio Madeira, passando por cinco municípios amazonenses com objetivo de combater o garimpo ilegal na região. Os municípios alvo da operação foram: Autazes, Nova Olinda do Norte, Borba, Novo Aripuanã e Manicoré.
“A prática da atividade na região, além de causar danos ao meio ambiente e à saúde pública em virtude da contaminação do rio por mercúrio e cianeto, também interfere na cultura de povos tradicionais, uma vez que áreas indígenas chegaram a ser invadidas pelos criminosos”, informou, em nota, a assessoria de imprensa da Polícia Federal.
Apelidada de Draga Zero, a operação faz referências às estruturas, chamadas de dragas, usadas na extração do ouro e outros minérios de dentro dos leitos dos rios. Nas redes sociais, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, comemorou a ação contra o garimpo ilegal. “Estamos defendendo o meio ambiente, o patrimônio público, a soberania nacional e combatendo organizações criminosas”, escreveu.
Nas imagens disponibilizadas pela PF, é possível ver várias balsas próximas umas das outras em chamas no Rio Madeira.
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