Seca severa muda paisagem do Encontro das Águas, um dos principais pontos turísticos de Manaus; FOTOS

Encontro das Águas é o principal ponto turístico de Manaus — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte, da Rede Amazônica

Bancos de areia e de pedras agora fazem do cenário, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A seca severa que atinge o Amazonas mudou a paisagem do Encontro das Águas, um dos principais pontos turísticos de Manaus. A capital, onde fica localizado o fenômeno natural, está em situação de emergência por conta da estiagem.

Imagens áreas do local, feitas por uma equipe da Rede Amazônica, mostram os rastros da seca. Bancos de areia e de pedras agora fazem parte do cenário, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

 Encontro das Águas em Manaus — Foto: William Duarte/Rede Amazônica
Encontro das Águas em Manaus — Foto: William Duarte/Rede Amazônica

Do lado do Rio Negro, a seca fez surgir um enorme banco de pedras às margens do rio que banha a capital do Amazonas, além de praias ao longo de toda a orla da cidade.

Já no lado do Rio Solimões, as águas parecem ainda mais baixas e há inúmeros bancos de areia no meio do rio, que tem cor de terra. Mesmo assim, o local ainda é o principal meio de acesso aos municípios do baixo Rio Amazonas.

Encontro das Águas em Manaus — Foto: William Duarte/Rede Amazônica
Encontro das Águas em Manaus — Foto: William Duarte/Rede Amazônica

Encontro das Águas em período de cheia do Rio Negro — Foto: Chico Batata
Encontro das Águas em período de cheia do Rio Negro — Foto: Chico Batata

A fumaça das queimadas que tem atingido o Amazonas também ajuda a mudar a paisagem do Encontro das Águas. Somente em setembro, foram 7 mil focos de calor em todo o estado. Com isso, a qualidade do ar, em alguns dias, chegou a ser considerada péssima.

Seca severa

Rio Negro no ápice da cheia e da seca. — Foto 1: Eliena Monteiro/g1 AM — Foto 2: Rede Amazônica
Rio Negro no ápice da cheia e da seca. — Foto 1: Eliena Monteiro/g1 AM — Foto 2: Rede Amazônica

A seca severa que afeta o Amazonas já colocou mais da metade dos municípios do estado em situação de emergência. Segundo um boletim da Defesa Civil Estadual, emitido nesta quarta-feira (4), 40 cidades enfrentam o pior cenário da seca.

A capital Manaus é uma delas. O Rio Negro, rio que banha a cidade, está medindo nesta quarta-feira, 15,02 metros e a seca, na cidade, já é a 10ª maior de sua história. A previsão, inclusive, é que as águas continuem descendo até a segunda quinzena de outubro.

A seca severa obrigou a interdição da praia da Ponta Negra, principal balneário de Manaus. O banho está proibido no local desde a segunda-feira (2).

Praia da Ponta Negra interditada devido à seca em Manaus — Foto: Divulgação/Semcom
Praia da Ponta Negra interditada devido à seca em Manaus — Foto: Divulgação/Semcom

A prefeitura, inclusive, já encerrou o ano letivo de comunidades banhadas pelo rio, devido a forte estiagem. As ações agora são voltadas para minimizar os impactos da seca, que pode levar desabastecimento e fome para algumas comunidades próximas da capital.

O vice-presidente Geraldo Alckmin e uma comitiva de ministros, entre eles a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, visitaram a capital nesta quarta-feira (4). O grupo sobrevoou áreas afetadas pela seca.

Geraldo Alckmin sobrevoa área afetada pela seca no Amazonas — Foto: Cadu Gomes/Redes sociais
Geraldo Alckmin sobrevoa área afetada pela seca no Amazonas — Foto: Cadu Gomes/Redes sociais

Junto com o governador do estado, Wilson Lima, eles anunciaram medidas para atender as pessoas afetadas pela seca histórica que atinge a região.

 

Fonte: Matheus Castro/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/10/2023/15:54:11

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Seca que atinge o Amazonas e o Pará é a mais severa em 40 anos

Foto de seca em Benjamin Constant, município do Amazonas – Metrópoles – Foto: Secretaria Municipal de Comunicação de Benjamin Constant

Secretaria Municipal de Comunicação de Benjamin Constant
A seca que assola o Amazonas e o Pará é a mais severa dos últimos 40 anos, segundo informações divulgadas pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, nesta quarta-feira (4/10).

Desde maio deste ano, parte dos dois estados vem registrando chuvas abaixo da média. De acordo com o Cemaden, a situação foi agravada pelo inverno mais quente provado pelo El Niño.

“Em grande parte do Amazonas, Acre e de Roraima, observa-se uma anomalia de chuvas de -100 a -150 milímetros. Devido ao déficit acumulado de precipitação, a umidade do solo alcançou níveis críticos ao longo do mês de setembro”, informou o órgão.

Foto colorida de seca em Benjamin Constant, município do Amazonas – Metrópoles Barcos no Rio Amazonas

O centro de monitoramento destaca que a estação chuvosa, entre novembro e dezembro, costuma elevar os níveis dos rios na Região Norte. No entanto, com as previsões abaixo da média, alguns afluentes podem não atingir os volumes considerados normais para a época.

Em 27 de setembro, a estação de medição do Rio Negro, em Caricuriari, registrou 3,37 metros, bem abaixo da mínima histórica para o mês, que é de 7,11 metros. Agora, o nível do Rio Solimões baixou para 2,9 metros em Coari, enquanto a mínima histórica já registrada para setembro é de 2,44 metros.

“Grande parte dos rios da Região Norte, entre os estados do Amazonas e Acre, encontra-se com níveis muito abaixo da média climatológica”, alertou o Cemaden.

Fonte: METROPOLES/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/2023/ 05:58:07

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Ibama flagra grupo responsável por desmatar mil hectares de floresta no Amazonas

(Foto: Divulgação Ibama) – Uma operação conjunta de instituições públicas do Acre flagrou um desmatamento ilegal de 1000 hectares no município de Boca do Acre, no Amazonas. O caso foi descoberto na quarta edição da Operação Amazônia Verde, que vem investigando a região desde o dia 22 de setembro.

Foto: Divulgação Ibama
Foto: Divulgação Ibama

A equipe do Ibama, do Ministério Público Federal e da Polícia Federal chegou ao local do desmatamento no dia 29 de setembro e encontrou 20 pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças, trabalhando na derrubada da floresta. Os trabalhadores estavam em condições precárias, com risco de acidentes e submetidos a trabalho análogo à escravidão.

Foto: Divulgação Ibama
Foto: Divulgação Ibama

Os acampamentos dos desmatadores foram destruídos e 15 motosserras foram apreendidas. Segundo a Superintendência do Ibama no Acre, os criminosos já haviam derrubado 600 hectares de floresta e tinham a intenção de derrubar mais 400 hectares.

Fonte:Portal do Holanda e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/10/2023/09:30:26

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Seca fora do normal em rios da Amazônia tem relação com El Niño e aquecimento do Atlântico Norte; entenda

Estiagem faz lago secar em Manaus

Estiagem na região, que tem castigado milhares de moradores, deve se prolongar pelos próximos meses, atrasando o início da estação chuvosa, que começaria a partir de outubro.

A seca prolongada e “fora do normal” nos rios da Amazônia, que tem castigado milhares de moradores na região, está relacionada, segundo especialistas, à combinação de dois fatores que inibem a formação de nuvens e chuvas: o El Niño (que é o aquecimento do oceano Pacífico) e a distribuição de calor do oceano Atlântico Norte.

⚡ E o cenário não é animador: a previsão é de mais estiagem nos próximos meses, atrasando o início da estação chuvosa, que começaria a partir de outubro.

🚨 No estado do Amazonas, por exemplo, a Defesa Civil prevê uma seca recorde neste ano. Dos 62 municípios, 17 já estão em situação de emergência e 38, em alerta. O governo federal, em parceria com o local, criou uma força-tarefa para lidar com problemas como a navegação de embarcações prejudicada pelas áreas rasas dos rios.

Geralmente, setembro é o mês em que a seca é mais sentida na Bacia Amazônica. No entanto, neste ano, a situação está atípica, de acordo com os meteorologistas.
A seca está fora do normal e deve piorar nos próximos meses. O El Niño tem uma grande contribuição nisso, assim como a distribuição da temperatura das águas do Atlântico Tropical.
— Giovanni Dolif, meteorologista do Centro de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden)

Veja, abaixo, a situação dos rios do Brasil nos últimos 30 dias:

Situação dos principais rios brasileiros — Foto: Luisa Rivas / Arte g1
Situação dos principais rios brasileiros — Foto: Luisa Rivas / Arte g1

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ligado ao governo federal, explica que, “apesar de o reflexo dos dois fenômenos ocorrerem em regiões diferentes da Amazônia, o aquecimento das águas do oceano desencadeia um mecanismo de ação similar sobre a floresta”. Ou seja, ambos reduzem as chuvas na região.

“O evento do Atlântico Tropical Norte está se somando ao El Niño. Dois eventos ao mesmo tempo são preocupantes. Tivemos isso entre 2009 e 2010, que foi a maior seca registrada na bacia do rio Negro nos últimos 120 anos”, afirma o meteorologista Renato Senna, responsável pelo monitoramento da bacia amazônica no Inpa.

Segundo Dolif, a última seca na região foi em 2016, justamente em decorrência do último El Niño, registrado em 2015 e 2016.

O que está acontecendo na Amazônia

Seca 2023: Lago do Aleixo secou em Manaus — Foto: Gato Júnior/Rede Amazônica
Seca 2023: Lago do Aleixo secou em Manaus — Foto: Gato Júnior/Rede Amazônica

🔥🌊 Atuação do El Niño:

De um lado, há o El Niño, que aumenta a temperatura das águas do Oceano Pacífico Equatorial.
Esse fenômeno altera os padrões de ventos, umidade, temperatura e chuvas, em particular em regiões tropicais. No Brasil, se traduz em menos chuvas e aumento das temperaturas em parte das regiões Norte e Nordeste.

🔥🌊 Aquecimento do Atlântico Tropical Norte:

De outro lado do continente, há o aquecimento do Atlântico Tropical Norte, que fica logo acima da linha do Equador e também inibe a formação de nuvens, reduzindo o volume de chuvas na Amazônia.

🚨 Combinação desses dois fatores:

Com a água dos oceanos mais quente, as correntes ascendentes carregam ar aquecido para a atmosfera. Esse ar segue até a Amazônia por meio de duas correntes descendentes, onde vai diminuir a chuva.
No caso do El Niño, o processo ocorre de leste para oeste – a partir do Pacífico. No caso do Atlântico, do norte para o sul.

“Esse ar mais quente atua inibindo a formação de nuvens e, por consequência, das chuvas”, afirma Senna, do Inpa.

Com isso, os níveis dos rios na região têm baixado de forma muito rápida.
Em alguns pontos do Amazonas, os rios estão com bancos de areia, o que dificulta o trajeto de embarcações, principal meio de locomoção entre comunidades da região, em velocidade normal e em segurança. Trechos dos rios Solimões e Amazonas vão receber serviço emergencial de dragagem para abrir caminho para a navegação, segundo o governo local.
Algumas cidades já registram problemas no abastecimento de água e falta de alimentos, provocada justamente pela dificuldade de locomoção das embarcações.
Além do impacto na população, a estiagem deste ano também tem resultado na morte de peixes, botos e outros animais.

Seca x eventos extremos

Uma nota conjunta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) aponta para um fim de ano (outubro, novembro e dezembro) mais seco na região Norte.

Segundo os órgãos, “a previsão indica o predomínio de condições mais secas do que o normal, com destaque para a região amazônica”.

No Sul do país, que tem sofrido com as enchentes, a expectativa é de chuva acima da média, conforme o mapa abaixo.

Previsão de chuva na região amazônica — Foto: Arte/g1
Previsão de chuva na região amazônica — Foto: Arte/g1

O impacto de eventos extremos, como as chuvas no Sul e, agora, a seca na Bacia Amazônica, foi citado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ao participar da abertura de uma oficina sobre mudanças climáticas nesta quinta-feira (28).

“O que está acontecendo no Rio Grande do Sul e agora no estado do Amazonas é a demonstração em três dimensões de que os eventos climáticos extremos já estão nos afetando de forma assustadora e dramática”, afirmou.

 

Fonte: Mariana Garcia, Fernanda Calgaro, g1/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/09/2023/16:16:54

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PF do Pará cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e bloqueia bens no valor de R$ 290 milhões em Novo Progresso/PA,Itaituba/PA e Cuiabá/MT

Mais de 50 policiais federais cumpriram os mandados, que resultaram no bloqueio de bens no valor de mais de R$ 290 milhões (Foto:Ascom/PFPA)

Empresas de investigação da PF suspeitam de comercializar ilegalmente  R$ 10 bi em ouro.
Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em Novo Progresso/PA, Itaituba/PA e Cuiabá/MT

Em Novo Progresso ao menos três empresas foram alvos da “Operação Ouropel”, uma compra de Ouro no centro da cidade foi fechada. A PF também cumpriu busca e apreensão em uma empresa na avenida Brasil no edificio comercial Jacaranda de propriedade do empresário Aldo da Casa Pronta. (emitiu nota) veja abaixo.

Pra esclarecer, nosso prédio denominado “Centro Empresarial Jacarandá”, dispõe de salas e espaços comerciais para locação. Portanto temos empresas inquilinas. Podemos adiantar e garantir que a presença da PF não tem como objetivo o Aldo ou a Casa Pronta, empresa do segmento imobiliário. (Aldo)

PF em Novo Progresso (Foto:Jornal Folha do Progresso)
PF em Novo Progresso (Foto:Jornal Folha do Progresso)

 

Operação Ouropel – A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Pará, deflagrou nesta quarta-feira, 27, a Operação Ouropel, contra empresas suspeitas de comercializar quase R$ 10 bilhões em ouro ilegal extraído da Amazônia Legal.

Os agentes cumpriram 17 mandados de busca e apreensão nos municípios de Itaituba e Novo Progresso, na região do Tapajós, no Pará, e em Cuiabá, no Mato Grosso. A operação é comandada pela PF de Belém.

Mais de 50 policiais federais cumpriram os mandados expedidos pela 4ª Vara Federal de Belém, que resultaram no bloqueio de bens no valor de mais de R$ 290 milhões. A PF estima que os prejuízos socioambientais ultrapassam R$ 27 bilhões.

A operação também suspendeu atividades ligadas à mineração de oito pessoas físicas e jurídicas, que possuíam 112 processos minerários, agora suspensos. A PF informou que a suspensão atinge também uma pessoa jurídica que adquiriu bilhões de reais em ouro da Amazônia nos últimos anos.

Como funcionava o esquema

O inquérito policial que deu origem à operação teve início em junho de 2023 e já constatou o “esquentamento” de mais de uma tonelada de ouro com Permissões de Lavra Garimpeira (PLG) correspondentes a áreas situadas na bacia do rio Tapajós. As PLGs suspensas se referem a imóveis nas cidades de Itaituba e Jacareacanga, também no Pará.

De acordo com a PF, o “esquentamento” é uma espécie de lavagem de ativos, na medida em que se declara falsa origem do mineral para que ele possa circular em grandes quantidades, como se fosse legal. O delegado Gecivaldo Vasconcelos Ferreira, presidente do inquérito e chefe da operação, explica que o entendimento também pode ser de “lavagem”.

Dito isso, o esquema criminoso consistia na aquisição de ouro de origem ilegal na região do Tapajós com o respectivo “esquentamento” do produto com Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) de áreas legalizadas e posterior, a remessa do ouro já “esquentado” ia para grandes centros urbanos, sendo na sequência revendido para grandes empresas no Brasil e no exterior.

Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVMs) e cooperativas de garimpeiros, incluindo pessoas jurídicas, estão sob investigação por declararem a aquisição de cerca de 37 toneladas de ouro da Amazônia Legal, no valor aproximado de quase R$ 10 bilhões, de janeiro de 2021 a setembro de 2023.

Delegado da PF fala sobre a operação (veja abaixo)

https://youtu.be/K8gmbxsWFto

 

Poluição do rio Tapajós

O garimpo ilegal foi apontado, em laudo recente da PF, como a principal causa da poluição do rio Tapajós, que teve suas águas cristalinas invadidas por grande quantidade de lama. Em janeiro de 2022 a mudança da cor da água ocorreu até em Alter do Chão, em Santarém.

O nome da operação é Ouropel porque, no sentido figurado, quer dizer “brilho falso”, uma alusão ao ouro extraído ilegalmente na Amazônia, causando degradação ambiental, explica a PF.

Fonte  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/09/2023/16:25:46

Parte do valor apreendido pela Polícia Federal (Ascom/PFPA)
Parte do valor apreendido pela Polícia Federal (Ascom/PFPA)

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Senado vai contra STF e aprova marco temporal para demarcações de terras indígenas

(Foto:Reprodução) – Depois de pedirem urgência na tramitação do projeto e analisar os destaques, senadores decidiram pela aprovação da tese. Agora, a proposta seguirá para sanção do presidente.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (27), por 43 votos a 21, o projeto que estabelece um marco temporal para demarcação de terras indígenas. A proposta seguirá para sanção do presidente Lula (PT).

Pela proposta, os povos indígenas só poderão reivindicar a posse de áreas que ocupavam, de forma permanente, em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. Na prática, se as comunidades não comprovarem que estavam nas terras nesta data, poderão ser expulsas.

O movimento de avançar com o projeto, liderado pela bancada ruralista, contraria decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) concluída nesta quarta. A corte definiu a tese do marco como ilegal.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco , declarou que a votação do texto pelo Senado não representa um “enfrentamento” ao tribunal e classificou o gesto do Congresso como “muito natural”. Segundo o parlamentar, este tipo de tema deve ser tratado pelo parlamento.

A votação no Senado foi relâmpago. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou o texto no início da tarde. O projeto não estava na pauta do plenário. Mas a urgência da matéria foi o primeiro pedido a ser analisado. Logo em seguida, o conteúdo da proposta foi aprovado.

Diante da contradição entre Congresso e STF, pode haver judicialização do tema. Os ministros do tribunal definiram que não é válido usar a data da promulgação da Constituição como um critério para a definição da posse indígena.

Como o projeto foi aprovado depois e como uma lei comum, partidos políticos poderão contestá-lo por ser inconstitucional e provocar o tribunal a debater novamente o marco temporal. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, há 226 processos aguardando um desfecho do caso. A decisão do STF também poderá balizar a atuação do Poder Executivo na demarcação.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), sinalizou que a Presidência da República “seguramente” vai vetar os pontos mais polêmicos da matéria, como a possibilidade de plantação de transgênicos em terra indígena e contato com povos isolados. Se isso ocorrer, o Congresso precisará deliberar sobre o veto do presidente, dizer se aceita ou rejeita.

O projeto prevê:

▶️ autorização para garimpos e plantação de transgênicos dentro de terras indígenas;

▶️possibilita contato com povos isolados;

▶️ possibilidade de realização de empreendimentos econômicos sem que os povos afetados sejam consultados;

▶️celebração de contratos, entre indígenas e não-indígenas, para exploração de atividades econômicas nos territórios tradicionais;

▶️ que o governo pode tomar a terra ou destiná-la ao Programa Nacional de Reforma Agrária se houver “alteração dos traços culturais” ou se for verificado que a área não é mais “essencial” à comunidade indígena;

▶️prevê que a interrupção da posse indígena ocorrida antes de outubro de 1988, independentemente da causa, inviabiliza o reconhecimento da área como tradicionalmente ocupada. A exceção é para caso de conflito de posse no período. Neste caso, o marco temporal não seria aplicado em caso de expulsão dos indígenas. Especialistas avaliam, no entanto, que é difícil comprovar o conflito e a expulsão;

▶️ que o governo indenize a desocupação das terras e valide títulos de propriedade em terras das comunidades indígenas.

Sobre esse último ponto, especialistas acreditam que isso permitirá que não indígenas que tenham invadido áreas de comunidades sejam indenizados.

De acordo com o texto, antes de concluído o processo de demarcação, “não haverá qualquer limitação de uso e gozo aos não indígenas que exerçam posse sobre a área, garantida a sua permanência na área objeto de demarcação”.

Articulação

Os ruralistas, com suporte da ala mais conservadora do Congresso, começaram a travar as votações de projetos na Câmara e no Senado enquanto o marco temporal não fosse aprovado.

Os plenários das duas Casas não votaram propostas nesta terça.

A Frente Parlamentar Agropecuária, o PL, o Novo e outros grupos divulgaram nota em que “repudiam a contínua usurpação de competência pelo Supremo Tribunal Federal em temas como legalização das drogas, descriminalização do aborto, direito de propriedade e legítima defesa, entre outros, manifestando seu firme e integral repúdio às decisões que invadem as competências do parlamento”.

“Ressalvado o nosso respeito às competências do STF como Corte Constitucional, não aceitaremos qualquer interferência na prerrogativa legislativa do Congresso Nacional”, diz o documento.

A oposição no Senado vem reagindo de forma contrária a julgamentos da corte. Oposicionistas querem que um plebiscito seja feito no Brasil sobre aborto. E Pacheco propôs incluir na Constituição proibição da posse e do porte de qualquer tipo de droga.

Povos indígenas

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) sugeriu ao governo uma série de sugestões de mudanças ao texto.

Segundo a Apib, no projeto, “há flagrante violação do Direito Originário dos Povos Indígenas”, que é reconhecido desde o Brasil Colônia. “É uma tradição do direito brasileiro, com disposições semelhantes na primeira Lei de Terras do ano de 1850 e nas Constituições de 1934, 1937, 1946 e 1967”, diz o estudo.

Para a entidade, “a adoção de um marco temporal vem para legalizar o processo histórico de mais de 500 anos de colonização, genocídio e expulsão dos povos indígenas dos seus territórios, que remete a tempos muito anteriores ao ano de 1988”.

A Apib defende a separação do processo de indenização, no caso de boa-fé do proprietário da terra, do requerimento de demarcação do mesmo terreno.

A entidade teme que, a partir do projeto, indenizações começarão a ser pagas àqueles que “tenham se envolvido em conflitos possessórios com indígenas que resultaram na expulsão dos povos originários de suas terras”. Isso, de acordo com Apib, “incentivaria invasões e premiaria graves violações de tratados internacionais de direitos humanos e do texto constitucional”.

Base aliada

Antes da aprovação, senadores votaram a urgência do projeto, com objetivo de acelerar a votação do texto.

Durante a análise da urgência, dos partidos da base aliada, apenas MDB e PT foram contra

Na orientação, PSD e PSB deixaram a bancada livre. União e PP, que têm ministérios no governo Lula, foram a favor.

Na votação da proposta principal, essas bancadas se comportaram da seguinte forma:

MDB: dos senadores presentes, 4 foram contra e 3 a favor;
PT: 7 contra;
PSD: 5 senadores contra, 4 a favor;
PSB: 1 contra, 2 a favor;
União: todos os 8 senadores presentes votaram a favor do marco temporal;
PP: 5 a favor.

Debate

Durante a votação, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) pontuou que a proposta pode abrir brecha para que os povos tradicionais sejam retirados das reservas, mesmo se as ocuparam antes da Constituição, devido à “mudança de traços culturais”. “Esse projeto de lei cria um elemento que é subjetivo para retirar dos índios as suas terras”, afirmou.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ministra da Agricultura no governo Bolsonaro, defendeu a medida que, de acordo com ela, garante “segurança jurídica”.

“Não fixar critério algum é reconhecer que todo o território brasileiro poderia ser considerado terra indígena, uma vez que eles tradicionalmente o ocupavam”, avaliou.

Antes de proclamar o resultado da votação, o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, disse não haver “revanchismo” entre Senado e Supremo.

“De nossa parte, não há nenhum tipo de sentimento revanchista em relação à Suprema Corte do nosso país. É simplesmente o fato de que nós não podemos nos omitir daquilo que é o nosso dever, que é o de legislar. E o que nós fazemos hoje é a afirmação legislativa em relação a um tema, um tema que precisou ser submetido neste momento em função do que é a vontade da maioria, que é algo sagrado”, declarou.

O senador Alessandro Vieira (MDB-AL) classificou a votação como um “constrangimento” ao Senado diante da decisão do STF.

“Se for o entendimento desta Casa que esta é uma seara que deve ser reaberta, o caminho é através de uma proposta de emenda à Constituição. Mesmo ela vai ser questionada, tenho certeza, mas com um pouco mais de valia jurídica. Agora, esse caminho de um projeto de lei sobre temática já reconhecida como inconstitucional é absolutamente vazio”, disse.

Fonte:Sara Resende — Brasília/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/09/2023/08:28:09

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Senador revela a chegada de agentes internacionais para dentro da Amazônia

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) manifestou preocupação com a instalação do Centro de Cooperação Polícia Internacional em Manaus, com objetivo de combater crimes ambientais e narcotráfico na Amazônia. (Foto>Reprodução)

A unidade reunirá polícias de oito países da região amazônica, e será financiada pelo Brasil.

O senador questionou os motivos pelos quais apenas o governo brasileiro assumirá os custos dessa operação.

  “Deve-se considerar que, para ser eficiente, a operação será extremamente cara não apenas para mobilizar quadros qualificados, mas também porque precisará fazer uso de tecnologia sofisticada e avançada, o que significará gastos elevados.

Acresça-se a isso que, por definição, as ações desse centro se estenderão aos territórios das oito nações limítrofes, o que significará também frequentes investigações restritas a áreas fora da Faixa de Fronteira com o Brasil, inexistindo aí qualquer razão para que os custos sejam impostos somente ao Brasil”, declarou.

Plínio ressaltou que o centro também poderá receber policiais dos Estados Unidos e Europa.

Ele alertou que a criação de uma estrutura de caráter multinacional representa a introdução de agentes de outros países em território nacional, o que pode representar uma interferência e colocar em risco a segurança nacional.

“Na origem disso tudo, está uma negociação internacional. Embora a criação do centro se inspire na ação da polícia brasileira e em eventos esportivos realizados no país, como a Copa do Mundo e a Olimpíada, a decisão de implementá-lo decorre de compromissos firmados com países que participaram da Cúpula da Amazônia, em Belém.

    É bom um convênio internacional, mas eles virão para dentro da Amazônia, vão morar aqui dentro, com poder de polícia dado por nós. Se isso não for interferência, não sei mais o que será. Não estou me opondo ás relações institucionais. Estou me opondo a essa carta branca que é dada”, alertou.

Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso com informações da Agência Senado/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/09/2023/07:20:00

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Jovem de 21 anos que trabalhava em obra morre após muro cair

Rubiel Silva Lima, morava no bairro da Fazendinha, na Zona Sul da capital — (Foto: Reprodução)  –

Rubiel Silva Lima, de 21 anos, morreu neste sábado (23) após um muro cair sobre ele na Rua do Trilho, na Rodovia Duca Serra, na Zona Oeste de Macapá. Nas redes sociais, amigos da vítima lamentaram o ocorrido e disseram que ele estava rebocando um muro no momento do fato.

O Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes) informou que equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e confirmaram o óbito no local.
A Polícia Científica foi acionada para fazer a perícia e a remoção do corpo.
A Polícia Civil vai investigar as causas do desabamento.
macapa

Fonte: /1 Amapá/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/09/2023/07:20:00

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Em Nova York, Helder Barbalho assume meta de desmatamento zero até 2025

Helder assumiu o compromisso de liderar o Estado na cruzada contra o desmatamento  – (Foto:Divulgação)

PRESERVAÇÃO DA AMAZÔNIA – Projeção para zerar o desmatamento ilegal no Pará até 2025 foi feita pelo governador Helder Barbalho durante evento nos Estados Unidos. Ele garantiu que todos os esforços estão sendo feitos.

Em Nova York, participando da Semana do Clima, o governador Helder Barbalho (MDB) reforçou o seu compromisso com a preservação da Amazônia e anunciou que projeta zerar o desmatamento ilegal no Pará até o ano de 2025.

A fala ocorreu em meio ao evento Casa Amazônia, realizado na manhã desta sexta (22), com painéis de discussão sobre a região para os interessados nos temas relacionados ao Pará, ocasião em que ele afirmou ainda que todos os esforços precisam ser em direção à valorização da floresta viva como sendo mais rentável em relação a atividades ligadas à derrubada de árvores.

“Quando falamos em legado ambiental da COP 30, eu entendo que somos capazes de chegar em 2025 com desmatamento ilegal zero no estado do Pará, porque é o caminho que nós estamos traçando”, justificou o chefe do Executivo estadual.

Helder explicou que, atualmente, dez hectares de floresta deitada na região da Transamazônica, transformada para a produção agrícola, valem 90% a mais do que o mesmo território em floresta em pé, e que enquanto houver esse disparate, o Estado continuará agindo coercitivamente.

“E vamos fazer um chamamento, dizendo para o agricultor familiar que ele vai receber recursos financeiros para preservar a floresta em um valor três vezes maior do que ele recebe fazendo lavoura. Aí sim eu começo a conversar no patamar de financiamento”, detalhou.

Ao destacar o trabalho do governo estadual para a estruturação de um sistema para o mercado voluntário de créditos de carbono no Pará, o governador falou sobre a diferença de perspectivas sobre o assunto entre os países ricos e os que estão em desenvolvimento.

“Vejo muita gente falando no mercado de carbono, mas na perspectiva dos países do Norte global, que é o de gerar créditos por mudança de matriz econômica reduzindo emissões e não discutindo o assunto a partir da contribuição que a floresta pode ofertar na captura de carbono. Nós precisamos colocar isso na agenda sob pena de, mais uma vez, o nosso papel nesta solução seja de somente preservar, e não o de participar do processo de transição para uma economia financiada com base na floresta viva”, defendeu.

CARBONO

Mais cedo, Helder reuniu-se com a diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Inger Andersen, para tratar sobre um acordo de cooperação técnica para fortalecer as políticas ambientais do Pará. Na pauta, estratégias para a 30ª edição da Conferência das Partes (COP 30), que será sediada em Belém no ano de 2025, além do desenvolvimento do sistema jurisdicional para o mercado de créditos de carbono no Pará, o chamado sistema de Redução de Emissões de gases de efeito estufa provenientes do Desmatamento e da Degradação florestal (Redd), com foco no protagonismo do estado nesse tema.

No mercado de carbono, o objetivo é, com o apoio da ONU, gerar créditos de alta integridade socioambiental no Pará, por meio de um sistema que já está em construção, com a participação ativa de Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais (PIQCTs), em um trabalho conduzido pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), com o apoio de entidades do terceiro setor.

A agenda foi intermediada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), que vem colaborando com o Pará no desenvolvimento das políticas e programas ambientais no âmbito do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA).

O governador fez um convite para que Inger Andersen venha a Belém para a assinatura do acordo, o que poderá ocorrer até o final deste ano, consolidando o alinhamento do Estado do Pará com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UFCCC, em inglês).

Fonte: GoPA  e DOL/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/09/2023/07:20:00

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Contrabando de ouro da Amazônia foi descoberto com apreensão em Manaus

Operações da Polícia Federal apreenderam e bloquearam quase R$ 6 bilhões de suspeitos de enviar ouro para Europa e EUA – (Foto:Divulgação)
A operação Emboabas da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira (20) em Manaus, desmantelou uma série de operações ilegais de mineração.
Além disso, o objetivo principal da ação era de interromper o contrabando de ouro para Europa e Estados Unidos.
Segundo informações da PF, o valor total dos bens apreendidos ultrapassa a marca dos 5,7 bilhões de reais.
Entre os presos, está o brasileiro Brubeyk Nascimento. Outro alvo das operações foi Werner Rydl, milionário austríaco naturalizado brasileiro, acusado de fornecer o ouro para contrabando. No entanto, Rydl não foi preso, sendo alvo apenas de mandado de busca e apreensão.pf garimpo am

As investigações começaram em janeiro de 2020, após a apreensão de 35kg de ouro no aeroporto de Manaus.

Na época, dois norte-americanos, Frank Giannuzzi e Steven Bellino, juntamente com Nascimento, tentavam embarcar para Nova York com o ouro. O metal, alegaram, era resultado de joias derretidas e respaldado por documentos fraudulentos para garantir sua origem.
A perícia da Polícia Federal, porém, identificou que a origem real do ouro era proveniente de garimpo ilegal, especificamente da região do Tapajós, no Pará.
De acordo com a PF, a rede criminosa adquiria o ouro de terras indígenas e leitos de rios por meio do uso de dragas, e utilizando fraudes, declarava que o ouro era fruto de minerações legalmente constituídas.
Com o fim das operações, a PF afirma que continuará a investigar os envolvidos e desmontar redes criminosas associadas.
As informações recolhidas servirão para a realização de novas operações e possíveis prisões, reafirmando o compromisso da PF em interromper a mineração e contrabando de ouro ilegais.

Continua….

Polícia Federal investiga e toma medidas DRÁSTICAS contra o tráfico de ouro na região Amazônica

Prisão de Brubeyk do Nascimento: A nova face do garimpo ilegal -(Imagem: Instituto Brasileiro de Segurança Pública)
Prisão de Brubeyk do Nascimento: A nova face do garimpo ilegal -(Imagem: Instituto Brasileiro de Segurança Pública)

No último dia 20, uma operação conjunta entre a Polícia Federal e a Receita Federal resultou na prisão de Brubeyk do Nascimento, um personagem-chave no esquema de extração e exportação ilegal de ouro proveniente de garimpos ilícitos nas terras indígenas no Brasil.

As investigações iniciaram em 2020, quando Nascimento foi preso no aeroporto internacional de Manaus, tentando embarcar uma carga de ouro com destino aos Estados Unidos. Esse ouro, segundo as autoridades, vinha de garimpos ilegais situados em território indígena.
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Brubeyk do Nascimento. Imagem: g1

Quem é Brubeyk do Nascimento?

Brubeyk do Nascimento, engenheiro mecânico de origem goiana, era até então uma figura desconhecida para o grande público. No entanto, para a Polícia Federal, seu nome figurava nos registros desde a prisão em 2020, quando tentava transportar 35 quilos de ouro de origem suspeita para os Estados Unidos, ao lado dos norte-americanos Frank Gianuzzi e Steven Bellino.

De acordo com a perícia da PF, a origem do minério era o garimpo ilegal da região de Tapajós, no Pará. As investigações revelaram que Nascimento era membro de uma organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro e na exportação ilícita de ouro extraído ilegalmente de reservas indígenas e unidades de conservação federal.
O elo com Werner Rydl

Ao longo das investigações, surgiu a conexão entre Nascimento e o bilionário austro-brasileiro Werner Rydl. Rydl, que foi alvo de um mandado de busca e apreensão, mas não detido, é acusado de intermediar a remessa do ouro dos garimpos ilegais na Amazônia para a Europa. Segundo as autoridades, Rydl possui mais de R$ 20 bilhões em barras de ouro escondidas em um paraíso fiscal criado por ele para burlar as autoridades.

As ações de Nascimento e Rydl fazem parte de um esquema ilegal que, segundo a PF, movimentou cerca de R$ 5,7 bilhões nos últimos anos, com a exportação de ouro extraído ilegalmente da Terra Yanomami, nos estados de Amazonas e Roraima, e na Venezuela, para a Europa e Estados Unidos.
Desdobramentos da investigação da polícia

Nas ações conjuntas, denominadas operações Emboaba, Lupi e Eldorado, foram cumpridos 20 mandados de prisão preventiva e 61 de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares, em cidades como Manaus, Anápolis, Uberlândia, entre outras. Foi deferida ainda a ordem de sequestro de bens no montante total de mais de R$ 5,7 bilhões.

Segundo a PF, tanto Nascimento quanto Rydl responderão pelos crimes de usurpação de bens da União, organização criminosa, lavagem de dinheiro, extração ilegal do ouro, contrabando, falsidade ideológica, receptação qualificada e outros tipos penais.

 

Fonte: Extra Classe e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/09/2023/07:20:00

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