Amazônia tem 6º mês seguido de queda no desmatamento; PA continua sendo estado que mais devastou, aponta Imazon

Foto aérea mostra uma área desmatada durante uma operação de combate ao desmatamento perto de Uruara, Estado do Pará, em 21 de janeiro de 2023. — Foto: Reprodução/Reuters

Estado é responsável por 30% de toda a área devastada na região nos nove meses de 2023. Pesquisadores apontam avanço do desmatamento na metade norte do estado, além da fragilidade nas áreas de conservação e assentamentos.

A Amazônia registra o sexto mês consecutivo de redução de desmatamento. O Pará se manteve como o estado da região que mais desmatou, sendo responsável por quase 30% da floresta derrubada nos últimos nove meses. O estado no entanto teve a segunda maior redução no desmate.

Os dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgados nesta sexta-feira (20), apontam que o acumulado dos primeiros nove meses de 2023 fechou com área de floresta derrubada quase três vezes menor do que no mesmo período do ano anterior.

Em 2022, foram 9.069 km² de destruição. Já este ano foram 3.516 km². O Imazon indica que esta foi a menor destruição entre janeiro e setembro dos últimos cinco anos, desde 2018.

As florestas devastadas nos três primeiros trimestres de 2023 chegaram a quase 1.300 campos de futebol por dia, estando acima do registrado em alguns anos anteriores a 2017.

Segundo o Imazon, há 10 anos, em 2013, o acumulado de janeiro a setembro foi de 1.008 km², mais de três vezes menor do que o registrado neste ano – o que equivale a 370 campos de futebol por dia de derrubadas.

O pesquisador do Imazon Carlos Souza Jr afirma que “a série histórica do desmatamento mostra que a queda é expressiva, mas que ainda precisa ser maior para conseguirmos controlar a perda de floresta na Amazônia”.

“Estamos vendo o quanto a seca está afetando as populações do Amazonas agora e o quão importante é manter o ambiente e o clima equilibrados”.

Apenas no último mês de setembro, a Amazônia perdeu 546 km² de floresta, obtendo redução de 52% em relação ao mesmo mês de 2022, quando o desmatamento somou 1.126 km².

No entanto, 2023 registrou o 5º maior desmatamento em setembro dos últimos 15 anos, desde 2008.

Pará lidera desmatamento

Entre os estados que conseguiram reduzir o desmatamento na Amazônia, o Pará teve a segunda maior redução. No entanto, se manteve como o que mais devastou na Amazônia nos nove meses de 2023. Foram 1.000 km², representando 29% de toda a área devastada na região, conforme aponta o Imazon.

Nos primeiros três trimestres de 2022, foram destruídos 3.161 km², 68% a menos do que neste ano.

O estado possui:

7 dos dez municípios mais críticos para o desmatamento;
8 das dez assentamentos desmatados; o topo do ranking é um assentamento no Pará;
a unidade de conservação mais desmatada é no Pará: TI Apyterewa (PA)

O maior desmatamento registrado no Pará foi em setembro – 257 km² – principalmente na metade norte do estado. Municípios da região do Baixo Amazonas, como Almeirim e Prainha, apareceram pela primeira vez no ano no ranking dos 10 que mais destruíram a floresta amazônica.

Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon, explica que “o paraense já é uma área de desmatamento consolidado, então estamos vendo a destruição subir em direção às florestas mais ao norte”.

Outro problema que persiste no Pará é o avanço da derrubada dentro de áreas protegidas.

Em setembro, das 20 unidades de conservação e terras indígenas mais desmatadas da Amazônia, nove ficam no estado.

A destruição também tem avançado nos assentamentos paraenses, segundo os dados. Dos 10 mais devastados em setembro, oito ficam no Pará.

Veja alguns dados do estudo do Imazon:

Municípios críticos para o desmatamento na Amazônia:

Colniza (MT)
Portel (PA)
Moju (PA)
São Félix do Xingu (PA)
Almeirim (PA)
Senador José Porfírio (PA)
Uruará (PA)
Prainha (PA)
Boca do Acre (AM)
Feijó (AC)

Assentamentos com maiores índices de desmatamento:

PA Cidapar 1ª Parte (PA)
PA Corta Corda (PA)
PA Rio Juma (AM)
PDS Serra Azul (PA)
PDS Itatá (PA)
PDS Renascer II (PA)
PAE Antimary (AM)
PA Moju I e II (PA)
PDS Ademir Fredericce (PA)
PA Tuere (PA)

Unidades de conservação mais desmatadas

TI Apyterewa (PA)
TI Cachoeira Seca (PA)
TI Yanomami (AM/RR)
TI Waimiri Atroari (AM/RR)
TI Igarapé Lage (RO)
TI Trincheira/Bacajá (PA)
TI Karipuna (RO)
TI Sete de Setembro (RO/MT)
TI Andirá-Marau (AM/PA)
TI Waiápi (AP)

Proporção de desmatamento e degradação por estado (km²) em setembro de 2023:

Pará – 47%
Mato Grosso – 14%
Amazonas – 13%
Acre – 10%
Rondônia – 5%
Maranhão – 4%
Roraima – 4%
Amapá – 2%
Tocantins – 1%

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2023/16:48:04

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Manifesto demanda participação popular na Ferrogrão e outras obras de logística na Amazônia

BR-163, uma das grandes obras na Amazônia, foi alvo de protesto do povo Kayapó em 2020 por direito de consulta – (Foto:Fernando Sousa/Instituto Kabu).

Movimentos querem mais transparência em estradas, ferrovias e hidrovias que priorizam agro e mineração no Pará

Movimentos sociais e populares da Amazônia publicaram nesta quarta-feira (18) a “Declaração de Santarém”, documento que denuncia impactos socioambientais e a falta de participação popular nas obras federais do chamado Corredor Logístico Tapajós-Xingu, no Pará.

Os empreendimentos, vitais para o avanço do agronegócio e mineração, incluem a Ferrogrão e a reconstrução da BR-163 (Cuiabá-Santarém), além de hidrovias e portos graneleiros em Santarém (PA).

A “Declaração de Santarém”, assinada também por organizações não governamentais (ONGs) da área socioambiental, diz que essas pressões “refletem a omissão do Estado” diante dos “interesses de grupos privados” e correspondem a “políticas desenvolvimentistas equivocadas”.

:: Ferrogrão afetará pelo menos 6 terras indígenas, 17 unidades de conservação e 3 povos isolados ::

Segundo as quase 70 organizações que assinam o manifesto, o mero anúncio das obras tem “agravado pressões sobre os territórios como a grilagem de terras públicas, a especulação fundiária, a extração ilegal de madeira, o desmatamento e queimadas ilegais, a poluição das águas que abastecem populações e ameaças a lideranças que atuam na defesa dos direitos humanos e os direitos da natureza”.

Entre os signatários do manifesto estão a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Federação das Associações de Moradores e Organizações Comunitárias de Santarém e Greenpeace, além do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento de Atingidos por Barragens (MAB) e outros.

Ferrogrão segue no PPI do governo federal

O Corredor Logístico Tapajós-Xingu é um projeto que integra grandes projetos de logística de transporte, como a pavimentação da BR-163, hidrovias e terminais de carga no médio e baixo Tapajós e a proposta de construção da Ferrogrão, EF-170.

O projeto é voltado principalmente para interesses de grandes empresas e financiadores do agronegócio e faz parte de um projeto maior chamado “Arco Norte”, que inclui corredores de exportação de commodities nas bacias dos rios Madeira e Tocantins, na Amazônia.

A Ferrogrão é um megaprojeto de ferrovia com quase mil quilômetros que atravessará o centro do país, cortando áreas de proteção ambiental e a territórios indígenas, inclusive com presença de grupos isolados.

Os movimentos lembram que a Ferrogrão – proposta por corporações como Amaggi, ADM, Bunge, Cargill e Dreyfus – foi mantida pelo governo Lula (PT) no Programa de Parceria de Investimentos (PPI), embora “tenha inúmeras falhas de planejamento em termos de análise prévia de riscos socioambientais, viabilidade econômica e avaliação de alternativas”.

Democratizar o planejamento de infraestrutura

Para democratizar o planejamento da infraestrutura de transportes na Amazônia, a “Declaração de Santarém” propõe a revisão dos instrumentos de planejamento e processos de tomada de decisão, de forma a diminuir a influência dos grandes grupos econômicos e incluir as aspirações de comunidades indígenas, quilombolas e de agricultores familiares.

“Nesse sentido, é imprescindível que o novo Plano Nacional de Logística (PNL 2055) em processo de elaboração, seja mais transparente que os anteriores, incorpore a participação pública em suas várias etapas de elaboração e considere um cenário sem a inclusão de mega empreendimentos de altíssimo risco socioambiental para a Amazônia e outros biomas”, afirma o documento.

“As ações de fortalecimento da governança socioambiental e territorial são urgentes e necessárias, independentemente da existência de novos empreendimentos como a Ferrogrão. Tratam-se de direitos e, portanto, não negociamos ‘compensação’ por mega projetos destrutivos”, enfatizam as organizações.

 

Fonte:Brasil de Fato | Lábrea (AM) |  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/10/2023/09:11:50

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Chegou a hora de uma nova economia da floresta

Governador do Pará afirma que o governo do Pará está desenvolvendo um projeto de restauração da floresta com potencial de regenerar 7,41 milhões de hectares até 2035; na imagem, vista aérea da Floresta Amazônica

Modelo econômico precisa ir além da produção sustentável e incluir infraestrutura, empregos verdes e crescimento de baixo carbono, escreve Helder Barbalho.

As discussões sobre mudanças climáticas pedem que se avance para além dos projetos unicamente voltados à conservação ambiental. O momento é de colocar em prática iniciativas que tenham as pessoas no centro do debate, sobretudo quem vive em regiões como a Amazônia.

O mundo precisa de florestas vivas e de criação de renda e bem-estar para a população. No Pará, a resposta é um ousado plano estadual de bioeconomia, que é o ponto de virada histórico na relação do homem com o seu meio na região amazônica, depois de séculos em que o modelo de desenvolvimento tinha a floresta como obstáculo a ser vencido.

Nesta semana, participo do encontro da iniciativa Hand-in-Hand, organizada pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), em Roma, na Itália. Trata-se de oportunidade única de discutir soluções a serem aplicadas na bioeconomia. A Hand-in-Hand apoia programas para transformar sistemas agroalimentares por meio da erradicação da pobreza, fome, subnutrição e da redução das desigualdades.

O Pará tem bons exemplos para compartilhar, a partir do esforço para criar essa nova matriz econômica com alguns dos mais valiosos ativos da floresta Amazônica: patrimônio natural e cultural, além de nossas riquíssimas biodiversidade e ancestralidade.

A bioeconomia é, acima de tudo, inclusiva. Com investimento em pesquisa e parcerias com comunidades, o Pará tornou o plano estadual desse segmento pioneiro como iniciativa de governos subnacionais na América Latina e tem avançado na indução da inovação e na produção de alimentos, biocosméticos, óleos, bebidas e outras cadeias. O programa Inova Socio Bio investiu na capacitação de extrativistas, quilombolas e indígenas, criando 6 pontos de inovação no Estado para bionegócios comunitários.

Como potencial, é possível produzir cerca de US$ 30 bi em produtos da bioeconomia no Estado até o ano de 2040 e outros US$ 120 bi com a exportação de bioprodutos florestais. Atualmente, só a bioeconomia já cria um PIB de R$ 12 bi na Amazônia Legal, com um valor bruto de produção de cerca de R$ 15 bi na região. O total de empregos criados nesse setor está estimado em 347 mil, dos quais 84.000 são formais.

Em 2020, implementamos a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas e, por meio dela, estamos atuando a partir de um modelo de governança sofisticado, com metas claras e orçamento definido para as ações.

O trabalho realizado no Pará alcançou um espaço de reconhecimento público por parte de líderes no Brasil e no exterior. O resultado é que, em 2025, nossa capital, Belém, sediará a COP 30 (30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).

Em agosto, recebemos 8 líderes para a Cúpula dos Países Amazônicos, que contou ainda com a participação especial de chefes de Estado de países de grandes florestas tropicais (Congo e Indonésia).

Na foto, os 8 representantes dos países amazônicos, da esquerda para a direita: Gustavo Manrique, chanceler do Equador; Mark Anthony Phillips, premiê da Guiana; Gustavo Petro, presidente da Colômbia; Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil; Luis Arce, presidente da Bolívia; Dina Boluarte, presidente do Peru; Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela; e Albert Ramdim, chanceler do Suriname
Na foto, os 8 representantes dos países amazônicos, da esquerda para a direita: Gustavo Manrique, chanceler do Equador; Mark Anthony Phillips, premiê da Guiana; Gustavo Petro, presidente da Colômbia; Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil; Luis Arce, presidente da Bolívia; Dina Boluarte, presidente do Peru; Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela; e Albert Ramdim, chanceler do Suriname

Na mesma ocasião, a capital foi palco dos ‘Diálogos Amazônicos’, que deu oportunidade e espaço para que a sociedade civil discutisse as necessidades das várias Amazônias. Ao todo, tivemos a participação de mais de 27.000 pessoas.

Nos últimos 4 anos, fizemos um esforço inédito para reduzir o desmatamento, regularizar propriedade das terras e criar alternativas de renda às populações. O Pará tem 75,93% do território coberto por vegetação nativa e os dados mostram que a curva do desmatamento está em queda. Em julho, agosto e setembro de 2023, fechamos o melhor trimestre do ano em redução de áreas com alertas de desmatamento, com a redução de 56% dos alertas em relação ao mesmo período de 2022.

Pensando no futuro, estamos desenvolvendo ações de restauração florestal. Até 2030, temos como meta regenerar 5,65 milhões de hectares de floresta –equivalente a 10 vezes a área do Distrito Federal. Até 2035, terão sido 7,41 milhões de hectares regenerados, se tivermos apoio do setor privado.

A nova economia da floresta vai além da produção sustentável e da resiliência climática, mas contempla infraestrutura, criação de empregos verdes e potencial de crescimento de baixo carbono. Estamos certos de que esse desafio requer ações concretas a curto, médio e longo prazo, assim como temos certeza de que os resultados das ações garantirão um futuro melhor e mais viável para as próximas gerações.

 

Fonte: Helder Barbalho e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/10/2023/15:03:59

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A tecnologia que é a aposta do Brasil para combater o garimpo ilegal

(Phawat/Shutterstock.com/Foto:Reprodução) – Entre as questões ambientais que têm desafiado o governo federal, os problemas relacionados à cadeia do ouro estão entre os que mais preocupam.

Desde o início do ano, o país tem debatido medidas para frear o cometimento de crimes na região amazônica, além das ações policiais e humanitárias.

Em paralelo, o Executivo decidiu enviar um projeto de lei para o Congresso que busca regulamentar o setor. Na próxima semana, entre os dias 16 e 18, ocorrerá o Simpósio do Ouro, em Belém do Pará, que irá debater diferentes aspectos da cadeia do ouro.

No evento, a Casa da Moeda deve apresentar uma tecnologia nacional que pode ser um dos ativos do Brasil para a COP 30: a rastreabilidade física e digital, que tem potencial para combater o garimpo ilegal e o desmatamento.

Diretor de inovação e mercado da Casa da Moeda, Leonardo Abdias afirma que a implementação da rastreabilidade com controle estatal pode ser um passo decisivo para frear garimpeiros invasores, proteger terras indígenas, áreas de preservação, auxiliar na redução da contaminação dos rios da bacia amazônica, além de agregar benefícios econômicos, como aumento da arrecadação.

Segundo Abdias, com a expectativa de ações concretas na COP 30, a adoção de medidas comprovadamente eficazes contra o comércio ilegal de ouro é uma demonstração dos esforços empregados pelo país em mitigar aspectos que contribuem para a crise climática e o desmatamento.

Leonardo Abdias (./Reprodução)

O senhor é engenheiro de carreira da Casa da Moeda e assumiu neste ano a diretoria de inovação e mercado, após ter liderado setores da empresa como o departamento de tecnologia, comercial e inovação. O que podemos esperar da gestão do senhor?

Leonardo Abdias – A Casa da Moeda é uma empresa inovadora, lucrativa e vem demonstrando isso ao longo dos anos. Temos um potencial enorme de atuação e crescimento, indo muito além da cunhagem de cédulas e produção de moedas e passaportes, que fazemos com êxito há 329 anos.

Somos a segunda empresa mais antiga do Brasil e estamos em um processo contínuo de inovação que nos credencia a auxiliar o governo em seus desafios, como o aumento da arrecadação e a rastreabilidade segura para coibir a sonegação e o mercado ilegal.

Temos ferramenta e estrutura para isso por meio dos selos fiscais inteligentes. É uma meta de valor da atual gestão consolidar a atuação da Casa da Moeda como braço do Estado no combate aos crimes de falsificação, pirataria e sonegação em setores sensíveis para a sociedade e para a economia.

Como a empresa pode auxiliar o governo em relação às atuais prioridades e desafios da terceira gestão Lula?

Leonardo Abdias – Sabemos que algumas das principais preocupações atuais do governo são as questões ambientais e econômicas.

E duas das expertises da Casa da Moeda são a emissão de selos fiscais inteligentes e a rastreabilidade segura, que definitivamente podem contribuir com uma fiscalização mais eficaz e com o aumento da arrecadação. Essa tecnologia já é aplicada ao setor de tabaco e conseguimos ter um controle censitário sobre toda a produção de cigarros no Brasil.

Dessa forma, alimentamos os sistemas da Receita Federal em tempo real, o que possibilita a checagem do que foi produzido, vendido, o estoque e quanto foi declarado.

Um sistema similar operou durante um tempo no setor de bebidas, gerou aumento da arrecadação e coibiu a sonegação. Outro ponto importante é a garantia de segurança estatal da sistemática, já que o controle é totalmente feito pelo Estado.

Além dos setores de cigarro e bebida, podemos implementar a tecnologia da rastreabilidade segura física e digital na cadeia do ouro. Em dois anos o Brasil sediará a COP 30 sob muita expectativa por ações concretas, principalmente de combate ao desmatamento e ao comércio ilegal do ouro. A tecnologia da Casa da Moeda vai nessa direção com uma alternativa comprovadamente eficaz e que pode mitigar aspectos que contribuem para a crise climática e o desmatamento, demonstrando todo o esforço do país.

Qual é o impacto que a rastreabilidade segura pode trazer para a cadeia do ouro?

Leonardo Abdias – A tecnologia da Casa da Moeda foi desenvolvida por mais de três anos e está pronta para ser aplicada em larga escala. O processo acompanha toda a cadeia do ouro, desde a extração das pepitas, e implementa um selo fiscal inteligente no momento da transformação do ouro em barra ou lingote. Todo processo é acompanhado com geolocalizações e gera certificados digitais emitidos com blockchain da Casa da Moeda, impossibilitando que o ouro extraído ou reciclado de forma ilegal seja legalizado.

Temos a capacidade de ter a dimensão total da cadeia, protegendo as reservas ambientais e inibindo a atuação de criminosos. Com o controle do setor feito pelo Estado, será possível auxiliar na preservação de áreas protegidas e no combate ao desmatamento, pois todo o ouro extraído no país será fiscalizado e saberemos a geolocalização de onde foi encontrado. O selo da Casa da Moeda possibilita as autoridades exercer a fiscalização de forma mais estratégica.

A tecnologia já é utilizada na Suíça e na Indonésia, portanto não se trata de um experimento. No Brasil, é claro, foram realizadas as customizações necessárias para adaptar a sistemática à realidade brasileira, mas é importante ressaltar que a tecnologia admite o acoplamento e integração de outras que venham a ser desenvolvidas por outros setores do Estado brasileiro, que sabemos já possuem estudos avançados no tema. O nosso objetivo é integrar as várias forças do Estado no mesmo objetivo, porque acreditamos que o combate ao garimpo ilegal e ao mercado do ouro ilegal só será possível com uma grande aliança e atuação ostensiva do Estado brasileiro. Estamos prontos para participar dessa missão.

O que precisa ser feito para implementar o sistema na cadeia do ouro?

Leonardo Abdias – A sistemática está pronta para ser implementada a partir do momento que a legislação brasileira atribuir à Casa da Moeda esse dever. Nós já detemos a exclusividade legal dos selos fiscais na nossa lei de criação. Isso significa que selos fiscais no Brasil só podem ser feitos pela Casa da Moeda. Mas é necessário que conste em lei que a cadeia do ouro terá rastreabilidade física e digital, pois somente a norma pode criar a obrigação para todos os participantes da cadeia do ouro.

Atualmente, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei 3.025/2023. É um projeto importante para o país. Entre as medidas, o texto elimina a presunção de boa-fé na comprovação da origem do metal e torna obrigatória a emissão de nota fiscal eletrônica nas operações de compra e venda, mas esperamos que o projeto enfrente de maneira mais efetiva a questão do controle e rastreabilidade da cadeia do ouro e contemple a rastreabilidade segura em suas formas física e digital. Há outros projetos em tramitação no Congresso que abordam a questão. O ideal é que o texto final contemple as questões que são absolutamente necessárias para o enfrentamento do problema do ouro ilegal.

O senhor citou que a Casa da Moeda atualmente opera a rastreabilidade no setor de cigarros. Em quais setores é possível implementar a tecnologia da Casa da Moeda?

Leonardo Abdias – Atualmente a Casa da Moeda opera o sistema de controle de rastreabilidade de cigarros.

Mas a sistemática de rastreabilidade segura da Casa da Moeda, com controle pelo Estado, pode ser aplicada aos setores de bebidas – realizado até 2016 pela CMB –, combustíveis, medicamentos e todos os produtos que o Estado pretenda certificar e controlar, seja por motivos de alto índice de falsificação, sonegação, saúde pública, produtos estratégicos para o Estado brasileiro. Enfim, onde houver interesse Estatal de controle e rastreabilidade.

Como disse anteriormente, nossa missão é ser o braço do Estado brasileiro no combate à ilegalidade e na construção de um país onde haja segurança de consumo para os cidadãos e um ambiente concorrencial seguro para os investidores.

Fonte: veja.abril e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2023/14:16:08

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Operação Calçoene – ASTROS fecham a Foz do Amazonas

(Foto:Reprodução) – Considerada a porta de entrada para a Amazônia, a Foz do Rio Amazonas, litoral norte do País, no Estado do Amapá, é uma área estratégica para a política de segurança nacional.

Neste contexto, o Comando Militar do Norte (CMN) realizou a Operação Calçoene, simulando a defesa do litoral brasileiro.

No período entre 11 e 15 de setembro, o município amapaense de Calçoene, recebeu cerca de 1.000 militares e mais de 70 viaturas que se instalaram e movimentaram a cidade, simulando uma ocupação. Junto às tropas estava uma bateria do 6º Grupo de Mísseis e Foguetes (6º GMF), o “Grupo José Bonifácio e Presidente Ernesto Geisel”, equipado com duas viaturas blindadas de combate lançador múltiplo de foguetes (VBC LM Fgt) 6X6 ASTROS II MK3M, cuja função era a bloquear a entrada de embarcações hostis no Rio Amazonas.

“Nós sabemos da cobiça que a Amazônia provoca em todo o mundo e se preocupar com táticas e operações voltadas para a defesa da foz do Rio Amazonas é fundamental para a nossa soberania”, destacou o comandante do COTER, general-de-exército Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira.

A atividade foi coordenada pelo Centro de Operações Terrestres (COTER) e marcada pela interoperabilidade entre as Forças, contando com a participação do Ministério da Defesa (MD), Marinha do Brasil (MB), Força Aérea Brasileira (FAB) e 25 unidades do Exército Brasileiro (EB).

A Força Tarefa de Capacidades Estratégicas para Operações de Convergência (FT CEOC) é um novo conceito de trabalho do EB e estava presente na Operação Calçoene. Dentre as capacidades aplicadas para realizar a experimentação doutrinária em defesa do litoral estavam operações especiais, guerra cibernética e eletrônica, comando e controle, meios antiaéreos e de mísseis e foguetes, inteligência, aviação, manobra e logística.

“Esta é a nossa segunda experiência de Experimentação Doutrinária. A FT CEOC possibilita atuar nas fases anteriores ao combate e permite modelar ambientes operacionais tanto no período de paz, no período de crise e no período de combate. Podemos contribuir para a degradação do poder de combate do inimigo a partir do momento que nós desdobraríamos nossas capacidades antes de propriamente o primeiro corpo de Exército ocupar a posição defensiva”, explicou o general-de-brigada Andrelucio Ricardo Couto, comandante de operações especiais (C Op Esp).

“Esta atividade contribuirá para o adestramento operacional da Força Terrestre, com o emprego de meios que agregam capacidades importantes no combate para atuar na defesa do litoral em ambiente multidomínio, além de possibilitar as discussões doutrinárias conjuntas e nivelar conhecimento entre as Forças, obtendo ganhos mútuos para o adestramento militar”, completou.

O 6º GMF, apoiado pelo Centro de Logística de Mísseis e Foguetes (C Log Msl Fgt), saiu de Formosa (GO) no dia 22 de agosto, percorrendo cerca de 2.000 km, por rodovias, até a cidade de Belém (PA).

De lá embarcou em balsa fluvial do 8° Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC) em direção à Macapá (AP), finalizando a fase de concentração estratégica.

No dia 10 de setembro iniciaram as atividades no contexto da operação de defesa do litoral, onde se deslocou para Calçoene, em uma marcha de 370 km. Isso demonstrou, mais uma vez, a versatilidade dos ASTROS II se fazerem presentes em qualquer parte do território nacional.

Fonte:  g1 Pará / TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2023/09:49:34

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SANTARÉM- Vídeo mostra chegada de namorada com outro homem na casa do Vereador Aguinaldo Promissória; assista

Vídeo mostra chegada de Isabela (NAMORADA) com outro homem na casa de Aguinaldo Promissória; assista

Vídeo mostra Agnaldo, Isabela e o amigo dialogando minutos antes da tragédia

Leia mais:Vereador Aguinaldo Promissória é encontrado morto em Santarém- Vídeo; Imagem Forte

*Preso em Altamira homem que estava hospedado na casa de Aguinaldo Promissória

*Suplente de Aguinaldo Promissória toma posse na Câmara Municipal de Santarém

*VÍDEO-Delegado que investiga a morte do vereador Aguinaldo Promissória, fala sobre o caso

*Santarém – Em depoimento para polícia, namorada nega ter matado o Vereador Aguinaldo Promissória; policia aguarda laudos

Um vídeo obtido pelo JC mostra o exato momento em que Isabela Ataíde chega à casa do empresário e vereador Aguinaldo Promissória, na avenida Anysio Chaves, bairro Aeroporto Velho, em Santarém (PA), onde o parlamentar foi encontrado morto na madrugada dia 25 com um tiro de pistola na cabeça.

Vídeo mostra Agnaldo, Isabela e o amigo dialogando minutos antes da tragédia
Vídeo mostra Agnaldo, Isabela e o amigo dialogando minutos antes da tragédia

Vídeo mostra Agnaldo, Isabela e o amigo dialogando minutos antes da tragédia
Vídeo mostra Agnaldo, Isabela e o amigo dialogando minutos antes da tragédia

As imagens são de uma das câmeras do circuito interno de segurança da residência.

Isabela, namorada de Aguinaldo, chega em um Porsche branco do empresário – pouco depois das 23h. Ela é quem dirige o possante veículo. Com Isabela, no banco ao lado, está Enoch Aquino Oliveira Júnior, hóspede da casa, amigo do casal.

O carro entra na garagem, e logo em seguida, de bermuda, aparece à porta Aguinaldo, e entra.

No desenrolar dos acontecimentos, há uma aparente discussão entre Isabela e Aguinaldo. No final, o vereador entra na casa, e na garagem ficam conversando Isabela e Enock.

Enock Aquino Oliveira Júnior, 33 anos, foi preso no último dia 10, em Altamira (PA). Preso pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) dentro de um ônibus a caminho da cidade. Ele estava com dois mandados de prisão em aberto, ambos expedidos pela Justiça do Ceará (Comarca de Fortaleza), por pensão alimentícia.

Tiro acidental

Em postagem no seu Instagram, semana passada (dia 12), Isabela Ataíde revelou que Aguinaldo Promissória morreu por disparo acidental feito por ele mesmo na cabeça. “Por pressão psicológica” contra ela, escreveu nos stories da plataforma.

A família não acredita nessa versão. E acusa Isabela pela morte de Aguinaldo. O tiro que matou o parlamentar foi disparado por uma pistola Glock, automática, de propriedade dele.

As investigações sobre a morte do vereador, a cargo do delegado Fábio Amaral, continuam. O policial tem prazo de 30 dias para concluir o inquérito sobre o caso. (As informações são do portal Jeso Carneiro) –  (Vídeo abaixo)

https://youtu.be/CxnqXO1sbqM?t=2

A família não acredita na versão da namorada e quer justiça; uma manifestação aconteceu nesta segunda-feira,16 de outubro em Santarém. (veja abaixo)

aguinaldo

Assista o Vídeo

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2023/07:30:38

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Com 15 cidades em emergência e rios secos, AM registra morte de peixes, botos e outros animais; vídeo

Peixes morrem no Lago do Piranha em Manacapuru durante seca no Amazonas — Foto: Rede Amazônica

Cidades afetadas também enfrentam desabastecimento de alimentos e problemas de acesso a água potável.

Subiu para 15 o número de cidades em emergência por causa da seca no Amazonas. Com a estiagem deste ano, o estado registra morte de peixes, botos e outros animais (veja o vídeo, acima). O número de pessoas afetadas passa de 100 mil, nesta terça-feira (26), e pode chegar a 500 mil até o fim do ano.

Algumas cidades afetadas também enfrentam desabastecimento de alimentos e problemas de acesso a água potável.

o g1 lista abaixo casos de mortandade de animais registrados entre agosto e esta semana.

Vídeo mostra peixes mortos no Lago do Piranha em Manaquiri, no AM

https://youtu.be/q2JQgL7bW1o

Fonte:  G1AM/* Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/10/2023/07:30:38

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Seca histórica do rio Madeira: peixes precisam buscar ‘rota de fuga’ para sobreviver, aponta pesquisadora

Seca do rio Madeira 2023 — Foto: Thiago Frota / Rede Amazônica

Rio Madeira abriga 40% de todas as espécies de peixes da bacia amazônica. Níveis abaixo do normal podem dificultar o ciclo de vida da biodiversidade aquática.

A seca histórica do rio Madeira tem gerados consequências severas para a população: milhares de pessoas sem água, como exemplo. Já os peixes, que vivem no rio, precisam mudar seu ciclo e buscar “rotas de fuga” para sobreviver.

De acordo com a bióloga e doutora na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Carolina Dória, na bacia do Madeira existem áreas com diferentes profundidades. Por conta disso, os peixes tendem a procurar locais mais profundos no período de seca com o objetivo de manter o ciclo de vida.

O Rio Madeira abriga 40% de todas as espécies de peixes da bacia amazônica — são mais de 1,2 mil. Todos os rios de Rondônia, em algum momento, desaguam no Madeira. A manutenção da saúde desse rio é vital para a preservação de toda a bacia Amazônica.

A mudança de “rota”, durante o período da seca, pode causar a morte das espécies e dificultar a pesca local. De acordo com Carolina, quando a seca atinge níveis críticos, pode ocorrer a extinção das áreas mais profundas dos rios e os peixes ficam “encalhados”, como registrado em vários municípios do Amazonas nas últimas semanas.

Peixes morrem no Lago do Piranha em Manacapuru durante seca no Amazonas — Foto: Rede Amazônica
Peixes morrem no Lago do Piranha em Manacapuru durante seca no Amazonas — Foto: Rede Amazônica

Por que isso acontece?

Devido à falta de oxigênio nos igarapés e às altas temperaturas, muitas espécies aquáticas acabam morrendo.

As ondas de calor que afetam a região Norte do país durante este período podem elevar a temperatura da água. Conforme a pesquisadora, os peixes têm dificuldade em suportar temperaturas superiores a 30°C. Isso compromete a capacidade das espécies em regular a temperatura corporal e, consequentemente, afeta seus processos fisiológicos.

“Em período normais, a primeira camada da água tende a ser mais quente, mas no fundo do rio, ela fica mais fria. Porém com uma profundidade menor, a tendência é que todo o compartimento aquático fique superaquecida”, explica a bióloga.

De acordo com a professora, esses fenômenos comprometem também a captura dessas espécies, já que muitas não conseguem migrar para áreas com maior quantidade de água. As consequências disso são: escassez de peixes em algumas regiões e diminuição na quantidade de biomassa disponível para a pesca.

 

Fonte:Emily Costa, g1 RO /e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/10/2023/14:36:52

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ICMBio recebe 12 drones para monitorar florestas nacionais na Amazônia

Equipamentos serão usados na fiscalização no Pará, Amazonas e Rondônia

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, recebeu 12 drones que devem operar no monitoramento e fiscalização das florestas nacionais do bioma da Amazônia, nos estados do Pará, Amazonas e de Rondônia. São elas: Caxiuanã (PA), Altamira (PA), Iquiri (AM), Jacundá (RO), Mapiá-Inauini (AM), Urupadi (AM) e Mulata (PA).

Os equipamentos foram adquiridos pelo Projeto Gestão Florestal para Produção Sustentável, por meio de cooperação financeira entre o governo brasileiro e o Banco Alemão de Desenvolvimento-KfW, como parte da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável. O investimento para aquisição dos drones foi de R$ 400 mil.

Essas aeronaves não tripuladas serão operadas por servidores capacitados e deverão contribuir para fiscalização ambiental, prevenção e combate a incêndios e monitoramento de atividades como o manejo florestal sustentável, permitindo mais eficiência no controle dos usos dos territórios das unidades de conservação sob gestão do instituto.

Habitualmente, entre os principais problemas encontrados nessas áreas protegidas estão a abertura de novas áreas na mata para conversão de pastagem; caça e captura ilegal de animais silvestres; extrações irregulares de madeira e de minérios valorizados, como o ouro e a tantalita, aplicada na indústria eletrônica.
Os testes com os drones foram realizados na sexta-feira (6) na sede do instituto em Brasília.

Unidade de Conservação (UC) do Tapajós abrange os municípios de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso (Reprodução/ICMBio)
Unidade de Conservação (UC) do Tapajós abrange os municípios de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso (Reprodução/ICMBio)

Vantagens

Os drones já são adotados pelo ICMBio em atividades táticas e estratégicas. Entre elas, a fiscalização ambiental federal para identificação de desmatamentos florestais, verificação e certificação complementar às imagens de satélite, para averiguar reincidência de atividades em áreas já embargadas, identificação de novas áreas de garimpo, assim como visualizar pessoas não autorizadas e máquinas irregulares, a fim de evitar que circulem nessas áreas protegidas.

O ICMBio aponta que, além da identificação, os drones trazem segurança as equipes em campo, visualizando os locais antes da chegada dos fiscais; reduzem os custos operacionais e podem ser empregados a qualquer momento ou em qualquer local.

“Após a aquisição desses drones, as equipes de fiscalização passam a contar com um poder a mais que é o de inspecionar as áreas protegidas de forma remota, sem especificamente estar no local”, destaca o analista ambiental do ICMBio Pedro Carlos de Oliveira Junior, especialista em drones para uso civil e comercial.

Doze novos drones chegam para ajudar na proteção de Florestas Nacionais da Amazônia. Foto: ICMBio
Doze novos drones chegam para ajudar na proteção de Florestas Nacionais da Amazônia. Foto: ICMBio

Parceria

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio do ICMBio e do Serviço Florestal Brasileiro, opera a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável.

O projeto de gestão florestal em questão foca no uso sustentável das unidades de conservação, no bioma da Amazônia, e pretende viabilizar o manejo florestal como alternativa ao desmatamento que há décadas atinge esses territórios que devem ser protegidos.

No fim de setembro, o ICMBio recebeu 16 caminhonetes do tipo 4×4 para atender às florestas nacionais apoiadas pela mesma cooperação financeira do Banco Alemão de Desenvolvimento-KfW com o governo brasileiro, no montante de R$ 4,9 milhões.

As viaturas adquiridas pelo Projeto de Gestão Florestal para Produção Sustentável na Amazônia vão beneficiar as florestas Nacionais de Caxiuanã (PA), Crepori (PA), Itaituba I (PA), Humaitá (AM), Balata Tufari (AM), Iquiri (AM), Macauã/São Francisco (AC), Jacundá (RO), Bom Futuro (RO), Jamari (RO) e Aripuanã (AM).

Fonte: Por Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil – Brasília/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/10/2023/07:30:38

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Grupo criminoso é preso suspeito de torturar e estuprar adolescente de 13 anos no AM

Grupo foi preso em Itacoatiara, no interior do Amazonas, onde crime aconteceu. — Foto: Divulgação/PC-AM

Segundo a polícia, a adolescente foi vítima do chamado ‘tribunal do crime’, onde foi torturada e estuprada.

Seis integrantes de uma organização criminosa suspeitos de torturar e estuprar uma adolescente de 13 anos, foram presos no município de Itacoatiara, no interior do Amazonas, nesta terça-feira (10). Na ocasião, um adolescente de 17 anos também foi apreendido por envolvimento na ação criminosa.

De acordo com o delegado titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itacoatiara, Paulo Barros, o crime ocorreu no dia 6 de setembro deste ano. A vítima foi abordada por um dos suspeitos e ele a obrigou a entrar no carro onde estava, sob ameaça de morte. A adolescente foi vítima do chamado ‘tribunal do crime’, onde foi torturada e estuprada.

“A mãe da adolescente chegou a registrar o desaparecimento dela e, diante disso, iniciamos as diligências para encontrá-la. Na ocasião, ela foi resgatada pela equipe policial da DEP, os autores fugiram e conseguimos efetuar a prisão, em flagrante, apenas de uma mulher”, disse.

Conforme o delegado, a motivação do crime teria sido uma suposta desconfiança dos suspeitos perante à adolescente, que acreditavam que ela estaria repassando informações a um grupo criminoso rival ao deles.

Os presos responderão por cárcere privado, tortura, estupro de vulnerável e associação criminosa. Eles ficarão à disposição da Justiça.

O adolescente responderá por ato infracional análogo aos mesmos crimes e ficará à disposição do Juizado Infracional.

Operação Paz

Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Operação Paz iniciou no dia 1º de setembro, com o intuito de fortalecer o trabalho já desenvolvido pelo Governo do Amazonas na redução dos índices de mortes violentas intencionais. Além do Amazonas, a Operação Paz ocorre em outros 11 estados do país.

Fonte: G1AM/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/10/2023/07:30:38

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