Governo faz acordo com mineradoras para proteger extração de ouro

Ouro apreendido vale R$ 15 milhões, segundo a Polícia Federal (Foto: PF/Divulgação)
Ouro apreendido pela PF avaliado em R$ 15 milhões: plano para conter roubos

O governo federal assinou nesta sexta-feira (5), em Brasília, um acordo de cooperação técnica com mineradoras para criar um plano de segurança nos municípios onde há extração de ouro. A meta é prevenir roubos de cargas por quadrilhas organizadas e fortemente armadas, conhecidas como “novo cangaço”, além de preparar a população para casos de ataques.

A parceria foi firmada entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Segundo os representantes das duas partes, devem ser selecionados, inicialmente, cerca de 10 municípios entre as mais de 50 cidades onde a extração de ouro é mais intensa.

O ministro interino da Justiça, Ricardo Cappelli, destacou que o acordo é importante para dar segurança ao setor mineral do país, protegendo os investimentos e a economia brasileira.

“O setor representa boa parte da balança comercial brasileira e tem importância estratégica para a economia do país. E quando estabelecemos essas parcerias, estamos, do ponto de vista do Ministério da Justiça e Segurança Pública, auxiliando no desenvolvimento porque a segurança faz parte da questão do desenvolvimento”, destacou Cappelli.   

Segundo o Ibram, entre 2010 e 2019, foram registrados 11 assaltos a cargas de ouro no Brasil. O vice-presidente do Ibram, Fernando Azevedo e Silva, afirmou que buscou o ministério porque o setor entendeu que eram necessárias medidas do poder federal para combater a ação das quadrilhas.
Impacto

“A criminalidade violenta vem impactando as operações de empresas de mineração de ouro e de peças preciosas no país. A atratividade do ouro produzido em municípios do interior, com carência de recursos estatais para garantir a ordem pública, foi identificada como fator primordial de atos criminosos”, destacou Fernando, que foi ministro da Defesa do governo Bolsonaro.

O acordo firmado com as mineradoras faz parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas, justificou o diretor de Operações de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Romano Costa.

“Será realizado nessas cidades um planejamento integrado com as forças de segurança pública e com as empresas, de forma que a gente possa planejar e gerar simulados e prevenção no tocante a possibilidade de realização de ataques das organizações criminosas na modalidade de domínio de cidade, vulgarmente conhecido como novo cangaço”, destacou.

Fonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2024/08:04:26

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Comando Vermelho entra no ramo do garimpo e da madeira ilegal na Amazônia

A facção criminosa Comando Vermelho (CV) se estabeleceu como a principal operadora da rota do tráfico de drogas na Amazônia (Rota do Solimões) a partir de 2016, quando sua facção inimiga, o Primeiro Comando da Capital (PCC), dominou a rota do Paraguai. Após sete anos, a organização criminosa carioca aniquilou todos os seus rivais na região e hoje opera não só o transporte de cocaína, mas atua no garimpo de ouro e na comercialização de madeira ilegal.

Na semana do Natal, uma apreensão feita pelo Exército Brasileiro deu uma ideia da natureza das operações criminosas na região. Uma embarcação carregada com 750 kg de maconha tipo skank (mais forte que a média), avaliada em R$ 11,25 milhões, munições e combustível foi apreendida no rio Içá, na fronteira brasileira com a Colômbia e com o Peru. O rio é uma das portas de entrada da Rota do Solimões, que consiste no transporte de cocaína produzida em países andinos por rios e em aviões de pequeno porte pela Amazônia até o litoral brasileiro.

O estudo “Nexos de Crime-Drogas na Bacia Amazônica”, publicado em 2023 pelo UNODC, o escritório da ONU para o combate aos crimes e às drogas, mostra como narcotraficantes passaram a se envolver com mineração e extração de madeira. De acordo com o documento, “há evidências crescentes de traficantes de drogas financiando e fornecendo apoio logístico para atividades ilegais nas operações de mineração de ouro em toda a região, incluindo em territórios protegidos, expandindo-se para a exploração de madeireira ilegal e o tráfico de vida selvagem (incluindo plantas, insetos e animais)”.

Os pesquisadores da UNODC ainda apontam que as embarcações usadas para transportar madeira ou minerais são também rotineiramente carregadas com cocaína escondida em remessas destinadas a mercados estrangeiros. “Esses tipos de atividades ilícitas são frequentemente acompanhados por crimes convergentes, que vão desde suborno, extorsão, fraude e lavagem de dinheiro, a homicídio, agressão violenta, violência sexual e violência forçada”.

Para atuar nessas áreas os traficantes do sudeste se aliaram a quadrilhas locais. O Comando Vermelho atua principalmente no Estado do Amazonas e o Primeiro Comando da Capital tem operações em Roraima e Rondônia.

Segundo Tássio Franchi, historiador e especialista em fronteiras, o tráfico de drogas realmente deixou de ser único ilícito praticado pelo CV no Norte do país. “Na última década, essas facções criminosas descobriram o garimpo ilegal”, observa o pesquisador.

Franchi é coordenador do projeto de pesquisa acadêmica Defesa Nacional, Fronteiras e Migrações (PROCAD Defesa – MD/CAPES), financiado pelo Ministério da Defesa e que, há quatro anos, pesquisa os crimes transnacionais nas fronteiras do Brasil, dentre outros temas.

Ele explica ainda que a “taxa que se consegue lavando o ativo da cocaína com ouro é muito melhor do que qualquer outra atividade com que se lave o dinheiro”.

EUA, Canadá e Suíça são os maiores compradores de ouro amazônico

Brasil, Colômbia e Peru são os países que mais se destacam na produção de ouro na América do Sul, segundo o estudo “Soberania e crimes ambientais na Amazônia: uma oportunidade para o Brasil atuar como líder regional?”, de autoria de Franchi e publicado na revista Diálogos Soberania e Clima.

Juntos, eles responderam por 258,5 toneladas das cerca de 373 toneladas de ouro exportado pela região em 2020. Canadá, Suíça e Estados Unidos são os principais compradores, respondendo pela importação de, aproximadamente, 247 toneladas no mesmo ano. Já em 2022, eles foram responsáveis pela importação de 412,5 das 567,6 toneladas de ouro exportadas pelos países amazônicos, de acordo com dados das Nações Unidas (Comtrade 2020 e 2022).

Brechas na legislação fazem com que seja relativamente fácil legalizar e exportar ouro extraído ilegalmente de garimpos na Amazônia. Assim, ao operar na região, o CV e outras facções brasileiras descobriram que a comercialização do ouro facilita a lavagem de dinheiro do tráfico de cocaína.

Tássio Franchi afirma que o comércio ilegal de ouro é uma das formas mais simples de lavar o dinheiro do tráfico e que, inclusive, grupos criminosos de outros países se utilizam da mesma tática. Tanto garimpos legais quanto ilegais participam do esquema, pois não há um sistema robusto de rastreamento do metal precioso no país. O especialista explica que, em alguns casos, os traficantes de drogas chegaram a assumir o total controle de minas de ouro.

A rota da Solimões vem também crescendo de importância para o crime organizado por causa de um aumento mundial na demanda por cocaína, que teria ocorrido a partir da pandemia de Covid-19.

O crescimento no consumo e, portanto, na oferta de drogas, foi reportado pelo Relatório Mundial sobre Drogas de 2023, publicado pela Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC). Em 2021, o consumo de entorpecentes cresceu 23% em todo o mundo, na comparação com 2011, chegando a 296 milhões de pessoas. Em 2020, também segundo dados da UNODC, o aumento foi de 26% em relação aos dez anos anteriores.

O ano de 2020, viu um recorde histórico na produção mundial de cocaína, quando foram produzidas 1.982 toneladas, segundo o Relatório Global sobre a Cocaína de 2023, da UNODC. Franchi afirma que, apesar do crescimento constante nos últimos anos, “houve um aumento do consumo, principalmente após a pandemia. E onde há demanda, há oferta”, explica o especialista.

Rota do Solimões leva cocaína de países andinos para a Europa

Na Amazônia, o caminho para escoamento do ouro e da madeira ilegais, bem como de drogas, é o mesmo. A droga produzida em países como Peru e Colômbia são transportadas pelos rios amazônicos, no trajeto que ficou conhecido como Rota do Solimões. A outra saída seria a costa peruana, mas, para tanto, é preciso atravessar os Andes e enviar a droga pelo Oceano Pacífico.

Deste modo, a droga que sai desses países sul-americanos pelo com destino à Europa segue pelo Rio Solimões até Manaus ou até portos que ficam na Foz do rio Amazonas, como os de Macapá e Belém. De lá, a droga segue para o litoral do Nordeste e para o Sudeste. Uma parte da cocaína é destinada ao consumo de dentro do Brasil. Mas os maiores lucros dos traficantes são a exportação do entorpecente em larga escala por meio de navios para a Europa e para a África.

Como a Rota do Solimões é todo feita por meio dos rios que entremeiam a selva, é necessário que o trajeto seja realizado por pessoas experientes, com conhecimento da geografia e hidrografia locais. Ou ainda por meio de pilotos dispostos a pousar pequenas aeronaves em pistas clandestinas no meio da selva. A convergência de todos esses fatores fez com que o CV se aliasse a criminosos da região que se especializaram em garimpo e extração ilegal de madeira.

Frases do ano Gazeta do Povo

Não é possível que eles disseram isso. Confira a seleção com as melhores (ou piores) “pérolas” pesquisadas pela equipe da editoria de Ideias.

Fronteiras amplas dificultam apreensões e combate ao crime

A vigilância das áreas de fronteira da Amazônia é responsabilidade da Polícia Federal, das polícias militares e das Forças Armadas. O Exército atua com poder de polícia da linha de fronteira até 150 quilômetros adentro do território brasileiro. Na região amazônica a faixa fronteiriça com Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela e Guiana tem 9.762 quilômetros de extensão. A área patrulhada pelo Exército é de aproximadamente 800.000 km².

No ano de 2023, o Comando Militar da Amazônia, que atua nos Estados do Acre, do Amazonas, de Rondônia e de Roraima, apreendeu 1.644 kg de drogas e 25 toneladas de minérios de extração ilegal, um total de R$ 167 milhões.

No entanto, o isolamento de diversas comunidades ribeirinhas e o difícil acesso a áreas de fronteira, somados à permeabilidade da fronteira e a consequente ampliação da abrangência dos grupos criminosos, dificulta o combate a essas atividades e a seu rastro violento.

Como o Comando Vermelho foi parar na Amazônia?

O procurador do Ministério Público de São Paulo (MPSP) Marcio Sergio Christino afirma que o CV precisou migrar para a região norte do país quando o PCC dominou do tráfico da cocaína produzida na Bolívia, que entra no Brasil pela rota do para Paraguai a partir de 2016.

“Comprar a droga boliviana das mãos do PCC não era uma opção para o CV, que ficaria submetido à facção paulista caso isso acontecesse. Então, a opção foi se aliar aos produtores peruanos pela Rota do Solimões, no norte do país”, afirmou Christino, que foi um dos primeiros membros do MP a investigar o PCC no Brasil.

O analista Franchi observa que esse rearranjo ocorreu a partir no momento em que estavam sendo firmados os acordos de paz entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as Farc, e o governo colombiano, na década passada. Tradicionalmente ligadas ao tráfico de drogas e outros ilícitos na região da Amazônia Colombiana, algumas lideranças das Farc não aderiram aos tratados e, dessa forma, buscaram se reestruturar, o que levou a toda uma reorganização do tráfico e do crime na América do Sul, incluindo o Brasil.

Assassinato do Rei da Fronteira fechou a rota do Paraguai para o Comando Vermelho

Em 2016, ano em que essa reestruturação teve início, um evento consolidou a primazia do PCC junto aos produtores de cocaína da Bolívia. A droga dos produtores bolivianos é escoada pela chamada Rota Caipira, que sai do país, majoritariamente por via terrestre, passa pelo Paraguai e então entra no Brasil. À época, o líder criminoso Jorge Rafaat Toumani, de 56 anos, era conhecido como o “Rei da Fronteira” pois dominava a logística do tráfico na divisa entre Paraguai e Brasil.

No dia 15 de junho de 2016, quando saía de seu escritório na cidade de Pedro Juan Caballero, que faz fronteira com Ponta Porã (MS), ele sofreu uma emboscada que lhe custou a vida. Após parar em um semáforo, o jipe Hummer de Rafaat foi bloqueado por outro veículo que abriu fogo, rompendo a blindagem e matando o criminoso. O carro responsável pelos disparos, mais de 400 no total, estava equipado com uma metralhadora pesada de calibre .50, capaz de perfurar blindagem.

Segundo as autoridades paraguaias, a operação envolveu cerca de 30 outros carros, ocupados por cerca de três ou quatro criminosos cada. O tamanho da emboscada não possibilitou ação do aparato de defesa de Rafaat, que era escoltado por dois outros veículos. Seus seguranças trocaram tiros com os atacantes, mas tiveram que fugir.

À época, o comando da operação foi imputado por investigadores, inclusive da Polícia Federal brasileira, ao PCC.

Brasil: mercado interno e rota de escoamento no tráfico internacional de drogas

A partir da morte de Rafaat, foi consolidada a parceria entre PCC e os produtores bolivianos para realizar o tráfico na fronteira centro-sul do Brasil, via Paraguai. A droga que chega ao Brasil por essa via é distribuída nos pontos de venda do PCC em todo o país e também é enviada pela facção para a África e a Europa pelos portos do Sul e Sudeste.

Com o acesso fechado para a droga produzida na Bolívia, a saída encontrada pelo CV foi migrar para o norte do país, trazendo a droga produzida no Peru e na Colômbia. E o principal ponto de entrada desses entorpecentes é a tríplice fronteira em Tabatinga, onde se inicia a Rota do Solimões. Deste modo, o CV pode garantir seu abastecimento e escapar do domínio do PCC na Rota Caipira (do Paraguai). No entanto, para conquistar o domínio de toda essa logística, a facção precisou se associar ou guerrear e eliminar grupos criminosos locais, como aconteceu com a Família do Norte (FN).

Consolidação do CV no norte: escalada da violência e fogos de artifício

Após o assassinato de Rafaat, o CV também viu seus “acordos de conveniência”, que garantiam uma “convivência pacífica” com o PCC, serem rompidos. Forçado a migrar para o Norte e Nordeste o CV acabou entando em choque com a facção local que dominava a criminalidade no Amazonas, a Família do Norte (FDN).

Guerras em presídios, ataques e retaliações nas ruas entre os dois grupos se acentuaram a partir dos anos de 2016 e 2017. O aumento da taxa de homicídios no Amazonas oferece uma ideia da letalidade dos conflitos gerados. Entre 2016 e 2021, houve crescimento de 17,1% na taxa de homicídios por cem mil habitantes, que saiu de 36,3 e chegou a 42,5 no final do período analisado. Os dados são do Atlas da Violência 2023, lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Mas foi somente em 2020 que o CV conseguiu estabelecer seu domínio no Amazonas, suplantando a FDN. Em fevereiro daquele ano, o assassinato de Diego Lopes Linhares, o “Baixinho”, líder da Família do Norte em Manaus, foi um ponto chave para a consolidação do CV no Estado.

O traficante foi baleado dentro de um carro com seis tiros por dois homens em uma motocicleta. Resgatado com vida, ele acabou morrendo em decorrência dos ferimentos em um hospital de Manaus. No muro ao lado do local onde o crime ocorreu, a sigla CV foi pichada em vermelho.

Segundo registros de jornais manauaras, na noite em que o crime foi cometido, houve queima de fogos de artifício nos bairros comandados pelo CV. Deste modo, assim como o assassinato de Rafaat consolidou o domínio do PCC para o tráfico da cocaína que vem da Bolívia, passando pelo Paraguai, o de Baixinho marcou o ponto em que o Comando Vermelho assumiu o controle do tráfico em Manaus e, consequentemente, na Rota do Solimões.

Esse arranjo do crime, com o PCC dominando a Rota Caipira e o CV a do Solimões, trouxe uma certa estabilidade na relação entre os dois grupos criminosos. Mas ele é reflexo da incapacidade dos governos dos Estados e da União de desmantelar as organizações ou ao menos limitar suas atuações criminosas.

Fonte: Gazeta do Povo   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2024/12:10:42

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Da escravidão ao paraíso: os indígenas que reflorestam o arco do desmatamento na Amazônia

No sul do Amazonas, aldeia Apurinã cultiva santuário de sustentabilidade e supera passado de brutalidade colonial

Nem mesmo o sol forte da Amazônia impede Marcelino Apurinã, 73 anos, de fazer vistorias diárias de seu Sistema Agroflorestal (SAF). O SAF é uma técnica de plantio que entrelaça, no mesmo espaço, espécies nativas ao cultivo de alimentos – tudo sem veneno e de forma sustentável.

“O SAF é um modelo que a gente faz hoje sem devastar a natureza. É feito no lugar onde as árvores já tinham sido derrubadas. Então estamos reflorestando. Aqui temos uma diversidade de plantas. Não é monocultura”, diz Marcelino Apurinã, orgulhoso.

Essa união entre a floresta amazônica e alimentos típicos da região faz bem para o meio ambiente e ajuda a recuperar áreas desmatadas. Até agora, ele e a família reflorestaram uma área de 120 mil metros quadrados.

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O reflorestamento não poderia ser mais oportuno, já que o SAF de Marcelino está em Lábrea (AM) no arco do desmatamento, como é chamada a região onde a floresta queima em um ritmo bem mais acelerado do que em qualquer outro lugar do bioma.

“A gente está fazendo a recuperação da natureza. Então hoje a gente planta açaí, abacaxi, babaçu, tucumã… E no meio disso a mandioca, que a gente usa para fazer farinha. O amazonense não sabe viver sem a farinha dele”, diz, aos risos, o indígena Apurinã.

Da escravidão ao paraíso: uma história Apurinã

Tudo isso acontece na Aldeia Novo Paraíso, dentro da Terra Indígena Caititu (AM). Mas, para chegar onde chegou, Marcelino Apurinã teve que enfrentar momentos sombrios e sobreviver à violência colonial contra os povos indígenas do sul do Amazonas.

“A nossa aldeia foi exterminada pelo patrão. Só escapou o meu avô, curumim, que o patrão criou. Depois ele ficou trabalhando para o patrão, mas brigou com ele e fugiu. Nós fomos expulsos. Os patrões que tomaram conta da nossa terra”, relata o indígena.

:: Pecuária, fogo e grilagem: conheça Lábrea (AM), o novo epicentro do desmatamento na Amazônia ::

Na época, quem dava as cartas eram os patrões da borracha, proprietários que exploravam a mão de obra indígena escravizada para produzir o látex, que abastecia a indústria bélica dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial.

“De tanta escravidão, a pior é a que tinha matador de índio, para correr atrás de índio e tocar fogo nas malocas. E quem mandava eram os patrões e seringalistas que matavam os índios adoidados. Quase que acabam com nós”, relata Marcelino.

Para escapar do seringal, ele percorreu o rio Purus por quatro dias de canoa. Chegou então à área urbana de Lábrea (AM), onde a Terra Indígena Caititu havia acabado de ser reconhecida pelo Estado brasileiro. E aí ele encontrou esse cantinho, que virou a aldeia novo paraíso, o lar do cacique Marcelino e da família dele.

Floresta que cura e alimenta

Maria dos Anjos Nogueira, esposa de Marcelino há 50 anos, tem uma extensa horta medicinal no fundo da pequena casa onde mora com o marido.

“Tem chás para problema de AVC [Acidente Vascular Cerebral], para problema de circulação e veia entupida e até para malária”, diz a agricultora.

É difícil encontrar uma doença para a qual a dona Maria não tenha um remédio no quintal. De origem Apurinã, ela aprendeu desde cedo que a floresta é também uma farmácia. O conhecimento tradicional é herança de uma época em que a saúde indígena ainda não era uma política pública no Brasil.

:: Em tupi guarani e apenas com atores indígenas, peça traz outra versão da colonização portuguesa ::

“Eu não posso viver sem essas plantas. Porque é uma medicina muito valorizada”, diz Maria. “Agora já tem essas equipes de saúde que ficam tratando os indígenas. Mas de primeiro não tinha. As crianças tinham muito verme, ficavam atacando com doenças, então a gente fazia muito chá de raiz. Depois que chegou a saúde, muita gente deixou a sua cultura abandonada. Por isso que eu quero continuar.”

Dona Maria já está acostumada com os parentes Apurinã pedindo remédios da sua horta medicinal. Ela não deixa de ajudar, mas sempre dá um puxão de orelha: “Eu digo que eles têm que plantar para fazer que nem eu. Que não vou estar aqui para sempre. Hoje eu tenho porque eu planto. E eu aprendi com a minha mãe”, aconselha.

Desenvolvimento sustentável na prática

A produção da Aldeia Novo Paraíso serve para alimentar os filhos, netos e bisnetos do casal. O restante é vendido para comerciantes da cidade de Lábrea e ajuda a colocar dinheiro na conta da família ampliada, composta por mais de 50 pessoas.

A Terra Indígena Caititu está às margens da BR-230, a Transamazônica, rodovia que virou um dos principais vetores de desmatamento da floresta.

:: O cangaço de Santo Antônio do Matupi (AM) ::

“Devido a estarmos próximo da cidade, é uma aldeia que não tem mais caça e não tem mais peixe. A gente tem que criar, tem que produzir. Estamos a 200 metros do fazendeiro, dos lados tem comunidades e para lá é a estrada”, aponta Marcelino.

Tradição do urucum ressignificada

O carro chefe da produção na aldeia Novo Paraíso é o colorau, feito com urucum, fruto que faz parte da cultura indígena brasileira. Todas as etapas do preparo acontecem dentro da comunidade: o plantio, a moagem, o tempero e a torra.

“Para nós indígenas, antigamente, urucum a gente só usava para nossas pinturas, a pintura era para o artesanato. Hoje não. Como a gente mora quase dentro da cidade, então a gente fez dele o tempero para dar um gosto melhor e mudar a cor da comida”, explica Marcelino.

:: Urucum: Conheça o fruto que faz parte da cultura indígena brasileira ::

Há 10 anos o colorau da aldeia é vendido na área urbana de Lábrea (AM). Há dois anos, Marcelino decidiu estampar o produto com uma marca própria: “Colorau Marcelino Apurinã”. “Foi o povo que botou esse nome”, brinca.

“Além do sustentável, hoje o mundo inteiro está preocupado com a vegetação que está sendo destruída. Então eu estou plantando para não destruir. Porque o mundo vai ser mundo para nós convivermos, mas só se tivermos um certo cuidado, um bom cuidado”, aconselha Marcelino Apurinã.

 

Fonte: BDF  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/01/2024/12:55:11

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Com repressão ao garimpo ilegal, trabalhadores buscam alternativas para sustento na Amazônia

A cidade de Manicóré tem sido cenário de operações da Polícia Federal com apoio do Ibama no combate ao garimpo ilegal.

Sob repressão ao garimpo ilegal, trabalhadores buscam alternativas para sustento em região da Amazônia

A cidade de Manicóré tem sido cenário de operações da Polícia Federal com apoio do Ibama no combate ao garimpo ilegal. Em setembro deste ano, uma operação chamada Draga Zero destruiu 300 balsas em 12 dias.

Clique AQUI  e assista O Profissão Repórter desta terça-feira (26) foi até a região para entender quais foram os impactos da repressão.

    “Eu era professor, aí eu vi que não estava dando para sustentar minha família e resolvi montar uma balsa. Hoje em dia voltei pra faculdade de pedagogia porque hoje em dia o garimpo está demais, a gente não pode trabalhar direito por causa do que aconteceu com nós. Minha balsa foi queimada”, conta o garimpeiro Paulo Magalhães.

Garimpeiros trocam garimpo por seringal

Garimpeiros de região no Amazonas trocam garimpo por seringal

A reportagem também destacou quais trabalhadores que tentam alternativas para tirar sustento da floresta sem causar danos ao meio ambiente.

O programa participou de uma assembleia da Associação de Moradores Agroextrativistas do Lago do Capanã Grande, com cerca de 100 membros. Muito deles trocaram o garimpo pelo seringal.

    “Nós merecemos um reforço para ajudar mais os seringueiros para eles preservarem mais a natureza, guardar mais nossa floresta que está tão linda do jeito que está”, ressalta Carlos Pacheco do Rego, vice-presidente da Associação Agroextrativistas de Capanã Grande.

Reginaldo Freitas é presidente da Associação. À reportagem, ele mostra a balsa que usava e hoje desmontada em um galpão na sua casa.

“Tudo isso aqui é muito dinheiro investido que agora a gente vê como lixo basicamente”, diz ele.

Veja a íntegra do programa abaixo:

Edição de 26/12/2023 – Amazônia sustentável

Fonte:   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/12/2023/08:04:26

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Empresários de Novo Progresso na mira da operação “Ouro em Pó”

A investigação resulta em bloqueio de quase R$ 200 milhões de acusados em 3 estados –

As empresas atuam na exploração e comercialização de metais preciosos nas cidades de Itaituba e Novo Progresso, no Pará, e Humaitá, no Amazonas.

A 1ª fase da operação “Ouro em Pó” foi deflagrada nesta quinta-feira (28), para cumprir 10 medidas judiciais.
As investigações iniciaram em novembro de 2022, a partir da apreensão de combustível de avião, na zona rural de Tailândia, no Pará.

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Moju e Itaituba no Pará, Humaitá e Apuí no Amazonas e em Porto Velho, Rondônia.

No dia 30 de novembro de 2022, teve início um inquérito policial contra João Batista Alves dos Santos, após uma guarnição da Polícia Militar prendê-lo em flagrante na zona rural de Tailândia, nordeste do Pará, em uma caminhonete com chassi adulterado e registro de roubo. João Batista usava tornozeleira eletrônica e já havia sido preso por roubo de carga.
Caminhonete apreendida em 30 de novembro de 2022, na zona rural de Tailândia com registro de roubo.

Caminhonete apreendida em 30 de novembro de 2022, na zona rural de Tailândia com registro de roubo.
Caminhonete apreendida em 30 de novembro de 2022, na zona rural de Tailândia com registro de roubo.

Na ocasião ele confessou ter percorrido vicinais do município de Tailândia, em busca de uma pista de pouso onde uma aeronave que teria transportado 100 quilos de cocaína, pousou dias antes.

Durante a investigação comandada pelo delegado Augusto Leme, da delegacia de Polícia Civil de Tailândia, confirmou-se que essa situação realmente ocorreu.

Uma fotografia obtida do celular do suspeito, mediante decisão judicial, revelou uma aeronave registrada em uma empresa de transporte sediada em Humaitá, Amazonas. Os sócios dessa empresa residem em Humaitá e Porto Velho, Rondônia, e possuem diversos antecedentes criminais.

Novas informações coletadas pela polícia, levaram à inclusão de pelo menos mais cinco pessoas, além de empresas no rol de investigados. As empresas atuam na exploração e comercialização de metais preciosos nas cidades de Itaituba e Novo Progresso, no Pará, e Humaitá, no Amazonas.

Uma outra empresa, com sede em São Paulo, foi investigada por participação no esquema criminoso, através de serviços digitais relacionados à transmissão e pagamentos por meio de criptoativos.

Esses serviços seriam utilizados para dissimular as vantagens financeiras e patrimoniais obtidas pelos investigados, principalmente por meio do tráfico de drogas. Isso ocorreria tanto pela comercialização regular ou irregular de metais preciosos quanto pela aquisição e circulação de criptoativos, moedas virtuais como o Bitcoin.

Nesta quinta-feira (28), foi deflagrada a 1ª fase da operação “Ouro em Pó”, sendo cumpridos 10 medidas judiciais, sendo 6 mandados de busca e apreensão, 3 mandados de prisão temporária e 1 medida cautelar judicial de bloqueio e constrição de bens e ativos. O valor bloqueado foi de R$ 188.894.380.

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Moju e Itaituba no Pará, Humaitá e Apuí no Amazonas e em Porto Velho, Rondônia.

Fonte:  Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2023/00:27:54

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Governo prorroga atuação da Força Nacional na Amazônia

Apoio ao Ibama e ao ICMBio na região foi estendido por 90 dias.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou efetivos da Força Nacional a continuarem atuando em três diferentes operações em curso na Amazônia Legal, região que compreende a nove estados das regiões Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, Tocantins), Centro-Oeste (Mato Grosso) e Nordeste (Maranhão).

As três portarias ministeriais que autorizam a prorrogação do emprego de agentes da tropa federativa foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28). A primeira delas amplia em 90 dias a participação do efetivo que vem apoiando os servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no combate ao desmatamento e queimadas ilegais e a outros crimes ambientais na Amazônia Legal. O novo prazo passa a vigorar a partir de 1º de janeiro e é válido até 30 de março de 2024, podendo ser prorrogado.

Também foi prorrogado o emprego da Força Nacional em apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Nesta operação, a ênfase é o combate à extração ilegal de minério e madeira e à invasão de áreas públicas federais, além do combate a incêndios criminosos. A extensão do prazo, por mais 90 dias, vale até 31 de março e também pode ser prorrogada.

Outra portaria publicada hoje amplia a permanência de agentes na calha dos rios Negro e Solimões, no estado do Amazonas, onde, desde janeiro de 2021, a Força Nacional vem apoiando os órgãos de segurança estaduais em iniciativas de combate ao crime organizado, ao narcotráfico e a crimes ambientais, no âmbito da chamada Operação Arpão 1 (Médio Solimões).

O nome da operação é uma alusão à Base Arpão, uma base de segurança fluvial montada em uma embarcação, inaugurada em agosto de 2020, e que permanece atracada no Rio Solimões, dando suporte às ações policiais na região. O reforço da Força Nacional à ação estadual visa garantir “atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da segurança das pessoas e do patrimônio”, de 4 de janeiro a 1º de abril de 2024.

 

Fonte: Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2023/10:59:09

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PF e ICMBio combatem garimpo ilegal de ouro em área de proteção ambiental

Operação Ajuri ainda contou com a Polícia Militar do Estado do Pará _ (Foto:Divulgação)

PF — A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado Ambiental, composta por equipes da Polícia Federal, ICMBio e Polícia Militar do Estado Pará, deflagrou no dia 3 de dezembro e encerrou no dia 26 de dezembro de 2023.

Operação Ajuri ainda contou com a Polícia Militar do Estado do Pará

PF — A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado Ambiental, composta por equipes da Polícia Federal, ICMBio e Polícia Militar do Estado Pará, deflagrou do dia 3/12 ao dia 22/12 a Operação Ajuri, com o objetivo de combate do garimpo ilegal de ouro que ocorreram na Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, localizada no município de Itaituba/PA, na Estação Ecológica Alto Maués e na Floresta Nacional (Flona) de Urupadi, localizadas no município de Maués/AM.

Constatou-se que as regiões constantemente são alvos de diversos garimpos ilegais, condição que gera grave impacto ambiental, como a poluição dos corpos hídricos e para o desmatamento das áreas exploradas, além do transtorno social, sobretudo para as comunidades ribeirinhas, em virtude da contaminação da fauna e dos rios utilizados para subsistência.

Foram desmobilizados acampamentos utilizados para garimpo ilegal, com a total destruição de balsas de madeira e motosserras, apreensão de materiais eletrônicos, motores, veículos (moto), armamentos, munições, balanças de precisão, máquinas de cartão, rádios e ouro. A ação resultou em um prejuízo aos investigados de aproximadamente R$ 7 milhões.

Fonte:   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2023/00:27:54

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Novo Progresso foi o município que recebeu mais autos de infrações ambientais na Amazônia

Operação do ICMBio. (Foto: Bernardo Camara)  –  Número de infrações ambientais na Amazônia aumentou 56% em dois anos;

A quantidade de infrações ambientais expedidas por órgãos de fiscalização aumentou nos últimos dois anos. Em 2020, o Ibama registrou 5 mil autuações, número que em 2022 subiu para 7,9 mil. Os estados com maior número de multas foram Pará (3.350), Rondônia (1.059) e Amazonas (1.021). Nos últimos anos, a destruição se agravou sobretudo no Pará, afetado pelo desmatamento e pela extração de minérios.

Novo Progresso (PA) foi o município que recebeu mais autos de infração em 2022, totalizando 810. Está localizado na BR 163, no trajeto Cuiabá-Santarém. A cidade também tem uma alta taxa de mortes violentas intencionais.

Fonte  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/12/2023/08:41:52

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Novo Progresso- Alerta laranja para temporais, chuva intensa e ventania em partes do AM, PA e MT

Alerta laranja para temporais, chuva intensa e ventania em partes do AM, PA e MT –

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta laranja para temporais nesta terça-feira (26) até às 10h00 de quarta-feira (27), os riscos potenciais desse alerta são: chuva entre 30 a 60 mm/h ou até 50 e 100 mm/dia e ventos intensos entre 60 a 100 km/h.

Região Norte

– Amazonas: Apuí, Borba, Canutama, Humaitá, Manicoré, Maués e Novo Aripuanã
– Pará: Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Placas, Rurópolis, São Félix do Xingu, Senador José Porfírio e Trairão

Região Centro-Oeste
– Mato Grosso: Apiacás

Classificação das cores dos alertas do INMET

Alerta Amarelo – Perigo Potencial: situação meteorológica potencialmente perigosa. Cuidado na prática de atividades sujeitas a riscos de caráter meteorológico. Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e não corra risco desnecessário.

Alerta Laranja – Perigo: situação meteorológica perigosa. Mantenha-se muito vigilante e informe-se regularmente sobre as condições meteorológicas previstas. Inteire-se sobre os riscos que possam ser inevitáveis. Siga os conselhos das autoridades.

Alerta Vermelho – Grande Perigo: situação meteorológica de grande perigo. Estão previstos fenômenos meteorológicos de intensidade excepcional. Grande probabilidade de ocorrência de grandes danos e acidentes, com riscos para a integridade física ou mesmo à vida humana. Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e os possíveis riscos. Siga as instruções e conselhos das autoridades em todas as circunstâncias e prepare-se para medidas de emergência.

Fonte: Fonte: INMET   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/12/2023/08:41:52

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CENA FORTE: criminoso atira em cabeça humana na zona oeste de Manaus; Vídeo

A cabeça foi encontrada no bairro Compensa II, zona oeste da capital- (Foto: Reprodução)

Uma cabeça humana que pertencia a alguém do sexo masculino, foi encontrada na manhã desta sexta-feira (22), na rua Cristo Rei, Compensa II, zona oeste da capital. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra o criminoso atirando diversas vezes contra a cabeça que está jogada no meio da rua. Uma determinada organização criminosa assumiu a autoria de crime e ainda deixou recado ameaçando mais duas pessoas.

De acordo com policiais da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), moradores da área entraram em contato com a equipe após encontrar a cabeça jogada na via. Segundo ainda os policiais foi feito uma varredura em becos e igarapés da área, mas o corpo não foi encontrado. Com a cabeça foi deixado um bilhete onde uma organização criminosa assume a autoria e ainda ameaça mais duas pessoas.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção do corpo e o crime deve ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Sequestro (DEHS).

Veja o vídeo:

https://twitter.com/i/status/1738525126612734349

 

Fonte:  portald24@diarioam.com.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/12/2023/06:51:23

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