Operação que apura extração ilegal de ouro tem braço em Itaituba e Novo Progresso investigados e PF prende pai e filhos;15 mandados no País

Agentes federais apreendem documentos e dinheiro em operação no PA, AM, RO e PR. — Foto: Reprodução / PF-PA

PF prende pai e filhos que faturaram R$ 1 bilhão com ouro ilegal

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Pirâmide de Ouro, na manhã desta quarta-feira (28/2), em Pará, Amazonas, Rondônia e Paraná. Uma pessoa foi presa, e 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos .
O objetivo é acabar com um esquema de venda ilegal de ouro da Região Norte à Sudeste do país que pode superar R$ 1 bilhão. Os policiais apreenderam documentos e dinheiro, ainda não contabilizado.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão, decretados pela Justiça Federal no Amazonas, foram expedidos contra suspeitos de organização criminosa, lavagem de dinheiro, usurpação de bens da união, falsidade ideológica e uso de documento falso. Também foi decretado sequestro de bens de 24 alvos no inquérito, entre eles empresários de Novo Progresso-PA.

Também foram suspensas as atividades comerciais de seis empresas investigadas e de duas Permissões de Lavra Garimpeira (PLG) pertencentes a cooperativas de ouro no Pará, que “esquentavam” essa comercialização. 

Um dos três mandados de prisão foi cumprido em Curitiba (PR), e os outros dois alvos estão foragidos. Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido em Itaituba, no Pará; os outros 12 foram divididos entre Porto Velho (RO), Manaus (AM) e Curitiba (PR).operaçao rf

Família do crime

A investigação partiu da apreensão de 7,5 quilos de ouro, feita no dia 1º de setembro de 2022, no Aeroporto Internacional de Belém, em ação conjunta da PF e da Receita Federal.

Na ocasião, o passageiro não foi preso em flagrante; nesta quarta (27), porém, ele foi um dos detidos na operação, assim como dois de seus filhos, todos suspeitos do mesmo esquema criminoso.

    Mesmo após ser detido no aeroporto – sendo liberado em seguida –, o suspeito continuou levando em voos comerciais o ouro extraído em garimpos ilegais de rios no Amazonas e Rondônia, com destino ao Estado de São Paulo. Segundo a PF, em 11 meses, ele embarcou em 27 voos semelhantes entre Curitiba, Porto Velho, Manaus e Campinas, com quantidades cada vez menores, para evitar suspeitas.

PF faz busca e apreensão em igreja no Amazonas. — Foto: Reprodução / PF-PA
PF faz busca e apreensão em igreja no Amazonas. — Foto: Reprodução / PF-PA

Lavagem de dinheiro

O esquema recebia ares de legalidade a partir de empresas “noteiras”, que forjavam notas fiscais. O ouro também era mascarado com um processo de diminuição do teor de pureza para ocultar a origem e também fazê-lo parecer legal.

   Um dos presos é sócio de uma empresa sem funcionários, que movimentou R$ 1,5 bilhão em três anos e meio, entre junho de 2020 e setembro de 2022.

A perícia da PF atesta forte evidência de fraude, reforçando a suspeita da investigação. Por isso, a Justiça também determinou o sequestro de contas bancárias e a suspensão de atividades da empresa e da permissão de lavra garimpeira.

A Receita Federal participa das investigações, com compartilhamento de informações.

ouro receita

Fonte: Jornal Folha do Progresso com Metropoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/02/2024/07:16:46

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Operação desmonta esquema bilionário de comércio ilegal de ouro no Pará, Amazonas, Rondônia e Paraná

(Foto: Reprodução/PFPA)- Uma pessoa foi presa e 13 mandados de busca e apreensão cumpridos.

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram a operação Pirâmide de Ouro na manhã desta quarta-feira (28/2) no Pará, Amazonas, Rondônia e Paraná. Uma pessoa foi presa e foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. O objetivo é acabar com um esquema de venda ilegal de ouro da Região Norte ao sudeste do país que pode superar R$ 1 bilhão.

Um dos três mandados de prisão foi cumprido em Curitiba/PR, os outros dois alvos estão foragidos. Um dos mandados de busca e apreensão foi em Itaituba, no Pará; os outros 12, divididos entre Porto Velho/RO, Manaus/AM e Curitiba/PR. Foram apreendidos documentos e dinheiro, ainda não contabilizado.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão, decretados pela Justiça Federal no Amazonas, foram contra suspeitos de organização criminosa, lavagem de dinheiro, usurpação de bens da união, falsidade ideológica e uso de documento falso. Também foi decretado sequestro de bens de 24 alvos no inquérito.

A investigação partiu da apreensão de 7,5 quilos de ouro, feita no dia 1º de setembro de 2022, no Aeroporto Internacional de Belém, em ação conjunta da PF e da Receita Federal. Na ocasião, o passageiro não foi preso em flagrante; hoje, porém, ele foi presos na operação, e dois de seus filhos estão foragidos, todos suspeitos do mesmo esquema criminoso.

Mesmo após ser detido no aeroporto – sendo liberado em seguida – o suspeito continuou levando em voos comerciais o ouro extraído em garimpos ilegais de rios no Amazonas e Rondônia, com destino ao Estado de São Paulo. Em 11 meses, ele embarcou em 27 voos semelhantes entre Curitiba, Porto Velho, Manaus e Campinas, com quantidades cada vez menores, para evitar suspeitas.

O esquema recebia ares de legalidade a partir de empresas “noteiras”, que forjavam notas fiscais. O ouro também era “sujado”, um processo de diminuição do teor de pureza para ocultar a origem e também fazê-lo parecer legal.

Um dos suspeitos foragidos é sócio de uma empresa sem funcionário, que movimentou R$ 1,5 bilhão em três anos e meio, entre junho de 2020 e setembro de 2022.

A perícia da PF atesta forte evidência de fraude, reforçando a suspeita da investigação.

Por isso, a Justiça também determinou o sequestro de contas bancárias, suspensão de atividades da empresa e da permissão de lavra garimpeira. A Receita Federal participa das investigações, com compartilhamento de informações.

Fonte: Plantão 24horas News – PFPA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/02/2024/14:00:35

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Amazônia bate recorde de focos de incêndio para o mês de fevereiro

(Foto: © Shutterstock)- Com 2.924 pontos de queimadas identificados pelas imagens de satélite até o último dia 26, a quantidade é a maior desde o início da série histórica, iniciada em 1999.

A Amazônia enfrenta um recorde de focos de incêndio para o mês de fevereiro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia. Com 2.924 pontos de queimadas identificados pelas imagens de satélite até o último dia 26, a quantidade é a maior desde o início da série histórica, iniciada em 1999.

No segundo semestre de 2023, algumas regiões da floresta, como as do Estado do Amazonas, tiveram picos de incêndios. A própria gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que contratou mais brigadistas, mas admitiu ao Estadão que a estrutura de combate ao fogo era insuficiente. Especialistas já alertavam para os efeitos do El Niño na região, que tem a estiagem agravada pelo fenômeno climático.

Embora tenha baixado pela metade o desmatamento em 2023, o insucesso na prevenção de incêndios tem pressionado o governo, que prometeu ter a proteção ambiental como uma de suas principais bandeiras. Procurado pela reportagem, o Ministério do Meio Ambiente não havia se manifestado até a publicação deste texto.

Alta de quase 300%

Na comparação com todo o mês de fevereiro do ano passado (734 focos), a Amazônia registra alta de 298% de focos de incêndio em um ano. O número deste ano pode aumentar até o fechamento do mês, na quinta-feira. Os dados são atualizados todos os dias pelo Inpe.

A pior situação é registrada no Estado de Roraima, onde a fumaça chegou a encobrir partes da capital, Boa Vista, e trechos da RR-206, rodovia estadual. Nesta semana, uma comitiva de ministros – entre eles Marina Silva (Meio Ambiente), Ricardo Lewandowski (Justiça) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas) – estará na capital roraimense para inaugurar um espaço de coordenação das ações na Terra Indígena Yanomâmi.

Na semana passada, um balanço do governo federal mostrou que o número de mortes de indígenas na reserva, a maior do tipo do País, aumentou um ano após Lula decretar emergência de saúde na região. Um dos principais problemas da região é o domínio de algumas áreas pelos garimpeiros ilegais.

Na maior parte da Amazônia, a estação seca começa em julho, com ápice em agosto, e vai até outubro. Nessa época, a vegetação e a matéria orgânica no solo ficam propícias à queima. Esse fator, somado ao ar menos úmido, espalha as chamas com mais rapidez e dificulta o combate.

Ação humana

Por ser úmida, especialistas destacam que dificilmente a floresta pega fogo sozinha, e a maioria das queimadas envolve ação humana criminosa. Em grande parte dos casos, os incêndios servem para abrir novas áreas de pastagem. Hoje, a maior fonte de origem dos gases de efeito estufa lançados pelo Brasil na atmosfera é o desmate.

A preservação da floresta tropical com maior biodiversidade do planeta é vista como fundamental para frear o agravamento das mudanças climáticas.

 

Fonte: POR ESTADAO CONTEUDO  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/02/2024/13:31:02

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‘Supermaconha’ escondida em banco de canoa é apreendida em Manaus

(Foto: Divulgação)- Vinte e cinco quilos de maconha tipo skunk, avaliadas em aproximadamente R$ 400 mil foram aprendidas na segunda-feira (26), no banco de uma canoa que seria oriunda do município de São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros a noroeste de Manaus). A canoa estava atracada no Porto da Manaus Moderna, bairro Centro, zona sul da capital. Ninguém foi preso.

Conforme o delegado Rodrigo Torres, diretor do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), as drogas estavam escondidas dentro do banco do barco.

“Após recebermos informações por meio do Comando de Operações Especiais (COE), que nos pediu apoio no sentido de atuar em conjunto para localizar a canoa, foi feito um cerco no local e, por volta das 19h, da segunda-feira, encontramos a canoa abandonada na orla do Porto, onde as drogas estavam guardadas”, explicou.

Segundo o delegado, o material ilícito foi apreendido e encaminhado ao Denarc, onde será instaurado um Inquérito Policial (IP) para apurar a autoria do crime de tráfico de drogas.

Fonte: D24am e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/02/2024/18:17:37

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Obras de arte feitas com cinzas da Amazônia vão a leilão em Londres para apoiar povos do Xingu

Simon Butler / Kamo (2023)-

Londres – Obras de arte feitas com tintas e pigmentos fabricados a partir de cinzas e carvão extraídos de áreas queimadas da Amazônia, criadas por 29 artistas contemporâneos indígenas e não indígenas de vários países, estão sendo expostas em um centro cultural de Londres e irão a leilão pela casa Christie’s no dia 9 de março.

Os recursos serão usados para comprar equipamentos de combate a incêndio e fornecer treinamento a indígenas de duas comunidades do Xingu, e também em iniciativas de reflorestamento em todo o território.

O projeto “From the Ashes” (Das Cinzas) é uma iniciativa da ONG Migrate Art, que desenvolve programas de apoio a comunidades vulneráveis por meio da arte, em colaboração com o centro de pesquisa artística da organização People’s Palace Projects, com sede em Londres.

Entre os trabalhos expostos está o do artista indígena brasileiro Aislan Pankararu.

Viagem à Amazônia inspirou projeto de arte

A ideia tomou forma a partir de uma viagem à Amazônia feita pelo fundador da Migrate Art, Simon Butler, junto com a equipe da People’s Palace Projects, em julho de 2022.

Os líderes dos povos Wauja e Kuikuro mostraram a Butler as áreas da floresta queimadas devido ao corte ilegal de madeira para dar lugar ao gado e à soja. Ele recebeu permissão para recolher cinzas e carvão, que foram transformados em pigmentos, tintas e nanquim usados para fazer desenhos.

As obras estão expostas na The Truman Brewery, e serão vendidas em um série de leilões de arte contemporânea e pós-guerra da Christie’s.

Os artistas participantes são Aislan Pankararu, André Griffo, Andy Goldsworthy, Antonio Tarsis, Alfie Caine, Cornelia Parker, Glenys Johnson, Gokula Stoffel, juiz Harminder, Idris Khan, artesãos indígenas das aldeias Ulupuwene e Topepeweke, John Kørner, Julie Curtiss, Kamo Waurá, Loie Hollowell, María Berrío, Mary Mattingly, Michel Mouffe, Nigel Cooke, Piers Secunda, Richard Long, Richard Woods, Robert Longo, Samuel de Saboia, Sarah Ball, Shezad Dawood, Simon Butler, Tal R, Tacita Dean e Tony Bevan.

Conheça as obras de arte feitas com cinzas e carvão

A simpática corujinha-do-Xingu foi retratada por Sarah Ball.

Afluentes coloridos dos rios da Amazônia feitos com cinzas foi a obra de Shezad Darwood.

Richard Long criou um círculo que retrata a Amazônia queimando, expressando o sonho de que isso um dia não mais aconteça.

Uma esfera com raios em volta que representa ‘a respiração’ da Amazônia foi a arte criada por Mary Mattingly.

O retrato de uma menina feito com as cinzas foi a obra da artista Maria Berrio.

O artista André Griffo criou o cenário do ‘abençoado Ranieri cultivando desertos’.

O artista John Kømer usou as cinzas para desenhar uma geleira em processo de derretimento.

‘Das cinzas, ossos de ontem’ foi a obra de Samuel de Saboia.

Richard Woods criou um toco de freixo em preto e branco.

‘Sonhando conosco, sementes brotando’ foi o trabalho bem colorido e feito com cinzas de Gokula Stoffel.

Simon Butler retratou um indígena em tons de vermelho.

Cinzas do Xingu é o trabalho do artista Harminder Judge.

Fonte: Correio do Povo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/02/2024/13:44:52

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Urnas Funerárias intactas são encontradas no quintal de um ribeirinho no Amazonas

(Foto: Tácio Melo)- As urnas foram descobertas por Késia Silva, 28 anos, no quintal de seu pai, o agricultor Ciriaco Silva, após dias intensos de chuva.

Três urnas, dentre elas, uma bem preservada e fragmentos foram encontrados por uma moradora nas proximidades do município de Alvarães, interior do Amazonas, 18km da cidade Tefé.

As urnas foram descobertas por Késia Silva, 28 anos, no quintal de seu pai, o agricultor Ciriaco Silva, após dias intensos de chuva. A agricultora relata que as fortes chuvas ajudaram na aparição das cerâmicas ancestrais no quintal da casa de seu pai. A jovem notou um pedaço do objeto pintado com uma borda na superfície da terra e resolveu pedir ajuda de seus familiares e vizinhos para desenterrar as peças.

Sabendo da importância do material e do risco de os artefatos serem quebrados por crianças e/ou animais do sítio, a jovem decidiu retirar da terra os objetos com objetivo de preservar a peça e aguardar os órgãos interessados em avaliar as peças ancestrais.
“Eu logo percebi que isso não era uma coisa qualquer, me abaixei e falei para meu irmão que tratava-se de alguma peça indígena, então começamos a escavar. E na medida que fomos retirando, apareceram outros pedaços e outra urna ainda maior – todas com ossos humanos”.

Por esses dias, a família foi até a cidade de Tefé procurar instruções sobre os novos achados arqueológicos, e então procurou o IFAM Campus Tefé, que em seguida direcionou a família até o Instituto Mamirauá onde também receberam as primeiras instruções.

Ancestralidade e história no quintal

Aos 58 anos de idade, o agricultor Ciriaco da Silva, diz nunca ter visto algo parecido de tão perto. Ciriaco confirma ser descendente de indígenas da região do médio Solimões e diz que logo que passou a morar a partir dos anos 2000 nas proximidades de Alvarães, onde hoje tem sua casa, sentia uma energia diferenciada de outras regiões que morou e, após a escavações das urnas, relatou que no dia seguinte ao amanhecer, sentou-se na cadeira em frente sua casa e viu um clarão muito forte próximo de uma grande seringueira de seu quintal, nas proximidades onde foram encontradas as urnas.

Para o agricultor, que chegou não estava em casa no dia da descoberta, foi uma surpresa se deparar com uma urna, descrita por ele como algo fascinante.

O fotógrafo amazonense Tácio Melo, que conheceu a família em Tefé e foi até o sítio do agricultor, percebeu que o sr. Ciriaco e sua família tiveram bastante cuidado ao desenterrar as urnas, ao ponto de terem conseguido retirar uma delas, totalmente intacta e notou também o grande cuidado que a família tem com os objetos, que agora são guardados em uma cabana ao lado da casa com as ossadas indígenas, com a finalidade de preservar as urnas até a chegada de profissionais para serem avaliadas.

“Uma das urnas, dá impressão de que foram pintadas há alguns meses de tão conservadas que estão e em conversa com o sr. Ciriaco, notei que ele é uma pessoa que está valorizando sua história, sua ancestralidade, pois o mesmo confirma que seus avós eram indígenas, mas que infelizmente, a cultura e a língua de seus avós não foram repassadas para ele, mas ainda é possível notar o respeito e a gratidão que ele tem pelos seus ancestrais do Médio Solimões”, relatou o fotógrafo.

Desdobramentos históricos

Para professora natural do Amazonas, arqueóloga Arminda Mendonça, que foi sócia fundadora da Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB e fundadora do primeiro curso de arqueologia da América do Sul, na Faculdade de Arqueologia e Museologia Marechal Rondon no Rio de Janeiro, a região norte do Brasil ainda é um lugar para muitas descobertas. Ela cita que apenas cerca de 10% do conhecimento sobre os povos originários e seus modos de vida no Amazonas é conhecido.

“Viajei por várias partes do Brasil e muitas regiões do Amazonas, entre os anos 70 até o início dos anos 2000, e dessa experiência só tenho a dizer que temos no Amazonas, a maior população étnico regional do mundo. Com essa floresta gigante, é inimaginável o que ainda temos para descobrir. Das expedições com descrições, como a de Carvajal, que descreviam inúmeras ocas indígenas nas beiras dos rios (que pode ser um pouco de exagero, mas verídico), até aos relatos de dois séculos passados, é possível notar o quão grande eram as populações indígenas da nossa região. Hoje em dia, seja em Manaus, ou qualquer espaço contemplativo nas margens dos rios do nosso Amazonas, podem ser encontrados fragmentos dessas populações – é algo fantástico que me fascina” – relata a arqueóloga já aposentada.

Ao longo dos anos, já foram encontrados diversos fragmentos e urnas indígenas na região do Médio Solimões, sendo estas descobertas por pesquisadores e alunos da UEA sob a coordenação da arqueóloga Arminda Mendonça, e nos anos mais recentes pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, que conta com vários especialistas que tem ajudado na conservação dos achados arqueológicos da Floresta Nacional de Tefé, localizado a 552 Km de Manaus, no Amazonas.

Foto: Tácio Melo
Foto: Tácio Melo

Foto: Tácio Melo
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Fonte: A Critica  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/02/2024/10:25:08

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Funcionário é esquecido dentro de máquina e morre triturado no Amazonas

Funcionário é esquecido dentro de máquina e morre triturado em Itacoatiara – Foto: Divulgação

Randerson Murilo Ribeiro Neves, 30 anos, morreu ao ser triturado por uma máquina de tostar e moer soja, enquanto realizava uma manutenção no equipamento no complexo industrial da Hermaza, localizada no município de Itacoatiara, nessa segunda-feira (20).

Murilo estava realizando um trabalho de solda dentro da máquina, quando alguém esqueceu que ele estava lá e acionou o botão de ligar para testar o equipamento.

Assim que o mesmo foi acionado, os gritos de Murilo foram ouvidos, mas já era tarde demais e o homem acabou morrendo triturado no local.

Murilo era de outro estado, estava no Amazonas há quatro meses e trabalhava como funcionário terceirizado da empresa, a morte dele revoltou os colegas de trabalho.

Fonte:Portal do Holanda   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/02/2024/07:16:46

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Apresentador de TV encontra nova espécie de sucuri-verde na Amazônia: 8m e mais de 200kg; VÍDEO

(Foto: Reprodução/Instagram)- Freek Vonk nadou com exemplar da espécie de anaconda no Brasil, que pode ser a maior do mundo.

O cientista e apresentador de TV Freek Vonk encontrou na Amazônia o que ele descreve como uma nova espécie de sucuri.

“Hoje, junto com outros 14 cientistas de nove países, descrevi uma nova espécie de cobra da Amazônia, que pode ser a maior do mundo. E não qualquer uma, é uma serpente gigante! Descobrimos que a maior espécie de cobra do mundo, a anaconda-verde, como todos a conhecemos pelos filmes e por todas as histórias sobre cobras gigantes, é na verdade duas espécies diferentes!”, postou o holandês no Instagram.

“Embora pareçam quase idênticas à primeira vista, a diferença genética entre as duas é de 5,5%, e isso é enorme. Para colocar isso em perspectiva, humanos e chimpanzés são geneticamente diferentes entre si apenas em cerca de 2%”, acrescentou ele.

Vonk entrou num rio e nadou ao lado da gigantesca sucuri, de 8 metros de comprimento e mais de 200 quilos.

O relato sobre o achado foi publicado na revista científica “Diversity” na última sexta-feira (16/2). Até agora apenas uma espécie de anaconda-verde-do-norte (Eunectes akayima) era conhecida na Amazônia.

“Ela tem a cabeça do tamanho da minha. Por completo espanto e admiração, um ‘monstro’! Já descobri uma nova espécie antes, mas era uma pequena cobra da Austrália. Agora é sobre um animal mítico e lendário! Definitivamente um dos destaques da minha carreira científica. Até porque essa cobra ocorre na Amazônia, um lugar que para mim parece um lar”, continuou o apresentador.

“Por mais emocionante que seja a descoberta desta cobra, a região Amazónica está sob forte pressão das alterações climáticas e da contínua perda da floresta primária. Mais de um quinto da Amazônia já desapareceu, o que é mais de 30 vezes a área da Holanda. A sobrevivência destas icônicas cobras gigantes está intimamente ligada à proteção do seu habitat natural. Esta pesquisa enfatiza o cuidado que devemos ter com a nossa maior floresta do mundo”, finalizou ele.

Bryan Fry, biólogo da Universidade de Queensland (Austrália) e coautor do estudo, disse:

“É importante, porque a recém-descrita anaconda-verde-do-norte tem uma variedade muito menor do que a do sul, e isso significa que é muito mais vulnerável.”

Jesus Rivas, principal autor do estudo, explicou que eles perceberam que havia mais de uma espécie de sucuri verde há mais de 15 anos. Juntamente com sua esposa, Sarah Corey-Rivas, ele começou a analisar amostras em busca de diferenças genéticas. No entanto, demorou até agora para publicar suas descobertas.

“Sarah e eu começamos a trabalhar nisso em 2007, quando notamos pela primeira vez que havia uma grande diferença genética entre as amostras venezuelanas e algumas amostras do Peru”, declarou. “Em seguida, iniciamos o processo de coleta de amostras e colaboradores em toda a América do Sul e fora para completar o mosaico de amostras que nos permitiu montar o estudo. Trabalhei em vários países com vários colegas para coletar as amostras, e Sarah fez a maior parte do trabalho pesado, sequenciando genes e fazendo a análise filogenética”, finalizou o cientista.

Veja vídeo:

https://twitter.com/i/status/1760681891341238668

Fonte: EXTRA GLOBO e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/02/2024/11:00:04

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Amazônia Protege: MPF obtém na Justiça mais de R$ 316 milhões em indenização por desmatamentos ilegais

Decisões favoráveis em ações ajuizadas pelo órgão vão garantir reflorestamento de área equivalente a quase 68 mil campos de futebol

Mais de R$ 316 milhões terão que ser pagos pelos responsáveis por desmatamentos ilegais identificados pelo Ministério Público Federal (MPF) na Amazônia brasileira, de 2017 para cá. Esse é o valor das indenizações impostas até agora pela Justiça Federal aos condenados nas ações civis públicas ajuizadas pelo MPF, no âmbito do projeto Amazônia Protege. Os valores buscam reparar os danos materiais e morais causados ao meio ambiente e à coletividade. O projeto utiliza a tecnologia de monitoramento por satélite para identificar e responsabilizar na esfera civil os autores de desmatamentos ilegais na Floresta Amazônica, no intuito de reparar danos e preservar o bioma.

As três fases do projeto já desenvolvidas resultaram no ajuizamento de mais de 3,5 mil ações contra os responsáveis pela retirada irregular de vegetação em áreas superiores a 60 hectares, registradas pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes/Inpe) entre agosto de 2015 e dezembro de 2019. Desse total, 656 processos já tiveram sentença favorável ao MPF e 732 réus foram condenados em primeira instância a pagar indenizações, além de reparar os danos causados pela remoção ilegal de floresta. Mais de 73 mil hectares de mata deverão ser reflorestados, o que equivale a quase 68 mil campos de futebol.

No âmbito do projeto, a Justiça também deu decisões favoráveis em 138 processos com réus incertos – quando não foi possível identificar na fase pré-processual a pessoa responsável pelo desmatamento. Nesses casos, o MPF ajuíza a ação com o objetivo de embargar as áreas desmatadas ilegalmente, impedir a grilagem e evitar a regularização fundiária. A medida também assegura aos órgãos de controle e fiscalização a possibilidade de apreender, retirar e destruir qualquer bem móvel ou imóvel existente na área desmatada, que esteja impedindo a recuperação da floresta.

“Os resultados alcançados são bastante positivos, com uma quantidade significativa de sentenças condenatórias, o que contribui para reduzir a sensação de impunidade e o desmatamento irregular na Amazônia”, avalia o coordenador do projeto, o procurador da República Daniel Azeredo. Ele explica que as indenizações obtidas pelo MPF nas ações – R$ 220,9 milhões em danos morais coletivos e R$ 96 milhões por danos materiais decorrentes da remoção da cobertura vegetal – serão destinadas ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, para financiar ações de fiscalização e preservação do meio ambiente.

Segundo o coordenador do projeto, várias áreas já estão em processo de recuperação, mesmo com a ação judicial ainda não julgada em definitivo. “Isso mostra que a simples propositura de uma ação civil pública pelo MPF gera resultados. Esperamos ganhar força nessa atuação contra a criminalidade ambiental. Na medida em que as ações forem sendo executadas e que as sentenças forem cumpridas, haverá uma redução significativa do desmatamento ilegal na região”, pontua. Das ações já julgadas com decisão favorável aos pedidos do MPF, 66 estão em fase de cumprimento de sentença. Além disso, o Ministério Público apresentou recurso em 628 processos.

Projeto – As informações fazem parte do balanço divulgado pela Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF (4CCR), que coordena o Amazônia Protege. A iniciativa também conta com a parceria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

A caminho de sua 4ª fase, a iniciativa já envolveu, desde 2017, 39 procuradores da República com atuação na Amazônia Legal, além de 212 servidores e estagiários. Com base em laudos periciais produzidos a partir da análise de imagens de satélite e do cruzamento das informações com bancos de dados públicos, as ações propostas pelo MPF cobram indenização pelos danos causados e reparação das áreas desmatadas em todos os nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

O projeto também mantém um mapa interativo para consulta pública na internet, com a coordenada geográfica das áreas desmatadas que são alvos das ações civis públicas, ainda que o responsável pela terra não tenha restrições de cadastro. O objetivo é possibilitar a rápida consulta dessas propriedades, para que os órgãos públicos possam identificar as áreas irregulares antes de fornecer documentação fundiária. A ideia é que frigoríficos, supermercados e outras empresas também possam usar as informações, para não comprarem produtos provenientes dos locais devastados de forma ilegal, deixando de alimentar uma cadeia produtiva predatória. Saiba como funciona o projeto.

Em janeiro deste ano, com o propósito de impulsionar o Amazônia Protege, foram implantados dez novos ofícios especiais vinculados à 4CCR para atuar no projeto. Os procuradores titulares são responsáveis por propor novas ações civis públicas no âmbito da iniciativa, além de acompanhar e dar o devido encaminhamento aos processos já existentes, inclusive celebrando acordos nas situações cabíveis. Os membros também participam de reuniões com os demais integrantes do projeto e com parceiros externos, com o objetivo de colaborar para o contínuo aperfeiçoamento da iniciativa.

Fonte: Ascom MPF  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/02/2024/07:16:46

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Maior sucuri do mundo é encontrada na Amazônia; veja vídeo

A espécie recebeu o nome em latim Eunectes akayima – (crédito: Reprodução/Instagram @freekvonk)

O animal, que seria de uma nova espécie de sucuri, a sucuri-verde, tinha quase oito metros de comprimento e pesava cerca de 200 quilos

postado em 21/02/2024 23:13 – Pesquisadores encontraram uma nova espécie de sucuri na Amazônia que pode ser a maior cobra registrada em todo mundo, com mais de oito metros de comprimento e cerca de 200 quilos. Apresentador de TV, o professor Freek Vonk registrou o momento do encontro nas redes sociais e identificou que o animal seria uma sucuri-verde.

A espécie recebeu o nome em latim Eunectes akayima, enquanto “akayima” vem de várias línguas indígenas do norte da América do Sul, e significa “grande cobra”. “Tão grossa como um pneu de carro e com uma cabeça tão grande quanto a minha cabeça”, afirmou o pesquisador.

 

Até o momento, só houve um outro registro de sucuri-verde na Amazônia, mas o animal tinha, no máximo, sete metros de comprimento. A nova cobra identificada foi apresentada em um estudo publicado na revista científica Diversity na sexta-feira (16/2).

Em nota, o CBMAM informou que a sucuri estava próxima de residências no bairro. Uma equipe foi enviada ao local e fez o resgate do animal de grande porte.

“Depois de capturada, o animal foi solto em área de mata para voltar ao seu habitat”, informou a corporação.

Fonte:   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2024/07:16:46

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