Projeto de educação na Amazônia atende mais de 600 crianças e adolescentes

(Foto> João Cunha)- Iniciativa que promove educação regionalizada e de qualidade concluiu atividades neste mês de março com a formatura de centenas de jovens ribeirinhos. Em quatro anos, 40 comunidades e quase 1.000 famílias foram beneficiadas pelo projeto.

Localizada há quase 600 quilômetros de Manaus, a comunidade Punã viveu um dia de formatura na última quinta-feira, 14 de março. Graduandos e familiares encheram o histórico casarão da localidade para a cerimônia de entrega de diplomas do projeto Desenvolvimento Integral de Crianças e Adolescentes Ribeirinhos da Amazônia (Dicara). Organizada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), a iniciativa oferece ações socioeducativas em complemento ao ensino formal e com foco na valorização de culturas e saberes regionais e na capacitação das juventudes.

“Concluímos o projeto em Uarini com a formatura de jovens de vários cursos que integraram a nossa programação, de educação ambiental a empreendedorismo, e tiveram como diretriz a capacitação de jovens lideranças, que estejam informadas e conscientes de seus direitos e deveres e preparadas para reivindicar por melhorias em suas comunidades”, afirma Avana Franco, educadora social da FAS e responsável pelo projeto em Uarini.

Em quatro anos de projeto na região, 660 crianças e adolescentes e 956 famílias foram atendidas em 40 comunidades ribeirinhas, situadas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, e 1 bairro periférico na sede do município amazonense. Entre as 44 atividades realizadas, destaque para serviços socioassistenciais, como mutirões de atendimento de saúde básica e emissão de documentos, formações de jovens lideranças, a realização de grandes eventos de incentivos ao esporte e oficinas de educação ambiental, informática, teclado e violão.

“O projeto ofereceu uma forma dos jovens se expressarem, como foi o meu caso, através da música”, conta Maria Lúcia da Costa, 13 anos, moradora do bairro Verde, em Uarini. A jovem participou de uma das oficinas de violão. “Foi uma oportunidade muito boa para as pessoas se encontrarem e aprenderem mais, dentro daquilo que elas gostam. Eu vou levar esse aprendizado pra minha vida”.

Para Alcione Rodrigues, líder comunitário e pai de uma das participantes, os benefícios do projeto vão além do ensino de temáticas de educação e cidadania e se estendem para o envolvimento e interesse da juventude em se integrar à organização das comunidades ribeirinhas. “Essa iniciativa nos trouxe oportunidade, não só para a minha família, mas para a Reserva (Mamirauá) como um todo, com esses cursos de fortalecimento e empoderamento de crianças e adolescentes. Isso pra gente deixa um legado importante, eu vejo como liderança que, a partir do Dicara, os jovens estão se envolvendo mais nas atividades comunitárias”.

O projeto contou com o financiamento da Unilever e apoio do Governo do Estado do Amazonas, Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Prefeitura Municipal de Uarini, Secretarias Municipais de Educação, de Saúde e Cultura, Conselho Tutelar, Guarda Civil, Conselho Municipal da Criança e Adolescente (CMDCA) e Associação de Moradores e Usuários da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá Antônio Martins (AMURMAM).

Sobre o projeto

Criado pela FAS em 2014, o projeto Desenvolvimento Integral de Crianças e Adolescentes Ribeirinhas na Amazônia (Dicara) realiza ações socioeducativas, acompanhamento familiar e capacitação de professores com foco no fortalecimento da rede de proteção de crianças e adolescentes. A metodologia do projeto segue os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em 9 anos de atuação, o Dicara já contemplou 09 municípios e 12 Unidades de Conservação na Amazônia. Somente em 2022, mais de 1.600 pessoas foram beneficiadas com as atividades.

Sobre a FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia por meio de programas e projetos nas áreas de educação e cidadania, saúde, empoderamento, pesquisa e inovação, conservação ambiental, infraestrutura comunitária, empreendedorismo e geração de renda. A FAS tem como missão contribuir para a conservação do bioma pela valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade e pela melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia. Em 2023, a instituição completa 15 anos de atuação com números de destaque, como o aumento de 202% na renda média de milhares famílias beneficiadas e a queda de 40% no desmatamento em áreas atendidas entre 2008 e 2021.

Foto de João Cunha
Foto: João Cunha

Fonte: Ascom FAs e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/03/2024/08:44:44

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7 em cada 10 vítimas de violência contra mulher na Amazônia Legal têm até 14 anos, aponta pesquisa

Violência física contra mulheres na Amazônia Legal — Foto: Reprodução/GloboNews

Segundo levantamento do Instituto Igarapé, amazônidas são proporcionalmente mais vítimas de assassinatos e de violência sexual do que mulheres de outras regiões do Brasil. Conflitos socioambientais e presença de facções agravam o problema.

A mulheres que vivem na região da Amazônia Legal são, proporcionalmente, mais vítimas de violência sexual e assassinatos do que no restante do país. De cada 10 vítimas, sete são meninas de até 14 anos de idade.

O relatório “A violência contra mulheres na Amazônia Legal nos últimos cinco anos em comparação com o restante do país” foi divulgado nesta segunda-feira (18) e obtido em primeira mão pela GloboNews.

Em cinco anos (de 2019 a 2023), o homicídio doloso de mulheres teve queda de 2% na Amazônia Legal, ante 12% no restante do Brasil.

Já a violência não letal (aquelas que não resultam em morte, como física, sexual, psicológica e patrimonial) aumentou 47% na região, contra 12% em outros estados do país.

A violência patrimonial contra mulheres cresceu em 62% na região. No país, esse aumento foi de 51%.

A violência psicológica na Amazônia Legal teve um salto de 82%, enquanto no restante do país, foi de 14%.

Os casos de violência política cresceram 142% nos últimos cinco anos. O estado com mais casos reportados em todo o período é o Amazonas (135 casos), seguido pelo Pará (76).

A violência física aumentou 37%, ante 3% no restante do país.

Temos visto um crescimento da violência política contra mulheres a partir do momento em que ela passa a ter é um papel de liderança, um papel político de defensora dentro da região. As camadas de violência sobre elas também aumentam. Então, trazer esse cenário mais completo sobre essa realidade é absolutamente central para elaborar melhor as políticas públicas.

— Melina Risso, diretora de pesquisa do Instituto Igarapé

👉 Segundo o IBGE, a Amazônia Legal é dividida em duas partes: a Amazônia Ocidental, composta pelos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, e a Amazônia Oriental, composta, por exclusão, pelos estados do Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso.

O relatório fez o cruzamento de dados de sistemas de saúde e segurança de estados e municípios, além de informações de organizações não governamentais, como a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Projeto ACLED.

Violência sexual é maior na região amazônica brasileira

Além da pesquisa, o Instituto Igarapé lançou nesta segunda-feira a plataforma “Mulheres na Amazônia: Conflitos e Violências”, que compila diferentes tipos de violência enfrentada por mulheres na região, abrangendo o Brasil, Colômbia e Peru.

Além de números sobre violências letais, não letais e políticas, a plataforma fornece informações sobre conflitos socioambientais, como disputas por terra e água no Brasil, e expõe as pressões territoriais, incluindo a localização de zonas de mineração legais e ilegais, projetos hidrelétricos e estradas. Entre os dados que aparecem na ferramenta estão:

Na Amazônia, a taxa de homicídio de mulheres supera a média do restante do país em 48% no Brasil, 80% na Colômbia e 27% no Peru

A violência sexual é maior na região amazônica nos três países.

A Amazônia brasileira apresenta uma taxa 30% maior de violência sexual do que no restante do país.

Essa violência não começou hoje, não começou ontem, é um processo histórico muitas vezes, especialmente quando a gente olha para a região amazônica.

— Melina Risso, diretora de pesquisa do Instituto Igarapé

Segundo ela, isso é reflexo de “conflitos socioambientais historicamente presentes na região e mais recentemente uma sobreposição de camadas de novas violência”.

“Seja com crime ambiental, elementos que a gente vem estudando e entendendo como é que acontece dentro de um ecossistema de crimes, seja o desmatamento, seja o aumento de violência na região, com a própria entrada de facções vinculadas ao tráfico de drogas”, observa.

Segundo a diretora de pesquisa do Instituto Igarapé, esses elementos contribuem para aumentar o risco de confrontos na região, resultando em um crescimento das agressões contra as mulheres na Amazônia.

“A gente está vivenciando o momento de mudanças climáticas, e olhar para as mulheres e pensar nelas como protetoras desse ambiente é absolutamente central”, diz.

Ao avaliar dados de segurança pública e de saúde, é preciso considerar o contexto dos conflitos socioambientais da região para conseguir ter o cenário completo sobre a situação de violência.

O que  diz o governo federal

Procurado pela reportagem, o governo federal informou que o Ministério das Mulheres, à frente de um grupo interministerial que conta com a participação do Ministério da Justiça, irá lançar um plano de ação de prevenção aos feminicídios.

O objetivo é “prevenir todas as formas de discriminação, misoginia e violência de gênero contra mulheres e meninas, por meio da implementação de ações governamentais intersetoriais, com a perspectiva de gênero e suas interseccionalidades”.

Segundo o governo, o plano de ação será apresentado nesta terça (19).

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/03/2024/18:26:45

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Desmatamento na Amazônia no 1º bimestre atinge a menor taxa dos últimos 6 anos, aponta Imazon

Sobrevoo mostra desmatamento em área da floresta amazônica em Manaus, no Amazonas. — Foto: REUTERS/Bruno Kelly/File Photo

A Amazônia Legal teve no primeiro bimestre de 2024 o menor índice de desmatamento em seis anos, segundo dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgados nesta segunda-feira (18).

👉 🌱 A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro e engloba a área de 9 estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão).

No ano passado, neste mesmo período (janeiro e fevereiro) foram derrubados 523 km² de floresta no bioma, área que equivale ao tamanho de Brasília.

Já em 2024, foram derrubados 196 km². Com isso, é possível dizer que o desmatamento no bioma teve a menor taxa dos últimos seis anos e uma diminuição de 63% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto, que diferem da metodologia do Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Segundo o Imazon, os satélites usados são mais refinados que os dos sistemas do governo e são capazes de detectar áreas devastadas a partir de 1 hectare, enquanto os alertas do Inpe levam em conta áreas maiores que 3 hectares (entenda mais abaixo).

EXCLUSIVO: 60% de tudo que nasce depois de um desmatamento é destruído na Amazônia

Embora a notícia seja positiva, o Imazon alerta para o fato de que o desmatamento no primeiro trimestre de 2024 ainda vem ultrapassando os níveis registrados nos mesmos meses entre 2008 e 2017, com exceção de 2015.

Durante esse período, a derrubada de florestas permaneceu abaixo de 150 km² em todos os anos, com base no monitoramento por imagens de satélite do instituto.

Para ilustrar a extensão do desmatamento na Amazônia nos meses de janeiro e fevereiro de 2024, pode-se observar que a área perdida de floresta supera os territórios de três capitais brasileiras: Vitória (97 km²), Natal (167 km²) e Aracaju (182 km²).

Esses dados mostram que ainda temos um grande desafio pela frente. Atingir a meta de desmatamento zero prometida para 2030 é extremamente necessário para combater as mudanças climáticas. Para isso, uma das prioridades do governo deve ser agilizar os processos em andamento de demarcação de terras indígenas e quilombolas e de criação de unidades de conservação, pois são esses os territórios que historicamente apresentam menor desmatamento na Amazônia.

— Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.

Ranking do desmate por estados

Já em relação aos estados que integram a Amazônia Legal, nos primeiros dois meses de 2024, os estados com maior desmatamento no bioma foram Mato Grosso (32%), Roraima (30%) e Amazonas (16%), totalizando 152 km² de floresta destruída, representando 77% do total na região.

Ainda segundo o Imazon, Mato Grosso viu seu desmatamento impulsionado pela expansão agropecuária, especialmente em municípios como Feliz Natal, Nova Maringá, Juína, Juara, Marcelândia e Canarana.

Já Roraima testemunhou avanços de desmatamento até dentro de terras indígenas, com oito territórios listados, incluindo Yanomami, Manoá-Pium e Raposa Serra do Sol.

No Amazonas, destaca-se a expansão do desmatamento em assentamentos, com municípios da região Sul sendo os mais afetados.

Imazon

O sistema do Imazon detecta áreas desmatadas em imagens de satélites de toda a Amazônia Legal.

Chamado de SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), o programa foi desenvolvido pelo Imazon em 2008, para reportar mensalmente o ritmo da degradação florestal e do desmatamento na região.

Segundo o Imazon, os satélites usados são mais refinados que os dos sistemas do governo e são capazes de detectar áreas devastadas a partir de 1 hectare, enquanto os alertas do Inpe levam em conta áreas maiores que 3 hectares.

O SAD utiliza atualmente os satélites Landsat 7 e 8, da NASA, e Sentinel 1A, 1B, 2A e 2B, da Agência Espacial Européia (ESA). Ambos são de domínio público, ou seja: seus dados podem ser usados por qualquer pessoa ou instituição.

Combinando esses satélites, o sistema é capaz de enxergar a mesma área a cada 5 a 8 dias. Por isso, o sistema prioriza a análise de imagens adquiridas na última semana de cada mês.

Desse modo, caso uma área tenha sido degradada no início do mês e, depois, desmatada no final do mês, ela pode ser identificada como desmatamento no dado final.

Assim como o Deter, do Inpe, o calendário de monitoramento do SAD começa em agosto de um ano e termina em julho do ano seguinte por causa da menor frequência de nuvens na Amazônia. Os sistemas também são semelhantes porque servem como um alerta, mas não representam um dado oficial de desmatamento.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/03/2024/17:51:12

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Avião que caiu no Acre estava com certificado de aeronavegabilidade cancelado

Avião que caiu no Acre foi fabricado em 1974 – (Foto:Divulgação)

Licença estava vencida desde junho de 2019; uma pessoa morreu e seis ficaram feridas

O avião monomotor que caiu na tarde desta segunda-feira (18) no interior do Acre estava com o certificado de aeronavegabilidade cancelado, segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro, da Força Aérea Brasileira (FAB).

A aeronave, de matrícula PT-JUN, caiu a cerca de 1 quilômetro da pista na cidade de Manoel Urbano, a cerca de 230 quilômetros de Rio Branco. Uma pessoa morreu e outras seis ficaram feridas, segundo o Corpo de Bombeiros.

Segundo o sistema da FAB, o avião acidentado estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) cancelado, já que a licença havia vencido em junho de 2019.

A CNN procurou a FAB para obter mais detalhes sobre o cancelamento da licença, mas ainda não obteve retorno.

De acordo com o governo do Acre, a aeronave estava com sete pessoas a bordo: o piloto e mais seis passageiros. Segundo o registro da FAB, o avião poderia levar, no máximo, três passageiros mais o piloto. Portanto, havia três passageiros a mais do que o permitido.

Como era o avião acidentado

O equipamento que caiu nesta segunda-feira era um monomotor turbohélice modelo 182P, fabricado em 1974 pela empresa norte-americana Cessna Aircraft.

No registro da FAB, a aeronave estava em nome de Samuel Castro Silva. Segundo relação de vítimas enviada pelo Corpo de Bombeiros do Acre, não havia ninguém com esse nome entre os ocupantes do avião.

O monomotor tinha operação negada para táxi aéreo.

De acordo com o governo do estado, o avião saiu da cidade de Manoel Urbano e tinha como destino o município de Santa Rosa do Purus, também no Acre, que fica a cerca de 150 quilômetros em linha reta do ponto de partida e na fronteira com o Peru.

O acidente ocorreu por volta do meio-dia, pelo horário local, e 14h no horário de Brasília. Os sobreviventes foram levados para o hospital de Manoel Urbano e serão transferidos para Rio Branco. A área da ocorrência é de difícil acesso, segundo os bombeiros.

Fonte: CNN  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/03/2024/07:16:46

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Bactéria descoberta na Amazônia tem potencial para combater câncer de mama

Composto químico produzido pela bactéria teve desempenho comparável à quimioterapia padrão (Foto: Miguel Aun/ITV)

Composto estudado por pesquisadores da Unifesspa e do ITV identificou propriedades viricidas, bactericidas e capazes de eliminar células cancerosas.

A descoberta de uma nova bactéria no solo da região de Paragominas, no sudeste do Estado, trouxe perspectivas animadoras para a comunidade científica paraense. De acordo com os pesquisadores, o microrganismo produz um composto químico com propriedades terapêuticas capazes, por exemplo, de eliminar células cancerosas sem prejudicar as células saudáveis. O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), do Instituto Tecnológico Vale (ITV) e instituições parceiras.

O objeto da pesquisa foi estudar o potencial farmacêutico da cepa de bactérias da espécie identificada como Pseudomonas aeruginosa. O composto químico produzido pelo microrganismo é um surfactante de origem microbiana (ou biossurfactante) chamado de ramnolipídeo.

Os resultados dos estudos deixaram os pesquisadores esperançosos com o potencial de aproveitamento no combate patologias médicas e veterinárias. Foi avaliada também a toxicidade do composto em relação aos vírus de herpes simples, coronavírus murino e vírus sincicial respiratório. Uma solução do composto, com uma concentração de 250 μg/mL (microgramas por mililitro), inibiu 97% da atividade viral nos três tipos de vírus. A ação viricida também foi manifestada em uma solução de 50 μg/mL, por 15, 30 e 60 minutos, o que indica que a eficácia contra vírus pode estar relacionada ao tempo de exposição ao biossurfactante.Em ouro teste, já na concentração de 12,5 µg/mL, o ramnolipídeo (biossurfactante) apresentou potencial seletividade na redução
da proliferação de células cancerosas de mama, após um minuto de exposição em laboratório.

“O biossurfactante é uma substância que auxilia a bactéria a captar algum nutriente que seja interessante para o seu crescimento, além de auxiliar na comunicação entre bactérias da mesma espécie”, explica José Pires Bitencourt, pesquisador do ITV e um dos autores do estudo. De acordo com ele, durante todo o estudo, em todas as concentrações do composto foram observadas a capacidade de diminuir a viabilidade das células cancerosas para menos de 50% em 72 horas. Esse é um desempenho que sugere uma ação antitumoral comparável aos níveis alcançados pela quimioterapia padrão.Bitencourt explica que as condições ambientais encontradas no solo amazônico favorecem a proliferação de compostos de interesse farmacêutico, como o estudado pela pesquisa. “Diferentes subespécies de bactérias encontradas em várias condições de solo produzem biossurfactantes, influenciadas por fatores como clima, evolução do solo, regime hídrico, interação com outros organismos e impacto humano”. Já o professor Sidnei Cerqueira dos Santos, da Unifesspa, que contribuiu com o estudo, a produção do ramanolipídeo também é uma forma de garantir a perpetuação da bactéria. “Pode ser usado como estratégia de sobrevivência dessas bactérias em ambientes desfavoráveis, para reduzir ou inibir a toxicidade celular, como por exemplo em solo contaminado por metais”.

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/03/2024/19:37:18

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Fundo Amazônia anuncia R$ 150 mi para acesso à água e inclusão produtiva a famílias de baixa renda

(Foto: MMA – Divulgação ) – Água Potável para Comunidades da Amazônia, anunciado nesta segunda-feira, 11, na Ilha do Marajó (PA)

Recursos serão aplicados por meio do edital Sanear Amazônia

Fundo Amazônia anuncia R$ 150 mi para acesso à água e inclusão produtiva a famílias de baixa renda

Até 2025, estimativa é atender 15 mil famílias rurais de baixa renda na Amazônia, o que inclui municípios da ilha paraense

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) anunciaram o edital Sanear Amazônia – Água Potável para Comunidades da Amazônia nesta segunda-feira, dia 11, na Ilha do Marajó (PA). A chamada pública irá contar com R$ 150 milhões do Fundo Amazônia, administrado pelo Banco em coordenação com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

A diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, a ministra Marina Silva e a secretária de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Lilian Rahal, assinaram  acordo de cooperação técnica que prevê uma série de ações para garantir acesso à água e inclusão produtiva na região amazônica. O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH), Silvio Almeida, e o governador do Estado do Pará, Helder Barbalho, estiveram presentes na cerimônia.

Campello ressaltou que o edital integra a nova estratégia do Banco para o Fundo Amazônia, garantindo escala e impacto de ações que comecem no acesso à água e viabilizem a agricultura familiar sustentável. “Sabemos que o acesso à água limpa está diretamente ligado a condições de saúde e à qualidade de vida da população. Esta iniciativa vai além deste direito básico e prevê como próximos passos o desenvolvimento de cadeias produtivas da sociobiodiversidade com preservação ambiental e redução do desmatamento”.

Nessa etapa, os recursos do Fundo serão usados na implantação de tecnologias sociais de acesso à água para consumo humano, produção de alimentos e inclusão social e produtiva na Amazônia. Inicialmente, 16 municípios dos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará e Rondônia irão receber a iniciativa. Nesta etapa, 4.626 famílias rurais de baixa renda serão atendidas, das quais 68% estão na Ilha do Marajó (PA), nas cidades de Soure, Breves, Curralinho e São Sebastião.

“Este edital vai levar água potável, dignidade e saúde para a população, com saneamento, banheiro e chuveiro. Estamos trabalhando para que a Amazônia seja vista como a região que respeita os povos indígenas e tradicionais, além de apoiar investimentos de base sustentável”, afirmou a ministra Marina Silva.

O ministro Wellington Dias destacou a importância da assinatura do acordo de cooperação técnica para editais de instalação de tecnologias de acesso à água na Amazônia. “Este recurso, combinado com iniciativas de inclusão produtiva, vai atender populações que vivem em unidades de conservação de uso sustentável, como florestas nacionais e reservas extrativistas, além de comunidades remanescentes de quilombos e projetos de assentamento agroextrativistas”.

Rahal explicou que as entidades selecionadas por meio do edital irão coordenar a implantação de tecnologias sociais de acesso à água por instituições previamente credenciadas no Programa Cisternas, executado pelo ministério. Tais soluções incluem a estrutura necessária para a captação de água da chuva e de outras fontes superficiais ou subterrâneas, além de instalações sanitárias, com chuveiro, pia, vaso sanitário e fossa.

Fonte:Ascom BNDS  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/03/2024/07:16:46

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O que está acontecendo com os rios da Amazônia

Pessoas caminham em leito seco do Rio Solimões em 24 de outubro de 2023  -(Foto: Edmar Barros/AP/picture alliance)

Rio Solimões virou deserto após seca histórica do ano passado
Inundações no Acre, seca extrema em Roraima e rios com vazão abaixo da média em estação chuvosa indicam colapso que região pode vivenciar com mais frequência devido ao aquecimento global.

Às margens do rio Negro, famílias pescadoras aguardam a água alcançar a altura costumeira para lançarem as redes. Março era o mês em que tradicionalmente elas saiam atrás dos cardumes. Em 2024, depois da seca histórica na Amazônia que atrasou o período das chuvas, a atividade comunitária que sustenta diversos moradores deve começar só em meados de abril.

“O rio ainda está muito baixo aqui no nosso trecho. A gente, que vive desta cadeia, fica na expectativa e não sabe a quantidade de peixe que vai encontrar”, conta Janderson Mendonça, da comunidade Santa Helena dos Ingleses, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Negro, no Amazonas.

A mais de 2.000 quilômetros dali, os ribeirinhos da região conhecida como Volta Grande do Xingu, no Pará, se preocupam com o nível do rio abaixo da média. No local está a usina hidrelétrica de Belo Monte, onde cerca de 10% a menos de água fluiu pelo canal nos primeiros dias de março em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da própria operadora.

“Quando a hidrelétrica fecha as comportas e represa a água mais tempo, a parte de baixo do Xingu fica numa situação crítica. A gente vê matança de peixe. Não tem mais como sobreviver da pesca”, afirma Maria Francineide Ferreira, uma das líderes do Conselho Ribeirinho, que reúne cerca de 3.000 pescadores na região.

Em Rondônia, a seca histórica do rio Madeira ainda afeta drasticamente povos indígenas, narra Benjamim Oro Nao, da Terra Indígena Pacaás-Novas. “Não conseguimos sair da aldeia para escoar nossos produtos, que são farinha, banana, feijão. Tudo o que a gente planta, morre. A chuva não veio no tempo certo, está muito seco ainda”, relata.

O cenário é monitorado pelo Sistema de Alerta Hidrológico do Serviço Geológico do Brasil (SGB). Em 2023, o Madeira atingiu a sua marca mínima histórica, 1,1 metro – e não se recuperou. O recorde anterior era de 2022 (1,4 metro). “O Madeira está muito abaixo da média em pleno fim do período chuvoso. É muito preocupante. São esperados problemas sérios com a chegada do período seco, principalmente para navegação”, avalia Artur Matos, coordenador do sistema do SGB.

Rios não se recuperam

Em outubro de 2023, as imagens de rios amazônicos sem água chocaram o mundo. O período mais seco que o normal era aguardado por conta do fenômeno El Niño, caracterizado pelo aumento da temperatura no Oceano Pacífico. Mas sua intensidade surpreendeu a comunidade científica. Paralelamente, o aquecimento das águas do Atlântico tropical prejudicou ainda mais a formação de nuvens e de chuvas na região.

A maior floresta tropical começou a morrer: e agora?

Adriana Cuartas, pesquisadora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), foi a primeira a perceber, por meio de análise de dados de satélites, que o fenômeno encontrou a Amazônia brasileira já afetada por chuvas abaixo da média nas cabeceiras que estão fora do país. “O El Nino continua, então espera-se que as chuvas sigam ainda abaixo da média. A bacia, como um todo, está sob o efeito deste fenômeno meteorológico”, resume.

Por conta do atraso da estação chuvosa, o volume de água de rios amazônicos, como Branco, em Roraima; Tapajós, no Pará; e Solimões, no Amazonas, está abaixo da média para o período, aponta o monitoramento do SGB.

“Os períodos de chuva são diferentes em alguns locais. Mas a situação não é normal, é muito atípica. Tem vários pontos de algumas bacias que estão bem abaixo da média, com é o caso do Branco e do Madeira”, pontua Matos.

Em Roraima, cortada pelo rio Branco, a seca agrava as queimadas, que atingiram nível recorde em fevereiro. Na capital, Boa Vista, o nível do rio chegou a um negativo de -0,15 metros.

“Os menores índices de vazão do rio Branco foram observados em ano de El Niño. À medida que a temperatura global tem aumentado, observamos que cada El Niño tem efeito mais forte sobre a dinâmica hidrológica”, afirma Carlos Sander, professor no Departamento de Geografia da Universidade Federal de Roraima (UFRR), ressaltando que a intensidade do impacto aumenta a partir da década de 1990.

Enquanto algumas regiões da Amazônia ainda enfrentam seca, Acre sofre com enchente-  (Foto: Walcimar Junior via REUTERS)
Enquanto algumas regiões da Amazônia ainda enfrentam seca, Acre sofre com enchente- (Foto: Walcimar Junior via REUTERS)

Enquanto isso, enchente no Acre

O rio Acre foi de um extremo ao outro em pouco tempo. A seca registrada em novembro passado foi superada por um transbordamento: a água subiu mais de 17 metros acima do leito, deixou cidades alagadas e milhares de desalojados. É a segunda maior cheia já registrada, atrás do recorde de 2015.

Em Xapuri, a casa histórica onde Chico Mendes morou e foi assassinado foi atingida. A construção havia sido reaberta há poucos meses depois de uma reforma devido a um período de abandono e de efeitos de uma cheia. “O patrimônio não é só a casa, mas o endereço físico para onde as pessoas vão quando querem reverenciar a memória de Chico Mendes, que morreu em defesa da Amazônia. O estado todo precisa pensar em como se preparar para esta realidade dos extremos climáticos”, comenta Ângela Mendes, filha mais velha do ambientalista.
Rua alagada em Rio Branco, em 5 de março de 2024Rua alagada em Rio Branco, em 5 de março de 2024
Enquanto algumas regiões da Amazônia ainda enfrentam seca, Acre sofre com enchente
Foto: Walcimar Junior via REUTERS

A chuva intensa no Acre, que atingiu também cidades andinas, pode ser justificada pela Oscilação de Madden-Julian (MJO, na sigla em inglês), explica Tércio Ambrizzi, professor do Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo (USP). O fenômeno é conhecido desde a década de 1970 e funciona como uma grande onda de propagação de chuvas tropicais – ora intensificadas, ora reprimidas.

“É como se existisse um pulso que gera uma nuvem convectiva no Oceano Índico e se propaga na região equatorial, de oeste para leste. Ele dá a volta ao mundo em torno de 50 dias e desaparece na África”, explica Ambrizzi.

O problema foi que esta oscilação encontrou águas mais quentes que o normal no Pacífico, devido ao El Ninõ, e no Atlântico. Ela ganhou mais força, perturbou as circulações e provocou chuvas recordes.

Extremos amazônicos no planeta mais quentes

O aumento da temperatura média do planeta tem tudo a ver com o que está acontecendo na Amazônia, afirmam cientistas ouvidos pela DW. “Estamos observando que o calor extra que está na atmosfera está sendo absorvido pelos oceanos. Isso aumenta a evaporação de água e o transporte de umidade, o que tem influência muito grande sobre as chuvas nos continentes”, diz Ambrizzi.

Uma das consequências, ressalta o climatologista Carlos Nobre, é que fenômenos naturais que ocorrem no globo há milhares de anos estão ficando mais intensos. “O El Niño sempre aconteceu, mas os registros dos mais fortes foram em 2015-2016, e agora 2023-2024. Aparentemente, a MJO também tem ficado mais forte”, diz Nobre.

Com mais água sendo evaporada pelos oceanos, a quantidade de chuva em todo o globo deve aumentar em alguns pontos, prevê a ciência. Por outro lado, o aquecimento global reduz o volume de chuva em outros locais.

“A Amazônia é um dos locais com redução das chuvas com o aquecimento global. O aumento da estação seca já está acontecendo, são cerca de quatro a cinco semanas mais longas em relação aos últimos 40 anos, e está mais quente. O risco do tipping point é enorme”, alerta Nobre.

Boto morto é inspecionado

Biólogas, veterinárias e oceanógrafos inspecionam um boto de 150 kg morto recentemente e chegado em bom estado ao centro remoto de pesquisas montado pelo Instituto Mamirauá numa praia às margens do lago Tefé, na cidade amazonense localizada a 500 km de Manaus. A morte há menos de 24 horas comprova que os cetáceos continuam perdendo a vida na região, apesar de o pior já ter passado.

Foto: Gustavo Basso/DW
Foto: Gustavo Basso/DW

Fonte: DW   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/03/2024/07:16:46

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MPF discute novas formas de atuação contra impactos de grandes empreendimentos em terras indígenas na Amazônia

Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF promoveu encontro com antropólogos, acadêmicos e defensores dos povos indígenas em Belém (PA) (Foto:Divulgação MPF)

Foto de ambiente de auditório, tirada de frente para o palco, onde se vê três homens e três mulheres sentados em mesa de autoridades; na plateia, há dezenas de pessoas sentadas nas poltronas. Na parede de fundo do palco, há a logo do MPF no Pará e, abaixo do palco à direita há bandeiras do Brasil, do Pará e do MPF

Fotos: Comunicação MPF

Nos dias 28 e 29 de fevereiro, procuradores da República das três instâncias, servidores do Ministério Público Federal (MPF), professores, antropólogos e defensores de direitos de povos indígenas se reuniram na sede do MPF em Belém, no Pará, para o encontro realizado pela sua Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR): Grandes Empreendimentos com Impactos em Terras Indígenas da Amazônia. O evento buscou promover debates sobre a necessidade urgente de diferentes áreas do poder público definirem e aplicarem estratégias e medidas concretas para garantir a vida, os costumes e os territórios de povos indígenas, perante históricas violações de direitos em nome de grandes empreendimentos.

O compartilhamento de experiências, pesquisas e diversos tipos e formatos de informações sobre o tema servirá como subsídio para a definição de diretrizes e planejamentos da atuação do MPF, especialmente da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais. O evento iniciou com o painel “análise da situação”, ministrado pelo membro da Secretaria-Executiva do Grupo de Trabalho (GT) Infraestrutura e Justiça Socioambiental, Brent Milikan. O panorama apresentado propiciou um cenário de concordância geral entre os participantes sobre a necessidade de consultas prévias, livres e informadas aos povos indígenas serem efetivamente realizadas ainda na fase de planejamento dos empreendimentos, não apenas na fase do licenciamento ambiental, para que não haja impacto em suas vidas antes da realização das consultas às comunidades.

Além disso, os presentes demonstraram grande preocupação sobre parte do texto da Lei nº 14.701/2023, que determina que bases, postos e demais intervenções militares, expansões de malhas viárias, explorações de alternativas energéticas e outras iniciativas “serão implementados independentemente de consulta às comunidades indígenas envolvidas ou ao órgão indigenista federal competente”. A coordenadora da 6CCR do MPF, Eliana Torelly, destacou que esse tipo de evento é fundamental para aprimorar o trabalho da instituição diante de novos desafios.

“Apesar de já termos experiências acumuladas sobre grandes empreendimentos, nossa atuação tem que estar sempre sendo atualizada, já que a legislação, o próprio modo de atuar dos empreendimentos e dos empreendedores, o cenário político e outros fatores também estão em constante transformação”, afirma Torelly.

Estudos técnicos e consultas efetivas – Um dos desafios identificados durante o primeiro dia de debate foi a busca por soluções para impedir que grandes projetos sejam definidos e pré-acordados informalmente, em bastidores de articulações políticas e empresariais, sem que sejam realizados estudos técnicos aprofundados sobre os possíveis impactos socioambientais. Assim como deve ser dada real consideração a opiniões apresentadas por comunidades indígenas e povos tradicionais em consultas prévias, livres e informadas, já que, atualmente, muitas destas são realizadas meramente para atender requisitos, sem de fato influenciar no percurso dos empreendimentos.

Segundo o procurador regional da República na 1ª Região e titular do ofício Grandes Empreendimentos em Terras Indígenas, Felício Pontes Júnior, o encontro foi uma grande oportunidade para que membros e servidores do MPF pudessem fazer autorreflexões sobre o trabalho desenvolvido pela instituição, para que, a partir disso, estabeleçam novas estratégias e atuações coordenadas entre as três instâncias judiciais.

O segundo dia de evento iniciou com foco em minerações, contaminações de águas e solos e o consequente adoecimento de povos indígenas, com ênfase no caso dos Xicrim do Cateté – que vivem no Pará – por meio da palestra do médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), João Paulo Botelho Vieira Filho. Mercúrio, chumbo, manganês, cobre e níquel foram alguns dos metais pesados apontados pelo professor como responsáveis por comprometer a saúde de crianças, adultos e idosos indígenas, na Amazônia. Segundo ele, pessoas que ingerem essas substâncias por meio de água ou solo infectados têm o sistema nervoso afetado e alto risco de desenvolver doenças como alzheimer, esclerose amiotrófica lateral, esclerose múltipla, diabetes tipo 1 e parkinson, além de outros efeitos colaterais irreversíveis.

Após isso, dois painéis guiaram uma troca aprofundada de conhecimentos e metodologias de atuação entre membros das três instâncias: apresentação de casos pelos procuradores e procuradoras naturais na Amazônia Ocidental e Oriental e Interação entre a Primeira e a Segunda Instâncias: apresentação dos casos pelos Procuradores e Procuradoras Regionais da República. O objetivo desta etapa do evento foi estabelecer novas estratégias de atuação e fortalecer o trabalho em unidade da instituição.

“É uma honra e uma imensa alegria receber um evento de tamanha envergadura e relevância no Pará, ao lado de procuradores e servidores de toda a Amazônia. Estou muito feliz por sediarmos esse encontro no qual estabelecemos novas diretrizes para a atuação do MPF em relação aos grandes empreendimentos na Amazônia, para os próximos anos”, comemora o procurador-chefe do MPF no Pará, Felipe de Moura Palha e Silva.

Primeiros resultados – A partir das discussões levantadas no Encontro, os membros e servidores do MPF encaminharam uma proposta de enunciado para avaliação da 6CCR na próxima sessão ordinária. Também está em fase de conclusão a Carta de Belém do Pará, que apresenta compromissos da 6CCR e dos procuradores da República que atuam na Amazônia, para a defesa de comunidades originárias e tradicionais diante da ameaça de grandes empreendimentos.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2024/07:16:46

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Homem morre após supostamente receber descarga elétrica de peixe em Manaus

(Foto: Reprodução)-Um caseiro, que não teve o nome divulgado, foi encontrado morto em um sítio no Ramal do Acará, bairro Lago Azul, situado na zona Norte de Manaus.

De acordo com testemunhas, o trabalhador teria o costume de ingerir bebida alcoólica e logo em seguida entrar no igarapé. Ainda conforme informações disponíveis, um poraquê (peixe-elétrico), costumar aparecer no local e a suspeita é que ele tenha recebido descarga elétrica.

O Instituto Médico Legal (IML), foi acionado para fazer a remoção do corpo e constatou a morte como afogamento e o caso deve ser investigado pelas autoridades competentes.

Fonte: Mix de Notícias   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2024/14:36:34

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PM é preso por suspeita de roubo de ouro avaliado em R$ 4,2 milhões

(Foto:Reprodução) – -O cabo da Polícia Militar Bento Luciano de Souza foi detido nesta terça-feira (5),  sob suspeita de participação em um roubo de 14 quilos de ouro, avaliado em R$ 4,2 milhões. O militar é considerado por seus colegas de farda como um criminoso de alta periculosidade e integrante de uma milícia.

A prisão de Bento Luciano foi realizada por policiais civis do 19° Distrito Integrado de Polícia de Manaus (AM), em cumprimento a um mandado de prisão preventiva, como parte da operação Milícia Dourada, coordenada pelo delegado Costa e Silva.

Além da prisão, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Durante a operação, uma motocicleta esportiva do modelo Ducati Panigale, avaliada em R$ 170 mil, também foi apreendida, sendo aquisição posterior ao crime, de acordo com a polícia.

O roubo do ouro ocorreu em 22 de setembro, quando cinco indivíduos negociavam a venda do metal precioso em uma residência no bairro Ponta Negra. Três ladrões, incluindo o cabo, invadiram o local pelo basculante do banheiro e levaram o ouro. O trio estava vestido com fardamento da Polícia Civil e utilizando balaclavas.

Nas investigações, foi identificado que o carro utilizado pelos suspeitos foi alugado por Bento Luciano, utilizando uma placa clonada de uma delegacia especializada da Polícia Civil.

O cabo já enfrenta processos por roubo e extorsão, atualmente em tramitação na justiça. Anteriormente, ele foi expulso da corporação, mas reintegrado por ordem judicial e, recentemente, encontrava-se licenciado para tratamento de saúde.

O detido será apresentado em audiência de custódia e permanecerá recolhido no Batalhão de Guarda da PM, enquanto as investigações continuam. A ação desta terça-feira contou com o apoio de policiais do 5°DIP, 8°DIP, 20°DIP e 21°DIP, e as instituições prosseguirão com as investigações para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Radar Amazonico  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2024/07:16:46

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