Edital determina desocupação na Floresta Nacional do Jamanxim/PA – pecuaristas em risco –

ICMBio determina desocupação na Flona do Jamanxim – pecuaristas em risco –  (Foto: Reprodução)

ICMBio lança edital de notificação para desocupação de áreas rurais embargadas na Floresta Nacional do Jamanxim, causando cenário de insegurança para proprietários e pecuaristas da região de Novo Progresso, no estado do Pará.

Edital determina desocupação na Floresta Nacional do Jamanxim/PA

Publicado em 03 de abril de 2024 no Diário Oficial da União, o novo Edital de Notificação do ICMBio determina a desocupação das áreas embargadas no interior da Floresta Nacional do Jamanxim. A determinação atinge diretamente pecuaristas – proprietários e/ou arrendatários, e impõe o prazo de 30 (trinta) dias para cumprimento, sob pena de medidas cautelares, como apreensão de animais:edital-icmbio-1-1024x772

O edital ainda fornece um link de consulta para que todos os interessados possam verificar quais polígonos e áreas específicas estão embargadas pela autarquia ambiental.

Embora o teor do documento cite expressamente diversos artigos de legislação ambiental em vigor no Brasil, a determinação é abusiva e pode causar prejuízos inestimáveis para toda a cadeia pecuária local.

A Floresta Nacional do Jamanxim: criação e controvérsias

A criação da Floresta Nacional do Jamanxima apresenta diversos problemas fundiários e ambientais. Instituída em 13 de fevereiro de 2006, o perímetro da Unidade de Conservação alcança 1.301.120,00 hectares nos municípios de Novo Progresso e Itaituba, no estado do Pará.

Sua instituição está diretamente relacionada ao controle do desmatamento na região. Entretanto, a Floresta Nacional não é unidade de conservação de proteção integral: o modelo criado, ao menos teoricamente, é legalmente passível de uso sustentável de recursos naturais. Proprietários e produtores em imóveis rurais inseridos na área não desfrutam desses direitos.

Desde sua instituição, o Poder Público, por meio de iniciativas do órgão gestor (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio), não realizou a regularização fundiária necessária no prazo legal previsto. Centenas de proprietários rurais estão em verdadeiro limbo jurídico: o Estado não promoveu as indenizações e desapropriações cabíveis, nem reocnhece o direito à propriedade nestes imóveis.

A criação de uma unidade de conservação que implique em desapropriação ou limitação da área de particulares, exige que haja justa indenização ou compensação dos proprietários ou posseiros afetados no prazo de 05 (cinco) anos contados da data do decreto de criação, conforme art. 10 do Decreto-Lei 3.365/41. Passado este prazo, caracteriza-se a caducidade do decreto e as áreas sobre uso particular assim devem permanecer.

A criação da Floresta Nacional do Jamanxim/PA nunca foi concretizada nos termos e prazos previstos, embora para fins produtivos e ambientais, seja considerada como uma unidade de conservação legalmente instituída.
Insegurança jurídica e fiscalizações abusivas de pecuaristas

Estima-se que a criação da Floresta Nacional do Jamanxim/PA alcance mais de 250 estabelecimentos rurais, com tamanho médio de 1.772 (um mil e setecentos e setenta e dois) hectares, conforme trabalho de campo divulgado pelo ICMBio. O número de propriedades pode estar subestimado, vez a autarquia ambiental tende a interpretar os proprietários locais como invasores de áreas públicas.

A pecuária é a principal atividade da região e nos imóveis rurais produtivos englobados pela criação da unidade de conservação. Entidades representativas e sindicatos rurais são unânimes no sentido de que o perímetro de criação da Flona é em muito superior ao projeto inicial, trazendo insegurança jurídica para centenas de famílias que já estavam alocadas na região antes do decreto.

Mesmo com a incontestável caducidade do decreto, os proprietários rurais de áreas inseridas na Floresta Nacional do Jamanxim são interpretados como invasores e sofrem constantes fiscalizações ambientais abusivas. Mesmo nos casos em que não tenham ocorrido supressões ou abertura de novas áreas ao longo do tempo, há multas por “impedir regeneração“.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBIO fiscaliza toda e qualquer atividade econômica produtiva nos limites da Flona sob diversas imputações. São as mais comuns:
flona
As sanções administrativas mais aplicadas são as multas e o embargo das áreas, que consiste na determinação de não uso do perímetro, para que se regenere e retorne ao status de vegetação nativa preservada.

Governo usa sanção administrativa como ferramenta política

O Decreto Federal nº. 6.514/08 prevê o embargo de áreas, sanção que tem por objetivo impedir a continuidade de danos ambientais e proporcionar a regeneração da área degradada. A finalidade prática da medida é proporcionar que áreas degradadas sejam regeneradas, para assim cumprirem sua função principal: preservação de vegetação nativa. Logo, trata-se de sanção que o legislador previu, de forma prioritária, para os casos em que áreas destinadas a proteção (como a Reserva Legal e áreas de preservação permanente) sejam alvo de ilícitos ambientais que as descaracterizem.

    O embargo de áreas adquiriu um novo status na atual composição governamental em matéria ambiental: o de ferramenta política.

Todos os parceiros comerciais de uma propriedade rural consultam com frequência a existência de embargos de áreas, e sua detecção causa diversos entraves negociais. No caso da Floresta Nacional do Jamanxim, o embargo de grandes perímetros dentro da unidade de conservação é uma ferramenta de pressão política de estrangulamento dos produtores rurais que resistem em seus imóveis.

O “embargão” da Flona do Jamanxim

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio tem lavrado diversos Termos de Embargo englobando grandes áreas dentro da Flona, sob pretexto de que se tratam de “áreas irregularmente desmatadas em unidade de conservação”. O mapeamento das áreas é realizado pelo MapBiomas, que utiliza dois marcos temporais simplistas de comparação: a datação do decreto instituidor da Floresta Nacional do Jamanxim (fevereiro de 2006) e datas alelatórias contemporâneas à fiscalização. Qualquer alteração de cobertura vegetal neste intervalo é considerado desmatamento irregular em Unidade de Conservação.

Tais embargos não contêm diversos requisitos essenciais de validade:
Delimitação do perímetro embargado;
Indicação da autoria (são lavrados sem apontamento de pessoa física ou jurídica de referência);
Pertencimento a fiscalização ambiental corretamente instruída (processo administrativo próprio com apontamento de fato infracional, autoria, dano e nexo de causalidade);

Publicidade de fácil acesso, de modo que produtores rurais, proprietários e terceiros possam identificar a quais áreas exatas se referem.

Os polígonos genericamente apontados como embargados são, agora, alvo de determinação de desocupação, sem sequer indicar a quais propriedades se referem ou qual o motivo da aplicação da sanção. O recente Edital de Notificação que encabeça este artigo, é um exemplo da política atual de pressão sobre proprietários e possuidores de boa-fé que há quase duas décadas sofrem retaliações apenas por se recusarem a abandonar suas terras.

Recebi uma Notificação Pessoal, o que devo fazer?

Além do Edital de Notificação, o ICMBio também notifica pessoalmente proprietários rurais na Floresta Nacional do Jamanxim para que desocupem seus imóveis e retirem todo o gado, no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de apreensão e medidas diversas, pela autarquia.

O teor de grande parte de tais notificações é vazio: em muitas delas, sequer há a qualificação completa das partes ou indicação de infração cometida que justifique a determinação de saída. Apesar de fornecer uma numeração de abertura de procedimento e indicar prazo de 20 (vinte) dias para apresentação de documentação ou defesa, boa parte das notificações não estão disponíveis no sistema eletrônico do órgão.

Nestes casos, a Notificação é ilegal e abusiva: proprietários notificados nestas condições, tem o direito ao cancelamento de tais determinações.

Para isso, ao receber uma Notificação determinando a retirada de gado ou desocupação da área, procure apoio especializado imediatamente para checar se há processo instruído (e exercer o seu direito de defesa) ou se trata-se de ato atentatório abusivo, pela autarquia ambiental, para questionamento judicial.

Mandado de Segurança e medidas judiciais

Judicialmente, em Mandado de Segurança, é possível obter a suspensão do teor de tais notificações, até que o órgão comprove que instruiu devidamente o processo e proporcionou que a parte exerça seu direito de defesa e contraditório. O Poder Judiciário do Estado do Pará reconhece a abusividade de atos administrativos que não proporcionam o devido processo legal, que é direito constitucionalmente garantido:
Trecho de decisão judicial em processo sob representação do escritório Youssef Guedes Advogados, mencionado para fins educacionais.flonaa

Orientações

Considerando todos os impactos que uma determinação genérica de desocupação causa no meio rural, recomenda-se que os proprietários inseridos no perímetro procurem apoio jurídico especializado. Proprietários e produtores na Floresta Nacional do Jamanxim precisam de atenção especial, especialmente se houver sanções de embargos ambientais vigentes em seus imóveis.

Fonte:  www.jusfazenda.com.br  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/04/2024/06:31:56

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Vídeo mostra momento em que menina de 12 anos consegue escapar de tentativa de estupro no Amazonas

(Foto: Divulgação)- O crime aconteceu em via publica na última segunda-feira (8), e o autor, um homem de 43 anos, foi preso em flagrante.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que uma adolescente, 12, conseguiu escapar de uma tentativa de estupro no município de São Paulo de Olivença distante a 985 quilômetros de Manaus. O crime aconteceu na última segunda-feira (8), e o autor, um homem de 43 anos, que foi preso em flagrante.

Segundo o delegado Fernando Damasceno, que está respondendo pela 52ª DIP de São Paulo de Olivença, a prisão ocorreu 4 horas depois que a equipe policial recebeu o vídeo com as imagens da ação criminosa.

“A adolescente foi localizada e foi ouvida em cartório, na presença da avó e do Conselho Tutelar. E, em seguida, encaminhada ao Centro de Referência de Assistência Social (Creas) do município para escuta”, disse.

Segundo o delegado, o autor foi identificado e preso, ainda na segunda-feira (08). Ele foi levado para audiência de custódia e a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, tendo em vista que o indivíduo já havia sido preso alguns anos atrás, pelo mesmo delito, em Santo Antônio de Iça, município distante a 880 quilômetros de Manaus. O homem responderá por estupro de vulnerável e ficará à disposição da justiça.

A polícia orienta que em caso de conhecimento ou suspeita de crimes a população denuncie pelo 181 ou 190, a identidade do denunciante será mantida no mais absoluto sigilo.

Veja o vídeo:

https://twitter.com/i/status/1778842091855999384

Fonte: Radar Amazônico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/04/2024/13:43:35

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Novo Progresso entre os 22 municípios paraenses que já aderiram ao programa de combate ao desmatamento e incêndios florestais

(Foto:Reprodução) – Novo Progresso, líder em focos de incêndio no Pará, é um dos primeiros municípios a aderir ao Programa Nacional e será beneficiado com R$ 500mil. O Prazo para os municípios inscrever no programa encera em 30 de abril de 2024. Além da assinatura do prefeito, o termo de adesão foi ratificado pelo  presidente da Câmara.

Ao aderirem à iniciativa, cidades recebem R$ 500 mil em equipamentos e serviços

Vinte e dois municípios do Pará já aderiram ao programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia, lançado na segunda-feira, 8, pelo governo federal. No total, 26 cidades paraenses (de um total de 70 em toda a Amazônia) estão aptas a participar da iniciativa por serem responsáveis por cerca de 78% do desmatamento no bioma no ano de 2022.

Leia mais:Lula anuncia parceria de R$ 730 milhões com municípios da Amazônia

Novo Progresso já foi palco do Dia do Fogo em 2019, é um dos primeiros municípios do estado do Pará a aderir ao Programa do Presidente Lula (PT).

Leia também:Dia do Fogo- Produtores planejam data para queimada na região

*Em ‘dia do fogo’, sul do PA registra disparo no número de queimadas

Novo Progresso, Jacareacanga, Itaituba,Trairão, Rurópolis, Placas, Mojuí dos Campos, Uruará, Medicilândia, Prainha, Altamira, São Félix do Xingu, Portel, Novo Repartimento, Itupiranga, Marabá, Moju, Paragominas, Ulianópolis, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia já assinaram a adesão.

Apenas por aderirem à iniciativa, todos eles receberão R$ 500 mil em equipamentos e serviços para a estruturação de escritórios de governança que melhorem a gestão ambiental, a cooperação entre governos municipais e federal e o monitoramento do desmatamento.

Os recursos, na ordem de R$ 730 milhões, serão destinados a ações nos municípios a partir da lógica do “pagamento por performance”: quanto maior a redução anual do desmatamento e da degradação, maior o investimento. O parâmetro será o sistema de monitoramento Prodes, do INPE.

O Prodes calcula a taxa anual de desmatamento, medida de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Para 2024, será considerado o índice calculado entre agosto de 2022 e julho de 2023.

Municípios têm até o dia 30 de abril para aderirem ao programa.

Como chegarão os recursos?

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), os investimentos chegarão aos municípios em bens e serviços e pagamentos por serviços ambientais. Os recursos poderão apoiar ações como regularização fundiária e ambiental em glebas públicas federais para a agricultura familiar, implementação de sistemas agroflorestais, assistência técnica para implementação de brigadas antifogo, e pagamentos para produtores que conservarem a floresta.

Outras iniciativas incluem assistência técnica para a produção e acesso aos mecanismos de financiamento e implementação de brigadas municipais para a prevenção e combate a incêndios. Também haverá pagamentos por serviços ambientais para produtores que conservarem florestas e fortalecimento do setor ambiental da prefeitura.
O que é necessário?

Além da assinatura do prefeito, é necessário que o termo de adesão seja ratificado por pelo menos um vereador — preferencialmente, o presidente da Câmara. Em até 90 dias, ao menos um deputado estadual e um deputado federal ou senador do Estado devem declarar por escrito apoio à adesão.

Os participantes precisarão se comprometer com ações para a redução contínua do desmatamento e degradação florestal e disponibilização de corpo técnico que atue como ponto focal para o programa. Outros critérios são a existência de secretaria municipal responsável por políticas de meio ambiente ou sustentabilidade e realização de reunião do Conselho Municipal de Meio Ambiente em até 90 dias, com participação de representantes da sociedade.

Os municípios serão priorizados em ações de apoio à regularização ambiental e fundiária, de análise de requerimento de desembargo, de fomento à recuperação de vegetação nativa, entre outros incentivos. Serão beneficiados exclusivamente imóveis rurais inscritos e regularizados no Cadastro Ambiental Rural.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/04/2024/06:31:56

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Lula anuncia parceria de R$ 730 milhões com municípios da Amazônia

Presidente também reafirma compromisso de “desmatamento zero” no Brasil até 2030 – (Foto:Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (9) uma parceria de R$ 730 milhões com os municípios para combater o desmatamento e incêndios florestais na Amazônia.

Ao todo, o programa receberá R$ 600 milhões do Fundo Amazônia e R$ 130 milhões do Floresta+ até 2027. O projeto faz parte do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), relançado no ano passado e que havia sido extinto em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

Para a iniciativa, o governo identificou 70 municípios que, juntos, responderam por 78% do desmatamento na Amazônia em 2022. Até o momento, 53 cidades já aderiram ao programa.

Ao anunciar o projeto, Lula voltou a reafirmar a meta do Brasil de atingir o desmatamento ilegal zero até 2030.

    Nós não queremos fugir do assunto. Nós temos um compromisso, assumido por conta e risco nosso, de que até 2030 a gente vai anunciar ao mundo desmatamento zero neste país. E nós queremos transformar isso num compromisso do povo brasileiro
( Luiz Inácio Lula da Silva)

Durante seu discurso, o presidente disse que bilionários estão tentando fazer foguetes para o espaço quando, na verdade, precisam “aprender a viver” no planeta Terra.

A fala não fez referência direta ao empresário Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), da Starlink e da SpaceX. Esta última tem lançado veículos espaciais tripulados.

Nos últimos dias, Musk se envolveu em polêmicas com o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Hoje, nós temos gente que não acredita que o desmatamento e as queimadas prejudicam o planeta Terra. […] Tem até bilionário tentando fazer foguete, tentando fazer viagem para ver se encontra [algo no] espaço lá fora. Não tem. Ele vai ter que aprender a viver aqui. Ele vai ter que usar muito do dinheiro que ele tem para ajudar a preservar isso aqui”, afirmou Lula.

O programa

O monitoramento será feito por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que calcula a taxa anual de desmatamento, medida de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Para 2024, será considerado o índice calculado entre agosto de 2022 e julho de 2023.

Para participar do programa, os municípios devem assinar um termo de adesão até 30 de abril deste ano.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o governo quer focar em processos de regularização fundiária para que os agricultores tenham acesso a crédito.

“Esse plano é para que se cumpra a nossa vontade que a Amazônia possa ser preservada sem manter nossa população em estado de penúria. […] Esses mais de R$ 700 milhões são apenas o começo”, disse.

“Para além de combater o desmatamento, queimada, viabilizar crédito e regularização fundiária, criar escritórios, criar as brigadas para combater incêndios, para além de tudo isso, o que a gente faz aqui? Criando uma memória para filhos, netos, para aqueles que virão”, completou.

Cada município que adere ao programa recebe R$ 500 mil em equipamentos e serviços para a estruturação, como:

*escritório de governança para fornecer informações sobre o desmatamento em tempo real;
* regularização fundiária e ambiental;
*assistência técnica e extensão rural para a produção sustentável;
*pagamento por serviços ambientais e conservação da floresta, e promoção de ações de recuperação ambientais nas propriedades de agricultores familiares;
* brigadas municipais de prevenção e combate a incêndios florestais nos primeiros dois anos de adesão;
*pagamento por serviços ambientais para assentamentos.

Segundo o Palácio do Planalto, quanto maior a redução anual do desmatamento e da degradação, maior será o valor investido nos municípios.

Fonte: CNN  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/04/2024/06:21:23

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PF destrói cinco garimpos ilegais em unidade de conservação no Amazonas

Agentes durante ação para combater garimpos ilegais no Parque Nacional dos Campos Amazônicos | Foto: Polícia Federal do Amazonas/Divulgação

Ação faz parte da Operação Atalaia, que visa reprimir a extração ilegal de minério de cassiterita no Parque Nacional dos Campos Amazônicos.

A Polícia Federal (PF), em parceria com a Força Nacional e com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), destruiu cinco garimpos ilegais na região do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, no sul do Amazonas, entre a última sexta-feira (5) e o domingo (7).

De acordo com a corporação, a ação foi feita no âmbito da segunda fase da Operação Atalaia, que busca prevenir e reprimir a extração ilegal de minério de cassiterita na área citada.

Além da destruição dos garimpos, os agentes também realizaram a apreensão ou inutilização de equipamentos utilizados na prática ilegal. Segundo balanço da PF, cinco barracos de alojamento, um motor bomba e uma escavadeira hidráulica foram apreendidos ou destruídos durante os três dias.

As investigações para combater a prática seguem em andamento. Durante a operação, a PF utiliza explosivos para destruir o maquinário do garimpo. Veja imagens abaixo.

Na primeira fase da Operação Atalia, realizada entre os dias 5 e 6 de março, a Polícia Federal conseguiu desmobilizar nove garimpos também no Parque Nacional Campos Amazônico.

Fonte: CNN Notícias  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2024/10:34:39

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No Pará, PRF apreende 101 kg de skunk com valor de mercado estimado em R$ 3 milhões

Os envolvidos, naturais do Amazonas, afirmaram que receberiam R$ 10 mil para transportar a droga de Santarém até Marabá. — Foto: Ascom/PRF

Nesta quarta-feira (3), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 101 kg de skunk, durante fiscalização no quilômetro 570 da BR-230, em Vitória do Xingu, no sudeste do Pará.

A apreensão ocorreu quando uma equipe da PRF abordou um veículo ocupado por dois homens e uma mulher. Durante a inspeção, os policiais descobriram vários tabletes contendo uma substância análoga à skunk no porta-malas do veículo. O skunk tem um alto valor de mercado por ser de 7 a 10 vezes mais forte que a maconha.

Os envolvidos, que afirmaram ser naturais do Amazonas, confessaram que receberiam R$ 10 mil para transportar a droga de Santarém até Marabá.

A quantidade de droga apreendida representa um prejuízo estimado em R$ 3 milhões para o crime organizado.

Os três envolvidos foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Vitória do Xingu para os procedimentos legais.

Fonte:G1PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/04/2024/07:16:46

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Fazendeiro considerado um dos maiores desmatadores da Amazônia é preso em Goiás, diz polícia

Fazendeiro considerado um dos maiores desmatadores da Amazônia é preso em Goiânia — Foto: Divulgação/Polícia Civil de Goiás

FAZENDA XINGU
Área desmatada em São Félix do Xingu,no Pará, ao fundo é possível observar gado na área queimada. — Foto: Kleberson Santos/Agência Pará

Geraldo Daniel de Oliveira foi preso por associação criminosa e falsidade ideológica. Ele é acusado de desmatar mais de 10 mil hectares nos últimos 5 anos, na APA Triunfo do Xingu.

O fazendeiro Geraldo Daniel de Oliveira foi preso no Setor Oeste, em Goiânia, nesta quarta-feira (3). A Polícia Civil de Goiás confirmou ter cumprido contra ele um mandado de prisão preventiva, expedido em Altamira, no Pará, onde o homem é apontado como um dos maiores desmatadores da Amazônia.

Segundo a polícia goiana, o mandado foi expedido pelos crimes de associação criminosa e falsidade ideológica. Não há informações, até o momento, se mais alguém foi preso junto com o fazendeiro e nem se algo foi apreendido durante a ação.

O governador do Pará, Helder Barbalho, celebrou a prisão do fazendeiro pelas redes sociais. “Geraldinho é acusado de desmatar mais de 10 mil hectares nos últimos 5 anos, na Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu. Ele e o genro, que está com prisão preventiva decretada, respondem por outros crimes ambientais e falsidade documental. #AquiNão”, afirmou.

Histórico

Em junho de 2022, Geraldinho foi preso no Pará, durante uma operação da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa (Segup). Na ocasião, dois funcionários da fazenda dele também foram autuados por porte ilegal de armas. Apesar disso, ele foi solto tempos depois.

Reportagem feita pelo g1 Pará mostrou que, com mais de R$ 40 milhões em multas aplicadas pelo Ibama por conta de crimes ambientais, o fazendeiro era investigado por ter devastado cerca de 6 mil hectares de terra dentro da área de proteção ambiental de São Félix.

Polícia prende em Goiânia homem suspeito de desmatar área na Amazônia

Geraldo devastou a região para transformar a floresta em área de pasto e vender as madeiras derrubadas. Uma denúncia do Ministério Público do Estado (MPPA) de 2019 revelou que ele contratava pessoas para promover queimadas na unidade de conservação e, também, motoqueiros para ameaçar agentes ambientais.

O ritmo de devastação era intenso. Uma imagem divulgada em 7 de maio daquele ano, feita por satélite, mostrava uma grande área verde. Mas três meses depois, as investigações revelaram que o lugar se transformou em uma imensa mancha marrom. A área desmatada equivale a 6 mil campos de futebol na Amazônia.

Fonte:   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/04/2024/07:16:46

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Força Nacional continuará apoiando Ibama na Amazônia Legal

(Foto: Jamile Ferraris / MJSP)- Ações foram prorrogadas até 31 de dezembro deste ano.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública prorrogou, até 31 de dezembro de 2024, o emprego da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) nas ações de fiscalização e repressão ao desmatamento ilegal e outros crimes ambientais na Amazônia Legal. A medida foi publicada nesta segunda-feira (1º), no Diário Oficial da União e tem validade de 275 dias.

Os agentes permanecerão na região prestando apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), inclusive nas ações de combate aos incêndios florestais e queimadas. A intensificação do monitoramento e controle ambiental é um dos 12 eixos previstos no Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), que foi atualizado, está em sua 5ª fase, após a retomada das políticas ambientais em 2023, e estabeleceu a meta de desmatamento zero até 2030.

Por medida de segurança, a diretoria da Força Nacional de Segurança Pública não divulga o contingente disponibilizado para atuar nas ações, mas cada operação segue um planejamento e recebe o apoio logístico do próprio Ibama na região.

Rio de Janeiro

A FNSP também foi autorizada a permanecer atuando no estado do Rio de Janeiro por mais 30 dias, “nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado”, conforme portaria também publicada no Diário Oficial da União.

A prorrogação já havia sido solicitada pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, no último dia 28 de março. Com a confirmação, os agentes permanecerão apoiando as forças de segurança locais nas operações de patrulhamento das rodovias federais.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/04/2024/08:53:27

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Após meses de seca amazonenses festejam período de chuva nas ruas alagadas no interior.

Moradores de Boca do Acre utilizando uma rua alagada para entretenimento e diversão — Foto: Reprodução / Instagram

Após meses de seca na região Norte, amazonenses festejam período de chuva nas ruas alagadas no interior. ‘Veneza brasileira’

Influenciadores do município de Boca do Acre, no interior do Amazonas, estão viralizando na web, por compartilharem vídeos da população comemorando o retorno das chuvas na região. Após longo período de seca, a cidade com cerca de 35 mil habitantes foi tomada pelas águas dos rios Acre e Purus.

Há um mês o influenciador Henrique Hermogenes começou a publicar imagens dos moradores de Boca do Acre lidando com o forte volume de chuva na região. Nos vídeos, o rapaz registra diferentes momentos dos seus vizinhos utilizando do alagamento das ruas para se divertir. “O povo de Boca do Acre precisa ser estudado” escreve ele em um dos seus vídeos.

Em outro vídeo ele aparece brincando com a própria sobrinha na entrada de sua casa. Há uma rampa na entrada da garagem da residência e com a enchente na rua, a família a transformou num toboágua para a pequena Maysa Hermogenes, que também é influenciadora.

Mas além de crianças brincando, adultos jogando futebol, dançando e fazendo festa. O influenciador também registrou situações menos divertidas. No vídeo abaixo, Henrique captou o momento em que uma grande cobra aparece entre um poste de luz e o portão de um vizinho.

E registrando o dia a dia com ruas alagadas, Henrique vai animando a web e ganhando seguidores. Por conta do seu trabalho, Boca do Acre está ficando mais famosa e já passou a ser comparada com Veneza, na Itália, conhecida mundialmente por ter as suas ruas debaixo d’água.

 Fonte:  O GLOBO  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/04/2024/06:28:29

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Macron tenta combater garimpo ilegal de ouro na Guiana Francesa

Emmanuel Macron, presidente da França, em desembarque no vilarejo de Camopi, na Guiana Francesa, nesta segunda (25) – Foto: Ludovic Marin/AFP

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira (25) que o governo está buscando designar novas zonas regulamentadas de mineração de ouro na Guiana Francesa para combater o garimpo ilegal e suas consequências ambientais.

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Em um discurso no território antes de uma viagem de três dias ao Brasil, Macron disse que a França está estudando elaborar um plano dentro de três meses para áreas com reservas de ouro.

Os trabalhadores nessas áreas devem ser obrigados a seguir regras de mineração sustentável, disse Macron, incluindo a proibição do uso de mercúrio, metal tóxico usado na extração do ouro que se espalha por rios, oceanos, florestas e contamina a população.

Os garimpeiros ilegais no território liberam cerca de 1,3 kg de mercúrio para cada 1 kg de ouro extraído, mostram dados da ONG WWF (World Wide Fund for Nature).

O programa tentará impedir que garimpeiros ilegais, muitos vindos de países vizinhos, entrem nessas áreas. A ideia é limitar as atividades motivadas pelo aumento dos preços do ouro, acrescentou Macron.

O valor do ouro, que tende a subir em tempos de risco geopolítico, aumentou em 10% em relação ao ano anterior, chegando perto de US$ 70 por grama.

No ano passado, Macron disse que cerca de cinco toneladas métricas de ouro foram extraídas do território, a maioria ilegalmente, e 35 kg (0,04 toneladas) foram apreendidos pelas autoridades.

Macron afirmou que o ouro apreendido agora será vendido para devolver fundos ao território, principalmente por meio de projetos relacionados à reparação dos impactos da mineração ilegal.

O presidente contou também estar buscando aumentar a cooperação com o Suriname e o Brasil para romper as cadeias de suprimento ilegais e melhorar a da coordenação militar. O objetivo é estabelecer uma estratégia conjunta até a COP30, cúpula da ONU sobre mudanças climáticas que será realizada em Belém, no Brasil, em 2025.

Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/03/2024/09:51:00

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