Senado discute projeto que muda Código Florestal e pode desmatar até 50% na Amazônia

Unidade de Conservação (UC) do Tapajós abrange os municípios de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso (Reprodução/ICMBio)

Por eventualidade, projeto que reduz para 50% Reserva Legal na Amazônia sai de pauta no Senado

Relator da proposta que altera Código Florestal está de licença médica. Projeto de Lei voltou a tramitar no início de abril

A reserva legal em áreas de Floresta Amazônica está na mira de um projeto de lei pronto para ser votado a qualquer momento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O PL 3334/23 permite a redução da reserva legal de 80% para 50% em municípios cujos territórios sejam mais da metade ocupados por áreas protegidas.

De acordo com nota técnica da Secretaria de Controle do Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, que aborda apenas o quantitativo de área florestal, os impactos da eventual redução de 80% para 50% da área de reserva legal representam potencial desmatamento de pelo menos 28,17 milhões de hectares, ou 281.661 km².

Por pouco o projeto de lei que pretende diminuir para 50% a cota de Reserva Legal na Amazônia não foi apreciado no principal colegiado do Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta constava na pauta da reunião desta quarta-feira (8), mas seu relator, o senador Márcio Bittar (União/AC) entrou em licença médica e, por isso, a apreciação foi adiada por tempo indeterminado.

Sessão da CCJ na manhã desta quarta-feira (8). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Sessão da CCJ na manhã desta quarta-feira (8). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Protocolado em junho de 2023 no Senado, o Projeto de Lei  3334/23 entrou para análise da CCJ pela primeira vez no início de abril, mas não chegou a ser votado por um pedido de vista feito pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

De autoria do senador Jaime Bagattoli, do Partido Liberal (PL) de Rondônia, a proposta pretende modificar artigos do Código Florestal (Lei Federal 12.651/2012), de forma a reduzir de 80% para 50% a cota de reserva legal na Amazônia, em municípios que tenham mais da metade de seu território ocupado por áreas protegidas de domínio público.

Segundo análise das organizações que compõem o Observatório do Código Florestal (OCF), se aprovado, o projeto coloca 4,6 milhões de hectares de floresta amazônica para desmatamento.

De acordo com o Observatório, 89 municípios da Amazônia Legal possuem mais da metade de seu território ocupado por áreas protegidas e estariam, portanto, aptos a solicitar a redução na cota de Reserva Legal.

A área de RL nesses municípios, considerando a cota vigente de 80% de proteção, ultrapassa 12 milhões de hectares. Se a cota passar para 50%, a área protegida em reservas legais passaria para 7,6 milhões de hectares.(O Eco)

Fonte:   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/05/2024/14:33:09

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Em Londres, indígenas do Pará denunciam impactos da mineração na Amazônia

Indígenas do Pará denunciam em Londres os impactos da mineração na Amazônia. — Foto: Divulgação / ONG Gota no Oceano

Lideranças e comunitários foram à University College of London, no Reino Unido, para relatar sobre o enfrentamento a grandes empresas que extraem ouro e bauxita para os mercados do Brasil, Europa e Ásia.

Lideranças indígenas e comunitários do Pará expuseram nesta quarta-feira (8) na University College of London (UCL), no Reino Unido, o enfrentamento a grandes empresas que extraem ouro e bauxita na Amazônia para abastecer mercados do Brasil, Europa e Ásia. As comunidades relataram como é o cotidiano de depender das águas de rios e igarapés para sobreviver.

As lideranças exigiram transparência, segurança e estudos de Componente Indígena e de Impacto Socioambiental. A viagem foi idealizada pelo pesquisador Brian Garvey, da Universidade de Strathclyde, na Escócia.

A delegação paraense conta com liderança dos indígenas Kayapó Doto Takak Ire, presidente do Instituto Kabu; o cacique da aldeia Baú, Bepdjo Mekrãgnotire; a liderança e representante do movimento indigena Munduruku Ipereg Ayu, Ademir Kaba Munduruku; a ribeirinha Jesi Ferreira de Castro; e o líder comunitário José Domingos Rabelo.

No Pará, os Kayapó protegem o oeste da Bacia do Xingu. Já os Munduruku vivem às margens e defendem o rio Tapajós, juntamente com ribeirinhos e assentados do rio Trombetas. Eles se uniram a pesquisadores e a uma rede de organizações da sociedade civil, a London Mining Network, para divulgar impactos da mineração em grande escala nas bacias de três dos maiores afluentes do rio Amazonas.

Os indígenas afirmam que as empresas obtiveram licenças sem consulta às populações tradicionais, como exige a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – ratificada pelo Congresso há 20 anos – e sem avaliação de impacto específica para as comunidades.

“Desde 2016 estamos pedindo um estudo de impacto para uma mina de ouro subterrânea”, diz Doto Takak Ire, presidente do Instituto Kabu, uma associação indígena que reúne 15 aldeias dos Kayapó do grupo Mekrãgnotí, no sudoeste do Pará.

O Brasil é um dos países com mais reservas minerais do mundo e nas últimas duas décadas a contribuição do setor para o Produto Interno Bruto (PIB), variou entre 2,5% e 4%, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Os indígenas apontam que ainda não há indicadores para calcular prejuízos ao meio ambiente e à sociobiodiversidade da atividade mineradora.

O povo Munduruku, que ainda não conseguiu homologar todo o seu território tradicional, ao longo do rio Tapajós, está dividido devido à ação das mineradoras, segundo os indígenas. Foram feitas testagem de 197 indígenas de diferentes idades, a pedido dos indígenas pela Fundação Oswaldo Cruz, o que enfrentou dificuldades pela oposição de lideranças ligadas ao garimpo.

Amostras de cabelo foram coletadas confirmando que, entre os Munduruku, 57,9% apresentaram níveis acima dos limites considerados seguros de mercúrio no corpo. O mercúrio é usado por garimpos ilegais para separar da lama retirada por dragas no leito do rio. Já a mineração industrial utiliza cianeto – composto químico que também é tóxico e letal.

Após a experiência em Londres, o pesquisador Garvey levará a delegação para a Irlanda do Norte e Escócia, para que conheçam comunidades locais também afetadas pela mineração e uma perda de território.

“Uma coisa que os visitantes e as comunidades aqui têm em comum é a convicção de que a organização local e o fortalecimento das relações além-fronteiras são fundamentais para prevenir mais exploração e danos, não apenas onde vivem, mas em escala global”, afirma o pesquisador.

Fonte: g1 Pará  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/05/2024/11:05:13

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INOVA Amazônia: projeto europeu abre concurso para produtores locais receberem mentoria em propriedade intelectual

A AL-INVEST VERDE DPI em parceria com o SEBRAE lança pela primeira vez programa de mentoria que visa incentivar empreendedores a protegerem os ativos intangíveis de seus produtos ligados à origem, durante evento em Manaus/AM

O projeto de cooperação da União Europeia (UE), AL-INVEST Verde – Direitos de Propriedade Intelectual (DPI), lança hoje o seu primeiro programa de mentoria em propriedade intelectual (PI) para os países do MERCOSUL. O lançamento marca a abertura da chamada pública para manifestação de interesse de produtores locais interessados em receber mentoria de PI. Este lançamento acontece em Manaus/AM durante o evento INOVA Amazônia, realizado em 9 e 10 de maio, organizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (SEBRAE), com o apoio do projeto da UE como copatrocinador.

“A INOVA Amazônia é o cenário ideal para lançar essa iniciativa”, afirma Hulda Giesbrecht, coordenadora de Negócios de Base Tecnológica e Propriedade Intelectual do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). “No Brasil, temos 114 Indicações Geográficas registradas, das quais 16 são provenientes da Amazônia. São produtos diversos, como farinha de mandioca, guaraná, açaí, queijo, café, peixe e cacau, com grande potencial de diferenciação no mercado, devido a cenários socioculturais e ambientais únicos”, acrescentou. “Temos as melhores expectativas para a parceria entre o SEBRAE e a AL-INVEST Verde DPI. Essas mentorias serão muito importantes para fornecer conhecimento especializado e experiência sobre o tema, fortalecendo as Indicações Geográficas brasileiras para alcançar melhores resultados”, conclui.

Mariano Riccheri Ponferrada, líder do projeto de cooperação AL-INVEST Verde DPI
Mariano Riccheri Ponferrada, líder do projeto de cooperação AL-INVEST Verde DPI

 

Sobre o AL-INVmentor

As mentorias “AL-INVmentor” têm como objetivo apoiar as cadeias de produtos ligadas à origem na utilização das Indicações Geográficas (IG), um direito de propriedade intelectual, como instrumento de valorização e veículo de sustentabilidade. A iniciativa é apoiada por especialistas internacionais em cadeias de valor de origem, bem como no desenvolvimento e reforço das Indicações Geográficas. A edição do programa no MERCOSUL será a primeira de uma série de programas destinados a melhorar a utilização e o desenvolvimento dos DPI para impulsionar a inovação, a competitividade e a sustentabilidade. Em diante, seguirão programas para outras regiões (Comunidade Andina) e para produtos artesanais, entre outros.

Nos países do MERCOSUL, o AL-INVmentor apoiará seis grupos de produtores interessados, seleccionados com base em critérios objetivos, para se reforçarem através de um acompanhamento personalizado. Estes produtores receberão workshops relacionados com a definição e o desenvolvimento de especificações de origem dos produtos, estratégias de governação conjunta para gerir as IG, bem como narrativas de marketing e de produtos. A fase de implementação do AL-INVmentor MERCOSUL decorrerá entre o segundo semestre de 2024 e o início de 2025, uma vez concluída a fase de seleção lançada em Manaus.

As Indicações Geográficas são uma figura que oferece proteção aos produtores ligados a um território específico, preservando a qualidade e a reputação dos produtos ligados à sua origem contra o uso ilícito do nome do local. O programa dará igualmente prioridade à introdução de uma dimensão de sustentabilidade na mentoria, em conformidade com as exigências do mercado internacional e do Pacto Ecológico Europeu.

No que diz respeito ao aspecto de promoção da sustentabilidade do programa de mentoria, Mariano Riccheri Ponferrada, líder do projeto de cooperação AL-INVEST Verde DPI, afirma: “As Indicações Geográficas valorizam os produtos de origem, mas são também um instrumento importante para a preservação da produção da bioeconomia local e do património cultural. Além disso, devido à natureza colectiva da gestão territorial envolvida, em que muitos produtores são responsáveis pela “construção” da identidade do produto, podem ser um veículo importante para a promoção de métodos de produção e gestão respeitadores do ambiente. Estamos orgulhosos de colaborar com parceiros tão prestigiados como o SEBRAE e o INPI nesta iniciativa de mentoria e, ao mesmo tempo, de poder apoiar desta forma o trabalho impressionante que estão a fazer em todo o Brasil.”

Neste vídeo de Mariano ele explica os principais objetivos da primeira edição do programa AL-INVmentor nos países do MERCOSUL, que pode ser usado para fins de mídia.

 

AL-INVEST Verde DPI durante o INOVA Amazônia

O programa organizado pela AL-INVEST Verde DPI durante o segundo día da INOVA Amazônia, día 10 de maio, inclui uma sessão especializada sobre a utilização das IG como instrumentos de uma estratégia empresarial. Também discutirão outros instrumentos de propriedade intelectual associados a selos de certificação e marcas registradas que visam apoiar negócios e produtos que respeitam e promovem a biodiversidade, como é o caso da iniciativa Selo Verde. O presidente do INPI Brasil, Júlio César Castelo Branco Reis Moreira, intervirá durante a cerimónia de abertura do evento organizado pela AL-INVEST Verde DPI para inaugurar o seu programa de mentoria.

Além disso, a AL-INVEST Verde DPI promove a participação na INOVA Amazônia de 21 produtores locais das regiões amazônicas brasileiras pertencentes a uma Indicação Geográfica, que também participarão no lançamento. A reunião de todas estas IG em Manaus, com o apoio da AL-INVEST Verde DPI e do Governo do Amazonas, permite a organização do primeiro Workshop de Indicações Geográficas e Marcas Colectivas, uma iniciativa do Fórum Origens Amazonas e do SEBRAE. As IGs da Amazônia incluem produtores de açaí de Feijó, abacaxi de Novo Remanso, café Robusta Amazônico em grãos de Matas de Rondônia, cacau de Tomé-Açu, guaraná da Terra Indígena Andirá-Marau, entre muitos outros produtos e produtores.

(Foto:Divulgação)
(Foto:Divulgação)

Inscreva-se no programa de mentoria AL-INVmentor Brasil

Os grupos de produtores brasileiros interessados em participar do programa de mentoria podem se inscrever no site do AL-INVmentor Brasil até 10 de junho: https://9qybgg78.forms.app/al-invmentor-br. Os critérios técnicos associados às características do produto e sua relação com sua origem, a coesão de sua cadeia de valor, seu potencial de mercado e sua capacidade de gerar benefícios econômicos em seus territórios de origem serão levados em consideração para a escolha do produto local. Após o encerramento do período de inscrição, um painel de especialistas selecionará os grupos de produtores finais que receberão mentoria, que será anunciado antes do final de junho 2024. Então, os mentorados receberão apoio no desenvolvimento de planos de melhoria para aceder a mercados internacionais, tais como requisitos relacionados com a estratégia da União Europeia (UE) chamado “Pacto Verde Europeo”, bem como formação em técnicas de marketing para IGs. As mentorias começarão em julho de 2024 e culminarão em janeiro de 2025, e serão presenciais e virtuais.

Sobre o AL-INVEST Verde

O AL-INVEST Verde é um programa da União Europeia (UE) cujo principal objetivo é promover o crescimento sustentável e a criação de emprego na América Latina, apoiando a transição para uma economia de baixo carbono, eficiente em termos de recursos e mais circular. Através do Componente 3: ALINVEST Verde DPI, liderado pelo Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) , o programa visa alcançar uma maior utilização e eficácia dos direitos de propriedade intelectual na América Latina, particularmente nos países do MERCOSUL e no Chile, para aumentar as oportunidades de cooperação em investigação e estimular a competitividade e a inovação sustentável.

Serviço

AL-Invest Verde DPI no INOVA Amazônia
Data: 10 de maio de 2024
Horário: das 8h às 20h
Local: Centro de Convenções Vasco Vasques, Manaus.
Confira a programação e se inscreva:
https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/inovaamazonia/eventoinovaamazonia

Fonte:Ascom/INOVA Amazônia   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/05/2024/07:08:43

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Projeto USP-Ibama propõe avaliação dinâmica e integrada de indicadores sobre desmatamento na Amazônia

Árvores derrubadas em área de exploração ilegal de madeira em Novo Progresso, Pará – (Foto: Vinícius Mendonça/Ibama (Flickr))

O Painel de Sustentabilidade Integrada demonstra a evolução de indicadores ambientais, econômicos, sociais e institucionais em municípios amazônicos

Uma nova ferramenta para a compreensão sobre o desmatamento na Amazônia Brasileira foi desenvolvida em pesquisa na USP. O produto técnico do mestrado no Programa de Pós-Graduação Profissional em Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (ProASaS) está hospedado na Plataforma de Análise e Monitoramento Geoespacial da Informação Ambiental (PAMGIA), do Ibama.

O cerne do projeto é o desenvolvimento de um Painel de Sustentabilidade, uma ferramenta dinâmica e abrangente que vai além dos indicadores tradicionais de perda florestal. Ao invés disso, busca-se uma análise holística que incorpore fatores ambientais, econômicos, institucionais e sociais, visando identificar os pontos críticos de desmatamento, bem como as dinâmicas subjacentes que perpetuam essa problemática.
Ao delimitar sua análise aos municípios classificados pelo Ministério do Meio Ambiente com desmatamento monitorado e sob controle entre os anos de 2012 e 2021, o projeto visa identificar padrões e tendências, fornecendo subsídios valiosos para a formulação de políticas públicas mais eficazes e direcionadas. Por meio dessa análise aprofundada, pretende-se promover a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais da região.

Painel de Sustentabilidade Integrada com indicadores sociais da cidade Brasil Novo, no Pará.

PAINEL
Os resultados da pesquisa revelam informações que nem sempre são obtidas pela análise isolada de indicadores. Observou-se, por exemplo, que o repasse de incentivos econômicos ocorre sem correlação com a redução do desmatamento, sugerindo a necessidade de estratégias mais dinâmicas, sofisticadas e integradas.
Além disso, foram identificados critérios relevantes para a restauração florestal, com atores sociais que podem obter renda econômica nesse processo, oferecendo uma visão abrangente dos desafios e oportunidades enfrentados nos municípios estudados e que podem se repetir pela região.

    Mesmo com poucos quilômetros quadrados desmatados, se um município destruir 1% de suas florestas remanescentes, já deve ligar um alerta de prioridade de ações de prevenção e combate, incluindo restrição ao crédito e aumento na fiscalização.     Hugo Schaedler

“Durante muitos anos, o foco foi no número absoluto do desmatamento, porque é o indicador claro de maior perda florestal. Quando olhamos para dados integrados, como por exemplo o que resta de vegetação em um município, isto não é visto com relevância nas análises. A pesquisa mostra que mesmo com poucos quilômetros quadrados desmatados, se um município destruir 1% de suas florestas remanescentes, já deve ligar um alerta de prioridade de ações de prevenção e combate, incluindo restrição ao crédito e aumento na fiscalização”, explica o pesquisador Hugo Schaedler, que é servidor do Ibama. Por outro lado, “há claras oportunidades de desenvolvimento de bioeconomia, implementação de políticas florestais e pagamento por serviços ambientais, mesmo em cenários de áreas já suprimidas”, completa Schaedler.
A implementação prática do projeto-piloto é um marco significativo na aplicação do conhecimento científico para fins de gestão ambiental. Ao disponibilizar dados e ferramentas de análise de forma acessível, o projeto contribui para a tomada de decisões informadas, promovendo a transparência e a participação pública no processo de conservação.
Segundo o Presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, “a PAMGIA tem por objetivo centralizar e fornecer de forma dinâmica e integrada as informações ambientais de interesse do Ibama e de seus parceiros, permitindo que os dados temáticos sejam visualizados de forma estatística e geoespacial pelos usuários”.

Os mapas indicam cidades que podem ser consultadas no Painel de Sustentabilidade Integrada-- (Hugo Schaedler - Foto: Arquivo pessoal)
Os mapas indicam cidades que podem ser consultadas no Painel de Sustentabilidade Integrada– (Hugo Schaedler – Foto: Arquivo pessoal)

Para a professora Maria da Penha Vasconcellos, orientadora da pesquisa na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a avaliação integrada representa um esforço coletivo e interdisciplinar para enfrentar um dos desafios mais urgentes de nosso tempo. “Ao unir expertise acadêmica, recursos tecnológicos e compromisso com a sustentabilidade, este projeto exemplifica o potencial transformador da pesquisa científica na busca por soluções inovadoras e sustentáveis para os problemas ambientais globais”, disse.

O Painel de Sustentabilidade Integrada pode ser acessado no link.

fONTE:Jornal da USP /Por:hugo.americo@gmail.com, com Hugo Schaedler e mpvascon@usp.br, com Prof. Dra. Maria da Penha Vasconcellos e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/05/2024/07:08:43

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Com até dois metros, tartaruga gigante amazônica pode ter sido alimento para humanos

Representação gráfica da Peltocephalus maturin, que pode ter habitado a região do Rio Madeira entre 14 e 9 mil anos atrás, convivendo com humanos – (Imagem: Júlia d’Oliveira)

Fóssil da mandíbula encontrado no Rio Madeira sugere dimensões impressionantes; animal pode ter convivido e sido predado pelos povos que habitavam a região entre 14 e 9 mil anos atrás

Um vestígio fóssil da agora denominada tartaruga gigante amazônica, a Peltocephalus maturin, foi descoberto por volta de 2015 em um barranco de garimpo hoje desativado no Rio Madeira, em Rondônia (RO). Com a participação de pesquisadores de diferentes países, incluindo universidades brasileiras e a USP, iniciou-se o processo de identificação do animal, com tamanho estimado entre 1,8 e 2 m.

Com a mandíbula da tartaruga encontrada, a primeira hipótese foi de que se tratasse da Stupendemys, a maior tartaruga de água doce que já existiu e que viveu durante o Mioceno, há cerca de 25 milhões de anos. Na região amazônica é comum existirem sedimentos e rochas dessa época geológica, por isso essa foi a primeira suposição, mas para a comprovação científica os pesquisadores buscaram datar o material.

“Mandamos algumas amostras para a Universidade da Georgia, que tem pesquisadores que trabalham com datação por carbono. Quando retornaram os resultados, a gente viu que era algo muito mais recente do que a Stupendemys, então não poderia ser ela. Nesse meio tempo também foi publicado um material sobre a mandíbula de Stupendemys, e vimos que elas são bem diferentes”, explica Gabriel Ferreira, pesquisador da Universität Tübingen, Alemanha, que liderou o estudo. O artigo foi publicado na revista científica Biology Letters.

 Miriam Pacheco e Gabriel Ferreira realizaram análise do material - Imagem: Reprodução/Gabriel Ferreira/Gabriel Ferreira - Foto: Currículo Lattes

Miriam Pacheco e Gabriel Ferreira realizaram análise do material – Imagem: Reprodução/Gabriel Ferreira/Gabriel Ferreira – Foto: Currículo Lattes

Alimento para o ser humano

O resultado da datação apontou entre 14 e nove mil anos. A proximidade geológica abriu uma possibilidade da coexistência dessa espécie com humanos e também estabeleceu que as comparações deveriam ser feitas com espécies viventes hoje. Além disso, foi decidido estabelecer um arcabouço geoquímico, para ver se a datação era realmente confiável.

“Essa parte foi realizada pela Miriam Pacheco e a Marcia Rizzuto, da UFSCar e da USP, respectivamente. Elas fizeram análises geoquímicas para ver o quanto de modificações havia no fóssil.” Com impressionantes 27 cm de comprimento, o dentário foi analisado de maneira não convencional. Por ser a parte mais dura e menos porosa do esqueleto, o esmalte dentário é sempre o escolhido para ser analisado, mas na falta do mesmo tiveram que analisar os ossos, que são normalmente o último recurso a ser utilizado por conta da sua porosidade.

Com a incerteza dos dados, optou-se por estabelecer a idade mínima da espécie em nove mil anos – com a garantia de que não poderia ser mais nova que isso – e a máxima em 40 mil, por conta da análise de plantas encontradas na parte inferior do fóssil que tinham essa idade. Pela lógica, tudo que estava acima era mais recente.

Estabeleceu-se uma relação morfológica com a tartaruga-cabeçuda do Amazonas, a Peltocephalus dumerilianus. O dentário dessa espécie possui características que apareceram também no fóssil, como a mandíbula ser mais alta e fina e ser terminada em um gancho, além de uma característica única deste gênero, que é uma depressão na parte lingual da mandíbula. “É por isso que a gente a chamou de Peltocephalus também. Colocamos no mesmo gênero por causa dessas semelhanças”, explica Gabriel Ferreira.
Fóssil encontrado no garimpo Taquara, em Rondônia, e levado para análise – Imagem: Reprodução/Gabriel Ferreira

A gigante amazônica, assim como a sua parente viva mais próxima, era onívora, tendo uma dieta composta de vegetais e animais. “A tartaruga-cabeçuda do Amazonas, por exemplo, come basicamente frutos que caem na água e também tem uma predileção por algumas espécies de caramujos que ocorrem na região. Esse é o traço mais onívoro dela, mas há registros de conteúdo estomacal que mostram vários outros vestígios, como crustáceos, os caramujos e também bastante matéria vegetal, principalmente frutos e sementes. Então, a gente acredita que seria alguma coisa semelhante”, diz o paleontólogo.

O desconhecimento da fauna da região daquele período prejudica estabelecer com exatidão a dieta da Peltocephalus maturin. A comparação é importante, mas pelo seu tamanho é pouco provável que ela se alimentasse de pequenos caramujos como sua parente, e mesmo com o seu tamanho, não deveria ser uma grande predadora tendo em vista sua lenta mobilidade.

As civilizações indígenas americanas daquele período podem ter sido responsáveis pelo desaparecimento dessa espécie gigante que existia na região. “As populações indígenas da área utilizam tartarugas como parte da sua alimentação. E os registros mais antigos de ocupação humana na Amazônia também são acompanhados de ossos de tartarugas. Se a gente puder confirmar a idade e a convivência, acreditar na coexistência temporal de humanos e essa tartaruga, a chance é relativamente alta de que elas tenha sido predadas por seres humanos”, aponta Ferreira como hipótese para o desaparecimento da Peltocephalus maturin.

“A comunidade científica não entrou em um consenso, mas é uma hipótese bem aceita de que se não houvesse a pressão de caça humana sobre essas espécies gigantes, elas ainda existiriam”, aponta Max Langer, professor da USP em Ribeirão Preto que orientou a pesquisa.

Fonte: Ascom USP  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/05/2024/07:08:43

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Anaconda: Conheça a nova espécie de sucuri gigante descoberta na Amazônia

(Foto: Jesus Rivas/Divulgação) – Cientistas identificaram recentemente uma nova espécie de sucuri gigante na Amazônia, potencialmente a maior do mundo. A Anaconda Verde do Norte, com aproximadamente 8 metros de comprimento e 200 kg, foi descoberta pelo biólogo e apresentador holandês Freek Vonk durante uma expedição no norte da floresta.

Até o momento, acreditava-se que apenas uma espécie de Anaconda Verde, também conhecida como Anaconda Gigante, habitava a região amazônica. No entanto, um novo estudo, conduzido por cientistas de nove países e publicado na revista Diversity, identificou a Anaconda Verde do Norte (Eunectes akayima) como uma espécie distinta.
leia Também:Apresentador de TV encontra nova espécie de sucuri-verde na Amazônia: 8m e mais de 200kg; VÍDEO
Mesmo com a aparente semelhança entre as duas espécies de sucuris, o estudo revela uma diferença genética significativa de 5,5%. Esse valor é considerável, superando até mesmo a diferença genética entre humanos e chimpanzés, que é de cerca de 2%.

Apesar de sua descoberta recente, os cientistas alertam que a nova espécie já está em risco de extinção devido às mudanças climáticas e ao contínuo desmatamento na região amazônica.

O professor Jesus Rivas, líder da pesquisa, observou pela primeira vez indícios de múltiplas espécies de sucuri verde há mais de 15 anos. Junto com sua esposa, a Dra. Sarah Corey-Rivas, eles passaram anos analisando amostras genéticas e colaborando com outros pesquisadores para publicar suas descobertas.

Fonte:SITE  surgiu.com.br   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/05/2024/06:31:56

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Florestas públicas serão concedidas para gerar crédito de carbono

Amazônia — Foto: Divulgação/Ibama

As iniciativas devem gerar 25 mil empregos e R$ 60 milhões ao ano.

A Floresta Nacional de Bom Futuro, em Rondônia, com 17 mil hectares desmatados, e a Gleba João Bento, com quase 56 mil hectares em desmatamento acumulado nos estados de Rondônia e Amazonas, serão concedidas à iniciativa privada para restauração e geração de crédito de carbono. As duas unidades de conservação públicas serão as primeiras a participarem de uma iniciativa de recuperação de vegetação nativa e gestão sustentável de florestas públicas na Amazônia.

O modelo de concessão é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmado nesta sexta-feira (3), no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília. A parceria terá US$ 800 mil disponibilizados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em recursos não reembolsáveis do Fundo Verde para o Clima (em inglês Green Climate Fund), uma iniciativa internacional de enfrentamento às mudanças climáticas.

Além das unidades federais, também serão apoiados projetos de concessão nos estados. O diretor de Planejamento e Estruturação de Projetos do BNDES, Nelson Barbosa, afirmou durante a cerimônia que serão investidos R$ 30 milhões em estudos para projetos de concessão na Amazônia.

“Vamos disponibilizar para o governo e para as populações das áreas, qual o resultado dos estudos, quais são os investimentos, qual a receita, quantos empregos serão gerados e qual é a rentabilidade e a atratividade para quem vai investir”, disse.

Os estudos apresentarão propostas de concessões de florestas públicas estaduais, que precisem passar pela recuperação da vegetação nativa, mas também prevejam como retomo financeiro aos investimentos propostas de manejo ambiental conforme a necessidade de cada área.

De acordo com SFB, a meta para concessões de florestas públicas federais, até 2026, é de 4 milhões de hectares, que deverão ser incluídos em projetos propostos pela iniciativa privada para recuperação e manejo florestal sustentável. De acordo com a instituição, a previsão é que essas iniciativas gerem 25 mil empregos e R$ 60 milhões ao ano em renda nos municípios alcançados.

 

Fonte: Um So Planeta Com informações da Agência BNDES de Notícias  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/05/2024/10:22:07

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Morre líder que lutava contra desmatamento no Trairão-PA

Osvalinda Maria Marcelino Alves Pereira (1968 – 2024) – (Foto – Lalo de Almeida – 20.ago.14/Folhapress)

Mortes: Líder rural moradora da cidade do Trairão no Pará, lutava contra desmatamento na Amazônia.

Ao voltar para casa após o trabalho, em 2018, a líder rural Osvalinda Pereira encontrou duas covas com cruzes de madeira em seu quintal, no assentamento Areia 2, em Trairão (PA). Era mais uma ameaça após suas denúncias sobre extração ilegal de madeira na amazônia, que começaram em 2012.

Junto com o marido, entrou para o programa de proteção de testemunhas, no qual precisou passar boa parte do governo de Jair Bolsonaro (PL). Voltou para o estado porque sentia obrigação de ajudar as mulheres que sofrem no oeste do Pará.

À frente da associação de mulheres no Areia 2, a qual fundou e presidiu por quase 14 anos, criava projetos para ajudar as famílias. Conseguia capacitações e trabalhava com horta comunitária e criação de pequenos animais. Também ajudava na recuperação de florestas e nascentes.

“Ela funcionava como uma reguladora do pessoal. O que ela queria era que os agricultores tivessem um trabalho que tirasse eles daqueles análogos à escravidão que acontecem ali”, afirma a coordenadora de projetos com ênfase em gênero do Instituto Maíra, Jéssica Holles, 31.

Osvalinda Maria Marcelino Alves Pereira nasceu em 1968. Mais nova de sete irmãos, contava que a mãe saiu de Alagoas com seis filhos andando a pé até o Paraná, onde ela nasceu. A família de agricultores tinha uma vida humilde e de muito trabalho.

Foi no Paraná que conheceu Daniel Alves Pereira, com quem se casou e teve duas filhas. A vida do casal foi de migração em busca de terras para trabalhar. Nos anos 1990, foram para Itanhangá (MT), onde ficaram até 2001, expulsos pela fumaça. De lá, saíram os dois de moto até Trairão.

Foram 16 dias de viagem em duas rodas até se instalarem no assentamento. Lá, se depararam com a exploração da floresta por madeireiros e a ocupação ilegal de lotes por fazendeiros.

Sua luta rendeu reconhecimento internacional. Em 2020, recebeu o Prêmio Edelstam da Suécia, que reconhece ativistas de todo o mundo. Mas, mesmo com prêmio e filme sobre sua vida, sempre passou muita necessidade.

“Como pessoa, ela era muito doce, gentil e muito solidária, mas muito sofrida. Eu nunca conheci uma mulher tão corajosa”, diz Holles.

As queimadas afetaram sua respiração e teve problemas no coração. Precisou de cirurgia, mas o atendimento demorou quatro anos e deixou sequelas. Seu pulmão também foi afetado e estava havia um ano hospitalizada em Belém.

“Sempre foi de um coração gigantesco. Eu me lembro de algumas vezes que ela estava ruim de saúde e a preocupação dela era com as outras defensoras. A Osvalinda assumia a luta como uma tarefa às vezes mais importante do que a própria vida”, afirma Daniel Faggiano, 38, diretor do Instituto Maíra.

Quando foi internada, disse que havia muito tempo não dormia uma noite inteira. Tinha que revezar com o marido para vigiar a casa durante as noites.

Morreu no dia 12 de abril. Deixa o marido, Daniel, e as filhas Fabiana e Franciele.

Fonte:  UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/05/2024/06:31:56

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Ilha das Onças: maiores felinos da Amazônia recebem coleiras com GPS para monitoramento via satélite na costa do Amapá

Monitoramento capturou 7 onças na Estação Ecológica de Maracá-Jipioca — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação

Animais receberam coleiras GPS na Estação Ecológica de Maracá-Jipioca. Área concentra a maior quantidade de onças por metro quadrado no mundo, segundo o ICMBio.

Distante cerca de 6 quilômetros do continente, a Estação Ecológica de Maracá-Jipioca, também chamada de Ilha das Onças, concentra a maior quantidade de onças-pintadas por metro quadrado no mundo, segundo o ICMBio. São 6,7 onças a cada 100 quilômetros quadrados, de acordo com um levantamento divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Onça-Pintada.

A ilha possui cerca de 60 mil hectares e intriga os pesquisadores, que buscam entender como as onças foram parar no local. O monitoramento das onças na estação ecológica é realizado há 3 anos, segundo o Instituto Onça-Pintada, que tem sede em Goiás.

“A gente imagina que vai gastar uns 10 anos para poder entender como que as onças vivem nesta ilha costeira, que está cercada pelo mar e tem uma das mais altas densidades dessa espécie no mundo. Esses animais vivem numa geografia única, que pra ciência é uma novidade”, explicou Leandro Silveira, biólogo e presidente do instituto.

Instituto vai usar GPS para monitoramento — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação
Instituto vai usar GPS para monitoramento — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação

Um dos objetivos do estudo é entender como a espécie vai se comportar com o crescimento populacional.

“A gente sabe que no mínimo tem ali entre 25 e 30 fêmeas, que têm capacidade de reproduzir pelo menos um filhote a cada ano. Chega uma hora que essa ilha vai tá saturada, mas pelo que a gente tá vendo isso não acontece. Então alguma coisa ocorre, uma dinâmica nessa ecologia que a gente quer entender”, descreveu o biólogo.

Monitoramento por satélite

Pesquisa busca entender dinâmica da espécie na ilha — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação
Pesquisa busca entender dinâmica da espécie na ilha — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação

A ilha está localizada no delta do Rio Amazonas e sofre influência direta da vazão do rio. Durante o monitoramento, 7 onças foram capturadas e receberam coleiras GPS para o estudo, que vai mostrar o deslocamento dos animais pela ilha.

Ainda segundo o biólogo, qualquer interferência externa pelo mar poderia causar danos diretos aos animais, que possuem como principal base alimentar os peixes.

“Se as espécies de peixes que ela consome sofrerem uma redução drástica, ela será diretamente afetada. Ela funciona muito bem como bioindicador de qualidade ambiental”, acrescentou Silveira.

Estação Ecológica possui cerca de 60 mil hectares — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação
Estação Ecológica possui cerca de 60 mil hectares — Foto: Instituto Onça-Pintada/Divulgação

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/05/2024/09:03:41

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Indústria na Amazônia se prepara para seca tão grave como a de 2023

Rio Negro, na Amazônia, durante seca de 2023 — Foto: Michael Dantas / AFP

Às vésperas do início da estação de seca na Amazônia, que vai até novembro, a indústria do Norte do país se prepara para uma estiagem tão grave quanto a do ano passado, a pior seca na história da região. O prognóstico vem dos sinais que já aparecem dos níveis das águas, mais baixos do que no mesmo período do ano passado.

Desde o início do ano, representantes da indústria tem se reunido com governos estaduais e federais para tratar dos meses de estiagem em 2024. Em março, um relatório apresentado pela Defesa Civil do Estado do Amazonas alertou para o risco de uma nova estiagem severa, apontando para o volume das calhas do Médio Amazonas e Baixo Amazonas abaixo da média para a época de cheias. A Defesa Civil apontou ainda para um volume de chuvas aquém do esperado nas calhas dos rios do estado.

— Estamos nos preparando para o pior. Os prognósticos apontam mais uma vez para uma estiagem severa considerando que estamos com nossas bacias com níveis bem abaixo do que consideramos normal para os rios. — alerta Francisco Máximo, secretário Executivo da Defesa Civil do Amazonas. — Os rios, por enquanto, estão navegáveis, mas as nove calhas estão com níveis bem abaixo ou muito próximo das métricas nesse mesmo período do ano passado.

Em 2023, a seca sem precedentes na Amazônia fez a produção industrial do Amazonas acumular três meses consecutivos de queda (entre setembro e novembro), com recuo de 16,6% no período, segundo a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE. A paralisação de linhas de produção e a adaptação da cadeia logística gerou um custo adicional de R$ 1,4 bilhão para a indústria. O impacto veio principalmente com a paralisação do transporte fluvial, que é o principal meio para o escoamento de produtos e para chegada de insumos na Zona Franca de Manaus

Augusto Rocha, coordenador da Comissão de Logística do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), diz que o cenário da última seca “foi assustador”. Este ano, a indústria vive um “novo normal” na preparação para seca e as empresas agora consideram que terão um período de 60 dias com a navegação restrita, ao invés de 30 dias, como nos anos anteriores, explica ele. Um dos grandes gargalos é a chegada do insumo para as indústrias do Amazonas.

— O que se faz é comprar mais estoque e programar para que ele chegue a Manaus em meados de agosto. De tal forma que em outubro, quando deve ser o ponto crítico do problema, já não tenha nada em trânsito e esteja tudo desembaraçado no estoque das empresas — afirma Rocha.

Além da antecipação de insumos, a indústria também tem preparado planos para escoamento antecipado de produtos, considerando um período crítico para a navegabilidade. De acordo com a CIEAM, que representa 300 empresas da Zona Franca, 60% de toda a produção do polo é escoada por meio de cabotagem (navios); 39% a partir do roll on/roll off (o chamado rô-rô caboclo, que são caminhões em balsas e rodovias), enquanto 1% é feito por transporte aéreo.

Na indústria de eletrônicos, as empresas operam com o prazo de setembro para escoar a produção antes do ponto crítico da estiagem para os rios. Para minimizar as perdas previstas para o período mais grave da seca, o setor também tem negociado a antecipação das férias coletivas do próximo ano, de acordo com Jorge Junior, presidente-executivo da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletrônicos (Eletros), que representa 33 indústrias com produção na Zona Franca.

— Algumas empresas já estão a todo o vapor produzindo para escoar a produção. Há uma preocupação de que se a gente novamente não puder produzir, sem os insumos necessários e os rios navegáveis para escoar a produção, vamos ter mais um ano de penalização para as indústrias da região norte. — diz Junior.

Ministério dos Transportes prepara licitação

Desde o início do ano, os representantes da indústria da região têm levado os alertas sobre a seca para governos federal e estadual. Uma das preocupações é a de que as secas extremas se tornem fenômenos mais persistentes na região.

— Essa é uma pauta que vai se tornar ainda mais urgente. E um dos grandes desafios é a criação de uma infraestrutura na Amazônia, se não vamos sempre ficar tratando de emergência — reclama Augusto Rocha, da CIEAM.

Um estudo da World Weather Attribution (WWA) apresentado em janeiro mostrou que as mudanças climáticas foram a principal causa da estiagem histórica de 2023 e já fazem a seca na Amazônia ser 30 vezes mais provável no período de junho a novembro.

No Ministério dos Transportes, uma das ações preventivas que está sendo proposta é a elaboração de uma licitação, que terá o edital publicado até o fim do mês, para a contratação de uma empresa para execução e supervisão de um plano de dragagem e sinalização no Rio Amazonas (de Manaus a Itacoatiara) e no Rio Solimões (em três trechos que vão do Codajás a Benjamin Constant) pelos próximos cincos anos.

Durante a última estiagem, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), do Ministério dos Transportes, fez a contratação emergencial dos serviços de drenagem no Solimões e Amazonas. Erick Moura, diretor de Infraestrutura Aquaviária do órgão, diz que a licitação vai tornar o trabalho permanente na região.

— Essa é uma grande preocupação nossa. A gente percebeu que a região deve sofrer pelo menos nos próximos três anos — afirma Erick Moura de Medeiros, diretor de Infraestrutura Aquaviária do DNIT.

Na previsão dos meteorologistas, entretanto, há uma notícia menos preocupante. O fenômeno La Niña (resfriamento anormal das águas do Pacífico), que deve afetar o Brasil no último trimestre — e costuma atrasar o período úmido — deve ser de fraca intensidade. Havia preocupação que o La Niña pudesse agravar e prolongar ainda mais a seca na região.

Chegada do La Niña poderá trazer alívio

De acordo com os meteorologistas da Nottus, especializada em meteorologia de negócios, a previsão é que em outubro já se forme um corredor de umidade de Norte a Sul do país.

— O modelo não aponta que o La Niña atrase o período úmido este ano e, em outubro, segundo os modelos, existe a possibilidade da formação de um corredor de umidade que começa na costa Sul, passa pelo Sudeste e vai até a região Norte — diz Desirée Brandt, sócia e meteorologista da Nottus.

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas para Desastres Naturais (Cemaden) emitiu nota em março alertando inclusive que o La Niña tem potencial para aumentar as chuvas na região norte e Nordeste do país.

Ana Clara Marques, especialista em clima na Climatempo avalia que a chegada do La Niña pode ajudar a encurtar o período mais grave da secura nos rios no segundo semestre. Ainda assim, diz, a previsão para os próximos meses na região amazônica é de chuvas mais irregulares e abaixo da média. A climatologista projeta que os níveis dos rios devem ficar próximos ou até mais baixos do que na seca anterior.

Fonte: oglobo.globo.com e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/04/2024/21:06:23

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