Governo Federal investe quase um bilhão em dragagem dos rios no Amazonas

(Foto: Divulgação/Governo federal)– Manaus (AM) – Após ter iniciado no dia 15 de abril a dragagem e sinalização do rio Madeira, o governo federal por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) fará também ampliação dessas ações de Manicoré até a foz do Madeira.

O serviço de dragagem consiste na retirada de sedimentos (como areias e outros materiais) do fundo dos rios para facilitar a navegação de embarcações e evitar que encalhem.

Dos trechos previstos licenciados pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, estão: Manaus-Itacoatiara (Amazonas); Codajás-Coari, Tabatinga-São Paulo de Olivença e Benjamin Constant (Solimões).

O contrato com as empresas será de 5 anos a começar deste ano, com valor aproximado de um bilhão de reais, ao ano.

Fonte: g1 Pará e Publicado  Por: Jornal Folha do Progresso em 06/06/2024/15:46:27

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Tribo indígena brasileira que recebeu Starlink se vicia em pornô e deixa de caçar

(Foto: Reprodução)- Os marubos, que vivem em local remoto no Amazonas, receberam internet de Elon Musk em abril; agora, membros do grupo indígena estão viciados em pornografia e redes sociais.

Antes, a falta de acesso à internet era um problema para indígenas marubos, que vivem no Vale do Javari, oeste do estado do Amazonas. Mas agora o acesso à rede mundial tornou-se um problema ainda maior: seus membros estão viciados em pornografia e redes sociais.

Com povoações ao longo do rio Ituí, os marubos sempre tiveram dificuldade de acessar a internet, já que o local é bastante remoto e não recebe redes de fibra ótica.

Mas em 2022, a Starlink, empresa de Elon Musk, passou a fornecer sinal de internet para toda a região amazônica através de satélites que orbitam a Terra. Com isso, levaram acesso à rede mundial para um dos últimos lugares offline do planeta.

Quem são os marubos

Os marubos habitam o Vale do Javari, terra indígena que foi demarcada pelo governo federal em 2001. Com aproximadamente dois mil membros, eles sobrevivem com caça, pesca e agricultura.

O estilo de vida foi preservado por centenas de anos, já que vivem em uma área remota e tiveram pouco contato com estranhos. Algumas povoações podem levar até uma semana de viagem no interior da floresta amazônica para se chegar.

Eles falam um idioma próprio – a língua marubo – e praticam rituais religiosos com consumo de ayahuasca, uma planta que pode conduzir quem a consome a um estado alucinógeno.

Vício em pornografia

Desde que a Starlink chegou ao Brasil, em 2022, diversos locais remotos da Amazônia passaram a receber sinal de internet. Na região onde os marubos habitam, o sinal chegou apenas em abril deste ano.

Agora com internet, eles perceberam que poderiam chamar ajuda emergencial de maneira rápida, algo que antes levava dias. Ainda, descobriram que seria possível entrar em contato com os seus amigos e familiares instantaneamente através das redes sociais.

Mas o lado bom da internet também trouxe seus malefícios: ao descobrirem o fácil acesso a conteúdos pornográficos, eles também começaram a compartilhar imagens obscenas e vídeos explícitos nos chats em grupo.

Alfredo Marubo, um membro do grupo, revelou ao New York Times que essa súbita exposição à pornografia desencadeou comportamentos sexuais preocupante entre os jovens habitantes locais.

Enoque Marubo, uma das lideranças do grupo, contou que o cotidiano do local alterou drasticamente no último mês, fazendo que os membros não queiram mais trabalhar. “Mudou tanto a rotina que foi prejudicial. Na aldeia, se você não caça, pesca e planta, você não come”.

Outra liderança, TamaSay Marubo, relatou que a chegada da internet no local afetou principalmente os jovens: “Quando a internet chegou, todos ficaram felizes, mas agora as coisas pioraram. Os jovens ficaram preguiçosos. Estão aprendendo os costumes dos brancos”.

Além do vício em pornografia, os marubos também relatam que vários membros passam maior parte do dia em redes sociais, principalmente o Instagram.

Marubos não querem que internet seja tirada

Apesar das desvantagens que puderam ser observadas no primeiro mês de acesso à internet, muitos membros, incluindo lideranças, admitiram que agora não podem viver sem ela.

“Acho que a internet nos trará muito mais benefícios do que danos”, disse Enoque. “Por favor, não tire nossa internet”, completou TamaSay.

Fonte: Portal NDMais  e Publicado  Por: Jornal Folha do Progresso em 06/06/2024/10:12:43

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ICMBio publica edital com prazo de mais 30 dias para retirar bovinos na Flona Jamanxim

No Edital comunica os Trâmites para Suspensão dos Bloqueios para Emissão de GTA de Retirada do Gado.  (Foto:Reprodução)

Além do Edital de Notificação, o ICMBio também notifica pessoalmente proprietários rurais na Floresta Nacional do Jamanxim para que desocupem seus imóveis e retire todo o gado, no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de apreensão e medidas diversas, pela autarquia.

Também segundo dados do ICMBio, há cerca de 100 mil cabeças de gado na Flona do Jamanxim e em outras duas outras Flonas próximas a ela (Crepori e Itaituba II). Aproximadamente 85% das vendas são de animais criados na Flona do Jamanxim.

Assunto: Comunica os Trâmites para Suspensão dos Bloqueios para Emissão de GTA de Retirada do Gado.
Referência: Processo n° 02121.002578/2022-73, conforme instruções em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br/servicos/sistemas/sei-sistema-eletronico-de-informacoes/peticionamento-eletronico. Novas demandas devem ser protocoladas conforme instruções em: https://www.gov.br/pt-br/servicos/protocolar-documentos-junto-ao-instituto-chico-mendes-de-conservacao-da-biodiversidade-icmbio.
Senhor Diretor,

Ao cumprimentá-lo cordialmente, sirvo-me do presente para sugerir o trâmite a seguir destacado, visando a suspensão dos bloqueios impostos em razão da aplicação da medida cautelar de suspensão da atividade pecuária pelo ICMBio, das áreas embargadas no interior da Floresta Nacional do Jamanxim, veja-se:
O interessado entrará em contato com a ADEPARÁ solicitando o debloqueio do cadastro do imóvel rural embargado e bloqueado;
Após a verificação da regularidade sanitária do rebanho, a ADEPARÁ realizará o desbloqueio, comunicando ao interessado a necessidade da emissão de Guias de Trânsito Animal – GTA necessárias para a retirada da totalidade do
rebanho, durante a vigência do prazo estabelecido no Edital de Notificação,publicado no Diário Oficial da União em 03/04/2024; e
Ao efetuar o desbloqueio a ADEPARÁ, comunicará ao ICMBio, por meio do endereço eletrônico: cofis@icmbio.gov.br a lista dos imóveis desbloqueados para retirada integral do gado existente naquela colocação.

Leia Também:Dados de ocupação da Flona Jamanxim apresentados pelo prefeito de Novo Progresso é questionado pelo ICMBio.

O “embargão” da Flona do Jamanxim

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio tem lavrado diversos Termos de Embargo englobando grandes áreas dentro da Flona, sob pretexto de que se tratam de “áreas irregularmente desmatadas em unidade de conservação”. O mapeamento das áreas é realizado pelo MapBiomas, que utiliza dois marcos temporais simplistas de comparação: a datação do decreto instituidor da Floresta Nacional do Jamanxim (fevereiro de 2006) e datas alelatórias contemporâneas à fiscalização. Qualquer alteração de cobertura vegetal neste intervalo é considerado desmatamento irregular em Unidade de Conservação.

*Tais embargos não contêm diversos requisitos essenciais de validade:

Fonte:Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2024/08:14:54

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Marina Silva diz que proteger o meio ambiente é salvar vidas

Marina da Silva (Foto:crédito: EVARISTO SA/AFP)  -Ministra fez pronunciamento na véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente

Na véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta quarta-feira (5), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva disse, em cadeia de rádio e televisão, que tragédias como as que ocorreram no Rio Grande do Sul exigem engajamento e solidariedade da sociedade para evitar que situações parecidas se repitam.

“Com o aumento da temperatura global, o mundo está vivenciando os gravíssimos efeitos dos eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes e severos. No Brasil, a intensificação de deslizamentos, inundações, secas, processos de desertificação anunciam dias difíceis, sobretudo para as famílias mais vulneráveis”, disse a ministra nesta terça-feira (4).

“Proteger o meio ambiente é salvar vidas, é garantir o bem viver para ribeirinhos, pequenos comerciantes, moradores das periferias, comunidades tradicionais e pessoas que vivem em áreas de risco. Infelizmente, ainda há quem duvide da relação entre a ação do homem e a reação da natureza. Infelizmente, ainda há quem duvide da relação entre a ação do homem e a reação da natureza”, alertou Marina.

A ministra do Meio Ambiente disse que o negacionismo no país atrasou por vários anos a adoção de medidas urgentes, desrespeitou regras, instituições e servidores ambientais e impôs um tempo perdido. “Por orientação do presidente Lula, o tema da mudança do clima vem sendo fortalecido e tratado por todos os setores e áreas do governo de forma transversal, em diálogo com toda a sociedade”.

Marina disse que está sendo concluída a atualização da Estratégia Nacional de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima, que será um Plano Nacional para o Enfrentamento da Emergência Climática. Focado, principalmente, nos municípios e áreas de maior risco, o plano vai estruturar a capacidade do governo para lidar com o pré-desastre, fortalecendo ações de análise de risco, prevenção e preparação.

“Diante da urgência em reverter os índices de desmatamento no Brasil, que têm efeito direto no clima, o presidente Lula estabeleceu o compromisso de desmatamento zero em todos os biomas brasileiros e já obtivemos resultados importantes com a redução de 50% do desmatamento na Amazônia e reduções, também, no Pampa e Mata Atlântica, e estamos trabalhando para obter resultados, também, no Cerrado, Pantanal e Caatinga”.

Segundo ela, o momento aponta claramente para uma mudança de rumos. “Estamos sendo desafiados a pensar juntos, criar tecnologias sustentáveis, transitar para energias não poluentes, com mais igualdade social e investimentos sustentáveis para todos os setores de nossa economia”, acrescentou.

Marina Silva avaliou que “os próximos anos serão dedicados a ações de proteção e recuperação da biodiversidade, com a criação de novas unidades de conservação, uso sustentável de florestas, recuperação de áreas degradadas e combate ao desmatamento e incêndios”.

Fonte:  Por Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2024/06:14:54

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Noruega vai depositar US$ 50 milhões no Fundo Amazônia em junho

Floresta Nacional de Carajás, em Parauapebas (PA) – Estudo de Oxford aponta que adoção de soluções baseadas na preservação da natureza seriam mais efetivas e baratas para o Brasil cumprir metas ambientais- (Foto:TV Brasil/Agência Brasil)

A Noruega vai depositar agora em junho a nova doação de 50 milhões de dólares que prometeu ao Fundo Amazônia na última COP, em Dubai, em dezembro do ano passado. Na cotação atual, o valor supera os 250 milhões de reais.

O pagamento ocorrerá durante uma visita da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, a Oslo. Ela foi convidada a participar de um fórum sobre florestas tropicais na capital do país europeu.

“É sempre bom lembrar que as contribuições ao Fundo Amazônia representam um reconhecimento aos resultados alcançados pelo Brasil. Ficamos orgulhosos em contribuir para a ambição do Brasil de parar o desmatamento até 2030, conforme mencionado pelo presidente Lula”, afirmou nesta semana ao Radar o embaixador da Noruega em Brasília, Odd Magne Ruud.

Pioneiros e maiores doadores do fundo criado em 2008, os noruegueses são só elogios ao “trabalho excelente” da equipe do BNDES que administra os bilhões recebidos pelo Brasil.

Fonte: Veja  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/05/2024/07:29:59

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Jovens indígenas defendem legado de seus antepassados e proteção da floresta amazônica

(Fotos:Divulgação)-  Jovens indígenas do município de Tapauá (a 448 quilômetros de Manaus), no interior do Amazonas, se uniram para fortalecer e dar continuidade à luta, e legado de seus antepassados por direitos e proteção da floresta amazônica. Com este objetivo, foi criada a Associação da Juventude Indígena de Tapauá (Ojit), com jovens de diversos povos.

O presidente da Ojit, Mário Júnior Batista de Lima, do povo Apurinã, explica que a juventude indígena do município estava desmobilizada e desmotivada, colocando em risco o futuro das lutas encampadas por seus antepassados e isso o incentivou a criar a organização.

“Esse foi o motivo, porque percebemos que os nossos antepassados, nossos pais e tios, que estão lutando hoje, daqui um tempo vão parar. Se a gente, que é jovem, que é da juventude, não ‘pegar’ a frente, a gente não vai ter o conhecimento. Então, não vai ter como lutar pelos nossos parentes, pelos nossos povos”, explica o jovem líder indígena.

Segundo ele, o outro motivo é que há associações de jovens em municípios próximos a Tapauá. “A gente entende que a juventude de Tapauá precisa desse incentivo. A gente vê que, hoje, em Canutama, Lábrea e Humaitá (municípios no interior do Amazonas) têm muitos jovens à frente dos movimentos. Percebemos que aqui em Tapauá não tem isso”, acrescentou Mário Júnior.

O jovem líder também se preocupa para que as conquistas alcançadas por seus antepassados não sejam perdidas. “A ideia é colocar a juventude no centro da associação. Para que eles possam aprender a lutar pela causa indígena de Tapauá, por seus direitos e não ‘deixar morrer’ o que os nossos antepassados conquistaram. Então, seria injusto da nossa parte, da juventude, deixar isso tudo para trás, no esquecimento”, defendeu.

Para Mirilaine da Silva Farias Apurinã, a união dos jovens numa associação garante a formação de lideranças, preparadas para assumir posição de relevância em suas aldeias e comunidades. “A gente embarcou nessa Organização da Juventude Indígena de Tapauá para levantar novos jovens e para desenvolver, junto com as pessoas que têm mais experiência do que a gente, e para formar novos caciques e cacicas nesse movimento”, declarou.

Preservar as tradições dos povos indígenas também é um dos objetivos apontados por Mirilaine Apurinã. “Isso é importante para não perdermos a nossa cultura, né? Porque ultimamente, de uns tempos para cá, estamos perdendo muito da nossa cultura. Então, para não perder essa cultura, vamos tentar levantar os jovens para que defendam a nossa cultura”, concluiu.

A criação da Ojit acompanha um movimento que vem ganhando força em Tapauá e tem a colaboração do projeto Governança Socioambiental Tapauá, implementado no município pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam). O projeto vem fortalecendo as associações representativas de comunidades e aldeias do município.

O evento

A realização do 1º Seminário de Sociobioeconomia de Tapauá, no início de maio, é uma construção coletiva articulada pelo Idesam, por meio do projeto Governança Socioambiental Tapauá, em parceria com a Prefeitura Municipal de Tapauá; Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Sedecti-AM); Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-AM); Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam); e Universidade do Estado do Amazonas (UEA); além disso, conta com o apoio da Associação Agroestrativista dos Moradores da Floresta Estadual de Tapauá (Aamfet), Associação das Mulheres Indígenas Artesãs de Tapauá (Amiata), Associação da União das Comunidades Indígenas do Trevo de Tapauá (Aucitt) e Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Médio Purus (Focimp).

Sobre o projeto

O projeto Governança Socioambiental Tapauá teve início em abril de 2022 por meio da iniciativa estratégica Governança Territorial do Idesam, com recursos da Rainforest Association e Embaixada da Nova Zelândia. O projeto tem como prioridade a realização de atividades para o fortalecimento de comunidades em Áreas Protegidas de Tapauá, como a Floresta Estadual (FES) Tapauá, uma Unidade de Conservação estadual; e as Terras Indígenas Apurinã do Igarapé São João e Apurinã do Igarapé Tawamirim. O projeto conta com a parceria da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas (Sema-AM) para avaliação e aprovação da execução por meio do Acordo de Cooperação Técnica N.º 003/2023. 087A1243

Fonte: UP Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/05/2024/08:46:36

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Ex-prefeito do AM alvo de operação contra o tráfico fugiu para Brasília, diz delegado

Raimundo Pinheiro da Silva, ex-prefeito de Anamã — Foto: Reprodução/TV Globo

Raimundo Pinheiro da Silva, o Chicó, é suspeito de usar um frigorífico no Amazonas para lavar o dinheiro do Comando Vermelho no Amazonas. Rio Solimões virou rota de escoamento de drogas da Colômbia e do Peru.

Raimundo Pinheiro da Silva, o Chicó, ex-prefeito de Anamã e alvo da Operação Rota do Rio, nesta terça-feira (21), fugiu para Brasília horas antes do cumprimento do mandado de busca, afirma a polícia.

Agentes saíram para cumprir 113 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e Pará. A operação visa a conter a expansão para o Amazonas de traficantes do Comando Vermelho (CV).

Chicó é suspeito de usar um frigorífico no Amazonas para lavar o dinheiro do CV no Amazonas. Na casa dele, a polícia apreendeu dinheiro e 2 carros.

“Ele fugiu horas antes da operação, em um voo com destino à capital federal”, declarou o delegado-chefe do departamento de Combate ao Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro, Gustavo Ribeiro.

A polícia trabalha com a possibilidade de que Chicó tenha recebido informação privilegiada sobre a operação.

Prisões

Até a última atualização desta reportagem, 4 pessoas tinham sido presas. Uma delas é Juan Roberto Figueira da Silva, o Cocão, chefe do tráfico do Morro dos Prazeres. Ele estava foragido da Justiça, com pelo menos 6 mandados de prisão em aberto. Os outros 3 foram presos em flagrante.

Cocão é apontado como um dos responsáveis pelo aumento de roubo de veículos em regiões dominadas pelo Comando Vermelho. “Esse crime gera o dinheiro para comprar a cocaína pura e o skunk puro”, apontou Gustavo.

Juan Roberto Figueira da Silva, o Cocão — Foto: Reprodução/TV Globo
Juan Roberto Figueira da Silva, o Cocão — Foto: Reprodução/TV Globo

A Operação Rota do Rio

A operação foi chamada de Rota do Rio por 2 motivos: pelo uso do Rio Solimões para escoar as drogas até a região central do Amazonas, e porque os entorpecentes saem de lá, passam pelo Centro-Oeste e chegam ao Rio de Janeiro.

Segundo o delegado Gustavo Ribeiro, a rota ganhou importância após o fim das relações entre Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), em 2017.

“É uma tábua de salvação do Comando Vermelho. Após o racha da Família do Norte, essa rota deu sobrevida ao Comando Vermelho porque tem muita capilaridade de entrega de armas e de drogas”, pontuou.

O delegado Jefferson Ferreira explicou o caminho da rota do Rio. “A droga vem da tríplice fronteira (Brasil-Colômbia-Peru), passando por Manaus, vindo para o Rio de Janeiro, e o dinheiro faz o caminho contrário. No Amazonas, havia a ocultação desse dinheiro de origem ilícita. O ex-prefeito foi beneficiário direto desse esquema”, afirmou o delegado.

Em 2 anos, as facções movimentaram R$ 27 milhões em atividades ilícitas.

Prédio na Avenida Atlântica onde morava um alvo da Operação Rota do Rio — Foto: Jefferson Monteiro/TV Globo
Prédio na Avenida Atlântica onde morava um alvo da Operação Rota do Rio — Foto: Jefferson Monteiro/TV Globo

Polícia cumpre mandado da Operação Rota do Rio em um prédio da Avenida Atlântica, em Copacabana — Foto: Reprodução/TV Globo
Polícia cumpre mandado da Operação Rota do Rio em um prédio da Avenida Atlântica, em Copacabana — Foto: Reprodução/TV Globo

Mandados na favela e no asfalto

Na capital fluminense, um dos endereços visados era um prédio na Avenida Atlântica, em Copacabana. Agentes também foram para a Barra da Tijuca e para o Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, e para o Fallet-Fogueteiro, na região central — onde houve registro de tiroteio.

Ainda no RJ, mandados foram cumpridos em Armação dos Búzios e em Cabo Frio, na Região dos Lagos.

A polícia ainda não divulgou o que Cocão disse em depoimento. O g1 tenta contato com a defesa do ex-prefeito Chicó.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/05/2024/08:50:41

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Pesquisadores lançam, em Belém, instituto para combater contaminação por mercúrio na Amazônia

Garimpo no Tapajós, no Pará — Foto: Chris Ratcliffe / WWF-UK

Iniciativa inclui instituições públicas, incluindo universidades federais, em esforço para enfrentar ‘apagão’ de dados e desenvolver estratégias de enfrentamento.

Pesquisadores lançam, nesta terça-feira (21), o Instituto Amazônico do Mercúrio (Iamer) em Belém.

A iniciativa inclui diversas instituições públicas, incluindo universidades federais, em um esforço conjunto para enfrentar a contaminação por mercúrio nos estados da Amazônia, combatendo o “apagão” de dados e desenvolvendo estratégias de enfrentamento.

O instituto nasce com a ambição de expandir e estabelecer ao menos um polo de testagem de contaminação em cada estado da Amazônia Legal.

Com a estrutura, o IAMER é primeira rede dedicada especificamente ao problema da contaminação por mercúrio com abordagem integrando pesquisa científica, treinamento profissional e engajamento comunitário.

Coordenadora do Iamer e professora da Universidade Federal do Pará (UFPA), Maria Elena Crespo López destaca que instituto surge da necessidade de ter acesso a dados confiáveis e realistas para embasar políticas públicas na Amazônia.

Atualmente tramita no Senado um Projeto de Lei (nº 1011/2023) que visa estabelecer a Política Nacional de Prevenção da Exposição ao Mercúrio no Brasil. Os dados produzidos na Amazônia podem ser exemplo em nível nacional do que a política prevê em termos de sistema de controle para exposição ao mercúrio.

López afirma que “o problema da contaminação por mercúrio na Amazônia necessita de abordagem multifacetada que integra conscientização, monitoramento, alternativas econômicas e políticas públicas inclusivas. Com essas estratégias, é possível proteger a saúde das populações amazônicas, preservar o meio ambiente e garantir a sustentabilidade econômica da região”.

A presença de mercúrio na Amazônia é um problema complexo, com efeitos sobre a segurança alimentar, a saúde pública e o meio ambiente.

O mercúrio não se decompõe facilmente, o que o leva a entrar em ciclo contínuo de deposição e remoção entre o solo, os corpos d’água e a atmosfera.

O ciclo permite que a substância percorra grandes distâncias, afetando não apenas quem está no entorno das áreas contaminadas, como povos e comunidades tradicionais, incluindo ribeirinhos e indígenas, mas também quem vive em áreas urbanas.

Dados recentes indicam que peixes contaminados com mercúrio estão disponíveis para consumo humano em mercados de várias cidades amazônicas, tanto nas regiões mais afetadas pela mineração, como a bacia do Rio Tapajós, quanto em áreas metropolitanas como Belém, onde não há atividade mineradora.

“O consumo de peixe contaminado com mercúrio pode levar a graves problemas de saúde, incluindo danos neurológicos e outras doenças crônicas. Portanto, é crucial implementar medidas eficazes para combater o uso irregular e monitorar continuamente os níveis de contaminação em peixes e outros alimentos, a fim de proteger a saúde da população e preservar o meio ambiente”, afirma a professora.

Uma cerimônia marca o lançamento do Iamer envolvendo comunidade acadêmica, poder público, sociedade civil no campus da UFPA, em Belém.

A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Justiça, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal do Amapá (Unifap), Universidade Federal de Rondônia (Unir RO), Universidade de Gurupi, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e do WWF-Brasil.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2024/15:13:18

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Garimpeiros protestam contra operação da PF em Humaitá

Clima tenso em Humaitá. Foto: Reprodução/ Facebook

Operação destruiu balsas de garimpo ilegais em uma comunidade próxima ao município do Amazonas. Houve protestos

Garimpeiros invadiram o município de Humaitá, a 590 km de Manaus, na última terça-feira (14), após uma operação da Polícia Federal em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) destruir dragas de garimpos que atuavam de forma ilegal na região, localizada no sul do Amazonas. De acordo com relatos de moradores, os garimpeiros ocuparam a orla da cidade e bloquearam o trecho da rodovia BR-230, conhecida como a Transamazônica, para tentar evitar a chegada de reforço policial e de impedir os militares do Corpo de Bombeiros de apagar o fogo, além de terem ameaçado invadir o prédio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o campus da Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Os garimpeiros se manifestaram a favor da legalização da atividade. A interdição durou cerca de 17 horas, e teve fim apenas na manhã de quarta-feira (15).

A operação ocorreu na região do Rio Madeira, no qual foram encontradas 50 balsas e equipamentos utilizados para a dragagem de ouro. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a Polícia Federal destrói algumas das balsas encontradas, além da movimentação dos garimpeiros em Humaitá. Dezenas de garimpeiros teriam invadido o município, colocaram fogo em pneus e ameaçaram invadir prédios públicos em retaliação a operação de combate ao garimpo ilegal na região.

Em solidariedade aos garimpeiros, a Prefeitura decidiu cancelar todas as comemorações alusivas ao 155º aniversário do município, que ocorreria nos dias 14 e 15 de maio. Em nota do cancelamento da festividade, a Prefeitura de Humaitá criticou a atuação da operação da PF, afirmando que cancelou as comemorações “em solidariedade às famílias diretamente atingidas”.

O prefeito de Humaitá, Dedei Lobo (União Brasil), foi filmado em conversa com os garimpeiros. “Estou cancelando todas as festividades, porque tenho responsabilidade com a minha população. Discordo dessa operação, porque parece carta marcada”, disse Dedei Lobo.

Não é a primeira vez que manifestações violentas ocorrem na região após a ocorrência de operação contra garimpo. Em outubro de 2017, prédios de órgãos públicos do governo estadual e federal foram incendiados por garimpeiros em retaliação a uma operação Ouro Fino, ocorrida em outubro daquele ano. Um ano depois, o então prefeito do município, Herivâneo Vieira de Oliveira (PROS), o vice, Rademacker Chaves (PSD), além de quatro vereadores da cidade, foram presos acusados de incentivar ou participar da destruição de bens da União.

Fonte: Portal ECO  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/05/2024/10:25:24

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PRF apreende em Tocantins madeira que saiu do Pará e pode ser de árvore ameaçada de extinção na Amazônia

PRF apreende em Guaraí (TO) madeira que pode ser de árvore ameaçada de extinção na Amazônia –

Uma carga de madeira, entre 30 e 40 metros cúbicos acabou sendo apreendida em Guaraí pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde desta última terça-feira, 07 de maio. O produto vegetal estava escondido em meio a uma carga de minério bruto e pode ser de uma espécie ameaçada de extinção na Amazônia.

Segundo as informações da PRF, a carreta abordada teria saído do município de Marabá (PA) e tinha como destino a cidade de Divinópolis (MG). Questionado, o motorista do veículo de carga informou que não possuía a documentação fiscal relacionada a madeira, apresentando apenas a nota fiscal do minério bruto.

Pode ser o raro “acapu”

A suspeita é de que a madeira apreendida seja da espécie “acapu”, de nome científico “Vouacapoua Americana Aublet”. Presente em poucos locais do Estado do Pará, a árvore possui crescimento lento e pode chegar a até 40 metros de altura. Os poucos exemplares que restam podem ser vistos no litoral do Estado.

O “acapu” é protegido por lei desde 2014  - (Foto:Reprodução)
O “acapu” é protegido por lei desde 2014 – (Foto:Reprodução)

Protegida desde 2014

O “acapu” é protegido por lei desde 2014, tendo sua comercialização proibida no país. Nem mesmo exemplares de manejos florestais podem ser derrubados, porém a madeira firme é muito cobiçada por grandes produtores rurais, que insistem no seu uso como meros palanques de cerca, devido à alta durabilidade.

 

Fonte: Guaraí Notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/05/2024/14:33:09

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