Justiça bloqueia R$ 292 milhões de fazendeiro por desmatamento

Foto: Divulgação/Ibama | O fazendeiro foi acusado de desmatar 5,6 mil hectares nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, no Amazonas.

A Justiça Federal bloqueou R$ 292 milhões em bens de um fazendeiro acusado de desmatar e queimar 5,6 mil hectares da Amazônia entre 2003 e 2016, determinando ainda a implantação de sumidouros de carbono para compensar as emissões de gases do efeito estufa, informou a Advocacia-Geral da União (AGU) nesta quarta-feira (18).

A decisão, proferida em uma ação civil pública por dano climático movida pela AGU em nome do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é a maior já obtida pela AGU em casos dessa natureza.

Acusaram o fazendeiro de desmatar áreas nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, no Amazonas, emitindo 901 mil toneladas de gases do efeito estufa.

A AGU argumentou que o dano é duplo, pois além das emissões, o desmatamento removeu plantas que absorvem carbono da atmosfera.

A quantia de R$ 292 milhões foi calculada com base em parâmetros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estabelece um custo de 60 euros por tonelada de carbono emitida.

Para comprovar as infrações, a AGU apresentou laudos de vistorias do Ibama, imagens de satélite e um vídeo em que o pecuarista confessa as atividades. O réu utilizou motosserras para derrubar a vegetação, realizou queimadas para limpar o terreno e posteriormente plantou capim para criar gado.

A 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Amazonas acatou os argumentos da AGU e determinou um projeto de compensação. O réu tem 90 dias para apresentar o projeto, que deve incluir sumidouros de carbono e considerar a emissão de 901.600 toneladas.

Além disso, proibiram o pecuarista de acessar financiamentos em estabelecimentos oficiais, receber benefícios fiscais, adquirir equipamentos agrícolas e realizar transações envolvendo as áreas desmatadas.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a decisão é paradigmática, reconhecendo a legitimidade da AGU na reparação autônoma do dano climático. “Com decisões como essa, poderemos concretizar a promessa constitucional de proteção das futuras gerações”, concluiu.

Fonte: Canal Rural  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/07/2024/08:52:32

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Seca na Amazônia: cidade já raciona água e teme falta de comida e remédio

Caminhão improvisado com duas caixas d’água tem sido usado abastecer bairros de Envira. – (Foto: Defesa Civil de Envira/Divulgação / Estadão)

Governo do Estado do Amazonas declarou emergência em 20 municípios por causa da falta de chuvas

Um caminhão improvisado com duas caixas d’água tem sido usado para matar a sede de ao menos 7 mil pessoas que vivem em bairros afetados pela estiagem severa no município de Envira, no Amazonas, a 1,2 mil quilômetros da capital Manaus. O período de seca na Amazônia começou no fim do mês passado e vai até o início de novembro. Até o momento, o governo do Estado já declarou emergência em 20 municípios.

Segundo a Defesa Civil de Envira, um dos quatro poços que abastecem a cidade secou, ocasionando o racionamento. O caminhão tem distribuído até 30 mil litros de água em três bairros afetados, de segunda a sexta-feira. As caixas d’água, porém, só têm capacidade para 10 mil litros. Por isso, são necessárias três idas por dia em cada bairro.

“Começamos com a distribuição de água na segunda, quarta e sexta, mas, devido à demanda, agora estamos indo em todos os dias úteis da semana. Pelo nosso cronograma, avaliamos que outro bairro deve entrar na lista”, disse o secretário da pasta ao Estadão, Ismael Dutra.

Outra preocupação do município é com o abastecimento de alimentos. Mais da metade do setor comercial do município é abastecido pelo município de Feijó (AC), com as mercadorias sendo transportadas pelo rio Envira. “Hoje, o rio está medindo 1,15 metros na foz do Jurupari e as embarcações já não estão conseguindo chegar”, comenta o gestor.

Falta de medicamentos na zona rural

Em 2023, o ápice da seca na região aconteceu em setembro, conforme o gestor. Neste ano, o cenário mais crítico já é visto agora, quando não só falta água na região urbana do município, mas também alimentos e medicamentos para a zona rural.
“Temos pedido há pelo menos dois meses que os ribeirinhos se mudem para a sede do município durante a seca, porque fica muito difícil chegar nessas localidades. Algumas comunidades já estão isoladas. A situação mais crítica é a dos alimentos, porque eles não conseguem pescar, perdem a plantação por falta de água e não conseguem ir até a sede comprar alimentos”, descreve o secretário.
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De acordo com ele, além das 7 mil pessoas afetadas na zona urbana, há outras 3 mil prejudicadas com a seca na área rural, incluindo populações tradicionais. O total (10 mil) já é mais da metade da população do município (17 mil), segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Uma das comunidades isoladas é a aldeia Macapá, no rio Acuraua, que abriga cerca de 500 indígenas do povo Kulina. “Não conseguimos ajudar todas as comunidades e precisamos da ajuda dos governos. A aldeia Macapá, por exemplo. Antes você chegava lá em uma viagem de 4 horas. Hoje essa mesma distância é percorrida em três dias em uma canoa pequena que só comporta duas pessoas”, comenta Ismael.

Crise hídrica histórica

A seca histórica do ano passado afetou mais de 600 mil pessoas só no Estado do Amazonas, onde todos os 62 municípios declararam situação de emergência. Para ele, que pede por ajuda, o cenário deste ano já se configura como uma crise humanitária.

“Tenho 33 anos e nunca vi isso acontecer. A minha mãe, com 64 anos, diz o mesmo. Ver os nossos rios tão secos é algo que mexe muito com a gente. É uma crise humanitária similar ao que o País viu no Rio Grande do Sul. Somos o último município do Amazonas, ficamos muito longe da capital e não estamos acostumados a ver esses fenômenos”, disse ao Estadão o secretário da Defesa Civil de Envira, Ismael Dutra.

Desde o fim do ano passado, instituições que monitoram a Bacia Amazônica têm alertado para o risco de uma seca tão severa como a de 2023 se repetir neste ano. No início do mês, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) estimou que o nível dos rios pode chegar próximo ou ultrapassar a mínima histórica em 14 estações da região, afetando as bacias dos rios Madeira, Mearin, Negro, Solimões, Tapajós e Tocantins/Araguai.

“Muito provavelmente, vamos ter um período de seca bastante significativo, próximo do que aconteceu em 2023, quando ocorreu a maior estiagem da história da região, considerando que os valores das cotas, neste momento, estão mais baixos do que os níveis registrados no ano passado”, disse o analista do Censipam, Flavio Altieri, durante o anúncio do prognóstico.

Até quarta-feira, 17, o rio Negro, em Manaus, media 26,17 metros. A cota está mais de um metro abaixo do nível observado em outros anos para o mês de julho. A cota também estava abaixo do que foi medido no mesmo dia do ano passado, quando o nível alcançou 27,46 metros em 17 de julho.
Estado de emergência em 20 municípios

No último dia 5 de julho, o governo do Amazonas instituiu o Comitê de Enfrentamento à Estiagem e decretou emergência em 20 municípios – todos localizados nas calhas dos rios Solimões, Juruá e Purus. Outro decreto colocou 22 municípios e a região metropolitana de Manaus em “situação de emergência ambiental”.

“Nós nos antecipamos. Lá no ano passado, a gente trouxe esse aprendizado, por exemplo, cesta básica, água e filtros, tudo isso já conta com processo licitatório”, informou o governador Wilson Lima (União Brasil) na coletiva de anúncio das medidas.

A seca do ano passado, no Amazonas, isolou comunidades ribeirinhas e ocasionou falta de água potável, alimentos e medicamentos. O município de Rio Preto da Eva, na região metropolitana de Manaus, precisou racionar água. Já a cidade de São Gabriel da Cachoeira, a 852 quilômetros da capital, fez racionamento de energia elétrica.

A Zona Franca de Manaus, principal motor econômico do Estado, registrou um gasto adicional de mais de R$ 1 bilhão em transporte, segundo o Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam). A maioria dos insumos utilizados nas fábricas é importada de países da Ásia e chega ao Polo Industrial via transporte de navios.

Fonte: TERRA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/07/2024/07:52:28

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Operação apreende 600 toras de madeira ilegal no interior do Amazonas

Operação apreende 600 toras de madeira ilegal no interior do Amazonas — Foto: Divulgação/PC-AM

Madeira foi extraída de uma reserva de Beruri e estava sendo transportada para Manaus, segundo a polícia.

Uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) resultou na apreensão de 600 toras de madeira ilegal que estavam sendo transportadas pelo Rio Purus, na Zona Rural de Beruri, interior do Amazonas. Os troncos de espécies como massaranduba e seringueira foram extraídas de uma reserva do município.

De acordo com a titular da 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri, Rosane Ferreira, a ação foi desencadeada após as equipes policiais receberem denúncias sobre um possível transporte ilegal de madeira, no sábado (13).

“Após as denúncias, subimos o Rio Purus em fiscalização e, em região desabitada, flagramos os troncos atracados na margem esquerda, acondicionados em estruturas de jangadas puxadas por uma embarcação conduzida por três homens de 38, 44 e 46 anos”, disse.

Ainda segundo a delegada, foi feita a apreensão e o reboque da madeira para as proximidades de uma comunidade e os infratores foram à delegacia para realização dos procedimentos por transporte ilegal de madeira.

“As investigações apontaram que a madeira foi extraída de uma reserva do município no início do ano e seriam transportadas pelos infratores para Manaus, tendo o trajeto iniciado no dia 7 deste mês”, explicou.

A madeira apreendida foi doada para organizações sem fins lucrativos. Já a embarcação e os instrumentos utilizados no crime foram apreendidos.

Fonte:g1 Amazonas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/07/2024/16:33:27

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Povo Paumari é reconhecido nacionalmente pelo manejo de pirarucu

Manejadores em Manaus –  (Foto:OPAN)  –  Atividade realizada há mais de uma década venceu o 12º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social; Cerimônia de premiação aconteceu em Brasília (DF).

Entre 1.112 iniciativas inscritas de todo o Brasil, o manejo sustentável de pirarucu feito pelo povo Paumari, do Amazonas, foi uma das vinte premiadas na 12ª edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social. A premiação aconteceu no dia 21 de junho, em Brasília (DF), e celebrou realizações inovadoras nas áreas de alimentação, educação, energia, renda, habitação, meio ambiente, água e saúde. Os vencedores serão contemplados com recursos financeiros para investimento em projetos de reaplicação das tecnologias sociais.

O manejo pesqueiro do povo Paumari é uma tecnologia social certificada pela Fundação Banco do Brasil desde 2015, mas este foi o primeiro ano em que concorreu ao prêmio. A iniciativa disputou na categoria “Tecnologias Sociais Certificadas em Edições Anteriores” e o processo de seleção foi realizado em duas etapas.

Na primeira, o projeto foi apresentado para uma banca de avaliadores. Na segunda, uma votação popular foi aberta entre as iniciativas finalistas de cada categoria. “Este prêmio é o reconhecimento do trabalho realizado pelo povo Paumari nos últimos 15 anos. Depois de muito esforço e desafios, desenvolveram um sistema eficiente e de referência”, conta Felipe Rossoni, indigenista da Operação Amazônia Nativa (OPAN).

Barara Abimael-(Foto: Felipe Rossoni/OPAN)
Barara Abimael-(Foto: Felipe Rossoni/OPAN)

“Pelo manejo nos unimos, cuidamos do nosso território”

A premiação contou com representantes das iniciativas finalistas de todo o Brasil, além de membros da Fundação Banco do Brasil, especialistas e artistas convidados. Representando a iniciativa do povo Paumari, Barara Abimael, manejador e um dos coordenadores do manejo do povo Paumari, esteve presente no evento. O indigenista Felipe Rossoni, representando a OPAN, também participou da cerimônia.

Antes do anúncio dos vencedores de cada categoria, Barara e Felipe apresentaram a iniciativa para os participantes do evento, que lotaram a plateia. Falando em pamoari athini (idioma do povo Paumari), Barara destacou que o manejo é muito mais do que uma atividade comercial e traz benefícios para o meio ambiente e organização social do povo.

“Pelo manejo nos unimos, cuidamos do nosso território, não deixamos mais barcos de pesca entrar e protegemos o pirarucu. Estamos unidos, com a nossa associação, com homens e mulheres trabalhando juntos e igual”, disse ele.

Única tecnologia indígena premiada

“Os povos indígenas da Amazônia convivem e fazem parte da floresta há pelo menos oito mil anos e eles têm muitas tecnologias a nos ensinar”, destacou Felipe Rossoni. Entre as 20 iniciativas premiadas, o Manejo Pesqueiro do Povo Paumari foi a única de autoria indígena a ser contemplada na premiação.

Mais uma vez Barara e Felipe subiram ao palco do evento, desta vez para receber o troféu das mãos do presidente da Fundação Banco do Brasil, Kleytton Morais. “Eu estou aqui, mas quem está aqui é todo o povo Paumari do Tapauá”, disse Barara Abimael, sob fortes aplausos da plateia. No idioma pamoari athini, saudou o trabalho incansável de todo o povo Paumari do Tapauá e expressou sua gratidão pelo reconhecimento.

O manejo sustentável de pirarucu do povo Paumari é apoiado pela OPAN desde a sua implementação, através de acompanhamento técnico e projetos direcionados para a estruturação da atividade. “A OPAN é uma instituição de 55 anos que é ferramenta de apoio para povos indígenas da Amazônia e do Brasil central. Esse é um trabalho de muitas mãos”, finalizou Felipe.

Premiação --Foto: Fernanda Alvarenga
Premiação –Foto: Fernanda Alvarenga

Experiência será compartilhada com ribeirinhos e povos do Vale do Javari

O manejo sustentável de pirarucu transformou a realidade das comunidades do povo Paumari, recuperando o estoque de pirarucu e de outras espécies, viabilizando a retomada da pesca comercial de forma manejada para geração de renda e fortalecendo a participação de jovens e mulheres. Com o êxito da iniciativa, comunidades ribeirinhas do entorno, mulheres manejadoras do Médio Juruá e povos indígenas do Vale do Javari começaram a buscar com o povo Paumari o apoio para implementação e aprimoramento de seus sistemas de manejo.

A iniciativa do povo Paumari é fortalecida por meio do projeto Raízes do Purus, realizado pela OPAN e patrocinado pela Petrobras e Governo Federal. O projeto apoia o manejo do povo Paumari desde 2013, ano da realização da primeira pesca manejada, fornecendo assessoria técnica e insumos como combustível, barco, flutuantes, lacres e equipamentos de proteção individual, além de viabilizar a realização de reuniões e a participação de representantes em fóruns de discussão relacionados à atividade.

Com o apoio financeiro recebido através do prêmio, a experiência bem sucedida do povo Paumari será expandida para a comunidade ribeirinha Nazaré, no entorno do território Paumari, e entre povos indígenas do Vale do Javari. Além disso, fortalecerá a participação feminina com intercâmbios entre mulheres indígenas dos povos Paumari, Deni e mulheres ribeirinhas do Médio Juruá. As atividades estão previstas para começar em 2025.

Fonte: Jéssica Amaral – DePropósito Comunicação de Causas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/07/2024/07:40:53

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LATAM é a mais pontual de Santarém no primeiro semestre de 2024

(Foto:Divulgação) – De janeiro a junho, 95,63% dos 183 voos da companhia com destino à localidade pousaram dentro do horário previsto, aponta Cirium LATAM encerra seis primeiros meses do ano como a aérea mais pontual do mercado doméstico brasileiro, com 86,75% de seus voos pousando dentro do horário nos mais de 50 aeroportos que opera no País São Paulo, julho de 2024 – A LATAM é a companhia aérea mais pontual do aeroporto de Santarém nos seis primeiros meses de 2024. De janeiro a junho, 95,63% dos 183 voos da companhia com destino à localidade pousaram dentro do horário previsto, segundo a Cirium, empresa especializada em análise de dados da aviação mundial. Ao todo, a LATAM transportou de/para Santarém no período um total de 40 mil passageiros.

Segundo Samuel Di Pietro, diretor do Centro de Controle de Operações da LATAM Brasil, “a aviação possui imprevistos que escapam do nosso controle e são alheios à nossa vontade, como é o caso da meteorologia. Mas temos trabalhado constantemente para oferecer a melhor experiência de viagem ao nosso passageiro e fico muito contente da LATAM ter entregado a melhor pontualidade em Santarém, além de ter sido a aérea mais pontual do mercado doméstico brasileiro nos seis primeiros meses de 2024.”Para medir o indicador de OTP (On-time Performance), a Cirium avalia os voos comerciais de todo o mundo que chegaram ao seu destino dentro do horário previsto (em até 14 minutos após o horário programado). Atualmente, a LATAM opera voos para Santarém a partir do aeroporto de Brasília.

Sobre o Grupo LATAM
A LATAM Airlines S.A. e suas subsidiárias são o principal grupo aéreo da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais dentro da América Latina e para Europa, Oceania, Estados Unidos e o Caribe.
O grupo LATAM possui uma frota de aeronaves Boeing 767, 777 e 787 e Airbus A321, A320, A320neo e A319.
LATAM Cargo Chile, LATAM Cargo Colômbia e LATAM Cargo Brasil são as subsidiárias de carga do grupo LATAM, possuindo uma frota combinada de 19 aeronaves de carga. Essas subsidiárias de carga contam com acesso as  eronaves de passageiros do grupo e operam na rede do grupo LATAM, bem como em rotas internacionais exclusivas para transporte de cargas. Além disso, oferecem uma infraestrutura moderna e uma ampla variedade de serviços e opções de atendimento para atender às necessidades de seus clientes.
Mais informações financeiras aqui.

Fonte: Ascom LATAM  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/07/2024/07:40:53

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Amazonas decreta estado de emergência em 20 municípios por conta da seca dos rios

Rio Solimões em Tabatinha na primeira semana de julho de 2024 — Foto: Roney Elias/Rede Amazônica

Governo também decretou emergência ambiental por causa das queimadas no sul do estado e região metropolitana. Os decretos devem ser publicados no Diário Oficial, nesta sexta-feira (5).

O Amazonas decretou estado de emergência em 20 municípios, situados nas calhas do Juruá, Purus e alto Solimões, por conta da seca que atinge os rios no estado. O decreto têm duração de 180 dias, a partir da publicação no Diário Oficial, que deve ser feita ainda nesta sexta-feira (5).

Além disso, o governo também decretou emergência ambiental no estado devido as queimadas registradas no sul do Amazonas, Manaus e região metropolitana.

As informações foram divulgadas, no fim da manhã desta sexta-feira (5), na sede do governo durante entrevista coletiva.

“O Decreto de Emergência é importante para que se possa dar amparo legal aos municípios e que eles possam se mobilizar e que a gente possa também estabelecer essa relação e essa comunicação com o Governo Federal. É importante para que a gente tenha um guarda-chuva de legalidade para tomar as decisões e as ações que vamos tomar, para que essa ajuda possa chegar o mais breve possível”, explicou o governador.

Em entrevista, Wilson Lima também informou que será criado dois comitês durante esse período da estiagem.

comitê de enfrentamento com todos os órgãos do estado;

comitê técnico científico sobre mudanças climáticas.

Decretos

De acordo com a Defesa Civil, os níveis dos rios em todas as calhas do Amazonas estão abaixo do esperado para o período, se comparado a anos anteriores.

A cota do Rio Negro, nesta sexta-feira, por exemplo, chegou à marca de 26,70 metros. Em anos anteriores, as cotas nesse mesmo dia eram de 27,89 metros (2023); 29,59 metros (2022) e 29,87 metros (2021).

Já em Tabatinga, um dos municípios englobados no decreto, a cota chegou a marca de 6,32cm, na manhã desta sexta (5). Os dados são da Agência Nacional de Águas, que conta com uma estação de monitoramento no porto da cidade.

O decreto de situação de emergência por estiagem alcança:

Calhas do Juruá

Guajará;

Ipixuna

Envira;

Itamarati;

Eirunepé;

Carauari;

Juruá;

Purus

Pauini;

Lábrea;

Tapauá;

Beruri;

Canutama;

Boca do Acre

Alto Solimões

Atalaia do Norte;

Benjamin Constant;

Tabatinga;

São Paulo de Olivença;

Amaturá;

Santo Antônio do Içá;

Tonantins.

Já o decreto emergencial ambiental entra em vigor em municípios do sul do estado, Manaus e região metropolitana. Durante o período de 180 dias vai ficar proibido a prática de fogo, com o sem uso de técnicas de queima controlada.

“O Decreto de Emergência Ambiental define as atribuições das entidades do governo, seja Bombeiros, Ipaam, Idam, Sema, no combate, em especial, a esses focos de calor. Também traz uma inovação porque determina os critérios de qualidade do ar, uma vez que ano passado a gente enfrentou um problema grave com as fumaças que se localizaram aqui em cima da cidade de Manaus, e também proíbe o uso do fogo enquanto persistir a estiagem”, afirmou o titular da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Eduardo Taveira.

Ao todo, o decreto abrange 22 cidades:

Apuí;

Novo Aripuanã;

Manicoré;

Humaitá;

Canutama;

Lábrea;

Boca do Acre;

Manaus;

Iranduba;

Novo Airão;

Careiro da Várzea;

Rio Preto da Eva;

Itacoatiara;

Presidente Figueiredo;

Manacapuru;

Careiro;

Autazes;

Silves;

Itapiranga;

Manaquiri.

Maués

Tapauá

Comitês

O Comitê de Enfrentamento da Estiagem, instituído também nesta sexta-feira, é composto de 33 secretarias e órgãos estaduais, entre eles, Defesa Civil, Casa Civil, Segov, Casa Militar, Cosama, as Secretarias de Segurança Pública, Educação, Saúde, Meio Ambiente, Assistência Social, Unidade Gestora de Projetos Especiais, entre outros órgãos.

O colegiado será responsável por deliberar, a partir de agora, sobre as atividades dos órgãos que o compõem as ações de prevenção, preparação, mitigação e resposta à estiagem.

Já o comitê Técnico-Científico será composto de dez especialistas em temas específicos relacionados às Mudanças Climáticas Extremas: Recursos Hídricos e Energéticos; Saúde Pública; Educação Ambiental; Ações Degradantes; Impacto Econômico; Prevenção, Mitigação e Adaptação; Segurança Social e Alimentar; Transporte; Florestas e Clima; Impactos de Pesquisas Aplicadas e Tecnológicas.

Entre as atribuições da iniciativa estarão atividades manter banco de dados atualizado, apresentar pareceres opinativos sobre estratégias de prevenção, mitigação e adaptação às problemáticas estudadas e suas consequências e propor campanhas de sensibilização, entre outras competências.

Plano de contingência

Ainda conforme o governo, ações voltadas para Abastecimento de água potável, insumos e medicamentos para a saúde, produção rural, logística para a manutenção do funcionamento da rede estadual de educação e ajuda humanitária são os principais focos do cronograma de atividades do plano de contingência do governo.

Municípios da calha do Juruá já estão recebendo medicamentos e insumos para a saúde, como Guajará, Envira e Ipixuna, segundo a secretária de saúde, Nayara Oliveira. Nas localidades, com a vazante dos rios, o transporte fluvial já está sendo prejudicado.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/07/2024/08:56:00

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Em congresso mundial, jovens ribeirinhos reivindicam mais espaço na luta pela Amazônia

(Foto: Reprodução)- Darlisson Ramos integra o projeto “Repórteres da Floresta”, iniciativa da FAS que busca empoderar a juventude amazônida através da educomunicação

Mais liberdade e voz para lutar em prol do desenvolvimento sustentável da Amazônia foi o principal pedido de Darlisson Ramos, representante de comunidades amazônicas, durante a cerimônia de abertura do Congresso Mundial do ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) 2024, com o tema “Transformando compromissos em ação”, realizado de 18 a 21 de junho, em São Paulo (SP).

Sob o comando da prefeitura da capital paulista, o encontro reuniu mais de 1,7 mil participantes e representantes políticos de 96 países para discutir avanços do desenvolvimento urbano sustentável e a adaptação aos desafios locais e regionais.

A cerimônia de abertura, realizada na noite de terça-feira (19/06), contou com a participação de autoridades como Jader Barbalho Filho, ministro das Cidades; Gino Van Begin, secretário geral do ICLEI; e Katrin Stjernfeldt Jammeh, prefeita de Malmö, cidade da Suécia, e presidente do ICLEI.

Em sua fala, Darlisson Ramos reivindicou mais espaço de luta em defesa da região amazônica. “Nós, jovens, incluindo eu, queremos ter mais voz e liberdade para lutar. Peço aos representantes [do evento] que nos deem mais oportunidades, que olhem para a Amazônia não com um olhar de pena, mas sim de solidariedade para nos ajudar na luta contra as queimadas e outras causas climáticas, que afetam a nossa comunidade, e a nossa Amazônia”, declarou.

Natural da comunidade ribeirinha Tumbira, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Rio Negro (aproximadamente 1h30min de barco partindo de Manaus), onde as principais atividades econômicas giram em torno do artesanato e o Turismo de Base Comunitária (TBC), ele também integra o projeto “Repórteres da Floresta”, iniciativa da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), apoiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Ecônomico e Social (BNDES) e Movimento Bem Maior, que visa empoderar a juventude amazônida por meio da educomunicação.

Também esteve no evento o jovem Joel Hipy, da comunidade Boa Esperança, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Amapá, no município de Manicoré (AM).

Joel, que atua como apoio educacional no Dell Solar Community Hub, fomentado pela Dell Technologies, teve a oportunidade de participar de uma roda de conversa com outros jovens de diferentes cidades para falar de suas vivências na RDS Rio Amapá.

Durante a roda de conversa, o comunitário compartilhou sobre os desafios e as conquistas da comunidade Boa Esperança, destacando a importância da educação e da tecnologia na transformação social e ambiental dos jovens daquela região.

Manifesto das Juventudes

A cerimônia de abertura também foi marcada pela leitura do “Manifesto das Juventudes”, elaborado por especialistas no assunto com a colaboração especial da supervisora de educação ambiental da FAS, Iarima Lopes.

No dia 21, a educadora participou da sessão “O poder da juventude: construindo comunidades justas e iguais”, apresentando os projetos da FAS que promovem o empoderamento e a voz dos jovens da região.

Segundo ela, o texto reúne medidas imprescindíveis para que as autoridades criem projetos alinhados ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. As medidas destacadas no documento são “Disponibilidade de dados para aprimorar a ação climática”; “Justiça Climática, Direitos Humanos e Perspectiva de gênero e raça”; “Perspectiva de gênero”; “Conhecimentos tradicionais”; “Territorialidades e Juventudes”; além de “Natureza e saúde”. O texto pode ser acessado na íntegra por meio do link https://americadosul.iclei.org/documentos/manifesto-das-juventudes/.

De acordo com Iarima, a presença dos dois comunitários permitiu um intercâmbio cultural enriquecedor. “Suas vivências e experiências contadas para o público presente poderão ser compartilhadas e servir como representação de suas comunidades”, afirma.

Sobre a FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia. Sua missão é contribuir para a conservação do bioma, para a melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia e valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade. Com 16 anos de atuação, a instituição tem números de destaque, como o aumento de 202% na renda média de milhares famílias beneficiadas e a queda de 39% no desmatamento em áreas atendidas.




Caprichoso é campeão de Parintins pela terceira vez consecutiva

(Fotos:Fernando Frazão/Agência Brasil) – Pelo terceiro ano seguido, o boi Caprichoso é o campeão do Festival de Parintins. Na apuração realizada no Bumbódromo, o Caprichoso saiu na frente com as notas da primeira noite de apresentações, chegou a empatar com o boi Garantido nas notas da segunda noite, mas se tornou vencedor com 1.259,3 pontos após a apuração das notas da terceira noite de apresentação.

Com o resultado, o Garantido mantém um jejum que dura desde 2019. Em 2020 e 2021 não houve festival em razão da pandemia de covid-19. O boi terminou a apuração com 1259,2 pontos, um décimo abaixo do campeão.

Considerado patrimônio cultural do país pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o evento está ligado à tradição cultural do Boi-Bumbá. A manifestação popular gira em torno de uma lenda sobre a ressurreição do boi. No Caprichoso, a cor principal é o azul, mas a torcida também se veste com tons claros de azul, verde escuro, verde mar, violeta, roxo e lilás. No Curral Zeca Xibelão, casa do boi, não são permitidas as cores do concorrente.

O vermelho é a cor principal do Garantido, mas nas cores complementares também utiliza tons avermelhados claros, laranja, rosa claro e escuro, rosé e terracota. No Curral Lindolfo Monteverde, não são permitidas as cores do rival. As baterias também têm designações diferenciadas. No Garantido, é a batucada, e no Caprichoso, a marujada.

Temas

O boi Caprichoso foi para a Arena com o tema Cultura – O Triunfo do Povo. “No princípio, as deusas e deuses criaram Parintins, território sagrado de encantarias e mistérios. Suas gentes, expressão divina da criação, passaram a ser dotadas de saberes e fazeres específicos, um talento cuja vocação se faz presente em cada gesto e em cada canto, em cada palavra e sorriso, um brado de luta e emancipação”, diz o site do Caprichoso.

“O tema é muito baseado na narrativa do triunfo da vitória da cultura popular”, destacou o presidente do Caprichoso, Rossy Amoedo.

Em 2024, o tema do Garantido foi “Segredos do Coração”, falando de origem e ancestralidade. Segundo o presidente Fred Góes, o boi vermelho quer mostrar o que a Amazônia é e como surgiu, contada a partir do mito do povo indígena Sateré-Mawé.

“Esse mito nos remete à Amazônia intacta, sendo ainda a floresta, os animais e os habitantes chegando. É essa Amazônia que queremos mostrar que está sendo degradada. Por que a gente quer mostrar essa origem? Ela está no mito Sateré-Mawé e também está na história geológica da Amazônia. É um mito simples, mas os Sateré-Mawé dizem que aqueles que estão nos nossos olhos, temos que ter cuidado. É um segredo que deixamos de olhar com mais carinho. É esse carinho que estamos pedindo para que a gente tenha um olhar com essa Amazônia”, contou.

Pouco antes da apuração, o secretário de de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, Marcos Apolo Muniz, disse que o festival é uma celebração da identidade do povo amazônida. “Aqui não é só a festa pela festa, estamos falando de representatividade da cultura do amazonense, do amazônida, da Amazônia, de geração de emprego e renda, de oportunidades, de economia aquecida, de promoção do estado. É um festival que, como se diz popularmente, rende o ano todo”, disse.

Fonte: Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/07/2024/06:31:37

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Polícia Civil prende homem acusado de estuprar, matar e abandonar corpo de jovem na lama na cidade de Nova Ipixuna em Novo Progresso-Pará

As Polícias Civis de Novo Progresso e Castelo de Sonhos, prenderam hoje, 27 de junho de 2024, o homem acusado de abusar e matar a jovem Maria Clara dos Santos Sousa, de 19 anos, foi assassinada, em uma estrada deserta, próximo à ponte da entrada da pequena cidade de Nova Ipixuna, localizada a 35 km de Marabá, na região sudeste do estado do Pará, com sinais de violência sexual. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável e homicídio qualificado.

O trabalho conjunto das Polícias Civis de Castelo de Sonhos e Novo Progresso resultou na prisão do elemento conhecido como Victor Emanuel, na vicinal Goiano, distante aproximadamente 50 quilômetros da cidade de Novo Progresso.

A prisão aconteceu com êxito na tarde desta quinta (27), o acusado estava trabalhando em uma propriedade rural, não resistiu a prisão e está preso na cadeia da delegacia de polícia de Novo Progresso onde passará por audiência de custódia e posteriormente transferido para cidade de Ipixuna onde vai responder pelo crime. A perversidade do crime abalou a população de Nova Ipixuna.

Entenda o caso clique no link:Homem estupra, mata, e abandona corpo de jovem na lama em Nova Ipixuna-Pará

Acusado foi preso na área rural no município de Novo Progresso,  distante 1400 km do local do crime (Foto:Reprodução)
Acusado foi preso na área rural no município de Novo Progresso, distante 1400 km do local do crime (Foto:Reprodução)

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/06/2024/16:27:27

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Operação Sucuri II: Polícia prende tripulantes com 22kg de skank em rebocador no Rio Amazonas

Os suspeitos foram identificados como Gilvanildo do Socorro de Castro Maciel e Moisés Teixeira Figueiredo — Foto: Divulgação

A embarcação, que partiu de Manaus, capital do Amazonas, com destino a Belém, foi abordada nas proximidades da entrada de Juruti Velho no Rio Amazonas.

Dois tripulantes de uma embarcação, tipo rebocador, foram presos na tarde de domingo (23), suspeitos de tráfico de drogas. O caso aconteceu em Juruti, oeste do Pará. Segundo relatos da Polícia, foram apreendidos 20 tabletes, possivelmente de Skank, pesando 22,100 kg.

Os suspeitos foram identificados como Gilvanildo do Socorro de Castro Maciel e Moisés Teixeira Figueiredo. De acordo com a Polícia, os dois confessaram que esta era a sexta viagem transportando drogas para Belém.

A embarcação, que partiu de Manaus, capital do Amazonas, e tinha como destino Belém, foi abordada nas proximidades da entrada de Juruti Velho no Rio Amazonas.

Durante as buscas no interior do rebocador, foram encontradas três mochilas nos camarotes dos tripulantes, contendo material entorpecente.

Os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos, com o apoio das demais guarnições, à cidade de Juruti, onde foram apresentados junto com o material apreendido para os procedimentos cabíveis.

Fonte: g1 Santarém  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2024/08:49:09

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