Isabelle Nogueira lamenta queimadas na Amazônia: ‘É devastador’

Isabelle dá voz ao Amazonas. (Foto: Instagram Reprodução)

Amazonas já registra quase 3 mil focos de queimadas nos primeiros dez dias de agosto, e a tendência é de agravamento nas próximas semanas.

A capital do Amazonas, Manaus, volta a ser encoberta por uma densa camada de fumaça, resultado das queimadas que assolam a região. Nos primeiros dez dias de agosto, o estado registrou quase 3 mil focos de incêndio, um número alarmante que traz à tona a urgência de ações efetivas para combater essa devastação ambiental. Isabelle Nogueira se preocupa com a tragédia ambiental em sua terra natal.

“É devastador ver nossa floresta, nosso pulmão do mundo, ser consumida pelo fogo dessa forma. A situação em Manaus é crítica, e o pior é que as previsões indicam que isso deve piorar nas próximas semanas. Precisamos agir agora para reverter esse cenário”, cobra Isabelle Nogueira, influenciadora digital.

A fumaça, além de ser um claro indicativo da destruição da floresta, traz graves impactos à saúde da população. A qualidade do ar em Manaus vem se deteriorando rapidamente, resultando em um aumento significativo de problemas respiratórios, principalmente entre crianças e idosos.

Isabelle Nogueira enfatiza a importância de um esforço coletivo, não apenas local, mas global, para frear as queimadas e preservar o que resta da Amazônia. “As queimadas não são apenas uma questão ambiental, mas também uma questão social e de saúde pública. Precisamos conscientizar as pessoas de que a preservação da floresta é vital para todos nós, não apenas para quem vive aqui. A Amazônia é nossa, mas seu impacto se estende por todo o planeta”, reforça Isabelle.

A finalista do BBB 24 pede atenção da sociedade à temática ambiental, que impacta diretamente na vida de todos.

“Não podemos deixar que a ganância destrua o que é mais precioso para nós e para o mundo. É hora de agirmos, de nos unirmos, e de fazer a diferença”, conclui Isabelle. “Não podemos deixar que a ganância destrua o que é mais precioso para nós e para o mundo. É hora de agirmos, de nos unirmos, e de fazer a diferença”, reforça Isabelle.

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2024/08:19:59

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Satélite da NASA registra fumaça ‘inusitada e intensa’ de queimadas na Amazônia

As fumaças de queimadas na Amazônia (Foto: NASA/Divulgação)

Imagens mostram as dispersões entre Roraima, Amazonas e Pará a partir de áreas desmatadas no bioma, que teve seu pior julho dos últimos 20 anos em número de incêndios.

Imagens de satélite da NASA captaram uma dispersão de fumaça “inusitada e intensa”, como afirmou a agência americana, entre Roraima, Amazonas e Pará. A foto é um resultado da alta recente de queimadas na Amazônia e foi publicada nesta segunda, 12, nas redes sociais da agência. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma sofreu seu pior mês de julho das últimas duas décadas, com mais de 11 mil focos de calor registrados.

As fumaças foram captadas pelo satélite Aqua da Nasa, no último dia 4 de agosto. Lançado em 2002, o Aqua analisa o ciclo da água no planeta, como as precipitações e evaporações.

A fumaça, muito densa, estava na região da cidade do Apuí (AM) e ao longo da rodovia BR-163, no sul do Pará. Segundo análise da NASA, “plumas triangulares” de fumaça saíram de áreas de desmatamento, muitas vezes próximas a estradas vicinais, criando um “padrão de espinha de peixe” de terras desmatadas quando vistas de cima. Esse padrão surge quando uma estrada principal é aberta em uma área de floresta e, a partir dela, são criadas estradas secundárias, criando uma série de áreas desmatadas que se assemelham a uma espinha de peixe.

A NASA ainda destacou que esse desmatamento costuma acontecer para dar lugar à pecuária e à produção agrícola. No período de seca, desmatadores aproveitam para remover árvores e galhos secos para assim deixar a terra limpa durante os meses mais chuvosos.

— A principal causa de incêndios em julho esteve ligada ao desmatamento ao longo desta fronteira agrícola — disse Doug Morton, cientista da NASA.

Manaus sob fumaça

Nesta segunda-feira, 12, vídeos e imagens de Manaus (AM) mostram a intensa fumaça no ar, que já dura ao menos três dias. em praticamente toda a capital a qualidade do ar é considerada “ruim” e “muito ruim”, de acordo com o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva).

Ao todo, são 22 dos 62 municípios do estado nessa situação. Segundo o governo do Amazonas, durante o período de 180 dias está proibida a prática de fogo, com o sem uso de técnicas de queima controlada. Nas redes sociais, moradores relatam até a dificuldade de conseguirem respirar e enxergar o que está a poucos metros de distância nas ruas, devido à quantidade de fumaça.

A qualidade do ar precisa medir entre 0 e 25 μm/m³ (micrómetro por metro cúbico de AR) para ser considerada boa. Em Manaus, a área mais afetada é o bairro Morro da Liberdade, que registrou os níveis de poluição em 81.4 µg/m³. Apenas o bairro Cachoeirinha está em estágio “moderado”, com 36.7 µg/m³.

De acordo com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), a nuvem de fumaça é causada, especialmente, pelas queimadas que acontecem no Sul do Amazonas. A Defesa Civil emitiu alertas aos moradores sobre focos de incêndio florestal, que junto a chegada de uma frente fria chegou ao sul do estado tem levado a fumaça das queimadas para a região metropolitana.

O problema se estende a outros municípios do Amazonas, em especial Apui, Lábrea e Novo Aripuanã, todos localizados no sul do estado, na região conhecida como ‘arco do fogo’.

O efeito das fortes queimadas na região é motivo de preocupação e colocou a capital do Amazonas entre as cidades com pior qualidade de ar no mundo, de acordo com monitoramento da plataforma World Air Quality Index.

O governo do estado informou que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) têm trabalhado no combate às queimadas na região, por meio da ação do Corpo de Bombeiro.

Recorde de queimadas

Entre os dias 1 e 31 de julho, foram registrados 11.145 focos de queimadas na Amazônia, o maior número para o mês desde 2005, de acordo com dados do Sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O registro é 93% maior que os 5.772 focos registrados em julho do ano passado e 111% maior que a média para o mês nos últimos 10 anos (5.272).

De acordo com os dados, a situação se agravou na Amazônia nos últimos dias: dos mais de 11 mil focos de queimadas registrados em julho, metade ocorreu nos últimos oito dias do mês.

Fonte: Portal Exame e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2024/07:28:36

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Projetos na Amazônia encabeçam restauração ecológica produtiva para aumentar escala da recuperação de áreas degradadas no bioma

Foto: Da esquerda para direita: Márcio Lira (Eneva); Cíntia Cornelius (UFAM); Leonardo Kurihara (Ipê); André Menezes (Idesam); Rodolfo Marçal (Funbio) e Márcio Macedo (BNDES)

Representantes de toda cadeia da restauração apresentam soluções para fortalecer o setor com participação dos atores necessários para a manutenção dos ecossistemas.

Nos dias 6 e 7 de agosto, o Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus/AM, recebeu o Seminário Floresta Viva Amazonas para fomentar a restauração ecológica no estado. Dois projetos apoiados pelo Floresta Viva na região pretendem demonstrar as possibilidades de fazer com que a Amazônia siga desempenhando suas funções ecossistêmicas enquanto tem sua área degradada recuperada, gerando renda para as comunidades locais.

Realizadas pelo Idesam e IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, essas duas iniciativas têm como meta restaurar 400 hectares na região de Manaus e Presidente Figueiredo por um período de quatro anos.

No projeto “Restauração Ecológica Produtiva: Promovendo uma Paisagem Sustentável na Amazônia”, parceria entre Idesam, projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF/INPA) e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que é realizado em quatro unidades de conservação no entorno de Manaus, o compromisso é restaurar 200 hectares: 80 hectares com sistemas agroflorestais e 120 hectares com enriquecimento de capoeiras.

A iniciativa realizará capacitações para as populações tradicionais em práticas de restauração ecológica e no manejo dos sistemas agroflorestais. Para isso, pretende unir as forças dos integrantes da cadeia da restauração para que seja possível montar um modelo produtivo sustentável na região, desenvolver e fomentar os negócios ligados à restauração.

“Queremos capacitar essas pessoas para atuarem nesse mercado, como na coleta de sementes, produção de mudas, e outros serviços da cadeia da restauração. Estamos falando de um mercado crescente nos últimos anos por conta da década da restauração, que vai até 2030. Uma vez capacitadas, essas pessoas podem prestar serviço para as empresas e iniciativas de restauração que ocorrem na região”, acredita Vinicius Bertin, engenheiro florestal e coordenador do Projeto Floresta Viva Amazonas pelo Idesam.

No mesmo âmbito, o projeto “Reflora – Recuperação Ecológica e Implantação de Sistemas Agroflorestais Multifuncionais”, do IPÊ, pretende contribuir, desde já, para a garantia da conservação da Amazônia e recuperação das áreas que foram degradadas já em um grau elevado. Concentrado dentro dos limites da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga Conquista, em Manaus, o projeto pretende trabalhar de maneira integrada ao território, ou seja, provendo os recursos naturais que as comunidades locais necessitam.

“Para nós, é fundamental reunir pesquisadores, as instituições, o Estado e em especial as comunidades desses territórios, para que a gente consiga pensar uma estratégia coletiva, de fato. Que seja um processo em que todos os atores envolvidos no território consigam participar de uma restauração florestal completa em todas as esferas: ambiental, social e econômica.”, afirma Gustavo Brichi, técnico-extensionista que integra a equipe do Floresta Viva Amazonas pelo IPÊ.

Atualmente, a Aliança pela Restauração na Amazônia, tem compartilhado experiências sobre a restauração ecológica produtiva e outras técnicas de restauração que podem ser empregadas na Amazônia. A Aliança é um coletivo biotemático com mais de 130 atores ligados à restauração e que estão distribuídos em vários estados da Amazônia Legal, cujo objetivo é discutir critérios, orientações e posicionamentos acerca dessa temática para a região.

A Aliança desenvolveu um planejamento estratégico, olhando para 2025, que tem várias linhas de atuação e de atividades esperadas, mas a principal delas está muito ligada à geração de conhecimento, capacidades locais e à inserção nas políticas públicas e como se apresentam as soluções inovadoras para a restauração na Amazônia.

Em termos de metas gerais, a Aliança não é uma restauradora de áreas, mas um coletivo que congrega vários restauradores de áreas em várias regiões da Amazônia. E o objetivo disso é justamente fomentar as políticas públicas de maneira geral, gerar o conhecimento e aumentar as capacidades para alcançar ganho de escala de restauração em todo o bioma.

Para Marcelo Ferronato, da Aliança pela Restauração da Amazônia, um dos principais desafios para a restauração ecológica naquela região é a necessidade de ganhar escala para outras regiões. Para ele, hoje, algumas regiões conseguiram avançar mais, porém em termos de escala nas regiões que estão começando o desafio é sempre o mesmo: engajar as pessoas para restaurar mais áreas.

“Somos um coletivo muito importante que tem ganhado muita força e representatividade aqui na região. Esperamos desempenhar cada vez mais o papel de engajar pessoas e atores em outras localidades da Amazônia, que ainda não têm essa história da restauração ecológica tão fomentada assim. Os desafios da restauração ecológica são similares independente da região. Seja por conta do engajamento das pessoas, aspectos científicos, de conhecimento tradicional associado a isso tudo, das técnicas de restauração que podem ser utilizadas, bem como em aumentar nosso conhecimento acerca disso”, afirma ele.

A iniciativa Floresta Viva Amazonas recebe apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Eneva, empresa que atua na exploração e produção de gás natural e no fornecimento de soluções energéticas. A gestão administrativa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

A iniciativa tem como objetivo alavancar investimentos para a restauração em diferentes biomas no Brasil. Em 2023 foi lançado um edital com foco em projetos de restauração no entorno de Manaus (AM). As propostas poderiam ser submetidas para 10 diferentes Unidades de Conservação e os projetos selecionados elencaram cinco dessas unidades de conservação. São elas: Poranga-conquista, APA tarumã-mirim, APA Sauim-de-Manaus, RDS do Tupé e RDS do Uatumã.

“É importante essa união regional em busca de sinergias e nivelação de expectativas entre os diferentes parceiros. A expectativa é que ao longo de quatro anos, 400 hectares de floresta amazônica sejam recuperados em diferentes estratégias de enriquecimento, de sistemas agroflorestais, sempre pensando na mobilização da comunidade e no planejamento estratégico que envolva as pessoas que habitam essas unidades de conservação e seu entorno”, comenta Rodolfo Cabral Marçal, gerente de projetos do FUNBIO.

A experiência da organização com editais em todas as regiões indica que a diferença entre eles é o fornecimento de insumos necessários para as ações de restauração, sendo que os projetos apoiados são focados no fortalecimento da cadeia, que também é uma estratégia da iniciativa Floresta Viva. “Não queremos só mobilizar recursos para as ações de restauração em si, mas também para a cadeia da restauração, capacitando pessoas, novos atores e fomentando a distribuição de insumos necessários para as ações de restauração”, finaliza Rodolfo.

Sobre o Idesam

O Idesam é uma ONG amazonense com atuação na Amazônia Legal desde 2004 e trabalha pela conservação e desenvolvimento sustentável da Amazônia e suas populações. Possui a qualificação de Organização Social de Interesse Público (Oscip) e possui o reconhecimento como uma das 100 melhores ONGs do Brasil em 2022 e como a melhor organização ambiental da Região Norte pelo prêmio Melhores ONGs 2020. Recebeu o Prêmio Empreendedor Social 2022, promovido pela Folha de S. Paulo e Fundação Schwab, na categoria ‘Inovação e Meio Ambiente’; e é credenciado como ator da Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas (2021-2030). Coordena as iniciativas Amaz Aceleradora de Impacto, Inatú Amazônia, Café Apuí Agroflorestal, Programa Carbono Neutro, Programa Prioritário de Bioeconomia e Observatório BR-319.Para saber mais, acesse:  www.idesam.org

Sobre o IPÊ

O IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas é uma organização brasileira sem fins lucrativos que trabalha pela conservação da biodiversidade do país, por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis. Fundado em 1992, desenvolve projetos na Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado e tem sede em Nazaré Paulista (São Paulo). Para o IPÊ, a conservação da biodiversidade é central para a transformação socioeconômica e o enfrentamento dos desafios climáticos.

Fonte: Idesam e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2024/14:13:25

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Vaca da Fazenda São Pedro de Manaus bate recorde de produção de leite no Amazonas

(Foto: Divulgação) – Com a produção de 73 litros de leite diário, a vaca “Dalila Montross” é fruto de anos de dedicação na seleção genética e no manejo criterioso adotado pela fazenda.

Na VIII Feira de Agronegócio da Nilton Lins 2024, a Fazenda São Pedro bateu o recorde de produção de leite com uma de suas vacas Girolanda, chamada Dalila Montross, que produziu 73 litros de leite em um dia. O recorde anterior era de 62 litros, produzidos por uma outra vaca da mesma fazenda.

O empresário Francisco Helder Peixoto, conhecido como Chicão, proprietário da Fazenda São Pedro expressou sua satisfação com o resultado:

“Essa vitória se deve ao trabalho de equipe de todos os nossos colaboradores e funcionários, desde os tratadores do animal, até o veterinário Júnior, um dos mais respeitados profissionais na área. Sinto-me orgulhoso por ver, neste recorde, a força do melhoramento genético do Amazonas, que está no mais elevado nível do país, como demonstrou a nossa vaca Girolando com sua produção leiteira excepcional.”

Este resultado não apenas coroa os esforços da equipe da Fazenda São Pedro, mas também eleva o nível de excelência da pecuária leiteira amazonense. A feira, que já é um marco no calendário do agronegócio do Estado, tornou-se palco de uma conquista histórica, reforçando a importância e o potencial do setor agropecuário local.

O veterinário responsável pelo plantel da Fazenda São Pedro, Virgílio Cortez Júnior, ressaltou a relevância da fazenda no cenário nacional: “A Fazenda São Pedro é uma referência de fornecimento de embriões de alto valor genético e está na vanguarda da raça Girolando no Brasil. Isso é fruto do trabalho em equipe e da visão de Francisco Helder Peixoto, que investe no que há de melhor no setor.”

A vitória da vaca “Dalila Montross” do plantel da Fazenda São Pedro é fruto de anos de dedicação na seleção genética e no manejo criterioso adotado pela fazenda.

A produção recorde de leite serve como inspiração para outros pecuaristas da região, e destaca a relevância da inovação e da gestão eficiente, na busca por melhores resultados.

A VIII Feira de Agronegócio da Nilton Lins segue como uma vitrine das capacidades e dos avanços da agropecuária no Amazonas, reafirmando o compromisso dos produtores com a qualidade e a sustentabilidade.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Fonte: A Critica e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2024/10:12:25

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Governo fecha acordo salarial com servidores federais ambientais em greve

Documento deve encerrar greve; servidores se dizem decepcionados – (Foto:Reprodução)

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (12) a assinatura de um acordo de reajustes salariais e mudanças nas carreiras de servidores do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O acordo foi feito no âmbito das mesas de negociação específica conduzidas pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e abrange os cargos da Carreira de Especialista em Meio Ambiente, Plano Especial de Cargos do MMA e do Ibama (PECMA) e dos Quadros de Pessoal do MMA, Ibama e ICMBio. Este foi o 30º acordo assinado entre o governo federal e categorias de servidores públicos de diferentes áreas desde o ano passado.

Pela reestruturação acordada, segundo o informe do MGI, os cargos de nível superior da carreira de especialista em meio ambiente terão ampliação da tabela remuneratória, passando de 13 para 20 padrões, com dois padrões no final da tabela e cinco na classe inicial.

Haverá ainda o reposicionamento do servidor dois padrões acima do atualmente ocupado, a partir de janeiro de 2025, além da valorização do vencimento básico na remuneração e incremento da Gratificação de Qualificação (GQ), informou a pasta.

Já os cargos de nível intermediário da carreira de Especialista em Meio Ambiente terão ampliação da tabela remuneratória, passando de 15 para 20 padrões, com dois padrões no final da tabela e três na classe inicial, também com reposicionamento do servidor dois padrões acima do atualmente ocupado, a partir de janeiro de 2025, além da valorização do vencimento básico e incremento na Gratificação de Qualificação (GQ).

O acordo assinado hoje prevê, ainda, a criação de um grupo de trabalho, com participação do MGI e do MMA, para avaliar o enquadramento das carreiras nos requisitos legais para o recebimento da indenização dos servidores que atuam em áreas de fronteira, além da possibilidade de criação de um adicional salarial por atuação em áreas de risco.

Divergência

Em nota, a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema) confirmou o acordo, que deve por fim à greve iniciada no mês passado, mas que já estava parcialmente suspensa após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para a entidade, no entanto, o acordo não representa a vontade dos servidores, que ressaltaram “decepção” com o governo.

“Sobre a intransigência demonstrada ao longo das negociações, os servidores chegaram a expressar, em documento enviado ao MGI, insatisfação com o tratamento recebido, criticando o processo como um todo e a falta de diálogo do governo. A mesa ambiental foi uma das primeiras instaladas em 2023, ou seja, foram 11 meses, já que foi o 34º acordo firmado”, informou a associação.

   “O acordo foi feito a contragosto dos servidores, não se trata de reestruturação da carreira e do PECMA, mas sim de reajuste, em que os servidores se viram na obrigação de aceitar a proposta para não ter prejuízo ainda maior. A greve deve acabar, mas a mobilização continuará, temos COP30 em 2025 e muita luta pela frente, com um calendário de ações a ser elaborado nos próximos dias.”

Sobre a compensação e reposição salarial dos dias parados durante a greve, o MGI informou que homologará o que for acordado entre os servidores, o MMA e suas autarquias e empresas vinculadas, como Ibama, ICMBio e Serviço Florestal.

Até o fim da semana, um novo acordo sobre esses pontos deverá ser efetivado, com a devolução dos salários cortados durante o período de paralisação.

A Ascema Nacional informou ainda que convocará, em caráter de urgência, o conselho de entidades para deliberar sobre a saída nacional da greve e definir os próximos passos do movimento dos servidores.

Fonte: Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2024/06:35:10

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Mapa interativo apresenta dados sobre rodovia que corta a Amazônia

Além de visualizar dados, usuários poderão gerar mapas e exportar análises através da ferramenta – (Fotos:Orlando K. Junior/Divulgação)

O Observatório BR-319, rede de organizações que atua na área de influência da rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), lançou uma nova versão do mapa interativo sobre a área de influência da rodovia BR-319, com diversas funcionalidades que vão auxiliar a pesquisa e o monitoramento de informações da área. A ferramenta, que pode ser acessada no site da rede, reúne dados sobre infraestrutura, áreas protegidas, incluindo Terras Indígenas (TIs) e Unidades de Conservação (UCs), assentamentos rurais, e monitoramento com indicadores sobre focos de calor, desmatamento, mineração e áreas de maior pressão, além de outras informações sobre o Interflúvio Madeira-Purus.

O Interflúvio Madeira-Purus é como é conhecida a região de terra entre os rios Madeira e Purus, que correm paralelamente sobre a maior parte do sudoeste da Amazônia, e é atravessada pela BR-319.

O mapa interativo permite visualizar a área de influência da rodovia, o que facilita a transparência e o acesso a informações oficiais sobre a região. A ferramenta é acessível a todo o público interessado, desde comunitários que vivem em territórios da região até cientistas que pesquisam sobre a BR-319.

(Foto:Orlando K. Junior)
(Foto:Orlando K. Junior)

Segundo Heitor Pinheiro, especialista em geoprocessamento e analista da Iniciativa Governança Territorial do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), a nova versão do mapa traz vantagens aos usuários, que poderão gerar mapas e exportar análises com diferentes critérios a partir de diferentes fontes.

“A nova plataforma é mais robusta, com a possibilidade de o usuário gerar mapas e exportar análises. Não é apenas um visualizador, é um SIG [Sistema de Informações Geográficas] on-line, que possibilita cálculo de área, análises espaciais e acesso a informações atualizadas sobre a área de influência da BR-319”, explicou Pinheiro.

O mapa traz dados oficiais de diversas fontes, incluindo plataformas como o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), Sistema de Informação Geográfica da Mineração (SIGMine) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras.

BR-319
BR-319

Entre as novas informações que podem ser consultadas no mapa interativo da BR-319, estão as comunidades e localidades atualizadas da região a partir de dados do IBGE, mineração e terras indígenas que estão em estudo pela Fundação Nacional dos povos Indígenas (Funai), assim como pontos de atenção ao desmatamento na região.

“Com essa plataforma, buscamos o nivelamento de informações com as instituições parceiras, além da possibilidade de utilização destes dados para reconhecimento em solo, análises comparativas, de sobreposições, e um melhor entendimento da realidade do Interflúvio Madeira-Purus”, acrescentou Heitor Pinheiro.

Para Fernanda Meirelles, líder da Iniciativa de Governança Territorial do Idesam, organização membro do OBR-319, esse mapa é um dos maiores serviços que a rede presta à sociedade. “O mapa traz informações muito úteis e reunidas em uma única ferramenta. Isso permite que as pessoas interessadas obtenham informações como desmatamento, ramais, degradação florestal, focos de calor, entre outras. Assim, moradores da região sob influência da BR-319 podem monitorar e compreender o que está acontecendo em seus territórios”, explicou Meirelles. “Somado a outras seções como a Linha do Tempo e a Biblioteca, o novo Mapa Interativo deixa o site do OBR-319 ainda mais completo e robusto. Todo o site é constantemente atualizado e, sem sombra de dúvidas, é a fonte mais segura e rica de informações sobre a BR-319 atualmente”, concluiu.

Em breve, serão divulgados tutoriais para facilitar o acesso e a geração de informações a partir do mapa interativo. Todas os vídeos estarão disponíveis no canal do Observatório BR-319 no Youtube em uma playlist exclusiva.

Para conhecer o novo mapa, acesse https://observatoriobr319.org.br/mapa/

(Foto:Orlando K. Junior)
(Foto:Orlando K. Junior)

Fonte:Emanuelle Araujo Melo de Campos/upcomunicação  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/08/2024/06:35:10

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Balsa com 250 passageiros colide contra ilha no Rio Amazonas

Foto: Reprodução | Uma balsa colidiu contra uma ilha no rio Amazonas, na madrugada desta sexta-feira (2), no município de Breves, no Pará. O ferry boat saiu de Belém com destino a Macapá e levava 250 passageiros, que acordaram com o impacto da colisão e precisaram aguardar 15 horas até o desencalhe. A embarcação também transportava 50 carros.

Uma passageira identificada como Joana Ramos afirmou que o encalhe ocorreu devido a uma falha técnica do condutor, que perdeu o controle e atingiu a ilha.

Já de acordo com a Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), a embarcação supostamente teria apresentado uma avaria no sistema de governo. Ninguém ficou ferido e nem houve indícios de poluição ambiental, mas alguns veículos foram danificados.

A CPAOR instaurou um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação para apurar as causas e responsabilidades.

Fonte: Portal do Holanda  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/08/2024/08:24:26

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Candiru: peixe de até 12 cm é temido na Amazônia por se alimentar de sangue e entrar nas partes íntimas de vítimas

Peixe temido na Amazônia se alimenta de sangue e pode entrar nas partes íntimas de vítimas. — Foto: Matheus Castro/g1

‘Peixinho’ que varia entre três e 12 centímetros é um dos ‘vilões’ das águas. Segundo pesquisadora, espécie é muito comum em rios de água branca, como, o Amazonas e o Solimões.

Os rios da Amazônia reúnem uma variedade de espécies de peixes e outros seres vivos. Alguns impressionam pelo tamanho, como o pirarucu e o peixe-boi, e outros pela força, como o jacaré. Alguns, inclusive, estão no topo da cadeia alimentar e causam pânico em quem vive no rio ou precisa se locomover pelas águas. Mas em um local tão diverso, algumas ameaças são minúsculas. É o caso do candiru. O ‘peixinho’ que varia entre três e 12 centímetros é um dos ‘vilões’ das águas. Veja o vídeo acima.

O g1 visitou o acervo de peixes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, e conheceu a espécie, que faz parte de uma coleção de mais de 61 mil tipos de peixes. Fixado em formol e dentro de um frasco com álcool 75% o peixe não apresenta nenhum risco. Mas, o que hoje serve para ajudar a ciência a entender melhor as características da espécie já foi um terror para os banhistas do Amazonas.

A professora e doutora em ictiologia Lúcia Py-Daniel disse que o peixe se alimenta de sangue e pode entrar nas partes íntimas dos seres humanos, assim como nas guelras de outros peixes maiores.

“O candiru está espalhado por toda a Amazônia. Eles são peixes hematófagos, ou seja, se alimentam de sangue. Eles procuram outras espécies com guelra aberta, e ali ficam, e também podem entrar em um ser humano, seja pela uretra, ou mesmo pelo nariz, pelo olho”, explicou.

 

“Ele chupa o sangue da vítima e depois ‘cai’ prostrado no rio. Então, ele precisa de sangue. Se tem sangue, ele vai lá. Qualquer vestígio, mínimo que seja, chama a atenção dele. Ele chupa o sangue até esgotar”, complementou.

Mas não são todas as espécies que são hematófagos, ou seja, que se alimentam de sangue. Segundo a pesquisadora, há dois tipos de candiru:

🐟 Candiru-açu: necrófago. Se alimenta de carcaças de outros peixes e até de corpos de seres humanos.
🐟 Candiru: hematófago. Se alimenta de sangue e pode entrar em outros peixes e em seres humanos.

“Nós já encontramos candiru-açu dentro de corpos que foram achados no rio. Fomos ao Instituto Médico Legal (IML) e lá estava o peixe dentro do cadáver. Ele se alimenta de corpos, de carcaças. E também tem outra espécie de candiru-açu que come somente peixinhos pequenos”, explicou.

A pesquisadora também falou sobre o tamanho que o peixe chega. De acordo com ela, tudo depende da espécie.

“Cada espécie tem seu agente biológico de crescimento. Tem espécie que chega a 12 centímetros, outras não passam de três (centímetros). Eles andam muito em cardume, então a probabilidade de encontrar com um é fácil, principalmente em água branca, como o Rio Amazonas e o Solimões”.

Uma história nada de pescador

'Peixinho' que varia entre três e 12 centímetros é um dos 'vilões' das águas no Amazonas. — Foto: Matheus Castro/g1
‘Peixinho’ que varia entre três e 12 centímetros é um dos ‘vilões’ das águas no Amazonas. — Foto: Matheus Castro/g1

A professora conta que anos atrás o acervo de peixes do Inpa recebeu um candiru que foi tirado de dentro de um homem, no interior do Amazonas. Na ocasião, a vítima estava no Rio Amazonas, quando foi atacada.

“Ele estava no rio e disse que estava urinando quando sentiu algo entrar no pênis. A partir daí começou a sentir muita dor. Chegou a ir no hospital da cidade, mas disseram que não era nada. No terceiro dia, quando ele já não aguentava mais de dor, foi trazido para Manaus de urgência. Aqui, ele foi levado para uma clínica e quando o urologista introduziu uma pequena câmera na parte íntima foi encontrado o peixe”.

Segundo a pesquisadora, o peixe tem uma estrutura na cabeça que permite com que ele se fixe dentro do hospedeiro.

“São pequenos espinhos que eles utilizam para se fixar na parede do corpo da vítima. Então, se você puxa, ele vai cortando, vai puxando. Acontece muito no interior do Amazonas das pessoas tirarem, em hospitais, e não quererem divulgar pra não ser identificado, essas coisas”.

Questionada se o xixi seria um atrativo para peixe, a pesquisadora é categórica em dizer que não. “Não temos 100% de comprovação científica disso”.

Como evitar o ataque

Para evitar o peixe é preciso, primeiro, saber a situação do rio em que o banhista está. No entanto, existem outras dicas que precisam ser seguidas na hora de tomar o banho de rio:

🚫 Evitar entrar na água sem traje de banho que cubra corretamente as partes íntimas;

🚫 Evitar entrar na água com machucados ou feridas;

🚫 Se mulher, evitar entrar na água menstruada.

Fonte:   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/08/2024/07:26:31

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Com mais de 11 mil focos, mês de julho registra recorde de queimadas na Amazônia em duas décadas

Foto: Reprodução | O número de queimadas na Amazônia no mês de julho foi o maior registrado em duas décadas. Entre os dias 1 e 31, foram localizados 11.145 focos de queimadas no bioma, o maior número para o mês desde 2005, de acordo com dados do Sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O registro é 93% maior que os 5.772 focos registrados em julho do ano passado e 111% maior que a média para o mês nos últimos 10 anos (5.272). De acordo com os dados, a situação se agravou na Amazônia nos últimos dias: dos mais de 11 mil focos de queimadas registrados em julho, metade ocorreu nos últimos oito dias do mês.

Amazônia e o crônico mal das queimadas

Em julho, as queimadas na Amazônia se concentraram nos estados do Amazonas (37% dos focos registrados no bioma) e Pará (29%). O Amazonas teve 4.072 focos registrados no mês e o Pará 3.265. Os dois estados são também os que tiveram mais alertas de desmatamento registrados no mês de julho pelo sistema Deter, do Inpe: 182 mil km2 (42%) e 115 mil km2 (27%), respectivamente.

Nos primeiros sete meses do ano, de 1 de janeiro a 31 de julho, a Amazônia acumulou 24.462 focos de fogo, sendo que as queimadas de julho correspondem a 44,8% desse total.

O número de focos de queimadas acumulado em 2024 na Amazônia é também o maior desde 2005. O dado é o quarto maior da série histórica do Deter, iniciada em 1998, sendo superado apenas pelos anos de 2003, 2004 e 2005. Naqueles anos, porém, a Amazônia tinha níveis muito mais altos de desmatamento, que é historicamente associado a queimadas. Este ano, por outro lado, o desmatamento está em queda.

De acordo com a especialista de Políticas Públicas do WWF-Brasil, Juliana Miranda, a conservação dos biomas passa pelas políticas em curso no Congresso e torna urgente a proteção das Terras Indígenas.

— Os povos indígenas e seus territórios têm um papel crucial na conservação dos biomas brasileiros, barrando o avanço do desmatamento e das queimadas. Na próxima segunda-feira (5), o STF (Supremo Tribunal Federal) realiza a primeira audiência de conciliação no caso do julgamento do Marco Temporal. A derrubada de tal normativa é urgente, pois sua vigência resultaria no aumento da destruição da nossa biodiversidade e ameaça a sobrevivência de povos e culturas em todo o país — afirma.

Pantanal

No Pantanal, que vem sendo atingido por grandes incêndios em 2024, foram registrados 1.158 focos de queimadas entre 1 e 31 de julho, um aumento de 820% em comparação a julho do ano passado.

O valor é menor que o de 2020 (1.684 focos) – ano no qual incêndios devastadores atingiram 30% da área do bioma. Mas, em 2024 – de 1 de janeiro a 31 de julho -, o Pantanal já acumula 4.756 focos, ultrapassando os 4.218 focos detectados em 2020. O número de queimadas acumuladas em 2024 é 610% maior que a média dos últimos três anos (661 focos).

Incêndios colocam animais do Pantanal em risco

Voluntários têm resgatado bichos que foram alvos do fogo ou que sofrem com a falta de água ou alimentos em diversos pontos

De acordo com um boletim semanal publicado pelo governo Federal, entre 1 de janeiro e 28 de julho a área queimada no Pantanal foi de 635 mil a 907 mil hectares (de 4,2% a 6% da área total do bioma. Segundo o documento, 84% dos incêndios no bioma em 2024 ocorreram em áreas privadas, 9,1% em Terras Indígenas e 5,5% em Unidades de Conservação Federais e Estaduais.

Desde o fim do ano passado, com a seca extrema impulsionada pelo forte El Niño de 2023, os incêndios têm batido recordes no Pantanal. No início de abril, especialistas já alertavam que o bioma poderia passar, em 2024, por uma de suas piores secas da história, já que foi atingido por uma seca extrema em plena temporada de cheias.

— As queimadas no Pantanal não afetam apenas a biodiversidade e a população local, mas o país e o mundo perdem a maior área úmida do planeta. É preciso ações efetivas, pois já estamos com áreas maiores que as queimadas registradas em 2020, e com o fogo fora da região da Serra do Amolar (Corumbá), onde estava concentrado até agora. Infelizmente, estamos diante de um cenário crítico e vivenciando o maior período de seca dos últimos anos — declara Cyntia Santos , analista de conservação do WWF-Brasil.

Cerrado

No Cerrado, foram registrados 7.463 focos de queimadas no mês de julho. O número representa um aumento de 15% em comparação a julho de 2023 (6.459 focos) e é o maior desde 2016. O registro é 11% maior que a média dos três anos anteriores (6.709 focos).

No Cerrado, em julho, mais da metade das queimadas se concentraram em dois estados: o Maranhão, com 2.106 focos (27%) e o Tocantins, com 1.874 focos (26%). Os dois estados pertencem ao Matopiba – região que também inclui o Piauí e a Bahia e que abriga atualmente a principal fronteira de expansão agrícola do país.

Entre 1 de janeiro e 31 de julho, foram registrados 20.692 focos de incêndio no Cerrado. É o maior valor para o período desde 2010 e representa um aumento de 23% em comparação com os primeiros sete meses de 2023. O número também é 22% maior que a média dos três anos anteriores (2021 a 2023).

Fonte: g1 PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/08/2024/14:32:18

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Governo leiloa 54 quilos de ouro apreendido na Amazônia por 20,3 milhões de reais

Ouro apreendido pela PF em Manaus  (Foto>Reprodução PF) — Os valores arrecadados com a venda serão encaminhados ao Fundo Penitenciário Nacional.

O Ministério da Justiça realizou recentemente um leilão de barras de ouro apreendidas no Amazonas pela Polícia Federal.

Clique no link e Leia mais sobre ouro apreendido no Amazonas

Divididos em três lotes, os 54 quilos de ouro foram arrematados por 20,3 milhões de reais. Os valores arrecadados com a venda serão encaminhados ao Fundo Penitenciário Nacional.

“Os resultados dos leilões indicam um incremento às ações de asfixia financeira de organizações criminosas e combate aos crimes cometidos no Brasil”, diz a coordenadora de Contratos, Fiscalizações e Leilões da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Maeve Monteiro Rovani.

Fonte: Veja Abril  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/08/2024/07:56:57

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