Brigada Indígena protege agroflorestas no Sul do Amazonas

Brigada indigena Apurina –  (Foto:Brigada Indigena Apurina)

Composta por 23 indígenas, a Brigada Voluntária foi formalizada em julho de 2024 e já atuou em 22 ocorrências na Terra Indígena Caititu, no sul do Amazonas

“Nós precisamos proteger nosso território. Se a gente não cuidar do que é nosso, daqui uns tempos vamos estar que nem na cidade, porque na cidade a gente não tem mais o que respirar, é só fumaça”, desabafa Raimundinha Rodrigues de Souza, chefe da recém formada Brigada Indígena de Incêndio da Terra Indígena Caititu. Isso porque Lábrea, cidade localizada no sul do Amazonas e próxima da Terra Indígena Caititu, lar do povo Apurinã, está em terceiro lugar no ranking dos municípios com mais focos de incêndio em 2024. Segundo levantamento do INPE, 2.064 alertas foram emitidos no município até agosto deste ano.

Com a intensificação do desmatamento e das queimadas ilegais, os impactos foram sentidos na Terra Indígena Caititu, onde o povo Apurinã desenvolve suas roças tradicionais e Sistemas Agroflorestais (SAFs). Através do projeto Raízes do Purus, realizado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN) e patrocinado pela Petrobras e Governo Federal, o povo Apurinã implementou 37 unidades de SAFs, distribuídas em 21 aldeias, somando uma área de 41,6 hectares, que estão em plena produção de frutos, feijões, tubérculos e outros alimentos.

Importantes para a segurança alimentar e geração de renda dos Apurinã, os SAFs sofreram perdas relevantes em anos anteriores devido a queimadas ilegais que ocorreram no entorno do território e acabaram adentrando a Terra Indígena durante o período de seca.

“Eu perdi meu SAF por causa de fogo e em outras aldeias sofremos perdas também. Foi aí que a gente, junto com a OPAN e o projeto Raízes do Purus, teve a intenção de organizar um curso para formar os indígenas como brigadistas”, relata Tata Apurinã, tesoureiro da Associação de Produtores Indígenas da Terra Indígena Caititu (APITC) e um dos pioneiros na implementação de agroflorestas no território Apurinã.

A criação da 1ª Brigada Indígena da TI Caititu

O processo de criação da Brigada da Terra Indígena Caititu começou em 2022. Na época, Francisco Padilha, indígena do povo Apurinã que já tinha formação na área de combate a incêndios, ofereceu uma formação básica a um pequeno grupo. “Eram sete pessoas e já fizeram um bom trabalho. Agora são 23 brigadistas que estão atuando dentro da nossa terra”, conta Tata Apurinã. No mesmo ano, os Apurinã também fizeram a aquisição de equipamentos necessários para o trabalho, como abafadores, bomba costal, rádio comunicadores e equipamentos de proteção individual.

Em 2023, em uma articulação liderada pela APITC e OPAN, foi solicitado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), através do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), a aplicação de um curso técnico avançado para aprimoramento e formalização da Brigada Indígena de Incêndio da TI Caititu. O curso foi finalmente aplicado em 2024, formando os 23 indígenas que já estão atuando voluntariamente no combate aos focos de incêndio.

Tata Apurinã conta que, mesmo com a alta ocorrência de queimadas ilegais no entorno da Terra indígena Caititu, não houve perdas nos plantios graças ao trabalho realizado pela Brigada. “Nós dependemos da nossa floresta em pé, dependemos dos nossos plantios em pé, então não vamos deixar que nada de ruim aconteça. Essa Brigada está sendo fundamental para dentro da nossa terra. A gente quase não perdeu nada esse ano, muito pelo contrário, a gente só ganhou. Foi um avanço!”Brigada-indigena-Apurina-FotoBrigadaIndigenaApurina-2

O dia a dia do combate aos focos de incêndio

Atualmente, a Brigada Indígena de Incêndio TI Caititu é formada por 23 pessoas, sendo 19 brigadistas, três chefes de esquadrão e uma chefe geral da brigada. Para otimizar o atendimento das ocorrências, as pessoas que integram a brigada são divididas em três grupos, chamados de esquadrões. “Como a gente trabalha com três esquadrões, cada dia a coordenadora geral orienta que um esquadrão faça a rota dentro da terra, principalmente para ficar de olho aqui nos limites da terra indígena”, explica Tata.

Os brigadistas atuam em ações emergenciais e também nas ações de queima controlada de pequenas áreas para abertura dos roçados. Do dia 24 de julho até 27 de agosto, o grupo contabilizou 22 ações no total, demonstrando que o trabalho é intenso e exaustivo. “A gente vem sendo pego de surpresa aqui na Terra Indígena Caititu. Do nada a fumaça está subindo e temos que largar tudo e imediatamente correr para combater”, relata a chefe da brigada.

Raimundinha conta que há dias em que o trabalho dos brigadistas dura o dia inteiro e adentra a noite. Devido a alta demanda, alguns já pensaram em desistir, mas Raimundinha sempre incentiva o grupo, destacando a importância do trabalho de proteção.

“Hoje a brigada é muito importante para a proteção não só da terra, mas dos SAFs e das pessoas. Porque o indígena se alimenta do que ele planta. Então se um fogo desses acaba com todos aqueles SAFs que o indígena plantou ali para ser sua sobrevivência, como será que vai ficar a vida desse indígena?”, reflete a chefe da brigada.

Fonte: Por/Jéssica Amaral e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/09/2024/07:49:27

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Mancha de fogo encobre mais de 500 km de extensão da Amazônia

Dados do Inpe também mostram que, desde janeiro, a Amazônia registrou mais de 61 mil focos de incêndio (Foto>Reprodução)

O satélite também mostrou um crescimento de queimadas na região de Novo Progresso, no Pará.

Uma mancha de fogo com mais 500 quilômetros de extensão e mais de 400 quilômetros de largura tem avançado sobre a Amazônia, conforme captado pelo satélite europeu Copernicus. Na quinta-feira (29), o fenômeno cobria os estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de áreas do Peru, Bolívia e parte do Paraguai.

Segundo dados do programada BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia registrou mais de 61 mil focos de queimadas de 1º janeiro até sexta (30), enquanto o Pantanal contabilizou quase 9 mil focos. Os dois biomas estão no território que está sendo afetado pela mancha de fogo.

Mapa de focos de queimada (INPE)
Mapa de focos de queimada (INPE)

O satélite Corpenicus aponta que a mancha de fogo tem se expandido com o passar dos dias. Na quarta-feira (28), o fogo se concentrava no Amazonas, em Rondônia e no Mato Grosso.

No entanto, o cenário mudou e o mapa mostra que Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia estão formando, agora, um cinturão de fogo. O satélite também mostrou um crescimento de queimadas na região de Novo Progresso, no Pará.

Leia também:Novo Progresso tem semana histórica com fumaça encobrindo a cidade;aeronaves tem dificuldades para pouso e decolagem

Leonardo Vergasta, meteorologista do Laboratório do Clima (Labclim) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), explicou que a mancha indica uma alta concentração de dióxido de carbono na atmosfera, resultado das queimadas que produzem essa fumaça.

https://youtu.be/Lb3gQDZQ1Ik?si=rR61GL-yvWXeC2iM

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/09/2024/18:28:37

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Brigada de Alter recebe doação de Anitta para combate a incêndios na Amazônia

Cantora Anitta escolheu Brigada de Alter para receber doações — Foto: Redes Sociais

A Brigada foi uma das três instituições escolhidas pela artista brasileira a receber recursos arrecadados em comemoração ao seu aniversário em março de 2024.

A Brigada da vila balneária de Alter do Chão, distante 37 Km da zona urbana de Santarém, oeste do Pará, recebeu recursos doados pela cantora Anitta. Os valores arrecadados pelos amigos e familiares da cantora brasileira foram investidos em ações de combate à incêndios na Amazonia.

Pelas redes sociais, a Brigada de Alter divulgou que recebeu e empregou os recursos na confecção de uniformes para os brigadistas voluntários. Além disso, o valor arrecadado também foi investido em cursos de formação para os brigadistas.

“Recebemos o presente da Anitta com muito carinho e já usamos o recurso para renovar nossas camisetas de uniforme, além de ter aplicado o dinheiro no curso de formação que fizemos no final de julho. Nós mandamos fazer uma camiseta para ela também”, diz a publicação da Brigada de Alter nas redes Sociais.

Uma camiseta, na verdade um “cropped” foi confeccionado especialmente para a cantora brasileira, como forma de homenageá-la e agradecer o apoio prestado à Brigada de Alter do Chão.

“Anitta, o que vc acha de vir buscar sua camiseta aqui em Alter do Chão? Estamos te esperando. ❤️ Obrigado pela força, mamis. Um beijo da Brigada de Alter! ✊🏾🔥”, diz o trecho final da postagem.

Brigada de Alter — Foto: Divulgação/Brigada de Alter
Brigada de Alter — Foto: Divulgação/Brigada de Alter

A iniciativa

Anitta completou 30 anos no dia 30 de março de 2024 e ela declarou que não queria presentes e sim que seus convidados, amigos e familiares fizessem doações à três instituições, entre elas: a Brigada de Alter do Chão.

Para arrecadar os “presentes”, a cantora lançou uma vaquinha virtual com o objetivo de arrecadar pelo menos R$ 100 mil para dividir entre as instituições.

Veja quais são as três instituições escolhidas por Anitta:

  • Brigada de Alter. Fundada em 2019, atua de forma voluntária em ações de prevenção e combate aos incêndios florestais na Amazônia. Tiveram integrantes perseguidos e presos injustamente, por agirem em defesa do meio ambiente, mesmo assim continuam na linha de frente do combate as mudanças climáticas, acreditando que são também as mãos voluntarias que tem o poder de garantir a AMAZÔNIA VIVA!
  • O Instituto Vida Livre trabalha de forma gratuita desde 2015 na reabilitação e soltura de animais silvestres no Rio de Janeiro. Já são mais de 12.500 animais vítimas do tráfico de fauna, caça, acidentes urbanos e desmatamento que com esse trabalho em conjunto tiveram uma segunda chance de vida e liberdade. Com seu apoio fazemos juntos um mundo mais livre.
  • A Hutukara Associação Yanomami (HAY) é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2004, que reúne os povos Yanomami e Ye’kwana da Terra Indígena Yanomami (TIY), localizada ao extremo Norte do Brasil, fronteira com a Venezuela, com mais de 9,6 milhões de hectares e uma população de 31 mil habitantes, dividida em 380 comunidades indígenas. A maior terra indígena do Brasil. A HAY é uma das mais atuantes organizações indígenas do país, presidida pelo xamã e líder político Davi Kopenawa. A organização exerce um papel de articulação política e gerencia projetos voltados à proteção territorial – sobretudo, frente à invasão do garimpo ilegal, manejo etnoambiental, saúde, formação, pesquisa e outras iniciativas com parcerias nacionais e internacionais, envolvendo organizações públicas e civis.
Fonte: G1 PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/08/2024/10:13:38

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Pirarucu, símbolo de um legado de conservação da Amazônia

Foto: Reprodução | Manejo sustentável do pirarucu implementado nas comunidades indígenas e ribeirinhas do Amazonas salvou a espécie da extinção, conservando a floresta e gerando renda

Celebrado na culinária por seu sabor e versatilidade, o pirarucu (Arapaima gigas) não é apenas um dos maiores peixes de água doce do mundo, mas também o protagonista de uma das iniciativas mais bem-sucedidas de conservação e geração de renda na Amazônia: o manejo sustentável do pirarucu. Em 2024, essa iniciativa exemplar celebra 25 anos de implementação.

Em 1990, o Brasil começou a adotar medidas restritivas para a pesca do pirarucu, que culminaram na proibição total em 1996. Na época, a pesca predatória quase levou à extinção da espécie e o pirarucu entrou para a lista da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites).

Com a implementação do sistema do manejo, o pirarucu voltou a ser abundante nos rios amazônicos, aumentando sua população em 99% entre 2012 e 2016, com um crescimento médio anual de 19%, segundo diagnóstico feito pelo Coletivo do Pirarucu em 31 áreas protegidas e de acordos de pesca do Amazonas. Além de conservar o pirarucu e a biodiversidade, o manejo sustentável trouxe benefícios como aumento da renda, fortalecimento da organização social, redução das desigualdades, maior segurança alimentar e significativa melhoria na qualidade de vida das comunidades indígenas e tradicionais.

O protagonismo indígena no manejo do pirarucu

O povo Paumari do Tapauá e os Deni do Xeruã também fazem parte dessa história de sucesso. Conhecido como “povo das águas”, os Paumari do Tapauá foram um dos pioneiros na implementação do manejo sustentável do pirarucu em terras indígenas. Em 2013 realizaram sua primeira pesca manejada e hoje são uma referência nacional na atividade conquistando, a partir da proteção dos lagos e da regulação da pesca, um aumento de mais de 600% da população de pirarucu em seu território desde a primeira contagem, em 2009.

“Hoje a gente tem a nossa cozinha, o nosso flutuante de pré-beneficiamento do peixe, tem nossas bases de vigilância para proteção do nosso território. A gente tem nossa riqueza e podemos proteger isso”, explica Kamelice Paumari, indígena do povo Paumari e coordenadora temática do trabalho das mulheres na Associação Indígena do Povo das Águas (AIPA).

Já o povo Deni do rio Xeruã contou com a experiência dos Paumari para realizar a implementação do manejo em seu território. Manejadores do povo Paumari estiveram presentes nas duas primeiras pescas manejadas realizadas pelos Deni, em 2016 e 2017, contribuindo com a experiência adquirida ao longo dos anos, inclusive na etapa de pré-beneficiamento do pescado, na qual os Paumari são conhecidos pela alta qualidade.

Em 2023, superando as adversidades da forte estiagem dos rios, o povo Deni do rio Xeruã não apenas conseguiu realizar a sua pesca anual de pirarucu, como alcançou a maior cota em seis anos de manejo sustentável: 150 pirarucus, totalizando cerca de 9,5 toneladas de pescado.

O manejo do pirarucu dos povos Paumari e Deni é apoiado há mais de uma década pelo projeto Raízes do Purus, realizado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN), com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal. Somente em 2023, as comunidades geraram uma receita bruta superior a 300 mil reais com a atividade, que recuperou a população de pirarucu e fortaleceu a vigilância dos territórios, além de garantir a segurança alimentar e ajudar a conservar milhares de hectares de floresta.

25 anos de manejo do pirarucu

A primeira iniciativa de manejo de base comunitária foi implementada inicialmente na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, no Amazonas. A proposta desse modelo foi desenvolvida pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, com base em pesquisas realizadas junto aos pescadores da região, e incorporada como política pública pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2 de junho de 1999.

O manejo sustentável do pirarucu reúne um conjunto de diretrizes para a conservação da biodiversidade e a preservação dos estoques de peixe. É somente com a implementação dessas diretrizes, restrita a áreas pertencentes a Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Áreas de Acordos de Pesca, que a pesca do pirarucu é permitida.

Em reconhecimento ao papel essencial do Ibama e do Instituto Mamirauá na implementação do manejo sustentável do pirarucu, a OPAN, através do projeto Raízes do Purus, homenageou as duas instituições durante as celebrações dos 25 anos da atividade. A artista amazonense Lívia Rocha, a convite do projeto, produziu duas obras exclusivas para presentear as instituições, feitas com base em fotografias feitas pelo fotógrafo Adriano Gambarini durante as atividades de manejo do pirarucu dos povos Deni e Paumari.

As homenagens foram entregues em junho, durante o encerramento do encontro de manejadores do pirarucu promovido pelo Ibama. “Hoje, 25 anos depois, celebramos não apenas o sucesso ecológico, mas também o fortalecimento das comunidades, a valorização do conhecimento ancestral e a união para construção coletiva de um presente e um futuro sustentável. As duas instituições, Ibama e Instituto Mamirauá, estão intrinsecamente ligadas à história do manejo do pirarucu. O Mamirauá, com seu trabalho incansável e pioneiro de pesquisa e formulação da proposta. O Ibama, com sua missão institucional, sensibilidade e poder de transformar uma ideia em política pública’’, diz trecho da nota em homenagem.

Fonte: DeProposito comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/08/2024/12:53:18

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Marina Silva compara incêndios em SP a ‘Dia do Fogo’ e aciona a PF

(Foto: Reprodução/X) –  A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comparou ontem os incêndios em São Paulo ao “Dia do Fogo”, de 2019. E, diante das suspeitas de que eles têm origem em ações criminosas, acionou a Polícia Federal para investigar a origem das queimadas que levaram 46 municípios do interior paulista a decretar alerta máximo, fecharam dois aeroportos no Estado e contribuíram para cobrir de fumaça a capital do país.

“Tem uma situação atípica [nos incêndios em São Paulo]. Você começa a ter em uma semana, praticamente em dois dias, vários municípios queimando ao mesmo tempo. Isso não faz parte da nossa experiência”, disse Marina. “Do mesmo jeito que tivemos o ‘Dia do Fogo’, há uma forte suspeita de que agora esteja acontecendo de novo.” O chamado “Dia do Fogo” ocorreu em agosto de 2019, quando grileiros e produtores rurais fizeram um movimento coordenado para incendiar áreas Floresta Amazônica.

“Em São Paulo, não é natural, em hipótese alguma, que em poucos dias tenha tantas frentes de incêndio e que tenha tantas frentes de incêndio envolvendo concomitantemente vários municípios”, disse Marina em entrevista coletiva, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para analisar o cenário, na sede do Ibama, em Brasília, que acordou coberta de fumaça causada por incêndios próximos e tempos seco.

A Polícia Federal abriu dois inquéritos para apurar possíveis atos criminosos relacionados às queimadas. Com eles, a instituição já tem 31 inquéritos abertos para apurar incêndios florestais, sendo que os anteriores são relativos à Amazônia e ao Pantanal.

Diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues disse ter mobilizado 15 delegacias em São Paulo “para que a gente possa identificar a questão que envolve as queimadas”.

Leia também:Dia do Fogo- Produtores planejam data para queimada na região

“É um movimento atípico, mas conclusões só virão com conclusão dos inquéritos policiais”, afirmou. “São dois inquéritos em São Paulo que apuram eventuais incêndios criminosos, um já foi instaurado”, complementou, esclarecendo que ambas as investigações versam sobre a hipótese de incêndios criminosos e que são separadas “por uma questão de jurisdição”.

O governo paulista anunciou que duas pessoas foram presas no fim de semana, em São José do Rio Preto e Batatais, por suspeita de atuar em incêndios criminosos.

Marina disse ter conversado com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sobre os incêndios. E informou que o governo disponibilizou um cargueiro KC-390 para ajudar no combate ao fogo, mas que a aeronave não conseguiu decolar por conta da fumaça que encobria a região de Ribeirão Preto, no interior do Estado.

Também presente à reunião com Lula, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, reforçou as suspeitas do governo de que houve ação criminosa. “Minha avó falava que ‘se há fumaça, há fogo’. Se ela estivesse viva, ela iria dizer ‘se tem fogo coordenado ao mesmo tempo, de forma atípica, deve ter crime’”, afirmou.

Questionada sobre a responsabilidade do governo federal em relação aos incêndios, Marina afirmou que o quadro estaria muito pior se a atual gestão não estivesse agindo de maneira preventiva desde a transição, no fim de 2022. Ela também negou que tenha havido falhas.

“O governo federal tem responsabilidade pelas áreas federais, unidades de conservação, mas atuamos em todas as áreas, inclusive em propriedades privadas. Diferentemente do desmatamento, você não fica com um agente dentro da sua fazenda ou casa verificando se vai colocar fogo. Portanto, não tem como dizer que é uma falha, porque as campanhas de conscientização, todos os processos vêm sendo feitos”, afirmou. “As investigações são para saber se tem uma ação intencional, no caso de São Paulo. Nos outros casos, têm fortes suspeitas, sim, de ação intencional. São Paulo também, por isso está sendo investigado.”

A reunião de emergência ocorreu na sede do Prevfogo (Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais), do Ibama. Além de Lula, Marina, Padilha e Andrei Rodrigues, o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, também esteve presente.

As investigações são para saber se tem uma ação intencional, no caso de São Paulo” — Marina Silva

No Prevfogo, Lula e os ministros visitaram uma sala de situação onde os técnicos do órgão monitoram as queimadas. O presidente, que havia dormido em São Paulo, desembarcou no início da tarde na Base Aérea de Brasília e foi direto para o encontro acompanhado da primeira-dama, Rosângela da Silva.

De acordo com Marina, Lula disse que participaria de uma reunião rotineira de monitoramento das queimadas, que acontece semanalmente no Palácio do Planalto. E afirmou que convocaria a participar governadores de Estados atingidos pelo fogo. “[O presidente] Manifestou sua decisão de participar da reunião ordinária, que acontece toda semana na Casa Civil e envolve mais de 20 ministérios. Nessa reunião, vamos convocar os governadores dos Estados atingidos pelos incêndios.”

No interior paulista, o cenário é de caos. Com mais de 2,3 mil incidentes com fogo registrados em dois dias, o Estado está no topo das ocorrências no país. As chamas continuam a avançar em áreas de vegetação e plantações, principalmente na região de Ribeirão Preto (ver página B7).

O governo do Estado anunciou reforço na operação de combate ao fogo no interior com a instalação de um posto avançado em Ribeirão Preto. Segundo o monitoramento do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil, 21 cidades enfrentam focos ativos de incêndio.

De acordo com o governador Tarcísio de Freitas, a unidade funcionará de forma integrada com o gabinete de crise montado no CGE para monitoramento e controle da situação. “Nossa força tarefa conta com mais de 7 mil profissionais e voluntários, além de helicópteros, drones e veículos para atuar no combate ao fogo e orientação à população”, disse em rede social.

Em nota, o governo paulista informou que dois funcionários de uma usina em Urupês morreram na sexta-feira (23) tentando combater um incêndio. “Incêndios florestais podem atingir grandes áreas de vegetação natural. Com as rajadas de vento, o fogo pode se alastrar rapidamente. As queimadas emitem fumaça densa e tóxica que prejudica o meio ambiente e a saúde humana, causando problemas ao sistema respiratório e desordens cardiovasculares”, diz o texto.

Segundo os alertas do governo, as rodovias concedidas e estaduais estão com interdições, que variam de total a parcial, impactando o tráfego em várias regiões. A orientação é “que motoristas evitem essas rotas até a normalização e que busquem alternativas seguras para os trajetos. Além disso, é fundamental que todos permaneçam atentos às atualizações constantes sobre as condições de tráfego monitoradas em tempo real pelas equipes de emergência e concessionárias responsáveis.”

Fonte:valor.globo.com e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/08/2024/16:12:23

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Seca dos rios põe 20 cidades em situação de emergência no Amazonas

Foto: Reprodução | As cidades do Alto Solimões, como Tabatinga, estão em situação mais crítica, com dificuldade para receber insumos e água potável.Vinte cidades estão em emergência por causa da seca no Amazonas.

As embarcações se deslocaram para o que antes era o fundo do Rio Solimões. Em Tabatinga – na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru -, quem não conseguiu chegar a tempo, encalhou. Aline é dona de um flutuante. A seca fez os turistas sumirem.

“Nosso sustento diário, quando o rio estava cheio, era a balsa flutuante”, conta a comerciante Aline Isabela.

As cidades do Alto Solimões, como Tabatinga, estão em situação mais crítica, com dificuldade para receber insumos e água potável. Depois da seca histórica de 2023, o governo do estado e representantes da sociedade civil se organizaram para minimizar os efeitos de uma nova estiagem, que em 2024 chegou mais cedo e atrapalhou o planejamento.

“Para vocês terem ideia, a mínima do ano passado, que foi o ponto mais crítico, aconteceu na primeira quinzena de outubro, e essa mínima provavelmente iremos alcançar no final deste mês. Ou seja, tivemos uma antecipação de aproximadamente dois meses comparando com o ano passado”, afirma o coronel Clóvis Araújo, secretário-adjunto da Defesa Civil/AM.

A tela mostra o monitoramento do Rio Solimões que é feito pela Defesa Civil. Para ter uma ideia do impacto da estiagem, em 20 de agosto de 2023, o nível do rio estava com 2,56 m. E, hoje, exatamente um ano depois, está com 7 cm.

O pesquisador Andre Martinelli explica que os efeitos da seca em Tabatinga são sentidos em Manaus e nas cidades banhadas pelo Rio Negro em um intervalo de até 20 dias.

“O que a gente observou em Tabatinga nas duas últimas semanas, na última quinzena, foi uma descida muito abrupta, e isso já começou a se refletir aqui em Manaus. O que a gente espera agora é justamente que essa onda de escassez de Tabatinga vai ser sentida, percebida, aqui no Rio Negro em Manaus”, diz Andre Martinelli, pesquisador em Geociências.

Fonte: Jornal Nacional e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/08/2024/08:01:35

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INCÊNDIOS -Novo Progresso terá base multiagências interfederativas,ou seja, com órgãos federais, estaduais e municipais

A Base será com frentes multiagências interfederativas, ou seja, com órgãos federais, estaduais e municipais.

Incêndios: governo vaiconcentrar ações em 21 municípios da Amazônia
Localidades representam 50% dos focos de calor na região.

O governo federal, em articulação com os governos dos estados da Amazônia Legal, vai montar frentes de atuação em três regiões que registram a maior das queimadas e incêndios florestais no bioma neste momento. A medida foi anunciada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), após reunião, no Palácio do Planalto, em Brasília, que contou com a presença de governadores e representantes do nove estados da Amazônia Legal, além do Mato Grosso do Sul.

“Nós temos 21 municípios que concentram 50% de todos os focos de incêndios na Amazônia. E nós estamos separando em três regiões onde a gente quer instalar frentes multiagências interfederativas, ou seja, com órgãos federais e estaduais, e vamos chamar também órgãos municipais, para gente atuar sobre essas novas ignições de incêndio”, afirmou André Lima, secretário extraordinário de Controle de Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial no MMA.

Segundo Lima, as três áreas prioritárias são as regiões entre Porto Velho, em Rondônia, e Humaitá, no Amazonas, na abrangência da BR-319; a região de Apuí, no Amazonas, por onde passa a BR-230, que é a Rodovia Transamazônica; além da região de Novo Progresso, no oeste do Pará, abrangida pela BR-163. Nessas localidades, serão instaladas bases multiagências, envolvendo órgãos federais, entre eles o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além da Polícia Federal, polícias estaduais e outras agências estaduais.

Segundo o governo, já existem cerca de 360 frentes de incêndios em atuação no Norte do país, com mais de 1,4 mil brigadistas. De janeiro até agora, foram registrados mais de 59 mil focos de incêndio na Amazônia, o pior número desde 2010. O resultado disso é que a fumaça das queimadas atinge cidades de dez estados, que registraram o céu cinza e a diminuição na qualidade do ar.

Imagens obtidas pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos mostram a concentração do monóxido de carbono sobre uma faixa que se estende do Norte do Brasil até as regiões Sul e Sudeste, passando sobre o Peru, Bolívia e Paraguai. Na última semana, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez um alerta sobre os cuidados necessários para a saúde nesses casos.

De acordo com o MMA, a organização dessas frentes, que deve ocorrer ao longo das próximas semanas, será conduzida pelo Centro Integrado Multiagências de Coordenação Operacional Nacional (Ciman), cuja competência é buscar soluções conjuntas para o combate aos incêndios florestais.

Atuação conjunta e incêndios ilegais

Após a reunião com os governadores, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou que a maior parte dos focos de incêndio estão sendo combatidos em áreas sob responsabilidade do governo federal, mas que o auxílio se estende para outras áreas sob responsabilidade dos estados.

“O governo federal tem responsabilidade sobre as unidades de conservação, terras indígenas e assentamentos. E temos ali algo em torno de 60% dos processos de combate aos focos de incêndio [na Amazônia], sob a nossa responsabilidade. A outra parte, cerca de 40%, é de responsabilidade dos estados. Mesmo assim, o governo federal, na lógica de que o fogo não é estadual nem municipal, que nosso foco comum é combater os incêndios, estamos com presença em 74% das frentes de incêndio. Ou seja, o governo federal tem um esforço para além daquilo que são suas responsabilidades obrigatórias”, afirmou.

Um das das novidades das novas frentes de combate aos incêndios, destacou a ministra, é a atuação da polícia para punir a prática de incêndios ilegais na região. “Com esse esforço, esperamos que essas frentes que estão sendo agora organizadas nesse formato nos ajudem a aumentar nossa capacidade de dissuadir, porque haverá investigação da Polícia Federal”, afirmou.

Como não tem havido novas autorizações de manejo do fogo na Amazônia, os novos focos de incêndio no bioma são ilegais. “Não tem havido novas autorizações de fogo. A maioria dos estados proibiu e os que não proibiram, estamos demandando que proíbam. Novas ignições são ilegais, algumas criminosas e outras, são irregularidades”, apontou o secretário André Lima, do MMA.

Fonte: Jornal Folha do Progresso com informações da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/08/2024/07:04:10

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Fumaça de queimadas na Amazônia e no Pantanal chega ao Rio, São Paulo e a mais oito estados

Queimada no Parque Florestal Jamanxin, no Pará, próximo a BR-163. (Foto© Greenpeace/Rodrigo Baleia)

A fumaça oriunda de queimadas na Amazônia e no Pantanal já alcançou ao menos 10 estados desde o sábado, 17. Fora da região amazônica, as cidades mais afetadas ficam no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, mas a neblina também chegou ao Rio e a São Paulo no final de semana, aponta o Serviço de Monitoramento Atmosférico da Europa. O cenário, facilitado pela atual onda de calor, pode voltar a acontecer até a próxima sexta-feira (23), quando então uma nova frente fria vindo do Sul chegará no Sudeste e ajudará a dissipar a fumaça.

O corredor de ar que vem do Norte traz fumaça das queimadas tanto da Amazônia como do Pantanal. Nesta semana, porém, os maiores focos de incêndio estão na floresta amazônica, principalmente nas margens das rodovias BR-230, em Apuí (AM) e 163, entre Itaituba (PA) e Novo Progresso (PA) e na região de Porto Velho (RO). O fogo também está intenso no Pantanal, mas em focos mais concentrados e menos fragmentados no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul.

Leia mais:Itaituba e Novo Progresso são os municípios com mais focos de queimadas do Brasil

*Seca na Amazônia: Fogo destrói reserva florestal de água potável em Novo Progresso

— Para ter fumaça da Amazônia aqui é porque a condição lá já é extrema – resume Henrique Bernini, pesquisador de sensoriamento remoto. — No momento tem muito mais ignição na Amazônia, com mais de 200 eventos de fogo na região da BR 163 e mais de 200 na BR 230, além de outros espalhados por Porto Velho. Já no Pantanal são três ou quatro eventos, mas relevantes.

Cidade de novo Progresso (PÁ) encoberta pela fumaça (Foto:Jornal Folha do Progresso)
Cidade de novo Progresso (PÁ) encoberta pela fumaça (Foto:Jornal Folha do Progresso)

Bernini se baseou nos dados do Serviço de Monitoramento Atmosférico da Europa para apontar que a fumaça atingiu 10 estados brasileiros desde sábado: RO, AC, AM, MT, MS, RS, SC, PR, SP e RJ. Com esse nível de monitoramento, é possível diferenciar aerossóis provenientes de fumaça e de atividade industrial.

O corredor de ar desce do Norte na direção do Oceano Atlântico, passando primeiro pelo Sul. Depois, ele é “empurrado” para o Sudeste, devido ao ar frio do polo sul. Por isso que a fumaça está mais intensa no Rio Grande do Sul e Santa Catarina do que no Rio e em São Paulo.

Ao chegar nas cidades mais distantes da origem de fogo, a fumaça, que tem partículas de monóxido de carbono e dióxido de nitrogênio, reduz seu potencial poluente, mas continua sendo um fator de risco para populações de idosos, crianças e pessoas com problemas respiratórios.

No Rio, a fumaça pôde ser vista principalmente no final da tarde de domingo, 18, em formato de neblina. Mas ela chegou com menos gravidade do que no Rio Grande do Sul, onde uma densa camada cinza reduziu a visibilidade nos últimos dias ensolarados de Porto Alegre. Em Santa Catarina a fumaça está bem evidente também. Nos últimos dias, a massa chegou até o Paraguai.

Além da alta quantidade de fogo, a onda de calor que afeta grande parte do país facilita a presença da neblina, pois ela empurra a fumaça para a direção da superfície. A previsão é que a onda de calor continue até a próxima sexta (23) no sudeste, quando então uma frente fria, vindo do Sul vai se instalar. Diferente da massa quente, a frente fria dissipa a fumaça.

— Ontem (domingo) o clima não estava tão instável, então não deslocou tanta massa de ar e a fumaça ficou pairando no Sudeste. Mas quando os aerossóis se deslocam para o Sudeste, também vão se dispersando na direção do Oceano Atlântico, e isso faz com que a qualidade não seja tão ruim — explica Bernini.

Alta de queimadas

No estado do Amazonas, desde o começo do mês a população tem sentido a intensificação das queimadas. Na última semana, vídeos e imagens de Manaus (AM) mostraram a intensa fumaça no ar, com a qualidade do ar considerada “ruim” e “muito ruim”. Nesta segunda-feira, de acordo com análise do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), a qualidade do ar está mais amena.

Segundo especialistas, uma das maiores preocupações com as queimadas é a liberação de liberação de monóxido de carbono (CO) e outros gases de efeito estufa na atmosfera, visto que eles são responsáveis por acelerar o aquecimento global, tornando as florestas mais secas e propensas a novos incêndios. Esses poluentes também são responsáveis por causar problemas de saúde na população, que reclama de doenças respiratórias e baixa visibilidade.

‘Fumaça em toda a América do Sul’

Imagens de satélite divulgadas pelo serviço de monitoramento atmosférico do Programa de Observação da Terra da União Europeia (Copernicus ECMWF) apontam uma “enorme quantidade de fumaça em toda a América do Sul” após o início precoce das queimadas sazonais no Brasil e na Bolívia. Os registros mostram o vapor resultante do fogo na Amazônia e dos incêndios recordes no Pantanal chegando ao Sul e Sudeste do país.

Como mostrou o GLOBO, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou o Pantanal, pela primeira vez desde o crescimento do fogo, na semana passada. A iniciativa ocorreu em um momento em que as ações do governo têm sido insuficientes para conter os incêndios no bioma.

De janeiro a julho, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), houve 4.696 focos de incêndio, número 11% superior aos 4.218 até julho de 2020, na gestão Jair Bolsonaro. Era o valor mais elevado para o período.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 890 profissionais do governo federal atuam na crise, entre integrantes das Forças Armadas (491), do Ibama e do ICMBio (351), da Força Nacional de Segurança Pública (38) e da Polícia Federal (10). São usadas 15 aeronaves e 33 embarcações. O efetivo é três vezes maior do que o empregado até o dia 28 de junho. Além disso, o governo federal liberou R$ 137 milhões de créditos extraordinários para o combate ao incêndio.

https://youtu.be/qXy7oj8t19I

 

Incêndio recorde na Amazônia

Na região Norte, o número de queimadas na Amazônia no mês de julho foi o maior registrado em duas décadas. Entre os dias 1 e 31, foram localizados 11.145 focos de queimadas no bioma, o maior número para o mês desde 2005, de acordo com dados do Sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O registro é 93% maior que os 5.772 focos registrados em julho do ano passado e 111% maior que a média para o mês nos últimos 10 anos (5.272). De acordo com os dados, a situação se agravou na Amazônia nos últimos dias: dos mais de 11 mil focos de queimadas registrados em julho, metade ocorreu nos últimos oito dias do mês.

Em julho, as queimadas na Amazônia se concentraram nos estados do Amazonas (37% dos focos registrados no bioma) e Pará (29%). O Amazonas teve 4.072 focos registrados no mês e o Pará 3.265. Os dois estados são também os que tiveram mais alertas de desmatamento registrados no mês de julho pelo sistema Deter, do Inpe: 182 mil km2 (42%) e 115 mil km2 (27%), respectivamente.

Nos primeiros sete meses do ano, de 1 de janeiro a 31 de julho, a Amazônia acumulou 24.462 focos de fogo, sendo que as queimadas de julho correspondem a 44,8% desse total.

O número de focos de queimadas acumulado em 2024 na Amazônia é também o maior desde 2005. O dado é o quarto maior da série histórica do Deter, iniciada em 1998, sendo superado apenas pelos anos de 2003, 2004 e 2005. Naqueles anos, porém, a Amazônia tinha níveis muito mais altos de desmatamento, que é historicamente associado a queimadas.

Este ano, por outro lado, o desmatamento está em queda. Em julho, as queimadas na Amazônia se concentraram nos estados do Amazonas (37% dos focos registrados no bioma) e Pará (29%). O Amazonas teve 4.072 focos registrados no mês e o Pará 3.265. Os dois estados são também os que tiveram mais alertas de desmatamento registrados no mês de julho pelo sistema Deter, do Inpe: 182 mil km2 (42%) e 115 mil km2 (27%), respectivamente.

Fontes: Exame/Agência o Globo/Agência de notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/08/2024/06:35:10

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Fotos: fumaça de queimadas da Amazônia cobre Porto Alegre

(Foto: ROSINARA FERREIRA)- Fumaça de queimadas da Amazônia cobriu Porto Alegre nesta quinta-feira. Ao longo do dia se percebia o aspecto de névoa no céu e que ficou mais evidente a partir do fim da tarde à medida que a quantidade de fumaça chegando ao Rio Grande do Sul aumentou durante o dia. A tendência é que o corredor de fumaça vindo da Amazônia continue atuando no Rio Grande do Sul nos próximos dias. O número de queimadas no bioma neste mês está muito alto e no estado do Amazonas já supera a média mensal.

Fonte:  Mtsul e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/08/2024/08:16:18

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Expedição humanitária dá continuidade à assistência médica em comunidades à beira do Rio Tapajós, no Pará

Barco hospital escola Abaré realiza quinta expedição do ano de 2023 com estudantes do Grupo Inspirali — Foto: Sílvia Vieira / g1

Expedição de alunos de medicina leva, além de atendimento médico, um projeto de mapeamento das principais enfermidades e situação de vida de moradores da região

Com o objetivo de levar qualidade de vida para moradores de regiões isoladas e proporcionar experiência humanitária para futuros médicos, a 8ª edição de Missão Amazônia, projeto idealizado pela Inspirali, principal ecossistema de educação médica do país, dá continuidade ao atendimento e assistência à saúde para moradores destas comunidades ribeirinhas e faz um mapeamento de suas principais enfermidades. Dentro da política do SUS, a ação presta atenção primária à saúde e analisa a situação e condições de vida da população local, identificando riscos, vulnerabilidades e potencialidades para que seja possível intervir de forma mais assertiva nos problemas de saúde e necessidades da região de forma contínua.
A 8ª edição da Missão Amazônia acontece entre os dias 12 e 23 de agosto levando consultas ginecológicas, pediátricas, cirurgias ambulatoriais e atendimentos de saúde da família em geral, incluindo diversas especialidades. Também são realizados atendimentos por teleconsulta em parceria com as CIS (Clínicas Integradas de Saúde), da Inspirali, e a utilização de um Prontlife (Prontuário Eletrônico do Paciente), que atua na captação, armazenamento e gestão de dados para interoperabilidade de informações com o e-SUS.
São 30 estudantes das escolas AGES Jacobina (BA), AGES Irecê (BA), UNIFG Guanambi (BA), FASEH (MG), UAM Piracicaba (SP), UAM São José dos Campos (SP) e UNISUL Tubarão (SC) que embarcam junto à equipe de especialistas no Navio Hospital Escola Abaré, da UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará), instruídos por 8 professores e preceptores das escolas Inspirali, incluindo dois médicos egressos dos cursos de medicina do ecossistema, veteranos da Missão Amazônia, que retornam para orientar os estudantes.
“Com a Missão Amazônia, temos a oportunidade de proporcionar atendimento a estas comunidades que, por questões geográficas, têm dificuldades a assistência médica especializada. Além disso, levarmos nossos estudantes para esta experiência em que atuam, de forma consciente e supervisionada, em uma realidade totalmente diferente daquela que vivenciam em suas universidades é realmente uma verdadeira aula de comprometimento e humanização na profissão”, destaca Rodrigo Dias Nunes, diretor médico da regional sul da Inspirali.
Os moradores das comunidades também receberão aulas de educação em saúde, onde os alunos de medicina ensinam as crianças princípios básicos de higiene, como lavar as mãos, escovar os dentes, e alguns ensinamentos sobre primeiros socorros.
Balanço

Nas últimas sete edições da Missão Amazônia, de acordo com dados registrados no Prontlife, já foram realizados 4893 atendimentos, sendo 4790 individuais e 103 coletivos. Dos atendimentos individuais, 40% foram de mulheres. Dos 3977 pacientes que informaram a data de nascimento, 1440 estão na faixa entre 0 e 19 anos; 980 na faixa de 20 e 39 anos; 944 na faixa de 40 e 59 anos e 613 com mais de 60 anos. Dos 3795 pacientes com registro de CID, as principais doenças ou condições avaliadas foram: dor (1733 pacientes), febre (832 pacientes), hipertensão (729 pacientes), diabetes (543 pacientes) e prurido (530 pacientes).

Considerando somente as duas missões já realizadas no primeiro semestre de 2024, foram atendidos 2550 pacientes, sendo 37% mulheres, 61% homens e 2% não informado.
Navio Hospital Escola Abaré

O navio-hospital Abaré, que leva a expedição, pertence à UFOPA e possui estrutura para atendimento clínico e odontológico. São quatro consultórios, sala para pequenas cirurgias e estrutura de laboratório para análises clínicas e radiografias, além de acomodações para os integrantes da Missão. A embarcação, de baixo calado, é própria para navegar em rios mais rasos, o que lhe permite chegar a mais comunidades e será utilizada em todas as expedições do projeto. Ao todo, a embarcação acomoda 55 pessoas, entre passageiros e tripulação.

Fonte: Ascom NHEA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/08/2024/06:35:10

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