Força Nacional combaterá incêndios em Novo Progresso, no Pará e mais cinco estados

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou, nesta quarta-feira (18) o uso da Força Nacional de Segurança Pública em municípios dos estados do Amazonas, do Pará, de Rondônia, do Mato Grosso, de Roraima e do Acre para atuar no combate a incêndios florestais, por 90 dias.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O texto explica que os profissionais da Força Nacional vão trabalhar em articulação com os órgãos de segurança pública e defesa social destes seis estados e da União, bem como com os órgãos e entidades públicas responsáveis pela proteção do meio ambiente, nestas localidades.

Especificamente, os efetivos de polícia judiciária e de polícia técnico-científica da Força Nacional de Segurança Pública atuarão em apoio às polícias civis dos estados e à Polícia Federal na investigação e combate das causas de surgimento de incêndios por ação humana.

Os municípios que contarão com o emprego da Força Nacional são:
· Amazonas: Apuí, Boca do Acre, Humaitá, Lábrea, Manicoré e Novo Aripuanã;
· Pará: Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu;
· Rondônia: Candeias do Jamari, Nova Mamoré e Porto Velho;
· Mato Grosso: Aripuanã, Colniza e Nova Maringá;
· Roraima: Caracaraí;
· Acre: Feijó.

A quantidade de agentes ainda será definida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/05:54:13

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Ação integrada recupera lancha escolar furtada na zona rural de Óbidos, no Baixo Amazonas

(Foto: Divulgação/PMPA) – Uma ação integrada empenhada pela equipe de agentes da Base Fluvial Candiru e da 29ª Companhia Independente de Polícia Militar, na manhã desta terça-feira, 17, identificou e recuperou na Ilha Santa Rita, uma lancha escolar municipal furtada por volta de 21h da última segunda-feira, 16, na comunidade Parú, zona rural do município de Óbidos, no Baixo Amazonas.

Após serem acionados por funcionários da gestão municipal, responsáveis pela lancha furtada, os agentes de segurança pública iniciaram as buscas pelos suspeitos e embarcação por volta de 7h da manhã de hoje, tendo êxito na localização e recuperação da lancha que havia tido o motor retirado e estava a deriva na Ilha de Santa Rita.

“Em menos 24h após o furto e com aproximadamente 3 horas de patrulhamento em busca dos suspeitos e da embarcação, conseguimos recuperar o equipamento furtado, demonstrando, mais uma vez, a agilidade e prontidão das equipes de segurança que atuam na região, assim como a importância dos investimentos que têm sido feito, como a aquisição de lanchas, inclusive blindadas, como a que foi usada na ação, além da entrega da Base Candiru e a qualificação dos agentes para melhor servir a população, garantindo o combate aos crimes e a paz social”, afirmou o titular da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado.

A lancha foi rebocada para a sede do município de Óbidos para procedimentos cabíveis. Enquanto que, as equipes de policiais seguem nas buscas para localizar os responsáveis pelo crime.

Reforço fluvial no Baixo Amazonas – Na última sexta-feira, 13, a região do Baixo Amazonas foi contemplada com investimentos estratégicos para fortalecer as ações de segurança nos rios, com a entrega da Base Fluvial Integrada Candiru e duas novas lanchas, sendo uma blindada de 600 HP de potência que auxiliará nas ações da Base e uma Eat de 350HP que está a disposição da Polícia Militar. Os equipamentos avaliados em mais de R$10 milhões, já estão fortalecendo as ações na região e contribuindo para o combate à criminalidade.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/2024/07:10:20

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Vazante 2024: Grupo Atem inicia operações especiais em Itacoatiara, no Amazonas

Foto: Divulgação | Plano de contingência inclui aumento de 75% na frota de embarcações, que vão receber derivados de petróleo dos navios impedidos de navegar em águas rasas

O Grupo Atem montou um plano para realizar o abastecimento de combustíveis durante a seca dos rios no Amazonas. Entre as ações estão o aumento na frota de balsas, reforço dos estoques, antecipação do cronograma de distribuição de combustíveis e uma operação logística especial em Itacoatiara – iniciada dia 9 – para garantir a chegada de produtos à refinaria, em Manaus, que abastece as distribuidoras da região.

O aumento de 75% na frota de balsas foi uma dessas medidas. Durante a vazante, as cargas, normalmente transportadas por navios, são transferidas para balsas, que conseguem navegar em águas rasas. Um reforço importante foi a aquisição da balsa Lumpsum. Com capacidade para 12 milhões de litros, ela transporta o volume de três balsas convencionais. Além da aquisição de balsas menores, com até 2 milhões de litros, para navegar em trechos com calado ainda mais raso.

A Atem também reforçou os estoques de combustíveis nas bases de Manaus, Porto Velho (RO), Miritituba e Santarém (PA) e antecipou a distribuição de produtos aos clientes.

Durante a vazante, a atuação do Grupo se dá em duas frentes logísticas essenciais. A primeira é para garantir a chegada de produtos à refinaria, que abastece as distribuidoras da região. Esta operação ocorre em Itacoatiara (AM), a 250 quilômetros de Manaus, onde o nível do rio Amazonas permite o fundeio dos navios com cargas de até 60 milhões de litros de combustível. As cargas são transferidas, em operações chamadas ship-to-barge, para balsas com capacidade média de 4 milhões de litros/cada.

O primeiro ship-to-barge foi realizado semana passada e envolveu o uso de 4 balsas, que transportaram milhões de litros de combustível de um navio até a Refinaria da Amazônia (Ream).

Até o momento, as balsas conseguem navegar com segurança pela região de pedras da Costa do Tabocal, situada entre Itacoatiara e Manaus, e levar os derivados de petróleo até os tanques da refinaria.

A outra frente de atuação é na distribuição de combustíveis aos municípios do interior. “As previsões apontam que a vazante de 2024 trará desafios imensos. De nossa parte, fizemos toda a preparação possível para enfrentar esse período crítico”, afirma Guilherme Santana, diretor executivo da Atem.

Em 2023, durante a seca, o atendimento aos clientes envolveu 20 navios, 60 balsas e movimentou 511 milhões de litros de produtos – de forma que não houve desabastecimento de derivados de petróleo durante o período.

Sobre a Atem

O Grupo Atem, com 29 anos de fundação, é composto por diversas empresas no ramo de combustíveis, logística rodoviária e fluvial, construção naval e refino de petróleo, entre outras, e está presente em 13 estados do Brasil. A Atem Distribuidora atende a cerca de 400 postos bandeirados, 17 bases de distribuição e milhares de clientes ativos, além de capacidade de movimentação de 9 bilhões de litros de combustíveis por ano.

Fonte: Três Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/2024/16:56:41

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Consulta pública é realizada para criação da Unidade de Conservação Árvores Gigantes da Amazônia

Foto: Ascom Ideflor-BioO Governo do Pará realizou uma Consulta Pública com a população do município de Almeirim, no oeste paraense. O tema da consulta foi a transformação de parte da Floresta Estadual (Flota) Paru em uma nova Unidade de Conservação (UC) de Proteção Integral, destinada à conservação das Árvores Gigantes da Amazônia. A iniciativa, que aconteceu na semana passada, é liderada pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) e conta com o apoio do Instituto Federal do Amapá (Ifap), da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e financiamento do Andes Amazon Fund.

Na última segunda-feira (9), equipes do órgão ambiental do Governo do Pará e da FAS realizaram uma série de visitas a instituições de ensino, entidades religiosas e órgãos públicos, incluindo o Conselho Tutelar, a Agência Distrital, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Pará e a Justiça do Trabalho. O objetivo foi garantir a ampla participação da sociedade na Consulta Pública, que ocorreu no dia 11 de setembro, de 8h às 13h, na GR Eventos, no distrito de Monte Dourado.

De acordo com o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a participação e envolvimento da comunidade local é uma etapa essencial para a criação da nova UC. “A proteção das Árvores Gigantes da Amazônia é um compromisso com as futuras gerações. Estamos falando de exemplares únicos, como o Angelim vermelho (Dinizia excelsa Ducke), com alturas acima de 70 metros, incluindo a árvore mais alta da América Latina, com 88,5 metros. Portanto, a Consulta Pública é uma oportunidade para que todas as pessoas se envolvam na preservação desse patrimônio natural inestimável”, frisou.

O superintendente de Inovação e Desenvolvimento Institucional da FAS, Victor Salviati, destaca que “essa Consulta Pública foi muito relevante para o estado do Pará, para a Amazônia e para o planeta. Estamos falando do fortalecimento da proteção da biodiversidade amazônica. A FAS agradece a parceria e cumplicidade das organizações envolvidas no projeto e das pessoas dos territórios das árvores gigantes que possibilitaram a realização dos levantamentos (físicos e biológicos) em tempo recorde, e com que esses resultados chegassem para a discussão com a sociedade”.

Conservação – A proposta de recategorização da Flota do Paru visa garantir a proteção integral dessas árvores monumentais, que desempenham um papel importante na manutenção do bioma amazônico. “Essas árvores não são apenas as maiores da Amazônia, mas também estão entre as maiores do mundo. Sua preservação é fundamental para a conservação da biodiversidade e para o equilíbrio climático global”, afirmou o diretor de Gestão da Biodiversidade do Ideflor-Bio, Crisomar Lobato.

A Consulta Pública é uma exigência legal prevista pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), estabelecida pelo Decreto Federal nº 4.340/2002. A medida visa assegurar que a população local, ambientalistas, pesquisadores, estudantes, profissionais liberais, empresários, servidores públicos e organizações da sociedade civil sejam informados e possam manifestar suas opiniões sobre a proposta de criação da nova UC.

Benefícios – Além de garantir a conservação das Árvores Gigantes da Amazônia, a nova UC trará benefícios para a população do distrito de Monte Dourado e, consequentemente, para o município de Almeirim como um todo. A criação da área protegida impulsionará o ecoturismo, gerando novas oportunidades para empreendimentos locais, como agências de turismo, hotéis, pousadas e restaurantes, além de beneficiar instituições de ensino e pesquisa.

A gestão da futura UC ficará a cargo da Diretoria de Gestão e Monitoramento de Unidades de Conservação (DGMUC) do Ideflor-Bio, com o apoio de um Conselho Gestor, composto por representantes da sociedade civil, órgãos públicos e entidades de ensino e pesquisa. “A criação desta nova UC será um marco na proteção do patrimônio natural do Pará e uma demonstração do compromisso do Estado com a preservação da Amazônia”, concluiu Nilson Pinto.

Sobre o IDEFLOR-BIO

Com sede em Belém (PA), mas com circunscrição em todo o estado, o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (IDEFLOR-Bio) é uma entidade de direito público, constituída sob a forma de autarquia, com autonomia técnica, administrativa e financeira. O Instituto busca exercer a gestão das florestas públicas visando a produção sustentável e a preservação da biodiversidade, incluindo entre suas funções a gestão da política estadual para produção e desenvolvimento da cadeia florestal; e a execução das políticas de preservação, conservação e uso sustentável da biodiversidade, da fauna e da flora terrestres e aquáticas no estado.

Sobre o IFAP

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap) é uma instituição de ensino superior e técnico brasileira, sediada no estado do Amapá. O instituto foi criado mediante a transformação da Escola Técnica Federal do Amapá. Sua reitoria está sediada em Macapá. Atualmente, possui campus nos municípios de Macapá, Santana, Laranjal do Jari, Oiapoque, Porto Grande e um centro EAD em Pedra Branca do Amapari.

Sobre a FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia. Sua missão é contribuir para a conservação do bioma, para a melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia e valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade. Com 16 anos de atuação, a instituição tem números de destaque, como o aumento de 202% na renda média de milhares famílias beneficiadas e a queda de 39% no desmatamento em áreas atendidas.

Sobre o Andes Amazon Fund

O Fundo Andes Amazônia (Andes Amazon Fund) protege paisagens naturais com biodiversidade rica ou única nas regiões dos Andes e da Amazônia. A organização apoia a criação e a expansão de áreas protegidas e o reconhecimento legal de terras indígenas com uma abordagem integrada em que a natureza e os povos locais possam florescer. Entre as principais atividades da organização, está o apoio à expansão do conjunto de áreas protegidas em nível nacional, regional e local; e melhorar o gerenciamento dessas terras com o fornecimento de recursos financeiros.

Fonte: UP Comunicação  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/2024/17:03:21

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UFPA e Norte Energia desenvolvem o primeiro barco elétrico e sustentável da Amazônia

Projeto de mobilidade urbana, incluindo dois ônibus elétricos, tem capacidade de evitar o despejo de 161 toneladas de CO₂ na atmosfera e transportar 2 mil pessoas por dia.

Uma alternativa sustentável e acessível para descarbonizar o transporte fluvial na região amazônica foi apresentada nesta terça-feira (17), em Belém, no Pará. Trata-se do Poraquê, um catamarã totalmente elétrico, movido a energia limpa e renovável, resultado de um projeto da Norte Energia, concessionária da Usina Hidrelétrica Belo Monte, em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA). O nome Poraquê é uma alusão ao peixe elétrico, característico dos rios amazônicos.

A escolha do projeto pela Norte Energia se explica porque a maior bacia hidrográfica do mundo está localizada na Amazônia. Nessa região, os barcos representam o principal meio de transporte da população, especialmente nas comunidades ribeirinhas. No entanto, essas embarcações ainda dependem de combustíveis fósseis, como o diesel, despejando toneladas de CO₂ na atmosfera, e comprometendo boa parte da renda dessas famílias, pelo alto custo.

“Ao financiar o projeto, fomentamos o desenvolvimento científico na região e colocamos à disposição de toda a população alternativas de eficiência e gestão energética. Além disso, esse trabalho que tanto nos orgulha, conversa diretamente com os objetivos da COP 30”, ressalta Andréia Antloga, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Norte Energia.

Norte

A viagem inaugural do Poraquê ocorreu nas águas do Rio Guamá, que banha o campus da UFPA, e reuniu professores e estudantes. O barco integra o SIMA (Sistema Inteligente Multimodal da Amazônia), composto por dois ônibus elétricos, que já circulam no campus da universidade. Juntos, os dois modais transportarão 2 mil pessoas por dia e a previsão é que deixem de despejar, 161 toneladas de CO₂ na atmosfera por ano, o que equivale a 30 carros populares circulando em um ano. Somente o catamarã vai impedir a emissão, por ano, de 100 toneladas de gases de efeito estufa.

Norte1

O barco é movido à energia solar fotovoltaica e traz como inovação a utilização de dois motores elétricos de 12 KW cada (correspondente a um motor de combustão de 20hp), três conjuntos de baterias com capacidade para armazenar 47 kW e 22 placas fotovoltaicas instaladas na cobertura da embarcação. A embarcação possui 12m de comprimento, 6m de largura e 72cm de calado (parte que fica na linha d’água). Tem ainda uma autonomia de 8h, sem a necessidade de receber carga.

Para que seja um projeto sustentável, um posto de recarga foi instalado no píer do campus e utilizará a energia elétrica produzida pelas duas miniusinas, construídas na universidade.
O estudo para desenvolver o SIMA começou em 2019, envolveu cerca de 30 pesquisadores, professores e alunos da UFPA e faz parte de um projeto e Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) da Norte Energia, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O projeto estrutural do casco, em alumínio naval, precisou considerar o peso adicional do sistema de baterias e motores elétricos, além de sua aplicabilidade nos rios amazônicos. Isso porque o barco pesa 7 toneladas, sendo uma tonelada somente de baterias.

“Este barco é o resultado de uma parceria da UFPA com a Norte Energia, e para nós, enquanto universidade, ele é também um laboratório, já que é o primeiro barco elétrico do nosso estado. Para uma instituição que produz ciência, com a UFPA, esses equipamentos são uma conquista para a sociedade. Nossa expectativa é que esse projeto estimule o desenvolvimento de novos veículos, e que em pouco tempo de 10% a 20% dos barcos da nossa região passem a ser movidos por energia limpa”, afirma o vice-reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva.

Responsável por liderar o projeto pela instituição, o professor Emannuel Loureiro, pesquisador e Diretor da Faculdade de Engenharia Naval da UFPA, ressalta os desafios de construir o Poraquê. “O maior desafio foi encontrar tecnologias disponíveis no mercado que conversassem entre si e atendessem a algumas premissas, como o peso da embarcação, autonomia, velocidade e capacidade de transporte. O barco conta também com centro de comando para o gerenciamento da energia fornecida pelas baterias e pelo sistema fotovoltaico aos motores elétricos, conforme a potência demandada para a locomoção da embarcação”, explica.

Norte2

O Poraquê tem capacidade para transportar 25 passageiros e dois tripulantes e conta com espaço para cadeirantes, com plataformas de acesso nos três pontos de embarque e desembarque. A expectativa é que a embarcação atenda mil passageiros por dia, entre estudantes, funcionários da universidade e pessoas que utilizam os serviços da instituição.

A previsão é que navegue por 750 metros do Rio Guamá, em um percurso com três paradas: no edifício Mirante do Rio, nos restaurantes universitários e no setor de saúde da UFPA. A travessia irá durar 15 minutos e, ao final do dia, o barco terá percorrido 40 Km, a uma velocidade média de 13 Km/h.

Mobilidade elétrica urbana na Amazônia

Além de circular dentro do campus da UFPA, atualmente, os dois ônibus elétricos transportam professores e estudantes da capital ao campus Castanhal, formando o primeiro corredor verde da Amazônia. A bateria dos coletivos é carregada em estações de recarga elétrica instaladas nos dois campos.
O SIMA também inclui o aplicativo Norte Rotas, em que o usuário tem informações em tempo real para planejar seu deslocamento de ônibus ou de barco.  O projeto contemplou, ainda, a implantação de um sistema fotovoltaico no edifício Mirante do Rio, para atender parte da demanda de energia do prédio, buscando autossuficiência ao configurá-lo como um Edifício “Zero Energy”.

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Fonte:Assessoria de Imprensa/Norte Energia –  Fotos/Suellem Mendes e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2024/17:25:23

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Seca severa na Amazônia dificulta transporte de mercadorias e afeta vida de moradores

Foto: Reprodução | “Colocamos o barco aqui e quando foi no outro dia, o barco amanheceu já em terra”, relatou um pescador.

As secas severas na região da floresta amazônica brasileira estão impactando drasticamente a vida dos moradores, dificultando a mobilidade devido aos níveis recordes de baixa em trechos do rio Amazonas. Em Manacapuru, próxima à capital do Amazonas, Manaus, a seca comprometeu a navegação no rio Solimões, que se torna o rio Amazonas logo abaixo e é essencial para o transporte de mercadorias que entram e saem da cidade.

Barcos encalhados em bancos de areia se tornaram comuns, prejudicando o transporte de produtos locais como peixes, bananas e mandioca, além de interromper a logística para trazer itens essenciais como alimentos e água. “Colocamos o barco aqui e, no outro dia, ele amanheceu em terra. Não tivemos condições de tirá-lo”, relatou o pescador Josué Oliveira.

Francisco da Silva, também pescador, descreveu a situação como crítica, observando que a água começou a ficar verde, um indicativo de que logo poderá se tornar insegura para consumo. “Nós vamos beber mesmo assim”, disse, acrescentando que, com o rio secando, não será mais possível obter suprimentos de outras regiões: “Nada vai passar”.

Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta Precoce de Desastres Naturais (Cemaden), esta é a seca mais intensa e generalizada registrada no Brasil desde o início dos registros, em 1950. Uma estação chuvosa fraca na região centro-norte agravou o cenário, exacerbada pelo aumento das temperaturas atmosféricas e pelas mudanças no uso da terra, que substituíram florestas por pastagens.

No domingo, o Supremo Tribunal Federal autorizou o governo federal a abrir crédito extraordinário para atender às necessidades causadas pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal, sem que os recursos sejam limitados pelo arcabouço fiscal ou considerados no cálculo das metas fiscais deste ano.

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Fonte: CNN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/2024/15:15:54

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Comunidades amazônicas são beneficiadas com sistema de energia solar que fortalece empreendedorismo sustentável

Foto: Bruna Martins – FAS | Mais de 530 famílias serão beneficiadas com o novo sistema de energia solar instalado na comunidade Bauana, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uacari, no município de Carauari (distante a 787 quilômetros de Manaus), interior do Amazonas. A iniciativa visa fortalecer o empreendedorismo sustentável, alinhado à bioeconomia, e melhorar os indicadores socioeconômicos da população regional.

A partir da instalação do sistema, será possível o funcionamento de duas miniusinas para produção de óleos de andiroba e murumuru, buriti, açaí, e outros produtos da bioeconomia amazônica. O sistema solar possui 80 painéis e 32 baterias de lítio. Além do Bauana, o sistema beneficiará outras 10 comunidades, entre a RDS Uacari e a Reserva de Extrativista (Resex) Médio Juruá. São elas: Santo Antônio, Vila Ramalho, São Raimundo, Bom Jesus, Imperatriz, Roque, Nova Esperança, Novo Horizonte, Pupuaí e Gumo do Facão.

O sistema de energia é fruto do projeto “Sempre Luz”, realizado entre a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e a multinacional brasileira UCB Power. Em 2021, a mesma iniciativa levou abastecimento para aproximadamente 130 pessoas da comunidade ribeirinha Santa Helena do Inglês, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Negro, no município de Iranduba (distante a 64 quilômetros de Manaus). O local sofria com constantes interrupções de energia e, após o projeto, passou a ter o fornecimento de eletricidade 24 horas.

“Para a minha comunidade principalmente, que reside dentro da unidade de conservação, a instalação de uma usina de beneficiamento de óleos vegetais pode representar não apenas uma fonte de renda adicional, mas também uma oportunidade de promover a sustentabilidade socioeconômica e ambiental. Essa usina oferece benefícios significativos para todas as famílias locais”, destaca o extrativista Caio Gondim do Carmo, comunitário do Bauana.

O superintendente geral da FAS, Virgilio Viana, explica que o sistema vai dar suporte aos laboratórios de empreendedorismo local.

“Nós temos não apenas um conjunto de placas solares, mas também todos os equipamentos que permitem funcionar uma mini-usina de processamento dos frutos da bioeconomia, em um campus de inovação, educação e diversas outras atividades [RDS Uacari e RESEX Médio Juruá]”, enfatiza.

O fornecimento elétrico ainda irá facilitar o acesso à educação, pesquisa, telessaúde e outras atividades via internet. Viana avalia que o sistema é uma grande oportunidade para o desenvolvimento sustentável local.

“Toda a riqueza natural tem que ser transformada em produtos de valor agregado nas próprias comunidades, pois vai permitir que os jovens deixem de olhar para as grandes cidades como única rota de prosperidade pessoal. Esse exemplo pode ser replicado em toda a Amazônia, e o que nós defendemos são pólos de desenvolvimento sustentável, como é o caso da comunidade Bauana. Eles criam esperança por uma Amazônia próspera, com melhores indicadores socioeconômicos e a floresta em pé”, finaliza.

“Temos uma história de sucesso no desenvolvimento de projetos de armazenamento de energia em comunidades da Amazônia, em parceria com a FAS. Estamos muito orgulhosos em apoiar mais essa iniciativa”, afirma George Fernandes, CEO da UCB Power.

Sobre a FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia. Sua missão é contribuir para a conservação do bioma, para a melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia e valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade. Com 16 anos de atuação, a instituição tem números de destaque, como o aumento de 202% na renda média de milhares famílias beneficiadas e a queda de 39% no desmatamento em áreas atendidas.

Sobre a UCB Power

A UCB Power é uma das principais marcas de soluções de armazenamento de energia no Brasil e na América Latina. Com mais de 50 anos de atuação no mercado, a empresa alia vasta experiência em manufatura de eletrônicos e agilidade operacional. A UCB Power fornece baterias estacionárias, baterias portáteis para celulares e laptops, baterias para mobilidade elétrica, além de soluções de segurança antivandalismo. É a líder nacional em fornecimento de soluções de armazenamento de energia para comunidades remotas. A sede administrativa da UCB Power está localizada em São Paulo. No Brasil, a empresa possui plantas industriais em Manaus (AM) e Extrema (MG), além de um escritório em Porto Velho (RO). No exterior, conta com escritórios em Seul (Coreia do Sul), Shenzhen (China) e uma operação comercial em Marselha (França).

Signatária do Pacto Global da ONU, a UCB Power está entre as mil melhores empresas do País e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, conforme certificação do Great Place to Work (GPTW).

Fonte: Up Comunicação Inteligente e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/16:45:31

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Seca coloca em alerta geração de eletricidade na Amazônia

(Foto: Reprodução) – Brasília – A seca histórica que impacta a região amazônica e reduz o nível dos rios da região já mexe com o preço do óleo diesel que abastece as usinas de energia elétrica.

No Estado do Amazonas, onde 121 térmicas que geram eletricidade dependem da queima de óleo diesel e gás, é grande a pressão por aumento no preço deste insumo, devido às dificuldades de distribuição causadas pela estiagem.

Das 144 usinas que hoje estão em operação no Amazonas, 121 dependem do fornecimento desses combustíveis – principalmente do diesel – para operar.

Da potência total de 2.094 megawatts de energia gerada no Estado, 1.800 megawatts são obtidos via a queima de óleo, que é uma das fontes mais poluidoras de toda a matriz elétrica, só atrás do carvão mineral.

O cenário tem causado questionamentos entre donos de usinas do Estado e o principal fornecedor de diesel na região, a Atem Distribuidora de Petróleo. O Grupo Atem é dono de 47 balsas-tanque e 20 empurradores, com capacidade de armazenamento de 145 milhões de litros de combustível.

Responsável por abastecer usinas térmicas em 95% das comunidades do Amazonas, a Atem enviou cartas aos geradores da região, informando que terá de aumentar o preço de seu óleo, devido às dificuldades de transporte e acesso às plantas.

Quem paga a conta?

Nos cálculos apresentados a empresas como Amazonas Distribuidora, Powertech, Aggreko Energia, VP Flexgen e Oliveira Energia, donas da maior parte das usinas no Estado, a Atem apresenta cálculo que eleva o valor do diesel entre R$ 0,9 e R$ 0,15 por litro de combustível, dependendo da localização de cada planta. Só a Oliveira Energia, por exemplo, tem 42 usinas abastecidas pela Atem.

Em toda a região Norte, são gastos cerca de R$ 12 bilhões por ano para suprir o fornecimento de energia nos sistemas de geração isolados, regiões que não estão conectadas à rede interligada nacional e precisam da eletricidade das térmicas.

Esse montante é pago pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargo incluído na conta de luz de todos os consumidores do país. Ocorre que os valores relacionados ao transporte de combustível já estão quantificados.

A Powertech reagiu à cobrança extra e, por meio de seu escritório de advocacia, e acionou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), acusando a fornecedora Atem de querer impor um custo extra às suas operações que não consta em contrato.

“Esta tentativa unilateral de aumentar o preço do combustível representa grave subversão às disposições do contrato particular de fornecimento de combustível, celebrado entre as partes, representando, ainda, risco de atendimento ao próprio sistema isolado [de distribuição de energia], que possui peculiaridades sensíveis e específicas que lhes são inerentes”, afirmou a Powertech.

Seca histórica

A Atem afirma que o aumento é resultado da seca que atinge a região. Em muitas localidades, o transporte fluvial é a única alternativa existente, inclusive para o diesel.

Devido às áreas mais rasas que se espalham nos rios, como se vê no Rio Madeira, que enfrenta sua pior seca desde que passou a ser monitorado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), em 1967, a empresa alega que precisa recorrer ao aluguel de balsas adicionais, de menor porte, capazes de navegar durante a seca severa.

“Será necessário o posicionamento de balsas adicionais durante este período para realizar entregas com segurança”, afirma a companhia, em carta enviada para a empresa Powertech.

“A Atem se vê obrigada a repassar os custos decorrentes da implementação do plano de emergência a seus clientes, incluindo a contratante, pois o incremento de custos aqui descrito é causado pela verificação de riscos que não devem ser alocados para a Atem e faz com que o contrato de fornecimento se torne demasiadamente oneroso para esta.”

Já em comunicado à Aggreko, que tem plantas na região do Rio Negro, a Atem afirmou que cada “balsa-pulmão” que terá de contratar para chegar à região tem um custo previsto de R$ 50 mil por mês e que o posicionamento de balsas adicionais para entregar o óleo na região vai resultar em um acréscimo de R$ 0,15/litro no frete. O aumento, segundo a empresa, deve vigorar durante todo o período de estiagem, que acaba em novembro.

No fim de agosto, a Aneel analisou pedidos das usinas, que questionaram o aumento do preço de forma unilateral pela empresa e solicitaram reequilíbrio financeiro de seus contratos de compra e venda. A demanda ainda está sob análise pela agência reguladora.

Alerta

O reflexo financeiro da estiagem nos custos das usinas é apenas uma parte dos problemas causados pela seca. A Aneel passou a monitorar e a cobrar detalhes do nível de armazenamento de combustível de cada usina da região, para evitar riscos de apagão por falta de diesel.

“Em função da configuração de estiagem com forte intensidade observada na região Norte do país, cumpre alertar aos agentes responsáveis por centrais geradoras em operação nos Sistemas Isolados da região Norte quanto à necessidade de manutenção dos estoques de combustível e autonomia suficiente para atendimento às localidades envolvidas, antecipando seus pedidos de compra de combustível para aproveitar toda a capacidade de estocagem disponível nas usinas”, afirmou a agência, em comunicado enviado às 21 empresas que fornecem energia em áreas isoladas da Amazônia.

Ainda que a eventual dificuldade de navegabilidade em alguns rios possa resultar em aumento de custos de combustível, afirma a agência, isso não deve resultar em riscos para o atendimento da demanda de energia elétrica.

“A manutenção dos estoques de combustível e autonomia suficiente deve ser garantida, independente de eventual tratativa acerca de pleitos de acréscimo no preço do combustível que vêm sendo requeridos pelas empresas supridoras desse insumo”, afirma a Aneel.

Hidrelétricas desligadas

A seca extrema expõe não apenas a fragilidade do abastecimento de energia da região amazônica, como também a capacidade das principais hidrelétricas do país em prover geração em tempos de níveis mínimos recordes em seus reservatórios.

Exportadoras de energia para as demais regiões do país, as grandes hidrelétricas da Amazônia também estão com a maior parte de suas turbinas desligadas, devido à falta de água. Os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que, nesta primeira quinzena de setembro, a maior hidrelétrica do Brasil, Belo Monte, com seu potencial de 11.233 megawatts de energia, está produzindo apenas 330 megawatts por dia com suas barragens no Rio Xingu, menos de 3% de sua capacidade plena.

No Rio Madeira, a hidrelétrica está gerando 140 MW, quando seu potencial é de 3.750 MW. No mesmo rio, a usina de Santo Antônio tem produzido cerca de 250 MW diários, tendo capacidade plena de 3.568 MW, ou seja, menos de 10% do total.

Na última semana de agosto, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil) declarou situação de emergência nos 62 municípios amazonenses, por conta dos efeitos da estiagem. Até 29 de agosto, mais de 77 mil famílias já haviam sido afetadas pela estiagem no Estado. Cerca de 1,1 mil toneladas de alimentos para assistência humanitária foram distribuídas para municípios do interior.

De junho até o dia 10 de setembro, mais de 13 mil focos de incêndio foram combatidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, sendo 1.323 incêndios na capital e 11,6 mil no interior do Estado.

 

Fonte: André Borges e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2024/17:29:28

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Flávio Dino determina que estados do Pantanal e da Amazônia expliquem ações de combate a queimadas

Flávio Dino (Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF)

A determinação vale para dez estados em três regiões brasileiras

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou que os estados localizados nas regiões da Amazônia e do Pantanal sejam transparentes na divulgação de ações de combate às queimadas. A determinação vale para dez estados – sete da Região Norte (Amazonas, Acre, Amapá, Tocantins, Roraima, Rondônia e Pará), um do Nordeste e dois do Centro-Oeste (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). De acordo com a decisão, as explicações devem ocorrer em uma audiência pública marcada para o dia 19 deste mês, em Brasília (DF). A Amazônia Legal tem 5 milhões de quilômetros quadrados (km²), representa cerca de 60% do território brasileiro, e o Pantanal, com mais de 200 km² de vegetação, sendo 65% de sua área no estado de Mato Grosso do Sul e 35% no Mato Grosso.

De acordo com o STF, “os estados deverão responder, por exemplo, como cada um contabiliza os incêndios em 2023 e 2024”. “Deverão informar, ainda, se houve mobilização e articulação com os municípios para implementar ações de combate aos incêndios e discriminar as ações implementadas e o órgão estadual que centraliza a articulação”, continuou.

“Entre as informações pedidas pelo ministro está também o efetivo empregado por órgão (Polícia Militar, Bombeiros, agentes ambientais) para o combate direto aos incêndios nos dias 30/7 e 30/8”.

Na semana passada, o ministro do STF deu prazo de 15 dias para que o Ministério da Defesa, do Meio Ambiente e da Justiça informem quais ações estão sendo feitas para conter a destruição destes biomas.

A audiência no dia 19 terá participação do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e coordenador do Observatório do Clima do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Herman Benjamin, e de representantes das Procuradoria-Geral da República (PGR) e dos partidos autores das ações – Rede Sustentabilidade (ADPF 743), Partido dos Trabalhadores (ADPF 746) e Partido Socialismo e Liberdade (ADPF 857).

 

Fonte: Partilhas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/15:19:07

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Novo Progresso,São Félix do Xingu e Altamira no Ranking das Cidades com mais incêndios com “fama” de garimpo ilegal e desmatamento

Novo Progresso,São Félix do Xingu e Altamira no Ranking das Cidades com mais incêndios com “fama” de garimpo ilegal e desmatamento-  (Foto:Reprodução)

Cidades com mais incêndios têm “fama” de garimpo ilegal e desmatamento

As cidades que mais registraram incêndios nos últimos meses, no Brasil, são locais conhecidos pelo descaso ambiental e alvos recorrentes de operações contra o garimpo ilegal, grilagem de terras, desmatamento e invasões de territórios indígenas.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 1º de julho e 11 de setembro, período marcado pela elevação contínua dos registros de pontos de calor no país, as 20 primeiras colocadas foram responsáveis por mais de 44,5 mil incêndios.

Nas três primeiras posições, estão as seguintes cidades do Pará: São Félix do Xingu, com 5.146 registros de incêndio; Altamira, com 4.421; e Novo Progresso, com 4.279. Todas elas são conhecidas por já figurarem em rankings de maiores desmatamentos e garimpos ilegais na Amazônia.

Incêndio em rodovia de Goiás- Divulgação/Corpo de Bombeiros de Goias
Incêndio em rodovia de Goiás-
Divulgação/Corpo de Bombeiros de Goias

Em São Félix do Xingu, é onde fica a terra da etnia Kayapó, o território indígena mais atingido hoje no Brasil por incêndios florestais. A área estende-se também à cidade de Ourilândia do Norte, outro município paraense com histórico de garimpo e que aparece entre os 20 municípios do país com mais queimadas, segundo o Inpe.

Leia Também>Queimadas mais do que dobram em 2024, segundo MapBiomas

*Novo Progresso, Altamira e São Félix do Xingu concentram 63% do total de focos de incêndios, nos dois primeiros dias de setembro

*Incêndio criminoso queima palhada de milho em fazenda de Novo Progresso

*Espécie de ave rara é avistada em via publica de Novo Progresso

*Alarmante: Imagens de satélite mostram que mancha de fogo encobre Novo Progresso e mais de 500 km de extensão da Amazônia
Os estados do Pará e do Amazonas dominam o ranking, com seis cidades cada. Em seguida, aparecem Mato Grosso do Sul, com três, Mato Grosso, com duas, Tocantins, Rondônia e Acre, com uma, cada. Confira abaixo:

Operações recentes da Polícia Federal

Um elemento comum à maioria das cidades desse ranking é a recorrência de operações policiais e de fiscalização contra crimes ambientais. Em julho deste ano, a Polícia Federal desencadeou a Operação Aurum Protection, em São Félix do Xingu.

Seis garimpos ilegais de ouro e de cassiterita foram localizados e fechados nos limites da terra indígena Apyterewa, que, assim como o território Kayapó, também aparece na lista dos 20 mais atingidos por incêndios, nos últimos meses, com 248 registros.

Um mês antes, em Altamira, a PF deflagrou a Operação Surtur, com o objetivo de combater um desmatamento criminoso de mais de 15 mil hectares na zona rural do povoado de Castelo dos Sonhos. Essa área corresponde a mais de 15 mil campos de futebol.

Esse é apenas um dos casos da cidade que já liderou o desmatamento na Amazônia Legal e que é alvo recorrente de operações de combate à grilagem de terras. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Novo Progresso, terceira colocada com mais incêndios nos últimos meses, Castelo dos Sonhos e em Sinop (MT).

Cidades do ouro ilegal entre as 20 mais

Entre as 20 cidades com mais registros de queimadas, segundo o Inpe, destacam-se, também, locais conhecidos pelo garimpo ilegal de ouro. Algumas delas, inclusive, foram citadas em reportagem recente do Metrópoles que revelou a existência de garimpeiros candidatos nas eleições deste ano.

Além de Ourilândia do Norte (PA), onde existem dois garimpeiros candidatos a vereador este ano, foram contabilizados 1.196 pontos de incêndio entre o início de julho e essa quarta-feira (11/9). Assim como as demais, a cidade é alvo recorrente de operações de combate ao garimpo ilegal.

Outra que aparece com milhares de registros de incêndio é Jacareacanga (PA), considerada hoje uma das capitais do ouro ilegal na Amazônia. Nos últimos meses, foram 1.197 pontos de queimadas identificados pelo Inpe no território do município.

A cidade fica na divisa com o Amazonas e às margens do Rio Tapajós. Nas eleições deste ano, ela aparece com sete garimpeiros candidatos, sendo um a prefeito, um a vice-prefeito e cinco a vereador.

Ao lado de Itaituba, outro município paraense com milhares de registros de incêndio e que é conhecida como a “capital da lavagem do ouro” no Brasil, Jacareacanga é uma das cidades com a maior área minerada do país. É nela, também, onde fica a terra indígena Munduruku, a 10ª mais atingida por incêndios florestais nos últimos meses.

Confira o ranking abaixo:

arte fogo

Fonte: Metropoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/2024/05:54:13

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