Alerta amarelo para chuva intensa e ventania em Novo Progresso e grande parte da região Norte

Alerta amarelo para chuva intensa e ventania em grande parte da região Norte – Fonte: INMET

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta amarelo para temporais neste sábado (28) até às 10h00 de doming (29), os riscos potenciais desse alerta são: chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos entre 40 a 60 km/h e queda de granizo.

Região Centro-Oeste

– Mato Grosso: Apiacás

Região Norte

– Roraima: Caracaraí, Iracema, Rorainópolis, São João da Baliza e São Luiz

– Rondônia: Alto Paraíso, Candeias do Jamari, Cujubim, Itapuã do Oeste, Machadinho D”Oeste e Porto Velho

– Pará: Altamira, Aveiro, Belterra, Faro, Itaituba, Jacareacanga, Juruti, Novo Progresso, Rurópolis, Santarém e Trairão

– Acre: Cruzeiro do Sul, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Tarauacá

– Amazonas: Alvarães, Amaturá, Anamã, Anori, Apuí, Atalaia do Norte, Autazes, Barcelos, Barreirinha, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Boca do Acre, Borba, Caapiranga, Canutama, Carauari, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Eirunepé, Envira, Fonte Boa, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Iranduba, Itacoatiara, Itamarati, Itapiranga, Japurá, Juruá, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Manicoré, Maraã, Maués, Nhamundá, Nova Olinda do Norte, Novo Airão, Novo Aripuanã, Parintins, Pauini, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Santa Isabel do Rio Negro, Santo Antônio do Içá, São Gabriel da Cachoeira, São Paulo de Olivença, São Sebastião do Uatumã, Silves, Tabatinga, Tapauá, Tefé, Tonantins, Uarini, Urucará e Urucurituba

Com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)

Classificação das cores dos alertas do INMET

Alerta Amarelo – Perigo Potencial: situação meteorológica potencialmente perigosa. Cuidado na prática de atividades sujeitas a riscos de caráter meteorológico. Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e não corra risco desnecessário.

Alerta Laranja Perigo: situação meteorológica perigosa. Mantenha-se muito vigilante e informe-se regularmente sobre as condições meteorológicas previstas. Inteire-se sobre os riscos que possam ser inevitáveis. Siga os conselhos das autoridades.

Alerta Vermelho – Grande Perigo: situação meteorológica de grande perigo. Estão previstos fenômenos meteorológicos de intensidade excepcional. Grande probabilidade de ocorrência de grandes danos e acidentes, com riscos para a integridade física ou mesmo à vida humana. Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e os possíveis riscos. Siga as instruções e conselhos das autoridades em todas as circunstâncias e prepare-se para medidas de emergência.

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/2024/05:54:13

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FAB intercepta avião que invadiu espaço aéreo brasileiro no Amazonas

FAB intercepta avião que invadiu espaço aéreo brasileiro no Amazonas — Foto: Divulgação/FAB

Militares deram tiros de advertência, mas foram ignorados pelos ocupantes do Cessna 210, sem matrícula; suspeitos fizeram um pouso de emergência e atearam fogo na aeronave.

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou na tarde desta quinta-feira uma aeronave que invadiu o espaço aéreo brasileiro no município amazonense de Humaitá, próximo à fronteira do país com o Peru. Os ocupantes do Cessna 210, sem matrícula, ignoraram as ordens dadas pelos militares e fizeram um pouso de emergência. Em seguida, eles atearam fogo no avião e fugiram às pressas do local.

De acordo com a FAB, a aeronave invadiu de forma clandestina o espaço aéreo brasileiro e foi identificada pelo radar do Sistema de Defesa Aérea Brasileiro (Sisdabra), por volta das 16h. Em seguida, o avião invasor foi perseguido por caças A-29 Super Tucano.

Os militares chegaram a executar medidas de policiamento do espaço aéreo e ordenar a mudança de rota. Também foram dados tiros de aviso. No entanto, a aeronave invasora, sem plano de voo, ignorou as ordens e não demonstrou “qualquer intenção de colaborar”.

“Demonstrando total desprezo pela lei, pouco antes de ser avisado que seria abatido, os criminosos adotaram manobras desesperadas com a aeronave e realizaram um pouso forçado nas proximidades de Humaitá (AM). Em solo, em razão de apagar rastros, incendiaram o avião e fugiram às pressas”, informou a FAB, em nota.

A força acrescentou que já conseguiu obter “informações importantes sobre a aeronave” invasora. O Major-Brigadeiro do Ar João Campos Ferreira Filho, Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), destacou por meio da assessoria de imprensa que a missão foi eficaz e demonstra a habilidade dos militares da FAB em receber e interpretar dados.

Fonte: O Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/2024/12:12:11

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Governo do Pará e ONU firmam acordo de conservação ambiental

Helder Barbalho e Inger Andersen, da ONU, firmam acordo para conservação ambiental | Foto: Thalmus Gama / Ag. Pará

A tratativa foi realizada, nesta quinta-feira (26), na sede da ONU, entre o governador Helder Barbalho e Inger Andersen, diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)

O governador do Pará, Helder Barbalho, e a diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen, firmaram nesta quinta-feira (26), em Nova Iorque (EUA), um memorando de entendimento (MoU) voltado para a promoção da ação climática e conservação florestal.

O ato ocorreu na sede da ONU, e marca um passo importante rumo à 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém em novembro de 2025.

“A parceria do Governo do Pará com as Nações Unidas e com o PNUMA é estratégica para que nós possamos avançar cada vez mais nas ações que fazem o estado do Pará ser hoje uma referência na agenda do mercado de carbono para o Brasil, para Amazônia e para o mundo”, disse Helder Barbalho.

Além disso, o governador destacou que os recursos provenientes dos créditos de carbono serão direcionados às comunidades que contribuem para a redução do desmatamento no estado, enfatizando a relevância do acordo.

“É um privilégio a compreensão da importância deste memorando de entendimento-MoU. Assim, ampliamos o acesso ao conhecimento do mercado de carbono, qualificando gestores do Estado e a sociedade na compreensão deste movimento que cria valor a floresta e gera oportunidades de desenvolvimento local”, completou Helder.

Durante a assinatura, Inger Andersen elogiou o governo do Pará por um marco histórico na comercialização de quase R$ 1 bilhão em créditos de carbono, além de garantir financiamento da Coalizão LEAF para apoiar a luta contra o desmatamento.

“É uma grande honra para nós assinarmos esse MoU porque em mais ou menos um ano o mundo inteiro estará em seu lindo Estado. Quero apresentar nossos parabéns por este grande negócio que vocês fecharam há dois dias. Faz 29 anos que o PNUMA está tentando traduzir esse valor que a gente sabe que a floresta em pé tem em um valor monetário que possa se converter para as populações locais. Espero que através deste acordo possamos aprender com vocês e contribuir. O Estado do Pará pode mostrar para o Brasil, Amazônia, e ao mundo a inovação que se pode construir. Temos grandes expectativas sobre esta parceria”, elogiou Inger Andersen.

O MoU estabelece uma parceria formal entre o PNUMA e o estado, visando desenvolver soluções climáticas sustentáveis, que envolvem financiamento climático, mercados de carbono, salvaguardas e biodiversidade. Com o respaldo do PNUMA, o Pará busca fortalecer suas iniciativas de conservação, servindo como modelo replicável na Amazônia e além.

Com 124 milhões de hectares, o Pará abriga 80% de sua área sob a Floresta Amazônica, incluindo 36 milhões de hectares protegidos e 24,2 milhões de hectares designados como terras indígenas. Apesar dos desafios impostos pela expansão agrícola e atividades ilegais, o governo estadual tem se empenhado em reverter a tendência de desmatamento desde 2019, por meio de iniciativas como o REDD+ e o “Plano Estadual Amazônia Agora”.

Esse plano, que visa promover o desenvolvimento sustentável, estabelece a meta de reduzir o desmatamento em 37% até 2030 e restaurar 5,4 milhões de hectares. Em 2023, o Pará já conseguiu uma redução de 36% nas taxas de desmatamento em relação ao ano anterior.

Além disso, na Semana do Clima de Nova York, o governo paraense firmou seu primeiro contrato comercial com a LEAF Coalition, prevendo a venda de 156 milhões de toneladas equivalentes de CO₂ em créditos de carbono até 2026, fruto das ações de redução do desmatamento nos últimos anos.

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/09/2024/08:38:17

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Empresas amazonenses “Atem” de petróleo e gás se destacam entre as maiores do País

(Fotos: Divulgação) – No ranking Valor 1000, Atem é a maior do segmento no Norte e Centro-Oeste e a 10º maior em receita líquida

A Atem Distribuidora alcançou posições de destaque na edição 2024 do ranking Valor 1000, publicado pelo jornal Valor Econômico e que lista, a cada ano, as mil maiores empresas do Brasil. De acordo com a publicação, a Atem é a maior empresa e de melhor desempenho no segmento de petróleo e gás no Norte e Centro-Oeste e a 10º maior do País, em receita líquida, do mesmo setor.

No ranking que considera empresas de todos os setores econômicos não-financeiros, a Atem figura na 6ª posição entre as maiores empresas das regiões Norte e Centro-Oeste e ocupa o 94º lugar entre as maiores empresas do Brasil no ranking elaborado pelo Valor Econômico.
 
“Esse desempenho é resultado de muito esforço e determinação da nossa equipe, em superar desafios, fazer a melhor entrega aos nossos clientes e enxergar novas oportunidades de negócios. Estamos expandindo nossa presença em mercados estratégicos e em outras regiões do país a partir de parcerias duradouras. Seguimos firmes no propósito de contribuir para a geração de empregos e o fortalecimento da economia nas regiões onde atuamos, especialmente na Amazônia, onde nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável é inabalável”, afirma o Diretor Executivo da Atem, Guilherme Santana.  

Primeira vez a figurar no ranking, a Refinaria da Amazônia (Ream), que também integra o grupo Atem, apareceu na 112ª posição entre as maiores empresas do ranking Valor 1000 e no 8º lugar entre as companhias de maior porte do Norte e Centro-Oeste.

Realizado há mais de 20 anos, o Valor 1000 é produzido pela equipe do jornal Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGVcef). O trabalho é feito a partir das informações contábeis e financeiras coletadas a partir de dados públicos ou fornecidos pelas empresas para avaliar diferentes aspectos dos negócios (receitas, despesas, margens, dívidas). O ranking apresenta resultados por região e por 27 setores de atividades não financeiras, como energia elétrica, agronegócio, educação, mineração e alimentos e bebidas.

Refinaria da Amazônia
Refinaria da Amazônia

Trajetória Atem

Criada em 2000 a partir da determinação de três irmãos amazonenses, a Atem é hoje a 6ª maior distribuidora do país em volume comercializado, a primeira no Amazonas e em Roraima, e a 3º na região Norte, pelos dados divulgados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. A distribuidora está hoje presente em 13 estados do país.

A empresa conta com 17 bases de distribuição, tem capacidade para  movimentar até 9 bilhões de litros de combustíveis por ano e atende a aproximadamente 400 postos revendedores bandeirados, além de fornecer insumos para unidades chamadas de “bandeira branca”. A distribuidora também entrega combustível para grandes clientes de áreas relevantes da economia, como indústria, agronegócio, mineração, usinas de energia, navegação, transporte rodoviário e revendedores retalhistas.

Em 2022 e 2024, a Atem foi eleita a marca do setor de combustíveis mais lembrada em Manaus, conforme a pesquisa Top Of Mind. Ainda este ano, recebeu o 1º lugar, em Goiás e Mato Grosso, na 37ª Convenção Nacional do Sindicato Nacional dos Transportadores, Revendedores, Retalhistas (TRR), premiação das melhores distribuidoras do país, assim como o destaque na região Norte e no Paraná.

A Atem também recebeu os prêmios de Segurança na Navegação Comercial da Capitania dos Portos, e de Transportes Aquaviários de Desempenho Ambiental da Agência Nacional (Antaq).

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/2024/05:54:13

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Produtores se preparam para o Chocolat Festival

O evento será realizado no Hangar | Divulgação

O evento reunirá mais de 800 produtores que além de apresentar e comercializar seus produtos aos visitantes.

O Festival Internacional do Chocolate e Cacau – Chocolat Amazônia- e Flor Pará 2024, que terá o Hangar como sede no período de 26 a 29 de setembro, será uma vitrine para divulgação dos produtos tanto para quem está mais recentemente no segmento quanto dos veteranos. A expectativa entre os agricultores é grande para participar do maior evento temático do setor na América Latina, que será realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau).

O evento reunirá mais de 800 produtores que além de apresentar e comercializar seus produtos aos visitantes, participarão do Fórum da Cacauicultura e rodadas de negócios que fazem parte da programação.

A empreendedora Fernanda Sahaba, da Bada Chocolate Finos da Amazônia, que há dois anos trabalha com chocolate e há seis cultiva cacau no município de Santa Bárbara do Pará, estará participando pela primeira vez com um estande para expor e comercializar os seus produtos. Na edição passada, conforme informou, participou do evento a convite da Universidade da Amazônia (Unama), da qual era aluna, para conhecer o espaço. Foi quando testemunhou, segundo lembrou, a grandiosidade do festival.

“Dessa vez estarei participando com o meu estande, e a nossa expectativa está nas alturas e a felicidade tomando conta do nosso coração, afinal, estamos falando do maior festival da América Latina do setor e como a gente anda pelos festivais afora, sabe que o Chocolat Amazônia atrai milhares de pessoas; esse festival sendo na nossa casa, a gente sendo paraense, aumenta na nossa responsabilidade”, frisou a empreendedora.

Em junho deste ano, ela já sentiu o gostinho do quanto existe uma gama de pessoas apaixonadas pelo cacau e seus derivados. “A gente está contando os dias, as horas e os segundos para começar essa grande festa e a nossa expectativa é a melhor possível para mostrar os melhores chocolates que a nossa terra tem”, afirmou.

Experiência

Do outro lado do Pará, mais precisamente na Região de Integração do Xingu, outra produtora de cacau orgânico também mostra expectativa para o evento. Jiovana Lunelli, empreendedora do município de Brasil Novo, ressaltou que o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau, além de ser uma oportunidade para expor o produto – em especial o cacau orgânico produzido por ela na Transamazônica – é uma oportunidade única, pois também oferece a chance ao público de degustá-lo.

“É importante por fazer conhecer esse produto tão importante que é produzido em 90% dos casos pelos agricultores familiares que têm uma oportunidade de expor os seus produtos; quando a gente consegue verticalizar a nossa produção, no caso específico do cacau, haja vista que é um festival do chocolate, a gente consegue agregar muito mais valor no nosso produto”, observou Lunelli.

Além de trazer na bagagem o cacau orgânico da Transamazônica e também produtos derivados da amêndoa, a produtora trará o conhecimento que adquiriu, sobretudo na prática do dia a dia. Ela participará do Fórum da Cacauicultura no dia 26 com a apresentação denominada de “Da Árvore à Barra de Chocolate em Agroflorestas Sustentáveis”.

Divulgação

O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, ressaltou que uma das finalidades do festival é difundir e trazer para Belém um público amplo que possa conhecer o cacau e o chocolate de origem, produzidos na Amazônia. Ressaltou que o cultivo excepcional em terras paraenses resulta em produtos com qualidade única e que cada vez mais são reconhecidos em premiações nacionais e internacionais.

“O cacau é um destaque que o Pará tem em nível nacional; nas viagens que temos a oportunidade de fazer, nós levamos amostras do que nós temos aqui de melhor, a gente quer atrair gente para investir aqui: seja na industrialização ou na produção”, disse o gestor.

O Chocolat Amazônia e Flor Pará 2024 será realizado em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e conta com o patrocínio da Federação de Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-Pará) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae).

Fonte: Lua Araújo – Extra e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2024/14:49:56

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Pará é o primeiro estado brasileiro em assinar acordo inédito e vende quase R$ 1 bilhão de créditos de carbono

John Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática Internacional(Foto: Thalmus Gama Ag. Pará) –

Pará assina acordo inédito e vende quase R$ 1 bilhão de créditos de carbono

Primeiro estado brasileiro a garantir financiamento da Coalizão LEAF, o Pará lidera a luta global contra o desmatamento e se prepara para a COP 30, consolidando sua posição na agenda climática internacional

Nesta terça-feira (24), o Estado do Pará assinou um acordo histórico ao vender quase R$ 1 bilhão em créditos de carbono e garantir financiamento da Coalizão LEAF para apoiar seus esforços de redução do desmatamento e se tornou o primeiro estado no Brasil e o primeiro estado subnacional do mundo a garantir isso.

Futura sede da COP 30 em 2025, o Pará (que tem 25% da Amazônia brasileira), celebrou o acordo com a Emergent, coordenadora da Coalizão LEAF, que prevê a compra de até 12 milhões de créditos de carbono florestal de alta integridade, gerados por reduções no desmatamento no Pará entre os anos de 2023 a 2026. Cada crédito representa uma tonelada métrica de reduções de emissões de carbono resultantes de cortes no desmatamento, e será comprado ao preço de US$ 15 por tonelada.

“Alcançar um preço de US$ 15 por tonelada, bem acima dos níveis atuais de mercado, demonstra a confiança dos compradores na eficácia de nossos esforços e na alta integridade dos créditos que estamos gerando. Nosso sistema jurisdicional REDD+ é baseado em um modelo robusto, ancorado em forte participação social. Nossa população, incluindo povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, não só é ouvida, mas trabalha em conjunto e compartilha os benefícios. Juntamente com outras políticas, nosso trabalho para combater o desmatamento já nos ajuda a construir uma economia próspera, sustentável e inclusiva para todos. Esperamos que o Pará, junto com Gana e Costa Rica, que também assinaram acordos com a LEAF, possa ser um exemplo para outros governos florestais – tanto na Amazônia quanto em outros territórios – seguirem, complementou o governador.

    “Ser o primeiro Estado brasileiro a assinar um acordo com a Coalizão LEAF é prova do sucesso de nossas políticas para combater o desmatamento e a transição para um modelo econômico mais sustentável e verde”, disse Helder Barbalho, governador do Pará.

O que é Coalizão LEAF

A Coalizão LEAF é uma iniciativa pública e privada internacional que inclui diversas grandes corporações e os governos da Noruega, Reino Unido, Estados Unidos e República da Coreia. Ela fornece financiamento para apoiar os governos florestais e as comunidades locais em seus esforços para reduzir o desmatamento e a degradação florestal.

Os compradores da Coalizão LEAF, incluindo Amazon, Bayer, BCG, Capgemini, H&M Group e Fundação Walmart, se comprometeram a comprar 5 milhões de créditos de reduções de emissões. O acordo também disponibilizará mais 7 milhões de créditos para compradores corporativos adicionais, com a Emergent antecipando uma forte demanda. O acordo é respaldado por garantias de compra dos governos da Noruega, Reino Unido e EUA, cobrindo uma porcentagem dos volumes de créditos.

O evento contou com a participação de John Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática Internacional; Puyr Tembé, secretária dos Povos Indígenas do Pará; Sally Fouts, líder global da Climate Pladge; Kerry McCarthy, subsecretária do Reino Unido para Segurança Energética e Net Zero; Tore Sandvik, Ministro do Meio Ambiente e Clima da Noruega; Juliana Santiago, vice-presidente da Emergent, coordenadora da Coalizão Leaf; e Eron Bloomgarden, CEO e fundador da Emergent.

John Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática InternacionalJohn Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática InternacionalFoto: Thalmus Gama Ag. ParáO contrato assinado é denominado Contrato de Compra e Venda de Reduções Certificadas de Emissão (ERPA, na sigla em inglês), um contrato de compra e venda futura de emissões reduzidas (conhecidos popularmente como créditos de carbono jurisdicionais). Esta captação de recursos se dá no âmbito do mercado voluntário. Os recursos serão utilizados, a partir de 2025, para financiar programas que visam reduzir ainda mais o desmatamento, além de apoiar o modo de vida dos povos tradicionais e o desenvolvimento sustentável. Esses programas compartilharão, equitativamente, os benefícios econômicos com os povos indígenas, quilombolas, comunidades extrativistas e agricultores familiares que estão na linha de frente na luta contra o desmatamento.

“Este é um dia histórico para a estratégia de financiamento climático global. No tempo das urgências climáticas, a efetivação do financiamento climático não tem acompanhado a urgência que vivemos. A cada dia e cada vez com maior incidência, passamos a viver um novo normal com as mudanças climáticas. O desafio das queimadas, destruindo a Amazônia, o cerrado… Chegar a Nova York, na semana do clima, trazendo a mensagem do estado do Pará, Estado que ao longo da sua história esteve forjado e incentivado ao uso do solo para práticas extrativas, de produção de alimentos e extração minerária. Naquela época, para se ter direito a terra, a crédito, obrigatoriamente, teria que destruir a floresta”, relembrou o governador Helder Barbalho.

Primeiro estado brasileiro a garantir financiamento da Coalizão LEAF, o Pará lidera a luta global contra o desmatamento e se prepara para a COP 30, consolidando sua posição na agenda climática internacional-Foto: Thalmus Gama Ag. Pará
Primeiro estado brasileiro a garantir financiamento da Coalizão LEAF, o Pará lidera a luta global contra o desmatamento e se prepara para a COP 30, consolidando sua posição na agenda climática internacional-Foto: Thalmus Gama Ag. Pará

“O Art Trees sinaliza que a redução das emissões no Pará projetam, até 2027, que possamos chegar a 390 milhões de toneladas já verificadas. Hoje, estamos fechando um acordo de 12 milhões de toneladas, que geram cerca de R$ 1 bilhão em receitas, que serão distribuídas entre as comunidades tradicionais, entre aqueles que colaboram com a preservação e para que o Estado continue com sua agenda de redução do desmatamento. Se projetarmos os 390 milhões de toneladas, nos estamos falando em R$ 35 bilhões, quase um ano do orçamento público geral do estado do Pará. Daqui para frente, a floresta amazônica passa a ter um novo olhar. Um olhar que possa gerar valor, que possa gerar emprego, renda e riquezas”, frisou o governador.

Luta do Pará contra o desmatamento da Amazônia

Como avanço na luta contra o desmatamento, em 2020, o governador Helder Barbalho implementou a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas, que estabelece o rumo para a transição do Estado para uma economia de baixo carbono, com a meta de emissões líquidas zero até 2036.

Em 2024, o Pará registrou uma redução de 42% nos alertas de desmatamento em comparação com o ano anterior, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Isso representa uma diminuição de 1.200 km² na área desmatada, a maior redução registrada em toda a Amazônia Legal e a maior desde 2020.

“O acordo com Pará demonstra a escalabilidade do modelo público-privado LEAF para mobilizar o financiamento urgentemente necessário para as florestas”, disse Eron Bloomgarden, CEO da Emergent. “A abordagem LEAF representa a melhor, e talvez a última, chance de interromper e reverter o desmatamento tropical até 2030, canalizando bilhões em financiamento climático para o sul global. Ela também garante a plena participação dos povos indígenas e comunidades locais no desenvolvimento de planos para compartilhar os benefícios de forma justa. Temos a ferramenta comprovada. Vamos usá-la”, explicou Eron Bloomgarden.

    Bloomgarden parabenizou o governador Helder Barbalho. “Um desafio crucial, agora, é aumentar a demanda, principalmente do setor privado. É por isso que estamos encantados que essas organizações se comprometeram com a LEAF. Nossas mais sinceras congratulações ao governador do Pará e toda sua equipe. Vamos tirar um momento para marcar nosso progresso e depois redobrar nossos esforços para alcançar mais acordos com governos florestais e trazer financiamento do setor público e privado na escala necessária.”, complementou.

O sistema REDD+ do Pará está sendo desenvolvido com a participação ativa de comunidades e beneficiários, que desempenham um papel ativo na redução do desmatamento, incluindo povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e agricultores familiares do Estado. O objetivo é garantir que os recursos da venda de créditos sejam distribuídos, de forma justa, conforme os arranjos de compartilhamento de benefícios acordados. Os recursos do acordo da Coalizão LEAF serão compartilhados de forma equitativa com esses grupos e outros interessados, a partir de 2025, após a conclusão do Sistema Jurisdicional REDD+ do Pará.

O financiamento do acordo LEAF também apoiará outros esforços liderados pelo governo para reduzir as emissões do desmatamento, incluindo o Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA) do Pará, que inclui iniciativas como o Plano Estadual de Bioeconomia, o Plano de Recuperação da Vegetação Nativa e o Programa de Pagamento por Serviços Ambientais.

Concita Sompré, indígena do território Mãe Maria, que conta com cerca de 2 mil nativos na região sudeste do Pará, acredita que o Pará está no caminho certo.

    “Eu, pessoalmente, parabenizo o nosso governador, porque ele está tendo a coragem e a audácia de implementar isso, sendo o primeiro a levar realmente essa discussão para os territórios, levando em consideração, também, a nossa percepção e a nossa participação. Isso é importante no processo. Estamos sendo ouvidos”, enfatizou a indígena.

Líder da Federação dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa), Concita pondera o desafio de discutir os benefícios dos créditos de carbono no Estado. “Hoje, a gente vai receber, por isso esse ainda é um desafio. Acredito que a gente consiga estabelecer esse diálogo. Enquanto Fepipa, a gente tem essa preocupação de estar junto, construindo e propondo de que forma esse recurso vai chegar para a coletividade. A essa preocupação de que esse benefício não venha trazer impactos, mas que ele venha trazer melhoria para a comunidade”, afirma.

Todos os créditos vendidos no escopo do acordo com o Pará atenderão ao Padrão de Excelência Ambiental Architecture for REDD+ Transactions (ART TREES), garantindo os mais altos níveis de integridade ambiental e salvaguardas sociais.

Os créditos REDD+ jurisdicionais representam reduções de emissões provenientes de programas em larga escala ao nível nacional ou subnacional. Juntamente com o rigoroso e independente padrão ART TREES, essa abordagem jurisdicional garante integridade aos créditos de carbono.

O acordo sucede os primeiros contratos LEAF com Costa Rica e Gana, anunciados na COP 28 em dezembro de 2023. A Emergent afirma que continuará a trabalhar na assinatura de acordos com governos florestais, incluindo Vietnã, o estado brasileiro do Acre, Nepal e Equador.

“As florestas tropicais não são apenas os melhores armazenadores naturais de carbono que temos, mas também um dos ecossistemas mais biodiversos existentes no planeta. Apoiar sua proteção é fundamental para enfrentar as crises climáticas e da natureza e constitui um elemento central de nossa estratégia”, disse Matthias Berninger, EVP de Assuntos Públicos, Sustentabilidade e Segurança da Bayer.

“Estamos encantados por fazer parte dessa ação coletiva inovadora com o Estado brasileiro do Pará liderada pela Coalizão LEAF e esperamos continuar apoiando outros países, suas comunidades florestais e povos indígenas na interrupção da perda florestal”, complementou Matthias Berninger.

“Estamos empolgados por sermos uma das primeiras empresas a apoiar a luta contra o desmatamento na Amazônia com a Coalizão LEAF e o acordo com o Pará, Brasil. No H&M Group, reconhecemos a profunda conexão entre a biodiversidade e o clima. É por isso que seguimos uma abordagem holística, trabalhando em direção aos nossos objetivos de alcançar emissões líquidas zero e contribuir para as metas globais de biodiversidade. Estamos comprometidos em fazer nossa parte na luta contra as mudanças climáticas e na proteção da natureza. A LEAF é um grande exemplo de inovação e colaboração escaláveis para o progresso. Proteger as florestas tropicais oferece uma das maiores oportunidades para reduzir emissões na próxima década, e estamos orgulhosos de fazer parte disso.” — Leyla Ertur, Diretora de Sustentabilidade do H&M Group.

Tore Sandvik, Ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, disse: “Estamos empolgados em ver que o Pará está acessando financiamento internacional de carbono e nos sentimos honrados em apoiar a jornada do Estado. Estamos impressionados com a determinação política do Pará em combater o desmatamento. Parabéns ao governador Barbalho e ao estado do Pará. É essencial mobilizar mais recursos privados para apoiar países e estados florestais em seus esforços para reduzir o desmatamento. O acesso ao financiamento internacional de carbono é um grande incentivo para proteger as florestas, e uma das muitas ferramentas no arsenal do Pará. É inspirador ver que o Pará está explorando uma série de opções, e esperamos que outros estados e países sejam inspirados a fazer o mesmo”.

Fred Krupp, Presidente do Environmental Defense Fund, organização não-governamental que atua na defesa do meio ambiente nos Estados Unidos, disse: “Se os créditos de carbono para reduções jurisdicionais no desmatamento funcionam para os povos da floresta e para as florestas, eles funcionarão para o mundo. É por isso que o primeiro acordo da Coalizão LEAF na Amazônia representa potencialmente um avanço nos esforços para conservar um dos maiores biomas florestais tropicais do mundo. Programas REDD+ jurisdicionais de alta integridade podem desbloquear financiamento em velocidade e escala, trazendo mais impulso para os esforços globais de interromper e reverter o desmatamento até 2030. A EDF espera continuar a trabalhar com organizações de povos indígenas, bem como com a Coalizão LEAF, para gerar impactos reais e duradouros”, finalizou.

Fonte: Por Igor Nascimento (SEMAS) e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/05:54:13

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Efetivo extra da Força Nacional chega à Amazônia Legal para combater incêndios

(Foto:Divulgação) –  Os 150 agentes destacados para cumprir decisão do STF já estão em operação. Agora, 268 bombeiros estão atuando na região

Os bombeiros atuam agora em 20 municípios, que concentram 85% dos focos de fogo registrados na Amazônia de janeiro a setembro de 2024

Os 150 bombeiros da Força Nacional, mobilizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para combater os incêndios florestais na Amazônia Legal, já chegaram aos locais e estão em operação. O envio foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, na última semana.

Os bombeiros atuam agora em 20 municípios, que concentram 85% dos focos de fogo registrados na Amazônia de janeiro a setembro de 2024, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A Força Nacional já estava presente em seis desses municípios: Apuí, Boca do Acre, Humaitá, Lábrea e Novo Aripuanã (no Amazonas) e Caracaraí (em Roraima).

Leia também:Novo Progresso entre as dez cidades que concentram 20% das queimadas que consomem o país

*Força Nacional combaterá incêndios em Novo Progresso, no Pará e mais cinco estados

Agora, os agentes que reforçam o trabalho chegaram ao Pará, nos municípios: Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu. Também foram destacados grupos para Mato Grosso, nas cidades de Aripuanã, Colniza e Nova Maringá. Em Rondônia, eles estão em Candeias do Jamari, Nova Mamoré e Porto Velho.

Além dessas localidades, a Força Nacional já atuava em Corumbá (MS) e Poconé (MT), em apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Somando os profissionais enviados em resposta à decisão do STF àqueles que já estavam em campo, são 268 bombeiros da Força Nacional envolvidos no combate aos incêndios florestais.

Além disso, 32 agentes de Polícia Judiciária foram destacados para auxiliar a Polícia Federal (PF) e as Polícias Civis estaduais na investigação das causas dos incêndios. Nos próximos dias, mais 48 bombeiros, que estão em treinamento, também serão enviados, totalizando 348 agentes da Força Nacional nas operações.
Força Nacional na Bolívia

Em 5 de setembro, o MJSP enviou 40 agentes da Força Nacional para combater incêndios florestais na Bolívia, nas cidades San Ignácio Velasco, Puerto Quijarro e San Matias e no Parque Nacional Noel Kempff. As áreas estão inseridas em faixas que correspondem ao Pantanal e à Amazônia.

A ação ocorre em apoio à Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores, para proporcionar assistência urgente na luta contra os incêndios que também têm causado danos significativos ao meio ambiente e às comunidades locais daquele país.

As operações contam com o reforço de bombeiros, policiais militares, policiais civis e especialistas em ciências ambientais. O Ibama, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, também integra a missão, assim como o Corpo de Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul.

A colaboração entre os países reflete um esforço conjunto para enfrentar uma das maiores crises ambientais da região e reforça o compromisso do Brasil com a solidariedade internacional em tempos de emergência.
Investimentos

O MJSP já destinou quase R$ 40 milhões para apoiar as forças de segurança dos estados e do Distrito Federal em operações de proteção dos biomas. Essas ações incluem o combate a incêndios e a situações climáticas extremas. Esse valor representa aumento de mais de 400% em comparação a 2022, quando foram investidos cerca de R$ 9,4 milhões ao longo de todo o ano.
Investigações da PF

A PF está focada em combater crimes ambientais, com atenção especial aos incêndios florestais que têm devastado a Amazônia, o Pantanal e outras regiões do Brasil. Há 5.589 inquéritos policiais em andamento relacionados ao tema. Desses, 52 investigações, iniciadas em 2023 e 2024, são especificamente sobre incêndios na Amazônia, no Pantanal e no Cerrado.

No momento, 20 policiais federais estão dedicados exclusivamente à investigação dos incêndios no Pantanal, que abrange Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Além disso, foram estabelecidos polos de investigação nas unidades da Federação que abrangem os biomas da Amazônia e do Cerrado.

O programa Brasil MAIS, coordenado pela Secretaria-Executiva do MJSP, fornece imagens diárias de satélites de alta resolução para 517 instituições públicas, incluindo 198 órgãos de segurança pública, com 20.875 usuários. A iniciativa é financiada pelo Fundo Nacional de Segurança Pública e está integrada ao Sistema Único de Segurança Pública (Susp). O Brasil MAIS é a maior operação de sensoriamento remoto do País.

Recentemente, foram introduzidos novos alertas especializados para identificar as origens dos incêndios, começando pelo bioma Pantanal. Esse monitoramento será expandido para outras áreas sensíveis, como São Paulo e a região do Arco do Desflorestamento, na Amazônia.

As próximas ações da PF serão o envio de peritos especializados aos locais afetados e o emprego de tecnologia avançada para identificar os pontos de origem dos incêndios. O objetivo é identificar tanto os responsáveis diretos quanto os possíveis mandantes dos crimes e correlacionar com outras atividades ilícitas, garantindo a responsabilização completa dos envolvidos.

Queimadas Zero

O MJSP, por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), está conduzindo a Operação Queimadas Zero, que cobre as regiões do Amazonas, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, do Pará e de Rondônia.

A ação tem se concentrado em intensificar o patrulhamento e a fiscalização ao longo das rodovias federais para prevenir queimadas. Para apoiar o combate aos incêndios, foram mobilizados um avião para o Pantanal, em apoio ao Ibama, e dois helicópteros e um avião para a Amazônia.

A PRF também está monitorando atividades ilegais relacionadas ao desmatamento, com o objetivo de reduzir os incêndios. Relatórios diários são enviados pelo Centro de Comando e Controle Nacional para acompanhar as ações.

Fonte: Agência Gov | Via MJSP e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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Novo Progresso entre as dez cidades que concentram 20% das queimadas que consomem o país

(Foto:Reprodução) – Nove das dez cidades estão localizadas na Amazônia, e sete fazem parte da lista dos municípios com mais desmatamento neste ano, mostram dados da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Dez cidades das regiões Norte e Centro-Oeste concentram 20,5% das queimadas que afetam o Brasil em 2024.

Nove delas estão localizadas na Amazônia, e sete fazem parte da lista dos municípios com mais desmatamento neste ano, mostram dados da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Com mais de 39 mil focos de incêndio registrados de janeiro a setembro, os principais municípios afetados pelo fogo são os seguintes:

*São Félix do Xingu (PA) – 6.474 focos
*Altamira (PA) – 5.250 focos
*Corumbá (MS) – 4.736 focos
*Novo Progresso (PA) – 4.598 focos
*Apuí (AM) – 4.308 focos
*Lábrea (AM) – 3.723 focos
*Itaituba (PA) – 2.973 focos
*Porto Velho (RO) – 2.710 focos
*Colniza (MT) – 2.277 focos
*Novo Aripuanã (AM) – 2.198 focos

    “Por mais que tenha ocorrido muito incêndio no Cerrado, quando percebemos os focos de calor, notamos que eles continuam muito concentrados na Amazônia”, diz Beto Mesquita, membro do Grupo Estratégico da Coalizão Brasil Clima.

Como mostrou o g1, o Cerrado registrou um aumento de 221% nas áreas queimadas em agosto de 2024, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo Monitor do Fogo, uma iniciativa da rede MapBiomas, coordenada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

O número compara o mesmo período do ano passado. Somente neste último mês, foram queimados 1.239.324 hectares, mais que o dobro do tamanho do Distrito Federal, contra 386.404 hectares em agosto de 2023.

A vegetação de savanas é típica do bioma, composta por árvores, arbustos e gramíneas, e ocupa 41,7% de tudo o que queimou no Cerrado nos primeiros oito meses do ano.

No mesmo mês, os municípios com maior área queimada no bioma foram Barra do Garças (MT), com 102.328 ha, Nova Nazaré (MT), com 93.043 ha, e Lagoa da Confusão (TO), com 90.263 ha.

Fonte:Jornal Folha do Progresso com informações do G1PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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‘Amazônia Para Sempre’: Belém terá festival em parceria com Rock In Rio, The Town e com palco flutuante no rio Guamá

Projeto ‘Amazônia Para Sempre’. — Foto: Reprodução / Rock In Rio

Evento será realizado em 2025, ano em que a capital paraense vai sediar a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30).

A organização do Rock In Rio anunciou neste sábado (21) o projeto ‘Amazônia para Sempre’, um braço do Rock in Rio e do The Town, que ocorrerá em Belém, com um palco flutuante no rio Guamá e um festival em solo, com artistas nacionais e internacionais.

O evento está marcado para ocorrer em 2025, ano em que a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30) será realizada na capital paraense.

A organização do Rock In Rio anunciou neste sábado (21) o projeto ‘Amazônia para Sempre’, um braço do Rock in Rio e do The Town, que ocorrerá em Belém, com um palco flutuante no rio Guamá e um festival em solo, com artistas nacionais e internacionais.

O evento está marcado para ocorrer em 2025, ano em que a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30) será realizada na capital paraense.

De acordo com os organizadores, a festa será transmitida para todo o país, com um conteúdo especial que vai mostrar o espetáculo e a música local.

Além disso será realizado no mesmo dia um espetáculo aberto, gratuito e com artistas regionais e nacionais, cujos nomes serão divulgados em breve, junto com o local que será realizado.

Bastidores do evento

Outro parceiro do evento, com patrocínio da Vale, é o governo do Pará. O governador Helder Barbalho disse que “a potência da música, da cultura, da arte, do que vivemos na Amazônia permitirá que a mensagem da COP não fique restrita apenas aos líderes, aos que fazem ciência e aos movimentos não governamentais”.

“Nós acreditamos que a potência do entretenimento possa fazer com que as pessoas entendam a transformação que estamos vivendo”.

Um edital privado de R$ 2 milhões de incentivo do projeto foi lançado e será aberto de 4 a 10 de outubro deste ano, voltado para que povos e comunidades locais, como indígenas, quilombolas e extrativistas, participem do ‘Amazônia Para Sempre’, com foco na bioeconomia.

O evento prevê ainda a produção de um documentário sobre os bastidores e a preparação dos shows, conectando música ao ativismo climático para chamar atenção do mundo para a urgência do tema.

Fonte: G1 PARÁ  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/09/2024/21:23:46

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Seca extrema avança pelo Amazonas e rio Solimões atinge novo recorde

Os dados são do Serviço Geológico do Brasil (SGB), que precisou trocar a régua de medição no local (Foto: Divulgação)

A cada atualização, a seca histórica no rio Solimões vai atingindo um nível cada vez mais baixo. Nesta quarta-feira (18/9), o boletim sobre a estiagem no Amazonas informou que a cota chegou a marca de -1,99 metros, tratando-se de um novo recorde.

São oito centímetros a menos em relação à última segunda-feira (16/9), quando a cota medida em Tabatinga estava em -1,91 metros. Desde o dia 9 de setembro, quando o Rio Solimões mediu -1,42 metros, o recorde da série histórica vem sendo diariamente batido.

Até então, a pior marca já registrada no Alto Solimões tinha sido a de 2010, quando a cota medida foi de -0,86 metro, em 11 de outubro daquele ano.

Os dados são do Serviço Geológico do Brasil (SGB), que precisou trocar a régua de medição no local.

Seca avança e afeta locais de votação no Amazonas

Em Manacapuru, na Região Metropolitana de Manaus – o terceiro município mais populoso do estado -, a seca deve aumentar o tempo que as pessoas vão levar para conseguir votar.

“Na eleição de 2022, eu estava lá, fiz a distribuição das urnas por local de votação de difícil acesso da zona rural. No sábado, a partir das 13 hrs, foram saindo os barcos. Nessa eleição de 2024 ela vai ter que fazer isso de manhã. Vai continuar sendo barco, as pessoas vão se deslocar nos barcos, só que eles vão ter que fazer de manhã, porque um deslocamento que antes durava duas horas agora vai durar quatro. Vai ter que ser mais lento, a embarcação normalmente é menor, o nível da água baixa e a embarcação pode ficar atolada”, diz o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas, desembargador João Simão.

Manacapuru tem 18 locais de votação e 31 seções eleitorais em condições severas, com dificuldade muito grande para chegar. São mais de 8 mil eleitores afetados. Além disso, o município também tem quatro locais de votação em condição moderada, afetando 881 eleitores.

Ajuda humanitária do Governo do Amazonas

O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil do Estado, anunciou nesta quarta-feira, (18/9), o envio de mais de 1.500 toneladas de alimentos como parte das ações de ajuda humanitária aos municípios que enfrentam os efeitos severos da estiagem.

Os alimentos fazem parte de uma série de ações que estão sendo realizadas pelo Governo do Amazonas, que também inclui a distribuição de água potável e apoio logístico para manter o abastecimento de suprimentos básicos nas áreas afetadas. Cerca de 30 municípios já receberam os kits de alimentos.

Fonte: realtime1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/09/2024/03:38:28

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