Nova espécie de planta carnívora da Amazônia é encontrada na Serra do Cachimbo em Novo Progresso

Philcoxia cachimboensis, nova espécie de planta carnívora da Amazônia – (Foto:Pedro Lage Viana / INMA)

Discretas e vorazes – As plantas do gênero Philcoxia escondem o jogo. Em meio à areia branca de campos rupestres, os finos talos, que não chegam a 20 centímetros de altura e portam delicadas flores lilases, parecem um matinho despretensioso. Mas não são inofensivos. Escondidas debaixo de uma fina camada de areia, as folhas arredondadas de no máximo 2 milímetros secretam uma substância pegajosa que captura – e digere – uma profusão de minúsculos vermes nematoides. Agora foi descoberta uma espécie amazônica, P. cachimboensis, nesse gênero típico do Cerrado e da Caatinga.

As plantas carnívoras foram coletadas por uma equipe botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, durante uma expedição à serra do Cachimbo, na divisa do Pará com Mato Grosso. De acordo com o biólogo Ray Lopes Neto, que fez o trabalho durante o doutorado na Universidade Federal Rural da Amazônia, foi surpreendente encontrar a espécie ali. A planta foi coletada apenas nos municípios vizinhos de Novo Progresso e Altamira, sem informação precisa de distância. Falta um levantamento aprofundado da região para avaliar quão comum e disseminada é a nova espécie (Acta Amazonica, junho).

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Philcoxia cachimboensis, nova espécie de planta carnívora da Amazônia – (Foto:Pedro Lage Viana / INMA)

Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a  licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

Fonte: Revista Pesquisa FAPESP e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/2024/00:58:39

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Juiz condena 3 desmatadores da Amazônia a reflorestar 150 hectares de terras devastadas

O Ministério Público Federal chegou aos nomes dos desmatadores cruzando imagens de satélite com informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR) Foto: Agência Brasil

A Justiça Federal condenou três proprietários de terras em Rondônia e no Amazonas ao pagamento de R$ 1,6 milhão por causa de desmatamento ilegal de 150 hectares nas cidades de Candeiras do Jamari (RO) e Apuí (AM). Janete Jarenco, José Luiz Braganhól e Patrícia de Souza Santos, os três acusados, também terão de recuperar as áreas, implantando um projeto de reflorestamento – a ser aprovado e fiscalizado pelo Ibama – em até um ano.

O Estadão busca contato com a defesa e deixou o espaço aberto para manifestação.

O Ministério Público Federal chegou aos nomes dos desmatadores cruzando imagens de satélite com informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

São duas sentenças do juiz Paulo César Moy Anaisse, que atua, com base em Brasília, na 5ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Justiça Federal de Rondônia e na 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Justiça Federal do Amazonas.

O magistrado determinou aos três acusados, se já não forem mais os donos das áreas desmatadas, que reflorestem outras áreas, a serem indicadas pelo Ibama, com tamanho equivalente àquelas que eles desmataram.

Caso eles ainda estejam na posse das propriedades, estão proibidos de explorá-las, devendo apenas recuperar as áreas. Além disso, o juiz decretou o bloqueio de bens e imóveis dos réus para garantir a recuperação do dano ambiental.

Nos despachos, Anaisse classificou o dano ambiental como uma “agressão injustificada à coletividade, baseada na vontade de auferir lucro explorando terra pública, de modo a transgredir o direito fundamental à sadia qualidade de vida”.

O juiz federal indicou que o processo natural de crescimento da floresta, para que ela volte a seu estado original, é proporcional ao lucro que os desmatadores obtiveram com a venda das madeiras.

Ao calcular o valor da indenização imposta aos três acusados, o juiz advertiu que o montante deveria “reparar a significativa perda de nutrientes e do próprio solo como reflexos do dano ambiental, os reflexos na população local, a perda de capital natural, incremento de dióxido de carbono na atmosfera, diminuição da disponibilidade hídrica”.

Paulo César Moy Anaisse levou em consideração uma metodologia do Ibama para cálculo do custo de recuperação de área desmatada – gastos com cercamento, plantio de mudas e manutenção e monitoramento.

Segundo o órgão ambiental, o valor indenizável para cada hectare desmatado na Amazônia é de R$ 10.742,00.

 

Fonte: Estadão Conteúdo – Dinheiro Rural e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/10/2024/10:35:30

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Especialista do clima alerta: ‘as pessoas terão que se acostumar com secas extremas e cheias intensas’

Cenário da seca no município de Terra Santa — Foto: Divulgação

Fenômenos El Niño e La Niña, que estão relacionados à temperatura da superfície do Oceano Pacífico, têm forte influência nas mudanças climáticas.

A estiagem prolongada no Baixo Amazonas, uma das regiões mais afetadas pela seca no Brasil, tem levantado preocupações sobre as causas e os possíveis desdobramentos dessa situação. Roseilson do Vale, doutor em clima e ambiente, explica que a diminuição das chuvas é um dos principais fatores por trás desse fenômeno. A escassez de precipitações na região é consequência direta das mudanças climáticas globais, que vêm alterando padrões de temperatura e circulação atmosférica.

Segundo o especialista, a falta de chuvas nas cabeceiras dos rios resulta em secas intensas, enquanto o aumento da temperatura média global está contribuindo para essas alterações climáticas.

“A temperatura média do planeta tem aumentado, e isso afeta diretamente o padrão de circulação atmosférica e oceânica, o que, por sua vez, interfere na distribuição das chuvas”, ressalta Roseilson do Vale.

Além disso, a temperatura local também tem desempenhado um papel importante no desconforto sentido pela população durante os períodos de seca. “Temos menos nuvens durante a estiagem, o que faz com que a radiação solar atinja diretamente o solo, aumentando a sensação térmica e o desconforto”.

Impacto dos fenômenos El Niño e La Niña

Com a seca do rios, comunidades inteiras ficam isoladas, já que o transporte é feito por via hidroviário — Foto: Divulgação
Com a seca do rios, comunidades inteiras ficam isoladas, já que o transporte é feito por via hidroviário — Foto: Divulgação

Outro fator relevante na estiagem é a influência dos fenômenos El Niño e La Niña, que estão relacionados à temperatura da superfície do Oceano Pacífico. Roseilson do Vale explica que durante o El Niño, a temperatura do oceano fica acima da média, o que provoca menos chuvas na região amazônica, intensificando os períodos de seca. Por outro lado, o fenômeno La Niña, caracterizado pela diminuição das temperaturas no Pacífico, provoca o efeito inverso, trazendo mais chuvas.

Contudo, o especialista alerta que a estiagem na região também pode ser influenciada por outros fatores. “A seca de 2005, por exemplo, foi causada pela temperatura do Oceano Atlântico, e não pelo Pacífico”, relembra.

Perspectivas para a normalização do clima

Quando questionado sobre a possibilidade de normalização das condições climáticas, Roseilson do Vale foi cauteloso. Para ele, o conceito de “normal” deve ser repensado sobre mudanças climáticas.

“Estamos vivendo um ‘novo normal’. As pessoas terão que se acostumar com secas extremas, cheias intensas e o aumento das temperaturas. Voltar ao que era antes é muito improvável”, afirma.

Ele ressalta que, para haver uma recuperação significativa, seria necessário replantar o dobro das árvores que foram destruídas ao longo dos últimos séculos, além de conscientizar a população sobre a preservação ambiental. “Cuidar das nascentes, das florestas e do meio ambiente é essencial para mitigar esses impactos no futuro”.

 

Fonte: Gleilson Nascimento, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/10/2024/14:58:30

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Rio Negro atinge nível histórico e tem pior seca em 122 anos; veja imagens

(Foto: Reprodução) – O Rio Negro, que banha diversas cidades no Amazonas, incluindo a capital Manaus, atingiu um nível histórico e registrou a maior seca em 122 anos, nesta quinta-feira (3).

Às 17h, o nível do rio chegou a 12,69 metros, segundo dados levantados pelo Greenpeace Brasil da Rede Hidrometeorológica Nacional – RHN, Serviço Geológico do Brasil estação Rio Negro em Manaus.

A marca é a menor desde 1902, quando as medições foram iniciadas, superando os 12,7 metros em outubro de 2023. Desde 1º de outubro, o rio tem secado 14 centímetros por dia, mas chegou a secar mais de 25 centímetros por dia na primeira semana de setembro, o que significa que ele continuará secando nos próximos dias.

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Vale lembrar, para efeito de comparação, que o rio já chegou a medir 30 metros na região de Manaus, em 2021. O Rio Negro percorre mais de 1,3 mil km do território brasileiro e é o maior afluente da margem esquerda do Rio Amazonas, o maior rio em vazão do mundo.

“A seca chegou mais cedo em várias regiões da Amazônia em 2024. Ela também está mais severa e mais extensa este ano. Importantes rios da região sequer tinham se recuperado da seca histórica do ano passado quando foram atingidos pelo atual estiagem. De maneira geral, quase todas as bacias da Amazônia enfrentam recorde de estiagem em algum trecho”, diz o porta-voz do Greenpeace Brasil, Rômulo Batista.

De acordo com o boletim sobre a estiagem divulgado pela Defesa Civil na segunda-feira (30), a seca histórica que atinge o estado do Amazonas já impacta a vida de 747.642 pessoas em todo o estado. Todos os municípios estão em situação de emergência.

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“Depois de sofrer com queimadas e muita fumaça, agora Manaus passa pela maior seca da sua história, com o menor nível já registrado no Rio Negro. Todos sofrem com este cenário de evento climático extremo, mas principalmente as populações ribeirinhas, quilombolas, indígenas e periurbanas de Manaus. É urgente garantir o acesso dessa população à água, alimentação, saúde, transporte, educação e acesso às zonas eleitorais no próximo final de semana, quando ocorrem as eleições municipais”, diz Batista.

 

Fonte: O Dia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/10/2024/14:19:41

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Presos dois suspeitos de provocar incêndios na Amazônia

(Fot0: Polícia Federal/divulgação) – Operação Smoke apreendeu 1,1 mil reses no município de Boca do Acre

Uma operação deflagrada pela Superintendência da Polícia Federal (PF) no Acre para o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão por crimes ambientais resultou na prisão de duas pessoas no município de Boca do Acre, no Amazonas. Os suspeitos são acusados pelos crimes de desmatamento, impedimento de regeneração e de provocarem incêndio em uma área de 950 hectares de terras públicas federais.

Durante a Operação Smoke (fumaça em inglês), foram apreendidas 1,1 mil cabeças de gado, um veículo automotor e duas armas de fogo.

Segundo o delegado Ytalo Fernandes de Albuquerque, a ação teve início a partir de um monitoramento realizado por meio de sistemas de segurança que identificaram a área desmatada, na divisa entre os estados do Acre e do Amazonas. “Trata-se de uma gleba da União que foi possivelmente invadida pelos responsáveis, que a desmataram em um espaço muito curto de tempo e, posteriormente, usaramo fogo para limpeza e formação de pasto”, disse o delegado federal.

Ytalo Albuquerque informou que a operação é uma das ações previstas no Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento e tem por objetivo identificar os responsáveis e financiadores das queimadas, além de prevenir novos ilícitos e garantir a preservação do bioma Amazônia.

“Esta é a sexta operação deflagrada pela Polícia Federal nos últimos 15 dias. Desde o momento em que se iniciaram essas operações, já percebemos, através dos sistemas, que o número de queimadas e focos de incêndio vêm se reduzindo”, acrescentou.

 

Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/15:17:19

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Começa período de defeso do tambaqui na Bacia Amazônica

(Foto:Reprodução)- Do último dia 1º de outubro até 31 de março de 2024, acontece o período de defeso do tambaqui na Bacia Amazônica. Nestes seis meses, a pesca está proibida. A medida visa a preservação, manutenção dos estoques e garantia de reprodução de uma das espécies de pescado mais comercializados em estados como Amazonas, Pará e Rondônia.

No caso do Amazonas, a Secretaria de Estado de Produção Rural encerrou nessa terça-feira (3) o prazo para declaração obrigatória de estoques do pescado ao Ibama.

Até março do próximo ano, os vendedores de pescado serão orientados a comprar peixes criados em cativeiro e a fazerem o transporte legal do pescado mediante comprovação por meio da guia de transporte, documento que também serve para que o consumidor saiba se está comprando peixe adquirido legalmente.

Diego Morgado, engenheiro de pesca da Secretaria de Estado da Produção Rural do Amazonas, explica como fica a situação das famílias desses pescadores que não vão poder pescar durante esse período.

    “O governo federal, através do benefício seguro defeso, que nada mais é do que um benefício oferecido pelo governo federal ao pescador profissional que tem o seu RGP ativo, ou seja, o que é RGP? É o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Então esse pescador com RGP ativo vai receber, através do INSS, um recurso de um salário mínimo por mês durante a validade desse período do defeso.”

Os pescadores artesanais ou empresas de pesca que armazenarem ou venderem tambaquis durante o defeso, sem declaração de estoque ou licenciamento, podem pagar multa de R$ 700 a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do pescado ilegal.

Fonte:Jornal Folha do Progresso com agência   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/05:54:13

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Projeto “Amazônidas” oferece curso gratuito de Produção Audiovisual em Santarém

Objetivo é capacitar pessoas que desejam ingressar no mercado audiovisual da região e promover a cultura e a inclusão.

O projeto Amazônidas – Série Documental selecionada pelo Edital de Audiovisual Fomento Inciso I – Lei Paulo Gustavo do Estado do Pará,  em parceria com a Pró-Reitoria da Cultura, Comunidade e Extensão (Procce) da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), está com as inscrições abertas para o curso gratuito de “Produção Audiovisual: Conectando Comunidades”, que ocorrerá entre os dias 7 e 30 de outubro.

O curso, com inscrições abertas de 02 a 06 de outubro, é voltado para toda a população, oferecendo 25 vagas, incluindo oportunidades para Pessoas com Deficiência (PCD).

As aulas serão ministradas pelo jornalista, roteirista e cineasta Fábio Barbosa, diretor de arte da série documental Amazônidas, e pelo antropólogo, pesquisador e produtor audiovisual Mourrambert Flexa, coordenador de produção da série.

Durante o curso, os participantes aprenderão as principais técnicas de produção audiovisual, como: gêneros audiovisuais, produção em campo, gravação, edição e aprovação de conteúdos. Além disso, o curso promoverá um encontro dos alunos com profissionais que já atuam com audiovisual na região.

Ao final do curso, os trabalhos desenvolvidos pelos alunos serão exibidos em uma mostra no Auditório da UFOPA e no canal Muruci Produções no YouTube, destacando a importância da produção local e a sociodiversidade cultural da Amazônia.

Esta ação faz parte das atividades de contrapartida do projeto Amazônidas, um documentário feito por profissionais Amazônidas e que retratará a diversidade sociocultural da região, por meio de uma série de 5 episódios que vai exibir histórias de comunidades quilombolas, populações negras, indígenas, ribeirinhas e LGBTQIAPN+.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas  de 02 a 06 de outubro. Para se inscrever, basta acessar o site da Muruci ou o link disponível nas redes sociais (@muruciproducoes).

(Clique aqui para se inscrever)

Curso para interlocutores da Série

Em setembro, a equipe do Amazônidas realizou um curso de elaboração de projetos voltado para os interlocutores da série e seus convidados, com o objetivo de disseminar o conhecimento e capacitar as comunidades locais no desenvolvimento de iniciativas culturais. A atividade destacou a inclusão dessas populações no processo criativo e no fortalecimento de suas identidades culturais, reafirmando o compromisso do projeto com a formação e a promoção do fazer cultural na região.

Cartaz Curso Audiovisual_Amazonidas

Fonte: Jornalista Anna Karla Lima e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/10:28:07

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Com apoio do CIEAM, webinar da FGV analisará as rotas de integração na Amazônia

Foto: Reprodução 

  • Evento Diálogos Amazônicos será realizado on-line no dia 7 de outubro, às 19h, no canal da instituição no YouTube
  • Episódio analisará o empenho do Ministério do Planejamento para realizar importantes investimentos na busca pela integração interamericana pela Amazônia
  • A floresta Amazônica se estende por diversos países, sendo 60% dela pertencente ao território brasileiro.  Ao todo, existem 190 projetos de integração Sul-Americana

 A quarta temporada do Diálogos Amazônicos, patrocinado pelo CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), terá mais um episódio on-line  no dia 7 de outubro, segunda-feira às 19h, no canal da FGV EESP. O webinar fará uma avaliação sobre as rotas de integração na Amazônia. A Fundação Getúlio Vargas, por meio da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP), promove reuniões com encontros virtuais da série Diálogos Amazônicos, uma plataforma digital para discutir com toda a sociedade civil organizada temas de interesse do desenvolvimento socioeconômico sustentável da Amazônia brasileira.

O episódio vai ressaltar o empenho que o Ministério do Planejamento está tendo para realizar importantes investimentos na busca da integração interamericana pela Amazônia. A floresta Amazônica se estende por diversos países, sendo 60% dela pertencente ao território brasileiro.  Ao todo, existem 190 projetos de integração sul-americana. O evento também vai abordar esses trabalhos e seus impactos para o desenvolvimento socioeconômico sustentável da região e a promoção de bem-estar social para os povos amazônidas.

O webinar contará com a participação de João Villaverde, secretário de Articulação Institucional do Ministério do Planejamento e Orçamento, e de Augusto Rocha, diretor do Conselho de Logística do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), empresário e professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas),

A moderação ficará por conta de Márcio Holland, professor e coordenador da pós-graduação em Finanças e Economia e em Data Science Aplicada da FGV EESP. Ao seu lado, estará Daniel Vargas, professor da FGV EESP, coordenador do Observatório de Bioeconomia da FGV e aluno das Universidades de Cambridge (Inglaterra) e de Bonn (Alemanha).

A série Diálogos Amazônicos tem o patrocínio do CIEAM, da Bic da Amazônia, da Coimpa Industrial, da Honda Componentes, da Copag da Amazônia, da MK Eletrodoméstico Mondial, da UBC da Amazônica, da Visteon da Amazônia, da Essilor da Amazônia SINAEES (Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Estado do Amazonas), da Jaime Benchimol, da Águas de Manaus, da Super Terminais, da Midea Carrier, da Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares),da SIMMEM (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Manaus), da PCE Embalagens, da Placibrás da Amazônia, da FIEAM (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) e da Impressora Amazonense.

SERVIÇO

Data: 07/10 (segunda-feira)
Horário: 19h00
Transmissão: Canal da FGV EESP
Para saber mais, acesse: https://eesp.fgv.br/dialogos-amazonicos

Sobre o CIEAM

O Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM).  Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM), que geram mais de 500 mil empregos, diretos e indiretos, e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Em 2023, movimentou mais de 172,6 bilhões.

Fonte: Printer Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/10:09:27

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INMET lança alerta amarelo de tempestade para Novo Progresso,Itaituba ,Jacareacanga e Altamira e região Amazônica

Tempestade  – (Imagem/Crédito: Reprodução) – O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta amarelo para temporais em diversas regiões do Amazônia, abrangendo os estados do Amazonas (AM), Acre (AC) e Pará (PA). Destacando os riscos potenciais de chuvas intensas, raios e ventos fortes.

Esta notificação é essencial para que a população local possa se preparar adequadamente e evitar riscos desnecessários. As condições meteorológicas previstas incluem chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos de 40 a 60 km/h e possibilidade de queda de granizo. Veja abaixo mais detalhes sobre as áreas afetadas e as medidas de segurança recomendadas.

Quais cidades estão em risco?

Os estados do Amazonas, Acre e Pará estão na área de risco, com várias cidades em destaque. Para informar a população de forma mais clara, dividimos as localidades afetadas por estado:

Cidades no Acre (AC)

Acrelândia
Assis Brasil
Brasiléia
Bujari
Capixaba
Cruzeiro do Sul
Epitaciolândia
Feijó
Jordão
Mâncio Lima
Manoel Urbano
Marechal Thaumaturgo
Plácido de Castro
Porto Acre
Porto Walter
Rio Branco
Rodrigues Alves
Santa Rosa do Purus
Senador Guiomard
Sena Madureira
Tarauacá
Xapuri

Cidades no Amazonas (AM)

Alvarães
Amaturá
Apuí
Atalaia do Norte
Benjamin Constant
Beruri
Boca do Acre
Borba
Canutama
Carauari
Coari
Eirunepé
Envira
Fonte Boa
Guajará
Humaitá
Ipixuna
Itamarati
Japurá
Juruá
Jutaí
Lábrea
Manicoré
Maués
Novo Aripuanã
Pauini
Santa Isabel do Rio Negro
Santo Antônio do Içá
São Gabriel da Cachoeira
São Paulo de Olivença
Tabatinga
Tapauá
Tefé
Tonantins
Uarini

Cidades no Pará (PA)

Altamira
Itaituba
Jacareacanga
Novo Progresso

O que significa o alerta amarelo?

O INMET utiliza diferentes cores para classificar o nível de perigo das condições meteorológicas. Entenda o significado do Alerta Amarelo e as precauções a serem tomadas:

*Alerta Amarelo – Perigo Potencial: Indica uma situação meteorológica potencialmente perigosa. É importante ter cuidado na prática de atividades sujeitas a riscos de caráter meteorológico, manter-se informado sobre as condições meteorológicas previstas e evitar riscos desnecessários.
*Alerta Laranja – Perigo: Refere-se a uma condição meteorológica perigosa. É imprescindível manter-se muito vigilante e informado regularmente sobre as condições meteorológicas previstas, entendendo os riscos inevitáveis e seguindo os conselhos das autoridades.
*Alerta Vermelho – Grande Perigo: Assinala uma situação meteorológica de grande perigo, com a previsão de fenômenos meteorológicos de intensidade excepcional. Há grande probabilidade de ocorrência de danos significativos e riscos à integridade física ou vida humana. Recomenda-se seguir rigorosamente as instruções e conselhos das autoridades, preparando-se para medidas de emergência.

Como se preparar durante um alerta amarelo?

Manter-se atualizado sobre as condições meteorológicas é de suma importância para garantir a segurança. Em caso de alerta amarelo, é fundamental:

*Verificar frequentemente as atualizações meteorológicas em fontes confiáveis, como o site e redes sociais do INMET.
*Evitar áreas propensas a alagamentos e regiões rurais durante os períodos de alerta.
*Preparar-se, se possível, para eventualidades como quedas de energia ou obstáculos nas vias públicas.

Fonte:Jornal Folha do Progresso com informações INMET  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/05:54:13

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Rodada de negócio focada em exportação abre inscrições para empresas que atuam com açaí, castanha e outros produtos amazônicos

(Foto: Reprodução) – Empresas do Norte podem participar de rodadas de negócios internacionais focadas em produtos da região

O programa Exporta Mais Amazônia, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), está com inscrições abertas para a próxima rodada de negócios.

O foco é nas empresas da região Norte que produzem ou comercializam açaí, castanha do Brasil, pescados amazônicos, temperos, molhos de pimenta e geleias.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da ApexBrasil até o dia 30 de setembro. O regulamento completo está disponível no mesmo site.

Rodadas de negócios internacionais

As empresas selecionadas terão a chance de apresentar seus produtos diretamente a importadores estrangeiros. Esses compradores foram escolhidos pela ApexBrasil e serão trazidos ao Brasil para participar das reuniões.

Ao todo, 55 vagas estão sendo oferecidas para empresas que já possuem estratégias de exportação ou internacionalização. O evento acontecerá entre os dias 20 e 22 de novembro, em Belém, no Pará.

Formato dinâmico das reuniões

As rodadas de negócios seguirão um formato dinâmico, onde cada comprador estrangeiro recebe uma empresa em sua mesa. As reuniões duram 25 minutos e o tempo é controlado por um relógio digital visível para todos.

Após o término de cada reunião, a empresa troca de mesa e inicia uma nova negociação com outro comprador. Esse formato permite que as empresas realizem diversas reuniões sem sair do Brasil.

Resultados da primeira edição

A primeira rodada do Exporta Mais Amazônia ocorreu em novembro de 2023, no Acre. Nessa ocasião, mais de R$ 50 milhões foram gerados em negócios.

Importadores de 15 países participaram das negociações, que envolveram 35 empresas do Norte. Além disso, os compradores tiveram a oportunidade de conhecer a produção de produtos compatíveis com a floresta amazônica.

Objetivos do Exporta Mais Amazônia

O programa Exporta Mais Amazônia busca aumentar as exportações de setores compatíveis com a floresta amazônica. Além disso, visa promover produtos com alto valor agregado da região.

Além das rodadas de negócios, o programa também inclui visitas técnicas a cadeias produtivas e a montagem de estandes “Amazônia” em feiras internacionais. Por fim, o programa ainda se dedica a identificar entraves à exportação e propor soluções para esses desafios.

 

Fonte: Rodrigo Souza e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/2024/17:25:14

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