Líder de facção criminosa de alta periculosidade é preso no “Crepurizão” pela Polícia Civil de Castelo de Sonhos

O homem foi preso no Distrito de Crepurizão, pertencente a Itaituba  – (Foto: Ascom PC/PA)

Líder de facção criminosa é preso pela Polícia Civil em Castelo de Sonhos

O homem havia sido solto em setembro deste ano, mas foi preso por policiais de Castelo de Sonhos com arma, munições e grande quantidade de drogas

A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Castelo de Sonhos (distrito de Altamira), no oeste paraense, prendeu um dos líderes de uma facção criminosa que agia na localidade. O suspeito, beneficiado em um mutirão de liberação de presos em Itaituba, foi alvo de uma operação que culminou em sua prisão preventiva, após a descoberta de outros crimes e a constatação de seu envolvimento contínuo em atividades ilícitas.

O homem foi preso no Distrito de Crepurizão, pertencente a Itaituba – Durante a ação, realizada na quarta-feira (9), em cumprimento ao mandado de prisão preventiva, os policiais apreenderam com o suspeito uma arma de calibre restrito, munições e grande quantidade de entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, maconha, ecstasy e oxi. A prisão ocorreu após um intenso trabalho de monitoramento, que constatou o envolvimento do preso no comando do tráfico de drogas na região do Distrito de Crepurizinho, município de Itaituba.

Lista de crimes – Beneficiado por um mutirão de soltura no último dia 14 de setembro, o homem tem um extenso histórico criminal, com quatro prisões nos últimos dois anos. Ele já havia sido detido em agosto de 2022 por tráfico de drogas; em fevereiro de 2023 pelo mesmo crime e receptação qualificada, e em março do ano passado por homicídio qualificado. Em agosto de 2024, foi preso preventivamente por roubo majorado e associação criminosa.

“Essas ocorrências demonstravam sua alta periculosidade e reincidência no envolvimento com crimes graves. Diante desse histórico, a equipe realizou um levantamento detalhado da vida pregressa do suspeito e constatou que ele já havia recebido três medidas cautelares diversas da prisão. O caso foi comunicado à Justiça, que com a anuência do Ministério Público decretou rapidamente sua prisão preventiva”, informou o delegado Marcelo Diniz, titular da Delegacia de Castelo de Sonhos, vinculada administrativamente à Seccional de Itaituba.
Com o novo mandado em mãos, policiais de Castelo de Sonhos, com o apoio da Seccional de Itaituba, iniciaram a operação para localizar o suspeito, encontrado no Crepurizinho, onde se preparava para assumir o comando do tráfico local.

O suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça para responder pelos crimes de tráfico de drogas, posse de arma de fogo de calibre restrito e associação criminosa.

O homem foi preso no Distrito de Crepurizão, pertencente a Itaituba  - (Foto: Ascom PC/PA)
O homem foi preso no Distrito de Crepurizão, pertencente a Itaituba – (Foto: Ascom PC/PA)

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/10/2024/07:28:14

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Pesca do tambaqui e de mais nove espécies amazônicas está suspensa até março de 2025

(Foto: Divulgação) – A pesca de tambaqui e outras nove espécies de peixes amazônicos ficará proibida no Amazonas até março de 2025.

A medida faz parte do período de defeso, conhecido como Piracema, que protege a reprodução das espécies e visa o repovoamento dos rios da Bacia Amazônica.

O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) informou que a proibição da pesca do tambaqui começou em 1º de outubro. Já a pesca do capari, surubim, pirapitinga, mapará, sardinha, pacu, aruanã, aruanã preta e matrinxã será restrita a partir de 15 de novembro.

“No que diz respeito à comercialização desses pescados, reforçamos que os vendedores adquiram somente peixes oriundos da piscicultura e estejam atentos à documentação do produto”, diz Karen Alves, gerente de Aquicultura e Pesca do Idam.

Além disso, o Idam orienta os pescadores a regularizar o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) junto à Superintendência Federal de Pesca e Aquicultura (SFA) durante o defeso. Para solicitar o seguro-defeso, os trabalhadores podem procurar as colônias de pescadores.

 

Fonte: Marcio Siqueira e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/10/2024/15:20:54

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Nova concessão para reflorestar Amazônia será 20 vezes maior

(Foto: Reproduçã0) – O governo federal está avançando em seu plano de conceder áreas degradadas da União para que a iniciativa privada faça o reflorestamento.

Em meio à consulta pública do edital de estreia, que envolve a recuperação de 15 mil dos 100 mil hectares da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) já prepara o terreno para um segundo leilão, com uma ambição mais de 20 vezes maior.

Dessa vez, a área total será de quase 7,3 milhões de hectares, divididos em 12 florestas e parques nacionais – dez no Pará, um em Roraima e um no Amazonas. O Parque Nacional dos Campos Amazônicos, no Amazonas, e a Floresta Nacional de Jamanxin e a Reserva Biológica Nascentes Serra do Cachimbo, no Pará, por exemplo, estão na lista.

Assim como no edital inaugural, os vencedores assumirão a responsabilidade por terras que incluem áreas em vários níveis de degradação, outras em que poderão explorar comercialmente madeiras nativas e também porções a ser preservadas.

A principal fonte de receita será a venda de créditos de carbono de remoção de CO2 da atmosfera pelas novas árvores plantadas.

A área estimada de restauração no segundo certame é de 333 mil hectares. O manejo sustentável da madeira poderá ser realizado em 1,4 milhão de hectares. O restante são áreas com finalidades diversas, como uso e manejo comunitário, preservação ou sobreposição com terras indígenas.

“Vimos que existe um apetite no mercado, que conseguimos encontrar um equilíbrio econômico no projeto, e por isso, estamos contratando os próximos junto ao BNDES”, diz Renato Rosenberg, diretor de concessões do SFB.

Com as áreas escolhidas, o passo seguinte é estruturar os projetos, o que é feito em conjunto com o BNDES.

O banco de desenvolvimento deve contratar consultorias para desenvolver a modelagem de cada uma das áreas florestais e desenhar a estrutura da concessão. Depois, vêm a consulta pública e audiências públicas com as populações afetadas, análise do Tribunal de Contas da União e, enfim, o lançamento do edital.

A expectativa é que o processo inteiro leve aproximadamente um ano e meio, diz Rosenberg.

Só ao fim desse trâmite, os editais chegarão ao mercado com modelagens econômicas de referência, o potencial de receita a partir de créditos de carbono e o número de concessões para cada área de conservação, por exemplo.

“Para a restauração, o foco está em empresas novas, que estão capitalizadas e buscando projetos. Já no manejo, são empresas menores, normalmente familiares, com experiência na área e uma forte relação na ponta”, afirma Rosenberg.

Estima-se que o país tenha entre 60 milhões a 135 milhões de hectares degradados ou sob risco de degradação, de acordo com uma análise do MapBiomas de 1986 a 2021. O estudo indica que 64% do território nacional está coberto por vegetação nativa, sendo que de 11% a 25% desta área se mostrou suscetível ao processo de degradação.

Reflorestamento

O Serviço Florestal calcula um investimento de R$ 600 milhões ao longo dos 40 anos dos primeiros contratos, que cobrem 15 mil hectares para reflorestamento, divididos em três lotes.

Recuperar áreas degradadas é uma atividade cara, com valores que variam de R$ 15 mil a R$ 50 mil por hectare, dependendo da região, da tecnologia e da intensidade do trabalho de recuperação. Um hectare corresponde a mais ou menos um campo de futebol.

Além da demanda por sementes e mudas, a atividade exige um acompanhamento cuidadoso na fase inicial, em áreas com infraestrutura deficiente ou não-existente. Além disso, pesquisas de melhoria genética das espécies nativas ainda estão na infância em comparação com exóticas há muito exploradas comercialmente, como pinus e eucalipto.

E as primeiras receitas com a venda de créditos de carbono só vêm depois de anos, quando as primeiras árvores começam a ganhar tamanho. Esse foi um dos motivos que levaram o SFB a permitir exploração sustentável de madeiras como forma de viabilizar o negócio.

Além do potencial de fechar a conta dos empreendimentos, o manejo sustentável tem outra função importante: ajudar na contenção do desmatamento.

“O mercado [para a madeira nativa] existe. Se não for atendido por fontes de manejo sustentável, será por outras formas”, afirmou o diretor do SFB, Garo Batmanian, em um evento realizado em Brasília nesta quarta-feira, 9.

Madeireiros ilegais ampliaram sua área de atuação na Amazônia no ano passado, enquanto a de atividade legal caiu.

As condições permitidas para a exploração nas áreas licitadas são rígidas. Tipicamente, são dadas autorizações para a derrubada de algo como cinco árvores por hectare – a cada 30 anos.

Rosenberg descreve essa operação como “mais que sustentável, é cirúrgica”. A ideia é permitir uma atividade econômica mais atraente que a extração clandestina sem que haja alterações na paisagem.
Edital nº 1

Os detalhes de como o edital de Bom Futuro deve ser construído foram apresentados em julho. Se o cronograma for cumprido, os leilões começarão no primeiro trimestre de 2025.

O contrato está no fim do período de consulta pública, e as questões centrais têm sido o compartilhamento da responsabilidade de segurança e ajustes na projeção de carbono, segundo o diretor.

Além de pagar outorgas, os vencedores terão de arcar com uma inovação batizada de  “encargos acessórios”. Parte da receita deverá ser direcionada para investimentos nas comunidades da região onde atuam, em projetos sob responsabilidade dos próprios concessionários.

As florestas nacionais concedidas têm conselhos consultivos, que envolvem representantes das comunidades locais, entidades da sociedade civil e governo. A ideia é que esses órgãos fiquem responsáveis pela definição das iniciativas.

 

Fonte: Ilana Cardial e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/10/2024/15:03:54

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Aumenta área de exploração ilegal de madeira na Amazônia

A área com extração ilegal de madeiras nativas na Amazônia aumentou 19% em um ano, passando de 106 mil para 126 mil hectares. Todos os dias, a atividade ilícita é realizada numa área equivalente a 350 campos de futebol.

Os dados foram levantados pelo Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), mantido por uma rede de ONGs ambientais, e cobrem o período de agosto de 2022 a julho de 2023.

Foram analisadas as atividades madeireiras em sete Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. A conclusão se baseia na comparação de imagens de satélite com as licenças de exploração concedidas.

A maior parte da exploração ilegal (71%) ocorreu em terras privadas, cujos proprietários são conhecidos e identificados em cadastros públicos. Dos 650 imóveis rurais envolvidos, um grupo de 20 foi responsável por quase um terço dos crimes ambientais.

“O problema tem endereço conhecido”, diz Vinícius Silgueiro, coordenador de inteligência territorial do Instituto Centro da Vida (ICV), responsável pelo levantamento junto com Idesam, Imaflora e Imazon.

Grupos criminosos também invadiram terras indígenas, nas quais a exploração comercial de madeira não é permitida. Elas responderam por 16% das terras onde foi verificada atividade ilegal.

Legal x ilegal

Dois terços da extração realizada em florestas nativas ocorrem de forma legalizada. Mas a concorrência dos madeireiros clandestinos tem impacto direto nos negócios legítimos.

Segundo o Simex, houve uma diminuição de 17% nas áreas em que houve autorização para a atividade comercial. Flutuações assim não são atípicas, afirma Leonardo Sobral, diretor florestal do Imaflora.

Em geral o aumento da atividade ilegal tem impacto nos pedidos de autorização. Ou seja, o manejo responsável e legalizado também é uma arma para combater os grupos criminosos, afirma ele.

No manejo florestal, as licenças para derrubar árvores com a finalidade de vender a madeira são muito restritas – tipicamente entre quatro e seis árvores por hectare (o equivalente a um campo de futebol) a cada 30 anos.

A ideia é gerar renda para as populações locais sem que haja uma alteração significativa da paisagem.

Hoje, existem mais de 20 companhias atuando em concessões do governo federal para fazer manejo de espécies nativas. Sobral afirma que essa é outra contenção importante da ilegalidade.

Um novo tipo de concessão pública, voltado à recuperação das áreas degradadas, também prevê a exploração sustentável das madeiras nativas.

E startups de reflorestamento também incluem o manejo sustentável como fonte de receita para financiar a restauração. É o caso da Symbiosis, que recentemente fechou uma venda de créditos de carbono para a Apple.

Problema de reputação

Um outro número divulgado nesta quarta-feira aponta um recuo significativo na produção madeireira da Amazônia. Foram 5,8 milhões de metros cúbicos de madeira em tora no ano passado, o nível mais baixo desde 2010.

A informação foi coletada pelo sistema Timberflow, mantido pelo Imaflora e voltada para o mercado. A plataforma se baseia em documentos oficiais de registro e transporte de madeira.

Uma das hipóteses para a queda é uma diminuição da demanda do mercado interno somada a excesso de estoque.

Mas existem desafios que vão além das idas e vindas do mercado, diz Sobral. Um dos mais importantes deles é o risco de reputação: muitos compradores têm medo de se ver envolvidos com produtos de origem ilícita.

Educar o mercado é parte do esforço para incentivar o mercado legal. “A incerteza ou o próprio desconhecimento das alternativas sustentáveis podem levar uma construtora, por exemplo, a optar por outros materiais em vez das madeiras nativas”, afirma Sobral.

A procura por algumas poucas espécies também compõe o problema. Um grupo de apenas oito entre as mais de mil árvores nativas da Amazônia concentra metade da demanda.

Quando alguma delas entra em listas de espécies sob ameaça, como já aconteceu no passado com o ipê, a demanda desaparece – mesmo que a exploração seja permitida dentro de programas de manejo.

*Reportagem atualizada às 19h para esclarecer que os 350 campos de futebol se referem à área em que há exploração ilegal.

Fonte: Reset UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/10/2024/09:11:21

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Sugestão de Pauta: Projeto capacita jovens da Amazônia para o uso sustentável de recursos naturais

Segue sugestão sobre iniciativa do Idesam na capacitação de jovens da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã (AM) que visa orientar sobre as possibilidades de geração de renda juntamente com a conservação da biodiversidade local.

Avalie o interesse na publicação e caso precise de mais informações osbre essas e outras açoes do IDESAM estamos à disposição.

Projeto capacita jovens da Amazônia para o uso sustentável de recursos naturais

O Idesam, em parceria com a plataforma Global Giving e a 3M realiza o projeto “Engajamento da Juventude no Uso Sustentável de Recursos Naturais da Amazônia”. O objetivo da iniciativa é, inicialmente, sensibilizar jovens da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã quanto às oportunidades de geração de renda existentes no território, promovendo a conservação da biodiversidade e fortalecendo cadeias de valor locais.

A iniciativa oferece um curso técnico em parceria com o Instituto Federal de Tecnologia do Amazonas (IFAM), focado na gestão de empreendimentos florestais de base comunitária. O curso busca capacitar cerca de 40 jovens, de 18 a 32 anos, das comunidades da RDS, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável na região. Com 54% de participação feminina, o projeto incentiva a gestão de negócios florestais, madeireiros e não madeireiros, como a produção de breu e copaíba, além de Sistemas Agroflorestais.

“O projeto visa ampliar as oportunidades para a juventude local, conectando-a com práticas sustentáveis e garantindo a longevidade dos empreendimentos regionais”, afirma Aretha Alves analista do Idesam.

As oficinas foram executadas pela equipe do Idesam juntamente com professor Dielcy Lima do IFAM, em parceria com o projeto Conexão Amazônia apoiado pela CNP Seguradora. O primeiro módulo do curso abordou boas práticas de coleta e rastreabilidade de produtos florestais para o extrativismo e usina de óleos amazônicos com a participação de 34 pessoas. Para o segundo módulo foram abordados os temas de plano de manejo florestal, movelaria e precificação de produtos com a participação de 41 pessoas.

O módulo 3 tem previsão de ser realizado na primeira quinzena de outubro de 2024 na Comunidade São Francisco das Chagas do Caribi, na RDS Uatumã, e terá a apresentação dos planos de negócios elaborados pelos alunos que participaram das oficinas.

Robert Viana, técnico do Idesam destaca que “o curso cria oportunidade para que os jovens possam aprender a serem empreendedores com o objetivo de desenvolver negócios a partir dos produtos da sociobiodiversidade com foco na geração de renda em suas comunidades e na conservação das florestas”.

Sobre o Idesam

O Idesam é uma ONG amazonense com atuação na Amazônia Legal desde 2004 e trabalha pela conservação e desenvolvimento sustentável da Amazônia e suas populações. Possui a qualificação de Organização Social de Interesse Público (Oscip) e possui o reconhecimento como uma das 100 melhores ONGs do Brasil em 2022 e como a melhor organização ambiental da Região Norte pelo prêmio Melhores ONGs 2020. Recebeu o Prêmio Empreendedor Social 2022, promovido pela Folha de S. Paulo e Fundação Schwab, na categoria ‘Inovação e Meio Ambiente’; e é credenciado como ator da Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas (2021-2030). Para saber mais, acesse: www.idesam.org

Fonte: Hedylaine Boscolo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2024/15:45:55

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Situação de emergência de Monte Alegre e Alenquer é reconhecida pelo Governo Federal

Estiagem extrema afeta municípios da região do Baixo Amazonas — Foto: Sapopema

O reconhecimento federal de situação de emergência levou em consideração os impactos sofridos pelas populações dessas cidades em razão da forte estiagem na região.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, no último dia 4, a situação de emergência em 27 cidades dos estados do Amazonas, Pará e Mato Grosso, afetadas por desastres ambientais. No Pará, as cidades que obtiveram o reconhecimento são Alenquer e Monte Alegre, no Baixo Amazonas.

O reconhecimento federal de situação de emergência levou em consideração os impactos sofridos pelas populações dessas cidades em razão da forte estiagem na região. Em muitas comunidades, as populações estão tendo dificuldade até para acesso à água potável, e a pesca está comprometida.

“Isso é inédito, a gente nunca tinha visto uma estiagem dessa magnitude. Além da estiagem, os municípios estão sofrendo por muitos outros fatores, como incêndios florestais, exaurimento hídrico, seca de lagos e açudes, mortandade de peixes. Há muitas comunidades sem ter água para consumo humano e até para os animais já está faltando”, informou o coordenador da Defesa Civil de Alenquer, Roger Rodrigues.

Levantamento feito pela Defesa Civil e Secretaria de Assistência Social, aponta que em Alenquer há aproximadamente 13 mil pessoas afetadas e 3.250 famílias afetadas pela estiagem. Além disso, há 1.880 famílias em vulnerabilidade social que têm dificuldade de adquirir água para consumo humano e alimentos, porque os rios que eram provimento de sustento, secaram.

“Há muitas famílias isoladas, porque sem água nos rios, as pessoas não têm como se locomover para outras áreas. A situação está muito complicada”, enfatizou Roger.

Segundo Roger Rodrigues, a Prefeitura de Alenquer, de forma preventiva, firmou parceria com grupo de Bombeiros Civis Falcão, que tem combatido incêndios todos os dias, o que fez com que o município mantenha controlada a questão das queimadas, diferente de 2023, em que Alenquer foi uma das cidades mais afetadas por incêndios florestais.

“Todas as ações de respostas feitas até o momento foram com recursos próprios da Prefeitura, como suprimento de água e de alimentos, deslocamento de famílias para outras áreas que a gente já fez intervenções”, pontuou Roger Rodrigues.

Agora, as prefeituras estão aptas a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Solicitação de recursos

Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

 

Fonte: Sílvia Vieira, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2024/15:13:12

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Com prefeito eleito, Alepa terá novo deputado da região do oeste paraense

(Foto: Reprodução) – Alepa terá novo deputado da região do oeste paraense

O atual secretário regional de governo do Baixo Amazonas, João Pingarilho (Podemos), passará em breve a compor a Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) como deputado estadual. Ele é suplente de Toni Cunha (PL), que foi eleito prefeito de Marabá no último domingo, dia 6 de outubro, e terá que deixar a casa até 31 de dezembro de 2024 para ser empossado chefe do Executivo daquele município em 1º de janeiro de 2025. Natural de Santarém, tem 39 anos, é casado e também é empresário.

Filiados pelo PSC à época, ambos concorreram a uma cadeira na Alepa nas Eleições Gerais 2022, só que Pingarilho, com 28.239 votos recebidos naquele pleito, acabou como suplente da sigla, que além de Cunha elegeu ao parlamento estadual Wescley Tomaz – hoje filiado ao Avante e recém derrotado nas Eleições Municipais 2024 para a prefeitura de Itaituba, onde venceu Nicodemos Aguiar, do MDB. Antes, Pingarilho havia tentado ser prefeito de Santarém pelo partido em 2020 e também deputado estadual por sua atual sigla, o Podemos, em 2018, mas não teve êxito em nenhum dos dois cenários.

A confirmação de que João Pingarilho deixará a secretaria regional de governo e vai para a Assembleia Legislativa foi feita por meio de publicações em seu perfil no Instagram. Ele resgatou um vídeo da época de sua campanha de 22, e em seguida aparece em outra gravação feita no domingo mesmo ao lado do deputado federal Henderson Pinto (MDB), comemorando o mandato de deputado que passará a exercer logo mais. A atual legislatura da Alepa começou em 1º de fevereiro de 2023 e vai até 31 de janeiro de 2027.

 

Fonte: Carol Menezes – Jornal Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2024/15:03:00

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Projeto Leme intensifica ações preventivas contra queimadas no Oeste do Pará

(Fotos:Divulgação) – Desenvolvido pela MRN, atividades buscam mobilizar comunidades sobre os riscos de queimadas em época de estiagem nos rios da região.

Diante da estiagem que atinge a região Oeste do Pará e do consequente aumento do risco de incêndios florestais, o Projeto Leme, desenvolvido pela Mineração Rio do Norte (MRN), intensificou suas ações nas comunidades de Bom Jesus, Boa Vista, Ajudante, Batata e Trombetas, localizadas no município de Oriximiná. O objetivo é conscientizar os moradores sobre os cuidados necessários para evitar queimadas nas margens dos rios e lagos, preservando o meio ambiente e garantindo a segurança de todos.

São realizadas oficinas educativas e palestras que abordam a importância de não atear fogo durante o período de seca, quando a vegetação se torna extremamente inflamável. A equipe tem focado nos perigos da propagação rápida do fogo em condições climáticas secas, que podem atingir a fauna, flora e comunidades locais.

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Projeto Leme intensifica ações preventivas contra queimadas no Oeste do Pará

“As queimadas vêm prejudicando muito a saúde da nossa região. É preciso combater isso e sensibilizar as pessoas para que possam ser parceiras e contribuam também no combate às queimadas. Por isso o Projeto Leme é de grande importância, os instrutores se preocupam em conscientizar os participantes. Você também aprende a navegar no rio e ter mais segurança”, comenta Antônio Matos Figueira, morador da Comunidade Lago Ajudante, que participa das atividades do projeto da MRN.

As ações são desenvolvidas por instrutores que promovem, além de oficinas, atividades lúdicas que buscam mobilizar o maior número de comunitários na temática da segurança. Herbert Rezende é um dos instrutores do Projeto Leme, conhece bem a região e tem percebido a presença da seca, o que torna o trabalho de orientação e acompanhamento ainda mais importante. “Em setembro, tivemos dificuldades de acesso a todas as comunidades por conta dessa situação (estiagem). Temos elaborado materiais para cada temática abordada durante as campanhas, e a mobilização das comunidades é realizada pela equipe da MRN. Abordamos temas como prevenção e formas de combater o fogo, práticas de preservação das florestas e diferenças entre incêndios e queimadas”, detalhou o instrutor do Projeto Leme.

O Projeto Leme foi criado há 19 anos e se dedica a levar informações essenciais aos ribeirinhos e à comunidade de Porto Trombetas. O principal objetivo é compartilhar conhecimentos, com ênfase na segurança nos rios, mas a educação ambiental também norteia as atividades desenvolvidas pela empresa. Segundo o analista de Relações Comunitárias da MRN, Lenilton Santos de Jesus, as atividades do Projeto Leme são essenciais para despertar o interesse em navegação e prevenção. “Temos a preocupação de que as pessoas, principalmente os jovens, se conscientizem sobre os assuntos de interesse da região, como a preservação ambiental e o combate às queimadas. É esse o papel do Projeto Leme junto à população ribeirinha vizinha à MRN”, declarou.

Fonte:Ascom MRN  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2024/00:58:39

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Porto em Manacapuru, no Amazonas, desaba em meio a obras

Foto: Vereador Sassá | Defesa Civil confirma o desaparecimento de uma criança.

Um desastre de grandes proporções aconteceu na tarde desta segunda-feira (7) no Porto da Terra Preta, em Manacapuru, no Amazonas. A terra que sustentava uma parte do porto deslizou. O local estava em obras, mas seguia funcionando como ponto estratégico para o transporte de mercadorias e passageiros.

A Defesa Civil confirma o desaparecimento de uma criança, mas testemunhas chegaram a falar no soterramento de 200 pessoas.

O porto conta com uma grande movimentação de pessoas em atividades de carga e descarga de mercadorias. Também há pontos de táxis e mototáxis.

Após o acidente, fora vistos no rio destroços de flutuantes, canos, casas e carros. Flutuantes são casas e hotéis que ficam sobre as águas do rio e são usados, em geral, para moradia e lazer.

Terras caídas

O Porto da Terra Preta abriga o Terminal Hidroviário e a Secretaria Municipal de Pesca (Sempa). O local é estratégico e conecta Manacapuru a diversas outras localidades da região.

O desastre pode ser resultado do fenômeno conhecido na região com “terras caídas”, às margens do Rio Solimões, que sofre a pior vazante da história.

Trata-se do termo como a população local descreve o processo de erosão fluvial, com escorregamentos, deslizamentos, desmoronamentos e desabamentos, que podem ter várias dimensões. Inclusive a que aconteceu agora.

A Prefeitura de Manacapuru divulgou nota em que lamenta o acidente ocorrido e informou que as equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estão trabalhando no local.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) também soltou nota e disse que o Porto da Terra Preta não está sob sua responsabilidade. O DNIT afirma que faz a gestão de uma das instalações portuárias, a IP4, de Manacapuru.

Técnicos do DNIT já estão no local para realizar uma inspeção detalhada, com o objetivo de avaliar a extensão dos danos e os riscos que ainda podem comprometer a segurança da estrutura da IP4.

Fonte: Wesley Lira – Repórter da TV Encontro das Águas  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2024/08:41:59

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Sefa apreende 20 mil litros de combustíveis e 24 mil unidades de cachaça na BR-163

(Foto:Divulgação) – Ação da Coordenação de controle de mercadorias em trânsito da Sefa, no Baixo Amazonas, contou com o apoio da Polícia Militar e da PRF

Fiscalização coordenada pela equipe da Coordenação de controle de mercadorias em trânsito da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) do Tapajós, no Baixo Amazonas, com o apoio da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu, no sábado (5), 20 mil litros de combustíveis e 24 mil unidades de cachaça na BR-163, entre os municípios de Trairão e Itaituba.

“O caminhão-tanque que se deslocava sentido Pará-Mato Grosso transportava 20 mil litros de combustíveis, sendo 15 mil litros de óleo diesel e 5 mil litros de gasolina, cujo valor é de R$ 106.900,00. Ao solicitar as documentações fiscais a equipe verificou que a carga tinha como destino a cidade de Benevides-PA, ou seja, sentido oposto ao deslocamento do veículo, em flagrante quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um destino e a mercadoria é entregue em outro. Durante diligência foi apurado que a carga havia saído de Itaituba-PA e seria destinada a um garimpo na região do Trairão”, contou o coordenador da unidade Tapajós da Sefa, Maycon Freitas.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A Sefa informa que foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 41.063,38.

Houve ainda uma outra apreensão feita, também, no sábado (5), de 24 mil unidades de cachaça, no valor de R$ 161.317,80, sem qualquer registro de passagem em área de fronteira e sem o devido recolhimento do tributo, que deve ser feito na entrada da carga no estado, conforme legislação tributária vigente.

O caminhão bitrem vinha de Pirassununga-SP com destino à Santarém-PA. A fiscalização, ao confrontar o endereço informado na nota fiscal apresentada com o endereço no registro dos dados cadastrais da empresa destinatária, notou uma divergência. Então a equipe foi até o local informado na nota fiscal e não foi possível comprovar a existência da empresa.

A Secretaria também informa que foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 149.344,15, referente ao ICMS e multa.

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/2024/15:43:28

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