JBS comprou 1,2 mil cabeças de gado de área desmatada na Amazônia

(Foto: JBS/Divulgação) – Ibama multou empresa dos irmãos Batista em R$ 615 mil. JBS alega que propriedades estavam em conformidade com legislação atual

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a JBS em R$ 615,5 mil, na cidade de Tucumã (PA), por comprar gado de propriedades rurais embargadas por desmatamento ilegal na Amazônia. A maior empresa de proteína animal do Brasil pertence à holding J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista.

Procurada pela coluna, a companhia alega que as propriedades estavam em conformidade com a legislação atual.

(Foto: Reprodução)
                                                                                            (Foto: Reprodução)

No total, a JBS comprou 1.231 animais de áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. O número foi confirmado à coluna por uma fonte com conhecimento da operação. Isso equivale a cerca de 41 carretas de bois.

Além da empresa dos irmãos Batista, o Ibama também multou outros 22 frigoríficos na região Norte do Brasil, no âmbito da Operação Carne Fria 2. A ação ocorreu ao longo do mês de outubro e teve como objetivo coibir o desmatamento na Amazônia a partir da fiscalização da cadeia produtiva da carne de boi.

Operação Carne Fria 2 aplicou mais de 150 autos de infração

Na prática, o Ibama mirou quem produz ou comercializa gado procedente de áreas desmatadas ilegalmente. No total, foram aplicados R$ 364,5 milhões em multas a fazendeiros e frigoríficos.

No curso da investigação, o Ibama identificou 69 propriedades rurais que criavam e comercializavam cerca de 18 mil cabeças de gado, em 26 mil hectares de áreas embargadas por desmatamento ilegal. Já foram aplicadas mais de 150 autos de infração aos responsáveis.

A Operação Carne Fria 2 ocorreu em 12 municípios do Pará (Novo Progresso, Santarém, Altamira, São Félix do Xingu, Igarapé-Açú, Portel, Anapú, Pacajá, Novo Repartimento, Ipixuna, Tomé-açú e Bom Jesus do Tocantins) e duas do Amazonas (Boca do Acre e Lábrea).

Em nota, o Ibama explicou que “os frigoríficos foram autuados por adquirir produto de área embargada” e os donos das fazendas também foram autuados por “descumprimento de embargo, impedimento da regeneração natural e venda de produto de área embargada. Todos foram notificados para fazer a retirada do rebanho bovino das áreas interditadas”.

O que diz a JBS

Por meio de nota, a JBS informou à coluna que nenhuma das compras da empresa indicadas pelo Ibama foi realizada em áreas embargadas pelo órgão ambiental.

“Em resposta enviada ao Ibama na quarta-feira, dia 23, a companhia apresentou as Guias de Trânsito Animal (GTA) relativas às aquisições do fornecedor citado, demonstrando que as propriedades estavam em plena conformidade com a legislação vigente e com a política de compras de matéria-prima da empresa”.

Por fim, a companhia dos irmãos Batista diz que “possui há 15 anos sua Política de Compra Responsável e um sistema de monitoramento geoespacial que garante que a Companhia não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento ilegal, invasão de terras indígenas ou áreas de conservação ambiental, que estejam embargadas pelo Ibama, ou ainda que estejam na Lista Suja do Trabalho Escravo”.

Combate ao desmatamento

Em entrevista à coluna, o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Jair Schmitt, afirmou que o setor de inteligência do Ibama passou várias semanas cruzando informações para identificar “a transação do gado ilegal”.

“A maioria do desmatamento ilegal que ocorre na Amazônia é realizado para a produção pecuária, para a produção de carne. E a legislação proíbe adquirir produtos de áreas embargadas por desmatamento ilegal. Então, nós estamos responsabilizando, além de quem desmatou essa área e quem descumpriu o embarco, também estamos as empresas que adquiriram esse produto produzido ilegalmente”, disse.

Na avaliação de Schmitt, a estratégia de fiscalização do Ibama tem efeito prático muito forte para desestimular o desmatamento ilegal, porque atinge economicamente os infratores ligados a cadeia produtiva da carne no Brasil. “Acaba desencorajando as pessoas a comprarem gado ilegal que vem do desmatamento ilegal. Então, isso é uma forma de desestimular o desmatamento ilegal”, frisou.

O que é embargo?

A partir do momento em que os frigoríficos e as propriedades rurais são embargadas por infração ambiental, elas ficam proibidas de continuar operando enquanto tiver vigência a medida administrativa. O embargo é uma medida aplicada que visa encerrar de imediato a irregularidade cometida, no caso, a produção e comercialização do gado e da proteína animal.

 

Fonte: Manuel Marçal – Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/10/2024/16:04:41

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Mais de 4,5 mil alunos ficam sem aulas em município afetado por seca no AM

(Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) – O rio Solimões, um dos maiores afluentes do rio Amazonas, atingiu dois metros e seis centímetros, sua menor marca da história

Cerca de 4.570 alunos da rede de ensino de Manacapuru estão sem aula por causa da seca extrema que atinge o estado do Amazonas. Na região, o rio Solimões, que é um dos maiores afluentes do rio Amazonas, bateu na semana passada sua menor marca da história, atingindo dois metros e seis centímetros.

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, as aulas foram suspensas em 75 das 111 escolas do município no último dia 16. Isso porque os rios fazem parte do trajeto para que as crianças cheguem nas instituições de ensino.

Com a seca, porém, a navegação se torna mais difícil e os alunos precisariam andar por quilômetros por onde antes passava a água.

Em uma das localidades, na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde fica a escola municipal Lima Bernardo, um banco de areia se estende por 2 km em direção ao outro lado do rio Solimões. Para chegar da nova margem até a escola, a caminhada levaria cerca de 30 minutos sob sol quente e com risco de cruzar com uma tempestade de areia.

No último boletim de estiagem publicado pelo governo do Amazonas, 62 municípios estão em situação de emergência.

Fonte: Redação Terra e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/15:24:07

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Imazon aponta “Novo Progresso” líder em áreas de floresta degradadas na Amazônia em setembro;Pará tem 57% das áreas de floresta degradadas

Área degradada na Amazônia – (Foto:Reprodução/Imazon)

O Estado do Pará registrou aumento na degradação de suas florestas, concentrando 57% das áreas de floresta degradadas na Amazônia, em setembro de 2024, conforme dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O levantamento revela um crescimento alarmante: a degradação no Pará saltou de 196 km², em setembro de 2023, para 11.558 km² no mesmo período deste ano – um aumento de quase 60 vezes.

Entre os dez municípios que mais degradaram florestas na Amazônia, sete estão no Pará. Os maiores destaques negativos incluem São Félix do Xingu, que, sozinho, foi responsável por 3.966 km² de áreas degradadas, Ourilândia do Norte (1.547 km²) e Novo Progresso (1.301 km²).imazon-940x1024

Esses números colocam o Pará à frente de Estados que, historicamente, apresentam altos índices de degradação, como Mato Grosso, que representou 25% das áreas degradadas em setembro, Rondônia com 10% e Amazonas com 7%.
Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon, explicou à CENARIUM que o panorama é particularmente preocupante devido ao período seco em que setembro se encontra. “Este mês geralmente apresenta maiores números de degradação, pois a baixa umidade do ar facilita a propagação de incêndios florestais”, disse Amorim.

Ela destaca que o Pará vinha mantendo uma posição mais controlada em relação ao desmatamento nos últimos meses, ficando atrás de Mato Grosso e Amazonas. No entanto, em agosto e setembro, o Estado surpreendeu ao registrar os maiores índices de degradação e desmatamento na região.

A pesquisadora do Imazon, Larissa Amorim (foto:Reprodução/Imazon)
A pesquisadora do Imazon, Larissa Amorim (foto:Reprodução/Imazon)

A pesquisadora ressalta que, com o cenário atual, os próximos meses serão cruciais para observar se o Pará continuará liderando o índice de degradação na Amazônia.

Alta em Rondônia

Outro Estado que merece destaque é Rondônia, onde a degradação passou de 50 km² em setembro de 2023 para 1.907 km² no mesmo mês de 2024, um aumento de 38 vezes. A situação reforça um cenário preocupante para a Amazônia, com diversos Estados apresentando altas consideráveis de áreas degradadas.

Desafios

Para Amorim, o aumento das queimadas e da exploração madeireira intensifica os impactos ambientais e sociais na região. “É urgente que os órgãos de fiscalização intensifiquem as ações, tanto para conter as queimadas como para mitigar os danos causados”, afirmou.

Medidas de fiscalização, segundo ela, são indispensáveis para tentar frear o avanço da degradação e permitir que as florestas tenham uma chance de recuperação.
Degradação e desmatamento

É importante distinguir degradação de desmatamento, diz Larissa Amorim. A pesquisadora explica que a degradação ocorre quando há danos causados por atividades como exploração madeireira ou queimadas, mas sem a remoção total da cobertura florestal.

Em contraste, o desmatamento implica o corte raso da floresta, removendo completamente a vegetação. A degradação, apesar de causar sérios prejuízos, permite que a floresta se recupere mais rapidamente, desde que as áreas afetadas não sofram alterações contínuas.

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/06:49:42

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Degradação de florestas na Amazônia bate recorde mensal em setembro

Aumento das queimadas contribui para destruir a área verde
PF deflagra duas operações contra desmatamento e lavagem de dinheiro. Foto: Polícia Federal/Divulgação
© Polícia Federal/divulgação

Versão em áudio

A degradação florestal na Amazônia Legal atingiu 20.238 quilômetros quadrados (km²) em setembro de 2024, o que equivale a mais de 13 vezes a área da cidade de São Paulo.

O número representa um aumento de 1.402% em relação a setembro de 2023, quando a degradação detectada foi de 1.347 km². O instituto de pesquisa Imazon apontou que essa foi a maior área atingida – no período de um mês – pelo dano ambiental dos últimos 15 anos. Degradação ambiental é o processo de deterioração do meio ambiente, que pode ser causado por ações humanas ou naturais.

Os dados de desmatamento e degradação florestal na Amazônia, do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), são monitorados pelo Imazon por imagens de satélite desde 2008 e 2009, respectivamente.

O desmatamento corresponde à remoção completa da floresta, enquanto a degradação é um dano causado por queimadas ou pela extração madeireira – não remove toda a vegetação, mas destrói parte dela. A entidade ressalta que ambos ameaçam espécies da fauna e da flora.

“Setembro costuma ser um mês marcado pelo aumento dessas práticas na Amazônia, por estar dentro de um período mais seco. Porém, os números registrados em 2024 são muito mais elevados do que os vistos anteriormente. E a maioria dos alertas ocorreu devido à intensificação dos incêndios florestais”, disse, em nota, a pesquisadora Larissa Amorim, do Imazon.

Leia Também:Amazônia: 9 mil cabeças de gado apreendidas em fazendas do Amazonas, Novo Progresso, e outras cidades do Pará

Ela afirmou que esse pico da degradação é bastante preocupante e que rios importantes da Amazônia estão em situação crítica. O Imazon atribui o resultado do levantamento ao aumento das queimadas causadas pela ação humana e favorecidas pela seca severa na região.

Setembro deste ano foi ainda o quarto mês consecutivo com aumento nas áreas degradadas, o que contribuiu para que o acumulado desde janeiro também fosse o maior dos últimos 15 anos, atingindo 26.246 km². Antes disso, o recorde para o período era de 2022, quando a degradação alcançou 6.869 km².

https://youtu.be/jTyXiThvDiU

Estado mais afetado

O estado do Pará concentrou 57% das áreas de florestas degradadas na Amazônia em setembro deste ano. A degradação passou de 196 km² em setembro de 2023 para 11.558 km² no mesmo mês de 2024, área quase 60 vezes maior. Sete dos 10 municípios que mais degradam a região amazônica são paraenses, incluindo  São Félix do Xingu (3.966 km²), Ourilândia do Norte (1.547 km²) e Novo Progresso (1.301 km²).

Outros estados com percentuais significativos, segundo o Imazon, de áreas degradadas em setembro foram Mato Grosso (25%), Rondônia (10%), Amazonas (7%). A entidade destacou, também, a situação de Rondônia, onde a degradação passou de 50 km² em setembro de 2023 para 1.907 km² no mesmo mês de 2024, o que representa uma alta de 38 vezes.

“Historicamente, no período de setembro, Mato Grosso costumava liderar como o estado que mais degradava a Amazônia. Porém, em 2024, o Pará surpreendeu com números muito altos. Ainda em setembro, foi decretada situação de emergência e ficou proibido o uso de fogo, mas precisamos que essa decisão seja acompanhada de fiscalização e responsabilização dos culpados para que seja mais eficaz”, observou o coordenador do programa de Monitoramento da Amazônia, do Imazon, Carlos Souza Jr, em nota.

Além disso, o Pará concentra sete das 10 unidades de conservação mais degradadas no período. As quatro primeiras do ranking são Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, com 1030 km²; Flona do Jamanxim, com 670 km²; APA do Tapajós, com 165 km²; e Flona de Altamira, com 124 km².

Entre as terras indígenas, a Kayapó segue pelo segundo mês consecutivo como a mais degradada, com 3.438 km² afetados. O território concentrou 17% de toda a área com degradação na Amazônia em setembro.

“A permanência dessa terra indígena entre as dez com as maiores áreas degradadas é um forte indicativo de que as medidas para conter o fogo na Amazônia não estão sendo suficientes. A presença desse problema ambiental nas áreas indígenas e unidades de conservação ainda compromete diretamente a biodiversidade local, ameaçando tanto a fauna quanto a flora, e representa um impacto negativo no modo de vida, na subsistência e na saúde das populações tradicionais”, explicou Larissa.

Desmatamento

O desmatamento também cresceu na Amazônia em setembro deste ano e teve o quarto mês consecutivo com alta, após 14 meses corridos de redução de devastação na região. No mês, um território de 547 km² foi desmatado, o que significa a perda 1.823 campos de futebol por dia de floresta, destacou o Imazon. A área foi 0,2% maior do que em 2023, quando foram degradados 546 km².

No acumulado de janeiro a setembro, a área desmatada foi de 3.071 km², a oitava maior da série histórica.

A maioria do desmatamento, em setembro deste ano, ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse (61%). O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (30%), Unidades de Conservação (7%) e Terras Indígenas (2%).

Dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, três concentraram 83% de todo o desmatamento identificado em setembro. O Pará liderou com 52% do desmatamento, seguido pelo Amazonas (16%) e pelo Acre (15%). Sete dos dez municípios que mais desmataram são paraenses.

Assentamentos

O Pará reúne ainda sete dos dez assentamentos e sete das dez unidades de conservação com as maiores áreas desmatadas. Já entre as dez terras indígenas mais desmatadas, três estão integralmente no Pará e outras três têm parte da sua área no estado.

“No mês de setembro, o território paraense liderou o desmatamento destruindo uma área correspondente a 970 campos de futebol de floresta por dia. Todo esse impacto está refletido nos municípios, assentamentos, unidades de conservação e terras indígenas. Por isso, é urgente investir em ações eficazes e integradas que protejam a região, como o investimento nos órgãos ambientais de fiscalização”, disse Carlos Souza.

Ele avalia que, dessa forma, será possível combater as mudanças climáticas que são impulsionadas pela retirada de vegetação e oferecer uma maior proteção à biodiversidade e aos povos que habitam a floresta. Outro ponto de atenção, de acordo com os pesquisadores do instituto, é a busca de alternativas para reduzir os impactos das queimadas que já ocorreram tanto na cobertura florestal quanto nas populações.

Fonte:Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/06:49:42

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Suspeito de furtar carro em Santarém é preso na BR -163 após ser encontrado dormindo no veículo

Suspeito foi flagrado pela PM dormindo no carro que furtou no bairro Livramento em Santarém — Foto: Reprodução

A vítima relatou que havia deixado o carro ligado, momento em que o suspeito aproveitou a oportunidade para furtar o veículo. O caso ocorreu na noite de sábado (26), no bairro Livramento, em Santarém.

Na madrugada deste domingo (27), um homem foi preso pela Polícia Militar no km 78 da BR-163, no município de Belterra, oeste do Pará, suspeito de ter furtado um carro na noite de sábado (26) no bairro Livramento em Santarém.

Segundo o relato da vítima à polícia, o furto aconteceu enquanto ela chegava na residência onde mora e havia deixado o veículo ligado e com as portas destravadas enquanto entrava na casa para buscar a esposa e os filhos. O suspeito, que aparentemente observava a movimentação, aproveitou o momento para entrar no carro e, ao notar a presença da vítima saindo do imóvel, acelerou e fugiu do local em alta velocidade.

Desesperada com o furto a vítima utilizou as redes sociais para compartilhar o furto e pedir ajuda na localização do veículo e acionou a Polícia. Uma guarnição da PM que trafegava pela BR-163 avistou o carro parado às margens da rodovia. Ao se aproximar para averiguar a situação, a Policia encontrou o suspeito dormindo dentro do automóvel e deu voz a prisão.

O suspeito e o carro recuperado foram encaminhados para a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil em Santarém, onde o delegado plantonista, Aldeci Magalhães, realizou os procedimentos necessários. O caso agora segue para justiça, e o veículo deve ser entregue ao proprietário.

Fonte:G1/Santarém  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/10/2024/17:49:42

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PF combate extração ilegal de minérios em Altamira

(Foto:Reprodução/Polícia Federal) – A PF deflagra operação em Altamira, no sudoeste do Pará, para combater a extração ilegal de minérios, protegendo o meio ambiente e comunidades locais.

A operação ocorreu nas margens do Rio Xingu, após indícios de garimpo ilegal de ouro foram identificados.

As operações realizadas pela Polícia Federal (PF) em áreas ambientalmente são fundamentais para combater crimes ambientais e reduzir os danos causados pelas atividades ilegais, sendo mais um esforço para frear a exploração e proteger os recursos naturais que sustentam a vida na região amazônica.

A Polícia Federal deflagrou na manhã da última quinta-feira (24) a operação “Barulho do Xingu” para combater a extração ilegal de minérios na região de Volta Grande do Xingu, localizada no município de Altamira, no Pará. A ação contou com o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, visando reprimir a atividade ilegal que tem causado sérios danos ao meio ambiente, especialmente nas margens do Rio Xingu, onde foram encontrados indícios de garimpo ilegal de ouro.

Os mandados foram cumpridos em áreas de garimpo situadas dentro de zonas de proteção federal. Durante a operação, os trabalhadores dos locais fugiram ao perceber a aproximação das autoridades. Como resultado, 22 motores utilizados na sucção de água para extração de ouro e uma balsa foram inutilizados. Essa medida, prevista na legislação, é adotada quando a remoção dos equipamentos apreendidos é inviável, garantindo que não voltem a ser usados para práticas criminosas.

A extração ilegal de ouro não só degrada terrenos públicos, mas também contamina o Rio Xingu, afetando negativamente terras indígenas como Trincheira Bacajá, Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu. A região de Volta Grande do Xingu, parte da Amazônia Legal, é conhecida por sua rica biodiversidade e pelas comunidades tradicionais e indígenas que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência. No entanto, o avanço de atividades econômicas predatórias, como o garimpo ilegal, ameaça a integridade dos ecossistemas e as condições de vida da população local.

O uso indiscriminado de mercúrio para separar o ouro dos sedimentos é uma das práticas mais nocivas associadas ao garimpo ilegal. Esse metal altamente tóxico contamina corpos d’água, colocando em risco a fauna e as comunidades humanas que dependem dos rios para alimentação e necessidades básicas. O mercúrio pode se acumular nos organismos aquáticos, alcançando concentrações perigosas na cadeia alimentar e expondo as populações ribeirinhas a sérios problemas de saúde.

Além da contaminação dos rios, o garimpo ilegal provoca a remoção da vegetação e a degradação do solo, contribuindo para a erosão e o assoreamento das águas. Esses impactos prejudicam o equilíbrio dos ecossistemas locais e agravam a vulnerabilidade ambiental da região.

Fonte:  Fonte: Gov.Br – Polícia Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/10/2024/06:26:56

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Homem é preso acusado de liderar grupo responsável por queimadas e desmatamento na Amazônia

Foto: Reprodução | A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quarta-feira 23 um homem apontado como líder de um grupo criminoso responsável por desmatamento e queimadas ilegais no sul do Amazonas.

O esquema teria causado mais de 138 milhões de reais em danos ambientais. O suspeito, identificado como o principal financiador e articulador das atividades ilícitas, foi detido em um condomínio de luxo na cidade de Campinas, em São Paulo.

A prisão ocorreu no âmbito da operação Dracarys, que investiga desmatamentos e queimadas nos municípios de Boca do Acre (AM) e Pauini (AM).

Conforme a Polícia Federal, o grupo é suspeito de desmatar, provocar incêndios, impedir a regeneração da vegetação, além de praticar falsidade ideológica e associação criminosa.

As áreas de Boca do Acre e Pauini, de difícil acesso e pouco monitoramento, teriam sido escolhidas estrategicamente para dificultar a ação de órgãos de fiscalização ambiental. O esquema teria causado a derrubada de 1.672 hectares de floresta nativa e queimadas que devastaram 2.368 hectares de terras públicas federais.

O impacto das queimadas, revelado por imagens de satélite, contribuiu para a formação de densas nuvens de fumaça que afetaram amplas regiões da Amazônia, especialmente entre setembro e outubro deste ano. Essas emissões comprometeram a qualidade do ar, agravando a crise ambiental e gerando prejuízos à saúde das comunidades locais.

A operação Dracarys cumpre 10 mandados judiciais expedidos pela 7ª Vara Federal do Amazonas, incluindo prisão, buscas e apreensões nos estados de São Paulo e Amazonas.

A Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens dos investigados, visando garantir a reparação dos danos ambientais.

Fonte:  Carta Capital  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/08:09:16

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Fiscalização apreende 1 quilo de maconha e mil ovos de tartaruga em navio no Marajó

(Foto: Reprodução) – Equipes de fiscalização da Base Integrada Fluvial Antônio Lemos, instalada em Breves, no Arquipélago do Marajó, apreenderam na manhã desta quarta-feira (23) uma carga com 1.160 ovos de tartaruga e 1 quilo de maconha.

A carga, incluindo os ovos – que não possuíam documentação -, havia saído de Manaus, no Amazonas, com destino a Belém.

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A apreensão ocorreu por volta de 4h50 da manhã durante as fiscalizações de rotina que ocorrem na área do Rio Tajapuru. Segundo os agentes, durante o procedimento a bordo do Navio Anna Karoline VII,  com o auxílio do Jay Z, cão farejador do Batalhão de Ação com Cães (BAC), foi identificado dentro de uma impressora, que estava no depósito de encomendas, 1 quilo de maconha.

Em seguida, em um isopor, militares do Batalhão de Polícia Ambiental localizaram 1.160 ovos de tartaruga. Todo o material ilícito foi apreendido e conduzido para procedimentos da Polícia Civil na Base Integrada. O caso segue sob investigação para identificar quem havia enviado o material na embarcação.

Luciano de Oliveira, secretário de Segurança Pública e Defesa Social, em exercício, destaca que os resultados das ações desenvolvidas a partir das Bases Fluviais, demonstram cada vez mais a assertividade na instalação do equipamento de segurança na região.

“Nós temos tido resultados positivos e contínuos de ações que são realizadas na malha fluvial por meio das equipes da base integrada, que desde 2022 vem sendo fundamental para o combate à criminalidade na região do Marajó. A apreensão desse tipo de material já é a segunda essa semana, contribuindo para a redução dos crimes ambientais, além de outras apreensões realizadas como as de drogas, celulares e também as prisões que estão sendo efetuadas desde o último final de semana. Portanto, reiteramos que seguimos trabalhando para reduzir, cada vez mais, as práticas criminosas e garantir a paz da população”, afirmou.

Produtividade Base Antônio Lemos

Entre os meses de setembro e outubro, as ações realizadas diariamente pelas equipes integradas da Base, já resultaram em prisões e apreensões de madeira ilegal, mais de 2 toneladas de pescado, mais de 1.400 ovos de tartaruga, e ainda, mais de 390 kg de drogas.

Para o diretor do grupamento fluvial, coronel José Vilhena, as ações que são realizadas diuturnamente pelas equipes que atuam na base, têm exatamente esse objetivo, combater os crimes na região e tirar de circulação os ilícitos.

“O trabalho contínuo que vem sendo realizado, tem sido bastante exitoso na garantia da apreensão de entorpecentes, pescados sem nota fiscal, madeira, além das prisões de responsáveis pela prática dos crimes. Isso demonstra a importância da localização estratégica da Base Antônio Lemos e do empenho das forças de segurança, o que garante a segurança da população que reside e de quem trafega na área, como também contribui para a redução da criminalidade em todo o Estado”, afirmou.

 

Fonte: Agência Pará – Governo PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/15:50:04

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Expedição encontra angelim de altura equivalente a prédio de 24 andares no Amapá

(Foto: Reprodução) – Uma expedição inédita na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Iratapuru, no município de Laranjal do Jari, a 290 km de Macapá, encontrou árvores gigantes da espécie Dinizia excelsa Ducke, popularmente conhecida como angelim-vermelho.

O achado foi de uma equipe de pesquisadores dos Jardins Botânicos do Rio de Janeiro, de Nova Iorque e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com apoio do Governo do Amapá.

Árvores gigantes foram mapeadas
                                                                               Árvores gigantes foram mapeadas

A localização das mega-árvores no local revela que o Amapá, no Extremo Norte do Brasil, também faz parte da rota dessa espécie centenária. Uma das árvores localizada tem cerca de 70 metros de altura, o que equivale a um prédio de 24 andares.

O pesquisador da Universidade Federal do Paraná, Paulo Labiak, afirmou que as árvores gigantes ocorrem em praticamente toda a Amazônia, mas no Amapá e no Pará, a espécie é encontrada com alturas muito maiores que em outros locais. Os motivos que levam a esse crescimento ainda são desconhecidos.

Paisagens paradisíacas durante a expedição
                                                                               Paisagens paradisíacas durante a expedição

“Existem vários pesquisadores tentando compreender esse fenômeno impressionante, se é a influência do solo ou o tipo de clima que faz com que as árvores cresçam dessa forma. E, muito provavelmente, elas estão muito antes dos portugueses chegarem ao Brasil. É fundamental que esses estudos continuem para compreendermos melhor o comportamento e os fatores que geram a regeneração dessas árvores na unidade de conservação, pois é muito difícil encontrar indivíduos jovens se regenerando”, enfatizou Labiak.

Segundo a coordenadora da equipe de botânicos, Rafaela Forzza, os angelins gigantes só ocorrem dentro de diversas unidades de conservação que estão na faixa do Amapá e do Pará, como Parna das Montanhas do Tucumaque, Flona da Mulata, RDS do Rio Iratapuru, Esec Jari e Rio Paru.
árvore 1

Santuário dentro da reserva esconde mega-árvores
pessoas
Pesquisadores mapearam a região

“É uma faixa que essas árvores conseguem chegar a uma altura magnifica. Ao longo do rio, foi possível observar que os angelins estão acima de todas as outras espécies, pois, quando termina a copa de árvores normais, eles se estendem de 30 a 40 metros acima. Aqui é mais um território de árvores gigantes e mais um lugar documentamos na Amazônia”, destaca Rafaela.

A RDS do Rio Iratapuru de uso sustentável, considerada santuário de belezas naturais, além de paisagens impressionantes e árvores monumentais, possui fonte de água mineral e 21 corredeiras ao longo do rio. Os moradores são extrativistas e vivem da colheita da castanha, do trabalho na cooperativa que beneficia o fruto e da pesca artesanal.

A expedição segue até o dia 26 de outubro.

 

Fonte: REDAÇÃO e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2024/17:38:43

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FAB intercepta aeronave que ameaçava o espaço aéreo nacional

A Defesa Aérea ordenou medidas progressivas, que não foram cumpridas pela aeronave. | Foto: Reprodução/PF

Após descumprir as determinações da defesa aérea, a aeronave realizou pouso forçado em área descampada ao sul da pista de Lábrea (AM).

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, nesta terça-feira (22), uma aeronave modelo PA-28 Cherokee no município de Lábrea, no Amazonas. A aeronave, que entrou clandestinamente no espaço aéreo brasileiro vinda do Peru, foi identificada pela rede de radares do Sistema de Defesa Aérea Brasileiro (SISDABRA).

O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) coordenou a ação, mobilizando aeronaves de defesa A-29 Super Tucano e E-99, utilizadas para inteligência, vigilância e reconhecimento. A interceptação ocorreu às 10h50, quando as Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA) foram executadas.

A Defesa Aérea ordenou medidas progressivas: reconhecimento à distância, mudança de rota e pouso obrigatório, além de tiros de aviso. A aeronave, sem plano de voo e sem responder às ordens, realizou um pouso forçado em uma área ao sul da pista de Lábrea, próximo à Rodovia Transamazônica.

No solo, o piloto incendiou a aeronave e fugiu. A Polícia Federal foi acionada para conduzir as investigações e as medidas de controle no local. O Chefe do Estado-Maior Conjunto do COMAE, Major-Brigadeiro do Ar João Campos Ferreira Filho, destacou a importância do monitoramento e da prontidão das equipes envolvidas, afirmando que essas ações contribuem para impedir o transporte de drogas.

A operação faz parte da Operação Ostium, vinculada ao Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), que visa combater crimes transfronteiriços em parceria com a FAB e Órgãos de Segurança Pública (OSP), conforme o Decreto nº 5.144 de 16 de julho de 2004.

Fonte: FAB e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2024/15:38:17

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