Desenhos produzidos por estudantes do Pará serão expostos na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias

A exposição “Cores do Futuro” contará com 23 desenhos produzidos por alunos da rede estadual de ensino do Pará. As ilustrações também farão parte da identidade visual do evento.

Mostrar o olhar diferenciado de crianças e adolescentes da rede estadual de ensino do Pará sobre o futuro da Amazônia, além de reconhecer e valorizar o talento destes paraenses. Este é o objetivo da Exposição “Cores do Futuro”, que acontecerá na 2ª Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias, entre os dias 6 e 8 de novembro, das 13h às 21h, no Hangar Centro de Convenções, em Belém – PA. Clique aqui para mais informações sobre o evento.

Serão expostos 23 desenhos que estampam os materiais didáticos do componente curricular inédito no Brasil de Educação Ambiental, Sustentabilidade e Clima, ofertado pela Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc). As artes foram escolhidas no concurso “Cores do Futuro” da Seduc em 2023 e 2024. Os visitantes poderão contemplar desenhos inspirados em temas como a educação ambiental, projeto de vida, sustentabilidade e clima. Além disso, poderão ouvir dos seus criadores qual foi a inspiração para a criação artística em uma ativação com o depoimento de cada um dos artistas da rede estadual.

Desenhos/Alunos conferência (Divulgação)
Desenhos/Alunos conferência (Divulgação)

Além da exposição, os desenhos serão utilizados na identidade visual e em materiais para os participantes do evento, como bolsas e cadernos. “Ficamos encantados com o talento dessas crianças e adolescentes. Eles conseguiram transmitir por meio da arte a importância da Amazônia para a humanidade e que o futuro da região depende diretamente das nossas ações”, afirmou o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Raul Jungmann.

Sobre o Concurso

Em uma iniciativa inédita no estado do Pará, a Seduc realiza, desde 2023, concurso de desenhos direcionados para que os estudantes ilustrem os projetos gráficos da Seduc, como os livros didáticos do componente curricular de Educação Ambiental, Sustentabilidade e Clima, Prepara Pará, além dos materiais do Programa Alfabetiza Pará. Desde então já foram realizadas 3 edições, o concurso “Prepara COP30” e duas edições do “Cores do Futuro”, sendo selecionados 31 desenhos em 2023 e 37 em 2024. A iniciativa marca o retorno da oferta de material didático próprio e regionalizado pela Seduc, além de potencializar os talentos, a aprendizagem e protagonismo juvenil dos estudantes paraenses.

“Contar com materiais didáticos regionalizados é fundamental para o desenvolvimento pedagógico dos nossos estudantes, porque é a partir de exemplos relacionados à cultura local, à vegetação, à culinária, aos costumes do próprio povo que nossos estudantes conseguem aprender com maior facilidade os conteúdos apresentados. Ter a participação deles na construção das capas eleva os materiais, gerando maior identificação ao material, além de estimular o talento das nossas crianças e jovens. Participar da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias é mais uma forma de potencializar a dedicação e os resultados de cada um deles”, observou o secretário de Estado de Educação do Pará, Rossieli Soares.

Serviço:

Segunda edição da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias

Data: 6 a 8/11/2024

Local: Belém (PA)

Inscrições gratuitas: https://www.amazoniaenovaseconomias.com.br/

Público-alvo: profissionais de setores vinculados às novas economias, gestores públicos, executivos de empresas, profissionais da sustentabilidade e de ESG, gestores e profissionais de organizações da sociedade civil, comunidades de povos ancestrais e originários, negócios de impacto, cooperativas e associações, acadêmicos, ambientalistas, imprensa, público em geral.

Fonte: Ascom/ 2ª Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/11/2024/06:36:44

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Rios na Amazônia têm risco muito alto de contaminação por mercúrio

Foto: Reprodução | Estudo encontrou contaminação em mais da metade das bacias analisadas.

Um estudo da ONG WWF-Brasil indica que quatro bacias da Amazônia, onde estão territórios indígenas sob ameaça do garimpo ilegal, apresentam grande risco de contaminação por mercúrio, acima de níveis considerados seguros.

Os resultados indicam um “risco extremamente alto” de contaminação em mais da metade das sub-bacias analisadas. A projeção foi feita a partir de um modelo de probabilidade, desenvolvido pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

Esse modelo usou dados do “Observatório do Mercúrio” sobre a distribuição e acúmulo do metal nas quatro bacias dos rios Tapajós (Pará, Mato Grosso e Amazonas); rio Xingu (Pará e Mato Grosso); e os rios Mucajaí e Uraricoera, esses dois últimos, norte de Roraima, área onde vive o povo yanomami.

As concentrações de mercúrio seriam mais baixas nas cabeceiras dos rios e aumentariam ao longo do curso. O mercúrio se acumula na cadeia alimentar, especialmente em peixes consumidos pela população local.

Para Vitor Domingues, analista ambiental e um dos responsáveis pelo estudo da WWF, um dos grandes desafios é a escassez de dados amostrais, por isso a necessidade dos dados serem projetados. O resultado é que a maioria dessas sub-bacias não atenderia aos padrões estabelecidos na legislação ambiental brasileira.

O estudo também traz várias recomendações, como a implementação de um monitoramento mais adaptado às condições das diferentes sub-regiões; e a criação de um sistema de informações para apoiar ações governamentais.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/11/2024/14:51:01

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Especialistas debatem impactos das secas e queimadas na Amazônia

(Foto: Reprodução) – Mais de 100 pessoas, de forma presencial e online, participaram do seminário “Secas e queimadas na Amazônia: situação atual e perspectivas”, promovido pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) na manhã desta terça-feira, 29 de outubro, e como parte da programação da Virada Sustentável Manaus 2024. A gravação está disponível de forma gratuita no YouTube: https://youtu.be/TSH3URmJ9A0.

O evento reuniu especialistas renomados para discutir os riscos de colapso ambiental e as consequências para a saúde pública na região amazônica. Entre eles, Ivo Emílio da Cruz Jung, Philosophiae Doctor (PhD) em Farmacologia; e Carlos Nobre, climatologista, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e integrante da equipe que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em 2007; além de Virgilio Viana, superintendente geral da FAS; e Valcléia Lima Solidade, superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidades da FAS.

Carlos Nobre destacou os números alarmantes de desmatamento e o aquecimento global crescente, destacando o risco iminente de um colapso irreversível na Amazônia. “A Amazônia está à beira de um ponto de não retorno (do inglês, point of no return), que é uma interação sinergística entre o aquecimento global e uma mudança na terra, potencializada pelo desmatamento”, alertou.

Na década de 90, Nobre se tornou um dos pioneiros no assunto ao divulgar em revistas internacionais, como a Science, artigos que alertavam sobre a importância do bioma para o equilíbrio ambiental. Em seus estudos, o cientista construiu cenários em que, ao invés de floresta, a Amazônia fosse pela metade composta por grandes campos de pasto. O resultado seria a existência de verões mais longos, em média de seis meses ou mais, caracterizando uma “savana tropical”.

Atualmente, as temperaturas já batem recordes e as semanas quentes são mais longas em vários cantos do mundo, inclusive no Brasil e na região amazônica. Cientistas especulam que o ponto de não retorno seja atingido até 2050, o que resultaria em uma sinergia de aceleração do aquecimento global e ondas de calor, aumento na emissão de gases do efeito estufa (GEE) e diminuição das chuvas em várias partes do mundo.

Nobre destacou ainda que os sistemas de monitoramento via satélite para encontrar o local de fogo é importante, mas se faz necessário desenvolver novas soluções para detectar, em tempo, quem incendeia a floresta. Outras medidas necessárias são mitigar o desmatamento, restaurar a Amazônia e criar “cidades-esponja”, projetadas para que a água da chuva seja mantida e absorvida no local onde ela cai através de sistemas de drenagem urbana.

Saúde pública e mental

Ivo Jung, PhD em Farmacologia, ministrou a palestra “Os impactos das queimadas e secas na saúde e bem-estar na Amazônia”, trazendo à tona os problemas que afetam a saúde física e mental da população.

“Se fala bastante da quantidade de fumaça [proveniente das queimadas], só isso já acarreta em uma gama enorme de problemas respiratórios, mas que não se resume apenas a respirar fumaça”, disse Jung.

“O problema é que quando o nosso organismo está lutando contra algo, ele fica enfraquecido para lidar com outras questões. Então, se o corpo identifica que o maior problema é a fumaça, a chance de contaminação por vírus ou bactéria aumenta enormemente”, acrescenta.

Alguns dos principais problemas das queimadas são: diminuição das chuvas e umidades, aumento de diagnóstico de doenças respiratórias, perda da biodiversidade e aumento nos custos de vida (energia, água potável, alimento, transporte). Além disso, o sistema público de saúde enfrentaria sobrecarga de casos respiratórios.

Outro ponto preocupante é a ecoansiedade, ou “ansiedade climática”, caracterizada pelo sentimento generalizado e sensação de impotência diante das mudanças climáticas. Segundo a Associação Americana de Psicologia, 25% a 50% das pessoas expostas a um desastre climático têm risco de desenvolver problemas de saúde mental.

Jung ainda destaca que, nesse cenário, as mulheres são ainda mais vulneráveis, sobretudo gestantes, mães, chefes de família e aquelas que possuem algum tipo de comorbidade. “É preciso projetos e políticas públicas específicas para cuidar desse tema”, finaliza.

 Negacionismo e esperança

Ao iniciar o debate com a participação do público, o superintendente geral da FAS, Virgilio Viana, relembrou sobre outro ponto-chave: o negacionismo.

“O professor Carlos Nobre nos colocou um cenário super preocupante. A pergunta é ‘o que podemos fazer?’. A resposta veio, de um lado, mitigar as ocorrências (queimadas, incêndios florestais, desmatamento) e trabalhar a adaptação climática. A segunda [parte da resposta] é trabalhar a cooperação com os países e dos Governos na esfera federal, estadual e municipal. Por isso, precisamos estar muito conscientes de nossos votos, pois vivemos em uma democracia e, muitas vezes, fazemos escolhas erradas ao não considerar essa dimensão climática”, disse.

“Mesmo diante das evidências, ainda há pessoas que afirmam que mudança climática não existe. É muito importante que todos nós tenhamos essa consciência do negacionismo climático. […]. Hoje existe uma indústria que financia a desinformação, feita pela própria indústria do petróleo e gás. Existe, a nível global, empresas que fazem lobby e que financiam pesquisadores que se prestam a esse serviço.

E esse tema foi partidarizado, do ponto de vista político, não só no Brasil, como em outros países. Então, há partidos que não se alinham aos discursos de mudanças climáticas. Mas, conforme foi mostrado com todas as letras, isso [ponto de não retorno] foi previsto, está previsto e a Ciência continua acertando”, reiterou.

Buscando uma forma melhor de resistir às mudanças climáticas, Jung citou o autocuidado pessoal, a valorização das pequenas ações e a diminuição no consumo de conteúdo negativo.

Em sua vez, Vigilio também foi enfático ao destacar que o trabalho também parte da própria população e através de projetos sustentáveis, como o “Repórteres da Floresta”.

 Virada Sustentável Manaus

O seminário, realizado de forma híbrida na sede da FAS e via Microsoft Teams, marcou a abertura conceitual da 10ª Virada Sustentável Manaus. Corealizado pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), em parceria com a Virada Sustentável Nacional e com produção da Somos Benevolência, o festival tem como objetivo conscientizar e mobilizar a população em prol de transformações ambientais e sociais, como a proteção do bioma amazônico, valorização das comunidades tradicionais, fomento à economia verde, diversidade, mobilidade e outras temáticas. A iniciativa tem patrocínio da Bemol e Águas de Manaus, além do apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

A programação da Virada foi elaborada de forma colaborativa com o apoio do seu Conselho Criativo, que é formado por 60 pessoas que representam instituições da sociedade civil amazonense, que atuam em comunidades e bairros de Manaus. Além do Fórum, o festival promoverá uma série de atividades culturais e ambientais gratuitas, neste sábado e domingo, dias 2 e 3 de novembro, no Largo São Sebastião (Centro) e nos bairros Monte das Oliveiras, Parque das Tribos, Redenção e Coroado. Para mais informações sobre o festival, acompanhe as redes sociais da @viradasustentavelmanaus, @fasamazonia e @somosbenevolencia.

 Sobre a FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia. Sua missão é contribuir para a conservação do bioma, para a melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia e valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade. Com 16 anos de atuação, a instituição tem números de destaque, como o aumento de 202% na renda média de milhares famílias beneficiadas e a queda de 39% no desmatamento em áreas atendidas.

 

Fonte: Emanuelle Araujo Melo de Campos e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/10/2024/17:30:04

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Ufopa 15 anos: Programação ressalta saberes e desenvolvimento na Amazônia

(Foto: Reprodução) – Em 2024, a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) completa 15 anos de criação.

A instituição foi criada em 5 de novembro de 2009, por meio da Lei nº 12.085/2009, assinada pelo então presidente da República em exercício, José Alencar. A Ufopa consolidou o perfil da cidade de Santarém como cidade universitária. Para comemorar essa década e meia de funcionamento, a Gestão Superior da universidade preparou uma programação de aniversário que ressalta a força dos saberes amazônicos, conhecimento, inovação e desenvolvimento na Amazônia a partir das realizações ocorridas nesse período.

A extensa programação iniciou-se em setembro e inclui inaugurações, entrega de obras de infraestrutura, criação de novos cursos de graduação e pós-graduação, entre outras conquistas que impactaram e ainda vão impactar a educação superior na região Oeste do Pará nos próximos anos.

Para marcar o período de 15 anos, o setor de Marketing Institucional preparou uma identidade visual que partiu da premissa de que a Ufopa foi criada para “’mudar os rumos da história e transformar a realidade e o futuro do Oeste do Pará através do ensino, da pesquisa e da extensão”. “O selo de aniversário representa, através das águas e elementos da flora da região, a conexão da Ufopa com a biodiversidade amazônica e o compromisso da instituição com o desenvolvimento da sociedade do Oeste do Pará”, explicou o programador visual Jocelyn Alencar, da equipe de Comunicação da Ufopa.

O logotipo dos 15 anos reflete o papel da Ufopa como uma instituição que “impulsiona a produção e socialização de conhecimentos, traz oportunidades, reúne a diversidade e deixa um legado valioso e inestimável por onde passa”, afirmam os idealizadores da campanha. “A campanha de 15 anos busca destacar não só a força de uma universidade, mas do seu povo e do seu lugar, a Amazônia. O sentido da universidade está na educação, no conhecimento, nos saberes, e o diferencial da Ufopa é impulsionar esses saberes que existem aqui com o povo amazônida”, afirmou a publicitária Manuele Rodrigues, uma das idealizadoras da campanha.

“Podemos afirmar que a Ufopa é o reflexo da força do povo da Amazônia. A combinação dos seus saberes, da sua cultura, identidade e ancestralidade com a ciência, a tecnologia e a inovação, que resultam em desenvolvimento e preservação da biodiversidade na Amazônia”, afirmam os idealizadores da campanha, que traz o slogan “Ufopa 15 anos – A força dos saberes da Amazônia”.

Para comemorar os 15 anos, a Gestão Superior iniciou, já no mês de setembro, uma série de entregas, e entre elas se podem citar: as obras de infraestrutura para facilitar a acessibilidade na unidade Tapajós; a construção do BMT III, em andamento; a criação de novos cursos de graduação e pós-graduação, como o de Medicina, o de Turismo e o de Comunicação Social; a ampliação da oferta de cursos nos campi regionais e a criação do campus da Ufopa na cidade de Rurópolis, a 230 km de Santarém; além da implantação de uma cultura do planejamento, entre outras ações.

Para a reitora da Ufopa, Aldenize Xavier, os 15 anos da instituição refletem a importância dessa universidade para a educação superior na região Oeste do Pará. “Celebrar os 15 anos da Universidade Federal do Oeste do Pará é mais do que marcar uma data, é reconhecer o trabalho de todos os que, ao longo desses anos, contribuíram para transformar a Ufopa em um polo de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão. Como uma universidade multicampi, nossa presença em diversas regiões do Oeste do Pará é fundamental para ampliar o acesso à educação superior, levando oportunidades a diferentes comunidades e contribuindo diretamente para o desenvolvimento local. Nosso compromisso com a educação pública, inclusiva e de qualidade segue cada vez mais forte, impactando a vida de milhares de estudantes e fortalecendo a região. Este aniversário é uma oportunidade de renovar nosso compromisso com a sociedade e projetar os próximos anos com ainda mais inovação e responsabilidade social”, afirmou Xavier.

Sobre a programação: Ufopa 15 anos – Entre os eventos que devem marcar as comemorações dos 15 anos da Ufopa, completados em 2024, está o tradicional corte do bolo, que ocorrerá simultaneamente na sede e nos seis campi regionais, no dia 11 de novembro, por considerar o período de recesso acadêmico, já que o dia do aniversário é 5 de novembro.

Atividades esportivas também estão previstas na programação, como a tradicional Corrida da Ufopa, a ocorrer no mês de dezembro, os Jogos Internos da Ufopa (JIUfopa) e a inauguração de uma academia ao ar livre no Complexo Esportivo da Unidade Tapajós, em Santarém.

A Ufopa é uma universidade pública e gratuita, construída com base no tripé ensino, pesquisa e extensão. Para mostrar ao público o que está sendo feito na área da extensão, por exemplo, será realizado no dia 14 de novembro o Procce Day, um dia inteiro com atividades de extensão. “Na ocasião, vamos apresentar o resultado do edital Piape, o Georreferenciamento da Extensão do Oeste do Pará, e também premiaremos os alunos que participaram do Concurso de Redação. Vamos também inaugurar o Ateliê de Artes”, afirmou a pró-reitora da Comunidade, Cultura e Extensão (Procce), Ediene Pena. Show cultural, CTIC Day, ciclo de cuidados da mulher e outras atividades também estão previstas na programação de aniversário.

Histórico e localização – A Ufopa foi criada pela Lei nº 12.085, de 5 de novembro de 2009. É a primeira instituição federal de ensino superior com sede num dos pontos mais estratégicos da Amazônia, no município de Santarém, a terceira maior cidade do estado do Pará, mundialmente conhecida por suas belezas naturais, com destaque para o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas. A criação da Ufopa faz parte do programa de expansão das universidades federais e é fruto de um acordo de cooperação técnica firmado entre o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal do Pará (UFPA), no qual se prevê a ampliação do ensino superior na região amazônica.

A Ufopa surgiu da incorporação do Campus de Santarém da UFPA e da Unidade Descentralizada Tapajós da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), as quais mantinham atividades na região Oeste paraense. A Ufopa assimilou também outras unidades da UFPA e da Ufra para a formação dos campi de Alenquer, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná. Em Santarém, a Ufopa mantém suas atividades, atualmente, em duas unidades: Unidade Rondon, localizada no bairro Caranazal; e Unidade Tapajós, no bairro Salé.

 

Fonte: Imprensa UFOPA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/10/2024/16:31:56

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Pesquisa destaca potencial das libélulas para impulsionar ecoturismo de base comunitária na Amazônia

(Fotos: acervo da pesquisa)  – Estudo revela como insetos da ordem Odonata podem fomentar a consciência ambiental, contribuir para a conservação da biodiversidade e gerar oportunidades de renda sustentável para as comunidades locais.

Estudo inédito, realizado por uma equipe de cientistas da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade do Algarve (UAlg), de Portugal, revela que as libélulas, insetos pertencentes à ordem Odonata, podem desempenhar um papel fundamental na promoção do ecoturismo de base comunitária na Amazônia brasileira. Os resultados da pesquisa, publicados na revista Global Ecology and Conservation, destacam a importância do conhecimento ecológico tradicional e da participação comunitária no desenvolvimento de iniciativas de conservação em áreas protegidas na Amazônia.

A pesquisa é detalhada no artigo “Neotropical dragonflies (Insecta: Odonata) as key organisms for promoting community-based ecotourism in a Brazilian Amazon conservation area”, que tem como autores os cientistas Mayerly Alexandra Guerrero-Moreno (Ufopa), Leandro Juen (UFPA), Miguel Puig-Cabrera (UAlg), Maria Alexandra Teodósio (UAlg) e José Max Barbosa Oliveira Junior (Ufopa).

De acordo com os pesquisadores, a incorporação de insetos no ecoturismo aumenta a conscientização sobre sua importância nos ecossistemas. No entanto, a inclusão desse grupo em atividades ecoturísticas ainda é rara, mas com grande potencial. Por isso, táxons emblemáticos, como as libélulas, conhecidas na Amazônia como jacinas, com perfis de alta popularidade, podem fomentar o interesse de públicos de todas as idades em relação a outros invertebrados, o que é vital, dada a atual perda de biodiversidade.

(Fotos: acervo da pesquisa)
(Fotos: acervo da pesquisa)

“As libélulas são vistas como símbolos culturais e ambientais importantes, por isso sua inclusão no ecoturismo de base comunitária pode fortalecer a conexão entre a comunidade, os visitantes e a biodiversidade local”, afirma Mayerly Alexandra Guerrero-Moreno, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento (PPGSND) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).

O estudo foi realizado na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, situada na Amazônia brasileira, onde foram entrevistados 415 líderes e moradores indígenas e não indígenas, revelando que 98,55% dos participantes reconhecem esses organismos e atribuem a eles valores estéticos, ambientais, culturais e econômicos. “Esse estudo faz parte do INCT Sínteses da Biodiversidade Amazônica e do PPBIO Amazônia Oriental, que buscam promover essa integração, pois acreditamos que ela seja essencial para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável”, afirma Leandro Juen, um dos autores do artigo.

Segundo o estudo, 96,38% dos participantes afirmaram que atividades de ecoturismo atuais não incluem informações sobre invertebrados. Essa lacuna poderia ser preenchida pelo uso das libélulas como atrativos ecoturísticos, dadas suas características chamativas, cores vibrantes e voo elegante. A maioria dos entrevistados manifestou interesse em observar libélulas (99,04%) e participar no desenvolvimento de atividades ecoturísticas com Odonata (89,88%), indicando que sua inclusão no ecoturismo de base comunitária poderia aumentar a conscientização ambiental e proporcionar uma nova fonte de renda para as comunidades da reserva.

A pesquisadora destaca ainda que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tem o programa Monitora, que avalia a biodiversidade em áreas protegidas, incluindo o uso das libélulas como indicadores ambientais. “Integrar essas iniciativas com o ecoturismo comunitário pode fortalecer a proteção ambiental e a valorização cultural na região”, afirma.

Professor do Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA) e do PPGSND, ambos da Ufopa, José Max Oliveira Júnior afirma que o ecoturismo de base comunitária, centrado em Odonata, não só tem o potencial de atrair turistas, mas também de promover a participação e o empoderamento de populações indígenas e não indígenas que habitam a reserva. “Esperamos que esta pesquisa sirva como uma ferramenta de diagnóstico essencial para impulsionar o ecoturismo de base comunitária com foco em Odonata em unidades de conservação. São extremamente importantes estudos que buscam alinhar a geração de conhecimento da biodiversidade e a interação com as populações tradicionais, visando à conservação da biodiversidade local, a geração de rendimentos e o empoderamento das comunidades”, afirma.

Para garantir que o ecoturismo com libélulas seja benéfico e sustentável, os pesquisadores enfatizam a necessidade de desenvolver políticas públicas, programas de financiamento e suporte técnico que possibilitem o desenvolvimento dessas iniciativas pelas comunidades locais. A pesquisa aponta ainda que a implementação de programas educacionais e de treinamento é essencial para preparar as comunidades para a gestão dessas atividades, promovendo um turismo sustentável e inclusivo.

Confira o artigo completo (em inglês) aqui: https://doi.org/10.1016/j.gecco.2024.e03230Libélula 1

Fonte:Comunicação/Ufopa, com informações dos pesquisadores e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/06:08:26

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Número recorde: Mato Grosso, Pará e Amazonas tem áreas de matas mais impactadas pelo fogo em 2024

Focos de queimadas no parque indígena do Xingu, Pará. Foto: Reprodução/Google Earth

Município de São Félix do Xingu, no Pará, foi o que registrou o maior número de focos no País: 3.846 queimadas em áreas de mata.

Mapeamento feito pela Embrapa das áreas impactadas pelas queimadas durante o período de seca no Brasil em 2024 revela que os principais focos ocorreram em áreas de formação florestal, principalmente na Amazônia e no Pantanal matogrossense.

“O levantamento das áreas de matas impactadas pelo fogo mostra que os estados de Mato Grosso, Pará e Amazonas foram os mais atingidos. O município de São Félix do Xingu, no Pará, com 3.846 queimadas em áreas de mata (imagem acima, extraída do Google Earth), foi o que registrou o maior número de focos no País. Os municípios paraenses de Altamira e Novo Progresso, e o amazonense Apuí também registraram mais de 2 mil focos de queimadas em 2024”, expõe o pesquisador da área de Agrometeorologia da Embrapa Milho e Sorgo (MG) Daniel Pereira Guimarães.

Durante a estiagem de 2023, foram registrados cerca de 90 mil focos de calor no País. Em 2024, esse número foi superior a 200 mil entre os meses de maio até o fim de setembro, com forte intensificação da incidência de queimadas em agosto, segundo o pesquisador .

“Identificados pelo sensor Modis, embarcado nos satélites Aqua e Terra, seis municípios brasileiros tiveram mais de 5 mil focos de calor, dentro e fora de áreas de matas”, informa Guimarães. São eles: São Félix do Xingu (PA), com 7.657 focos de queimadas; Altamira (PA), com 6.687 focos no mesmo período; Apuí (AM), com 5.906 focos; Corumbá (MS), totalizando 5.860 registros; Novo Progresso (PA), com 5.498 queimadas; e Lábrea (AM), chegando a 5.205 focos (Figura 3). As imagens do sensor Modis, de Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer, são analisadas pelo Programa Earth Science Data Systems (ESDS) da agência espacial norte-americana (Nasa) e distribuídas em diferentes formatos em seu site. “Os pontos com cores quentes vistos nas imagens são as queimadas”, explica o cientista da Embrapa.

Na visão de Guimarães, o cenário de forte estiagem visto em 2024, em que as queimadas atingiram com maior intensidade as áreas com formação florestal no Brasil, apresenta peculiaridades e desafios para a recuperação desses biomas.

“A vegetação florestal não está adaptada aos impactos das queimadas e tende a perecer, enquanto as áreas de campo, como as de Cerrado e pastagens, se recuperam mais facilmente com a chegada do período chuvoso. Outra questão diz respeito ao grande volume de matéria seca existente nas áreas de mata cuja queima provocou os altos índices de poluição atmosférica no País”, pondera. “Essas mudanças são também percebidas nas alterações dos índices de vegetação obtidos das imagens de satélite. Os resultados foram os altos índices de queimadas e a escassez de água nos rios da região”, completa.

Impacto na agricultura

As áreas agrícolas também foram muito afetadas, e os canaviais os mais impactados, com a ocorrência de mais de quatro mil focos de queimadas em 2024 (Figura 5) – em 2023, foram registrados 650 focos, segundo o pesquisador. “Veremos perdas tanto pela ação do fogo quanto pela queda de produtividade causada pelo estresse hídrico”, apresenta. Segundo Guimarães, a forte estiagem terá impactos na próxima safra.

“As áreas de cultivo de soja se encontravam em época de pousio e as perdas estão relacionadas com a queima da matéria orgânica e da cobertura do solo. Já as lavouras de café tiveram baixa incidência de queimadas, mas terão forte impacto devido à deficiência de água na zona radicular. Condição similar ocorre nas áreas de fruticultura”, relata Guimarães.

Eventos extremos

A chegada do período chuvoso em grande parte do País na segunda semana de outubro marcou o fim da estiagem que causou a maior incidência de queimadas no Brasil, com enormes prejuízos econômicos e danos ambientais incalculáveis. De acordo com Guimarães, a intensidade das estiagens está sendo avaliada com base na extensão do período sem chuvas e na atuação do fenômeno El Niño Oscilação Sul (Enso).

“Isso conduz a erros de interpretações e atrasos na tomada de ações para mitigar os danos causados pela seca, como verificado nessa última estação de estiagem. As chuvas ocorridas nas regiões Sudeste e Nordeste ficaram próximas das normais climatológicas; na Região Sul foram maiores que as médias históricas; já na Região Norte ficaram abaixo da média. Essas variações sazonais e a condição de neutralidade da temperatura do Pacífico desde o início de maio não serviram de alerta para a tragédia que se avizinhava”, explica Guimarães (Figura 1).

Segundo o pesquisador, a forte estiagem foi ocasionada pela perda de água dos solos em razão das altas temperaturas, dos baixíssimos índices de umidade relativa do ar e da ação dos ventos, causando uma estação de inverno atípica, com secagem precoce das gramíneas e uma perda excessiva de folhagem nas áreas florestais.

“Esses impactos já eram claramente observáveis em agosto de 2024 (Figura 2), quando vários estados já apresentavam excessiva escassez hídrica nos solos. Essas mudanças são também percebidas nas alterações dos índices de vegetação obtidos das imagens de satélite. A forte estiagem na região amazônica foi prevista com antecedência pelos modelos de previsão de clima. Os resultados foram os altos índices de queimadas e a escassez de água nos rios da região”, apresenta.

Medidas de prevenção

Daniel Guimarães comenta que os eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes, com catástrofes causadas pelas chuvas como as ocorridas na Região Sul do País, e as estiagens, que atingiram áreas enormes. “Porém, nossas bases de informações, principalmente as obtidas a partir de sensores orbitais, são suficientes para o monitoramento em tempo real e para orientar as tomadas de decisões mais assertivas”, diz.

O pesquisador reforça que as condições de umidade dos solos e os níveis de estresse da vegetação permitem que ações sejam tomadas, como campanhas educativas, proibição do uso de queimadas e ações de fiscalização, com pelo menos dois meses antes do período crítico. “A mitigação desse problema nacional depende do monitoramento e da previsão das condições climáticas, da análise da geolocalização dos focos de incêndios em tempo real em integração com as bases de relevo, uso do solo e Cadastro Ambiental Rural (CAR), além da fiscalização das áreas de risco com o apoio de sensores remotos”, conclui.

 

Fonte: Com informações da Embrapa e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/15:02:13

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Homem tem rosto devorado por peixes após cair baleado em rio no São Raimundo

Foto: Divulgação | Manaus/AM – Um homem de 24 anos, conhecido como Romário, foi encontrado morto dentro do Rio Negro, no bairro São Raimundo, na zona oeste, na manhã desta terça-feira (29). O rosto da vítima foi completamente devorado por peixes e estava em estado esquelético.

As primeiras informações são de que Romário caiu nas águas após ser baleado durante uma perseguição na orla do bairro, por volta das 2h.

O corpo dele só foi encontrado na manhã de hoje e estava totalmente irreconhecível. Toda a face, olhos, boca e bochechas foram devorados pelos peixes e a identificação foi possível pelas roupas que Romário usava no momento da fuga.

O corpo dele foi removido para o Pelotão Fluvial, no Rodoway, e posteriormente para o IML. A família está no local e realiza os procedimentos do reconhecimento oficial da vítima.

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Fonte:  Portal Holanda e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/11:31:58

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Jogador de futebol é encontrado morto no Rio Negro, em Manaus, e família acusa polícia de disparo

Jogador de futebol Romário Cavalcante encontrado morto em Manaus — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Parentes e amigos de Romário Cavalcante realizaram uma manifestação nesta terça-feira (29) e afirmam que, antes de desaparecer nas águas, ele foi alvo de disparos efetuados por policiais militares durante uma abordagem na noite de segunda-feira.

Familiares e amigos do jogador de futebol Romário Cavalcante, de 24 anos, encontrado morto na manhã desta terça-feira (29) no Rio Negro, próximo à orla do bairro São Raimundo, Zona Oeste de Manaus, realizaram uma manifestação para pedir justiça. Eles afirmam que, antes de desaparecer nas águas, Romário foi alvo de disparos efetuados por policiais militares durante uma abordagem na noite de segunda-feira (28).

Em nota, a Polícia Militar informou que uma investigação interna vai ser aberta para apurar as circunstâncias do ocorrido. A corporação esclareceu que, na noite de segunda-feira, a equipe da 5ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) recebeu denúncias sobre um grupo suspeito de estar envolvido na venda de drogas na rua Virgílio Ramos, no bairro São Raimundo, e, em resposta, realizou uma operação na área.

Ainda em nota, a PM explicou que os policiais militares envolvidos na abordagem conseguiram prender um homem ao chegarem ao local, enquanto outros dois se jogaram no Rio Negro. Um dos homens foi resgatado posteriormente, mas o terceiro, identificado como Romário, não foi localizado.

No fim da tarde de terça-feira, familiares de Romário se reuniram em uma manifestação na Rua 5 de Setembro, no bairro São Raimundo. Com cartazes e barricadas na via, eles afirmaram que o jovem foi morto por policiais militares enquanto estava na orla com outros dois amigos.

“Ele estava com os amigos quando a viatura chegou e começou a atirar. Após o desaparecimento dele no rio, a vizinhança desceu em peso; mais de 50 amigos foram atrás do corpo quando souberam que o tiro foi naquela direção. Mas não encontraram o corpo, porque o jogaram na água após os disparos,” relatou a tia da vítima, Tely Pinheiro.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada por familiares de Romário na noite de segunda-feira para realizar buscas pelo corpo do jogador de futebol, mas a operação foi encerrada sem sucesso. Na manhã desta terça, os bombeiros retomaram as buscas e localizaram o corpo da vítima, que foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).

De acordo com vídeos gravados na noite da abordagem, pelo menos dois policiais militares, lotados na 5ª Cicom, foram vistos deixando o local na viatura de número 25-7403 CPA OESTE, com a placa QZA8D41.

Durante o protesto, diversas viaturas da Polícia Militar estiveram presentes para conter os ânimos dos manifestantes, que chegaram a atear fogo em pneus na via.

A esposa de Romário, Elizabeth Sales, relatou que ele estava sofrendo perseguição por parte de alguns policiais após ser preso há cerca de quatro meses na orla do bairro. Ela explicou que, na ocasião, os policiais alegaram que ele estava com drogas. Segundo Elizabeth, no momento da abordagem, Romário estava com o pai, com quem trabalha em uma vidraçaria, e nenhum entorpecente foi encontrado.

“Não pegaram droga com ele, não pegaram nada. Ele estava com o pai dele, trabalha com o pai dele na vidraçaria. Ele nunca teve envolvimento com nada, nunca teve. O negócio do Romário era jogar bola, ele era um menino animado, divertido. Se vocês olharem as redes sociais, vão ver: todo mundo brincando com ele”, afirmou Elizabeth.

Conforme o laudo preliminar de necropsia divulgado pelo IML, a morte de Romário ainda apresenta causa indeterminada, pois o cadáver foi encontrado semi-esqueletizado. O caso é investigado pela Polícia Civil.

A Polícia Militar destacou em nota que, em relação às acusações sobre a conduta de seus agentes durante a ocorrência, a população pode denunciar qualquer irregularidade cometida por eles por meio dos canais oficiais do Sistema de Segurança Pública.

Em nota publicada nas redes sociais, o Sul América Esporte Clube, time de futebol do qual Romário fazia parte, lamentou a morte do atleta.

“O Sul América Esporte Clube lamenta profundamente o falecimento do seu ex-atleta Romário Cavalcante, mais conhecido como Romarinho. Nossos sentimentos a familiares e amigos neste momento delicado e que Deus conforte o coração de todos”, diz o comunicado.

Familiares protestam após morte de jogador de futebol, em Manaus. — Foto: Patrick Marques/g1 AM
Familiares protestam após morte de jogador de futebol, em Manaus. — Foto: Patrick Marques/g1 AM

Familiares protestam após morte de jogador de futebol, em Manaus. — Foto: Patrick Marques/g1 AM
Familiares protestam após morte de jogador de futebol, em Manaus. — Foto: Patrick Marques/g1 AM

Fonte:  g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/10:59:19

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Dezenas de jacarés rodeiam embarcação de pescador durante a noite no Amazonas; VÍDEO

Foto: Reprodução | Nas imagens é possível ver os olhos dos animais brilhando na escuridão amazônica. O registro foi feito no Lago do Rei, situado no município de Careiro da Várzea, neste mês.

Já era noite quando o pescador Rainilson Souza, de 34 anos, se deparou com uma situação assustadora enquanto navegava por um lago no interior do Amazonas: dezenas de jacarés rodearam a pequena embarcação em que ele estava sozinho. A cena foi gravada e compartilhada por ele nas redes sociais. Veja no vídeo acima.

Nas imagens é possível ver os olhos dos animais brilhando na escuridão amazônica. O registro foi feito no Lago do Rei, situado no município de Careiro da Várzea, em 21 de outubro.

“Vejam a quantidade de jacaré-açú que tem ai nesse registro. E ai, você teria coragem de pescar ai a noite? Essa é a realidade do ribeirinho do Amazonas”, disse nas imagens.

Apesar de intimidadora, a situação não surpreende Rainilson, que se diz acostumado a encontrar os animais enquanto navega pela área para trabalhar. Foi ele o responsável por outro registro impressionante na mesma região, quando passou em uma embarcação perto de vários jacarés em um banco de areia.

Ao g1, o pescador relatou que não tem medo de passar por esses locais, mesmo reconhecendo que seja uma situação perigosa.

“Eu passo por ali há muito tempo, comecei a andar nesse lago desde os 12 anos. Sempre durante esse período de seca, independentemente da intensidade, os jacarés aparecem”, relatou Rainilson.

Neste ano, o Amazonas enfrenta uma grave crise ambiental, resultado da combinação entre a seca dos rios e queimadas. Todas as calhas dos rios que cortam o estado estão em situação crítica de seca e mais de 800 mil pessoas estão sendo afetadas pelo fenômeno, que contribui para a aglomeração da espécie em trechos dos rios.

Segundo ele, já houve ataque de jacaré-açu a um morador da região. “Foi há algum tempo. Ele estava pescando quando a canoa bateu em um jacaré, e o animal pegou o braço dele. Ele ficou internado por muito tempo,” contou Souza.

O que diz especialista

O biólogo especialista em crocodilianos amazônicos, Ildean Fernandes, explicou que os animais são da espécie jacaré-açu e não costumam ficar aglomerados, como aparecem nas imagens.

“O jacaré-açu tem uma tendência natural a ser solitário visto que é um animal territorialista, apesar de ter interações sociais. Porém, essas interações são limitadas principalmente durante a reprodução e proteção dos filhotes. Por exemplo, não é comum que esta espécie fique aglomerado dessa maneira”, diz o especialista.

Fernandes ressalta, no entanto, que o animal apresenta o comportamento de se reunir em grupo em algumas circunstâncias, inclusive durante períodos de seca.

“Em algumas situações eles podem ser observados próximos uns dos outros, como em áreas de alta concentração de alimento ou durante período de seca, quando os corpos d’água disponíveis se tornam limitados. No entanto, mesmo nesses casos, não há uma estrutura social ou cooperação entre eles”, disse.

O especialista afirma que, normalmente, os jacarés dessa espécie não costumam representar risco para os humanos, exceto durante o período reprodutivo. Nessa época, os machos tentam proteger seus territórios nas margens de rios e lagos, enquanto as fêmeas podem se tornar agressivas para defender seus filhotes.
“É um animal de grande porte e bastante arisco, ou seja, sensível a mudanças abruptas no ambiente, como barulhos e impactos na água. Provavelmente, o som do motor os assustou, gerando a movimentação vista nas imagens,” relatou o professor.

https://twitter.com/i/status/1851637871716839475

Fonte: Por Lucas Macedo, g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/10:49:53

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Celulares e eletrônicos sem nota fiscal são apreendidos em ação da Base Fluvial no Baixo Amazonas

Carga saiu de Manaus, no Amazonas, com destino a Santarém (Foto: Divulgação) – Uma ação de fiscalização realizada, na noite da segunda-feira (28), pela equipe de agentes de segurança que atua na Base Integrada Fluvial Candiru, em Óbidos, no Baixo Amazonas, apreendeu 35 aparelhos celulares e outros itens, como produtos eletrônicos e cosméticos.

As mercadorias eram transportadas sem nota fiscal na embarcação L/M Belíssima, que saiu de Manaus, no Amazonas, com destino a Santarém, no oeste paraense.

De acordo com a polícia, o flagrante ocorreu em abordagem de rotina à embarcação que trafegava pelo Rio Amazonas em frente ao município de Óbidos. No momento de inspecionar as bagagens, os agentes encontraram na mala de um passageiro 35 aparelhos celulares da marca iPhone 16 Pro Max; 06 unidades de medicamentos controlados; 03 loções hidratantes importados; 01 AirTag GPS e 01 fone de ouvido AirPods Max. Todos os produtos estavam sem nota fiscal.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Um representante da Receita Federal foi acionado para a realização dos procedimentos administrativos e, posteriormente, o material e o responsável pela carga foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Óbidos para os procedimentos cabíveis.

O homem responderá pelo crime de descaminho previsto no artigo 334 do código penal,  que é caracterizado pela importação ou exportação de mercadoria de maneira ilegal.

Para o titular do Grupamento Fluvial, coronel PM José Vilhena,  a ação demonstra a importância das fiscalizações diárias. “O trabalho feito pelas nossas equipes na região do Baixo Amazonas a partir da Base Candiru vem cumprindo positivamente com nossa estratégia de segurança que é a de fiscalizar, coibir e inibir as ações criminosas na malha fluvial. O trabalho de pouco mais de um mês já vem obtendo resultados positivos e demonstrando que o Estado está presente e apto a combater a criminalidade, garantindo assim a segurança de todos”, afirmou.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/10/2024/16:26:08

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