Em cinco anos de atuação, Fundo Hydro impactou mais de 91 mil vidas na Amazônia

Relatório quinquenal (2019-2024) detalha a atuação da organização na promoção do desenvolvimento sustentável e inclusivo nos territórios onde a Hydro opera.

O Fundo Hydro, mecanismo financeiro da Hydro e Albras para investimento social, divulgou o relatório dos seus cinco primeiros anos de atuação (2019-2024), consolidando uma trajetória de apoio ao desenvolvimento sustentável e inclusivo na Amazônia. Neste período, o Fundo, que já destinou R$ 60 milhões a mais de 50 projetos, beneficiou mais de 91 mil pessoas. Outros R$ 40 milhões serão aplicados até 2029, totalizando R$ 100 milhões em dez anos.

O relatório pode ser acessado na íntegra no site da instituição. Mantido por Alunorte, Albras e, posteriormente, integrado à Mineração Paragominas, o Fundo Hydro foi criado com o objetivo de fortalecer o diálogo entre empresas, poder público e comunidades, e direciona seus investimentos para Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. Sua atuação contribui especialmente para o Trabalho Decente e Crescimento Econômico (ODS 8), Redução das Desigualdades (ODS 10), Cidades e Comunidades Sustentáveis (ODS 11) e Paz, Justiça e Instituições Eficazes (ODS 16), mostrando que o desenvolvimento sustentável começa no nível local com a participação da população.

Desde 2019, o Fundo financia projetos de educação, empreendedorismo e preservação ambiental selecionados por comitês técnicos, com base em mérito, viabilidade e impacto social. Barcarena, cidade a 100 quilômetros de Belém, foi o foco dos primeiros anos de atuação do Fundo.

“O Fundo Hydro é a materialização do nosso compromisso com a Amazônia. Nesses cinco anos, construímos pontes, investimos em sonhos e vimos mais de 91 mil vidas serem impactadas por projetos que nascem do diálogo, da escuta ativa e do protagonismo comunitário, valorizando saberes locais. Isso prova que é possível aliar crescimento industrial com desenvolvimento local inclusivo e sustentável”, afirma Eduardo Figueiredo, Vice-presidente sênior de Sustentabilidade da Hydro e diretor executivo do Fundo Hydro.

Essa atuação é exemplificada pelo apoio à Iniciativa Barcarena Sustentável (IBS), um fórum democrático criado em 2018 que reúne sociedade civil, empresas e governo na definição de prioridades locais, e orienta para a alocação de recursos e ações.

Entre as inciativas apoiadas pelo Fundo Hydro, ao longo desses cinco anos, estão projetos que ampliam oportunidades de qualificação profissional e estimulam o empreendedorismo local, promovendo geração de renda, destacando-se iniciativas como o Tipitix, que busca ampliar a comercialização e agregar valor aos produtos de produtores da agricultura familiar em Barcarena. Além disso, plataformas como o Conexões Sustentáveis, desenvolvida em parceria com a IBS, buscam apoiar iniciativas estruturantes e de base comunitária que promovam impacto positivo em Barcarena, em um escopo diverso: cultura local, meio ambiente e geração de renda.

O relatório revela que a estratégia do Fundo impacta diretamente a dinâmica social dos municípios do interior do Pará, fortalecendo a autonomia econômica das mulheres. Esse dado dialoga diretamente como Censo 2022 do IBGE, que aponta um crescimento significativo de lares chefiados por mulheres no Brasil. Ao focar nesse público, o Fundo não apenas gera renda, mas fortalece a estrutura de famílias onde a mulher é, cada vez mais, a principal provedora e agente de transformação local.

A materialização desse apoio aparece em iniciativas destacadas no relatório, como o projeto “Mulheres do Nosso Bairro” e o “Estilo Barcarena”. O documento mostra como ferramentas móveis, como o “Lab truck”, permitiram levar qualificação profissional em tecnologia e costura para áreas remotas, superando barreiras de mobilidade que historicamente limitavam o acesso das mulheres à educação. Além da capacitação técnica, esses projetos criaram redes de pertencimento, essenciais para o empoderamento em territórios vulneráveis.

Esmeralda Cardoso, que integra os projetos Arte do Saber e Estilo Barcarena, da Plataforma Conexões Sustentáveis, focados em artesanatos e costura, ressaltou o impacto transformador das iniciativas para a vida das mulheres, que segundo o Censo 2022, do IBGE, chefiam 52% dos lares brasileiros. “Esses projetos nos dão a oportunidade de caminhar com nossas próprias pernas, gerando autonomia e renda, além de valorizar nossa cultura a partir do que a floresta nos oferece”, afirmou.

A atuação do Fundo Hydro também inclui iniciativas que incentivem o uso sustentável dos recursos amazônicos nos âmbitos de saneamento e gestão de resíduos, e na pandemia promoveu ajuda humanitária às famílias impactadas pela Covid-19, com a contratação de serviços e aquisição de produtos. Além do incentivo a pesquisas voltadas para a regeneração ambiental, por meio de parcerias com o Instituto Tecnológico Vale e o Consórcio de Pesquisa em Biodiversidade Brasil-Noruega (BRC).

Todo esse fomento ao desenvolvimento sustentável impactou diretamente 49.601 pessoas até 2024. Além disso, 41.668 pessoas foram beneficiadas indiretamente, demonstrando a capilaridade das inciativas.

Os resultados dos projetos realizados em Barcarena e a validação da metodologia de investimentos permitiram a expansão a novos municípios. O Fundo Hydro passa por um momento de expansão para Paragominas e cinco municípios situados entre as operações, incluindo Tomé-Açú, Ipixuna do Pará, Moju, Acará e Abaetetuba. Assim, será contemplada uma área total que 4,7 milhões de hectares, incluindo 2 milhões de hectares de floresta tropical de alta biodiversidade.

Fundo Hydro na COP30

Durante a COP30, realizada em novembro de 2025, em Belém, o Fundo Hydro demonstrou a amplitude de sua atuação e os principais resultados de seus projetos com uma agenda diversificada e aberta ao público. Entre as principais atividades, destacam-se: o lançamento do livro “Floresta amazônica: biodiversidade e restauração florestal em Paragominas”, do BRC, que traduz mais de uma década de pesquisa científica; a roda de conversa “Embarca Amazônia: Histórias e Negócios de Empreendedores Locais”, que apresentou o programa de aceleração de negócios sustentáveis; e as ativações no Domo Hydro e Albras, que atraíram aproximadamente 20 mil visitantes com exposições como “Um olhar Turiwara sobre si”, desenvolvida no âmbito do projeto Memória e Identidade e “Biodiversidade em Retratos”, do BRC. Além da participação em painéis e debates sobre temas relacionados à conferência.

Fonte: Hydro e  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/01/2025/14:54:02

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Inpe confirma redução de desmatamento na maioria dos biomas em 2024

Foto: Gustavo Pedro/Divulgação)- Queda foi maior na Mata Atlântica, 37,89%, segundo o Inpe.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) consolidou os dados do sistema de Monitoramento Anual da Supressão de Vegetação Nativa (Prodes) do ano de 2024 para todos os biomas brasileiros.

A análise sobre as imagens dos alertas divulgados anteriormente confirmou a redução da supressão de vegetação natural na maioria dos biomas monitorados, em relação a 2023.  

Os dados consolidados apontam que entre os anos de 2023 e 2024 houve redução do desmatamento nos seguintes biomas:

  • Amazônia: 28,09%
  • Área não florestal na Amazônia: 5,27%
  • Cerrado: 25,76%
  • Mata Atlântica: 37,89%
  • Pampa: 20,08%

Os biomas Caatinga e Pantanal foram os únicos que apresentaram crescimento em relação às áreas que sofreram supressão da vegetação nativa. Os aumentos foram de:

  • Caatinga: 9,93%
  • Pantanal: 16,5%

De acordo com nota técnica divulgada pelo Inpe, somente é considerada supressão a remoção da cobertura da vegetação nativa, independentemente das características da vegetação e da futura utilização da área.  As análises são feitas a partir de imagens de satélites das áreas com supressão, identificadas automaticamente e classificadas a partir dos índices de vegetação. Depois passam por interpretação visual.

Na avaliação da vice-coordenadora do Programa do Inpe BiomasBR, Silvana Amaral, a queda no desmatamento na maioria dos biomas brasileiros entre 2023 e 2024 corrobora a efetividade e a importância de políticas públicas de comando e controle, bem como de mecanismos regulatórios como acordos e termos de conduta firmados entre sociedade civil e setores de comércio e exportação de produtos agropecuários.

A consolidação dos dados do Prodes serve para a análise de tendências de médio e longo prazo do desmatamento no Brasil, de forma complementar aos resultados antecipados. São informações que dão subsidio à construção e implementação de políticas públicas ambientais.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/01/2026/12:10:07

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Pará reduz em 67% os focos de queimadas em 2025, segundo dados do Inpe

Foto: Fernando Sette / Divulgação | Resultado expressivo reforça eficácia de ações preventivas, fiscalização e políticas ambientais coordenadas pelo Governo do Estado.

O Governo do Pará registrou, em 2025, uma redução histórica de 67% nos focos de queimadas em relação ao ano anterior. De acordo com dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número total caiu de 55.298 registros em 2024 para 18.011 em 2025 — uma diferença de 37.287 focos a menos em todo o território paraense.

Para o governador Helder Barbalho, os números confirmam o impacto das políticas públicas ambientais desenvolvidas no estado. “O Pará registrou uma redução muito significativa. São mais de 37 mil focos a menos em 2025, o que demonstra que o trabalho integrado do Governo do Estado, com planejamento, presença em campo e articulação entre órgãos, está produzindo resultados concretos para a proteção ambiental e para a saúde da população”, afirmou o governador.

Redução das cicatrizes de fogo reforça avanço ambiental

Além da expressiva queda nos focos de calor, os dados do Inpe revelam uma redução ainda maior nas chamadas cicatrizes de incêndio florestal, que representam áreas diretamente atingidas pelo fogo. Em 2024, foram registrados 24.278 km² dessas cicatrizes no Pará. Já em 2025, esse número caiu para 2.079 km² — uma diminuição de 91%, reforçando que o cenário do último ano marcou uma queda real tanto na ocorrência quanto na extensão dos incêndios.

Estratégia ambiental integrada fortalece resultados

O secretário de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade, Raul Protázio Romão, destacou que a redução é resultado direto da política ambiental estruturada adotada pelo governo paraense. “Estamos avançando no combate às queimadas e na proteção do nosso território. Essa redução mostra que o Pará segue firme no compromisso de cuidar das pessoas, do meio ambiente e de construir um modelo de desenvolvimento mais sustentável”, pontuou.

Em 2025, o Estado deu um passo decisivo com o lançamento do Programa Estadual de Prevenção e Combate às Queimadas e Incêndios Florestais (PEPIF), coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas). A iniciativa inédita reúne diversos órgãos em uma estratégia unificada e regulamentou, ainda, o serviço ambiental voluntário de brigadistas florestais, ampliando a capacidade de resposta e atuação preventiva em áreas críticas.

Condições climáticas e planejamento reforçaram controle do fogo

A análise técnica da Semas sobre os dados do Inpe aponta que a redução registrada em 2025 está diretamente associada à implementação das ações de prevenção, fiscalização e combate. A conjuntura climática também contribuiu para o cenário mais favorável, com menor incidência de condições que favorecem a propagação do fogo, em comparação aos anos de 2023 e 2024. Ainda assim, 2025 está entre os anos mais quentes da história, segundo o serviço europeu Copernicus e a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o que reforça a importância do planejamento e da atuação integrada no enfrentamento aos incêndios florestais.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/01/2026/11:55:38

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Pastor é removido da Assembleia de Deus após denunciar aluguel de R$ 2 milhões para COP30

Pastor Marcelo Campelo e a mulher, Luana (Instagram @prmarcelocampelo/Reprodução) 

Conflito interno expõe tensão sobre transparência e gestão financeira da igreja.

A Assembleia de Deus em Belém enfrenta uma crise administrativa nesta semana após o pastor Samuel Câmara, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CADB), remover o pastor Marcelo Campelo da liderança da AD Doca. A decisão ocorre após Campelo denunciar, publicamente, o aluguel do Centro de Convenções Centenário por R$ 2 milhões durante a COP30, evento climático da ONU realizado na capital paraense.

Marcelo Campelo utilizou suas redes sociais para questionar a transparência da igreja na negociação do espaço, destacando que o valor exorbitante para apenas cinco dias de uso não havia sido detalhado aos membros. Em vídeo publicado no Instagram, Campelo afirmou ter sido “surpreendido nas férias” com a remoção e classificou a decisão como uma perseguição política interna, ressaltando que não cometeu faltas éticas ou morais.

A tentativa de empossar um novo líder gerou tensão dentro do templo. Fiéis presentes relataram que a maioria abandonou o santuário no momento da posse, realizando um protesto silencioso e solidário ao pastor destituído. Durante o culto, bancos permaneceram vazios, e dezenas de membros se reuniram do lado de fora em vigília, com orações e louvores em apoio a Campelo.

Os membros também exigem uma auditoria completa nos contratos firmados para a COP30, questionando não apenas o valor do aluguel, mas a gestão de outros ativos da igreja no contexto do grande evento internacional.

A COP30 transformou Belém em um epicentro de investimentos globais e logísticos. A igreja, detentora de grandes infraestruturas na cidade, passou a ser peça estratégica na realização do evento. O conflito interno evidencia como pressões econômicas externas podem refletir na governança das instituições religiosas, ampliando tensões internas e questionamentos sobre transparência administrativa.

Enquanto Samuel Câmara argumenta que a troca administrativa visa “ajuste de diretrizes”, os fiéis continuam pressionando por respostas detalhadas. O espaço segue aberto para manifestação das partes, e a comunidade acompanha atentamente os próximos passos da CADB.
Especialistas em governança religiosa apontam que conflitos desse tipo, quando associados a grandes eventos econômicos ou logísticos, podem gerar crises de confiança entre líderes e fiéis, impactando diretamente a credibilidade das instituições religiosas. A situação da AD Doca demonstra que transparência financeira e comunicação clara são essenciais para evitar divisões internas e manter a coesão da comunidade.

O episódio também serve como alerta para outras congregações, mostrando que decisões administrativas controversas podem gerar não apenas insatisfação interna, mas também repercussão pública e mídia intensiva.

Fonte: Portal Veja e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/01/2026/17:04:12

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Justiça condena empresa e comandante por naufrágio que matou 42 pessoas no rio Jari

(Foto: Reprodução) – Quase cinco anos após uma das maiores tragédias fluviais da Amazônia, a Justiça do Trabalho condenou a empresa de navegação Erlon Rocha Transportes Ltda (Erlonav) e o comandante do navio Anna Karoline III ao pagamento de R$ 500 mil por dano moral coletivo, além de impor uma série de obrigações de segurança, em razão do naufrágio que matou 42 pessoas no rio Jari, entre o Amapá e o Pará, em fevereiro de 2020.

A Vara do Trabalho de Laranjal do Jari e Monte Dourado proferiu a sentença na ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá (MPT) sobre o naufrágio do navio motor Anna Karoline III, ocorrido na madrugada de 29 de fevereiro de 2020. A decisão converteu em tutela definitiva a liminar anteriormente concedida e acolheu integralmente o pedido de condenação por dano moral coletivo.

Com isso, a Justiça determinou que a empresa Erlon Rocha Transportes Ltda – Me (Erlonav), proprietária da embarcação, e o comandante e locatário do navio cumpram uma série de obrigações voltadas à segurança do trabalho aquaviário, além de pagar, de forma solidária, indenização de R$ 500 mil, valor que será revertido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A ação foi proposta pelo MPT, por meio da Procuradoria do Trabalho no Município de Macapá, após investigação que apurou responsabilidades no naufrágio ocorrido no rio Jari, ao sul do Amapá. O acidente resultou na morte de 42 pessoas, entre elas duas trabalhadoras não aquaviárias que prestavam serviços a bordo da embarcação.

O Inquérito Civil instaurado pelo MPT revelou que o Anna Karoline III operava em rota não autorizada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e acumulava graves irregularidades. Entre elas, o transporte de carga muito acima do permitido — cerca de 173 toneladas, quando o limite nos porões era de 95 toneladas —, além da distribuição irregular do peso, concentrado no convés principal.

A investigação também apontou a adulteração do disco de Plimsoll, marca obrigatória de segurança no casco das embarcações, utilizada para indicar o limite máximo de carga. A alteração tinha como objetivo ocultar a sobrecarga durante fiscalizações.

Pela sentença, a Erlonav deverá se abster de alterar marcas de borda livre, autorizar viagens com sobrecarga ou em condições adversas e armazenar cargas que obstruam rotas de fuga. No prazo de 30 dias, a empresa deverá ainda promover treinamento de aquaviários, elaborar e implementar o Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Aquaviário (PGRTA) por embarcação, estabelecer cronograma de revisão periódica do programa, fornecer e exigir o uso de equipamentos de proteção individual e coletes salva-vidas, além de capacitar trabalhadores em primeiros socorros.

O descumprimento de qualquer das obrigações impostas resultará em multa mensal de R$ 10 mil, limitada ao teto de R$ 500 mil. A condenação, segundo a Justiça, reconhece a gravidade das violações e o impacto coletivo causado por práticas que colocaram vidas em risco e culminaram em uma tragédia de grandes proporções.

Fonte: ver o fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/12/2025/07:28:46

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Os 7 mistérios da Amazônia que desafiam a ciência

(Foto: Reprodução) – A Amazônia é um dos territórios mais estudados e, ao mesmo tempo, menos compreendidos do planeta. Entre fenômenos biológicos únicos, estruturas antigas e relatos históricos intrigantes, os mistérios da Amazônia continuam desafiando cientistas e pesquisadores, mesmo com o avanço da tecnologia moderna.

Mistérios da Amazônia ligados a fenômenos biológicos surpreendentes

Entre os achados mais impressionantes está o fungo Pestalotiopsis microspora, descoberto por pesquisadores da Universidade de Yale. Ele é capaz de digerir plástico do tipo poliuretano mesmo na ausência de oxigênio, algo extremamente raro no reino biológico e com potencial impacto ambiental global.

Outro fenômeno curioso é a palmeira Socratea exorrhiza, conhecida como palmeira andante. Estudos indicam que ela pode se deslocar até cerca de um metro por ano, graças ao crescimento de novas raízes em uma direção enquanto outras apodrecem, especialmente em áreas alagadas da floresta.

Estruturas antigas que reforçam os mistérios da Amazônia

Na região do Acre, mais de 500 geoglifos milenares já foram identificados. Essas estruturas geométricas, com diâmetros entre 20 e 385 metros, foram construídas entre 200 a.C. e 1300 d.C. por povos indígenas, revelando um nível de organização social muito mais avançado do que se imaginava.

Outro achado impressionante são as pirâmides de terra na Bolívia, atribuídas ao povo Karabi por volta de 500 a.C. Algumas chegam a 22 metros de altura e só foram reveladas graças ao uso do LIDAR, mostrando centros urbanos que ocupavam áreas de até 100 hectares.

Os 7 mistérios da Amazônia que desafiam a ciência

Os 7 mistérios da Amazônia que desafiam a ciência

Descobertas surpreendentes levantam novas perguntas. – Créditos: depositphotos.com / gustavofrazao

Mistérios da Amazônia ligados à astronomia e rituais antigos

No Amapá, um conjunto de 127 rochas com mais de quatro metros de altura forma o chamado Stonehenge da Amazônia. Datado de aproximadamente 1000 a.C., o círculo de pedras apresenta alinhamento preciso com o solstício de inverno, indicando uso ritual e astronômico.

Essas descobertas reforçam a ideia de que povos amazônicos possuíam profundo conhecimento astronômico, engenharia de grande escala e relação simbólica com os ciclos naturais, muito antes da chegada dos europeus.

Lendas, cidades perdidas e formações enigmáticas da Amazônia

*  El Dorado, associada a rituais de ouro do povo Muisca no Lago Guatavita
*  Paititi, suposta cidade inca escondida a leste da Cordilheira dos Andes
*  Cidade Z, no Mato Grosso, buscada por Percy Fawcett
*  Rosto de Harakbut, formação rochosa com traços humanos precisos no Peru
*  Pirâmides de terra ocultas sob áreas urbanas modernas

Mistérios pouco explicados que envolvem a região amazônica são explorados neste vídeo do canal Universo Space News, que reúne 588 mil inscritos e soma 1,1 milhão de visualizações. Ao assistir, você conhece sete enigmas da Amazônia, entende por que eles intrigam cientistas e pesquisadores e quais teorias tentam explicar esses fenômenos até hoje:

Os 7 MISTÉRIOS Mais INTRIGANTES da AMAZÔNIA Que Deixam Até os Cientistas Perplexos

(Foto: Reprodução) 

Principais mistérios da Amazônia e suas características

Mistério                                 //  Característica principal
Fungo comedor de plástico //  Digestão de poliuretano sem oxigênio
Palmeira andante                 //  Deslocamento gradual por raízes
Geoglifos do Acre                //  Estruturas geométricas milenares
Pirâmides de terra             // Centros urbanos revelados por LIDAR
Stonehenge amazônico    //  Alinhamento com solstício
Cidades perdidas              //  Relatos históricos e buscas inacabadas
Rosto de Harakbut          //  Formação rochosa de aparência humana

Esses exemplos mostram que os mistérios da Amazônia envolvem ciência, história, arqueologia e cultura, revelando que a floresta ainda guarda segredos capazes de reescrever o entendimento sobre civilizações antigas e fenômenos naturais únicos.

Fonte: Tupi.fm e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2025/07:40:46

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Pará registra queda de 51% no desmatamento e lidera resultados positivos na Amazonia

(Foto:Reprodução) – Dados oficiais registram melhor desempenho da série histórica 2019-2026, com redução de quase 80% em relação

O Pará alcançou um novo marco histórico na preservação ambiental. Segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Estado registrou 385 km² de área recoberta por alertas de desmatamento, no acumulado de agosto a novembro de 2025 – o menor valor de toda a série histórica 2019-2026. O Ano Prodes 2026, contabilizado pelo Inpe, teve início em agosto de 2025. O resultado representa uma queda de 51% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 778 km². Em termos absolutos, são quase 400 km² de floresta preservados, a maior queda, em área, da Amazônia Legal. Comparada ao pico histórico de 2020, quando o acumulado atingiu 1.954 km², a redução chega a 80%.

Desempenho superior à média regional – O Pará superou o desempenho da Amazônia Legal, que registrou queda de 40% no período (de 1.794 km² para 1.074 km²). O Estado reduziu sua participação de 43% para 36% do total amazônico, indicando que a pressão sobre a floresta está sendo contida de forma mais eficaz no território paraense.

No mês de novembro, isoladamente, o Estado apresentou redução de 6%, passando de 126 km² para 119 km², mantendo a tendência de estabilização em patamares baixos.

Para o governador Helder Barbalho, os números comprovam a eficácia da estratégia adotada. “É o resultado de um trabalho incansável de nossas equipes, da inteligência aplicada e do compromisso inegociável com a Amazônia. Esses números reforçam a eficácia de uma estratégia adotada a partir do Plano Amazônia Agora, desde o início governo, que nos permite não só alcançar esses resultados mas também avançar em outras frentes de transformação, a partir da bioeconomia”, declarou.

A vice-governadora Hana Ghassan destacou a conexão entre preservação e desenvolvimento: “Reduzir o desmatamento significa proteger nossos povos, garantir a sustentabilidade de nossas cadeias produtivas e mostrar ao mundo que é possível prosperar conservando. O Pará mostra que fez a escolha certa ao investir em um política pública que vai além do comando e controle, e que entende que a bioeconomia, a regularização e a recuperação florestal são o caminho”.

O titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), Raul Protázio Romão, atribui os resultados à estratégia integrada de fiscalização. “Estamos colhendo os frutos de uma política ambiental que não é só pautada pela fiscalização, mas que promove uma verdadeira mudança no uso dos recursos naturais. Hoje, temos um conjunto de políticas públicas que estimulam o desenvolvimento sustentável, com benefícios reais à população”, afirmou.

(Foto: Pedro Guerreiro / Ag. Pará)

Queda do desmatamento nos municípios – As ações de combate ao desmatamento resultaram em reduções expressivas nos municípios. Uruará se destacou com a maior redução absoluta, diminuindo sua área sob alerta em 73%, caindo de 15,42 km² para 4,13 km². Outros municípios também apresentaram quedas expressivas no mês de novembro. São eles: Senador José Porfírio, com redução de 25%; Medicilândia, com diminuição de 23%; e Placas, que reduziu as áreas em alerta em 56%

Fonte: oestadonet e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Judiciário mobiliza país para ampliar regularização fundiária e enfrentar conflitos de terra

O debate de hoje em Brasília tem muita importância para a regularização fundiária na Amazônia | Foto: de Kid Reis

Com o desafio de destravar a regularização fundiária no Brasil e reduzir conflitos que se arrastam há décadas no campo e nas cidades, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abrem, nesta quinta-feira (4), o Seminário Nacional “Como o Judiciário pode Contribuir para Escalar a Regularização Fundiária”. O encontro, realizado presencialmente em Brasília e transmitido on-line, reúne os três Poderes e instituições técnicas para discutir como o Judiciário pode se tornar protagonista na ampliação das políticas de titulação de terras no país.

Organizado pelo STF e pelo CNJ, o seminário propõe três eixos centrais: repensar o papel do Judiciário na regularização fundiária, fortalecer a articulação institucional com o Executivo e compartilhar experiências inovadoras — rurais e urbanas — capazes de acelerar a entrega de direitos a milhões de brasileiros que vivem em áreas não regularizadas. A abertura ocorre na Sala de Sessões da Segunda Turma do STF, das 9h às 18h.

A Clínica MultiverCidades da Amazônia, da Universidade Federal do Pará (UFPA), é a única representante das universidades federais convidada a expor experiências no evento. Pela manhã, o foco é a regularização rural, com participação de representantes do CNJ, INCRA, Ministério dos Povos Indígenas, Ouvidoria Agrária Nacional, ONR e SPU. À tarde, o debate se volta para a regularização urbana, com gestores da SPU, do Ministério da Gestão, do Ministério das Cidades, registradores de imóveis e especialistas da UFPA e da Secretaria de Habitação de Guarulhos.

O seminário reforça o compromisso institucional com a segurança jurídica, a justiça social e o desenvolvimento sustentável, alinhado à Agenda 2030 da ONU. O STF destaca que a ausência de titulação está diretamente associada à vulnerabilidade social, à insegurança jurídica, à degradação ambiental e ao bloqueio de políticas públicas essenciais.

Para Luly Fischer, vice-coordenadora da Clínica MultiverCidades e professora da UFPA, o Judiciário tem papel central na mediação de conflitos fundiários e ambientais, e vem aprimorando suas práticas para proteger direitos fundamentais. “As discussões no evento serão importantes para aperfeiçoar essas iniciativas e podem gerar ganhos para a redução de violações de direitos na região e no país”, afirma.

A UFPA mantém acordo de cooperação com o STF, o CNJ e o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para produzir estudos com impacto social e ampliar o acesso à justiça. O seminário é coordenado por José Filho (SEP/CNJ), Marcelo Varella (Assessoria da Presidência do STF) e Fernando Cury (Corregedoria Nacional de Justiça).

A regularização fundiária ainda está pendente em muitas áreas periféricas de Belém
A regularização fundiária ainda está pendente em muitas áreas periféricas de Belém

Fonte: Texto: Kid Reis, com suporte do STF e CNJ – Fotos: Kid Reis e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2025/12:05:13

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Controle do desmatamento reduz assassinatos na Amazônia; Novo Progresso está entre os municípios mais afetados

Foto: Reprodução | Um novo estudo divulgado pelo projeto Amazônia 2030 revela uma relação direta entre combate ao desmatamento e redução da violência na região. Segundo a pesquisa, municípios que receberam maior presença do Estado e mais fiscalização ambiental registraram queda de até 15% nos homicídios, o equivalente a 1.477 vidas preservadas por ano.

A análise, que utiliza dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter/Inpe) e registros do DataSUS entre 2006 e 2016, aponta que a presença do Estado desencoraja redes criminosas ligadas à grilagem, ao garimpo e à extração ilegal de madeira — atividades que historicamente alimentam a violência na Amazônia.

Novo Progresso e Altamira: destaques negativos

Entre os 521 municípios avaliados, Novo Progresso e Altamira, no sudoeste do Pará, aparecem como áreas críticas onde a combinação de desmatamento elevado e conflitos fundiários impulsionou taxas de homicídio acima da média regional.

A presença de milícias rurais, invasões de terras públicas, abertura ilegal de pastagens e redes de extração de madeira tornam a região um dos principais focos de tensão. A dificuldade de acesso e a imensidão do território também favorecem a atuação de organizações criminosas.

Fiscalização reduz crimes e aumenta a segurança

O estudo indica que, quando a fiscalização ambiental aumenta, a violência tende a cair. Com mais multas e monitoramento, o desmatamento clandestino se torna arriscado e menos lucrativo, reduzindo disputas territoriais — uma das principais causas de assassinatos no campo.

Segundo o procurador da República no Pará, Igor Goettenauer de Oliveira, o desmatamento é apenas uma etapa de um modelo de crime organizado estruturado na região: “Por trás da derrubada da floresta existem grilagem, garimpo, expulsão de moradores e grupos armados que controlam essas áreas.”

Desenvolvimento sem destruição

O estudo desmonta a ideia de que flexibilizar a fiscalização favorece o desenvolvimento regional. Pelo contrário: aponta que a ilegalidade, a violência e a captura política associadas ao desmatamento prejudicam a economia e a segurança.

Desafio e esperança

A pesquisa reforça que conter o desmatamento é essencial, mas precisa vir acompanhado de políticas públicas voltadas a jovens, que são as maiores vítimas da violência na Amazônia.

A equipe lembra que a presença contínua do Estado — e não apenas operações pontuais — é crucial para transformar a realidade de municípios como Novo Progresso, Altamira, Trairão, Itaituba e outras cidades da região.

Fonte: Carta Capital e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2025/10:11:56

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Ciclista é perseguido por onça-pintada e registra momento de tensão; Confira

Foto: Reprodução | Aventura na floresta amazônica vira tensão máxima quando felino sai da mata e acompanha atleta estrangeiro em trecho da rodovia

Um ciclista que pedalava pela BR-319, no interior do Amazonas, registrou um momento de grande perigo e adrenalina ao ser seguido por uma onça-pintada que emergiu da mata. O vídeo do encontro inusitado se espalhou rapidamente pelas redes sociais.

O ciclista é Serge Buzo, um bielorrusso que reside no Brasil desde a pandemia, após deixar seu país de origem. Atualmente, ele

está em uma jornada de bicicleta pela América do Sul e estava documentando sua travessia em uma região de floresta densa quando o susto ocorreu.

Nas imagens, a onça é vista inicialmente à margem da estrada e, em seguida, começa a avançar alguns metros atrás de Serge. Consciente do perigo, o ciclista acelerou e, demonstrando notável sangue-frio, utilizou táticas para afugentar o predador: ele ergueu a bicicleta sobre a cabeça, buscando parecer maior, e emitiu um rugido grave para intimidar o felino.

A estratégia de defesa foi eficaz. A onça-pintada parou de avançar e recuou em direção à mata, permitindo que o ciclista prosseguisse sua viagem ileso.

O vídeo, que capta toda a tensão da perseguição, foi divulgado por Serge em suas plataformas, atraindo ampla atenção do público devido à proximidade do encontro e à calma demonstrada pelo aventureiro.

Veja vídeo:

Fonte: noticiastupi  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/11/2025/06:46:41

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