Buracos misteriosos em cachoeira no Amazonas surgiram há milhões de anos e formam ‘banheiras’ naturais

Turistas tomam banho em um dos “buracos” na Cachoeira do Mutum. — Foto: Michael Dantas/Governo do Amazonas

Formações naturais ficam na Cachoeira do Mutum, localizada no município de Presidente Figueiredo, interior do Amazonas. ‘Poço’ mais fundo chega a 6,3 metros.

Em meio à Amazônia, o Rio Mutum corre por uma formação rochosa que encanta tanto quanto intriga. Sob as rasas águas escuras, mais de 10 buracos misteriosos dão forma ao que parecem “banheiras” naturais que viraram atração para turistas. Segundo especialistas, os buracos são frutos da ação da própria natureza e existem há cerca de 5 milhões de anos.

As formações naturais ficam na Cachoeira do Mutum, no município de Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas. O local integra um geossítio que compõe a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Adão e Eva. A entrada da propriedade fica no quilometro 54 da rodovia AM-240 – distante cerca de 175 quilômetros de Manaus (AM).

Contexto: as RPPN são unidades de conservação criadas em áreas privadas e têm como objetivo proteger a biodiversidade e os recursos naturais do local. Essas reservas são estabelecidas por iniciativa do proprietário da terra, reconhecidas pelo poder público, e regulamentadas pelo decreto federal 5.746/2006.

Uma vez dentro da propriedade, para chegar aos buracos é necessário percorrer uma trilha de 6 km em uma estrada de terra. O trajeto pode ser feito a pé ou de carro.

Buracos milenares

Segundo a pesquisadora e mestra em geociências pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Isabela Apoema, os buracos são chamados na geologia de marmitas ou panelas – que são cavidades formadas em rochas por ação da água com movimento circular.

Eles são formados por meio da força das correntes de água que escava o solo rochoso, que na Cachoeira do Mutum é formado por arenito. Com ajuda de grãos presos dentro do buraco, a erosão se intensifica, tornando o espaço mais profundo e largo.

“O tempo de formação leva milhares anos, mas não possuímos expressivamente o quanto elas alargam e aprofundam a cada ano”, afirma a pesquisadora.

Não há também como precisar a idade exata dos buracos, mas Apoema afirma que eles começaram a se formar há cerca de 5 milhões de anos.

“Essas feições começaram a se formar provavelmente a partir do final do Neógeno, período em que a atividade tectônica moldou a paisagem de Presidente Figueiredo, criando vales encaixados, cachoeiras e corredeiras”.

Na parte destinada aos banhistas é possível observar ao menos 11 buracos. A pesquisadora, no entanto, afirma ter medido 27 cavidades na área que compõe a Cachoeira do Mutum. Segundo ela, os buracos:

📐 Têm o diâmetro médio em torno de 2 metros
📐Têm a profundidade média de 2,3 metros
📐O mais fundo tendo a profundidade de 6,3 metros

“Por conta da profundidade, não recomendamos que os visitantes fiquem mergulhando a ponto de deixarem suas vidas correndo risco de afogamento por conta de vórtex dentro dos buracos, que pode estar ocorrendo”, alerta Apoema.

🌀Vórtex: rotação de água em rios e oceanos, ou até mesmo na formação de redemoinhos em poças de água.

Apesar de incomum, formações semelhantes podem ser encontradas em outras partes do país, como no Geoparque Seridó, em Acari, Rio Grande do Norte, e no Distrito de Fazenda Nova, em Pernambuco.

Além dos banhistas, os buracos também são frequentados por outros seres vivos que fazem parte do ecossistema da região. Eles podem abrigar plantas e algas, que aproveitam para se desenvolver, além de animais como:

     Sapos
     Cobras
     Peixes

Embora protegido pela lei, por se tratar de uma RPPN, os buracos misteriosos da Cachoeira do Mutum não estão isentos de sofrer riscos de degradação.

“Como toda feição natural, elas podem se alargar e se unirem, tornando-se um buraco só. A ação humana também pode degradar, como acúmulo de lixo e mal uso dos buracos”, afirma a pesquisadora.

Ao g1, o secretário de Meio Ambiente de Presidente Figueiredo, Olavo Angiolis, afirmou que ainda não houve ação para fiscalizar se há danos ou crimes ambientais cometidos na RPPN Adão e Eva, onde fica a cachoeira, o que deve acontecer nos próximos meses. O objetivo, além da verificação de irregularidades, é realizar ações de educação ambiental.

“Nós vamos fazer uma visita lá. A gente vai buscar a orientação, para que essas pessoas que hoje trabalham, explorem o turismo de forma racional, estando dentro da legislação. A gente está trabalhando muito mais na questão de buscar a conscientização”, afirma.

O secretario também explica que a fiscalização no local não é de responsabilidade apenas do município, podendo ser feita pelo governo estadual e federal.

“A União, o Estado e o município têm competência para verificar o que está ocorrendo e fazer a notificação. Então se tiver algum crime acontecendo, lá na frente a gente vai buscar informação e mandar fiscalização pra ver”.

Atrativos

A Cachoeira do Mutum fica aberta de segunda-feira a domingo, das 8h às 18h. Para acessar a propriedade é cobrado o valor de R$ 20 por pessoa.

O local funciona durante todo o ano, mas para aproveitar bem o espaço, a recomendação é visitar entre os meses de agosto e setembro, quando inicia o “verão amazônico” e as águas baixam devido ao período da seca. Durante a cheia, no primeiro semestre do ano, o nível do Rio Mutum sobe e as águas escondem os famosos buracos.

Além das ‘banheiras’ naturais, os visitantes podem tomar banho em uma queda d’água de aproximadamente seis metros. Para chegar até lá é necessário percorrer uma trilha de 100 metros a pé. No período do verão amazônico, o baixo nível das águas também revela uma pequena praia para os turistas.

Os visitantes também podem explorar as trilhas que cercam a cachoeira. É importante ressaltar que, ao realizá-las, é recomendada a orientação de guias experientes para garantir a segurança dos visitantes.

Turista se encantam com a beleza natural

O gerente da Cachoeira do Mutum, Nilson Marques, disse ao g1 que o local recebe turistas do Amazonas, de outros estados e de fora do país, que chegam por meio de pacotes de turismo e se encantam com a paisagem natural.

“Tem pessoas que vêm nos conhecer e, quando saem, agradecem por toda a beleza. Se encantam com o lugar e saem felizes da vida. Nossa cachoeira é bastante conhecida, é uma das melhores de Presidente Figueiredo. É gratificante poder trabalhar com a floresta amazônica e oferecer essas belezas para tantas pessoas”, afirmou.

Segundo Nilson, o maior movimento de visitantes ocorre durante a vazante, quando as banheiras naturais ficam mais visíveis, especialmente nos fins de semana e feriados, durante o verão amazônico.

Ele destacou que, apesar de ser uma área de natureza, o espaço conta com câmeras de segurança e presença de bombeiros militares.

O turista paulista Arthur Zanolli conheceu a cachoeira durante uma viagem de trabalho ao Amazonas, em 2024, e ficou surpreso como a beleza do local.

“Nunca tinha ouvido falar. Perguntei o que dava pra fazer na região e a primeira coisa que disseram foi Presidente Figueiredo. Não sabia que tinha tudo isso aqui. A gente posta nas redes sociais e muita gente pergunta. Digo que tem que vir, tem que experimentar, sentir a mata e a energia do lugar”, disse.

 

Fonte: Juan Gabriel, Patrick Marques, g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/14:29:52

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Homem de 48 anos é preso por torturar, dopar e estuprar filha e neta em Manaus

Foto: Divulgação – PC |  Industriário de 48 anos é preso, por Polícias civis da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), foi indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável, torturas sexual, física e psicológica contra a neta de 6 anos de idade e a própria filha de 23 anos.

Os detalhes das torturas do estupro de vulnerável com uso de sedativos praticados contra essa criança e a mãe, são assustadores. Há inclusive imagens da vagina dela toda machucada”, disse a delegada Juliana Tuma que presidiu as investigações.

O homem está preso temporariamente desde quarta-feira (30) e ao ser ouvido, ele nega o crime e atribuiu ao filho de 14 anos. “Os depoimentos da menor ricos em detalhes apontam para o avô”, disse a delegada.

O caso da criança está sendo investigado pela DEAAI e da mãe para o Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM), a partir de denúncias anônimas feitas pelo Conselho Tutelar e Ministério Público.

A criança foi ouvida em depoimento e contou detalhadamente dizendo que diariamente era tocada pelo avô, que às vezes doía e sangrava e que ele a ameaçava de morte caso ela contasse. A menina disse que chegou a contar para a mãe, mas esta não fez nada.

Conforme os relatos da criança, ela dormia com a mãe, mas antes de cometer os abusos o avô dopava a filha e enquanto ela dormia, ele abusava da neta.

A mãe da menina confessou à polícia que achava que o seu pai abusava sexualmente da sua filha. “Ela se recusava tomar banho e dizia que as partes íntimas dela doía”, relatou a mãe.

De acordo com ela, ele a dopava, aplicava a injeção e a abusava sexualmente, ela acordava com dores e marcas mas não sabia o que era. A mulher tem marcas nas nadegas que aparentam ser de prego e marcas nas mãos, nos dedos, nos pés, nos braços, que um dia ele queimou vagina dela com um isqueiro. Após abusá-la ele ainda batia nela com uma ripa.

Os abusos começaram desde que a mãe morreu, há dois anos. A mulher acredita que seus três irmãos também sofrem agressões. As vítimas estão sob medidas protetivas.

Fonte: A Crítica e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/07/2025/18:16:39

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Vídeo: Homem invade casa e tenta estuprar grávida que dormia com o marido no AM

Foto: Reprodução | Ataque ocorreu de madrugada; grávida foi puxada da cama e salva após reação do marido.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem invadiu uma casa e tentou estuprar uma mulher grávida no município de Autazes, no interior do Amazonas, na madrugada de domingo (27). A vítima dormia ao lado do marido quando foi atacada.

O vídeo mostra o suspeito pulando uma cerca para acessar a residência. Ele entra no quarto do casal, puxa a mulher da cama e tenta imobilizá-la tapando o nariz e a boca dela.

A mulher consegue reagir, faz barulho e acorda o companheiro. O marido levanta e entra em luta corporal com o invasor, que foge do local pelo mesmo caminho por onde entrou.

O agressor ainda não foi identificado. Segundo a Polícia Civil, a vítima registrou um Boletim de Ocorrência, e um inquérito foi instaurado para apurar o caso e tentar localizar o suspeito.

Veja vídeo:

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/07/2025/18:51:58

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VÍDEO: Embarcação naufraga no Amazonas e passageiros são resgatados por outro barco que passava no local

(Foto: Reprodução) – Acidente ocorreu na tarde deste domingo (27), quando embarcação vinda de Urucará virou durante o trajeto

Uma embarcação que seguia de Urucará naufragou na tarde deste domingo (27) no estado do Amazonas. O incidente ocorreu por volta das 15h, nas proximidades do Rio Negro. Imagens do momento circularam nas redes sociais e mostram o desespero dos passageiros no momento do acidente.

Apesar da gravidade da situação, todos os ocupantes foram resgatados por outra embarcação que passava pelo local no momento do naufrágio. Não há informações sobre desaparecidos.

A ocorrência será investigada pelas autoridades para apurar as causas do acidente e as condições da embarcação. O episódio foi registrado na região central de Manaus, nas imediações da Balsa Amarela, ponto de referência às margens do Rio Negro.

O caso segue sendo acompanhado e novas atualizações devem ser divulgadas assim que forem confirmadas pelas autoridades.

VEJA VÍDEO:

Fonte: imediatoonline e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/07/2025/16:10:18

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Chuva moderada e calor marcam previsão para o Baixo Amazonas no último fim de semana de julho

(Foto: Reprodução) – Semas aponta tempo quente e úmido, com pancadas de chuva à tarde e à noite na região.

O Baixo Amazonas e a Calha Norte devem enfrentar um fim de semana de tempo abafado, com possibilidade de chuvas fracas a moderadas durante as tardes e noites, especialmente nas áreas mais a oeste, como Alenquer, onde os termômetros devem oscilar entre 24 ºC e 36 ºC. A previsão foi divulgada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), por meio do Núcleo de Monitoramento Hidrometeorológico.

Segundo o boletim, o sábado (26) será quente e úmido em grande parte do estado, com chuvas isoladas em algumas regiões. Já no domingo (27), o tempo tende a ficar mais seco, mas o abafamento persiste por conta da umidade elevada.

Outras regiões também apresentam variações. No Nordeste paraense, praias como Salinópolis, Ajuruteua e Marudá devem ter pancadas de chuva entre o fim da tarde e início da noite de sábado, enquanto o domingo será mais estável. Na Região Metropolitana de Belém, o sábado será parcialmente nublado e com possibilidade de trovoadas no fim do dia. O domingo terá menos nuvens e menor chance de chuva.

No arquipélago do Marajó, o calor deve predominar nos dois dias, com pancadas isoladas apenas no sábado à noite. Em Muaná, as temperaturas devem ficar entre 23 ºC e 33 ºC. Já no Sudeste e Sudoeste do Pará, o tempo será estável, com sol durante o dia e noites abafadas.
Nesta sexta-feira, em Santarém, foi marcado por um temporal que deixou casas sem telhados

Nesta sexta-feira, em Santarém, foi marcado por um temporal que deixou casas sem telhados

A Semas também divulgou a tábua de marés para diferentes pontos do estado. Em Mosqueiro, a maré alta no domingo (27) deve ocorrer às 13h32, com 3,13 metros. Em Salinas, destino tradicional no veraneio paraense, as marés altas estão previstas para as 8h29 de sábado (4,97 m) e 9h04 de domingo (4,90 m).

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/15:56:53

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Grupo de 10 pistoleiros executa conselheiro do Comando Vermelho com 18 tiros, em Manaus

Foto: Reprodução |  O membro da facção criminosa Comando Vermelho (CV) Thiago Lima dos Santos o “TH”, que tinha 31 anos, foi assassinado a tiros na noite de quinta-feira (24) no estacionamento de um flutuante no bairro Tarumã, zona leste de Manaus.

Um homem que estava com ele ficou ferido, mas conseguiu sobreviver. De acordo com informações da polícia, TH era um dos conselheiros da facção criminosa. Conforme o com testemunhas, o homem estava participando de uma festa em um flutuante.

No estacionamento, quando já retornava pra para casa, foi cercado por um grupo de aproximadamente dez pistoleiros que atiraram contra ele. TH morreu na hora. Pelo menos 18 tiros acertaram o seu corpo.

O outro homem que estava com ele foi socorrido com vida e levado para uma unidade hospitalar. O caso vai ser investigado pela Polícia Civil.

Fonte: A Crítica e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/13:54:58

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Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
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Relatório expõe crise e retrocesso no saneamento básico em Manaus

Foto: Reprodução | Relatório da Trata Brasil mostra que Manaus caiu para a 87ª posição entre as 100 maiores cidades no Ranking do Saneamento 2025. A cidade segue entre as 20 piores do país, com altas perdas de água (704,92 litros por ligação/dia). Pra se ter ideia, a capital do Amazonas tem apenas 28,46% de esgoto coletado e 22,31% tratado

Manaus permanece entre as capitais com os piores indicadores de saneamento básico do país, segundo a edição de 2025 do estudo “Ranking do Saneamento” elaborado pelo Instituto Trata Brasil. O levantamento, baseado nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento (SINISA), aponta retrocessos e baixos investimentos na capital do Amazonas, além de destacar os desafios enfrentados por outras cidades da Região Norte.

Ranking e indicadores alarmantes

O retrocesso no saneamento básico de Manaus é evidenciado pela piora da cidade no Ranking do Saneamento em 2025. A capital amazonense figura entre os 20 piores municípios do país, ocupando a 87ª posição entre os 100 maiores. Apesar de ter investido R$ 704,92 por habitante entre 2019 e 2023, os principais indicadores permaneceram estagnados ou pioraram.

A coleta de esgoto continua abaixo de 30% e o tratamento atinge apenas 22,31% — níveis semelhantes aos observados anos atrás. Além disso, as perdas de água por ligação chegaram a 704,92 litros por dia, valor quase três vezes superior à meta considerada aceitável. Esses dados indicam ineficiência na aplicação dos recursos e reforçam a tendência de retrocesso nos serviços de saneamento da cidade.

Entre as 27 capitais brasileiras, Manaus ocupa a 87ª colocação no ranking geral. Os dados mostram que, apesar de alcançar 97,98% de atendimento total de água, a cidade apresenta apenas 28,46% de cobertura em esgotamento sanitário, muito abaixo da média nacional de 55,2%. Em relação ao tratamento do esgoto, o percentual cai ainda mais: apenas 22,31% do esgoto gerado é tratado na capital amazonense.

Esses índices colocam Manaus entre as oito capitais que figuram no grupo dos 20 piores municípios do Brasil em saneamento básico. As outras capitais na mesma situação são Recife (PE), Maceió (AL), São Luís (MA), Belém (PA), Rio Branco (AC), Macapá (AP) e Porto Velho (RO).

Investimentos abaixo do necessário

O relatório revela que Manaus investiu R$ 704,92 por habitante entre os anos de 2019 e 2023. Isso representa uma média anual de R$ 140,98 por habitante, valor significativamente abaixo do patamar de R$ 223,82 por habitante estabelecido pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB) como necessário para a universalização dos serviços até 2033.

Além disso, o estudo aponta que Manaus registrou uma das maiores perdas de água por ligação entre as capitais brasileiras: 704,92 litros por ligação por dia, número muito superior à meta de excelência de 216 litros por ligação/dia estabelecida pela Portaria 490/2021 do Ministério das Cidades.

Comparação com outras capitais

Enquanto Manaus patina nos indicadores, cidades como Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Niterói (RJ) figuram entre as melhores do ranking, com índices superiores a 99% de abastecimento de água e mais de 90% de coleta e tratamento de esgoto.

Entre todas as capitais, apenas Cuiabá (MT) apresentou investimento per capita acima do necessário, com R$ 415,02 por habitante. A média das capitais brasileiras, no entanto, foi de apenas R$ 130,05 por habitante. Rio Branco (AC) apresentou o pior desempenho em investimento per capita, com R$ 8,09 por habitante.

Cenário nacional

No Brasil, a média de atendimento total de água nas 100 maiores cidades analisadas foi de 93,91%, enquanto o atendimento total de esgoto ficou em 77,19%. O estudo destaca a correlação direta entre volume de investimento e melhoria nos indicadores: os 20 melhores municípios investiram em média R$ 176,39 por habitante por ano entre 2019 e 2023, mais que o dobro dos R$ 78,40 investidos pelos 20 piores.

Outro problema recorrente é a elevada perda de água. A média nacional foi de 40,3%, mas nos 20 piores municípios — grupo que inclui Manaus — a média chegou a 45,51%. Já as perdas por ligação atingiram a média de 691,49 litros por dia — o triplo da meta ideal de 216 litros por ligação por dia.

Marco Legal do Saneamento em risco

O relatório alerta que, com os investimentos atuais, será difícil cumprir as metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), que estabelece a universalização do acesso à água e ao esgoto até 2033. A defasagem de investimentos em cidades como Manaus compromete seriamente esse objetivo.

Apesar de avanços pontuais em alguns indicadores de abastecimento, a situação geral do saneamento no estado do Amazonas e, especialmente, em sua capital, evidencia um desafio estrutural que requer ações urgentes de planejamento, financiamento e fiscalização efetiva dos serviços.

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:26:07

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PM indiciará policiais acusados de estuprar indígena no Amazonas

Foto: Reprodução | Com o indiciamento, os quatro policiais militares acusados de estuprar a jovem indígena da etnia Kokama serão formalmente considerados suspeitos na investigação criminal.

A Polícia Militar do Amazonas vai indiciar quatro policiais militares acusados de estuprar uma indígena de 29 anos que passou nove meses presa em uma delegacia de Santo Antônio do Içá, no sudoeste amazonense.

Segundo a corporação, o Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado para aprofundar as investigações das denúncias está sendo finalizado, mas há provas suficientes de que os abusos relatados pela mulher podem, de fato, ter ocorrido. A identidade da denunciante está sendo preservada por razão de segurança.

Com o indiciamento, os quatro policiais militares acusados de estuprar a jovem indígena da etnia Kokama serão formalmente considerados suspeitos na investigação criminal. Caberá ao Ministério Público estadual avaliar se os indícios reunidos pelos investigadores são suficientes para sustentar uma denúncia à justiça – a partir da qual os policiais se tornariam réus em um processo criminal.

Expulsão

Além de serem indiciados, os quatro agentes já estão respondendo a um procedimento administrativo disciplinar que pode resultar nas suas expulsões da instituição.

Suas identidades não foram reveladas, mas a PM assegura que eles foram remanejados para realizar funções administrativas até a conclusão da apuração, e que suas armas funcionais foram recolhidas.

“O Comando da Polícia Militar repudia fortemente os atos relatados pela vítima e reforça que não compactua com quaisquer condutas que fujam aos princípios da legalidade”, informa a corporação, em nota.

Além do IPM – procedimento investigativo que as corporações militares utilizam para apurar os crimes de seus próprios integrantes – há um inquérito policial em curso, a cargo da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (Deccm), da Polícia Civil, e um procedimento aberto pela Corregedoria-Geral de Justiça.

Entenda o Caso

As acusações da indígena contra os quatro policiais militares e um guarda municipal foram reveladas no último dia 18, pelo jornalista Rubens Valente, no site de notícias Sumaúma, e confirmadas pela Agência Brasilnessa quarta-feira (23).

A mulher que, atualmente, cumpre pena pelo crime de homicídio na Cadeia Pública Feminina de Manaus, afirma ter sido estuprada pelos cinco agentes da segurança pública entre novembro de 2022 e agosto de 2023, período que ela esteve detida na 53ª Delegacia de Santo Antônio do Içá, à espera de ser transferida para Manaus.

Documentos oficiais comprovam que, durante os nove meses que esteve presa em Santo Antônio do Içá, a mulher teve que dividir um espaço improvisado com presos do sexo masculino, pois a cidade não dispõe de um local para segregar mulheres em restrição de liberdade. Além disso, a mulher também manteve consigo, na cela improvisada, por cerca de dois meses, o filho recém-nascido.

Condenação

O advogado da denunciante, Dacimar de Souza, contou à Agência Brasilque sua cliente foi condenada pela acusação de, junto com outra mulher, ter matado uma adolescente de 16 anos, em Manaus, em 2018.

Ainda segundo Souza, em 2020 a Justiça a autorizou a cumprir sua pena em prisão domiciliar e ela deixou Manaus para viver com sua mãe, em Santo Antônio do Içá, onde voltou a ser presa em novembro de 2022, por força de um novo mandado de prisão sobre o qual ela garante não ter sido informada.

Cela improvisada

“Como na cidade a polícia não tinha onde colocar minha cliente, que já tinha sido condenada [pela Justiça], o gestor decidiu mantê-la em uma cela improvisada em um corredor, junto com presos do sexo masculino de menor periculosidade. E ali ela permaneceu por nove meses, porque, apesar de o delegado pedir urgência na transferência da minha cliente para a capital, a Seap [Secretaria estadual de Administração Penitenciária] alegou dificuldades logísticas e financeiras para efetivar a transferência”, afirmou Souza, ponderando que, nestas circunstâncias, a presença de um bebê na cela improvisada, junto com outros presos, foi a forma encontrada para possibilitar que a mãe pudesse amamentá-lo.

“Além disso, a família da minha cliente não tem condições financeiras de cuidar desta criança que necessitava da mãe e que não tinha mais com quem ficar”, comentou o advogado, revelando desconhecer se tal “solução” foi autorizada pelo Poder Judiciário, embora tenha sido verificada por um magistrado que inspecionou a delegacia.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2025/07:54:56

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Indígena denuncia estupros em série por policiais em delegacia do AM ao lado do filho recém-nascido

Foto: Reprodução | Vítima afirma ter sido estuprada por policiais e um guarda enquanto amamentava o filho recém-nascido na cela onde ficou presa com homens por nove meses, no interior do Amazonas.

Uma mulher indígena da etnia Kokama, de 29 anos, denunciou ter sido estuprada por policiais enquanto estava presa ilegalmente na 53ª Delegacia de Santo Antônio do Içá, no interior do Amazonas. Os abusos teriam ocorrido em novembro de 2022, enquanto ela amamentava o filho recém-nascido, que permaneceu com ela na cela por quase dois meses. A denúncia só veio à tona na última semana.

A prisão ocorreu em 11 de novembro de 2022, após uma vizinha chamar a Polícia Militar por suspeita de violência doméstica entre a indígena e o companheiro. Ao chegar à delegacia, os policiais descobriram um mandado de prisão em aberto contra ela, por suposta participação em um homicídio em Manaus, em 2018.

A Rede Amazônica teve acesso ao processo. De acordo com a denúncia, como não havia cela feminina na delegacia, a mulher foi colocada junto com presos homens. Foi nesse contexto que os abusos começaram.

O caso permaneceu desconhecido pelas autoridades por meses. Somente após ser transferida para a Unidade Prisional Feminina de Manaus, em 27 de agosto de 2023, a indígena relatou os estupros a que foi submetida durante nove meses de detenção. Ela apontou como autores quatro policiais militares e um guarda municipal.

“Desde novembro de 2022, quando foi recolhida na delegacia de Santo Antônio do Içá, até a transferência em agosto de 2023, ela foi vítima de agressões físicas, abusos morais e estupros coletivos cometidos por cinco agentes públicos”, diz trecho da petição inicial.

Segundo a defesa, os abusos ocorriam em diferentes áreas da delegacia – na cela, na cozinha e na sala onde eram guardadas armas – e mesmo com o bebê ao lado. “Os policiais diziam: ‘quem manda aqui somos nós'”, relata o documento.

Em fevereiro deste ano, a defesa da indígena ingressou com uma ação de indenização contra o Estado, pedindo R$ 500 mil pelos abusos sofridos. Entre os elementos apresentados, há o relato de que um juiz teria visitado a carceragem da delegacia antes do Natal de 2022, constatado as irregularidades e ordenado verbalmente que ela fosse retirada do local – o que não ocorreu.

Ela também revelou ter sido obrigada a consumir bebida alcoólica com os policiais durante os abusos. “Os estupros aconteciam à noite, nos plantões. Em todas as áreas da delegacia. Os outros presos não falavam nada porque também eram torturados”.

A defesa argumenta que o Estado foi omisso ao manter a mulher presa em condições degradantes, sem qualquer assistência médica ou psicológica, mesmo estando grávida – situação que, por lei, garantiria direito à prisão domiciliar. O pedido, no entanto, ainda não foi analisado.

Além da indenização, a indígena solicita acompanhamento médico e psicológico urgente fora da prisão e que o tempo sob custódia do Estado seja contado em dobro, devido às violações sofridas.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e a Polícia Civil informaram que foi instaurado um procedimento para apurar o caso.

Já a Polícia Militar afirmou que abriu um inquérito policial militar, atualmente em fase final de investigação.

Até a última atualização desta reportagem, o Tribunal de Justiça do Amazonas e a Defensoria Pública, que também foram procurados, não responderam aos questionamentos.

Nesta terça-feira (22), o Ministério Público (MPAM) informou que acompanha com rigor o caso da indígena. Segundo o órgão, os abusos teriam ocorrido enquanto ela estava presa com o filho recém-nascido e sem acesso a cuidados médicos ou psicológicos após o parto.

Após a repercussão do caso, uma comitiva liderada pela procuradora-geral de Justiça, Leda Mara Albuquerque, esteve com a vítima na Cadeia Pública Feminina de Manaus para ouvir seu relato e garantir acolhimento institucional.

O MP reforçou que o caso será tratado com firmeza e atenção, e que está atuando tanto no acompanhamento das investigações criminais quanto na ação cível de indenização movida pela vítima.

As corregedorias das Polícias Civil, Militar e do Sistema de Segurança também acompanham o caso, que corre sob sigilo na esfera criminal. Na esfera cível, a vítima pede reparação por danos morais e materiais.

O MP reiterou que nenhuma forma de violência será tolerada e garantiu suporte à vítima por meio do núcleo de atendimento especializado.

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Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/10:49:16

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MPAM acompanha caso de indígena presa que denunciou PMs por estupros no Amazonas

Foto: Divulgação/MPAM | O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, informou, nesta terça-feira (22), que está acompanhando de forma rigorosa e sensível o caso da mulher indígena que relata ter sido vítima de abusos sexuais durante nove meses em uma unidade policial no município de Santo Antônio do Içá, no interior do estado.

O caso veio a público após o ajuizamento de uma ação de indenização contra o Estado.

No início da tarde desta terça-feira (22), uma comitiva do MPAM esteve na Cadeia Pública Feminina de Manaus para ouvir o relato da vítima e prestar o devido acolhimento institucional. A equipe foi coordenada pela procuradora-geral de Justiça (PGJ) Leda Mara Albuquerque e contou com a participação da ouvidora-geral do MPAM e ouvidora da Mulher, procuradora de Justiça Sílvia Abdala Tuma, e da coordenadora do Núcleo de Apoio às Vítimas e Vulneráveis (Naviv/Recomeçar), promotora de Justiça Silvana Cavalcanti, além de servidoras da equipe técnica multiprofissional do MP.

A visita teve como objetivo garantir escuta qualificada à vítima e reunir elementos para subsidiar a atuação institucional do MP, tanto no acompanhamento das investigações em curso, quanto nas medidas de responsabilização dos envolvidos.

De acordo com os relatos da vítima, que estão judicializados, os abusos teriam ocorrido de forma sistemática, inclusive com episódios de estupros coletivos e na presença de seu filho recém-nascido — que permaneceu com ela durante o período de custódia. A vítima afirma ainda não ter recebido qualquer tipo de assistência médica ou psicológica após o parto.

Para a PGJ Leda Mara Albuquerque, o caso exige resposta célere, firme e respeitosa por parte das instituições públicas. “A atuação do Ministério Público é orientada pela defesa intransigente da dignidade humana, especialmente no que diz respeito às mulheres, aos povos indígenas e às vítimas de violência institucional.

Estamos diante de um caso extremamente grave, que fere os princípios mais elementares da legalidade, da humanidade e da Justiça, e que será acompanhado com toda a atenção necessária. A resposta do MPAM será firme, proporcional à violência sofrida pela vítima”, afirmou.

O MPAM afirmou que acompanhará as investigações conduzidas pelas corregedorias das Polícias Civil e Militar e do Sistema de Segurança Pública, e que atua para garantir que todas as medidas legais sejam adotadas, tanto na esfera criminal quanto cível.

Ainda conforme o MPAM, o caso permanece sob sigilo judicial no que diz respeito à responsabilização criminal dos agentes apontados como autores dos abusos. Já na esfera cível, a vítima pleiteia reparação por danos morais e materiais em razão das violações sofridas.

Fonte: Portal do Holanda e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/07:12:16

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