PF do AM cumpre mandado de busca e apreensão em Novo Progresso e Itaituba na mira de organização criminosa que explora garimpo ilegal

PF mira organização criminosa que explora garimpo ilegal no Amazonas (Fotos:Divulgação/PF)

Foram cumpridos 4 mandados de prisão preventiva, 12 de busca e apreensão e realizado sequestro de bens no valor de mais de R$ 74 milhões

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira, 28/8, a Operação Barões do Filão, com o objetivo de desarticular organização criminosa voltada ao garimpo ilegal e crimes correlatos, como lavagem de dinheiro e exploração de trabalhadores em condição análoga à escravidão.

Policiais federais cumprem 4 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão em residências dos investigados, localizadas em Itaituba/PA, Novo Progresso/PA, Sinop/MT, Porto Velho/RO e Regeneração/PI. Também foi decretado o sequestro de bens e bloqueio de ativos até o montante de R$ 74.110.528,00, correspondente ao dano ambiental identificado.

A investigação teve início após levantamento de informações em campo, durante fiscalização no local denominado “Filão dos Abacaxis”, no interior do Amazonas, onde aproximadamente 50 trabalhadores foram resgatados em condição análoga à escravidão. Trata-se de uma das áreas de garimpo consideradas as mais rentáveis da América Latina.

De acordo com as apurações, o garimpo possuía um proprietário que administrava a região e arrendava “poços” de mineração a terceiros. Cada arrendatário arregimentava trabalhadores para a extração ilegal, utilizando cianeto e causando graves danos ambientais.

A operação contou com o apoio do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI-Amazônia), que congrega ações de integração dos nove Estados da Amazônia Legal Brasileira e dos nove países que também possuem a Floresta Amazônica em seus territórios.

Fonte:Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/08/2025/05:12:16

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INSS usa barcos para orientar aposentados da Amazônia sobre descontos

Aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS e que moram em áreas de difícil acesso na Amazônia contarão com um serviço de informações prestado pelo governo federal a partir desta segunda-feira (25).

A ação, denominada PREVBarco, transforma embarcações em agências flutuantes da Previdência Social. A operação contará, nesta semana, com cinco embarcações para chegar aos locais acessíveis pelos rios.

Segundo o calendário divulgado pelo governo, são três barcos para o Estado do Amazonas (para chegar a 29 comunidades) e duas para o Pará (com previsão de atender 39 lugares).

Os barcos têm as seguintes indicações:

Manaus I – Vovó Jandira II,
Manaus II – Manaós II,
Manaus III – Vovô Alarico,
Belém I – Leon IV e
Barco Santarém I – Barão do  Amazonas.

O calendário completo de onde chegará os serviços está disponível no site do INSS.

Segundo o INSS, mais de 4 milhões de aposentados e pensionistas em todo o país podem ter sofrido descontos indevidos em seus benefícios.
Ressarcimento

O serviço prevê que os beneficiários possam verificar se tiveram descontos irregulares, contestar imediatamente e aderir ao processo de ressarcimento para receber o dinheiro de volta.

Cada embarcação tem uma equipe com 10 servidores do INSS e do Ministério da Previdência Social, incluindo técnicos, assistentes sociais e peritos médicos. A expectativa divulgada é de atender entre 150 e 200 pessoas por dia em cada barco.

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/08/2025/10:44:56

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Cacique é atacado por onça no Amazonas

Foto: Reprodução | Um cacique de 43 anos foi atacado por uma onça no último domingo (17) em uma área de mata próxima à Aldeia Aldeinha, no Rio Tumiã, em Lábrea, sul do Amazonas. A vítima, que sofreu ferimentos na cabeça, foi resgatada de helicóptero e levada para o hospital.

O ataque aconteceu por volta das 12h30. O cacique foi socorrido e levado de barco até encontrar a Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI), que fez os primeiros atendimentos. Ele apresentava pressão alta, falta de ar e sangramento.

Às 15h, o indígena chegou à Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) do Polo Tumiã. Em seguida, uma equipe médica com duas médicas do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI Médio Rio Purus) foi enviada para o local. A remoção aérea aconteceu pouco antes das 16h, e o resgate foi registrado pela equipe médica.

Segundo a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), o cacique está consciente, com ferimentos na cabeça, e segue internado em estado estável no Hospital Regional de Lábrea. Ele recebe acompanhamento da Sesai e da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai).

 

Fonte:  Portal do Holanda/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/08/2025/11:33:00

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STJ nega soltura de homem preso com 103 kg de ouro

Barras de ouro foram encontradas escondidas no painel de uma Toyota Hilux, em Boa Vista — Foto: Caíque Rodrigues/g1 RR

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de soltura de um homem, preso em flagrante com 103 quilos de ouro. A decisão da corte mantém a prisão preventiva do acusado, que continua sob custódia enquanto o processo segue em andamento.

Segundo informações das autoridades, a apreensão ocorreu após fiscalização que identificou a grande quantidade de metal, caracterizando crime de tráfico ou transporte ilegal de minério. A defesa do réu havia solicitado a revogação da prisão, argumentando medidas alternativas à detenção, mas o STJ entendeu que a manutenção da prisão é necessária para garantir a ordem pública e a continuidade das investigações.

O caso segue sendo investigado, e os órgãos competentes trabalham para apurar todos os detalhes da origem e destino do ouro apreendido.

Leia mais> Preso em Altamira com 40kg de ouro consegue liberdade

PRF apreende 103 kg de ouro irregular em Roraima

Parte do ouro apreendido em Roraima teve origem em Itaituba (PA)

Preso com barras de ouro em Hilux é empresário em Rondônia e ficou calado em depoimento à PF

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/08/2025/05:12:16

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MPF aponta irregularidades do IPAAM em licenças do Projeto Autazes

O tuxaua Sergio Freitas do Nascimento de 40 anos pilota uma voadeira e passa em frente à placa da mineradora Potássio Brasil (Foto: Bruno Kelly/Amazônia Real)

O MPF pediu à Justiça a suspensão das licenças do Projeto Potássio Autazes, apontando que o IPAAM emitiu autorizações com graves falhas técnicas, omissões sobre impactos ambientais e sem consultar comunidades indígenas e tradicionais afetadas.

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à Justiça Federal uma manifestação solicitando a suspensão imediata das licenças de instalação do Projeto Potássio Autazes, desenvolvido pela empresa Potássio do Brasil no município de Autazes, interior do Amazonas. As autorizações foram concedidas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e permitem a exploração de silvinita — um tipo de minério utilizado na produção de fertilizantes — na região.

Segundo o MPF, o pedido visa interromper violações ao meio ambiente e aos povos afetados pela atividade minerária. A manifestação destaca que, mesmo diante de graves falhas no processo de licenciamento ambiental, a empresa obteve autorização do Poder Executivo para dar início à instalação das estruturas relacionadas à exploração mineral, inclusive em áreas sobrepostas ou próximas a terras indígenas.

De acordo com o órgão, a atuação do Judiciário é necessária e urgente para impedir a continuidade das violações de direitos coletivos e os impactos ambientais decorrentes da instalação do empreendimento. Na avaliação do MPF, o procedimento de licenciamento apresenta uma série de irregularidades que comprometem a legalidade e a legitimidade da iniciativa.

Entre os principais problemas apontados pelo Ministério Público estão o fracionamento do licenciamento, o que pode mascarar o real impacto do empreendimento; a existência de inconsistências nos estudos ambientais — como a ausência de análises sobre tremores de terra e subsidência, a localização da pilha de rejeitos em área suscetível a inundações e o subdimensionamento das áreas de influência do projeto.

Outro ponto central da manifestação é a falta de consulta livre, prévia, informada e de boa-fé aos povos indígenas e comunidades tradicionais potencialmente afetados, conforme determina a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. O MPF também questiona a competência legal do Ipaam para conduzir o licenciamento, considerando a dimensão dos impactos e o interesse federal envolvido, uma vez que há terras indígenas demarcadas ou em processo de demarcação dentro da área de influência do empreendimento.

A manifestação entregue à Justiça é acompanhada de novos laudos periciais produzidos por especialistas nas áreas de geologia, engenharia florestal, biologia e antropologia. Os estudos foram finalizados no segundo semestre de 2024 e indicam falhas técnicas, lacunas nos estudos ambientais e desrespeito aos direitos dos povos afetados.

O laudo ambiental conclui que a Licença de Instalação nº 024/24, emitida pelo Ipaam, foi concedida de maneira precipitada, sem que todas as pendências tivessem sido sanadas. O documento aponta múltiplas fragilidades, incluindo a omissão da existência de uma terra indígena ainda em estudo de demarcação.

Já o laudo antropológico enfatiza os impactos negativos do empreendimento sobre o povo indígena Mura de Autazes. Segundo o documento, os Mura já enfrentam efeitos complexos que afetam sua organização social e ameaçam a continuidade de sua reprodução como grupo étnico diferenciado. O direito à consulta prévia, livre e informada também teria sido totalmente negligenciado em relação às comunidades indígenas, tradicionais e ribeirinhas da região.

O Ministério Público Federal havia solicitado em maio de 2024 que a Justiça suspendesse as licenças concedidas à Potássio do Brasil. Até o momento, segundo o MPF, ainda não houve qualquer decisão judicial sobre o caso.

Fonte: ASCOM MPF/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/10:20:13

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Grilagem de terras resulta em apenas 7% de condenações em decisões judiciais sobre terras na Amazônia

A grilagem provoca o desmonte do patrimônio público, que prejudica diretamente a capacidade do Estado de implementar políticas agrárias inclusivas e sustentáveis (Foto: Cimi)

Juntos, os estados do Amazonas, Acre e Rondônia (Amacro) representam 20% de todos os processos de grilagem avaliados no “Existe punição para grilagem na Amazônia? Uma análise de decisões judiciais em ações criminais”, divulgado pelo Imazon; dinâmica da tramitação processual – morosidade, falta de provas e princípio de boa-fé – são apontados como principais fatores.

Um novo estudo do Imazon revela um cenário preocupante no combate à grilagem de terras na Amazônia Legal: apenas 7% das decisões judiciais em ações criminais sobre o tema resultaram em condenação. A pesquisa, que analisou 526 decisões de 193 réus em 78 processos na Justiça Federal, aponta que a maioria dos casos termina em absolvição ou prescrição, com os estados do Amazonas, Acre e Rondônia enfrentando desafios significativos.

Os processos analisados tramitavam majoritariamente em varas federais do Pará (60% ou 47 processos). No entanto, a região conhecida como AMACRO, composta pelos estados do Amazonas, Acre e Rondônia, também concentra uma parcela significativa desses casos, respondendo por 20% dos casos, sendo 15% no estado do Amazonas; 4% em Rondônia por 4%; e 1% no Acre.

 Quase metade dos processos (42%) não informava o tamanho da área-alvo da grilagem, mas 18% envolviam áreas acima de 10.000 hectares, o que é um território vasto, equivalente a mais de 10 mil campos de futebol em cada caso.

 A grilagem é a obtenção de terras por meios ilícitos, como o desmatamento ilegal para sinalizar ocupação e a falsificação de documentos para forjar propriedade de áreas públicas. Essa prática criminosa causa conflitos fundiários, violência no campo, desmatamento descontrolado e degradação ambiental, além de prejudicar a capacidade do Estado de implementar políticas agrárias inclusivas e sustentáveis.

O estudo do Imazon, intitulado “Existe punição para grilagem na Amazônia? Uma análise de decisões judiciais em ações criminais”, divulgado em julho de 2025, mostra que dos 78 processos analisados até maio de 2022, o desfecho mais comum foi a absolvição (35% das decisões), seguida pela prescrição (33%), que ocorre quando o poder público perde o direito de punir o réu devido à demora na ação judicial. Isso significa que, na prática, em grande parte dos casos, os grileiros não são punidos.

Um fator crucial para essa impunidade é a lentidão do Judiciário. O tempo médio entre o início da tramitação de um processo e a decisão final foi de seis anos. Para quase metade dos réus (48%), a sentença demorou mais de cinco anos, e em 17% dos casos, levou entre 13 e 18 anos para ser proferida. Casos de prescrição, por exemplo, levaram em média dez anos até serem declarados.

 Grilagem compensa?

Lorena Esteves, pesquisadora do Imazon e uma das autoras do estudo, explica que a grilagem “envolve desde falsificação de documentos até a ocupação ilegal de áreas que pertencem ao Estado, alimentando um ciclo de destruição ambiental, especulação fundiária e violência no campo”. Apesar da gravidade, as condenações são raras. Quase metade (49%) das condenações foram por crimes ambientais, principalmente desmatamento em floresta pública (10 casos), e 64% ocorreram em Unidades de Conservação. Para o crime mais frequente dentre os analisados, a invasão de terra pública (134 casos), houve apenas duas condenações.

A pesquisa aponta que a baixa pena para o crime de invasão de terra pública (máximo de 3 anos de detenção) facilita a prescrição em oito anos e a concessão de benefícios legais, como a suspensão condicional do processo. Estes benefícios permitem aos réus evitar a condenação e o registro de antecedentes criminais, mesmo quando indiciados por múltiplos crimes.

Outros motivos para as baixas condenações incluem a dificuldade de provar os crimes, muitas vezes pela falta de perícias para comprovar falsidade documental ou a aceitação da “boa-fé” do invasor, mesmo com contratos de compra e venda inválidos para terras públicas. Apenas um caso de estelionato resultou em condenação, com juízes frequentemente interpretando a comercialização de terras públicas sob a ótica do Direito Civil, focando na invalidade do negócio jurídico e desconsiderando o proveito econômico da exploração e os danos ambientais. Já para o crime de associação criminosa, nenhum réu foi condenado, sendo a prescrição o desfecho mais comum.

Além disso, o Ministério Público raramente pede reparação de danos (apenas para 16% dos réus), e esses pedidos são quase sempre negados pelos juízes, limitando o impacto financeiro para os grileiros. O único caso em que a reparação foi deferida foi por invasão de terra pública, em valor de R$ 39.920,00, devido à prolongada ocupação (três décadas) de uma área extensa.

Modificação na lei

Diante desse cenário, o estudo propõe diversas recomendações para fortalecer a responsabilização penal e prevenir novas ocupações ilegais. Entre as medidas, estão o aumento das penas para crimes de grilagem, com penas mínimas acima de um ano e máximas acima de cinco anos, para estender os prazos de prescrição e dificultar benefícios legais; a criação de um tipo penal específico para punir a comercialização de terras públicas griladas, coibindo a impunidade e os lucros ilícitos; a inclusão de pedidos detalhados de reparação de danos pelo Ministério Público nas denúncias, especificando os prejuízos de cada réu; e a intensificação das investigações sobre grilagem, com foco em crimes de penas mais altas, como lavagem de dinheiro, fortalecendo a colaboração entre MPF, Polícia Federal, Ibama e Coaf.

Brenda Brito, também pesquisadora do Imazon, reforça a importância da prevenção: “A prevenção sempre é a melhor via. E para prevenir a grilagem de terras, é essencial avançar rapidamente na destinação de florestas públicas de forma compatível com o uso sustentável, retirando esses territórios dos alvos dos grileiros”.

Segundo o estudo, o Judiciário também precisa atuar de forma mais incisiva, consolidando a jurisprudência de que a invasão de terra pública é um crime permanente – ou seja, o crime continua enquanto a ocupação ilegal persistir, e a contagem da prescrição só se inicia quando a ocupação termina. Além disso, é crucial que os órgãos fundiários notifiquem formalmente os invasores sobre a natureza pública da área, o que tem se mostrado uma prova fundamental nas condenações por afastar a alegação de boa-fé.

Fonte:  Imazon /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:42:35

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Mãe se revolta após filho ser queimado com água fervente por vizinha, em Jutaí (AM)

Foto: Reprodução | Mãe da vítima liderou protesto em frente à casa da suspeita, no município de Jutaí, exigindo justiça pelo ato de violência.

Um caso de violência contra uma criança causou comoção e revolta em Jutaí, no interior do Amazonas. Um menino de 9 anos sofreu queimaduras graves após, segundo testemunhas, ter sido atingido por água fervente jogada por uma vizinha identificada como Manuele de Souza Matos. O incidente teria ocorrido enquanto a vítima brincava próximo à casa da acusada.

De acordo com relatos, a mulher se irritou com o barulho e, em um ato de extrema agressividade, teria aquecido uma panela de água e lançado o líquido quente nas costas do garoto. A criança foi socorrida às pressas, mas sofreu lesões sérias, deixando a família abalada física e emocionalmente.

Indignada com o ocorrido e com a suposta falta de ação imediata por parte das autoridades, a mãe da vítima organizou um protesto em frente à residência da suspeita. A manifestação reuniu dezenas de moradores, que exigiam justiça e responsabilização pelo crime. Vídeos compartilhados nas redes mostram a mãe gritando contra a acusada, reforçando o clima de tensão na comunidade.

Fonte: O amazones/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/08/2025/18:23:02

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VÍDEO: Corpo de homem é encontrado amarrado e com bilhete “Morri porque matei a criança”

Foto: Reprodução | Um corpo de um homem foi encontrado amarrado, amordaçado e com as mãos e pés algemados na Rua Sucupira, no bairro Colônia Terra Nova, na Zona Norte de Manaus, na madrugada desta sexta-feira, 8 de Manaus. Um bilhete manuscrito deixado ao lado da vítima afirmava: “Morri porque matei a criança de 15 anos no Jesus me Deu”.

Os detalhes macabros levantaram suspeitas de que se trate de mais um assassinato sádico, possivelmente após sequestro e cárcere privado, com a vítima supostamente condenada pela morte por um “tribunal do crime”.

Ao chegar ao local, moradores inicialmente acreditaram que o pacote envolto em lençóis pudesse ser de um animal, mas constataram tratar-se de um corpo humano. Uma equipe da 18ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) isolou a cena, e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) foi acionada para dar continuidade às investigações.

A vítima, estimada em cerca de 25 anos, não foi reconhecida por moradores da região. Ele vestia apenas um calção e apresentava marcas de golpes que, segundo a perícia, podem ter sido causados por arma branca. A perícia criminal confirmou que o homem estava amarrado e com sinais visíveis de tortura. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames.

Até o início da manhã, o cadáver permanecia na sede do IML, sem identificação. A DEHS segue as apurações para esclarecer as circunstâncias do crime e localizar familiares ou possíveis pistas sobre a identidade da vítima.

Fonte: Portal Guarani e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/08/2025/13:38:14

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Amazonas lidera desmatamento da Amazônia em junho

Foto: Reprodução | Apesar da queda de 18% no desmatamento da Amazônia em junho, o Amazonas liderou a devastação no mês, sendo responsável por 28% da área desmatada no bioma. O estado também concentra os maiores impactos em assentamentos e terras indígenas.

Mesmo com uma leve redução no desmatamento da Amazônia em junho de 2025, os dados revelam um cenário preocupante no estado do Amazonas, que liderou a destruição da floresta no período. De acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), divulgado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), foram perdidos 326 km² de floresta em toda a região amazônica no mês — 18% a menos do que em junho de 2024. No entanto, o ciclo anual do desmatamento, que vai de agosto de 2024 a julho de 2025, já acumula aumento de 11% em comparação ao ano anterior.

A pesquisadora do Imazon Larissa Amorim alertou que, apesar da queda momentânea, a área devastada ainda equivale a mais de mil campos de futebol derrubados por dia. “Essa baixa pode refletir os resultados das ações de prevenção e fiscalização, mas os números elevados indicam que a vegetação nativa segue sendo destruída em ritmo preocupante e reforçam a necessidade de intensificar essas medidas”, declarou.

O estado do Amazonas foi responsável por 28% da área desmatada na Amazônia em junho, à frente de Mato Grosso (26%) e Pará (25%). Juntos, os três estados concentraram 79% da destruição registrada no mês. No recorte por municípios, três dos dez mais impactados estão em território amazonense, com destaque para Apuí, que lidera o ranking pela terceira vez consecutiva desde fevereiro de 2025.

Além disso, o Amazonas concentra cinco dos dez assentamentos rurais mais afetados pelo desmatamento e cinco das dez terras indígenas com maior perda de cobertura florestal. Esses dados revelam a crescente pressão sobre áreas que, por definição legal, deveriam ser protegidas ou utilizadas de forma sustentável.

A pesquisadora do Imazon Manoela Athaíde chamou a atenção para a recorrência de áreas protegidas entre as mais desmatadas. “É preocupante a recorrência de algumas áreas protegidas no ranking, já que são destinadas ao uso sustentável. Isso significa a ocorrência de crimes ambientais dentro desses territórios. Por isso, eles devem ser o foco das ações de monitoramento e fiscalização, garantindo a proteção dos ecossistemas e das comunidades”, afirmou.

O desmatamento acumulado nos últimos meses também evidencia um agravamento nas dinâmicas de degradação florestal. No período entre agosto de 2024 e junho de 2025, a Amazônia perdeu 34.924 km² de vegetação degradada, uma área superior à da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. Isso representa um aumento de quatro vezes em relação ao mesmo intervalo anterior, impulsionado especialmente pelas queimadas ocorridas em setembro e outubro de 2024.

Em junho de 2025, a degradação atingiu 207 km², um aumento de 86% em comparação a junho do ano passado. Esse processo inclui tanto os danos provocados pelas queimadas quanto os causados pela exploração madeireira. Segundo Larissa Amorim, “essa época do ano, historicamente, não corresponde à fase mais crítica de queimadas na Amazônia. Então, a elevação que observamos representa um sinal de alerta”.

Embora o Pará tenha liderado em degradação no mês (com 57% do total registrado), os dados revelam que o Amazonas enfrenta uma combinação complexa e crescente de ameaças à integridade de suas florestas. A presença recorrente de municípios como Apuí nos rankings mensais, a devastação em terras indígenas e assentamentos, e a pressão contínua sobre áreas protegidas evidenciam a urgência de estratégias mais eficazes de combate aos crimes ambientais no estado.

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/08/2025/12:17:22

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Moradores queimam homem vivo após matar companheira e esfaquear enteada no Amazonas

(Foto: Reprodução) – Populares invadiram a delegacia de Tonantins, no interior do Amazonas, retiraram o acusado da cela e o mataram após ele assassinar a companheira e esfaquear a enteada.

Na noite de sábado (3), na cidade de Tocantins, interior do Amazonas, um homem de 38 anos foi morto por moradores após cometer um feminicídio e tentar matar a enteada. O episódio teve início após ele assassinar a companheira, de 44 anos, e esfaquear a filha dela, de 21 anos.

De acordo com informações preliminares, após o crime, o suspeito foi detido e levado à Delegacia de Polícia local. No entanto, populares revoltados com a gravidade dos atos invadiram o local, retiraram o homem da cela e o espancaram. Em seguida, atearam fogo em seu corpo, que ficou carbonizado.
A jovem esfaqueada foi socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde da região. Seu estado de saúde não foi divulgado até o momento. As autoridades investigam as circunstâncias do feminicídio e também a ação da população, que resultou na morte do acusado.

VEJA VÍDEO:

 

Fonte:G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/15:39:43

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