Cerca de 400 kg de drogas são apreendidas em pista clandestina no interior do Amazonas

Cerca de 400 kg de drogas são apreendidos em pista clandestina no interior do Amazonas — Foto: Divulgação/PF

Criminosos fugiram ao perceber a chegada das equipes e abandonaram uma aeronave e 13 fardos de entorpecentes, entre cocaína e skunk.

Cerca de 400 quilos de drogas foram apreendidas em uma pista de pouso clandestina usada pelo tráfico em uma área rural próxima ao município de Urucará, no interior do Amazonas. A ação ocorreu nos dias 24 e 25 de setembro.

De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), os criminosos fugiram ao perceber a chegada das equipes e abandonaram uma aeronave e 13 fardos de entorpecentes, entre cocaína e skunk.

Sem possibilidade de remoção, a aeronave encontrada foi inutilizada no próprio local. As investigações devem apontar quem são os responsáveis pela carga e pela aeronave encontrada no local.

A operação contou com a participação da FAB, Polícia Federal (PF), Grupo Especial de Fronteira de Mato Grosso (Gefron/MT) e Polícia Militar do Amazonas (PM-AM). Um helicóptero da FAB foi usado para transportar a droga apreendida.

Fonte: G1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/09/2025/09:58:40

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Operação contra garimpo no AM deixou 9,5 mil alunos sem aula, aponta Defensoria

Foto: Reprodução | Aulas foram suspensas em 62 escolas de Humaitá; Defensoria e Senado investigam impactos da operação.

Cerca de 9,5 mil alunos da rede municipal de Humaitá, no interior do Amazonas, ficaram sem aulas após a operação da Polícia Federal (PF) contra o garimpo ilegal no rio Madeira. O levantamento é da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), que alerta para prejuízos no aprendizado e sinais de abalo psicológico em crianças e adolescentes das comunidades ribeirinhas.

As ações, realizadas na semana passada com apoio de órgãos ambientais, resultaram na destruição de flutuantes, balsas e dragas usadas por famílias de garimpeiros. Na zona rural, 43 das 52 escolas suspenderam as aulas por uma semana. Na sede do município, todas as 19 unidades também paralisaram atividades por pelo menos dois dias.

A moradora Anne Mendonça, da Comunidade Paraisinho, disse que as filhas de 5 e 12 anos não frequentaram a escola durante três dias.

“Os pais ficam com medo. Eu sou mãe e morro de medo, porque, quando a Federal vem, eles explodem as balsas, fazem queimas. Isso fica na memória da criança”, relatou.

Segundo o defensor público Theo Costa, os efeitos ultrapassam a interrupção do calendário escolar.

“Alguns alunos deixam de frequentar a escola por vários dias depois, apresentando danos psicológicos sérios e queda no rendimento. Isso ocorreu em um momento crucial para a cidade, durante a aplicação do Avalia, preparatório para o Saeb”, explicou.

A secretária de Educação de Humaitá, Arnaldina Chagas, também demonstrou preocupação.

“O nosso aluno já apresenta prejuízo no rendimento escolar. E isso, tão próximo ao Saeb, previsto para outubro, pode comprometer os resultados”, afirmou.

Educadores reforçam que os impactos emocionais entre os alunos já são perceptíveis. A professora Martha Núbia, diretora da Escola Martha Macedo, disse que a rede tem tentado oferecer apoio, mas reconhece limitações.

“O tempo perdido não volta. Mesmo com o apoio da escola e das famílias, o impacto é profundo”, declarou.

A professora Aline Buzaglo contou que uma aluna de cinco anos desenvolveu sintomas físicos após presenciar uma operação.

“Ela começou a ter dor de cabeça, sonolência e vômitos constantes. Era uma criança muito avançada para a idade, já sabia ler no pré-2, mas depois de tudo isso está regredindo”, disse.

Diligência do Senado

As denúncias de abusos chegaram também à Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH), que iniciou uma diligência nos municípios de Humaitá e Manicoré para ouvir comunidades e autoridades locais. O pedido foi apresentado pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM) e contou com o apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), presidente da comissão.

Segundo Plínio, a forma como a operação foi conduzida colocou famílias inteiras em risco.

“As imagens são estarrecedoras. Bombas, explosões, uma cidade em pânico. Trabalhadores que vivem do pouco que conseguem extrair sendo tratados como criminosos. Isso não pode se repetir”, disse.

Damares afirmou ter recebido relatos preliminares de conselheiros tutelares sobre violações de direitos de crianças e adolescentes.

“Relataram fatos terríveis. Não respeitaram os direitos das crianças, dos adolescentes e de outros cidadãos. Vamos levantar todos os abusos, elaborar um relatório da comissão e encaminhá-lo inclusive a organismos internacionais”, declarou.

O relatório da CDH deve ser concluído nesta sexta-feira (26) e enviado a órgãos federais e internacionais, com recomendações para prevenir novas violações.

Relatório da Defensoria

Paralelamente, a Defensoria Pública reforçou os atendimentos às famílias entre os dias 22 e 24, coletando vídeos, fotos e depoimentos de cerca de 300 pessoas em Humaitá. Equipes também visitaram comunidades como Ilha do Tambaqui, Santa Rosa e Laranjeiras. No Lago do Uruapiara, foram identificadas cerca de 600 famílias afetadas em 10 localidades.

De acordo com o defensor Ricardo Paiva, o material será usado para a elaboração de um relatório técnico que poderá embasar políticas públicas e ações judiciais contra a União.

“A partir desse relatório, vamos recomendar medidas aos órgãos públicos e, se necessário, ingressar com ações judiciais pedindo reparação. Também queremos mostrar ao Judiciário que futuras operações precisam ocorrer sem explosivos e sem gerar danos ao meio ambiente e à população”, afirmou.

O documento também deve orientar programas sociais da prefeitura e políticas de sustentabilidade e geração de renda na região. Em julho, a Defensoria criou o grupo de trabalho Teko Porã – Vida Digna, voltado para discutir os impactos das operações contra o garimpo no rio Madeira.

Em julho, a Defensoria Pública do Amazonas criou o Grupo de Trabalho “Teko Porã – Vida Digna” para discutir os impactos das operações contra o garimpo no rio Madeira.

 

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Fonte: G1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/09/2025/09:32:25

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MPF recomenda a não emissão de licença para petróleo na Foz do Amazonas

Foto ilustrativa: Anan Kaewkhammul, via Canva

Recomendações apontam falhas em estudos, ausência de compensação para pescadores artesanais e contradição entre o projeto e o discurso climático.

O Ministério Público Federal (MPF) emitiu, nesta sexta-feira (26), duas recomendações ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para que não seja concedida qualquer licença para a perfuração exploratória de petróleo no Bloco FZA-M-59, localizado na Bacia Sedimentar da Foz do Amazonas.

As recomendações, assinadas por procuradores da República do Grupo de Apoio ao Núcleo Povos da Floresta, do Campo e das Águas (Gapovos) do MPF no Pará, detalham uma série de inconsistências críticas nos estudos apresentados, que vão desde a subestimação de riscos climáticos até a ausência de planos para reduzir os impactos diretos sobre as comunidades pesqueiras e tradicionais da região.

Os procuradores da República recomendam que o processo de licenciamento seja suspenso até que os estudos sejam integralmente revisados e adequados, sob pena de violação de normas nacionais e acordos internacionais.

Incoerência com compromissos climáticos – O MPF aponta o que considera uma grave incoerência entre o avanço do licenciamento e os compromissos climáticos internacionais assumidos pelo Brasil.

As recomendações citam o discurso do presidente da República na 80ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na última terça-feira (23). No discurso, o governo brasileiro se comprometeu a reduzir as emissões de gases de efeito estufa entre 59% e 67% e o presidente afirmou que “é chegado o momento de passar da fase de negociação para a etapa de implementação” de medidas de combate às mudanças climáticas.

Para o MPF, a efetivação de uma licença ambiental para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, sem a realização dos estudos adequados e a participação efetiva das comunidades tradicionais, seria uma ação contrária a esse compromisso, minando os esforços por um desenvolvimento sustentável.

Falhas técnicas graves – O MPF identificou falhas técnicas graves no processo:

• Omissão de toda a logística: as estimativas de emissões ignoraram completamente as múltiplas fontes de poluição da logística de apoio, como o consumo de combustível de embarcações, viagens aéreas e transporte terrestre de resíduos, o que subestima drasticamente o impacto climático real do empreendimento.

• Medidas mitigadoras insuficientes: as propostas para reduzir a poluição, como a “adequada operação e manutenção dos equipamentos”, são consideradas pelo MPF como deveres inerentes à atividade, e não como medidas mitigadoras eficazes.

• Cálculo de emissões defasado: o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) quantificou as emissões com base nas características do navio-sonda DS-9, que não será mais utilizado. A troca da embarcação para o navio-sonda ODN-II invalida os cálculos de poluição atmosférica, exigindo uma atualização.

Diante disso, o MPF recomenda que o Ibama exija a elaboração de um inventário prévio e completo de emissões de gases de efeito estufa, a criação de um Plano de Mitigação com metas claras de redução e um Plano de Compensação para os impactos inevitáveis.

Impactos ignorados – O MPF também foca nos impactos diretos sobre as populações tradicionais de 24 municípios do Pará (Soure, Chaves, Afuá, Salvaterra, Cachoeira do Arari, Ponta de Pedras, Abaetetuba, Barcarena, Belém, Ananindeua, Santo Antônio do Tauá, Colares, Vigia, São Caetano de Odivelas, Curuçá, Marapanim, Magalhães Barata, Maracanã, Salinópolis, São João de Pirabas, Quatipuru, Bragança, Augusto Corrêa e Viseu) e seis do Amapá (Oiapoque, Calçoene, Amapá, Macapá, Itaubal e Santana).

Uma das recomendações aponta que o EIA não previu um Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP), apesar de identificar múltiplos riscos, como o afugentamento de espécies, a contaminação de pescado e a perturbação da atividade pesqueira pelo tráfego de embarcações de apoio.

A falha central, segundo o MPF, está no critério do licenciamento, que condicionou a exigência do Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP) apenas à sobreposição direta da área do poço com as áreas de pesca. O MPF argumenta que o critério é inadequado, pois os conflitos ocorrem também ao longo das rotas das embarcações de apoio, que se sobrepõem aos maretórios (territórios de pesca tradicionalmente utilizados pelas comunidades).

Como prova do risco, a recomendação cita um incidente real ocorrido em 26 de agosto deste ano, durante a simulação pré-operacional, quando uma embarcação de apoio danificou redes de pesca da Colônia de Pescadores Z-03 de Oiapoque.

Adicionalmente, o Plano de Comunicação Social (PCS) foi considerado falho por não estabelecer um diálogo intercultural. Reuniões públicas revelaram que as preocupações das comunidades não foram devidamente respondidas e que houve forte crítica pela ausência de Consulta Prévia, Livre e Informada, nos moldes da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Por esses motivos, o MPF recomenda que o Ibama:

• Exija a elaboração imediata de um Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP) abrangente, que considere todo o território pesqueiro afetado.

• Garanta que as medidas compensatórias sejam proporcionais aos impactos.

• Determine a readequação do Plano de Comunicação Social (PCS) para que promova um diálogo efetivo com as comunidades.

• Corrija o critério inadequado que levou à ausência inicial do PCAP.

O Ibama tem prazo de 48 horas úteis para comunicar ao MPF a decisão sobre o acatamento das medidas.

Saiba mais – Recomendações são instrumentos por meio dos quais o Ministério Público expõe, em ato formal, os fatos e razões jurídicas sobre determinada questão. O objetivo é persuadir o destinatário a praticar ou deixar de praticar determinados atos em benefício da melhoria dos serviços públicos e de relevância pública ou do respeito aos interesses, direitos e bens defendidos pela instituição. Dessa forma, as recomendações permitem a prevenção de responsabilidades ou correção de condutas.

Fonte: Ascom MPF/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/09/2025/08:05:42

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FAB e forças de segurança frustram operação do narcotráfico no Amazonas

Foto: Divulgação – COMAE | Nos dias 24 e 25 de setembro, uma operação conjunta da Força Aérea Brasileira (FAB), Polícia Federal (PF), Grupo Especial de Fronteira (Gefron/MT) e Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar do Amazonas (PM/AM) frustrou mais uma tentativa de atuação do narcotráfico na região Norte do país.

Durante a ação, caças A-29 Super Tucano da FAB foram acionados para monitoramento aéreo, enquanto equipes em solo se deslocaram até uma pista de pouso clandestina, usada como ponto estratégico para armazenamento e transporte de entorpecentes. Com a aproximação dos agentes, os criminosos abandonaram o local, deixando para trás uma aeronave e 13 fardos de drogas.

No total, foram apreendidos aproximadamente 400 quilos de cocaína e skunk. O material foi transportado em segurança por uma aeronave H-60 Black Hawk da FAB.

A operação reforça a atuação integrada das forças armadas e de segurança pública no combate ao narcotráfico, ampliando a proteção das fronteiras e assegurando a soberania do espaço aéreo brasileiro.

Fonte: Roma News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/09/2025/14:48:32

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Idoso é morto a facadas após se recusar a vender fiado em bar no AM; suspeito responderá em liberdade

Foto: Reprodução | Crime ocorreu após desentendimentos entre a vítima e o suspeito, que horas depois se apresentou à polícia e confessou o homicídio.

Um homem de 65 anos foi assassinado com quatro facadas dentro de um bar na comunidade do Maruaga, em Presidente Figueiredo, interior do Amazonas. O crime ocorreu após desentendimentos entre a vítima e o suspeito, que horas depois se apresentou à polícia e confessou o homicídio.

A vítima, identificada como Miguel Soares de Souza, era dono do bar onde o ataque aconteceu. Câmeras de segurança mostram o suspeito, Erivelton Costa Chagas, de 37 anos, se aproximando de Miguel próximo a uma mesa de sinuca e desferindo os golpes fatais.

Segundo moradores, Miguel e Erivelton moravam no mesmo terreno, mas em casas diferentes, e mantinham conflitos frequentes.

Testemunhas relataram que o idoso se recusava a vender fiado ao suspeito, motivo das discussões, e que a confusão começou ainda no dia anterior, levantando suspeita de crime premeditado.

Horas após o ataque, Erivelton se apresentou ao 37º Distrito Policial de Presidente Figueiredo, ainda com sinais de embriaguez, e disse que agiu por se sentir “humilhado” pela vítima. Ele foi preso em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil, crime considerado hediondo.

Equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal isolaram a cena do crime até a chegada do Instituto Médico Legal (IML). Nesta terça-feira (23), o suspeito passou por audiência de custódia e responderá ao processo em liberdade.

Fonte: G1

Fonte: Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/07:39:13

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Operação Boiuna inutiliza 277 dragas e causa impacto de R$ 1,08 bilhão ao garimpo ilegal, no Amazonas

Foto:Polícia Federal | Operação ocorreu em Manicoré/AM e Humaitá AM, incluindo o leito principal e braços do RioMadeira, entre os dias 10 e 24 de setembro

A Polícia Federal, sob coordenação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI), concluiu a Operação Boiúna, voltada ao combate à mineração ilegal de ouro no leito do Rio Madeira.

A ação ocorreu entre os dias 10 e 24 de setembro de 2025 e contou com apoio da Força Nacional de Segurança Pública, Polícia Rodoviária Federal, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho e CENSIPAM.

Durante a operação, foram inutilizadas 277 dragas, usadas na extração ilegal de ouro, totalizando prejuízo direto de R$ 38 milhões às estruturas criminosas, conforme constatado por laudos periciais técnicos.

Os valores do impacto da operação consideram:

•             Prejuízo patrimonial com a destruição dos equipamentos;

•             Valor do ouro extraído ilegalmente nos últimos sete meses;

•             Danos socioambientais acumulados na região;

•             Lucros cessantes estimados pela interrupção da atividade ilegal.

Além das ações repressivas, a operação incluiu medidas sociais e ambientais. Em 18/9, equipes da Polícia Federal visitaram a comunidade ribeirinha de Democracia, em Manicoré, com apoio do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho.

Foram coletadas amostras de cabelo, água e material biológico para análise do impacto do mercúrio sobre a saúde das populações expostas. Tão logo os estudos sejam concluídos, serão divulgados oficialmente.

Foto:Reprodução
Foto:Reprodução

Levantamento recente do Greenpeace Brasil identificou mais de 500 balsas de garimpo ilegal operando no Rio Madeira, inclusive em áreas próximas a unidades de conservação e terras indígenas, reforçando a necessidade de ações contínuas de enfrentamento ao avanço da atividade criminosa.

 

Fonte:  Polícia Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/09/2025/15:57:20

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Operação Piracema inicia no dia 20 de outubro no Baixo Amazonas com emissão gratuita da nova Carteira de Identidade Nacional

Foto: Divulgação | Secretário Ualame Machado ao lado do deputado Henderson Pinto e do secretário regional Nélio Aguiar.

Informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública, Ualame Machado, ao deputado federal Henderson Pinto e secretário regional de Governo no Baixo Amazonas, Nélio Aguiar

O Baixo Amazonas será a próxima região do Pará a receber a Operação Piracema, que vai emitir gratuitamente a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para pescadoras e pescadores profissionais. A medida foi confirmada nesta segunda-feira (22), durante reunião entre o secretário de Segurança Pública, Ualame Machado, o secretário regional de Governo no Baixo Amazonas, Nélio Aguiar, e o deputado federal Henderson Pinto. O calendário prevê o início dos atendimentos em 20 de outubro.

A ação, lançada pelo Governo do Estado por meio da Polícia Civil, busca facilitar o acesso ao seguro defeso e garantir dignidade a milhares de trabalhadores que dependem da pesca para sobreviver.

“É uma iniciativa fundamental, que vai dar mais dignidade aos trabalhadores da pesca. Menos de 0,5% da população do Pará já tem acesso a esse novo documento, e essa ação vai mudar essa realidade”, ressaltou Henderson Pinto, agradecendo ao governador Helder Barbalho e à vice-governadora Hana Ghassan pelo apoio.

Segundo o secretário Ualame Machado, a emissão da nova CIN será articulada em parceria com prefeituras e órgãos regionais para atender o maior número possível de pescadores. “Nosso esforço é garantir que cada trabalhador tenha seu direito preservado e consiga acessar o seguro defeso sem obstáculos”, afirmou.

Além da versão física, a Carteira de Identidade Nacional também estará disponível em meio digital pelo aplicativo gov.br, oferecendo praticidade e reforço no combate a fraudes.

 

Fonte:  g1 Triângulo e TV Integração — Uberaba e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/09/2025/14:00:00

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Pescadores do Marajó protestam contra exploração de petróleo na Foz do Amazonas

Foto: João Paulo Guimarães | Comunidade de Jubim fez ato neste domingo (21) com 16 barcos e faixa pedindo fim de novos poços; mobilização acontece a seis semanas da COP30 em Belém

Pescadores artesanais da comunidade de Jubim, na Ilha do Marajó, realizaram um protesto neste domingo (21) contra o projeto de exploração de petróleo na Foz do Amazonas. A ação reuniu 16 embarcações em uma linha simbólica no rio, exibindo uma faixa com a mensagem: “COP30: Amazônia de pé, petróleo no chão”.

Segundo os pescadores, a abertura de uma nova fronteira de exploração de petróleo ameaça diretamente os ecossistemas marinhos e a segurança alimentar da comunidade, que depende da pesca para sobreviver. Eles afirmam que um vazamento ou a presença da indústria petrolífera pode comprometer a qualidade da água, afastar os peixes e destruir modos de vida tradicionais.

“Hoje a comunidade de Jubim vive um momento muito preocupante. Quando os navios de grande porte passam pelo rio já levam nossas redes. Se o petróleo avançar, a vida dos pescadores artesanais do Marajó ficará ainda mais ameaçada”, disse o pescador e pesquisador da UFPA Nelson Bastos.

Mobilização global

O ato integra a campanha internacional “Draw the Line / Delimite”, que reúne mais de 600 mobilizações em 90 países entre 15 e 21 de setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque. O objetivo é pressionar por medidas reais de enfrentamento à crise climática e marcar oposição a novos projetos de combustíveis fósseis.

No Brasil, além do Marajó, também houve ações em Belém, Manaus, Rondolândia, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

A manifestação ocorre a seis semanas da COP30, que será realizada em Belém. Organizações indígenas, ribeirinhas e quilombolas apoiaram o ato no Marajó, ao lado de coletivos ambientais como 350.org, Observatório do Marajó e a campanha A Resposta Somos Nós.

 

Fonte: g1 — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/09/2025/08:00:00

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PF apreende mais de 2 toneladas de pirarucu ilegal

Foto:Reprodução | Pescado foi destinado a instituições de caridade locais

No dia 16/9, durante patrulhamento de rotina pelo Rio Solimões, uma equipe do Posto Avançado da Polícia Federal em Santo Antônio do Içá/AM abordou um flutuante localizado próximo ao porto do município. Na inspeção, os policiais encontraram cerca de 2,1 toneladas de pirarucu, espécie protegida, proveniente de pesca ilegal.

Após os procedimentos de Polícia Judiciária, o pescado foi destinado a instituições de caridade da região, em conformidade com normativas ambientais e sociais vigentes.

A ação reforça o compromisso da Polícia Federal no combate aos crimes ambientais na Amazônia, com foco na repressão à pesca predatória e à proteção de espécies ameaçadas.

Fonte: Polícia Federal no Amazonas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/09/2025/11:08:05

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Garimpo ilegal tem prejuízo de R$ 18 milhões após operação no Amazonas, diz PF

Foto: Divulgação / PF |  A Polícia Federal (PF) atualizou, nesta terça-feira (17), dados sobre a operação no Rio Madeira, que ocorre entre os municípios de Manicoré e Humaitá, no Amazonas.

Conforme a atualização, a ação resultou na destruição de 23 dragas utilizadas na extração ilegal de minérios. As embarcações, 20 localizadas no Amazonas e 3 em Rondônia, foram inutilizadas pela equipe policial.

A operação faz parte de um esforço maior da PF na região, que já acumula um total de 200 dragas destruídas. A destruição das dragas visa desmantelar a infraestrutura utilizada pelos garimpeiros ilegais, um problema persistente na Amazônia que causa danos ambientais significativos e está frequentemente ligado a outros crimes.

O valor estimado das dragas inutilizadas nesta última ação é de R$ 18 milhões. Não há registro de prisões, ou apreensão de drogas ou armamentos.

 

LEIA TAMBÉM:VÍDEO: Polícia Federal realiza operação contra garimpo ilegal no interior do Amazonas

 

Fonte: Portal do Holanda e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/09/2025/11:27:01

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