Degradação de florestas na Amazônia bate recorde mensal em setembro

Aumento das queimadas contribui para destruir a área verde
PF deflagra duas operações contra desmatamento e lavagem de dinheiro. Foto: Polícia Federal/Divulgação
© Polícia Federal/divulgação

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A degradação florestal na Amazônia Legal atingiu 20.238 quilômetros quadrados (km²) em setembro de 2024, o que equivale a mais de 13 vezes a área da cidade de São Paulo.

O número representa um aumento de 1.402% em relação a setembro de 2023, quando a degradação detectada foi de 1.347 km². O instituto de pesquisa Imazon apontou que essa foi a maior área atingida – no período de um mês – pelo dano ambiental dos últimos 15 anos. Degradação ambiental é o processo de deterioração do meio ambiente, que pode ser causado por ações humanas ou naturais.

Os dados de desmatamento e degradação florestal na Amazônia, do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), são monitorados pelo Imazon por imagens de satélite desde 2008 e 2009, respectivamente.

O desmatamento corresponde à remoção completa da floresta, enquanto a degradação é um dano causado por queimadas ou pela extração madeireira – não remove toda a vegetação, mas destrói parte dela. A entidade ressalta que ambos ameaçam espécies da fauna e da flora.

“Setembro costuma ser um mês marcado pelo aumento dessas práticas na Amazônia, por estar dentro de um período mais seco. Porém, os números registrados em 2024 são muito mais elevados do que os vistos anteriormente. E a maioria dos alertas ocorreu devido à intensificação dos incêndios florestais”, disse, em nota, a pesquisadora Larissa Amorim, do Imazon.

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Ela afirmou que esse pico da degradação é bastante preocupante e que rios importantes da Amazônia estão em situação crítica. O Imazon atribui o resultado do levantamento ao aumento das queimadas causadas pela ação humana e favorecidas pela seca severa na região.

Setembro deste ano foi ainda o quarto mês consecutivo com aumento nas áreas degradadas, o que contribuiu para que o acumulado desde janeiro também fosse o maior dos últimos 15 anos, atingindo 26.246 km². Antes disso, o recorde para o período era de 2022, quando a degradação alcançou 6.869 km².

https://youtu.be/jTyXiThvDiU

Estado mais afetado

O estado do Pará concentrou 57% das áreas de florestas degradadas na Amazônia em setembro deste ano. A degradação passou de 196 km² em setembro de 2023 para 11.558 km² no mesmo mês de 2024, área quase 60 vezes maior. Sete dos 10 municípios que mais degradam a região amazônica são paraenses, incluindo  São Félix do Xingu (3.966 km²), Ourilândia do Norte (1.547 km²) e Novo Progresso (1.301 km²).

Outros estados com percentuais significativos, segundo o Imazon, de áreas degradadas em setembro foram Mato Grosso (25%), Rondônia (10%), Amazonas (7%). A entidade destacou, também, a situação de Rondônia, onde a degradação passou de 50 km² em setembro de 2023 para 1.907 km² no mesmo mês de 2024, o que representa uma alta de 38 vezes.

“Historicamente, no período de setembro, Mato Grosso costumava liderar como o estado que mais degradava a Amazônia. Porém, em 2024, o Pará surpreendeu com números muito altos. Ainda em setembro, foi decretada situação de emergência e ficou proibido o uso de fogo, mas precisamos que essa decisão seja acompanhada de fiscalização e responsabilização dos culpados para que seja mais eficaz”, observou o coordenador do programa de Monitoramento da Amazônia, do Imazon, Carlos Souza Jr, em nota.

Além disso, o Pará concentra sete das 10 unidades de conservação mais degradadas no período. As quatro primeiras do ranking são Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, com 1030 km²; Flona do Jamanxim, com 670 km²; APA do Tapajós, com 165 km²; e Flona de Altamira, com 124 km².

Entre as terras indígenas, a Kayapó segue pelo segundo mês consecutivo como a mais degradada, com 3.438 km² afetados. O território concentrou 17% de toda a área com degradação na Amazônia em setembro.

“A permanência dessa terra indígena entre as dez com as maiores áreas degradadas é um forte indicativo de que as medidas para conter o fogo na Amazônia não estão sendo suficientes. A presença desse problema ambiental nas áreas indígenas e unidades de conservação ainda compromete diretamente a biodiversidade local, ameaçando tanto a fauna quanto a flora, e representa um impacto negativo no modo de vida, na subsistência e na saúde das populações tradicionais”, explicou Larissa.

Desmatamento

O desmatamento também cresceu na Amazônia em setembro deste ano e teve o quarto mês consecutivo com alta, após 14 meses corridos de redução de devastação na região. No mês, um território de 547 km² foi desmatado, o que significa a perda 1.823 campos de futebol por dia de floresta, destacou o Imazon. A área foi 0,2% maior do que em 2023, quando foram degradados 546 km².

No acumulado de janeiro a setembro, a área desmatada foi de 3.071 km², a oitava maior da série histórica.

A maioria do desmatamento, em setembro deste ano, ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse (61%). O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (30%), Unidades de Conservação (7%) e Terras Indígenas (2%).

Dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, três concentraram 83% de todo o desmatamento identificado em setembro. O Pará liderou com 52% do desmatamento, seguido pelo Amazonas (16%) e pelo Acre (15%). Sete dos dez municípios que mais desmataram são paraenses.

Assentamentos

O Pará reúne ainda sete dos dez assentamentos e sete das dez unidades de conservação com as maiores áreas desmatadas. Já entre as dez terras indígenas mais desmatadas, três estão integralmente no Pará e outras três têm parte da sua área no estado.

“No mês de setembro, o território paraense liderou o desmatamento destruindo uma área correspondente a 970 campos de futebol de floresta por dia. Todo esse impacto está refletido nos municípios, assentamentos, unidades de conservação e terras indígenas. Por isso, é urgente investir em ações eficazes e integradas que protejam a região, como o investimento nos órgãos ambientais de fiscalização”, disse Carlos Souza.

Ele avalia que, dessa forma, será possível combater as mudanças climáticas que são impulsionadas pela retirada de vegetação e oferecer uma maior proteção à biodiversidade e aos povos que habitam a floresta. Outro ponto de atenção, de acordo com os pesquisadores do instituto, é a busca de alternativas para reduzir os impactos das queimadas que já ocorreram tanto na cobertura florestal quanto nas populações.

Fonte:Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/06:49:42

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Amazônia: 9 mil cabeças de gado apreendidas em fazendas do Amazonas, Novo Progresso, e outras cidades do Pará

Foto: Reprodução | Ibama multa e retira gado de áreas embargadas para combater o desmatamento na Amazônia.

Em uma operação chamada Carne Fria 2, o Ibama intensificou a fiscalização sobre a cadeia de produção e venda de gado em áreas da Amazônia embargadas por desmatamento ilegal, resultando na apreensão de aproximadamente 9.000 cabeças de gado e multas que alcançam R$ 364,5 milhões.

Esta operação integra o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), visando desestimular práticas que contribuem para o desmatamento e promover um modelo sustentável de produção na região.

Durante a investigação, o Ibama encontrou cerca de 26 mil hectares de áreas embargadas, distribuídas em 69 propriedades rurais nos estados do Pará e Amazonas, com municípios como Novo Progresso, Santarém e Altamira envolvidos. Essas propriedades somavam 18 mil bovinos destinados à produção de carne, que foram localizados em áreas ilegais de produção, trazendo à tona uma rede de violação ambiental que inclui até frigoríficos que compraram gado desses locais.

A ação gerou 154 autos de infração, multando produtores rurais e frigoríficos por manterem atividades em áreas embargadas, dificultarem a regeneração da vegetação e comercializarem gado oriundo de locais embargados. Entre os frigoríficos investigados, 23 foram identificados como infratores ambientais, com três deles embargados por operarem sem licença ambiental válida ou em descumprimento com a licença concedida.

O Ibama também aconselhou compradores e financiadores do setor a consultarem a lista pública de áreas embargadas no site da instituição, de forma a evitar o envolvimento indireto em práticas de desmatamento ao adquirir produtos provenientes dessas áreas irregulares, fortalecendo assim a transparência e a responsabilidade no setor.

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A operação, realizada com o apoio da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal, será levada ao Ministério Público Federal, para possível aplicação de sanções cíveis e criminais. Com isso, o Ibama espera fortalecer o combate ao desmatamento e estimular um agronegócio mais sustentável e responsável na Amazônia.

Veja abaixo vídeo do Programa Domingo Espetacular da Record TV que divulgou a operação do Ibama em apreensão de bovinos em Novo Progresso e no Pará:

Fonte: Da Redação do BNC Amazonas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/07:36:08

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PF combate extração ilegal de minérios em Altamira

(Foto:Reprodução/Polícia Federal) – A PF deflagra operação em Altamira, no sudoeste do Pará, para combater a extração ilegal de minérios, protegendo o meio ambiente e comunidades locais.

A operação ocorreu nas margens do Rio Xingu, após indícios de garimpo ilegal de ouro foram identificados.

As operações realizadas pela Polícia Federal (PF) em áreas ambientalmente são fundamentais para combater crimes ambientais e reduzir os danos causados pelas atividades ilegais, sendo mais um esforço para frear a exploração e proteger os recursos naturais que sustentam a vida na região amazônica.

A Polícia Federal deflagrou na manhã da última quinta-feira (24) a operação “Barulho do Xingu” para combater a extração ilegal de minérios na região de Volta Grande do Xingu, localizada no município de Altamira, no Pará. A ação contou com o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, visando reprimir a atividade ilegal que tem causado sérios danos ao meio ambiente, especialmente nas margens do Rio Xingu, onde foram encontrados indícios de garimpo ilegal de ouro.

Os mandados foram cumpridos em áreas de garimpo situadas dentro de zonas de proteção federal. Durante a operação, os trabalhadores dos locais fugiram ao perceber a aproximação das autoridades. Como resultado, 22 motores utilizados na sucção de água para extração de ouro e uma balsa foram inutilizados. Essa medida, prevista na legislação, é adotada quando a remoção dos equipamentos apreendidos é inviável, garantindo que não voltem a ser usados para práticas criminosas.

A extração ilegal de ouro não só degrada terrenos públicos, mas também contamina o Rio Xingu, afetando negativamente terras indígenas como Trincheira Bacajá, Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu. A região de Volta Grande do Xingu, parte da Amazônia Legal, é conhecida por sua rica biodiversidade e pelas comunidades tradicionais e indígenas que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência. No entanto, o avanço de atividades econômicas predatórias, como o garimpo ilegal, ameaça a integridade dos ecossistemas e as condições de vida da população local.

O uso indiscriminado de mercúrio para separar o ouro dos sedimentos é uma das práticas mais nocivas associadas ao garimpo ilegal. Esse metal altamente tóxico contamina corpos d’água, colocando em risco a fauna e as comunidades humanas que dependem dos rios para alimentação e necessidades básicas. O mercúrio pode se acumular nos organismos aquáticos, alcançando concentrações perigosas na cadeia alimentar e expondo as populações ribeirinhas a sérios problemas de saúde.

Além da contaminação dos rios, o garimpo ilegal provoca a remoção da vegetação e a degradação do solo, contribuindo para a erosão e o assoreamento das águas. Esses impactos prejudicam o equilíbrio dos ecossistemas locais e agravam a vulnerabilidade ambiental da região.

Fonte:  Fonte: Gov.Br – Polícia Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/10/2024/06:26:56

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Sobrinho mata tio após discussão no sudoeste do Pará

Foto: Reprodução | Ainda não se sabe qual teria sido a motivação do assassinato, mas populares dizem que teria sido por uma suposta discussão entre os dois.

A vítima identificada como Adeilton Rodrigues da Silva. Foi assassinado com disparo de arma de fogo no Travessão do Picadão, que fica na Gleba Assurini, na área rural de Altamira, no sudoeste paraense. O principal suspeito é o sobrinho, Vinicius Malagolli Rodrigues, de 21 anos.

O próprio irmão do suspeito foi quem procurou a delegacia de Polícia Civilem Altamira para informar sobre o caso. O crime teria acontecido há cerca de 120 km do porto da balsa no travessão. Uma testemunha mostrou que o assassinato era verdadeiro após mostrar para os policiais o vídeo da vítima morta caída no chão, após ser baleada.

Vinicius matou o tio supostamente com uma espingarda. Bico fino era conhecido na região e já trabalhou como caminhoneiro. Ainda não se sabe qual teria sido a motivação do assassinato, mas populares dizem que teria sido por uma suposta discussão entre os dois.

Uma equipe da Polícia Científica foi solicitada para ir até o local fazer a remoção do corpo da vítima e uma equipe da delegacia também foi até a localidade para conversar com testemunhas. Após o crime, Vinícius fugiu do local é até o momento não foi localizado pelos policiais, sendo considerado foragido. Denúncias que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima ao 181 ou 190.

Fonte: Confirma Notícia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/14:47:55

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Altamira | PA decreta emergência por causa da seca

Foto: Reprodução |A estiagem também tem causado prejuízos ambientais, com aumento do risco de incêndios florestais, morte de espécies da fauna e destruição da vegetação

A Prefeitura de Altamira, no sudoeste do Pará, decretou emergência no município pela consequência da prolongada estiagem que afeta o território. A seca tem gerado impactos severos, incluindo a redução significativa dos níveis de água em rios e reservatórios, comprometendo atividades essenciais, como a agricultura, pecuária e o abastecimento de água potável, além de afetar as comunidades tradicionais e ribeirinhas.

A estiagem também tem causado prejuízos ambientais, com aumento do risco de incêndios florestais, morte de espécies da fauna e destruição da vegetação. A situação é agravada pelo fenômeno El Niño, que contribuiu para os baixos índices de chuva na região.

O decreto menciona que a seca tem prejudicado a navegação dos rios, principal meio de transporte para diversas comunidades, dificultando o acesso a serviços básicos, como saúde e educação, além de agravar a situação econômica, especialmente para agricultores e pescadores, que enfrentam dificuldades no escoamento de seus produtos. Entre os locais decretados estão: regiões do alto, baixo e médio Xingu e nos Distritos de Cachoeira da Serra, Castelo de Sonhos, Vila Canopus, Vila Cabocla e os bairros na sede domunicípio de Altamira.

A prefeitura convocou as secretarias municipais para coordenar as ações emergenciais, e autorizou a mobilização de voluntários para ajudar na resposta ao desastre. A medida busca garantir a segurança da população e mitigar os efeitos da estiagem, que já afeta diretamente cerca de 18.575 pessoas, incluindo pescadores e extrativistas. O decreto estará em vigor por 180 dias, e dispensa licitações para a aquisição de bens necessários ao atendimento emergencial.

Fonte: Confirma Notícia  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/19:52:36

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PF fecha serrarias ilegais em operação no sudoeste paraense

Foto: Reprodução | Durante a operação, foram inutilizados caminhões e equipamentos utilizados nas atividades ilícitas, conforme a legislação vigente, em casos onde a remoção dos maquinários não era viável.

Nos dias 22 e 23 de outubro, a Polícia Federal desencadeou a operação Isengard nas cidades de Altamira, Anapu e Pacajá, no sudoeste do Pará, visando o combate a crimes ambientais. A ação resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão, com foco em duas serrarias que operavam ilegalmente.

Durante a operação, foram inutilizados caminhões e equipamentos utilizados nas atividades ilícitas, conforme a legislação vigente, em casos onde a remoção dos maquinários não era viável.

As investigações revelaram desmatamento ilegal e exploração econômica de florestas públicassem a devida autorização. Além disso, foram identificadas irregularidades como recebimento de madeira sem documentação legal e a realização de atividades industriais sem licenciamento ambiental. A operação também evidenciou a formação de uma associação criminosa voltada para a exploração ilegal dos recursos naturais da Amazônia.

Os crimes investigados se enquadram na Lei de Crimes Ambientais, incluindo organização criminosa, falsidade ideológica e receptação. A continuidade das investigações pode levar a novas responsabilizações, e a Polícia Federal está apurando a possível participação de agentes públicos nas atividades ilícitas.

As regiões de Anapu, Altamira e Pacajá, historicamente afetadas por conflitos agrários e degradação ambiental, são frequentemente alvo de crimes relacionados à grilagem de terras e desmatamento indiscriminado. A operação Isengard representa um esforço das autoridades para combater a destruição ambiental e promover a preservação da Amazônia.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Essa ação se alinha aos esforços do Brasil para reduzir o desmatamento, contribuindo para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo país em fóruns internacionais, como a COP 30. As medidas visam reforçar a proteção ambiental e enfrentar práticas ilegais que ameaçam a conservação da Amazônia, um tema central nas discussões globais sobre mudanças climáticas e sustentabilidade.

O nome da operação faz referência à fortaleza Isengard, da obra “O Senhor dos Anéis”, simbolizando a transformação de um ambiente próspero em um centro de devastação, refletindo a destruição ambiental causada por ações humanas irresponsáveis.

Fonte: GOV e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2024/14:34:08

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Suspeito de latrocínio em Altamira é morto pela polícia no Pará

Foto: Reprodução/PC | Foram apreendidos uma pistola calibre 38, duas munições deflagradas, duas picotadas e uma intacta, além de R$ 122 reais em dinheiro.

Segundo a polícia, ao fazer uma checagem, os militares descobriram que Jackson já estava sendo procurado por participação em um roubo que aconteceu em Brasil Novo, no sudoeste do Pará, dias antes e fugiu com um comparsa em direção ao KM 80, na área rural de Medicilândia, sudoeste. Na mesma localidade, cometeu uma tentativa de homicídio contra uma vítima e estava foragido desde então. Com essas informações, a Polícia Militar iniciou buscas por Jackson no quarto em que ele estaria hospedado e no segundo andar do hotel, viram um homem com as mesmas características.

Segundo a polícia, na última terça-feira (22), foi dada a voz de parada, mas o suspeito teria sacado uma arma e atirou contra os agentes que revidaram acertando um tiro nele. Um contato teria sido feito com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, mas a ambulância estava a caminho de Altamira. Os próprios policiais levaram Jackson ao Hospital Municipal de Medicilândia, mas ele morreu ao dar entrada na unidade hospitalar.

Foram apreendidos uma pistola calibre 38, duas munições deflagradas, duas picotadas e uma intacta, além de R$ 122 reais em dinheiro. Todo o material apreendido foi encaminhado até a delegacia de Polícia Civil em Medicilândia.

Jackson teria uma longa ficha criminal, ele é o principal suspeito de matar Joseph Gomes Pinheiro, assassinado no dia 27 de julho deste ano em Altamira. Na época, Joseph havia acabado de chegar em casa e quando estava a caminho do banheiro encontrou os criminosos. Durante o assalto, a vítima reagiu e travou uma luta corporal com o atirador, ele foi atingido por diversos golpes de arma branca, do tipo faca, ele morreu ainda no local.

A moto de cor azul de Joseph foi levada pelos assaltantes e encontrada com Jackson cerca de dois meses depois em Medicilândia após uma denúncia anônima. Os policiais constataram através do sistema que a moto pertencia à vítima. Além do veículo, também havia sido levado da residência cerca de 10 mil reais em dinheiro.

Fonte:  Confirma Notícia  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2024/09:51:17

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Semas autoriza obras de ampliação e modernização dos aeroportos de Santarém, Marabá e Altamira | PA

Aeroporto de Santarém — Foto: Infraero/Divulgação

Ampliação dos aeroporto vai aprimorar a segurança operacional; obras deverão ser entregues em junho de 2026.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), por meio da Diretoria de Licenciamento Ambiental (DLA) e Coordenadoria de Energia, Infraestrutura, Fauna, Aquicultura e Pesca (Cinfap), autorizou as obras de ampliação e modernização dos aeroportos dos municípios de Santarém, Marabá e Altamira. A expansão dos aeroportos vai corrigir algumas características físicas para adequá-los às normas aeronáutica e proporcionar melhores condições de segurança operacional.

Um dos engenheiros responsáveis pela análise dos processos de licenciamento da Semas, Katsumi Watanabe, destacou que as principais mudanças envolvem a ampliação do terminal de passageiros e a implantação de áreas de segurança de fim de pista, chamadas áreas de escape (runway end safety area), entre outras reformas estruturais.

“Também será realizado nivelamento (terraplanagem) da faixa lateral à pista de pouso e decolagem, com no máximo 5% de declividade e resistência capaz de reduzir a aeronave, com o menor dano possível, em caso de excursão lateralmente à pista de pouso e decolagem, bem como intervenções em locais pavimentados, que apresentam patologias localizadas no sistema de pista e pátio do Aeroporto de Santarém, e a projeção de novos pavimentos para novas vias de serviço e área para estacionamento de equipamentos de rampa”, explicou.

Foi autorizada também a adequação da central de resíduos sólidos e da estação de tratamento de efluentes (ETE), reservatórios de água e casa de força.

Duplicação

Marcelo Ribeiro, diretor de Relações Institucionais e Comunicação da Aeroportos Nordeste do Brasil S/A (Aena Brasil), concessionária que administra os aeroportos de Santarém, Altamira e Marabá, explicou que os aeroportos terão seus terminais e capacidade de operação mais que duplicados, e ficarão com estruturas mais seguras e modernas ao fim das intervenções. A entrega à população está prevista para junho de 2026.

“A Aena Brasil obteve, hoje, as licenças necessárias para as obras de expansão e reforma de três importantes aeroportos no interior do Pará. Os documentos são emitidos pela Semas, que não economizou esforços para cumprir todos os trâmites necessários, no prazo necessário para o bom andamento das obras. Tais investimentos ocorrem para atender ao contrato de concessão, e representarão um marco para essas comunidades e para o Estado como um todo, viabilizando o desenvolvimento econômico, o trânsito de pessoas e mercadorias, impulsionando a mobilidade e aproximando famílias, amigos, e negócios”, reiterou Marcelo Ribeiro.

Fonte: G1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2024/09:13:28

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Carreta tomba e mata 23 vacas no sudoeste do Pará

Foto: Reprodução | O condutor resolveu seguir viagem passando do lado da caminhonete. Por conta do peso, o aterro cedeu e a carreta tombou.

No último sábado (19), um acidente foi registrado na região daTransassurini, área rural de Altamira, sudoeste do Pará. Testemunhas contaram que o motorista de uma carreta que levava65 bovinos avistou um veículo quebrado no meio da estrada em cima de um aterro. O condutor resolveu seguir viagem passando do lado da caminhonete. Por conta do peso, o aterro cedeu e a carreta tombou.

O motorista conseguiu sair ileso. Mas 23 vacas morreram e outros bovinos ficaram soltos na pista até a chegada do responsável. Em um vídeo gravado por moradores da área, já pela parte da noite, mostra os animais mortos antes de serem retirados do local.

A carga tinha como destino Xinguara que fica a mais de 700 quilômetros de Altamira e assim como outras cidades do Pará também se destaca com a criação de gado. O prejuízo do acidente registrado na Gleba Assurini é de cerca de R$ 80 mil reais.

Segundo o comerciante, dos animais mortos, 20 vacas pesavam 500 quilos cada uma. A Gleba Assurini é maior comunidade rural da região do Xingu, entre as atividades estão a plantação de cacau e criação de gado de corte e de leite.

Fonte: Confirma Notícia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2024/14:21:52

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VÍDEO: Embarcação com professores naufraga no Rio Xingu em Altamira | PA

Foto: Reprodução | Um vídeo que mostra o naufrágio de uma embarcação no Rio Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará, está circulando nas redes sociais desde a manhã deste sábado (19). As primeiras informações indicam que a embarcação, do tipo voadeira, transportava professores para uma aldeia indígena na região quando ocorreu o acidente.

O naufrágio aconteceu na Cachoeira do Porcão, uma área conhecida por suas fortes correntezas. Apesar do susto, todos os passageiros, incluindo os professores e o piloto, conseguiram se salvar. De acordo com relatos, não houve vítimas e apenas danos materiais foram registrados.

As autoridades locais ainda não divulgaram detalhes oficiais sobre as causas do acidente, mas testemunhas relatam que as condições da correnteza podem ter contribuído para o naufrágio. O vídeo, amplamente compartilhado nas redes sociais, mostra o momento em que a embarcação foi tomada pela água, mas, felizmente, todos os ocupantes conseguiram sair ilesos.

O incidente chamou a atenção, principalmente devido à importância do transporte fluvial na região para o deslocamento de professores e outras equipes de serviço para comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas.

Veja vídeo:

https://youtu.be/mmrnlrSQkig

Fonte: ver-o-fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2024/07:56:32

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