Novo Progresso está entre os 15 municípios que mais queimaram floresta no país em quatro décadas

Dos cinco municípios que mais queimaram floresta nos últimos 40 anos, três estão localizados no estado do Pará, segundo o MapBiomas (Fotos: Ana Jaguatirica/Arquivo/CENARIUM | Composição: Paulo Dutra/CENARIUM).

Três desses municípios ficam no bioma Amazônia, um está no Pantanal e outro no Cerrado, conforme a “Coleção 4” de mapas de cicatrizes de fogo do Brasil e a primeira edição do Relatório Anual de Fogo (RAF) do MapBiomas, lançada nesta terça-feira, 24, em Brasília.

De uma lista com 15 municípios, sete estão no Cerrado, seis na Amazônia e dois no Pantanal. Corumbá (MS) ocupa o primeiro lugar como o município que mais queimou floresta entre 1985 e 2024, com 3,8 milhões de hectares destruídos.

Na sequência estão os municípios de São Félix do Xingu, Altamira e Cumaru do Norte — todos no Pará — que, juntos, destruíram 6 milhões de hectares de floresta nativa, segundo o MapBiomas Fogo. O quinto maior destruidor é Formosa do Rio Preto, localizado na região do Cerrado da Bahia, com 1.388.520 hectares desmatados.

A capital de Rondônia, Porto Velho, também aparece no ranking, ocupando a sexta posição entre os 15 municípios que mais queimaram floresta no bioma Amazônia, totalizando 1.255.556 hectares. Os estados do Pará e de Mato Grosso têm, cada um, quatro municípios nas estatísticas do MapBiomas com as maiores áreas acumuladas de vegetação queimada desde o início do monitoramento em 1985.

Relatório destaca os estados com maior área queimada acumulada (Reprodução/MapBiomas)
Relatório destaca os estados com maior área queimada acumulada (Reprodução/MapBiomas)

Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu e Cumaru do Norte, no sul do Pará, fazem parte do chamado Arco do Desmatamento, que inclui municípios prioritários para ações de prevenção e controle de desmatamento e queimadas, especialmente durante o período seco.

Segundo o MapBiomas, os 15 municípios que mais queimaram representam 10% de toda a área queimada no Brasil nos últimos 40 anos. Também aparecem no ranking os municípios de São Desidério (BA), Cocalinho (MT), Balsas (MA), Paranatinga (MT), Cáceres (MT), Alto Parnaíba (MA), Formoso do Araguaia (TO) e Vila Bela da Santíssima Trindade (MT).

2024 bate recorde de área queimada na Amazônia

O ano de 2024 registrou um recorde na área queimada na Amazônia, com 52% do total da área nacional afetada por incêndios — o maior valor da série histórica iniciada em 1985. O bioma teve aproximadamente 15,6 milhões de hectares atingidos, um aumento de 117% em relação à média histórica.

Além da extensão recorde, o ano passado também marcou uma virada nos biomas: pela primeira vez desde 1985, a proporção de fogo sobre vegetação nativa aumentou de 69,5% para 72,7%. Também houve uma mudança no tipo de vegetação primária mais afetada: historicamente, as formações de savana eram as mais impactadas (média anual de 6,3 milhões de hectares), mas em 2024, as formações florestais predominaram, com 7,7 milhões de hectares afetados — um aumento de 287% sobre a média histórica.

Ainda segundo o relatório, um quarto (24%) do território nacional — uma área equivalente à soma dos estados do Pará e Mato Grosso — queimou ao menos uma vez entre 1985 e 2024, afetando 206 milhões de hectares com diferentes intensidades nos seis biomas do país.


Mato Grosso lidera em área queimada

Segundo o MapBiomas, 47% da área queimada ao longo dos 40 anos está concentrada em três estados: Mato Grosso, Pará e Maranhão. Mato Grosso lidera o ranking com 44.981.584 hectares destruídos entre 1985 e 2024. Em seguida aparecem o Pará (31.251.958 hectares), Maranhão (20.422.849 hectares) e Tocantins (19.394.209 hectares), todos localizados na Amazônia.

Entre os 15 estados com maior área acumulada queimada em 40 anos, Rondônia ocupa a 10ª posição (9.946.488 hectares), seguida por Roraima (5.573.070 hectares), Amazonas (4.940.272 hectares) e Acre (2.689.959 hectares). O estado do Amapá aparece em último lugar, com 1.580.120 hectares queimados.

“Os biomas com maior proporção de vegetação nativa afetada pelo fogo entre 1985 e 2024 foram a Caatinga, o Cerrado, o Pampa e o Pantanal, todos com mais de 80% de sua área afetada. Na Amazônia e na Mata Atlântica, o fogo ocorreu principalmente em áreas antropizadas (mais de 55%). Na Amazônia, as pastagens representaram 53,2% da área queimada no período; na Mata Atlântica, 28,9% da área queimada foi pastagem e 11,4% agricultura”, informou o MapBiomas.


Queimada de floresta na Amazônia (Ana Jaguatirica/Arquivo/CENARIUM)
Queimada de floresta na Amazônia (Ana Jaguatirica/Arquivo/CENARIUM)

Outros biomas

Ainda segundo o MapBiomas Fogo, além da Amazônia e da Mata Atlântica, o Pantanal teve 62% de seu território queimado ao menos uma vez entre 1985 e 2024. Quase todos os incêndios (93%) ocorreram em vegetação nativa, especialmente em formações de campo e áreas alagadas (71%). No ano passado, a área queimada no bioma aumentou 157% em comparação com a média histórica.

O relatório também mostra que três em cada quatro hectares do bioma (72%) queimaram duas ou mais vezes nas últimas quatro décadas. O Pantanal também apresenta a maior prevalência de áreas queimadas com mais de 100 mil hectares (19,6%). Áreas com cicatrizes de fogo entre 500 e 10 mil hectares também se destacam (29,5%), espalhadas por diferentes regiões do bioma.

O ano de 2024 também bateu recorde na Mata Atlântica, com 1,2 milhão de hectares afetados por fogo — 261% acima da média histórica do bioma, de 338,4 mil hectares por ano. Foi a maior área queimada em um único ano desde 1985. O levantamento também mostra que, em 2024, o estado de São Paulo concentrou quatro dos dez municípios com maior proporção de área queimada no Brasil — todos localizados nos arredores de Ribeirão Preto.

O estado de São Paulo concentrou 4 dos 10 municípios com maior proporção de área queimada no país (Reprodução/MapBiomas)
O estado de São Paulo concentrou 4 dos 10 municípios com maior proporção de área queimada no país (Reprodução/MapBiomas)

No Cerrado, 89,5 milhões de hectares foram queimados durante o período analisado. Juntamente com a Amazônia, que teve 87,5 milhões de hectares queimados, os dois biomas concentraram 86% de toda a área afetada pelo fogo ao menos uma vez no Brasil. Proporcionalmente, como a Amazônia é quase duas vezes maior que o Cerrado, a área queimada ao menos uma vez desde 1985 corresponde a 21% da Amazônia e 45% do Cerrado.

Na Caatinga, 38% do bioma foi afetado ao menos uma vez por incêndios nos últimos 40 anos — um total de 11,15 milhões de hectares queimados. Em 2024, houve uma redução de 16% na área queimada, com 404 mil hectares atingidos, frente à média histórica de 480 mil hectares.

A menor área queimada foi registrada no Pampa, com 495 mil hectares afetados — 3% do bioma. O ano com maior área queimada no período analisado foi 2022, com 36.200 hectares. As áreas mais afetadas por fogo eram pequenas, com menos de 250 hectares. A maioria dos incêndios ocorreu em formações naturais de campo.


Dados do MapBiomas na Amazônia:

  • 20,8% do bioma queimou ao menos uma vez desde 1985 (1 em cada 5 hectares);

  • 42,4% de toda a área queimada no país ocorreu na Amazônia, tornando-a o segundo bioma com maior área queimada;

  • Nos últimos 40 anos:

    • 44,7% das áreas queimadas na Amazônia foram atingidas entre 2013 e 2023;

    • 64,6% das ocorrências de fogo na Amazônia foram registradas entre agosto e outubro;

    • 47,9% das áreas queimadas têm menos de 500 hectares;

  • Em 2024, pela primeira vez desde 1985, a formação florestal (43%) foi a mais afetada pelo fogo na Amazônia, superando as pastagens (33,7%).

Fonte: Jornal Folha do Progresso/Revista Cenarium  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/16:43:23

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




PC prende homem por estuprar criança de 10 anos em Altamira

Foto: Reprodução | A prisão foi efetuada na sexta-feira (20), por meio da Delegacia Especializada à Criança e ao Adolescente (DEACA) de Altamira.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada à Criança e ao Adolescente (DEACA) de Altamira, cumpriu um mandado de prisão contra um homem por de estupro de vulnerável em Altamira, na sexta-feira (20).

Na manhã anterior, a mãe da vítima compareceu à unidade especializada para comunicar que sua filha de dez anos sofreu abusos sexuais e que o suspeito é companheiro da avó materna da criança. A vítima relatou que o sujeito entrava em seu quarto à noite, quando a avó estava dormindo e que o fato aconteceu várias vezes.

A criança foi ouvida em escuta especializada e confirmou os abusos. Diante disso, o suspeito foi localizado, a equipe plantonista da DEACA de Altamira cumpriu o mandado de prisão e o acusado foi encaminhado para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PCPA/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/07:12:08

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Altamira indica presença de 720 mil onças de ouro em projeto no Pará

(Foto: Reprodução) – Depósito Maria Bonita, do projeto Cajueiro, que fica entre o Pará e o Mato Grosso, está cheio de ouro, que pode render até R$ 13 bilhões. Saiba mais

A empresa Altamira Gold anunciou que encontrou uma grande quantidade de ouro no depósito de Maria Bonita, dentro do projeto Cajueiro, que fica na divisa do Pará com o Mato Grosso. A empresa disse que esse é o primeiro depósito de ouro do tipo “pórfiro” já identificado no Brasil.

Segundo o relatório, há cerca de 720 mil onças de ouro no local. Esse número foi calculado com base em estudos feitos pela empresa VMG Consultoria, seguindo regras internacionais.

Foram identificadas quase 50 milhões de toneladas de terra com ouro, com uma média de 0,45 grama de ouro por tonelada. Além disso, em uma parte mais rasa do solo, foi encontrado ouro com teor mais alto. Nessa área, há cerca de 329 mil onças de ouro, com teor médio de 0,72 a 0,92 grama por tonelada.

Para chegar a essas estimativas, a empresa perfurou o solo em 31 lugares, somando quase 5 mil metros de furos. Os dados de 29 dessas perfurações foram usados para calcular quanto ouro existe.

Maria Bonita é apenas um dos nove locais com potencial para encontrar mais ouro na área de Cajueiro. A Altamira pretende fazer novas perfurações, tanto para descobrir mais ouro em Maria Bonita quanto para começar a explorar os outros locais.

Valores para o futuro

O achado no projeto representa um aporte econômico extraordinário para a região. Considerando que cada onça de ouro tem valor de mercado estimado em R$ 18 mil, o projeto pode render até R$ 13 bilhões.

Evidentemente, com o avanço da exploração, mais onças de ouro podem ser localizadas e estes valores se tornarem ainda mais significativos.

Fonte: Redação – Gazetas Carajás, Notícias de Mineração e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/06/2025/15:17:36

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Reportagens sobre influência do garimpo e das facções nas eleições ganham prêmio de jornalismo investigativo

Jornalistas Rafael Soares e Eduardo Gonçalves, de O GLOBO, recebem premiação — Foto: Édson Caldas/ Inac

Cerimônia destacou trabalhos que contribuíram para promover a integridade e o combate à corrupção no país.

RESUMO

Reportagens do GLOBO sobre garimpo e crime nas eleições de 2024 são premiadas

As reportagens do GLOBO sobre a influência do garimpo ilegal e das facções criminosas nas eleições municipais de 2024 conquistaram prêmios no Instituto Não Aceito Corrupção. A série “O Garimpo no Poder” expôs como investigados utilizavam candidaturas para influenciar o poder local, enquanto “O Crime em Campanha” abordou o impacto de quadrilhas em disputas eleitorais. A premiação destacou a integridade e combate à corrupção.

Reportagem do GLOBO sobre a influência do garimpo ilegal em eleições municipais de 2024 nas cidades da Amazônia ganhou o primeiro lugar do Prêmio de Jornalismo Investigativo do Instituto Não Aceito Corrupção (Inac), associação sem fins lucrativos fundada em 2015 que reconhece projetos e práticas que se destacam na promoção da integridade no Brasil.

A série de matérias premiada “O Garimpo no Poder”, assinada pelo jornalista Eduardo Gonçalves e pelo fotógrafo Cristiano Mariz, mostrou como investigados por exploração ilegal atuaram durante as eleições municipais de 2024. A reportagem do GLOBO percorreu mais de 1.600 quilômetros pelo sudoeste do Pará para ouvir moradores, empresários e políticos nas cidades campeãs em alertas de garimpo do país. O trabalhou mostrou como investigados por exploração ilegal de minérios se utilizavam de candidaturas políticas para influenciar no poder local e afrouxar licenças ambientais.

O Garimpo no Poder

O GLOBO também conquistou o terceiro lugar na premiação, com a série de reportagens “O Crime em Campanha“, assinada pelo jornalista Rafael Soares. O trabalho retratou os impactos da ação de quadrilhas em disputas eleitorais pelas cinco regiões brasileiras.

O evento de premiação ocorreu nessa segunda-feira no Theatro Municipal, em São Paulo. Ao todo, foram avaliados mais de 200 trabalhos inscritos em sete categorias diferentes: Academia, Tecnologia e Inovação, Boas Práticas em Governança, Experiência Profissional, Comunicadores Locais, Integridade no Esporte e Jornalismo Investigativo.

Fonte:O Globo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/06/2025/05:41:15

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/melhor-cassino-online-de-portugal-por-que-os-portugueses-fazem-tanto-sucesso/




Policiais ficam feridos após viatura capotar em Altamira durante perseguição

Policiais ficam feridos após viatura capotar em Altamira durante perseguição — Foto: Reprodução / TV Liberal

Um dos policiais teve traumatismo craniano e foi levado em estado grave para o hospital regional da Transamazônica. Os outros três foram para UPAs.

Quatro policiais militares ficaram feridos após uma viatura capotar em Altamira, no sudoeste do Pará. O acidente foi na quinta-feira (12) e confirmado neste sábado (14).

A viatura perseguia dois suspeitos em uma moto, quando o motorista perdeu o controle do veículo em uma curva na estrada que dá acesso ao bairro Laranjeira. O carro saiu da pista e capotou.

Um dos policiais teve traumatismo craniano e foi levado em estado grave para o hospital regional da Transamazônica. Ele passou por cirurgia, mas o estado de saúde não foi divulgado até este sábado.

Os outros três policiais foram levados para a unidade pronto atendimento e dois deles já receberam alta médica.

A viatura foi retirada do local e deve passar por perícia para identificar as causas do capotamento. Não foram informados detalhes sobre a ocorrência que os policiais atendiam antes do acidente.

Fonte: g1 Pará/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/03:27:07

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Flota Iriri é debatida em Novo Progresso

(Foto: Divulgação) – Ideflor-Bio promove reunião para discutir planejamento de atividades na Floresta Estadual Iriri

Durante a ação, foram apresentadas ao Conselho Gestor as principais demandas que devem ser realizadas na Unidade de Conservação

A Gerência da Região Administrativa do Xingu (GRX) do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) promoveu mais uma Reunião Ordinária do Conselho Gestor da Floresta Estadual (Flota) do Iriri, na região sudoeste paraense. O encontro possibilitou discutir as demandas e o planejamento de atividades a serem desenvolvidas na Unidade de Conservação (UC).

De acordo com o titular da GRX, Marco Aurélio Oliveira, a reunião foi importante para traçar o plano de ações e trazer benefícios para a comunidade local. “Com isso, é possível traçar de forma participativa um plano que atenda as necessidades tanto do conselho gestor da floresta, quanto beneficie os moradores e a comunidade local”, destacou.

Marco Aurélio ressaltou, ainda, que a reunião ajudou na criação de novas atividades na região. “Essa reunião vai ajudar a gestão da Flota Iriri, pois vai trazer encaminhamentos para tomada de decisões do Ideflor-Bio na região”, complementou o dirigente.

Além do Instituto,  participaram do encontro representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Novo Progresso, Câmara de Vereadores de Novo Progresso além da Organização Não-Governamental ENANGI, entre outras.

Para o diretor de Gestão e Monitoramento de Unidades de Conservação, Ellivelton Carvalho, “a realização de reuniões como esta reforça o compromisso do Ideflor-Bio com uma gestão participativa e transparente das Unidades de Conservação. Ao ouvir o conselho gestor e os representantes da comunidade local, conseguimos alinhar prioridades, fortalecer parcerias e garantir que as ações na Flota Iriri estejam integradas às reais necessidades do território”, afirmou.
iriri
Texto em colaboração com Sinval Farias (Ascom/Ideflor-Bio)

Fonte:Jornal Folha do Progresso com Ascom/Ideflor-Bio/  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/06/2025/17:21:19

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/novas-tecnologias-nos-tablets-como-a-ia-melhora-a-performance-destes-dispositivos/




Faccionado do CV é preso em Castelo dos Sonhos por homicídio, sequestro e organização criminosa

Foto: Reprodução | Ruan Carlos de Paiva Souza, conhecido como “Mago no CV”, foi capturado nesta segunda-feira (10), em operação coordenada pela Polícia Civil do Pará

A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (10), às 12h30, um mandado de prisão preventiva contra Ruan Carlos de Paiva Souza, de 35 anos, conhecido pelo vulgo “Mago no CV”. O indivíduo é acusado de integrar a facção Comando Vermelho e de envolvimento nos crimes de sequestro, tortura e homicídio duplamente qualificado de dois jovens, ocorridos em 13 de abril deste ano, em Nova Ubiratã (MT).

A prisão foi efetuada pela equipe da Delegacia de Castelo dos Sonhos (PA), após investigações em conjunto com a inteligência da Polícia Civil de Mato Grosso, que indicavam que o foragido poderia estar no Maranhão. Após diligências, descobriu-se que tanto Ruan quanto seu comparsa, Aquino Mackes — preso dias antes —, estavam escondidos em Castelo dos Sonhos.

Leia também- Operação conjunta prende foragido por duplo homicídio em mata fechada, em Castelo dos Sonhos (PA)

Aquino Mackes Oliveira da Silva | Foto: Reprodução
Aquino Mackes Oliveira da Silva | Foto: Reprodução

Após a prisão, Ruan foi apresentado à autoridade policial competente, com integridade física preservada. O mandado de prisão tem validade até 2045.

Ruan e Aquino | Foto: Reprodução
Ruan e Aquino | Foto: Reprodução

Fonte:  Jornal Folha do Progresso com informações da Polícia Civil de Castelo dos Sonhos e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/06/2025/10:37:00

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Fruticultura, cura e ancestralidade: liderança do Xingu vence depressão e transforma legado do avô no primeiro chocolate indígena da região

Na Jericoá 2, o cacau se tornou o ponto de partida para novas formas de geração de renda. Da fruta vem o chocolate fino Sidjä Wahiü e o néctar, também conhecido como “mel do cacau”. Katyana Xipaya segura ambos. — Foto: Juliana Bessa / g1

Katyana Xipaya, líder de comunidade no médio Xingu, no Pará, encontrou nas técnicas do próprio povo a oportunidade de empreender e de se dar uma nova chance para seguir em frente após a morte do avô, amigo e conselheiro.

Como encontrar na própria história sentido para seguir em frente? Foi desta pergunta o ponto de partida para a liderança indígena Katyana Xipaya, de 38 anos, da comunidade Jericoá 2, no médio rio Xingu, sudoeste do Pará, transformar o legado do avô com o cacau e outras frutas da floresta em novas oportunidades de negócio que a levaram a vencer a depressão após a morte do patriarca.

🍫 Com o cacau cuidado e comercializado pelo avô há décadas, vendido bruto, sem qualquer tipo de beneficiamento, a Xipaya foi além e fez das sementes da fruta a origem do primeiro chocolate indígena da região.

🍍 Na técnica ancestral dos povos indígenas da desidratação de alimentos, o qual Katyana aprendeu com o avô e que a comunidade usava apenas para consumo próprio, a líder encontrou a chance de gerar renda às famílias a partir das frutas cultivadas na área, como a banana, a pitaia, o abacaxi e o limão.

Miguel Xipaya, o avô de Katyana, era o líder e representante da Jericoá 2, formada por 20 pessoas em quatro famílias e que está localizada na chamada “volta grande do Xingu”, área da construção da usina de Belo Monte. Para Katyana, além de defensor do território e parte da família, o avô era o melhor amigo e conselheiro.

Aos 90 anos, em 2017, Miguel morreu por complicações na saúde e mesmo tendo preparado a neta para ser sua sucessora no cuidado das famílias locais e da plantação de cacau da comunidade, sustento dos moradores, Katyana sofreu com o luto por três anos e foi diagnosticada com depressão.

“Ele me mostrava o que era para fazer; como plantava, selecionava, tirava e quebrava o cacau. Ele foi me deixando com essas responsabilidades. Eu nasci e me criei nessa mata, então não tinha medo. Eu fiquei mesmo foi pensando no que estava acontecendo, que ele estava me deixando à frente tudo. Então, ele adoeceu e de repente faleceu. Acabou meu chão”, relembrou Katyana em entrevista ao g1.

Na época, a indígena precisou assumir a liderança da comunidade ao passo que lutava diariamente para conseguir fazer as tarefas da rotina. Até mesmo levantar da cama era um desafio.

“Entrei em depressão, fiquei três anos lutando. Quando chegava alguém para trabalhar, eu não queria receber, eu me escondia […] Eu queria ir ao túmulo do meu avô, que está enterrado na nossa terra e ficar lá com ele.”

A indígena iniciou o tratamento da doença com acompanhamento psiquiátrico, mas foi na ancestralidade que ela encontrou a força e a missão da própria vida para ressignificar o futuro.

“Para mim ele (o avô) foi a inspiração de tudo. Eu falei: ‘a partir de hoje, a cura está em mim. Eu vou. É tudo ou nada’ . Fui trabalhando dia e noite, porque eu precisava ocupar minha cabeça. Era meu refúgio”, contou Katyana.

Nesta caminhada, a Xipaya contou especialmente com a ajuda da mãe, da companheira e do filho, Sayd Xipaya, que estuda agronomia na Universidade Federal do Pará (UFPA) para seguir na atividade e aliar outros conhecimentos à sabedoria da etnia e da agricultura familiar.

☀️ Katyana explicou que, por conta do calor, a etapa da colheita costuma ocorrer a partir da metade da tarde até o início da noite. Na época em que enfrentava a depressão, ela entrava na roça às 16h e saia por volta das 23h, sem contar a parte do dia em que fazia outros processos.

“Coitado dos meus que tinham que ir comigo. Mas eles iam. Todo mundo junto. Nós trabalhávamos muito, muito, muito”, falou em meio a risadas, relembrando os momentos com a família e comunidade.

🌳 A relação com a cultura agrícola, principalmente a cacaueira, é natural na localidade. É o que explicou a pró-reitora e professora de fruticultura a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Antônia Bronze. A pesquisadora destacou a região da Transamazônica, que engloba o médio Xingu, como o maior destaque na contribuição ao Pará enquanto maior produtor de cacau do Brasil.

👩🏽‍🌾 Na Jericoá 2, o sistema de cultivo das frutas é agroflorestal, o que, segundo a professora, enriquece ainda mais o solo e o produto final.

“Sistemas biodiversos melhoram a qualidade do solo, reduzem o uso de fertilizantes, promovem a ciclagem de nutrientes, aumento da matéria orgânica, controle de pragas e doenças e contribui para a umidade do solo e sobrevivência do cultivo”, detalhou.

Saberes ancestrais viram negócio: da desidratação ao primeiro chocolate indígena do Xingu

“Em 2019 fomos reconhecidos como indígenas ribeirinhos impactados (pela construção da usina) e começamos a ser atendidos e a ter assistência da empresa, por meio do projeto Belo Monte Empreende. A gente foi vendo o que mais a comunidade tinha e o que desejávamos ser trabalhado para ter uma renda melhor”, explicou a Xipaya.

Desde então, a comunidade contou com o apoio de instrutores e mentores especializados na concepção de negócios sustentáveis, por meio da parceria entre a iniciativa e o Centro de Empreendedorismo da Amazônia (CEA).

A partir das novas oportunidades, uma técnica conhecida, praticada pelo povo indígena e já tão comum no dia a dia da comunidade despertou o potencial de gerar faturamento às famílias da Jericoá 2: a desidratação de frutas cultivadas na Amazônia, como a banana, o limão e a pitaia.

“Evita o desperdício […]. É um processo que fazemos há muitos anos, vem dos nossos antepassados. Fazemos com a carne, com o peixe e com o ovo. É um produto indígena, algo que também poderia realmente dar visibilidade para a comunidade”, ressaltou Katyana.

A ideia saiu do papel e ganhou vida por meio da parceria feita com Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica (Coopatrans), que, há dois anos, também acolheu o cacau da Jericoá 2. Assim, a fruta, que era vendida sem qualquer tipo de beneficiamento, passou a representar, também, o ponto de partida para novos produtos, como as amêndoas cristalizadas, o néctar e o chocolate fino.

“A gente vai ter agora um chocolate indígena, um produto indígena, chocolate”, relembrou o que pensou a liderança Xipaya ao entender que a memória do avô e do próprio povo ganhava novas formas e horizontes, com uma produção que segue técnicas tradicionais e respeita a floresta.

“Foi daí que surgiu a Sídjä Wahiü, em 2023. Na nossa língua xipaia-kuruaya, ‘Sídjä’ significa ‘mulheres’ e ‘Wahiü’, ‘guerreiras’. Trazemos o fortalecimento da mulher. Não só da mulher indígena, mas da mulher na sociedade. Não é só uma marca, é um legado”, destacou Katyana. “Fornecemos nossas amêndoas e nossas frutas. É o primeiro chocolate indígena da região”.

Depois de anos de tratamento e luta contra a depressão, a indígena disse que está curada e muito bem na nova fase da vida.

📉 Como empreendedora, a líder busca se profissionalizar cada vez mais no assunto. “O Sebrae também tem contato com a gente e nos convida para alguns cursos”. Uma das capacitações ocorreu na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), na sede de Altamira, a um hora da comunidade. “Foi um dia de saberes, de conexão, em que a gente pôde entender mais sobre o universo de empreender”, contou a líder.

Katyana fez questão de explicar que a inspiração para o logo da Sídjä Wahiü veio de uma figura rupestre encontrada próxima a uma cachoeira da região, que lembra o sol. “Só tem o rostinho lá, um solzinho. Ele fica seis meses embaixo d’água e outros seis meses, do ‘verãozão’, no ‘solzão’. […] O sol, para nós indígenas, é tudo”.

Ao redor do lado direito, um cocar, que representa o povo Xipaya. “E as voltinhas (por trás do sol) são as margens do Xingu”, explicou a líder Xipaya.

🍫 O chocolate fino da Sídjä Wahiü, com 72% de cacau e 15% de frutas secas, como pitaia, abacaxi e banana — também cultivadas na comunidade —, sem glúten e sem lactose, é a materialização da junção de técnicas ancestrais aprendidas com o avô Miguel e que se tornou exemplo e referência para outras comunidades do médio Xingu.

🫱🏼‍🫲🏽 “Da Sídjä Wahiü surgiu a Iawá e, ano passado, mais três. Hoje são cinco chocolates indígenas, abrangendo outras comunidades ribeirinhas e aldeias com mais de 100 famílias. As vezes eles querem uma oficina, uma conversa, querem saber como a gente pode contribuir com os demais parentes, e eu fico muito feliz.”

Katyana comercializa os produtos do empreendimento por encomenda e em eventos, feiras regionais e nacionais e lojas da CacauWay, negócio de impacto social que reúne os produtos da Coopatrans. “O chocolate que estou produzindo é de alta qualidade e quero levar a cultura indígena, as riquezas da Amazônia e a força da natureza para lugares que nem imagino”, pontuou.

Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/06/2025/13:19:54

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Réu é julgado pelo ‘Massacre de Altamira’ no Pará, segunda maior tragédia carcerária brasileira

Confronto entre facções criminosas resultou na morte de 62 detentos no massacre ocorrido no Centro de Recuperação Regional de Altamira (CRRA). — Foto: Bruno Cecim / Agencia Para

Acusado de liderar facção criminosa, Dhonleno Nunes Amaral responde por homicídios ocorridos no massacre, que deixou 62 detentos mortos em 2019.

A Justiça do Pará começa, nesta quinta-feira (5), a julgar Dhonlleno Nunes Amaral, acusado de liderar facção criminosa envolvida na chacina que ficou conhecida como “Massacre do presídio de Altamira” . O episódio é considerado a segunda maior tragédia carcerária do país, depois de Carandiru, e deixou 62 detentos mortos no Centro de Recuperação Regional de Altamira, no sudoeste do Pará, em julho de 2019.

No julgamento realizado no Fórum Criminal de Belém, no bairro da Cidade Velha, estão previstas oitivas de 23 testemunhas, o que deve durar dois dias, segundo o Tribunal do Pará (TJPA). Todos os depoimentos serão realizados por videoconferência.

A sessão ocorre no Tribunal do Júri após o processo ser transferido de Altamira para Belém por decisão da Justiça. A defesa do réu alegou que a grande repercussão do caso na cidade poderia comprometer a imparcialidade do júri. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Pará.

Ao todo, 23 testemunhas devem ser ouvidas durante o julgamento — 10 de acusação e 13 de defesa. Todas prestarão depoimento por videoconferência, por questões de segurança e logística. Nesta etapa, oito testemunhas foram convocadas.

Dhonleno é o segundo acusado a ser julgado pelo caso. Em setembro de 2024, Luziel Barbosa, foi condenado por homicídio triplamente qualificado a mais de 396 anos de prisão em regime fechado. Ao todo cinco pessoas respondem pelos crimes – (veja no vídeo abaixo).

Segunda maior tragédia do sistema prisional brasileiro

O massacre em Altamira ocorreu no dia 29 de julho de 2019 e foi marcado por extrema violência. Segundo as investigações, detentos ligados à facções rivais iniciaram os ataques dentro do pavilhão.

O caso terminou com 62 mortes – 58 mortos dentro do presídio, a maioria por asfixia, 16 decapitados; mais outros 4 durante transferência.

A unidade penitenciária foi desativada, após o episódio. Os detentos que estavam custodiados foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Vitória do Xingu.

O massacre de Altamira é considerado uma das maiores tragédias do sistema prisional brasileiro, ficando atrás apenas do massacre do Carandiru, ocorrido em São Paulo em 1992, que deixou 111 mortos.

Fonte: Por g1 Pará /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2025/13:57:44

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Justiça Federal acata ação do Siralta e suspende edital do IBAMA que embargava propriedades rurais em Altamira (PA)

Foto: Wilson Soares | Nesta quarta-feira, 4 de junho, a Justiça Federal de Altamira concedeu uma liminar que suspende os efeitos do Edital nº 3/2025, publicado pelo IBAMA em 6 de maio, que havia embargado mais de 500 imóveis rurais na região de Altamira, no sudoeste do Pará.

A decisão foi proferida pela Dra. Maíra Micaele de Godoi Campos, Juíza Federal Substituta da Vara Federal Cível e Criminal de Altamira, atendendo a uma Ação Civil Pública protocolada na véspera (3 de junho), pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Altamira (Siralta).

Na decisão que acolheu o pedido de liminar, a magistrada destacou que os embargos questionados, embora apresentados como providências de caráter cautelar, na verdade, representam uma punição indiscriminada e generalizada. Ela afirmou que essa medida configura um dos exemplos mais evidentes de punição coletiva que viola o princípio do devido processo legal.

De acordo com o advogado Alfredo Bertunes de Araújo, que representa o Sindicato Rural de Altamira na ação, a decisão beneficia todos os produtores que foram notificados pelo edital do IBAMA, cujo prazo de 30 dias para cumprimento das determinações se encerraria no dia 6 de junho, próxima sexta-feira.

Apesar da possibilidade de recurso por parte do órgão ambiental, a decisão deve ser cumprida imediatamente pelo IBAMA, que não poderá exigir o cumprimento das obrigações impostas pelo embargo coletivo.

Fonte: Por Wilson Soares – A Voz do Xingu/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/06/2025/12:38:23

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com