PRF apreende veículo de carga com placa de Novo Progresso no Mato Grosso

PRF apreende veículo de carga em Sorriso-MT (Foto:Reprodução)

Durante fiscalização ao transporte rodoviário de cargas, na BR-163, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 4 semirreboques, na terça-feira (09), em Sorriso/MT. Dois semirreboques estavam com documentos falsificados e os outros dois estavam adulterados.
Na primeira ocorrência a equipe abordou a combinação de veículos composta pelo caminhão trator Volvo/FH 12 380 4x2T, de cor preta e placas de Novo Progresso/PA e dois semirreboques Noma, de cor branca e placas de Pimenta Bueno/RO.
Ao solicitar a documentação, os PRFs perceberam que os CRLVs dos semirreboques apresentavam indícios de adulteração. Em consulta aos sistemas foi encontrado registro de roubo/furto dos formulários (papel utilizado no CRLV), em Poxoréu, na data de 21 de novembro de 2018.
O motorista, de 43 anos, que inicialmente comunicou ser sócio/proprietário dos veículos, após a confirmação da falsidade dos documentos, disse ser apenas funcionário em serviço.Ocorrência encaminhada para Polícia Federal.

Outra Ocorrência
A segunda ocorrência foi em  abordagem à combinação de veículos composta pelo trator Scania/R124 Ga4x2nz 42, cor vermelha e placas de Sinop; e os semirreboque Guerra com placas de Marcelândia/MT. A combinação de veículos era conduzida por um homem de 42 anos.
Em fiscalização minuciosa, os PRFs verificaram sinais de adulteração e supressão dos elementos identificadores dos semirreboques, não sendo possível constatar o veículo original.
A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil.

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Bolsonarista que atirou fogos contra o STF é preso pela polícia

(Foto:Crédito: Reprodução) – A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu neste domingo (14) Renan da Silva Sena, funcionário terceirizado do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH). Ele foi identificado como autor do lançamento de artefatos explosivos contra o prédio do STF e por xingamentos a autoridades.  Sena foi liberado após assinar um termo de comparecimento em juízo.

Também no domingo (14), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu representar contra Renan e outros envolvidos que forem identificados. Sena é um dos líderes de manifestações pedindo a destituição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a expulsão dos ministros do STF. Ele também foi flagrado, no dia 1º de maio, agredindo uma enfermeira que participava de um ato a favor do isolamento social.

A representação de Toffoli foi encaminhada à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República, à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao ministro Alexandre de Moraes, que conduz o inquérito das fake news, aberto para investigar ataques ao Supremo e a outras instituições.

Em nota, Toffoli afirmou que o Supremo “jamais se sujeitará, como não se sujeitou em toda a sua história, a nenhum tipo de ameaça, seja velada, indireta ou direta e continuará cumprindo a sua missão.” Outros ministros do STF também reagiram publicamente.
Da Redação
15/06/20 – 08h43 –
*Com informações da Agência Estado
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Weintraub é multado em R$ 2 mil por não usar máscara em ato em Brasília

Abraham Weintraub vai a grupo de bolsonaristas que prega golpe – (Foto:Dida Sampaio/Estadão )

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, multou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por não usar máscara durante uma manifestação realizada ontem em Brasília. A multa no valor de R$ 2 mil foi enviada hoje a Weintraub, no prédio do ministério da Educação.

A multa no valor de R$ 2 mil foi enviada hoje a Weintraub, no prédio do ministério da Educação.

O decreto 40.648/20, publicado em abril pelo governo do Distrito Federal, tornou o uso da máscara obrigatório em vias públicas durante a pandemia do novo coronavírus. Ele ainda pode recorrer.

“Quem sofrer a penalidade tem direito a ampla defesa, podendo recorrer da decisão. Depois do auto de infração, há um prazo de 10 dias para apresentação de eventual impugnação junto ao órgão emitente do ato administrativo”, informou a assessoria do Governo do Distrito Federal em nota ao UOL.

O decreto prevê que, além da multa, quem descumprir a regra também pode responder por crime de infração de medida sanitária, com pena que pode chegar a um ano de prisão. No caso do ministro, foi aplicada apenas a multa.

Do UOL, em São Paulo 15/06/2020 13h20

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Caixa divulga calendário de pagamento para novos aprovados do auxílio emergencial

Beneficiários nascidos de janeiro a junho poderão movimentar digitalmente os valores pelo aplicativo Caixa Tem a partir da terça-feira, e os nascidos de julho a dezembro, a partir da quarta-feira (Foto: Reprodução/ Portal R7)

A Caixa Econômica Federal creditará, na próxima terça (16) e quarta-feira (17), o pagamento da primeira parcela do Auxílio Emergencial do Governo Federal para mais 4,9 milhões de beneficiários. No total, serão disponibilizados mais R$ 3,2 bilhões.

Nesta etapa de pagamentos da primeira parcela do auxílio emergencial, os beneficiários nascidos de janeiro a junho poderão movimentar digitalmente os valores pelo aplicativo Caixa Tem a partir da terça-feira (16), e os nascidos de julho a dezembro, a partir da quarta-feira (17).

As datas, que seguem portaria a ser publicada e preveem o recebimento dos recursos por parte do Ministério da Cidadania, têm o objetivo de aprimorar o pagamento e evitar concentrações nos meios digitais e aglomerações nos pontos de atendimento.

Os beneficiários podem consultar se o cadastro foi aprovado pelos canais oficiais no site auxilio.caixa.gov.br e aplicativo CAIXA | Auxílio Emergencial.

Redação em 15 de Junho de 2020 às 07:33
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Abaixo-assinado pede boicote de supermercados alemães ao Brasil por desmatamento da Amazônia

A iniciativa visa pressionar três das maiores redes de supermercados da Alemanha a não comprarem mais do Brasil, principalmente produtos agrícolas. Se obtiver adesão, o boicote pode resultar no fechamento de 70% do mercado varejista alemão às mercadorias brasileiras.

Um abaixo-assinado que colheu mais de 300 mil assinaturas em menos de uma semana exorta três das maiores redes de supermercado da Alemanha a não venderem mais produtos brasileiros por causa do desmatamento da Amazônia.

A ação, lançada na terça-feira (09/06) pela Campact, ONG sediada em Berlim, critica a polêmica Medida Provisória 910/19, substituída pelo Projeto de Lei 2633/20, sobre regularização fundiária. O projeto é conhecido por seus críticos como “PL da Grilagem”, por apresentar risco de promover mais devastação florestal.

A organização alemã cita uma ameaça de boicote formulada em maio pelas principais redes de supermercados do Reino Unido e pede que três grandes redes alemãs sigam o exemplo. O apelo é dirigido às companhias Lidl, Edeka e Aldi Nord, que figuram entre as cinco maiores varejistas da Europa em volume de faturamento.

A Campact afirma que duas grandes redes alemãs, Aldi Süd e Rewe, já aderiram à iniciativa das redes britânicas, que ameaçaram no mês passado, em carta aberta ao Congresso Nacional, boicotar produtos brasileiros em caso de aprovação da proposta de regularização fundiária.

Bloqueio de 70% mercado varejista alemão ao Brasil
O sucesso da petição da Campact, com a adesão dos três supermercados, fecharia, segundo a ONG, 70% mercado varejista alemão aos produtos brasileiros. O objetivo da ONG alemã é aumentar a pressão para que o texto seja não só retirado da pauta do Congresso, mas descartado por completo.

“A proposta de lei ameaça a população indígena, a biodiversidade e o clima. Normalmente, recorreríamos diretamente aos políticos. Mas no caso do radical de direita Bolsonaro, a diplomacia é impossível. Por isso, visamos seu lado mais sensível: o sucesso econômico. Bolsonaro depende do apoio do lobby do agronegócio”, diz o texto da petição online, que também foi enviado a 2,3 milhões de assinantes do boletim informativo da entidade.

“Queremos que as redes de supermercado alemãs se juntem aos supermercados britânicos no boicote a produtos brasileiros, principalmente à carne bovina, para pressionar economicamente o governo Bolsonaro”, afirma o grupo.

O texto da petição dá destaque à afirmação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em reunião ministerial do governo, em que ele fala em aproveitar o “momento de tranquilidade na aspecto da cobertura de imprensa” durante a crise de Covid-19 no Brasil para “passar a boiada”: mudar regras e simplificar normas ambientais.

“Em vez de punir o desmatamento ilegal, Bolsonaro permite a destruição da floresta. Essa lei é como um convite para destruir a Floresta Amazônica – isso pouco antes da temporada de queimadas”, disse em entrevista exclusiva à RFI Friederike Gravenhorst, integrante da Campact. “O pulmão verde da Terra está em perigo.”

Incentivo à destruição de novas áreas da floresta
O PL 2633/20 foi apresentado após a perda de validade em maio, por falta de acordo entre os parlamentares, da controversa Medida Provisória 910/19, editada em dezembro pelo presidente Jair Bolsonaro. O projeto prevê a regularização fundiária de imóveis da União, incluindo assentamentos, sem vistoria prévia, em áreas com até seis módulos fiscais e ocupadas até julho de 2008 – o texto da MP 910 incluía zonas ocupadas até 2014 e de até 15 módulos fiscais.

O módulo fiscal é uma unidade cujo tamanho varia de acordo com o município, podendo ir de 5 a 110 hectares.

Defensores da iniciativa alegam que ela desburocratiza a concessão de títulos a agricultores, que poderiam produzir mais, com mais acesso a crédito. Críticos argumentam que a lei premiaria quem invadiu e derrubou florestas ilegalmente em áreas públicas e, ao possibilitar que desmatadores se tornem proprietários de áreas ocupadas ilegalmente, seria um incentivo à destruição de novas áreas de floresta.

Por Márcio Damasceno, correspondente da RFI em Berlim.
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Adiamento das eleições gera incertezas no pleito

Campanha do PT pediu remoção de postagens que questionavam a segurança das urnas (Foto: Felipe Hanower / Agência O Globo)

Mudança em data de votação impactaria julgamento de contas, registros de candidatos e até casos de inelegibilidade

A possibilidade de um adiamento das eleições municipais deste ano por causa da pandemia do novo coronavírus faz com que as dúvidas se acumulem. Em Brasília, as autoridades se dividem: o Ministério Público Eleitoral se manifestou contra a mudança de data; o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) já sinalizou que é favorável; e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, ainda não fechou posição. Em meio à indefinição, candidatos e advogados eleitorais estão no escuro.

Os prazos do calendário eleitoral são estruturados tendo como base a data da eleição e começam a ser contabilizados um ano antes do pleito. Se o dia da votação muda, interfere nesse cronograma. As dúvidas, no entanto, transcendem ao calendário eleitoral e resvalam em outros casos: políticos impedidos de concorrer este ano por estarem inelegíveis podem ser beneficiados pela mudança na data da eleição e, em tese, virar candidatos.

Quando um político é condenado numa eleição — por abuso de poder político e econômico, por exemplo —, fica inelegível pelo prazo de oito anos a partir da data da votação. Em 2012, o primeiro turno foi em 7 de outubro. Este ano é em 4 de outubro. Esses políticos condenados no pleito municipal daquele ano ainda estão inelegíveis porque os oito anos só venceriam no dia 7, segundo explicaram especialistas da área eleitoral ao GLOBO. Mas, se a votação mudar para novembro, a chamada inelegibilidade cairia, e o político poderia postular um mandato.

— Quem fizer a mudança na lei também pode entender que o prazo da inelegibilidade vai se estender até a nova data da eleição —diz a procuradora regional eleitoral do Rio, Silvana Batini, acrescentando. — Não é só mudar a data da eleição e ponto, tem que mudar uma série de outros pontos.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), já afirmou que os parlamentares e o TSE estudam mudar a data do primeiro turno para o dia 15 de novembro ou 6 de dezembro. A mudança fica sob responsabilidade do Congresso, que precisa alterar a Constituição para realizar o adiamento.

Uma preocupação é que a alteração na data da eleição faça com que muitos vencedores na disputa possam ser diplomados sem terem apresentado as contas eleitorais (com doações e despesas). Maia já declarou que é estudado reduzir o segundo turno para que haja tempo hábil de fazer a prestação de contas.

— Pela regra atual, as contas são entregues à Justiça Eleitoral até 30 dias depois da votação. Se eleição for adiada, o prazo vai ser encurtado para que a prestação de contas seja feita ainda antes da diplomação (quando os eleitos são formalizados) ou vão aceitar que se entregue depois? — questiona o presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB Nacional, Eduardo Damian.

Outra dúvida é se as convenções partidárias, marcadas para ocorrer de 20 de julho a 5 de agosto, vão seguir essas datas. Por unanimidade de votos, o plenário do TSE confirmou há duas semanas a possibilidade de os partidos políticos organizarem esse tipo de evento por meio virtual para a escolha dos candidatos. O prazo para que servidores públicos em geral se afastem de seus cargos para concorrer também é outro questionamento, assim como se quem apresenta programa de rádio e TV tem que parar de fazê-lo até dia 30 de junho, como prevê o atual calendário.

A Justiça Eleitoral terá ainda menos tempo para julgar os registros de candidatura:

— No mandato regular, já é terrível conseguir julgar todas as impugnações e as contas. Imagina numa eleição terminando em dezembro — afirma o professor de Direito Eleitoral Robson Maciel Jr., do Ibmec.

Fonte:O GLOBO -Por:Alice Cravo e Juliana Castro
14/06/2020 – 05:30
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Quem é Sara Winter, a ex-feminista e atual militante radical bolsonarista presa pela PF a mando do STF

Sara Winter, uma das líderes do movimento “Os 300 do Brasil”, foi presa em Brasília nesta segunda-feira pela PF (Polícia Federal).

O mandado de prisão foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Winter, cujo nome de batismo é Sara Geromini, é uma das investigadas no inquérito das fake news, que apura a disseminação de conteúdo falso na internet, além de ameaças a ministros da corte.

A prisão, no entanto, foi motivada, por outra investigação, sobre financiamento de atos antidemocráticos, também sob relatoria de Moraes. O mandado atende a um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).

“Os 300 do Brasil” é um grupo armado de extrema-direita constituído por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que acampavam em Brasília. O acampamento foi desmontado na manhã do último sábado (13) pelo governo do Distrito Federal. Na ocasião, Winter pediu intervenção do presidente.

No mesmo dia, cerca de 30 apoiadores de Bolsonaro lançaram fogos de artifícios contra o prédio do STF.

No fim de maio, a ativista de 27 anos, foi alvo de busca e apreensão pelo inquérito das fake news. Em seguida, publicou um vídeo afirmando ter vontade de “trocar socos” com Moraes e prometendo infernizar a vida do ministro e persegui-lo.

Por causa de suas declarações, ela acabou expulsa do DEM, partido pelo qual tentou se eleger deputada federal no Rio de Janeiro nas eleições de 2018. Com 17.246 votos, não conseguiu ser eleita.

Winter reconheceu publicamente, pela primeira vez, a existência de armas dentro do acampamento, em entrevista recente à BBC News Brasil.

De acordo com a ativista, as armas serviriam para “proteção dos próprios membros do acampamento”.

“Em nosso grupo, existem membros que são CACs (sigla para Colecionador, Atirador e Caçador), outros que possuem armas devidamente registradas nos órgãos competentes. Essas armas servem para a proteção dos próprios membros do acampamento e nada têm a ver com nossa militância”, afirmou.

A existência de armamento entre os membros do grupo radical despertou preocupação por supostas atividades paramilitares — o que Winter negou.

Por causa disso, o STF autorizou a abertura do procedimento para apurar quem seriam os financiadores do movimento. Na autorização para a investigação que inclui o grupo, a corte ressaltou que a Constituição brasileira veda o “financiamento e a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional e ao Estado Democrático” e a “realização de manifestações visando ao rompimento do Estado de Direito”.

À BBC News Brasil, a autoproclamada conferencista internacional disse que defendia “métodos de ação não violenta” e alegou que “absolutamente nenhum dos integrantes dos 300 do Brasil fala sobre ‘milícia armada’, muito menos sobre invadir o Congresso ou STF”.

Mas, em pelo menos uma carreata organizada pelo grupo, tais iniciativas foram defendidas por participantes.

 Winter chegou a "castrar" um boneco que representava o então deputado federal Jair Bolsonaro - INSTAGRAM | SARA WINTER

Winter chegou a “castrar” um boneco que representava o então deputado federal Jair Bolsonaro – INSTAGRAM | SARA WINTER

Natural de São Carlos, em São Paulo, Sara Winter vinha apostando na radicalização em seus canais pelas redes sociais, onde diz andar escoltada por seguranças armados, defende que membros do STF “sejam removidos pela lei ou pelas mãos do povo” e apoia o “extermínio da esquerda”.

Entre abril e outubro do ano passado, atuou como coordenadora-geral de Atenção Integral à Gestante e à Maternidade do Ministério da Família, Mulheres, e Direitos Humanos, por indicação da ministra Damares Alves, com quem compartilha bandeiras contra o feminismo e o aborto.

No passado, no entanto, foi uma das fundadoras da variante brasileira do grupo Femen e chegou a “castrar” um boneco que representava o então deputado federal Jair Bolsonaro.

Na ocasião, defendia pautas liberais, incluindo a construção social dos gêneros, o feminismo e a legalização do aborto.

Sua aproximação com o grupo Femen ocorreu, segundo ela, pois queria “de alguma forma exterminar todo o tipo de violência contra a mulher”.

Por causa disso, aos 19 anos, viajou à cidade de Kiev, capital da Ucrânia, para conhecer uma das líderes do grupo, Inna Shevchenko, e receber treinamento.

Winter voltou ao Brasil em 2012, mas já em 2013, menos de um ano depois de sua inauguração, a filial brasileira foi fechada.

Em comunicado divulgado à época, a sede retirou o direito de Winter de usar o nome Femen. Em maio daquele ano, a ucraniana Alexandra Shevchenko, uma das fundadoras do Femen, afirmou que Winter já “não faz parte do nosso grupo, tivemos muitos problemas com ela. Ela não está pronta para ser líder”.

Em 2014, Winter chegou a publicar vídeos no YouTube em que pedia perdão aos cristãos por ter feito parte do Femen e publicou um livro intitulado “Vadia não! Sete vezes que fui traída pelo feminismo”, em que narrava experiências negativas que teve dentro do movimento.

A partir de então, começou a flertar com pautas mais conservadoras, aproximando-se de personalidades como o deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP) e o presidente Jair Bolsonaro (à época deputado federal).

Agora, segundo contou em entrevista à BBC News Brasil, seu foco passou a estar concentrado na convocação de militantes para que “o povo seja a classe soberana do país”.

“Em todos os nossos comunicados dizemos claramente que utilizamos técnicas de ação não violenta e desobediência civil. O que tem a ver ação não violenta com armas? Engraçado como a alcunha de milícia paramilitar foi rapidamente nos atribuída, mas jamais passou perto dos militantes do MST, que carregam armas e facões”, disse ela.

“(Estamos) preparados para dar a vida pela nação, e nossas armas são a fé em Deus, a esperança neste governo e os métodos de ação não violenta.”

Por:UOL
15/06/2020 10h03

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Idoso é encontrado morto com marcas de pauladas em Novo Progresso

(Foto>WhatsApp) –  Um idoso de 67  anos foi assassinado nesta sexta – feira (12), no bairro Santa Luzia,  em Novo Progresso. A suspeita inicial é que Claudinei Baldo Filho, 67 anos, tenha sido morto a pauladas.
O corpo dele foi encontrado na rua Presidente Vargas , por volta das 09h00mn  do dia 12 de Junho de 2020. O corpo da vítima foi removido para o hospital Municipal onde passou por  laudo médico ,foi encontrado marcas – possivelmente de pauladas.

Autoria e motivação do crime devem ser investigadas.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

(FOTO:Rede Sociais)
(FOTO:Rede Sociais)

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Homem é morto com tiro no peito na Vila Isol

(Foto:Divulgação) – Claudio Miranda Correia de 34 anos , foi baleado em uma rua da Vila Isol, distrito de Novo Progresso, ontem, por volta das 1h30mn.

A Polícia Militar (PM) chegou ao local depois de ser avisada por moradores. Quando os policiais chegaram, encontraram a vítima caída no chão, com um ferimento de bala no peito. A motivação não foi revelada, ninguém foi preso.

A policia investiga o caso.970c23cf-33c6-4ee1-8327-ac6978948313

Aguardem mais informações…

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Sara Winter na Lei de Segurança Nacional

Os bolsonaristas que estão sendo presos hoje foram enquadrados na Lei de Segurança Nacional.(foto:Reprodução)

Ao todo, são seis mandados de prisão temporária contra os líderes do movimento 300 do Brasil, incluindo Sara Giromini, a Sara Winter. Eles são acusados de atos antidemocráticos e de pregar o fim das instituições.

As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que atendeu a pedido feito pela Procuradoria-Geral da República na sexta.

O caso será mantido em sigilo enquanto as diligências estiverem sendo cumpridas.

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal(Foto:Reprodução)
Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal(Foto:Reprodução)

Por Pedro Canário e Renan Ramalho/15.06.2020 09:51
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