Curiosidades sobre o estilo industrial na decoração

Foto:freepik | O estilo industrial é um dos queridinhos da decoração contemporânea.

Inspirado em antigos galpões, fábricas e armazéns que foram transformados em lares a partir da década de 1950, em Nova York, esse visual conquistou espaço em todo o mundo por unir estética urbana, praticidade e personalidade. Hoje, o estilo industrial não se restringe apenas a lofts ou grandes metrópoles: ele está presente em casas, apartamentos compactos e até escritórios que buscam transmitir modernidade e autenticidade.

Mas, afinal, o que torna esse estilo tão especial e duradouro? A seguir, exploramos algumas curiosidades que ajudam a entender o fascínio pelo industrial e como ele pode transformar ambientes.

As origens do estilo industrial

A história do estilo industrial está ligada a mudanças sociais e econômicas. Na década de 1950, muitos prédios industriais em Nova York e outras cidades dos Estados Unidos estavam sendo abandonados ou desativados. Com aluguéis acessíveis, artistas e jovens profissionais passaram a ocupar esses espaços.

Foi dessa adaptação que nasceu o conceito de loft: ambientes amplos, com pé-direito alto, janelas grandes e estruturas aparentes, que antes eram características funcionais de fábricas, mas se transformaram em símbolos de um novo estilo de vida.

O visual cru e inacabado, que inicialmente era uma questão de necessidade, acabou se tornando um traço de identidade que até hoje encanta quem busca autenticidade na decoração.

Estruturas aparentes: a marca registrada

Um dos elementos mais curiosos do estilo industrial é a valorização do que, em outros contextos, seria considerado imperfeição. Tubulações expostas, tijolos à mostra, vigas de ferro e concreto aparente deixam de ser escondidos e passam a ser protagonistas do ambiente.

Esse detalhe tem muito a ver com a filosofia de reaproveitamento e de ressignificação dos espaços. O que antes era apenas funcional se tornou estético. Hoje, até mesmo em construções novas, essas características são intencionalmente reproduzidas para reforçar a atmosfera industrial.

Materiais brutos e paleta de cores sóbria

Outra curiosidade é a escolha dos materiais. Ao contrário de estilos mais clássicos ou sofisticados, que apostam em acabamentos polidos, o industrial valoriza o aspecto cru: madeira rústica, metais envelhecidos, cimento queimado e couro são alguns exemplos.

A paleta de cores costuma ser neutra, com destaque para tons de cinza, preto e marrom. Essa sobriedade, porém, não significa monotonia: a mistura de texturas e a presença de elementos desgastados criam profundidade e tornam os ambientes visualmente interessantes.

Do improviso à sofisticação planejada

Quando surgiu, o estilo industrial estava muito ligado ao improviso: móveis usados, paletes transformados em sofás, mesas de metal reaproveitadas. Com o tempo, o mercado de decoração passou a criar peças novas que simulam esse ar despojado.

Hoje, existem marcas especializadas em móveis industriais, que unem conforto moderno com a estética inspirada em armazéns. Mas muitos apaixonados pelo estilo ainda preferem colocar a mão na massa e adaptar móveis antigos ou criar soluções próprias. Nessas situações, até mesmo o uso de ferramentas entra em cena — e não é raro que alguém decida comprar uma furadeira 20v para facilitar a montagem de prateleiras, painéis ou luminárias que reforcem o clima industrial.

A importância da iluminação no estilo industrial

A iluminação é outro aspecto fundamental. Os ambientes industriais geralmente são amplos e, por isso, precisam de pontos de luz bem planejados. O uso de luminárias pendentes, inspiradas em fábricas, é uma característica forte.

Essas luminárias muitas vezes utilizam metais escuros e designs simples, que remetem ao ambiente fabril. Além disso, a iluminação amarela contribui para criar aconchego em espaços que, de outra forma, poderiam parecer frios demais.

Personalização dentro do estilo industrial

Apesar de ter uma estética bem marcada, o industrial permite muita personalização. É comum encontrar ambientes que misturam o estilo industrial com outros elementos, como o escandinavo (com foco no minimalismo) ou até o boho (com cores e tecidos estampados).

Essa mistura garante que cada espaço reflita a personalidade de quem vive nele. Afinal, o industrial não é um conjunto de regras rígidas, mas uma inspiração que pode ser adaptada de acordo com gostos pessoais e necessidades práticas.

Sustentabilidade e reaproveitamento

Uma das curiosidades que mais atraem no estilo industrial é sua conexão com a sustentabilidade. Reaproveitar móveis antigos, usar materiais reciclados e dar nova vida a objetos esquecidos faz parte do espírito desse estilo.

Esse aspecto dialoga perfeitamente com tendências atuais de consumo consciente. Mais do que uma estética, o industrial acaba representando um estilo de vida que valoriza a história por trás de cada peça e a redução de desperdícios.

Como o estilo industrial se adaptou às novas gerações

Hoje, o estilo industrial está longe de ser restrito a artistas ou jovens que buscavam espaços baratos em grandes cidades. Ele se popularizou a ponto de ser incorporado em apartamentos compactos, casas de campo e até cafés e restaurantes.

A estética, antes considerada alternativa, passou a ser vista como sinônimo de sofisticação moderna. Inclusive, muitas construtoras já oferecem empreendimentos que simulam lofts industriais, com acabamentos em cimento queimado e esquadrias de ferro.

A relação entre tecnologia e o estilo industrial

Outro ponto curioso é como o estilo industrial, que nasceu de uma estética do passado, convive bem com a tecnologia. Telas modernas, sistemas de automação e móveis inteligentes podem estar inseridos em um ambiente industrial sem comprometer sua essência.

Essa versatilidade faz com que o estilo seja atemporal, capaz de dialogar tanto com memórias do passado quanto com as inovações do presente.

O futuro do estilo industrial

Assim como a decoração em geral, o estilo industrial também acompanha tendências sociais. A busca por ambientes que transmitam autenticidade, aliada ao interesse por sustentabilidade e reaproveitamento, garante que esse estilo continue em alta por muito tempo.

Além disso, o fato de ser um estilo que permite tanto a sofisticação planejada quanto o improviso criativo contribui para sua longevidade. Ele se adapta a diferentes perfis de moradores e a diferentes realidades.

O impacto das datas comerciais

Outro aspecto interessante é como as tendências de decoração dialogam com o mercado. Muitos consumidores aguardam períodos de promoções para investir em móveis ou até em pequenas reformas, e é nesse ponto que datas como a Black Friday ganham relevância.

Durante esse período, muitas pessoas encontram a oportunidade de adquirir peças ou materiais que antes estavam fora do orçamento, tornando o estilo industrial mais acessível. Isso mostra como até mesmo movimentos de consumo impactam diretamente a forma como as casas e escritórios são decorados.

História e identidade

O estilo industrial é muito mais do que uma estética urbana: ele carrega história, identidade e um forte vínculo com a ideia de reaproveitamento. Suas origens, ligadas à adaptação de fábricas em residências, explicam o fascínio por estruturas aparentes, materiais brutos e ambientes amplos.

Com o tempo, ele se reinventou e se tornou acessível a diferentes públicos, sem perder sua essência. Além disso, dialoga com questões atuais, como a sustentabilidade e o consumo consciente.

Seja em um loft de cidade grande, em um apartamento compacto ou em uma cafeteria charmosa, o industrial segue como um estilo que nunca sai de moda, e que, provavelmente, ainda terá muitos capítulos curiosos para contar na história da decoração.

 

 

Fonte: Guest Post/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/07:00:00

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MPF pede cancelamento das outorgas da Jovem Pan por desinformação e conteúdo antidemocrático

Foto:Reprodução | As autoridades entenderam que a emissora cometeu abusos graves ao desinformar os ouvintes e veicular conteúdo que colocava em risco o regime democrático brasileiro.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta segunda-feira, 15, o cancelamento das outorgas da Jovem Pan por desinformação antidemocrática ao longo de 2022 – ano da eleição presidencial mais conturbada da história recente do País.

As autoridades entenderam que a emissora cometeu abusos graves ao desinformar os ouvintes e veicular conteúdo que colocava em risco o regime democrático brasileiro.

A emissora foi procurada, mas ainda não atendeu aos pedidos de comentário do Estadão.

O pedido consta nas alegações finais protocoladas ao fim do prazo concedido pela Justiça Federal para as considerações conclusivas das partes. A manifestação faz parte de uma ação civil pública ajuizada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, em 2023, contra a empresa.

O MPF também pede a condenação da Jovem Pan ao pagamento de R$ 13,4 milhões como indenização por danos morais coletivos.

A procuradoria diz que a Jovem Pan “teve papel fundamental na campanha de desinformação empreendida em 2022 para desacreditar as instituições nacionais e o processo eleitoral brasileiro, induzindo uma enorme quantidade de ouvintes em todo o país a duvidar da lisura das eleições” realizadas naquele ano.

“A veiculação sistemática, pela emissora, de informações falsas, acompanhadas de incitações reiteradas à desordem e à intervenção das Forças Armadas sobre os Poderes constituídos, foi um dos componentes essenciais para o clima de insurreição que os golpistas pretendiam instaurar”, afirma o órgão.

O documento também define a emissora como “a principal caixa de ressonância, na esfera pública brasileira, para discursos que pavimentavam as ações golpistas que vieram a ser desveladas, dando-lhes uma aparência indevida de suposta legitimidade”.

A investigação da trama golpista

A acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que levou à condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) do ex-presidente Jair Bolsonaro e a cúpula de seu governo contribui para a punição pedida pelo MPF à Jovem Pan.

A investigação da Polícia Federal (PF), que embasou a acusação da PGR, encontrou uma troca de mensagens entre os tenentes-coronéis Sérgio Cavaliere e Ronald Ferreira de Araújo Júnior, kids pretos envolvidos no plano de assassinato de autoridades, em que eles conversam sobre contar com a ajuda do então comentarista da Jovem Pan, Paulo Figueiredo, para o projeto de poder.

Em 28 de novembro de 2022, durante a orquestração da ruptura democrática, os kids pretos anteciparam a Figueiredo, segundo a PGR, o conteúdo da “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”. Tratava-se de um documento que para pressionar o Alto Comando do Exército a aderir ao golpe.

No programa Pingos nos Is da Jovem Pan daquela noite, Figueiredo expôs os nomes dos comandantes militares reticentes à empreitada golpista, de modo a elevar a pressão pública bolsonarista contra eles. O ex-comentarista é citado 72 vezes nas alegações finais do MPF, inclusive como tendo “papel de destaque nas ilicitudes praticados pela Jovem Pan”.

“Os apelos de comentaristas da Jovem Pan à ruptura institucional baseada em intervenção militar, à destituição e até mesmo à prisão de autoridades e à desobediência a ordens judiciais tornaram-se recorrentes no período e caracterizaram a própria linha editorial da emissora”, afirma o MPF.

Abusos no Código Brasileiro de Telecomunicações

A Procuradoria alega que a Constituição e a legislação referente ao serviço pública de transmissão em rádio e TV proíbem as condutas adotadas pela Jovem Pan enquanto detentora de outorgas. A avaliação é que atos como “incentivar a desobediência, veicular notícias falsas com perigo para a ordem pública, econômica e social e insuflar a rebeldia ou a indisciplina nas Forças Armadas”, por exemplo, são classificados como abusos no exercício da liberdade de expressão no Código Brasileiro de Telecomunicações.

“A imposição judicial de medidas severas à Jovem Pan, proporcionais à gravidade dos fatos apurados, é fundamental para, traçando uma linha no chão, firmar que condutas como as praticadas pela emissora ora demandada são juridicamente inaceitáveis, e para que, atribuídos os ônus cabíveis, outras condutas análogas a elas não se repitam no futuro.

Disso depende a garantia de que a comunicação pública brasileira nunca mais se ponha a serviço de aventuras antidemocráticas”, diz o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto em São Paulo, Yuri Corrêa da Luz.

 

Fonte:O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/19:00:28

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Prefeito Gelson Dill inicia segundo mandato em Novo Progresso com 88,5% de aprovação popular

Foto:Ascom Prefeitura | Pesquisa realizada pela empresa Ibox destaca avanços em infraestrutura, saúde, educação e programas sociais no município.

Um levantamento realizado pela empresa Ibox em Novo Progresso apontou índices expressivos de aprovação à administração do prefeito Gelson Dill, que inicia o segundo mandato com alto respaldo popular.

De acordo com a pesquisa, 88,5% dos moradores avaliam positivamente a gestão. Desse total, 37,25% consideram o governo “ótimo” e 51,25% o classificam como “bom”. Outros 7,5% apontaram a administração como “regular”, enquanto 2,75% avaliaram como “ruim” e 1,25% como “péssima”.

Entre os pontos mais citados pelos entrevistados estão os investimentos em infraestrutura, o fortalecimento da saúde básica, os avanços na educação e a ampliação dos programas sociais.

O resultado reforça a credibilidade política de Gelson Dill, que ao longo dos últimos anos consolidou parcerias estratégicas e implantou projetos com impacto direto na comunidade. A avaliação positiva também é vista como um incentivo para que a gestão dê continuidade às obras, programas e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do município.

 

Fonte: conecta progresso/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:50:06

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Governo do Brasil lança sistema para monitoramento diário da Amazônia

Foto: Cassiano Messias | Novo sistema identifica degradação em formações não florestais da Amazônia Legal 

Ferramenta combina imagens de satélites e inteligência artificial para identificar indícios de desmatamento, mineração, queimadas ou outras atividades irregulares

O Governo do Brasil anunciou nesta segunda-feira, 15 de setembro, o lançamento oficial do Deter Não Floresta (Deter NF). Resultado da parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a ferramenta representa um avanço sem precedentes na política de controle e prevenção do desmatamento no Brasil.

Com o Deter NF, todo o território do bioma Amazônia passa a ter monitoramento diário de cobertura de terra. O novo sistema amplia a capacidade do Deter, que tradicionalmente emite alertas focados em desmatamento com solo exposto e corte raso em áreas de floresta primária.

A ferramenta utiliza inteligência artificial e imagens de satélite para identificar também a degradação em formações não florestais, como campos naturais, savanas (cerrado) e áreas de transição, que correspondem a aproximadamente 20% do bioma.

COMO FUNCIONA — O novo sistema analisa diariamente imagens dos satélites de observação da Terra, gerando alertas de intervenção antropizada para as áreas de vegetação nativa não florestal da Amazônia Legal. Esses alertas indicam indícios de alteração da cobertura vegetal, seja por desmatamento, mineração, queimadas ou outras atividades irregulares.

A principal inovação do Deter NF é a capacidade de detectar cortes de vegetação nativa em áreas de cerrado e campos gerais dentro do bioma Amazônia, uma demanda histórica de órgãos de controle e fiscalização. Os alertas são publicados na plataforma TerraBrasilis e disponibilizados para acesso público e gratuito, assegurando a transparência dos dados.

COMBATE AO DESMATAMENTO — A implementação do Deter NF representa um salto de qualidade na governança ambiental. Antes, o monitoramento diário cobria apenas as áreas de floresta ombrófila (densa). Com a nova ferramenta, os órgãos de fiscalização, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e as polícias ambientais estaduais, passam a ter informações em tempo quase real para orientar suas operações em 100% do território amazônico.

AVANÇO — O secretário extraordinário de Controle do Desmatamento do MMA, André Lima, ressaltou que a implementação do novo sistema fecha uma lacuna crítica no monitoramento. “Onde antes tínhamos um vazio de informação diária, agora temos transparência e agilidade. Isso democratiza o acesso à informação e fortalece imensamente a ação do Estado”, afirmou.

Segundo o coordenador do programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida, o Deter NF é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento do instituto. “Aplicamos técnicas avançadas de processamento de imagens com o uso de métodos de aprendizagem por máquina (inteligência artificial) para criar um sistema robusto e confiável que atende a uma necessidade urgente de proteção de todos os ecossistemas do bioma”, disse.

META — Os alertas diários do Deter hoje já cobrem mais de 75% do território nacional. A meta é expandir o sistema para os biomas Mata Atlântica, Caatinga e Pampa, que ainda não têm cobertura diária.

RESULTADOS DE AGOSTO — Divulgados na sexta-feira (12), os dados do Deter para o mês de agosto de 2025 mostram uma redução dos alertas de supressão de vegetação de 36,6% nos dados do Deter Amazônia (Florestal), quando comparado com agosto de 2024. Já os alertas do bioma Cerrado tiveram queda de 27,3% no mês passado, enquanto os do Pantanal diminuíram 16,8%. Apenas nas áreas Não Florestais do bioma Amazônia houve um acréscimo de 8%. Os dados já estão disponíveis para consulta no portal TerraBrasilis.

 

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:50:06

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VÍDEO: Polícia Federal realiza operação contra garimpo ilegal no interior do Amazonas

Polícia Federal realiza operação contra garimpo ilegal em Humaitá — Foto: Polícia Federal

Imagens registradas pela Rede Amazônica mostram que a orla de Humaitá foi isolada durante a operação, com a presença de agentes da Força Nacional.

A Polícia Federal deflagrou uma operação nos municípios de Humaitá e Manicoré, no interior do Amazonas, na manhã desta segunda-feira (15). A ação tem como alvo a destruição de dragas utilizadas no garimpo ilegal no Rio Madeira.

De acordo com a PF, até às 12h desta segunda-feira foram contabilizadas 71 dragas destruídas. Não há informações sobre prisões, mortos ou feridos.

Imagens registradas pela Rede Amazônica mostram que a orla de Humaitá foi isolada, com a presença de agentes da Força Nacional. Em outro ponto, é possível ver destroços que seriam resultado de um confronto.

Foto: Polícia Federal
Foto: Polícia Federal

A ação integra os trabalhos desenvolvidos pela Polícia Federal desde 2023 no combate à mineração ilegal na região. Neste ano, a novidade é a atuação coordenada entre diferentes forças de segurança pública, coordenadas pelo Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI Amazônia), e o Poder Judiciário.

STJ rejeitou pedido contra uso de explosivos

A operação acontece uma semana depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitar um pedido da Defensoria Pública do Estado do Amazonas para impedir a Polícia Federal de usar explosivos na destruição de balsas de garimpo no Rio Madeira, especialmente na região de Humaitá.

No pedido, a Defensoria argumentou que o uso de explosivos transforma a área em uma “zona de guerra” e fere direitos fundamentais, como moradia e devido processo legal.

Ao analisar o caso, o ministro Francisco Falcão entendeu que não há provas suficientes para indicar ilegalidade ou abuso nas operações realizadas pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Federal.

VEJA VÍDEO:

 

Fonte: g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:57:31

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Passeio em família termina em tragédia: biomédico morre afogado na Praia do Preá, no Ceará

(Reprodução/Redes Sociais) – Um passeio em família terminou em tragédia na tarde deste domingo (14) na Praia do Preá, em Cruz, litoral do Ceará. O biomédico Gerlandio Marcos Teixeira, de 33 anos, entrou no mar para um banho e não retornou.

Minutos depois, equipes do Corpo de Bombeiros localizaram Gerlandio desacordado na água. Ele foi levado a um posto de saúde, mas não resistiu.

Gerlandio trabalhava como coordenador do Laboratório Municipal de Análises Clínicas de Acaraú e também exercia funções no Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp) do município. Além de seu trabalho na área da saúde, era bastante conhecido pela atuação religiosa, como catequista e cantor no coral da Paróquia São Francisco, em Cruz.

A morte do biomédico gerou grande comoção entre familiares, colegas de profissão e membros da comunidade católica. A Prefeitura de Acaraú e a Paróquia São Francisco divulgaram notas de pesar, ressaltando a importância da contribuição de Gerlandio tanto no serviço público quanto na vida comunitária.

 

Fonte: Portal do Tupiniquim e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:53:27

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MPF pede à Justiça plano para combater pistas clandestinas usadas por garimpeiros no Amazonas

Ibama desativa garimpo ilegal na Terra Yanomami com pista de pouso, sede administrativa e restaurante — Foto: Jornal Nacional

O objetivo é combater a atividade ilegal em áreas de difícil acesso, como terras indígenas e unidades de conservação. Plano de ação e fiscalização contra pistas também abrange Rondônia e Roraima.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça para que seja criado, com urgência, um plano de ação e fiscalização contra pistas de pouso clandestinas usadas em garimpos ilegais nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima. O objetivo é combater a atividade ilegal em áreas de difícil acesso, como terras indígenas e unidades de conservação.

Segundo o MPF, as pistas são estruturas essenciais para a continuidade da atividade do garimpo ilegal, principalmente em áreas de difícil acesso, como terras indígenas e unidades de conservação. Aviões e helicópteros são usados para transportar garimpeiros, combustíveis, equipamentos e para escoar ouro e outros minérios extraídos de forma ilegal.

O pedido foi apresentado pelo 2º ofício da Amazônia Ocidental do MPF, responsável por ações de combate à mineração ilegal na região, que também abrange o estado do Acre.

O plano deve ser elaborado e executado por diversos órgãos públicos, entre eles:

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac);
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama);
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio);
União;
Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam);
Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Roraima (Femarh);
Governo de Rondônia.

O MPF quer que o plano detalhe ações de fiscalização, repressão e responsabilização administrativa dos aeródromos irregulares. Também deve incluir o controle do uso de aeronaves ligadas à mineração ilegal. A atuação dos órgãos deve ser coordenada, cada um dentro de suas atribuições legais.

De acordo com o MPF, a falta de controle sobre essas pistas representa riscos ao meio ambiente, ameaça os direitos de povos tradicionais e compromete a soberania nacional sobre recursos estratégicos.

Crescimento de pistas ilegais

As investigações do MPF revelam que o número de pistas clandestinas tem crescido de forma preocupante. Em 2024, foram identificadas 749 pistas irregulares na região, sendo 175 em terras indígenas. Já em abril de 2025, esse número subiu para 844, um aumento de quase 13% em apenas um ano.

Entre os problemas apontados estão:

Falta de fiscalização;
Omissão na aplicação de sanções;
Ausência de ações para inutilizar as pistas;

A Agência Nacional de Aviação Civil reconheceu que algumas dessas pistas são usadas para crimes ambientais, mas alegou que não tem competência para destruí-las. A Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que a destruição de aeronaves só seria possível com regulamentação específica, apesar de já haver previsão legal em casos de atividade hostil. Órgãos ambientais também relataram dificuldades operacionais para atuar de forma efetiva.

Diante deste cenário, o MPF pede a condenação dos órgãos à adoção permanente de medidas de fiscalização ambiental, repressão ao uso irregular do espaço aéreo, destruição de pistas de pouso clandestinas e aplicação de sanções administrativas aos responsáveis.

 

Fonte: g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:50:06

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Barra do Pará resgata pescadores ribeirinhos à deriva em Barcarena (PA)

(Foto: Reprodução) – Operação garantiu combustível e segurança para o retorno dos pescadores.

A equipe da Barra do Pará realizou, no último sábado (13), o resgate de pescadores ribeirinhos que estavam à deriva próximo à base operacional da empresa, localizada no Arrozal, em Barcarena. Ao chegarem ao local, os profissionais avaliaram a situação da embarcação para garantir que não existia nenhum perigo iminente.

Após a análise, foi confirmado que os pescadores estavam em segurança, e a equipe forneceu combustível para que pudessem continuar a viagem com tranquilidade. Essa ação foi fundamental para assegurar a retomada segura do trajeto pelos trabalhadores.

Para a Barra do Pará, essa operação reforça o compromisso efetivo da empresa com a segurança na navegação fluvial. Além disso, evidencia a disposição em apoiar as comunidades tradicionais que vivem próximas às áreas onde atua.

 

Fonte: Estado do Para Online e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:05:48

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Segundo eclipse solar do ano ocorre ainda neste mês; saiba quando e onde

(Foto: Reprodução) – O segundo eclipse solar de 2025 acontece neste mês, no dia 21 de setembro, a partir das 14h30 (horário de Brasília). O fenômeno, porém, não será visível do Brasil.

De acordo com a Nasa, o eclipse poderá ser observado de forma parcial a partir da Nova Zelândia, da costa leste da Austrália, de algumas ilhas do Pacífico e de áreas da Antártica. Desta vez, não haverá eclipse total em nenhuma parte do planeta.

Como funciona um eclipse parcial do Sol?

Um eclipse solar parcial ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, cobrindo apenas uma parte do astro. O resultado visual é como se o Sol estivesse com uma “mordida”.

O fenômeno acontece em três fases:

    Início: quando a Lua começa a se mover sobre o disco solar;

Máximo: quando a cobertura do Sol atinge o ponto de maior intensidade;

  Fim: quando a Lua deixa de encobrir o astro.

Já no caso do eclipse total, o alinhamento entre Sol, Lua e Terra é perfeito, bloqueando a maior parte da luz solar e transformando o dia em noite por alguns minutos.

No eclipse parcial, a sombra central da Lua – responsável pelo bloqueio total – não atinge a Terra, e por isso o fenômeno é visto apenas de forma parcial.

Frequência do fenômeno

Segundo a Nasa, eclipses solares parciais acontecem pelo menos duas vezes por ano em algum lugar do planeta. Já os eclipses totais, mais raros, ocorrem em média a cada 18 meses, sempre em locais diferentes da Terra.

 

Fonte: Portal do Tupiniquim e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/16:03:05

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Foragida, Da Paz é presa em Marabá e inicia cumprimento de pena por homicídio

(Foto: Reprodução) – Idosa foi acusada pelo Ministério Público de atrair o vendedor de joias Edilson Pereira de Sousa para sua residência, onde o crime ocorreu, em abril de 2021.

A ré não compareceu à sessão de leitura da sentença, levando o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Belém a decretar sua condição de foragida e expedir mandado de prisão preventiva

A idosa Maria da Paz Silva Ferreira, de 73 anos, apresentou-se na manhã desta segunda-feira (15) na Delegacia de Polícia Civil de Marabá, localizada na Folha 30, acompanhada de seus advogados. Ela havia sido condenada na última sexta-feira (12), em Belém, a 13 anos de reclusão por homicídio qualificado e era considerada foragida desde então.

Conforme os autos, Maria da Paz foi acusada pelo Ministério Público de atrair o vendedor de joias Edilson Pereira de Sousa para sua residência, onde o crime ocorreu, em abril de 2021. A ré não compareceu à sessão de leitura da sentença, levando o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Belém a decretar sua condição de foragida e expedir mandado de prisão preventiva.

A defesa informou que Maria da Paz passou mal durante o julgamento e precisou de atendimento médico em Belém, apresentando documento que comprovaria o episódio. Após a condenação, os advogados comunicaram que ela se apresentaria às autoridades quando sua saúde estivesse restabelecida. Concluídos os procedimentos formais, Maria da Paz será transferida para o presídio feminino de Marabá para iniciar o cumprimento da pena enquanto aguarda os desdobramentos do processo.

Outros quatro réus também foram condenados no mesmo caso. Oinotna Silva Ferreira, conhecida como “Tina” e filha de Maria da Paz, confessou participação no crime e foi considerada a mandante, recebendo pena de 21 anos de prisão e 20 dias-multa por homicídio, furto qualificado e ocultação de cadáver. Raphael Ferreira de Abreu foi condenado a 17 anos de reclusão com reconhecimento da qualificadora de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

A blogueira Gabryella Ferreira Bogéa, conhecida em Marabá, recebeu 12 anos, 3 meses e 29 dias de prisão, além de 20 dias-multa, pelos mesmos crimes. Já Bruno Gleander Barbosa França foi sentenciado a 8 anos e 6 meses de reclusão e 10 dias-multa por homicídio e ocultação de cadáver. Todos deverão cumprir as penas em regime inicial fechado.

 

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/15:59:02

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