Drogas no sutiã e dinheiro na calcinha: “Princesinha do Tráfico” é presa

Foto:Reprodução | A Polícia Civil do Ceará (PCCE) prendeu, na última sexta-feira (12), Francisca Jayane da Silva, de 25 anos, conhecida como “Princesinha do Tráfico”. Ela é suspeita de integrar uma facção criminosa e de atuar no tráfico de drogas em Juazeiro do Norte, no interior do estado.

De acordo com as autoridades, contra Francisca havia um mandado de prisão em aberto expedido pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Fortaleza. A jovem foi localizada em sua residência, em um condomínio no bairro Aeroporto, durante uma ação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas Sul (Draco Sul).

No momento da prisão, os policiais apreenderam um aparelho celular que será analisado para auxiliar nas investigações.

Francisca Jayane já era conhecida da polícia. Em 2020, ganhou notoriedade ao ser flagrada escondendo dinheiro em peças íntimas durante uma abordagem.

Após os procedimentos cabíveis, a suspeita foi colocada à disposição do Poder Judiciário, segundo informou a PCCE.

Fonte: portaldotupiniquim e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/11:24:13

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MPF requer suspensão de licenças para exploração de ouro no Rio Tapajós, nas proximidades de Terras Indígenas de Itaituba e Jacareacanga (PA)

Foto:Reprodução |  O Ministério Público Federal (MPF) expediu uma recomendação para que a Agência Nacional de Mineração (ANM), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o estado do Pará e os municípios de Itaituba e Jacareacanga anulem e suspendam imediatamente todas as licenças e títulos minerários para exploração de ouro no leito do rio Tapajós, nas proximidades das Terras Indígenas Munduruku, Sai-Cinza, Sawré Muybu e Sawré Bap’in.

A recomendação detalha uma série de ilegalidades, graves impactos socioambientais e o descumprimento de decisões judiciais e internacionais que protegem os povos indígenas. O MPF argumenta que a exploração garimpeira por meio de balsas e dragas escariantes na região provoca impactos e danos severos à qualidade da água, como assoreamento e contaminação por mercúrio.

Essa degradação, segundo o MPF, prejudica e até inviabiliza o uso da água por populações locais, especialmente os povos indígenas e comunidades ribeirinhas, com graves consequências para o acesso à água potável, segurança alimentar e saúde.

O MPF cita pesquisas recentes que revelaram altos níveis de contaminação por mercúrio nas aldeias da Terra Indígena Sawré Muybu, onde 49% das crianças e 57,9% da população geral apresentaram concentrações do metal acima do limite de segurança estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Situação de vulnerabilidade – O documento destaca que a situação de crise hídrica na região, agravada pela severa estiagem de 2023 e 2024, tornou a população Munduruku ainda mais vulnerável, resultando em uma decisão liminar que obrigou o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Tapajós a fornecer água potável aos indígenas.

Como evidência visual dos danos, o MPF incluiu imagens de um sobrevoo da organização não governamental Greenpeace que registrou uma draga em atividade a apenas 1,6 km dos limites da Terra Indígena Sawré Muybu, gerando uma enorme pluma de sedimentos em suspensão. Imagens de satélite da plataforma Brasil Mais, da Polícia Federal (PF), também foram anexadas, mostrando a constante produção de lama pelas dragas que operam na região.

Ausência de consulta – Um dos pontos centrais da recomendação é o alerta para a completa ausência de Consulta Prévia, Livre e Informada (CPLI) ao povo Munduruku, um direito garantido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. O MPF afirma que essa omissão resulta em “nulidade absoluta” das Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) concedidas.

Além disso, a procuradora da República Thaís Medeiros da Costa aponta uma grave omissão da Funai. Embora a Portaria Interministerial nº 60/2015 estabeleça uma presunção de impacto para atividades minerárias a 10 km de terras indígenas na Amazônia Legal, a Funai não interveio em quase nenhum dos processos de licenciamento.

A justificativa do órgão indigenista, de que a regra se aplicaria apenas a empreendimentos de grande porte licenciados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi rebatida pelo MPF.

A procuradora da República ressalta que oito das quinze PLGs em questão possuem áreas superiores a mil hectares, não podendo ser consideradas de pequeno porte, e que as transformações legislativas permitiram a capitalização e mecanização do garimpo.

O MPF também constatou que, de um universo de 42 processos licenciados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), a Funai foi notificada para intervir em apenas dois.

Operação com títulos vencidos – A recomendação revela uma situação de ilegalidade contínua. Várias das principais PLGs que afetam a região estão com seus títulos minerários e/ou licenças de operação vencidos.

Apesar disso, a atividade garimpeira persiste. A plataforma Brasil Mais detectou mais de 160 alertas de operação de dragas entre junho e agosto de 2025 dentro dos polígonos de PLGs com títulos vencidos.

Em um caso específico, foi registrado o recolhimento de Compensação Financeira por Exploração Mineral (Cfem) em julho de 2025, referente a ouro extraído ilegalmente, mesmo com o título minerário expirado desde janeiro de 2025 e a licença de operação vencida desde junho de 2024.

A recomendação ainda informa que os títulos da Cooperativa dos Garimpeiros e Mineradores Produtores de Ouro do Tapajós, detentora de várias licenças na área, foram suspensos por decisão judicial, e seus pedidos de renovação junto à Semas constam como “indeferidos”.

Violação de medida internacional – O MPF enquadra a conduta dos órgãos públicos como uma violação direta de uma medida provisória da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH). Em julho de 2023, a Corte IDH exigiu que o Brasil adotasse medidas para garantir a saúde e o acesso à água potável dos povos Yanomami, Ye’kwana e Munduruku, e para mitigar o contágio de doenças derivadas da contaminação por mercúrio.

Para o MPF, não é admissível que empreendimentos licenciados pelo Estado produzam danos do garimpo ilegal sobre os indígenas. A manutenção das atividades sem a devida consulta e controle configura, portanto, um descumprimento de uma ordem internacional de direitos humanos.

Medidas recomendadas – O MPF recomendou as seguintes medidas:

À Agência Nacional de Mineração (ANM):
• declarar a nulidade de 15 títulos minerários específicos;
• não renovar ou prorrogar esses títulos enquanto não houver consulta prévia ao povo Munduruku e intervenção da Funai; e
• não outorgar novos títulos na região que possam afetar os territórios indígenas sem o cumprimento dos mesmos requisitos.

Ao estado do Pará e aos municípios de Itaituba e Jacareacanga:
• declarar a nulidade das licenças ambientais relativas às mesmas 15 PLGs; e
• não renovar, prorrogar ou emitir licenças sem consulta prévia e intervenção da Funai.

À Funai:
• intervir em todos os processos de licenciamento ambiental, presentes e futuros, relativos à lavra garimpeira no leito do Rio Tapajós, que possam afetar as terras indígenas.

Foi estabelecido o prazo de 30 dias corridos para que os destinatários se manifestem acerca do acatamento, ou não, da recomendação e informem quais as providências foram adotadas para garantir o cumprimento das medidas propostas, com apresentação da documentação comprobatória.

Saiba mais – Recomendações são instrumentos por meio dos quais o Ministério Público expõe, em ato formal, os fatos e razões jurídicas sobre determinada questão. O objetivo é persuadir o destinatário a praticar ou deixar de praticar determinados atos em benefício da melhoria dos serviços públicos e de relevância pública ou do respeito aos interesses, direitos e bens defendidos pela instituição. Dessa forma, as recomendações permitem a prevenção de responsabilidades ou correção de condutas.

 

Fonte: MPF/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/11:03:16

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Ossada humana é encontrada às margens da rodovia Everaldo Martins, em Santarém (PA)

Foto:Reprodução | No início da tarde de terça-feira (16), uma ossada humana foi encontrada em uma área de mata, às margens da rodovia Everaldo Martins (PA-457), em Santarém.

A Polícia Militar foi acionada e, após isolar a área, constatou que se tratava de ossos de uma pessoa que estavam dispersos em vários pontos do local.

“O crânio aqui na rodovia,  já outras partes ali para dentro da mata. A gente não sabe se foi animais que podem ter espalhado a ossada ou se foi deixado aqui”, disse a Tenente Júlia do 3º BPM (Batalhão de Polícia Militar).

Inicialmente a arcada dentária não foi localizada e a suspeita é que tenha sido arrancada. Contudo, somente a perícia realizada pela Polícia Científica poderá confirmar essa afirmação, além de identificar a vítima.

A Polícia Civil deve investigar o caso para elucidar as circunstâncias do crime.

A matéria pode ser atualizada a qualquer momento*

Fonte: Blog do Siki/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/10:21:40

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Motorista é preso por dirigir embriagado na BR-163, em Trairão (PA)

Foto:Reprodução | Um homem foi preso na noite de segunda-feira (15) por dirigir embriagado na BR-163, nas proximidades da Unidade Operacional de Pesagem (UOP) de Trairão. O caso ocorreu por volta das 23h25, durante a ronda da equipe local.

De acordo com a polícia, o motorista conduzia um veículo modelo Celta e se aproximou da equipe pedindo informações. Ele apresentava sinais claros de embriaguez, como fala desconexa e roupas desarrumadas. No carro, após averiguação, os agentes encontraram várias garrafas de bebidas alcoólicas.

O teste do bafômetro apontou a quantidade de 1,13 mg/L de álcool no sangue do sujeito, configurando crime de condução de veículo com capacidade psicomotora alterada, previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

O suspeito de embriaguez recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia da Polícia Civil de Trairão. Segundo a corporação, o uso de algemas foi necessário. O homem ficou à disposição das medidas administrativas cabíveis.

 

Fonte:  Rodrigo Neves com informações da Polícia Rodoviária Federal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/10:51:32

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Incêndio destrói quatro salas de aula em escola estadual no sudeste do Pará

Foto:Reprodução | De acordo com a direção da escola, o vigilante percebeu as chamas pouco depois da 1h.

Um incêndio de grandes proporções atingiu a Escola Estadual Professora Izabel Amazonas, em Ulianópolis, no sudeste do Pará, na madrugada desta segunda-feira (15). O fogo destruiu quatro salas de aula e comprometeu parte da estrutura do prédio, mas não houve feridos.

Vídeos gravados por estudantes mostram o cenário após as chamas: o teto desabou nas salas, e mais de 120 conjuntos de mesas e cadeiras foram consumidos. Na sala dos professores, sofás, televisores e outros equipamentos também foram perdidos.

De acordo com a direção da escola, o vigilante percebeu as chamas pouco depois da 1h. O fogo teria começado na sala 6 e se espalhou rapidamente pelo primeiro bloco, que abriga turmas do ensino médio. Agentes da Defesa Civil atuaram no combate às chamas com apoio de um caminhão-pipa. A principal suspeita é de que um curto-circuito tenha provocado o incêndio.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) informou que um boletim de ocorrência foi registrado e que aguarda a conclusão do laudo pericial. Ainda segundo a Seduc, apenas o vigilante estava no prédio no momento do incidente, e os estudantes deverão ser transferidos para outro espaço enquanto a unidade passa por avaliação estrutural.

 

Fonte: Estado do Pará Online /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/10:20:12

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MPPA quer reserva de vagas para trans em concursos públicos

Foto:Reprodução | O documento é assinado pelo coordenador do Núcleo, promotor de Justiça João Batista de Macedo, e contou também com a participação da promotora Patrícia Araújo, supervisora dos Centros de Apoio Operacional.

O Ministério Público do Estado do Pará(MPPA), por meio do Núcleo de Defesa dos Direitos LGBTI+, apresentou uma proposta para a implantação de reserva de vagas destinadas a pessoas trans em concursos públicos e processos seletivos da instituição. A iniciativa foi formalizada na segunda-feira, 15 de setembro, com a entrega do Ofício nº 048/2025/MPPA/NLGBTI ao procurador-geral de Justiça, Alexandre Tourinho.

O documento é assinado pelo coordenador do Núcleo, promotor de Justiça João Batista de Macedo, e contou também com a participação da promotora Patrícia Araújo, supervisora dos Centros de Apoio Operacional.

Fundamentação da proposta

Segundo o texto encaminhado, pessoas trans enfrentam estigmatização, exclusão social e institucional, o que limita o acesso a oportunidades formais de trabalho. Nesse contexto, a reserva de vagas é defendida como medida reparatória e essencial para assegurar equidade, dignidade e proteção dos direitos humanos.

A proposição é acompanhada de uma cartilha explicativa, elaborada em linguagem acessível, que reúne os principais fundamentos da demanda.

Implantação de reserva de vagas para pessoas trans

O MPPA já possui uma política afirmativa desde agosto de 2024, quando instituiu cotas para pessoas trans em processos seletivos de estágio. O Núcleo agora propõe a ampliação dessa medida para concursos públicos, seleções de servidores e membros da instituição.

O ofício cita diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para a promoção dos direitos humanos e experiências internas do próprio MPPA. A demanda será avaliada pela Procuradoria-Geral de Justiça e pelo Colégio de Procuradores e poderá resultar em alterações em editais e normativas internas, com a inclusão de cotas específicas para pessoas trans.

 

Fonte: Diário do Pará/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/10:20:12

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Batalhão de Polícia Ambiental resgata filhote de araçari no Pará

Foto:Reprodução | Mais de 1,8 mil animais foram recuperados no primeiro semestre, reforçando o compromisso do policiamento ambiental com a preservação da fauna no Pará

Na manhã desta terça-feira (16), o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) realizou o resgate de um filhote de araçari, da família dos tucanos, em uma área residencial de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.

O animal foi encaminhado para atendimento na sede do BPA e, após avaliação veterinária, será devolvido ao seu habitat natural.

Raquel Gaia mora há cinco anos no residencial onde o tucano foi encontrado. Ela conta que essa não é a primeira vez que um animal silvestre aparece e explica sobre o cuidado que os moradores têm ao localizá-los nas áreas comuns do condomínio. “Devido à localização ser uma área bem arborizada, tem sítios por perto que abrigam outras aves, macaquinhos, e, vez ou outra, esses animais silvestres aparecem por aqui.

Sempre que ocorre, a gente já aciona o Batalhão especializado em resgate de animais em situação de vulnerabilidade através do 190”, detalhou.

O primeiro-tenente do BPA, Fagner Batista , destacou a importância do acionamento imediato às autoridades para garantir a segurança tanto do animal quanto da população. “É fundamental que a população não tente manipular ou capturar o animal por conta própria. Muitas espécies, mesmo filhotes, podem se machucar facilmente ou transmitir doenças se não houver o manejo correto. Por isso, ao avistar um animal silvestre em situação de risco, a orientação é ligar para o 190, para que o resgate seja feito de forma segura e responsável”, orientou.

A médica-veterinária especialista em animais silvestres, Amanda Amorim, reforçou a necessidade do contato com instituições competentes, nesses casos. “Animais silvestres exigem cuidados específicos e qualquer intervenção inadequada pode causar estresse, ferimentos ou até a morte.

Além disso, alguns podem carregar zoonoses, colocando em risco a saúde humana. O ideal é não oferecer alimentos, não tentar pegar o animal e, imediatamente, acionar o órgão ambiental responsável, como o BPA, para que ele seja encaminhado para centro de reabilitação, onde há manejo correto, com profissionais que conhecem o comportamento natural do animal, afim de mantê-lo e prepará-lo para retornar ao seu habitat natural. A ideia é sempre reintegrar o animal à vida livre, a qual ele realmente pertence”, frisou.

Mais de 1,8 mil resgates neste ano 

De janeiro a junho deste ano, o Comando de Policiamento Ambiental registrou 1.814 animais resgatados, além de 411 encaminhamentos para órgãos ambientais parceiros e centros de reabilitação. No mesmo período, foram 963 resgates de animais em situação de ilegalidade, 718 solturas na natureza e 114 entregas voluntárias realizadas pela população.

O titular do Comando de Policiamento Ambiental, coronel Orlandino Lima, ressaltou que os números refletem o comprometimento do BPA na preservação da fauna e o reconhecimento da corporação pela sociedade. “O Batalhão de Polícia Ambiental é referência no resgate e proteção da vida silvestre no Pará. Esse trabalho não só garante a preservação das espécies, como também fortalece a consciência ambiental da população”, afirmou.

Ele reforçou ainda que as ações integram as políticas desenvolvidas pelo governo do Estado e pela Polícia Militar, que seguem atuando para proteger os animais e os recursos naturais da região.

 

Fonte: Agência Pará/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/09:54:14

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Anvisa proíbe venda de azeite e de suplemento alimentar

Foto:Reprodução | Resolução foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão do azeite de oliva da marca Los Nobles em todo o território nacional. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16) e proíbe a comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso do produto.

De acordo com a agência, o produto é de origem clandestina, não possui anuência da Anvisa nem registro na Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (Anmat), um organismo descentralizado do Ministério da Saúde da Argentina, responsável por garantir a qualidade, a segurança e a eficácia de medicamentos, alimentos e dispositivos médicos no país.
Suplemento alimentar

Na mesma resolução, a Anvisa proíbe ainda a venda de um suplemento alimentar que promete emagrecimento. O produto Zempyc Natural tem sido comercializado por meio de sites, plataformas eletrônicas e redes sociais, mas tem origem e composição desconhecidas.

De acordo com a Anvisa, o produto utiliza denominação irregular e é divulgado por meio de propagandas enganosas que alegam queima de gordura, redução do apetite, aceleração do metabolismo, da energia e da disposição.

A agência afirma ainda que o rótulo do produto traz o nome de uma empresa farmacêutica que, procurada, “declarou que não localizou em seus controles internos, nenhum produto com a denominação de Zempyc”.

 

Fonte: Agência Brasil/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/10:10:27

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Senado aprova pena maior a quem fornecer drogas ou bebidas a menores

Foto:Reprodução | Texto vai à sanção presidencial para entrar em vigor

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que aumenta a pena para quem fornece drogas ou bebidas alcoólicas a crianças ou adolescentes.

Pelo texto, a pena atual de detenção, que varia de dois a quatro anos, poderá ser aumentada de um terço até a metade caso a substância seja efetivamente consumida pela pessoa com menos de 18 anos.

O PL 942/2024, oriundo da Câmara dos Deputados, onde também já foi aprovado, segue para a sanção do presidente da República, para entrar em vigor.

Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já prevê punição para a entrega desses produtos, independentemente do consumo. Com a mudança, proposta originalmente pela deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), o juiz poderia aumentar a punição com base na intensidade do dano causado.

O aumento da pena pode ser aplicado a quem “vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar, ainda que gratuitamente, bebida alcoólica ou outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica”.

A proposta chegou ao Plenário do Senado após ter recebido parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

“Quanto menor a idade de início, legalizado ou não, maiores as possibilidades de o menor se tornar um usuário contumaz ou dependente ao longo da vida. Além disso, há o risco de ocorrência de acidentes de trânsito e traumatismos, homicídios, suicídios e acidentes com armas de fogo. O consumo antes dos 16 anos aumenta significativamente o risco de se beber em excesso na idade adulta, em ambos os sexos”, argumentou a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), relatora do projeto na CDH.

 

Fonte: Agência Brasil /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/09:54:14

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Pará participa de discussões na 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Foto:Reprodução | Delegados defendem propostas do Pará e fortalecem representatividade na etapa nacional

Em Brasília (DF), a delegação paraense marca presença na 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Conapir), e representa a diversidade cultural e social do Estado. O evento nacional iniciou na última segunda-feira (15), e segue até sexta-feira (19).

O grupo de 63 delegados que participa da conferência foi eleito durante a etapa estadual, promovida no mês de agosto pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com o Conselho Estadual de Política de Promoção da Igualdade Racial (Coneppir).

A abertura oficial do evento contou com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; da primeira-dama, Janja Lula da Silva; dos ministros dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo; das Mulheres, Márcia Lopes; da Cultura, Margareth Menezes; do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; da Educação, Camilo Santana; do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo; do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira; e da Previdência Social, Wolney Queiroz.

Com o tema “Igualdade e Democracia: Reparação e Justiça Racial”, a conferência reúne representantes de todos os Estados brasileiros, movimentos sociais e gestores públicos. O Pará definiu 15 propostas prioritárias construídas coletivamente, em Belém. Entre as propostas, estão políticas estruturais e estruturantes que tratam sobre meio ambiente, sustentabilidade e a preservação da biodiversidade.

A titular da Seirdh, Edilza Fontes, participa da conferência nacional com entusiasmo e ressalta a força da representação paraense. “É uma participação muito significativa. O Pará contribui de forma decisiva com propostas que refletem a realidade das nossas comunidades e reafirma o compromisso do governo do Estado em avançar na construção de políticas públicas que garantam justiça racial. É motivo de orgulho ver a nossa delegação atuando com tanta firmeza e representatividade”, ressalta.

Além da defesa das propostas, os delegados também participam de mesas de diálogo, grupos de trabalho temáticos e articulações paralelas para fortalecimento das iniciativas da sociedade civil. A presença de quilombolas, indígenas, mulheres negras, juventude, povos de matriz africana, população LGBT negra e representantes do poder público reforça a pluralidade e a legitimidade da participação do Pará na etapa nacional.

Para os integrantes da delegação, a experiência é uma oportunidade de fortalecer redes de articulação e compartilhar práticas que vêm sendo desenvolvidas no Estado. A delegada Kátia Nunes, integrante do Conselho Estadual de Política de Promoção da Igualdade Racial (Coneppir), aponta a participação do Pará como uma consolidação dos esforços empreendidos em âmbito municipal e estadual. “Estamos nesta conferência para consolidar as propostas e reafirmar aquelas que ainda demandam atenção. Debateremos sobre o Fundo Amazônia, uma proposta crucial para a consolidação das políticas afirmativas, que visa ampliar o alcance das propostas em todos os segmentos. Sem o meio ambiente e sua estruturação não podemos fortalecer nossa ancestralidade. Portanto, é uma das propostas que apresentamos como destaque, buscando sua aprovação entre as cinco que serão selecionadas”, afirma.

O diretor de Igualdade Racial da Seirdh, João Corrêa, avalia como uma grande oportunidade de networking para os delegados do Pará. “Está sendo maravilhoso vivenciar o evento. Tivemos ontem a presença do presidente Lula e ele destacou a importância das conferências de promoção da igualdade racial e a implementação do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). Os debates se concentram em propostas de todos os Estados brasileiros e promove um ambiente de harmonia e tranqulidade. Há intensa atividade de networking com os delegados compartilhando desafios e avanços de seus Estados. E tudo isso pode gerar novas ideias para o âmbito local. A conferência nacional celebra a diversidade e a união de todo o Brasil”, afirma.

A 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial segue até sexta-feira (19), e se consolida como espaço estratégico de formulação de políticas públicas. A atuação da delegação paraense garante que as demandas locais estejam no centro desse debate.

Fonte: Agência Pará/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/09/2025/10:00:43

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