Peixes desaparecem de rio após construção de hidrelétrica no Amazonas

 

(Foto: Divulgação)  – Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) constataram o desaparecimento de espécies de peixes endêmicos no Rio Uatumã, em Presidente Figueiredo (AM), 35 anos após a construção das usinas hidrelétricas de Balbina e Pitinga.

Espécies reofílicas, adaptadas a correntes rápidas e cachoeiras, não foram mais registradas nas áreas impactadas, como apontam dados preliminares de uma expedição realizada em novembro de 2023. Entre elas, o peixe Badi (Mylesinus schomburgkii), antes abundante, é símbolo das drásticas alterações ambientais causadas pela transformação do rio em um lago.

Na segunda fase do estudo, os pesquisadores buscaram as espécies desaparecidas em áreas não afetadas pelas hidrelétricas, como os rios Abacate e Jatapu. Embora o Abacate não apresentasse condições propícias, o Jatapu revelou a presença de algumas espécies antes registradas no Uatumã, incluindo duas ameaçadas de extinção: Apteronotus lindalvae e Harttia uatumensis. Além disso, foram identificadas entre 10 e 15 possíveis novas espécies para a ciência, reforçando a necessidade de aprofundar os estudos na região.

O projeto ressalta os impactos das hidrelétricas na biodiversidade local e na qualidade de vida das comunidades ribeirinhas, como destacou a pesquisadora Rapp Py-Daniel. A equipe espera que os resultados auxiliem em ações de conservação e forneçam subsídios para políticas públicas de preservação junto a órgãos ambientais, como Ibama e ICMBio. A pesquisa evidencia o urgente desafio de equilibrar desenvolvimento energético e proteção ambiental na Amazônia.

 

 

Fonte: Portal do Holanda e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/18:02:01

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Mais de 220 pessoas estão desalojadas após temporal inundar município de MT

Imagens aéreas mostram a situação da cidade — Foto: Reprodução

Município está sob decreto de emergência e calamidade. Ao todo, são 900 pessoas afetadas.

 

Cerca de 224 pessoas estão desalojadas e sete família estão desabrigadas em Rio Branco, a 367 km de Cuiabá, após o temporal que atingiu e inundou o município, nesta semana. O município está sob decreto de emergência e calamidade. Máquinas trabalham para retirar os destroços do que restou (assista acima).

Segundo a Defesa Civil, o temporal afetou 155 famílias em Rio Branco e outras 15 em Salto do Céu, município vizinho. Ao todo, são 900 pessoas afetadas.

Para auxiliar as famílias, caminhões carregados com colchões, caixas d’água, itens básicos e roupas saíram de Cuiabá para atender a região nesta quarta-feira (15). Os mantimentos serão entregues na quadra de uma igreja, que está funcionando como abrigo temporário.

Até esta quarta-feira (15), não há registro de chuva e, por isso, o rio voltou ao nível normal. No entanto, o rastro deixado pela enchente está por toda a cidade.

Situação de calamidade

O decreto de calamidade em Rio Branco, publicado na terça (14), vale por 180 dias e autoriza ações emergenciais para atender a população.

A mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a coordenação da Secretaria de Infraestrutura e Desenvolvimento nas ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução, além da realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade são algumas das ações que o documento autoriza.

Temporal

Salto do Céu e Rio Branco são cidades próximas, separadas por uma distância de cerca de 10 km. Ao g1, a Defesa Civil Estadual e o Corpo de Bombeiros de Cáceres, a 220 km de Cuiabá informaram que equipes estão em deslocamento para ajudar nas buscas e socorro de moradores.

Na sexta-feira (10), a Prefeitura de Rio Branco publicou uma nota em que informava o reforço de ações do Plano de Contingência para enfrentar possíveis enchentes provocadas pelas chuvas e pela oscilação do nível do Rio Acre e dos igarapés.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/17:51:42

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Após 2 dias, crianças e adolescentes que sumiram em área de mata são encontrados em Ipixuna do Pará

Os desaparecidos foram encontrados bem (Foto: Reprodução)

Eles foram encontrados por volta das 12h30 desta quarta-feira (15) por equipes da Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará (CBMPA)

Após desaparecerem por aproximadamente dois dias, os três adolescentes e duas crianças, que estavam desaparecidos desde a última segunda-feira (13), após entrarem em uma área de mata fechada na zona rural de Ipixuna do Pará, no nordeste paraense, foram encontrados na manhã desta quarta-feira (15). Eles foram localizados por volta das 12h30 por equipes do 1º Grupamento de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará (CBMPA).

Até então, as causas oficiais do desaparecimento ainda não foram confirmadas. Entretanto, o CBMPA acredita que as crianças e os adolescentes tenham se perdido no momento em que foram caçar na região, como aponta o comandante do 1°Grupamento de Proteção Ambiental, tenente-coronel Jorge Oliveira. “As crianças foram encontradas e encaminhadas para um posto da saúde na comunidade Balalaica. Elas estão bem e foram encontradas todas com vida. Estão saudáveis, mas foram encaminhadas para o posto para uma avaliação”, relata.

Já de acordo com a Polícia Militar, a mãe das crianças informou que os jovens saíram para caçar, nas proximidades das comunidades Balalaica e Roça Queimada, e não retornaram. O comandante do CBMPA também reforça essa versão: “Ontem [terça-feira], no final da tarde, recebemos a informação de que, a princípio, havia seis crianças [desaparecidas]. Não se tinha uma informação concreta. As primeiras informações é que elas tinham saído para caçar jabuti na mata. Era costume isso acontecer. E à noite não retornaram para casa”.

“Assim que chegou a informação para a gente [do CBMPA], montamos uma logística de uma equipe de busca do nosso quartel para seguir na madrugada de quarta-feira para a região, sendo que lá já estavam sendo realizadas buscas pelos moradores do local, pela família e pela Polícia Militar. E, pela manhã, a nossa equipe, logo cedo, se juntou a essa equipe de busca. E tivemos sucesso em encontrar essas crianças”, completa o comandante do 1°Grupamento de Proteção Ambiental.

Segundo Oliveira, a polícia se encarregará de esclarecer os demais detalhes do caso. “A Polícia Civil estava na área, também, e deve dar prosseguimento à investigação. Foi aberto um Boletim de Ocorrência. Irão investigar se tem um indício de alguma outra coisa. Mas, aparentemente, as crianças se perderam na mata, aguardaram a noite passar. E, talvez, não conseguiram retornar. Ou talvez adentraram muito uma área que não conheciam e não puderam retornar”, observa o tenente-coronel.

O caso

Familiares procuraram as autoridades um dia depois do sumiço das vítimas, o que prejudicou a agilidade das buscas. Moradores comunicaram o desaparecimento delas ao 70º Posto Policial Destacado (70º PPD), da Polícia Militar, e que fica na Vila Canaã, no fim da manhã de terça-feira (14/1). Com isso, a PM acionou os demais órgãos de segurança na procura pelos garotos, que também mobilizou moradores da região.Segundo a Polícia Militar, o pai das crianças também se deslocou para tentar encontrar os filhos, mas não encontrou nada até o momento.

Leia Também: Três adolescentes e duas crianças somem em área de mata no interior do Pará

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/17:08:59

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Corpo de empresário do Amapá é encontrado com sinais de execução em Florianópolis

(Foto: Reprodução) – Walter Pacheco estava com marcas de espancamento e mãos e pés amarrados

Um homem identificado como Walter Pacheco, de apelido “Waltinho”, foi encontrado morto na segunda-feira, 13 de janeiro, em um terreno baldio localizado na Rua dos Lordes, no bairro Ingleses, em Florianópolis. A vítima apresentava marcas de espancamento na cabeça e estava com as mãos e os pés amarrados, indicando sinais de execução.

O corpo foi localizado por uma pessoa que passava pelo local e notou um colchão coberto por uma pedra, o que chamou atenção. A testemunha acionou a Polícia Militar, que confirmou a presença do cadáver e isolou a área para investigação.

A Delegacia de Homicídios da Capital, sob o comando do delegado Ênio Matos, assumiu o caso. Até a manhã de terça-feira, 14 de janeiro, nenhum suspeito havia sido preso. Segundo a polícia, a vítima não possuía antecedentes criminais. A investigação segue em andamento para apurar a autoria e os motivos do crime.

Familiares de Walter não divulgaram informações sobre o velório. Nas redes sociais, a filha dele, Natalia Pacheco, homenageou o pai e pediu justiça. “Que Deus nos dê forças e que a justiça seja feita”, escreveu.

A ocorrência inicial foi atendida pelo 21º Batalhão da Polícia Militar. O caso permanece sem solução, enquanto a polícia trabalha para esclarecer as circunstâncias e responsabilizar os envolvidos.

Fonte: Redação – Jornal Razão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/17:06:09

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Quatro pessoas são presas e avião usado para tráfico de drogas e garimpo ilegal é destruído em RR

Avião usado para tráfico de drogas e garimpo ilegal é destruído em Boa Vista (RR). — Foto: Polícia Civil de Roraima/Divulgação

Suspeitos foram encontrados em uma pista clandestina na região do Truarú, zona Rural de Boa Vista. Ação contou com agentes da Polícia Civil, Ibama e da Força Nacional.

 

Avião foi encontrado em uma pista clandestina na região do Truarú, zona Rural de Boa Vista. — Foto: Polícia Civil de Roraima/Divulgação
Avião foi encontrado em uma pista clandestina na região do Truarú, zona Rural de Boa Vista. — Foto: Polícia Civil de Roraima/Divulgação

Quatro pessoas foram presas e um avião suspeito de ser usado para dar suporte a logística do garimpo ilegal e o tráfico de drogas foi destruído durante uma operação integrada das forças de segurança em Boa Vista. A informação foi divulgada na noite dessa terça-feira (14) pela Polícia Civil de Roraima.

O avião foi encontrado em uma pista clandestina na região do Truarú, zona Rural da capital, na segunda-feira (13). A aeronave estava as margens do rio Uraricoera, também usado como rota para acessar as áreas de garimpo no estado.

Ele foi encontrado depois que os policiais receberam informações de que uma aeronave utilizada no tráfico de drogas havia pousado em uma pista clandestina na região há cinco dias e que o piloto e uma outra pessoa estavam acampados em uma fazenda próxima ao avião.

“Iniciamos as diligências para esclarecer a denúncia, formamos as equipes e fomos ao local. As informações que recebemos é de que a aeronave estaria sendo utilizada no tráfico de drogas e como suporte logístico para atividades de garimpo ilegal. Durante a ação, foi identificado um acampamento próximo à aeronave, onde os suspeitos aguardavam para dar continuidade às atividades criminosas”, explicou Marcus Albano, delegado titular da Delegacia de Repressão ao Entorpecentes (DRE).

No local, os agentes localizaram o piloto do avião, um jovem de 24 anos, e outras três pessoas. Eles foram presos e levados para a sede da Polícia Federal em Boa Vista, no bairro Treze de Setembro.

O avião foi destruído por agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). De acordo com a Civil, ele também tinha “indícios de irregularidades”.

“A equipe do Ibama, com o apoio dos policiais, realizou a destruição da aeronave no local para impedir sua reutilização em atividades ilícitas e reforçar a eficácia das ações de fiscalização ambiental. As investigações relacionadas ao tráfico de drogas terão continuidade com base nas provas coletadas”, disse Albano.

A ação envolveu agentes da Delegacia de Repressão ao Entorpecentes (DRE), do Departamento de Narcóticos (Denarc), do Ibama e da Força Nacional de Segurança Pública. As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os envolvidos na ação criminosa.

 

Fonte: g1 RR — Boa Vista e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/16:50:22

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Três adolescentes e duas crianças somem em área de mata no interior do Pará

A imagem mostra policiais militares na região onde as vítimas, que são da mesma família, desapareceram. (Foto: Divulgação | PMPA).

Os órgãos de seguranças estão procurando pelas vítimas, que não foram vistas desde a última segunda-feira (13/1)

Três adolescentes e duas crianças, todos da mesma família, estão desaparecidos desde a última segunda-feira (13/1), após entrarem em uma área de mata fechada na zona rural de Ipixuna do Pará, nordeste do estado.

De acordo com a Polícia Militar, a mãe das crianças informou que os jovens saíram para caçar, nas proximidades das comunidades Balalaica e Roça Queimada, e não retornaram.

As autoridades só souberam do caso um dia depois do sumiço das vítimas, que têm entre 14, 12 e 9 anos, o que prejudicou a agilidade das buscas. Moradores comunicaram o desaparecimento delas ao 70º Posto Policial Destacado (70º PPD), da Polícia Militar, e que fica na Vila Canaã, no fim da manhã de terça-feira (14/1).

Com isso, a PM acionou os demais órgãos de segurança na procura pelos garotos, que também mobilizou moradores da região. Segundo a Polícia Militar, o pai das crianças também se deslocou para tentar encontrar os filhos, mas não encontrou nada até o momento.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), informou que equipes do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Guarda Municipal e Defesa Municipal Civil de Ipixuna do Pará participam do trabalho de buscas pelos jovens.

“O Corpo de Bombeiros de Paragominas, o Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) e equipes de segurança com o uso de drones com visão termal será deslocado a região para auxiliar nas buscas”, comunicou a Segup. Ainda segundo a nota da Secretaria, a Polícia Civil já adotou providências imediatas para investigar o caso.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/16:37:14

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Haddad: governo prepara providências contra fake news sobre Pix, inclusive na esfera criminal

O ministro ainda afirmou que o Pix não foi menos utilizado até o momento diante do episódio. (Foto:Evaristo Sá / AFP / Arquivo).

Em sua avaliação, quem divulga fake news sobre o assunto está “patrocinando” organizações criminosas pelo País

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 15, que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, encomendou com muita ênfase um combate “duro” sobre as fake news que circulam em torno do Pix, com mentiras como a que o governo passaria a taxar as transações feitas com o instrumento.

Segundo Haddad, a Advocacia-Geral da União (AGU) já está envolvida nos debates para tomar providências cabíveis, inclusive criminais se necessário, contra quem está propagando notícias falsas e até mesmo aplicando golpes com base em informações incorretas.

Haddad explicou, por exemplo, que há pessoas aplicando golpes no comércio, enganando o consumidor de que seria necessário pagar a mais via Pix do que se a compra fosse feita em dinheiro, o que pode caracterizar crime contra a economia popular.

“Há golpes sendo dados no comércio de uma pessoa querer pagar em Pix e se cobrar mais do que quem está pagando em dinheiro, por exemplo”, citou o ministro.

Em sua avaliação, quem divulga fake news sobre o assunto está “patrocinando” organizações criminosas pelo País.

Lula e novo chefe da Secom discutem combate à desinformação sobre Pix nesta quarta-feira
Questionado se o governo estaria preparando uma campanha publicitária sobre o assunto, Haddad respondeu que o fortalecimento do sistema financeiro “está sempre na agenda”.”Você fortalecer os instrumentos, o crédito, fortalecer a confiança no sistema bancário, isso é a rotina.

Mas o combate à fake news e o combate duro, aqueles que estão se valendo da fake news, patrocinar golpes no comércio junto a consumidores e cidadãos, isso foi encomendado com muita ênfase pelo presidente”, disse Haddad.O ministro ainda afirmou que o Pix não foi menos utilizado até o momento diante do episódio.

Ele argumentou que as transações com a ferramenta costumam cair em janeiro por uma questão de sazonalidade, na comparação com dezembro.

“Estou fazendo monitoramento me baseando em dados do Banco Central”, disse Haddad.

Fonte: Amanda Pupo/Estadão Conteúdo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/16:00:16

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Porto Velho: criminosos voltam a atacar ônibus após reforço policial

As novas ocorrências aconteceram após o governo estadual anunciar o reforço do policiamento. (Foto: PMRO/Divulgação).

Circulação de ônibus continua suspensa na capital de Rondônia

Criminosos voltaram a incendiar ônibus e veículos particulares em Porto Velho (RO), motivando os trabalhadores das empresas de transporte público a manterem a suspensão dos serviços por tempo indeterminado.Segundo a Polícia Militar (PM), no início da madrugada desta quarta-feira (14), bandidos ainda não identificados atearam fogo em ao menos seis ônibus que estavam estacionados na garagem de uma empresa, na capital de Rondônia.

Outros cinco veículos usados para transportar estudantes foram incinerados no distrito de Jaci-Paraná, também em Porto Velho.

Os criminosos ainda atearam fogo em uma viatura da PM que estava em uma oficina mecânica onde passaria por manutenção, junto com outras viaturas da corporação. Bombeiros e vizinhos da oficina conseguiram apagar as chamas antes que elas atingissem outras viaturas. Em outro ponto da cidade, um carro particular foi incendiado.

As novas ocorrências aconteceram após o governo estadual anunciar o reforço do policiamento nas ruas e a chegada à cidade dos agentes da Força Nacional de Segurança Pública, autorizada pelo governo federal a auxiliar os órgãos de segurança pública estaduais a conter os ataques criminosos registrados nos últimos dias.Devido aos ataques criminosos, atribuídos a membros de facções criminosas nacionais que atuam no estado, a população enfrenta o segundo dia sem ônibus na capital de Rondônia.

“O transporte coletivo está 100% parado em Porto Velho”, afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Transporte Urbano de Passageiros do Estado de Rondônia (Sitetuper), Francinei Oliveira, em entrevista à Agência Brasil.

“Havia a possibilidade de colocarmos metade da frota para rodar, porém, para nossa surpresa, ao chegarmos às garagens, por volta das 4 horas [desta quarta-feira], ficamos sabendo que uma outra garagem foi incendiada e que alguns motoristas do transporte coletivo foram ameaçados quando chegavam aos seus postos de trabalho”, contou Oliveira, avaliando que não há, por ora, condições de assegurar a segurança e a integridade física dos rodoviários e dos usuários do transporte público.

“Estamos acompanhando o trabalho da Polícia Militar e da secretaria estadual de Segurança Pública e tentando tirar algum encaminhamento para ver se conseguimos colocar para rodar ao menos 50% da frota, pelo menos até as 19 horas, mas, no momento, ainda não há como fazermos isso”, concluiu o sindicalista, destacando que, em um dos ataques a ônibus, ao menos um trabalhador ficou gravemente ferido, com queimaduras no corpo, e segue internado.

A reportagem da Agência Brasil ainda não conseguiu obter mais informações sobre a ocorrência e o estado de saúde do profissional.

Em nota, a prefeitura de Porto Velho confirmou que o serviço de transporte coletivo segue paralisado, pelo segundo dia consecutivo, a pedido do sindicato dos trabalhadores.

E destacou que, no início da tarde de ontem, o prefeito Léo Moraes enviou um ofício ao governador de Rondônia, Marcos Rocha, e ao secretário estadual da Segurança, Defesa e Cidadania, Felipe Bernardo Vital, pedindo o reforço do policiamento.

“Solicitamos, com urgência, a adoção de providências dos órgãos de segurança pública para garantir um excepcional aumento do contingente de agentes e veículos para monitoramento das principais vias públicas e rotas do transporte coletivo, com a finalidade de assegurar a prevenção e a precaução da vida e da incolumidade física e patrimonial da população em geral e dos trabalhadores da empresa de transporte coletivo, garantindo o direito de ir, vir e permanecer com a segurança necessária”, solicitou Moraes ao atribuir “a recente onda de ataques” a facções criminosas.

A Agência Brasil pediu ao governo estadual uma manifestação sobre as declarações do presidente do Sitetuper e do prefeito de Porto Velho, bem como sobre a situação, e aguarda resposta.

Ofensiva De acordo com autoridades locais, os ataques e as ameaças a trabalhadores são uma reação à Operação Aliança Pela Vida, Moradia Segura, cuja primeira fase a PM deflagrou no fim de 2024.

Concentrada “nos dois maiores conjuntos habitacionais do estado”, construídos pelo governo estadual com recursos federais e que, segundo a PM, foram dominados por organizações criminosas, a operação já resultou na retomada de cerca de 70 apartamentos invadidos por bandidos que haviam expulsado os moradores, bem como na apreensão de drogas e armas.

“A facção [criminosa] obtém lucro não apenas com a venda de drogas, mas também com roubos e com venda e aluguéis desses imóveis”, afirma o comandante do 9º Batalhão, tenente-coronel Ewerson Pontes, em nota divulgada pela PM.Na noite do último domingo (12), poucos dias após a PM deflagrar a primeira fase da operação, criminosos mataram a tiros o cabo Fábio Martins, do Batalhão de Polícia Ambiental.

Já no dia seguinte, a corporação deflagrou a segunda fase da Operação Aliança Pela Vida, Moradia Segura, desta vez no conjunto habitacional Orgulho do Madeira.

Em nota, a própria PM reconheceu que mobilizou mais de 200 policiais em uma “resposta enérgica do Estado ao crime que vitimou o cabo Fábio Martins”.

Segundo a assessoria da corporação, cerca de 20 pessoas já foram presas nesta segunda fase da operação e ao menos dois suspeitos de integrarem facções criminosas foram mortos ao reagir à ação policial.

Nas redes sociais, a PM afirma que os ataques orquestrados a ônibus e a veículos particulares buscam “afastar as guarnições [policiais] dos residenciais, já que o prejuízo ao crime tem sido de grandes proporções”, com a apreensão de drogas, armas, retomadas de imóveis e detenção e identificação de suspeitos.

 

Fonte:Alex Rodrigues/Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/16:00:16

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Israel e Hamas fecham bases para acordo de cessar-fogo, dizem negociadores

O acordo também precisa ser formalmente ratificado pelo gabinete israelense. (Foto:Hatem Moussa/Associated Press/Estadão Conteúdo).

O acordo deve ser anunciado ainda nesta quarta pelo premiê do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani

O governo de Israel e o grupo terrorista Hamas fecharam as bases para um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns na Faixa de Gaza, após intensa mediação de Estados Unidos, Catar e Egito nesta quarta-feira, 15.

Segundo fontes israelenses e uma autoridade de um dos países envolvidos nas negociações, citados pelo New York Times e pela mídia israelense, ainda faltam confirmar a data de início da trégua e outras questões técnicas.

O acordo deve ser anunciado ainda nesta quarta pelo premiê do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, que comanda as negociações.O acordo também precisa ser formalmente ratificado pelo gabinete israelense.

O Hamas colocou nas últimas horas da negociação demandas sobre a fronteira entre Egito e Gaza, atualmente controlada pelas forças israelenses, mas ainda não está claro se elas foram aceitas ou deixadas de lado.

O pacto também ameaça a estabilidade do governo de Binyamin Netanyahu. O ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, ameaça retirar o apoio à coalizão e articula para que outros parlamentares de extrema direita rompam com o governo.

Segundo a mídia israelense, no entanto, o governo tem a maioria dos votos no gabinete para aprovar a trégua.

O presidente eleito americano, Donald Trump, celebrou o acordo em suas redes sociais. Seu enviado especial para o Oriente Médio, Steve Witkoff, participou ativamente das negociações ao lado de emissários do presidente Joe Biden. “Temos um acordo para os reféns no Oriente Médio.

Segundo o Haaretz, o Exército examinou “várias opções” para a retirada de tropas de Gaza, incluindo por meio do corredor de Netzarim, que divide o território em dois Exército de Israel autoriza plano de retirada de Gaza, afirma jornal Libertação de refénsO pacto fechado nesta quarta prevê que dezenas de reféns israelenses devem ser libertados, assim como centenas de prisioneiros palestinos e uma trégua nos combates.

O acordo de três fases – com base em uma estrutura estabelecida pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e endossada pelo Conselho de Segurança da ONU – deve começar com a libertação gradual de 33 reféns ao longo de um período de seis semanas, incluindo mulheres, crianças, idosos e civis feridos em troca de centenas de prisioneiros palestinos que estão nas prisões israelenses.

Entre os 33, estariam cinco soldados israelenses, cada uma das quais seria libertada em troca de 50 prisioneiros palestinos, incluindo 30 terroristas condenados que estão cumprindo penas perpétuas. Ao final da primeira fase, todos os reféns civis- vivos ou mortos – terão sido libertados.

Durante esta primeira fase de 42 dias, as forças israelenses se retirariam dos centros populacionais de Gaza, os palestinos seriam autorizados a começar a retornar para suas casas no norte do enclave. Além disso, haveria um aumento na ajuda humanitária, com cerca de 600 caminhões entrando a cada dia no enclave.

Os detalhes da segunda fase ainda devem ser negociados durante a primeira fase. Esses detalhes continuam difíceis de resolver – e o acordo não inclui garantias por escrito de que o cessar-fogo continuará até que um acordo seja alcançado, sinalizando que Israel poderia retomar sua campanha militar após o término da primeira fase.

Fases do acordoCaso um acordo seja realizado para a continuidade do cessar-fogo, o Hamas libertaria o restante dos sequestrados vivos, principalmente soldados homens, em troca de mais prisioneiros e da “retirada completa” das forças israelenses de Gaza, segundo o rascunho do acordo.

O grupo terrorista apontou que não libertaria os reféns restantes sem o fim da guerra e uma retirada israelense completa de Gaza, enquanto o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu prometeu só encerrar a guerra após destruir as capacidades militares do Hamas.

Em uma terceira fase, os corpos dos reféns restantes seriam devolvidos em troca de um plano de reconstrução de três a cinco anos que seria executado em Gaza sob supervisão internacional.

 

Fonte: Estadão Conteúdo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/16:00:16

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Polícia Militar prende suspeito de tráfico e desarticula laboratório de drogas , em Santarém | PA

Material apreendido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil — Foto: Polícia Militar/Divulgação

A operação contou com o apoio do 3º BPM e o recobrimento 35º BPM, na qual resultou na apreensão de mais de 3kg de substâncias ilícitas e R$ 70 mil em espécie.
Na noite desta terça-feira (14), a Polícia Militar em ação de rotina pelo bairro Aeroporto Velho, prendeu um homem suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas e desarticulou um laboratório de entorpecentes no bairro Santo André, em Santarém, no oeste do Pará.

A operação contou com o apoio do 3º BPM e o recobrimento 35º BPM, na qual resultou na apreensão de mais de 3kg de substâncias ilícitas e R$ 70 mil em espécie.

De acordo com a PM, a guarnição realizava rondas na Avenida Sérgio Henn quando avistou Wesley de Almeida Pereira, que conduzia uma motocicleta e avançou o sinal vermelho, despertando suspeitas. Ao ser abordado, foi realizada uma busca pessoal, na qual foram encontrados:
9 invólucros de substância vulgarmente conhecida como pó;
8 invólucros de skank;
4 invólucros menores também contendo skank;
R$ 185,00 em espécie.

Após a constatação dos ilícitos, Wesley recebeu voz de prisão e informou que não portava documentos de identificação.

A guarnição se deslocou com o suspeito a diversas residências indicadas por ele, mas somente após tentativas de despiste, a casa dele foi localizada no bairro Santo André.

Os policiais sentiram um forte odor de drogas que saía da residência. Ao entrar no imóvel, os policiais encontraram o que parecia ser um galpão usado como laboratório para a produção e embalagem de entorpecentes.

No local foram apreendidos:

1,373kg de skank;
253g de pó;
1,641kg de oxi;
balanças de precisão;
materiais para embalagem e mistura de substâncias ilícitas;
mais de R$ 70 mil em espécie.

O suspeito, as drogas, e os valores apreendidos foram apresentados à delegacia de Polícia Civil, onde as autoridades realizaram os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos na operação do laboratório desmantelado.

 

Fonte: Kamila Andrade, g1 Santarém e Região — PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/15:50:52

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