Cantora denuncia Ximbinha por assédio sexual e desabafa: ‘Se aproveitou do meu sonho’

(Foto: Reprodução) – Jéssica e Ximbinha Crédito: 

Jéssica detalhou o comportamento criminoso do guitarrista nos últimos anos

Em entrevista ao portal Leo Dias nesta segunda-feira (10), a cantora Jéssica Rodrigues denunciou os assédios que teria sofrido do guitarrista Ximbinha. Por conta do nível dos abusos, Jéssica decidiu abandonar a banda da qual fazia parte. Segundo ela, o artista a perseguia e fazia ligações insistentes, com tom obsceno, que se intensificaram quando ela começou a namorar.

Jéssica, que já trabalhou brevemente com Ximbinha em 2019, passou a integrar a banda dele em 2023. Foi justamente a partir dessa época que os abusos cometidos por ele se tornaram insustentáveis.

“Saí por tudo que aconteceu, fui perseguida, aconteceram uns assédios dentro do meu trabalho. Eu saí dia 30 de janeiro, mas já parecia que eu nem fazia mais parte da banda. Ele começou a me tirar da banda quando viu que não ia conseguir o que queria, porque todas as vezes que ele tentava alguma coisa eu desconversava, porque era meu trabalho eu queria estar bem ali e eu sempre tentava desconversar e quando ele viu que não ia acontecer, eles começaram a me tirar”, detalhou.

Ao portal Leo Dias, Wellington, namorado de Jéssica, revelou que os advogados de Ximbinha já responderam a notificação extrajudicial e se mostraram abertos a um acordo, no entanto a cantora não está aberta a negociações e pretende recorrer à Justiça para ter direito a indenização de R$ 10 milhões.

Jéssica ainda contou que o artista se aproveitou do seu desejo em ser uma cantora reconhecida nacionalmente. “Quando falaram que ia gravar o DVD comigo, que ia ser uma coisa nacional, esse tipo de coisa, e eu fiquei encantada, porque sempre foi meu sonho, né? Ainda mais do lado do Ximbinha, que era da banda Calypso, uma banda que eu admirava, que eu era fã, cresci ouvindo, que foi minha inspiração. Ele quis se aproveitar do meu sonho para se beneficiar”, disparou.
“Ele me ligava, dizia que estava no banheiro pensando em mim, aí você já sabe o que ele está fazendo, né? Me ligava de madrugada, não atendia, mandava mensagem… quando eu comecei a namorar foi que piorou, porque ele desmerecia, menosprezava o meu namorado, colocando adjetivos como como ‘batendo de a caboclo’, sempre se colocando acima dele para me fazer sentir mal e fazer eu enxergar ele maior, como: ‘Eu sou maioral’, ‘eu sou acima’, ‘eu sou…”, detalhou.

A cantora relata que os abusos aconteciam principalmente quando a mulher de Ximbinha, Karen, não estava presente. “Nas viagens que ela [Karen] não ia, ele perguntava: ‘Qual é o teu quarto? Posso dormir aí?’ e botava um coraçãozinho. Na frente dela ele era normal, mas sempre nas viagens quando ela não ia ele ficava com as gracinhas”, reforça.

Jéssica revelou que não teve coragem de contar à esposa de Ximbinha sobre o que estava acontecendo, pois, acreditava, que iriam ignorar suas denúncias e encobrir o caso para não prejudicar a imagem dele. “Embora eu tivesse prints para mostrar a ela e provar os assédios, eles iam dar um jeito de sumir com tudo para justamente não denegrir a imagem dele, porque eles têm negócios juntos”, diz.

Quando ainda era casado com Joelma, em 2015, Ximbinha foi denunciado por assédio sexual por sua enteada. A filha de Joelma expôs mensagens +18 que recebia do artista, além de relatar que “acordei com ele me apalpando”.

 

Fonte: Anna Luiza Santos – Correio e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/16:42:53

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Homem acusado de estuprar menina de 12 anos em 2013 se entrega no presídio de Santarém após condenação

Dalberson Wendel Viana Medeiros se entrega à Justiça para cumprir pena de oito anos em regime semiaberto, após condenação por caso ocorrido em 2013, em Belterra — Foto: Divulgação

Dalberson Wendel Viana Medeiros se apresentou voluntariamente no presídio Silvio Hall de Moura, em Santarém, para cumprir pena de oito anos em regime semiaberto.

Na tarde de segunda-feira (10), um homem identificado como Dalberson Wendel Viana Medeiros se apresentou no presídio Silvio Hall de Moura, em Santarém, oeste do Pará, após ser condenado pela 1ª Vara Criminal do município por ter estuprado uma menina, em 2013, no município de Belterra. Na época, a vítima tinha 12 anos.

De acordo com o processo, Dalberson estava em uma motocicleta quando teria oferecido uma carona à vítima, que estava acompanhada de uma prima. As duas aceitaram a carona e embarcaram, mas durante viagem, o acusado teria obrigado a prima a desembarcar da motocicleta e levou a criança para dentro de uma área de mata.

Ainda de acordo com o processo, o homem teria dado tapas no rosto da vítima, rasgado as roupas dela, beijado a força e estuprado. Após o ato violento, Dalberson fugiu ao perceber a aproximação de uma moto. Ele deixou a criança despida e motocicleta no local do crime.

A vítima foi encontrada pelos pais, posteriormente, em estado de choque. Ao perceberem a demora da filha, que tinha saído para buscar um lençol, os pais foram procurá-la.

Dalberson tinha sido preso no dia 1º de fevereiro deste ano, mas ele acabou liberado com base em uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Com a apresentação espontânea, ele deve iniciar o cumprimento da pena.

 

Fonte: Gleilson Nascimento, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/16:37:50

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Pré-eclâmpsia precoce e síndrome de HELLP: entenda complicação que causou morte da filha de Lexa 3 dias após parto

Lexa anunciou a morte de sua filha Sofia, em decorrência de pré-eclâmpsia e síndrome de HELLP — Foto: Reprodução/Instagram

A pré-eclâmpsia é relacionada ao aumento da pressão arterial e pela presença de proteínas na urina, que pode surgir após 20 semanas de gravidez. Já a síndrome de HELLP é um quadro de maior gravidade, caracterizado por hemólise e baixa contagem de plaquetas.

 

A cantora Lexa relatou, na segunda-feira (10), a morte da sua filha Sofia em decorrência de pré-eclâmpsia precoce agravada pela síndrome de HELLP. A artista, que estava grávida de seis meses, realizou o parto no dia 2 de fevereiro, mas a criança não resistiu e morreu três dias depois.

“O nosso milagre nasceu! Dia 05/02 minha filha amada nos deixou. Um luto e uma dor que eu nunca tinha visto igual. Vivi os dias mais difíceis da minha vida. Eu senti cada chutinho, eu conversei com a barriga, eu idealizei e sonhei tantas coisas lindas pra gente… foram 25 semanas e 4 dias de uma gestação muito desejada! Uma pré-eclampsia precoce com síndrome de Hellp, 17 dias de internação, Clexane, mais de 100 tubos de sangue na semi intensiva e 3 na UTI sulfatando e lutando pelas nossas vidas minha filha”, relatou Lexa no seu perfil no Instagram.

A pré-eclâmpsia é um problema relacionado ao aumento da pressão arterial e pela presença de proteínas na urina (proteinúria), que pode surgir após 20 semanas de gravidez.

Segundo especialistas, a complicação pode causar o desprendimento da placenta e/ou o nascimento precoce do bebê, o que aumenta as chances de a criança ter complicações de saúde após o nascimento.

A pré-eclâmpsia é uma doença grave que pode causar morte materna e fetal. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, em todo mundo, há uma taxa de 10% a 15% de mortes maternas por ano decorrente do distúrbio. No Brasil, conforme dados do Ministério da Saúde, a pré-eclâmpsia é a principal causa de morte materna. O pré-natal é fundamental na detecção de fatores de risco para início de prevenção e diagnóstico da doença.
— Karina Peres, ginecologista do Hospital Israelita Albert Einstein
Já a síndrome de HELLP é um quadro de maior gravidade dentro da doença da pré-eclampsia. Esta condição é caracterizada pelo desenvolvimento de hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos), comprometimento do fígado e baixa contagem de plaquetas. Essas condições aumentam o risco da gestante ter hemorragia na hora do parto, podendo sangrar até a morte.

Veja abaixo perguntas e respostas:

O que a pré-eclâmpsia pode causar para a mãe e para a criança?
O que significa pré-eclâmpsia precoce ou tardia?
Quais são os sintomas de pré-eclâmpsia?
Qual é a prevenção e tratamento da pré-eclâmpsia?
Pré-eclâmpsia tem cura?

O que a pré-eclâmpsia pode causar para a mãe e para a criança?

Na gestante, o distúrbio pode causar problemas como: convulsões, lesão renal, acidente vascular cerebral (AVC), sangramento, hemólise, insuficiência cardíaca e edema pulmonar.

Já o bebê pode sofrer com alterações na circulação da placenta, o que dificulta o crescimento fetal e aumenta o risco de óbito.

Conforme o Manual MSD de referências médicas, os bebês de mulheres com a complicação “têm uma propensão quatro ou cinco vezes maior de apresentarem problemas logo após o nascimento, dependendo de qual o grau de prematuridade e do peso de nascimento do bebê”.

O que significa pré-eclampsia precoce ou tardia?

Pré-eclâmpsia precoce, condição sofrida por Lexa, se refere ao tempo gestacional inferior a 34 semanas em que a doença se manifesta. Por sua vez, pré-eclâmpsia tardia é quando o distúrbio se desenvolve após 34 semanas.

“Essas duas formas de manifestação da doença diferem quanto às intensidades de suas manifestações e disfunção placentária. A pré-eclãmpsia de início precoce está associada a maior comprometimento do desenvolvimento placentário e da circulação uteroplacentária. Isso explica a gravidez de risco da cantora”, ressalta a ginecologista Karina Peres.

Quais são os sintomas da pré-eclâmpsia?

Nem sempre a mulher apresenta sintomas, mas alguns sinais são comuns:

Dores de cabeça intensas
Pressão arterial elevada
Inchaço no rosto e nas mãos
Ganho de peso de um quilo ou mais em uma semana
Dificuldade em respirar
Dor na parte superior direita do abdômen
Náusea e/ou vômito
Alterações da visão

O que causa pré-eclâmpsia?

A causa exata ainda não foi descoberta, mas estudos apontam que a origem do problema pode ser uma alteração vascular durante a formação da placenta, o que resulta no aumento da pressão arterial.

No entanto, não é possível identificar qual paciente vai evoluir para uma complicação mais grave da doença (a síndrome de HELLP) ou para uma condição mais leve. Por isso, é necessário avaliar a grávida dia a dia, durante o pré-natal.

“Não tem algo que a paciente faça para não desenvolver a pré-eclâmpsia […] e, como a gente sabe, a pré-eclampsia está associada a uma predisposição genética. Mesmo quando a doença já está instaurada, não tem muitas medidas que a paciente pode fazer para não virar uma condição mais grave”, ressalta a ginecologista Karina Peres.
Além disso, exstem fatores de alto e moderado risco que podem ser considerados para o desenvolvimento do problema:

Pressão alta crônica;
Primeira gestação;
Diabetes (antes ou durante a gestação);
Obesidade;
Pré-eclâmpsia em gestações anteriores;
Gravidez depois dos 35 anos;
Gestação de gêmeos.
Uma paciente que já possua um fator de risco alto deve iniciar a prevenção a partir de 16 semanas de gestação com uso de AAS (anticoagulante) e reposição de cálcio. Mas, no caso de Lexa, essas medidas não foram suficientes para conter o avanço da doença, diante da gravidade.

“Eu tomei AAS e cálcio na gestação toda, fiz um pré natal perfeito, fiz TUDO, mas minha pré eclampsia foi muito precoce, extremamente rara e grave… o meu fígado começou a comprometer, os meus rins”, relatou Lexa em seu Instagram.

Pré-eclâmpsia tem cura?

A pré-eclâmpsia não tem cura. O único tratamento efetivo da doença é o parto, já que a condição está associada a uma alteração vascular da placenta.

No entanto, quando o quadro acontece antes das 37 semanas, ou é ainda mais precoce, é preciso dosar o risco para não comprometer a saúde da mãe e, ao mesmo tempo, garantir melhores condições de nascimento para o bebê.

No manejo dos casos de pré-eclâmpsia, deve-se controlar a hipertensão e também vigiar muito de perto sinais e sintomas de gravidade.

Mãe de Lexa lamenta morte da neta, Sofia: “Abracei um anjo”

Fonte: Redação g1 — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/16:29:58

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Entenda estratégia por trás de sequência de anúncios e decretos de Donald Trump em apenas 21 dias de governo

Entenda estratégia por trás de sequência de anúncios e decretos de Donald Trump em apenas 21 dias de governo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A velocidade com que o presidente dos Estados Unidos faz os anúncios é proposital. Foi delineada pelo estrategista político Steve Bannon, um dos criadores do trumpismo.

 

Faixa de Gaza, Groenlândia, Canadá, Canal do Panamá, deportações em massa. Desde a posse de Donald Trump, essa enxurrada de anúncios e de decretos tem sido registrada diariamente pela imprensa no mundo todo. Não é a primeira vez que ele recorre a essa estratégia.

Na primeira vez que pegou em uma caneta depois de tomar posse, há 21 dias, Donald Trump assinou 26 ordens executivas. Tirou os Estados Unidos do Acordo de Paris e da Organização Mundial da Saúde, acabou com subsídios para carros elétricos e mandou militares para a fronteira, congelou contratações federais e perdoou os invasores do Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

Desde então, todos os dias, Trump faz anúncios sem parar. Muitos sobre assuntos que o presidente não tem poder para resolver. Como por exemplo comprar a Groenlândia, fazer um resort na Faixa de Gaza ou acabar com o direito à cidadania para filhos de imigrantes ilegais ou temporários que nascem nos Estados Unidos.

A velocidade com que o presidente americano faz esses anúncios é proposital. Foi delineada pelo estrategista político Steve Bannon, um dos criadores do trumpismo. Ele que assessorou Trump em sua primeira campanha em 2016 e depois serviu como conselheiro no primeiro mandato de Trump. Bannon responde na Justiça por desviar dinheiro de organizações de direita que ele mesmo comandava e ficou preso por quatro meses em 2024 depois de desobedecer a uma intimação do Congresso e não comparecer às audiências que investigavam a invasão do Capitólio.

Trump tentou aplicar tarifas ao aço e alumínio brasileiros no primeiro mandato; veja como foi

Em uma entrevista à TV americana em 2019, Bannon explica como funciona essa estratégia. Ele diz:

“O partido de oposição é a mídia. Eles são burros e preguiçosos e só conseguem focar em uma coisa de cada vez. O que precisamos fazer é inundar o terreno. Todo dia nós jogamos três coisas diferentes neles. Eles vão morder uma e a gente vai fazer as nossas coisas. Esses caras nunca vão conseguir se recuperar. Mas temos que começar com a mesma velocidade com que uma bala sai do cano de uma arma”.

A estratégia é usada diariamente. Mas a imprensa mundial estava preparada para reagir a ela e tem noticiado não apenas um ato por dia, mas todos os que o presidente americano anunciou desde que assumiu o poder.

Só nas últimas 24 horas, Trump anunciou tarifas para o aço e também um decreto para liberar de novo canudinhos de plástico. Também repetiu que será o dono da Faixa de Gaza. Trump disse que falou com o presidente russo Vladimir Putin, mas não explicou mais nada. Demitiu militares de carreira que comandavam escolas de oficiais e disse que fala sério sobre anexar o Canadá.

E no meio disso tudo, Trump assinou um decreto para acabar com a fiscalização de empresas americanas – na prática, permitindo o pagamento de propina para autoridades de governos estrangeiros.

Para o professor de Direito da instituição Jay College, Dmitriy Shakhnevich, essa estratégia de Trump vai testar os limites do Poder Executivo:
“É como se alguns decretos dissessem: eu posso driblar o Congresso, posso driblar os processos que criam leis. Esses processos não são feitos para criar uma lei por dia, segundo os caprichos do presidente”, afirma o pesquisador.
Enquanto isso, o Partido Democrata tem dificuldade de fazer oposição, de decidir onde vai concentrar os esforços. Com essa estratégia, Trump também confunde a população que não consegue acompanhar e entender o que é verdade e o que não é.

 

Fonte:  Jornal Nacional e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/15:03:31

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Polícia investiga casos de mortes violentas registradas no oeste do Pará

(Foto: Reprodução) – O primeiro caso apura a morte deGuilherme Campos Palha, conhecido como “Bazão”, que teve o encontrado na região do Eixo Forte

A Delegacia de Homicídios de Santarém, oeste do Pará, segue investigando três mortes registradas recentemente na cidade. A equipe, sob o comando da delegada Raíssa Beleboni, está reunindo informações para esclarecer os fatos e identificar possíveis envolvidos.

Desaparecimento e localização de Guilherme Campos Palha

O primeiro caso apura a morte deGuilherme Campos Palha, conhecido como “Bazão”, que teve o encontrado na região do Eixo Forte. Ele usava tornozeleira eletrônica e havia sido condenado a mais de 20 anos de prisão. Sua mãe já havia registrado um boletim de ocorrência relatando seu desaparecimento.

Segundo a delegada Raíssa Beleboni, Guilherme foi visto pela última vez no dia 5 deste mês, e seu corpo foi localizado no dia 7, em um ramal às margens da rodovia Everaldo Marins (PA-457). As investigações buscam esclarecer as circunstâncias de seu desaparecimento e identificar os responsáveis.

Caso no bairro São Cristóvão

Outro caso em investigação ocorreu no bairro São Cristóvão, onde Samuel Moreira Guimarães, conhecido como “Sumuelzinho”, e Jéssica Evelyn Pantoja foram atingidos por disparos enquanto estavam em um veículo. Samuel morreu no local, enquanto Jéssica foi socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu.

De acordo com informações preliminares, o crime foi cometido por um grupo de quatro pessoas armadas. A polícia busca entender a motivação e identificar os autores.

A delegada informou que os trabalhos seguem com a análise de provas e depoimentos para esclarecer os casos.

“Estamos apurando todos os detalhes, desde a saída das vítimas de suas residências até o momento dos acontecimentos, para que possamos entender as circunstâncias e identificar os responsáveis”, declarou Raíssa Beleboni.

Fonte: Mateus Souza – g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:58:51

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Pará Recebe Selo Ouro no Prêmio Nacional de Alfabetização

Helder recebe prêmio das mãos do presidente Lula | (Foto: Marco Santos /Ag. Pará)

A premiação reconhece o compromisso do Governo do Pará com a alfabetização infantil, reconhecendo os avanços na educação do estado.

O Governo do Pará foi agraciado com o Selo Ouro no Prêmio Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, reconhecimento pelo avanço das políticas educacionais no estado. A cerimônia aconteceu nesta segunda-feira (10), em Brasília, e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governador Helder Barbalho recebeu a premiação e destacou o papel dos professores e da comunidade escolar na conquista. Ele reafirmou o compromisso de garantir a alfabetização na idade certa e continuar investindo na educação no Pará.

O prêmio integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e busca incentivar práticas eficientes para a alfabetização em todo o Brasil. Entre os 4.187 municípios contemplados, 2.592 receberam o Selo Ouro. Estados como Ceará, Espírito Santo e Goiás também foram reconhecidos.

Lula reforçou que a educação é prioridade e que não faltarão investimentos para garantir ensino de qualidade às crianças. Segundo ele, a alfabetização é essencial para o desenvolvimento do país.

A conquista do Pará evidencia o compromisso do estado em seguir as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), fortalecendo políticas que promovem a alfabetização e a redução das desigualdades educacionais.

 

Fonte: Alexandre Nascimento – Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:54:14

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Como a seca ameaça a pesca do pirarucu na Amazônia

(Foto: Miguel Monteiro/Mamirau) – Ciência tenta entender o impacto do fenômeno sobre um dos maiores peixes de água doce do mundo e sobre quem depende dele.

Comunidades ribeirinhas ajudaram a salvar a espécie, mas agora enfrentam dificuldades.

A temporada de pesca do pirarucu, o maior peixe de escama de água doce do mundo e habitante da Amazônia, chega ao fim de um jeito anormal. Nunca os pescadores tiveram que estender o trabalho até meados de fevereiro e, ainda assim, retornarem com um carregamento abaixo do esperado.

O grupo de Raimundo Queiroz passou dois longos períodos nas águas tentando fisgar os mil peixes que tinha autorização para pescar, mas não conseguiu. Voltaram para casa, em Alvarães, Amazonas, com 911, e com a preocupação do que virá pela frente.

“A seca foi muito grande e quando o rio começou a encher foi de uma vez. A gente lutou muito, mas não conseguiu pescar toda a nossa cota”, diz Queiroz à DW, ex-presidente da Colônia de Pescadores de Alvarães, que ajuda a garantir renda para quase 200 famílias da região, no médio curso do rio Solimões, e atual coordenador do Acordo de Pesca do Pantaleão.

Faz 25 anos que a relação dos ribeirinhos com o gigante da Amazônia precisou mudar, e Queiroz foi um dos que incentivaram a adaptação. Por causa da captura desenfreada no passado, o pirarucu entrou em risco de extinção e teve a pesca proibida. Só depois de muita ciência aplicada e cooperação, o peixe voltou a ser visto nos lagos amazônicos.

“Foi muito difícil, mas a gente entendeu que precisava fazer a preservação para que tivesse sempre peixe para trabalhar. O pirarucu voltou, mas agora a gente enfrenta um novo problema”, afirma Queiroz.

Nos últimos dois anos, foi a água que faltou. A seca na Amazônia, onde está a maior bacia hidrográfica do planeta, foi extrema e levou alguns rios aos menores níveis já registrados. A história de sucesso que salvou o pirarucu precisa de novo se adaptar a um novo cenário.
Mais da metade dos rios do Brasil está sob ‘pressão’ e com vazão em risco, aponta estudo sobre nível de poços

O efeito da seca

Ana Cláudia Gonçalves percorre as comunidades no entorno da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, em Tefé, a 600 quilômetros de Manaus, e tenta acudir os ribeirinhos. Filha de pescadores, ela se transformou numa das figuras mais respeitadas da região pelo seu conhecimento tradicional e técnico.

“Todos os grupos assessorados por nós estão tendo dificuldades para pescar”, diz Gonçalves à DW. Ela coordena o Programa de Manejo Florestal Comunitário do Instituto Mamirauá e apoia 45 comunidades, três colônias e uma associação de pescadores.

Durante a seca, o mato cresceu muito nas áreas normalmente alagadas e, no período autorizado da pesca, por causa da vegetação alta, os barcos não conseguem chegar em alguns pontos. Segundo Queiroz, o pirarucu “se esconde” nesses espaços.

“Antes, a gente não conseguia pescar porque faltava material. Hoje, temos material, temos tudo, mas não conseguimos chegar nos lugares. A seca forte e o alagamento rápido demais está atrapalhando muito”, diz.

A dificuldade se repete em outras regiões do estado. No curso do médio do rio Juruá, em Carauari, a seca também afetou profundamente a atividade dos pescadores. “O impacto está mais na logística de pesca e no transporte do peixe. Com a água baixa, muita gente não conseguiu a pesca”, afirma João Campos-Silva, presidente do Instituto Juruá e pesquisador associado do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O experimento que deu certo

A grandiosidade do pirarucu, que pode chegar a três metros de comprimento, contribuiu para que ele se tornasse vulnerável. A espécie também tem baixa taxa de fecundidade, respiração aérea e um hábito sedentário que facilita sua captura.

Já no fim de 1800, o pirarucu é listado como principal recurso pesqueiro da Amazônia. A superexploração levou o peixe ao risco de extinção – o que chegou a acontecer de fato em algumas regiões. Em 1999, sua pesca foi proibida no estado do Amazonas e, em 2004, a regra passou a valer nacionalmente, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

O cenário dramático desafiou cientistas e órgãos ambientais a experimentarem. Os primeiros testes de conservação aliado à pesca controlada surgiram com o Instituto Mamirauá, criado em 1999. O método científico foi desenvolvido com base no conhecimento tradicional: os pescadores contam os peixes adultos que sobem à superfície para respirar e, a partir do número obtido, planejam o quanto poderão fisgar. Todo esse processo é faz parte do chamado de manejo, ou gerenciamento da pesca.

Depois dos resultados promissores documentados por Mamirauá, o Ibama começou a liberar o manejo comunitário em 2005. A captura permitida é de no máximo 30% dos peixes adultos do total contabilizado nos lagos naturais onde os pescadores atuam.

“O peixe precisa ter mais de 1,5 metro. Com esse tamanho, a gente garante que pelo menos 50% dos peixes que estão ali já se reproduziram pelo menos uma vez”, explica James Bessa, analista ambiental do Ibama no Amazonas.

Pesca abaixo da cota

Para 2024, a cota de captura autorizada pelo órgão foi de 103 mil peixes, com base na contagem do pirarucu feita no ano anterior. Mas o total retirado dos lagos deve ficar bem abaixo desse patamar, prevê Bessa.

“Faz dois anos que a cota autorizada não é atingida. No ano passado, a eficiência da pesca foi de 70%, nesse ano, que teve uma seca mais extrema ainda, não vai chegar em 50%”, estima Bessa, lembrando que o manejo foi estendido até 10 de fevereiro por causa dessa dificuldade.

Desde que foi estabelecido, esse processo da preservação dos lagos e da pesca controlada costumava acontecer no período sem chuvas na Amazônia, de setembro a novembro. Mas nos últimos dois anos, o calendário precisou se ajustar.

O manejo comunitário, afirma Gonçalves, também representou um “grito de liberdade” para os pescadores que, até então, se viam obrigados a vender o pescado para a figura do patrão, que pagava o quanto queria e mantinha uma relação de trabalho análoga à escravidão.

“Depois que o manejo começou, os pescadores conseguem negociar, vender para os comerciantes que pagam melhor e negociam a produção antes da pesca”, diz a técnica sobre a importância do método na renda das comunidades.

Incerteza sobre o futuro

Há mais de uma década, Ana Cláudia Gonçalves diz notar as mudanças nos padrões do clima na região. Os pescadores não conseguem mais entender os sinais vindo da natureza que antecipam uma cheia forte, ou uma seca brava, diz Gonçalves sobre o olhar atento e saber tradicional dos ribeirinhos. Nos dois últimos anos, período em que a Amazônia enfrentou as duas piores secas consecutivas, o problema se escancarou.

“A gente vive um novo desafio agora. A gente tinha um cenário praticamente muito cômodo do manejo, com pesca acontecendo sempre no mesmo período, tudo tranquilo. Agora temos que mudar”, diz a técnica.

As conversas sobre um ajuste permanente no calendário anual já começaram. Há reuniões programadas com pescadores para discutir as adaptações no manejo e no prazo das autorizações de pesca emitidas pelo Ibama, assim como melhoras na logística e nas embarcações.

“As comunidades estão ligadas nas mudanças climáticas. O processo do pulso de inundação e de seca do rio se modificou, ele está secando um mês antes e está voltando a encher um mês e meio depois. Está tendo mais flutuação”, cita Bessa.

O efeito de todos esses fenômenos sobre o pirarucu ainda é desconhecido. Do Juruá, Campos-Silva, lembra que a biologia da espécie é adaptada a lagos rasos com pouco oxigênio. “No entanto, ainda não temos estudos conclusivos para saber se a seca extrema tem prejudicado a reprodução e o crescimento do peixe”, diz o biólogo à DW.

Gonçalves, do Mamirauá, concorda que ainda são poucos dados disponíveis para avaliação. Um estudo em andamento focado na desova vai ajudar a trazer algumas respostas.

“Depois de concluir o monitoramento da pesca, que começou em 2024 mas que está se estendendo para 2025, a gente já vai ter a possibilidade de avaliar melhor os impactos dessa seca sobre a estrutura da população de peixes”, comenta Gonçalves.

 

Fonte: Nádia Pontes – G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:49:23

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Calendário 2025: veja os dias de folga e trabalho no Pará

(Foto: Reprodução) – xr:d:DAFfzb8JVnE:3206,j:2914237828559020820,t:23111113

Calendário de feriados e pontos facultativos no Pará em 2025. Conheça as datas e saiba como órgãos e entidades irão se organizar.

O Governo do Pará divulgou nesta terça-feira (11), no Diário Oficial do Estado (DOE), o Decreto n°4.464, que estabelece os feriados nacionais, estaduais e pontos facultativos para 2025, a serem cumpridos pela administração pública direta e indireta. Com o Decreto em vigor, órgãos e entidades que atuam nas áreas de arrecadação, saúde pública, defesa social, parques, museus, teatros e espaços de visitação turística, incluindo aqueles administrados por organizações sociais, farão escalas de serviço, a fim de não interromper o atendimento à população.

Os pontos facultativos dos dias 2 de maio, 20 de junho, 21 de novembro e 26 de dezembro, serão compensados com o acréscimo de uma hora à jornada diária normal, nos seis dias úteis subsequentes aos facultados. Quanto aos expedientes dos dias 5 de março e 27 de outubro, o Decreto determina que sejam estendidos até às 18 horas.

Os feriados religiosos municipais declarados por lei, em número não superior a quatro, incluem a Sexta-feira da Paixão, na forma do artigo 2º da Lei Federal n° 9.093, de 12 de setembro de 1995, bem como os pontos facultativos definidos nos incisos IX e XXI do art. 1º, que serão observados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual nos municípios correlatos.

A Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) poderá, por meio de portaria, alterar as datas dos pontos facultativos estabelecidos no Decreto Estadual.

Calendário de Feriados e Pontos Facultativos 2025
Março

3 de março – Ponto facultativo
4 de março – Carnaval, ponto facultativo
5 de março – Quarta-feira de Cinzas, ponto facultativo até 12 horas

Abril

18 de abril – Sexta-feira da Paixão, ponto facultativo
21 de abril – Tiradentes, feriado nacional

Maio

1º de maio – Dia Mundial do Trabalho, feriado nacional
2 de maio – Ponto facultativo

Junho

19 de junho – Corpus Christi, ponto facultativo
20 de junho – Ponto facultativo

Agosto

15 de agosto – Adesão do Grão-Pará à Independência do Brasil, feriado estadual

Setembro

7 de setembro – Independência do Brasil, feriado nacional

Outubro

12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida, feriado nacional
13 de outubro – Pós-Círio, ponto facultativo
27 de outubro – Recírio, ponto facultativo até 12 horas
28 de outubro – Dia do Servidor Público, ponto facultativo

Novembro

2 de novembro – Finados, feriado nacional
15 de novembro – Proclamação da República, feriado nacional
20 de novembro – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado nacional
21 de novembro – Ponto facultativo

Dezembro

8 de dezembro – Nossa Senhora da Conceição, ponto facultativo
24 de dezembro – Véspera de Natal, ponto facultativo
25 de dezembro – Natal, feriado nacional
26 de dezembro – Ponto facultativo
31 de dezembro – Véspera de Ano Novo, ponto facultativo.

 

Fonte: Mateus Souza – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:42:43

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Tarifas de Trump sobre aço e alumínio têm como alvo a China

(Foto: Elvira Nascimento/Aperam)

A promessa do presidente Trump de impor tarifas de 25% nesta segunda-feira, 10, sobre todas as importações de aço e alumínio dos EUA teria como alvo principal os aliados americanos, mas, no fundo, elas atingem seu inimigo de longa data: a China.

Os cinco principais fornecedores de aço para o mercado americano em janeiro foram o Canadá, seguido pelo Brasil, México, Coreia do Sul e Alemanha. O Canadá também liderou as exportações de alumínio para os Estados Unidos, enquanto os Emirados Árabes Unidos, a Rússia e a China estão bem atrás.

A China não exporta muito aço ou alumínio diretamente para os Estados Unidos. Uma sucessão de presidentes e decisões do Departamento de Comércio já impuseram muitas tarifas sobre o aço da China. Ultimamente, as tarifas sobre o alumínio chinês também aumentaram. Em setembro passado, o presidente Joseph R. Biden aumentou as tarifas existentes sobre muitos produtos chineses de aço e alumínio em até 25%.

Mas a China domina o setor global de aço e alumínio. Suas vastas e modernas usinas produzem a mesma quantidade ou mais de ambos os metais a cada ano do que o resto do mundo combinado. A maior parte é usada dentro das fronteiras da China, para construir tudo, desde edifícios altos e navios até máquinas de lavar e carros.

No entanto, ultimamente, as exportações de aço e alumínio da China estão em alta porque sua economia está em dificuldades, minando a demanda interna. Muitas dessas exportações de baixo custo foram para aliados americanos, como o Canadá e o México, que, por sua vez, exportam parcelas significativas de sua própria produção mais cara para os Estados Unidos. Outras exportações chinesas de metais foram para países em desenvolvimento, como o Vietnã, que agora compra enormes quantidades de aço semiprocessado da China, faz o acabamento e depois o reexporta como aço vietnamita para compradores em todo o mundo.

O aumento das exportações da China incomodou produtores e sindicatos nos Estados Unidos.

“O excesso de capacidade da China está inundando os mercados mundiais e prejudicando gravemente os produtores e trabalhadores dos EUA”, disse Michael Wessel, consultor comercial de longa data da United Steelworkers of America.

As tarifas planejadas ocorrem uma semana depois que o presidente Trump impôs uma tarifa de 10% sobre todas as importações da China. Na semana passada, a China anunciou que imporia tarifas retaliatórias, que entrariam em vigor nesta segunda-feira, sobre gás natural liquefeito, carvão, maquinário agrícola e outros produtos dos Estados Unidos.

O excesso de aço na China surgiu de um extraordinário boom na construção de usinas siderúrgicas que começou no início da década de 1990 e durou cerca de 15 anos, disse Nick Tolerico, funcionário sênior do comércio de aço durante o governo Reagan, que depois se tornou presidente de operações nos EUA da ThyssenKrupp Steel da Alemanha. Atualmente, ele é consultor e assessora empresas de investimento e empresas que compram muito aço.

Desde a década de 1940, nenhum país comandou o setor siderúrgico mundial na escala atual da China. Naquela época, os Estados Unidos produziam metade do aço do mundo, mas sua participação caiu desde então para menos de 5%.

Durante anos, o setor de construção da China usou quantidades imensas de aço. O boom da construção produziu moradias em abundância para os 1,4 bilhão de habitantes do país e apartamentos vazios suficientes para outros 300 milhões de pessoas.

O excesso de apartamentos vazios agora impulsionou um colapso no mercado imobiliário e uma paralisação abrupta na construção. Desesperadas para evitar o fechamento, as usinas da China responderam com um aumento nas exportações de aço para países de todo o mundo. Elas aceitaram preços cada vez mais baixos por seu aço nos últimos anos, provocando uma erosão global nos preços.

A queda dos preços prejudicou o setor siderúrgico americano, um eleitorado politicamente poderoso em regiões eleitorais importantes. A United Steelworkers of America tem sede em Pittsburgh, no centro da base de longa data do setor na Pensilvânia, que se mostrou central nas recentes eleições presidenciais. A U.S. Steel, um emblema do papel outrora extraordinário dos Estados Unidos na produção de aço, também fica na Pensilvânia.

A reação do comércio de aço contra a China não se limita aos Estados Unidos. No ano passado, o Brasil, o Canadá, a Indonésia e a Turquia aumentaram drasticamente as tarifas sobre o aço da China.

Durante seu primeiro mandato, o Presidente Trump impôs tarifas suplementares de 25% sobre o aço e de 10% sobre as importações de alumínio de todo o mundo. Em seguida, ele isentou das tarifas os grandes países produtores de aço, como a Coreia do Sul, a Austrália e o Brasil, em troca da imposição de cotas de quantas toneladas de aço eles enviariam por ano para os Estados Unidos. Mas ele deixou as tarifas em vigor para a China.

As proteções comerciais ajudaram o setor siderúrgico americano, que nos últimos seis anos aumentou sua capacidade em cerca de um quinto, construindo usinas siderúrgicas modernas. As usinas mais antigas e menos eficientes começaram a operar com produção inferior à total.

Na última semana de janeiro, as usinas siderúrgicas dos Estados Unidos estavam operando com 74,4% da capacidade, de acordo com o American Iron and Steel Institute, um grupo do setor com sede em Washington.

 

Fonte: Keith Bradsher – MSN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:34:46

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Lula deve chegar em Belém na próxima quinta-feira (13)

Presidente desembarca na capital paraense junto com o ministro das Cidades, Jader Filho | (Ricardo Stuckert/PR)

Presidente da república participará de entrega de 1.008 unidades habitacionais em Outeiro

Após mudança de agenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro das Cidades, Jader Filho, devem desembarcar em Belém na próxima quinta-feira (13) para participar da entrega de uma nova obra habitacional.

Eles se juntarão ao governador Helder Barbalho e à vice-governadora, Hanna Ghassan, na entrega das 1.008 unidades do Residencial Viver Outeiro, às 15h30 de quinta.

O empreendimento habitacional tem infraestrutura completa, com abastecimento de água, energia elétrica e saneamento básico, além de áreas de lazer e uma localização estratégica, com o objetivo de facilitar o acesso de moradores a serviços essenciais.

As obras estavam paradas há mais de cinco anos pelas administrações municipal e federal anteriores, e foram retomadas pelo governo federal no início do governo Lula, com investimento de R$ 33 milhões.

“Desde o início do governo demos prioridade à retomada das obras que estavam paralisadas e que estão sendo entregues para a população que aguarda com ansiedade a entrega das chaves da casa própria”, disse o ministro Jader Filho, ressaltando a importância de retomar as obras do Minha Casa, Minha Vida.

 

Fonte: Rafael Miyake – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/14:22:42

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