Polícia Civil do Pará leiloa mais de 330 veículos apreendidos

(Foto: Reprodução) – O leilão de veículos da Polícia Civil do Pará ajudou a esvaziar pátios e arrecadar fundos. Conheça essa iniciativa importante.

A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Igarapé-Miri, realizou a entrega de 332 veículos apreendidos para leilão na última segunda-feira (10). A iniciativa integra a Operação Limpa Pátio, que tem como objetivo esvaziar os pátios de veículos apreendidos em ações policiais de combate à criminalidade.

A decisão judicial que autorizou o leilão foi emitida pela Vara Única da Comarca de Igarapé-Miri em dezembro de 2023. Cerca de 400 veículos que estavam armazenados na Unidade de Polícia Judiciária foram selecionados, sendo 332 deles entregues a uma empresa de leilões especializada.
O leilão resultou na arrecadação de mais de R$ 300.000,00, valor que foi depositado em uma conta judicial sob responsabilidade da Vara Única de Igarapé-Miri. Essa ação evidencia o compromisso da Polícia Civil do Pará com a transparência e a boa gestão dos recursos públicos, além de reforçar a importância da continuidade da Operação Limpa Pátio no estado.

 

Fonte: Jeferson Miranda – Portal Santarém  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/15:34:17

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NO ARAPIUNS, MORADORES REALIZAM A 2ª SOLTURA DE FILHOTES DE TARTARUGAS-DA-AMAZÔNIA

(Foto: Reprodução) – Um momento de celebração pela proteção da espécie que em 2025 comemora 29 anos de existência do projeto.

A comunidade Coroca, localizada no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Lago Grande, vivenciou mais uma soltura de filhotes de tartarugas da Amazônia (quelônios). Em sua segunda edição, mais de 2000 mil animais foram soltos no sábado, 15, no rio Arapiuns, reforçando a importância da preservação ambiental e o esforço contínuo da comunidade em manter o equilíbrio ecológico, garantindo a perpetuação da espécie. O evento contou com a presença das lideranças locais, acadêmicos, turistas, instituições parceiras, e outros.

Mais de 2000 animais foram soltos.

A ação faz parte de um esforço conjunto organizado pela Associação dos Produtores Rurais e Criadores de Peixes da Comunidade de Coroca (Aprucipesc) e pelo Complexo de Turismo de Base Comunitária. A iniciativa é liderada por moradores da comunidade, que trabalham desde o monitoramento dos ninhos até o cuidado com os filhotes, garantindo que eles alcancem um tamanho adequado para serem reintroduzidos no ambiente natural com maior chance de sobrevivência.

Desenvolvido há 29 anos pelos próprios comunitários, o projeto de preservação de quelônios não apenas se tornou uma parte importante da identidade local, mas, também, impactou positivamente na vida de 26 famílias da região.

A vice-presidente da Aprucipesc, Luziete Corrêa, destaca que a soltura das tartarugas não é apenas um ato simbólico, mas uma ação concreta que contribui para a sobrevivência da espécie.

“Estamos realizando mais uma edição do projeto que a cada ano só cresce, ganhando mais visibilidade. Participar desse momento faz com que a gente tenha esperança na preservação. Esse tipo de ação contribui significativamente para a preservação ambiental e o fortalecimento do relacionamento entre a comunidade e os recursos naturais”, relatou.

O secretário Municipal de Agricultura e Pesca, Bruno Costa, esteve presente no ato representando o prefeito José Maria Tapajós. Na ocasião, parabenizou o esforço da comunidade em manter o projeto para a conservação da espécie.

Bruno Costa: “Esforço da comunidade pela preservação”.

“Essa é uma boa iniciativa. Aliás, qualquer ação que preserve a natureza é bom para o meio ambiente e, consequentemente, para todos nós. A soltura dos animais dão início a um novo ciclo de crescimento, reprodução e continuidade da espécie. Queremos parabenizar a todos os comunitários pelo projeto, que contribui para a conservação de quelônios na região amazônica, e fortalece o desenvolvimento do turismo de base comunitária, gerando oportunidades e econômicas sustentáveis”, disse.

Atualmente, o turismo de base comunitária é a principal fonte de renda para os moradores de Coroca, garantindo a sustentabilidade da iniciativa e movimentando a economia local por meio da comercialização de artesanato, produtos regionais e passeios ecológicos.

O secretário Municipal de Turismo, Emanuel Júlio, também esteve presente. Ele acredita que é possível desenvolver o turismo na região e preservar o meio ambiente, além de conciliar o desenvolvimento com a sustentabilidade.

Emanuel Júlio reforça vocação turística de Coroca.

“Coroca se destaca por ser uma comunidade que tem a vocação para o turismo de base comunitária, uma alternativa ao turismo tradicional que valoriza a identidade local e a preservação do território. Ações coletivas unindo diferentes setores da sociedade são cruciais para a existência e perpetuação do turismo de base comunitária na região”, pontuou.

A equipe técnica da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), também, marcou presença no evento, reforçando o seu compromisso com a preservação ambiental.

Cláudio Santarém, chefe da Fiscalização, destacou a importância da ação para a conservação dos quelônios na região.

“O projeto desenvolvido na comunidade de Coroca é fundamental e serve de exemplo para outras localidades. Os quelônios estão cada vez mais ameaçados, especialmente, em nossa região, devido à caça e ao comércio ilegal. Por isso, iniciativas como essas são essenciais para garantir a sobrevivência da espécie a médio e longo prazo”.

A Semma atua na fiscalização de crimes ambientais, incluindo a captura, posse e venda ilegal de quelônios. Em fevereiro, a secretaria realizou a primeira apreensão do ano, resgatando oito quelônios – entre tracajás e tartarugas-da-Amazônia – que eram mantidos ilegalmente em uma residência.

Equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

A Semma reforça que a captura, transporte, criação em cativeiro e comercialização desses animais são proibidos por lei. Denúncias podem ser feitas pelo disque-denúncia 93 99209 4670 ou presencialmente na sede da secretaria.

A iniciativa de preservação dos quelônios realizada pelos comunitários teve início nos anos 90, por incentivo do padre verbita José Gross. Em 1998, o Ibama doou três mil filhotes de tartarugas para a comunidade, que desde então mantém o projeto de repovoamento da espécie.

 

 

Fonte: Jeferson Miranda – Portal Santarém  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/15:34:17

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BELÉM – Morre aos 86 anos o empresário Cypriano Sabino, pai do ministro Celso Sabino

(Foto: Reprodução) – Momento de ternura entre o pai e o ministro do Turismo, Celso Sabino,

Morreu em Belém neste domingo (16) aos 86 anos o empresário do ramo de navegação Cypriano Sabino de Oliveira. Cypriano era pai do ministro do Turismo, Celso Sabino, da secretaria municipal de Cultura e Turismo de Belém, Cilene Sabino, e do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Cipriano Sabino.

Cypriano lutava contra o Alzheimer há alguns anos e há 20 dias estava internado. No sábado (15) precisou ser entubado e morreu neste domingo às 21h15 em um hospital particular no bairro do Umarizal.

O ministro e a secretária lamentaram a perda do pai, publicando momentos ao lado dele e mensagens emocionadas.

Nascido no município de Prainha, Cypriano começou sua jornada empreendedora com um barco de madeira nomeado Oliveira, transportando cargas e desbravando rios da Amazônia, empreitada à qual em 1982 tornou-se a Sabino Navegação (Sanave), uma das maiores empresas de navegação e transporte rodoviário da região Norte.

A empresa cresceu e levou seus serviços para sete estados do Brasil. Em maio do ano passado o empresário Cypriano Sabino de Oliveira foi uma das personalidades homenageadas pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), em um evento realizado em Belém para homenagear os pioneiros da navegação fluvial no Pará. A premiação foi um reconhecimento aos profissionais da região que desbravaram os rios da Amazônia e impulsionaram o desenvolvimento da região.

Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nota de pesar e reconheceu o legado deixado por Cypriano.

O empresário deixa a viúva Fátima, 12 filhos, 27 netos e 22 bisnetos. O velório iniciou às 8 horas desta segunda-feira (17), no bairro de Fátima, em Belém.

 

Fonte: by Jorginho Neves – Ver o fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/15:23:17

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Duplo feminicídio: homens são condenados a mais de 40 anos de prisão por mortes de amigas no Pará

(Foto: Repeodução) – Um deles seria companheiro de uma das vítimas e encomendou assassinatos em janeiro de 2021 em Capitão Poço. Os dois foram julgados e estão foragidos.

 

A Justiça condenou dois homens a mais de 40 anos de prisão por duplo feminicídio em Capitão Poço, nordeste do Pará. Segundo a investigações, um dos condenados encomendou a morte da mulher e da amiga dela em janeiro de 2021: Maria Eunice Ximenes Alencar e Vanessa Silva Da Cunha foram mortas a golpes de faca.

A decisão desta semana foi divulgada pelo Ministério Público do Estado Pará (MPPA). Até este domingo (16), os dois condenados continuavam foragidos.

José Cláudio Ferreira Matos, conhecido como Bracinho e que teria executado o crime, foi condenado a 41 anos e 6 meses de prisão, enquanto que Jacirley Gonçalves Guedes, chamado de Silas e que encomendou a morte, a 40 anos, sem o direito de recorrer em liberdade.

O crime ocorreu na manhã do dia 18 de janeiro de 2021, quando Bracinho, a mando de Silas, invadiu a residência onde as jovens moravam, pegou uma faca de cozinha e foi para os quartos das vítimas. Ele atacou Vanessa enquanto ela estava em seu quarto. Depois dirigiu-se ao quarto de Maria, seu principal alvo. As duas mulheres morreram no local.

“Os jurados decidiram pela condenação dos dois réus por homicídio duplamente qualificado, reconhecendo que o crime foi cometido por motivo fútil e sem possibilidade de defesa das vítimas”, informou o Ministério Público.

Na época do crime, os dois já tinham sido presos após as investigações que começaram por causa de um suposto crime de latrocínio. O homem suspeito das mortes, que conhecia as vítimas, fugiu levando R$ 2 mil e um celular.

Com as investigações ainda em andamento, agentes da Polícia Civil descobriram um segundo envolvido nas mortes: O marido de uma das vítimas que havia encomendado o duplo feminicídio.

Questionadas pelo g1, as autoridades não responderam até a última atualização desta reportagem se eles tinham fugido ou se foram liberados na época do crime.

“As forças de segurança continuam as buscas para que cumpram suas respectivas penas”, disse o MPPA.

 

Fonte: g1 Pará e TV Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/15:09:57

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Registros inéditos revelam modo de vida de indígenas isolados em uma das regiões mais remotas da Amazônia; VÍDEO

Indígena Kawahiva é registrado por câmera da Funai — Foto: TV Globo/Reprodução

O Fantástico deste domingo (16) fez uma expedição inédita para acompanhar o trabalho de monitoramento e proteção dos Kawahiva do Rio Pardo, que enfrentam o risco do avanço do garimpo e do desmatamento.

O Fantástico deste domingo (16) fez uma expedição inédita por uma das regiões mais remotas da Amazônia para acompanhar o trabalho de monitoramento e proteção dos indígenas isolados Kawahiva do Rio Pardo.

Foram mais de 120 quilômetros floresta adentro. É um povo que enfrenta o risco do avanço do garimpo e do desmatamento ilegal.

Veja a reportagem completa no vídeo acima.

Vestígios

Durante a expedição, os agentes identificaram vestígios da presença do povo indígena, como castanheiras derrubadas para extração de alimento, além armadilhas usadas para caçar. Tudo foi registrado.

“A partir dessas informações é que a gente consegue, além de comprovar a existência deles, comprovar a área de ocupação deles, verificar que eles estão bem”, destaca Rodrigo Ayres, indigenista da Funai.

A equipe ainda encontrou um tapiri, que é a casa dos Kawahiva do Rio Pardo, um vestígio mais próximo que pode confirmar a presença deles no território.

“Aqui morava uma família. Como eles são nômades, então de tempo em tempo eles vão estar mudando. Quando a caça fica escassa, o peixe, a fruta, eles mudam pra outra região”, explica Jair.
No local, a equipe da Funai deixou um facão como brinde e fez uma marcação com um “X”.

“Eles não sabem o que é a Funai, não têm ideia de que é a Funai. Eles sabem que é um povo com uma ideia diferente, que não vive atropelando eles, não vive dando tiro neles, isso eles sabem”, afirma Jair.

Registros raros

Uma das técnicas da Funai para proteção do povo isolado é instalar câmeras de monitoramento pela região. Conseguir um registro deles é algo raro. Uma imagem foi gravada em 2021. Um indígena passa, aparentemente apressado. Ele usa um cocar, carrega arco e flecha e lanças enormes.

Uma imagem mais recente, registrada em dezembro de 2024, mostra quando um indígena Kawahiva passa pelos brindes deixados pela Funai e ignora os objetos. Na sequência, ele volta e a câmera consegue registrar a passagem dele e é possível ver que ele está carregando o arco, flechas e um cesto.

Marcos Aurelio Tosta, coordenador-geral de indígenas isolados da Funai, explica o valor de imagens como essa para o trabalho de monitoramento.

“Esse tipo de imagem é essencial pro nosso trabalho, que a gente verifica características atuais, extremamente atuais desses indígenas”, destaca.

Riscos

Cerca de 20 agentes da Funai, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, se revezam no trabalho de proteção e monitoramento dos isolados. André Tangyp é do povo Amondawa e faz parte da equipe.

“É um pouco complexo, né? A gente fica bastante dia longe da família, mas ao mesmo tempo a gente está ajudando parente da gente, está protegendo o território para eles, né? Isso é uma coisa do peito mesmo”, comenta André.
Os indigenistas afirmam que essa região, a parte sul da Floresta Amazônica, está entre as mais pressionadas pelo desmatamento ilegal.

A base da fundação também já foi atacada a tiros em 2018 e, desde então, o local passou a ser protegido pela Força Nacional.

Mas a missão de proteger a floresta e as pessoas que vivem lá expõe os agentes a outros riscos. Uma imagem exclusiva feita em uma expedição em 2011 registrou o momento em que um indigenista da Funai encontrou-se com um Kawahiva, que, em defesa, apontou arco e flecha e, depois, recuou.

Futuro incerto

As expedições de monitoramento são realizadas regularmente desde que a presença dos Kawahiva foi confirmada em 1999. A Funai acredita que o número de indígenas Kawahiva vem crescendo. Seriam entre 40 e 50 indivíduos espalhados em grupos.

Mas o futuro dos Kawahiva gera preocupação. O território ocupado por eles foi declarado em 2016, mas ainda não foi demarcado pelo governo.

Atualmente, o Brasil tem 86 pontos de estudo de comunidades isoladas que precisam de confirmação. A Constituição Brasileira diz que é obrigação do governo identificar e proteger os povos isolados.

 

 

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/15:05:28

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Belém tem 9 pontos de coleta para análise do inseto barbeiro, causador da doença de Chagas

População pode entregar insetos barbeiros para equipe de saúde municipal em Belém. — Foto: Reprodução / Agência Belém

Cidade fica em região endêmica da doença e população pode ajudar no monitoramento. Saiba onde entregar insetos coletados.

O transmissor da doença de Chagas já causou ao menos uma morte em Belém neste mês de fevereiro. A cidade fica em região endêmica para o inseto e a população pode participar do monitoramento para evitar a propagação da doença.

Na capital paraense, há nove pontos de coleta para análise do inseto barbeiro – os Postos de Informação de Triatomíneos (PITs). Os locais recebem insetos que a população encontra em casa ou em estabelecimentos para serem encaminhados à análise.

Os PITs são gerenciados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) e funcionam de forma integrada com a Divisão de Controle de Endemias da secretaria.

Eles estão distribuídos pelos oito distritos administrativos da cidade:

Guamá (Dagua), Sacramenta (Dasac), Bengui (Daben), Icoaraci (Daico), Mosqueiro (Damos), Entroncamento (Daent), Outeiro (Daout) e Belém (Dabel).

Processo de identificação

O inseto suspeito pode ser levado até o PIT mais próximo. Nos postos, profissionais de saúde especializados em entomologia, ciência que estuda os insetos, analisam se o vetor é, de fato, um triatomíneo — popularmente conhecido como barbeiro — ou se trata de outro tipo de inseto inofensivo.

Depois de uma verificação inicial, o inseto é encaminhado para o laboratório de entomologia, onde é feita a identificação da espécie e o teste de infectividade.

O laboratório de entomologia fica na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Marambaia e é responsável por analisar se os insetos estão infectados com o protozoário causador da doença de Chagas – o Trypanosoma cruzi.

Se o teste confirmar a presença, as equipes realizam inspeção no local onde o inseto foi encontrado. O trabalho inclui a busca por outros insetos na residência ou estabelecimento, além da análise do ambiente para identificar fatores que favorecem a presença do triatomíneo.

Os moradores recebem orientações sobre medidas de prevenção, como tampar rachaduras nas paredes, instalar telas nas portas e janelas, utilizar mosquiteiros e repelentes, evitar entulhos ao redor da casa, higienizar bem os alimentos e cozinhar adequadamente carnes, especialmente de caça.

Em 2024, foram analisados 37 insetos, dos quais três testaram positivo para a presença do protozoário Trypanosoma cruzi. Já neste ano, das duas amostras entregues pela população, uma testou positivo.

Endereços

A população pode entregar os insetos suspeitos nos seguintes endereços:

Laboratório de Entomologia: UBS da Marambaia, Avenida Augusto Montenegro, s/n.
Dagua: Avenida Conselheiro Furtado, 2915 (ao lado da Ouvidoria).
Dasac: Avenida Senador Lemos, 4295.
Daben: Conjunto Orlando Lobato, rua Saturno, 115, Parque Verde.
Daico: Avenida Siqueira Mendes, 781, casa 2.
Damos: Rua Francelino Santos, 885, Farol.
Daent: Passagem Eládio Lima, 56, Souza.
Daout: Rua Nossa Senhora da Conceição, 13B.
Dabel: Avenida Rômulo Maiorana, 552.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:59:43

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Relatório do Ministério da Justiça revela aliança inédita entre PCC e CV

Relatório do Ministério da Justiça revela aliança inédita entre PCC e CV — Foto: Reprodução/Fantástico

O Fantástico teve acesso ao relatório do Serviço de Inteligência do ministério que mostra unificação de advogados das duas facções. Acordo pode ter chegado também às ruas.

 

Um relatório de inteligência da Secretaria Nacional de Políticas Penais traz um alerta sobre um possível acordo de cooperação entre PCC e Comando Vermelho. O documento detalha o que seriam ações coordenadas para tornar menos rígido o tratamento de presos perigosos no sistema penitenciário nacional.

Gravações feitas com autorização judicial revelam conversas entre presos e seus advogados dentro do chamado “parlatório” — local dentro das penitenciárias federais onde ocorrem esses encontros.

O Fantástico teve acesso a um relatório do Serviço de Inteligência do Ministério da Justiça que afirma:

“A unificação dos advogados do Primeiro Comando da Capital, o PCC, e Comando Vermelho, o CV, vem sendo formatada por integrantes do alto escalão das duas facções. E teria como objetivo fortalecer os grupos criminosos para, principalmente, pleitear demandas dos chefes presos no sistema penitenciário federal”.

Nas penitenciárias federais, os presos cumprem pena no chamado regime disciplinar diferenciado. O detento fica isolado em cela individual monitorada por câmara, com saídas diárias para banho de sol por apenas 2 horas diárias. Só são permitidas visitas de suas pessoas por semana, mas sem direito a contato físico. O preso não pode ver televisão, ouvir rádio, ler jornais e revistas nem usar internet ou celular.

Segundo o relatório, “dados apontariam que integrantes do PCC já estariam reunindo assinaturas de pessoas em condições de votar para subsidiar um suposto ‘abaixo-assinado’ em que os signatários pleiteariam a flexibilização da lei para permitir o retorno de visitação com contato físico no sistema prisional federal”.

O setor de inteligência do Ministério da Justiça registrou que o chefe do PCC, Marco Willians Camacho, o Marcola, perguntou a um advogado: “Eles vão fazer então um abaixo-assinado com 1 milhão e 600 mil assinaturas?”

“A capacidade de isolamento é necessária para que se interrompa os mecanismos de comunicação e articulação das lideranças”, afirma André Garcia, secretário nacional de políticas penais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“O desafio que o Estado brasileiro tem com relação a essas organizações vai muito além dessa pacificação entre elas. É de consolidação democrática, proteção das instituições democráticas. Hoje, o país tem mais de 70 organizações criminosas, facções criminosas identificadas”, diz David Marques, coordenador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O relatório aponta que, com o fortalecimento de ações conjuntas, do PCC e do CV para demandas de presos, “não se deve descartar que essa ‘unificação de trabalhos jurídicos’ ultrapasse a seara judicial”.

Autoridades investigam mensagens de texto que seriam de integrantes das facções falando de uma trégua entre PCC e CV nas ruas. Ainda não há comprovação de que sejam autênticas.

Uma delas, supostamente do PCC, diz que a facção entrou em acordo com o Comando Vermelho e que mortes estão proibidas em todos os estados. Outra mensagem, supostamente do CV, diz que desde o dia 11 deste mês ataques contra o PCC estão proibidos.

O promotor Lincoln Gakiya, que investiga o PCC há pelo menos 20 anos, diz que a trégua entre as duas maiores facções já está valendo nas principais capitais.

“No Rio de Janeiro e em São Paulo já houve essa trégua. A união das duas maiores organizações criminosas do país pode levar a um incremento no tráfico internacional de cocaína, no tráfico de armas para o Brasil. É um compartilhamento de rotas e, sobretudo, fortalecimento ainda maior dessas organizações criminosas”, diz Gakiya.

 

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:53:39

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Fruto Sensual encanta com brega a bordo

Rainha das Aparelhagens estará a bordo de um catamarã. Foto: Divulgação

A banda comandada por Valéria Paiva leva os maiores sucessos e a energia do brega para uma festa especial nas águas

Brega, paisagens ribeirinhas e muita diversão! Esses são os temperos do “Fruto Sensual on Board”, que vai ser realizado neste domingo, 16, a bordo de um catamarã em um passeio musical pelas ilhas que cercam a cidade de Belém. O ponto de partida será na Marina Regional, com aquecimento desde às 13h, e saída às 15h para um passeio inesquecível pelo Furo da Paciência e pela Prainha.

Valéria Paiva, vocalista da banda Fruto Sensual, ressalta a beleza e a unicidade deste evento: “O show sob as águas é um evento maravilhoso, sem dúvida é algo que veio para ficar na cultura da cidade, é sucesso em todas as edições, sempre se renovando e trazendo atrações e sets diferenciados, um público variado, de todas as partes do Pará e inclusive do Brasil e do mundo, vai ser inesquecível”.

 

Um evento que envolve memórias, emoções, paisagens, sentimentos, cultura e muito mais, a Barca já é um dos circuitos inovadores que chegam para somar na cultura de Belém do Pará diante deste ano de COP-30, onde a cidade receberá pessoas do mundo todo que poderão experienciar uma verdadeira imersão amazônica no trajeto pelas ilhas do entorno da capital paraense.

Para o show deste domingo, 16, Valéria Paiva adianta acerca do repertório que irá preencher com muita música esse passeio pelas águas em Belém: “O nosso repertório vai contar com os maiores clássicos da banda Fruto Sensual, músicas de sucesso de outras bandas do nosso Pará, muita música, dança, gente bonita, é sempre um prazer enorme e ficamos muito ansiosos por cada edição deste evento maravilhoso”, destaca.

 

Fonte: Redação – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:47:41

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Mulher é presa com 100 cápsulas de cocaína no estômago em Belém

(Foto: Reprodução) – A Polícia Federal prendeu passageira com 100 cápsulas de cocaína no estômago em operação em Belém. Confira os detalhes.

A Polícia Federal prendeu passageira com 100 cápsulas de cocaína no estômago em operação em Belém. Confira os detalhes.

As abordagens partiram de monitoramento que é feito de forma constante pela PF. As duas mulheres estavam no mesmo voo, vindo de Manaus/AM, com escalas em Belém e Lisboa; a brasileira com destino a Barcelona, na Espanha, a colombiana iria a Paris, França.

As mulheres foram retiradas do voo em Belém, por volta de 00h30 deste domingo. Em revista pessoal foram encontradas oito cápsulas de cocaína nos sapatos e dentro da roupa da brasileira. Se sentindo enferma, ela confessou ter cerca de 80 outras cápsulas no estômago, sendo conduzida até a emergência do Hospital Metropolitano de Belém, para expelir as demais cápsulas. Foram apreendidos 500 euros em posse da brasileira.

A colombiana seguiu viagem pois, apesar da suspeita, nada foi encontrado com ela e não houve tempo hábil para aprofundar a busca. Porém, na chegada do voo à escala em Lisboa, a polícia portuguesa confirmou que a passageira também havia engolido droga, já na manhã deste sábado, e a prendeu em flagrante.

Ainda não há como saber se as duas mulheres agiam sob o mesmo grupo criminoso. Investigações devem identificar mais envolvidos no crime.

Apenas nesta semana, quatro mulheres que passaram pelo Aeroporto Internacional de Belém foram presas tentando levar cocaína à Europa. Na segunda-feira (10/2), uma venezuelana foi flagrada com a droga em compartimento secreto de mochilas; quinta-feira (13/2) uma colombiana levava droga dentro da haste metálica da mala; e neste sábado uma brasileira, em Belém, e uma colombiana, em Lisboa, foram presas com cápsulas de cocaína no estômago.

 

Fonte: Clayton Matos – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:42:26

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Morre uma das vítimas de incêndio em fábrica de fantasias no RJ

(Foto: Reprodução: Agência Brasil) – O governo do estado afirmou que uma mulher foi transferida da unidade.

Morreu neste domingo (16) uma das vítimas do incêndio na fábrica de fantasias e uniformes militares Maximus Confecções, em Ramos, zona norte do Rio de Janeiro. Rodrigo de Oliveira, que não teve idade divulgada, estava hospitalizado desde a quarta-feira (12), dia do acidente.

Rodrigo estava internado no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, para onde outras sete vítimas do incêndio também foram levadas.

O governo do estado afirmou que uma mulher foi transferida da unidade. Dos outros seis pacientes que seguem internados no Getúlio Vargas, cinco deles continuam em estado grave –três mulheres e dois homens.

Uma mulher apresentou melhora e tem quadro de saúde estável.
Ao todo, 21 pessoas ficaram feridas pelo incêndio. Todos os internados inalaram fumaça tóxica e sofreram queimaduras nas vias aéreas.

A fábrica Maximus Confecções era responsável por confeccionar todas as fantasias do Império Serrano e de outras escolas de samba da Série Ouro, o grupo de acesso. Responsável pela empresa, Hélio Oliveira disse à reportagem que presta assistência aos funcionários.

O incêndio começou logo após a entrada do turno dos funcionários da manhã. Também estavam no prédio ao menos 50 pessoas que haviam dormido no local em razão do trabalho em turnos, 24 horas por dia.

O espaço, com cerca de 500 metros quadrados e três andares, não tinha alvará de funcionamento do Corpo de Bombeiros, de acordo com a corporação. Segundo o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), porém, a fábrica possuía o alvará municipal.

A Polícia Civil já identificou que havia uma ligação clandestina de energia no local. A polícia também disse que determinou a interdição “em virtude da apuração de possível fato criminoso, bem como do preenchimento de requisitos de funcionamento e preservação do local”.

O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia (Bonsucesso).
O Ministério Público do Trabalho também abriu investigação para apurar as condições de trabalho dos funcionários.

As três escolas de samba que mais sofreram com perdas de fantasias –Império Serrano, Unidos da Ponte e Unidos de Bangu– não serão rebaixadas. A decisão foi tomada ainda na quarta pela Liga RJ, organizadora do grupo de acesso.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/02/2025/14:34:51

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